4.02 REFRIGERAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO
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- Matheus Carreira Fonseca
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1 DESCRITIVO TÉCNICO DE SUPORTE À ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DOS CAMPEONATOS DAS PROFISSÕES 4.02 REFRIGERAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO Abril de 2012 Ficha técnica: Título SkillsPortugal - Descrição Técnica da competição de Refrigeração e Climatização DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 1/18
2 Promotor e Elaborador Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. Departamento de Formação Profissional R. de Xabregas, Lisboa Tel: (+351) Web-Site: Equipa Técnica Conceptore(s) Nuno Ramos Carlos Diogo Coordenação Geral e Aprovação Carlos Fonseca Palavras com aplicação em género devem aplicar-se automaticamente também ao outro Notas: CLUSTER/ÁREA DE ACTIVIDADE: Construção Civil e Obras Públicas Correspondência com Referenciais Técnicos Nacionais e Internacionais Refrigeração e climatização (Nível 4 de Formação do QNQ) 4023 Refrigeration Technology (WorldSkills Europe / EuroSkills) 38 Refrigeration and Air Conditioning (WorldSkills International) Observações: Portugal, através do Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP), é membro fundador da WorldSkills International (WSI) e da WorldSkills Europe (WSE), estando representado nos Comités Estratégicos e Técnicos das referidas Organizações. Cabe ao IEFP a promoção, organização e realização de todas as actividades relacionadas com os Campeonatos das Profissões. A Descrição Técnica é o instrumento que elenca as condições de desenvolvimento da competição contextualizada no âmbito de uma determinada profissão. DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 2/18
3 Índice SECÇÃO 0 - PREÂMBULO SECÇÃO I - DESCRIÇÃO GERAL DA PROFISSÃO Designação e contexto Designação Cluster/Área de actividade Importância da profissão para a sociedade Descrição da profissão Processo de trabalho Actividades e competências associadas Âmbito da profissão no campeonato das profissões Contexto Desenvolvimento SECÇÃO II - METODOLOGIA DE CONCEPÇÃO DA PROVA Formato da prova Requisitos para a construção da prova Exigências gerais Duração total Responsabilidade e prazos de elaboração Divulgação da prova Descrição genérica da prova Esquema de Avaliação Selecção da Prova SECÇÃO III - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Processo de Avaliação (Notação Objectiva/Subjectiva) Critérios de Avaliação SECÇÃO IV - REQUISITOS GERAIS/ESPECÍFICOS DE SEGURANÇA & HIGIENE Requisitos Gerais de Segurança Requisitos específicos de Segurança & Higiene da profissão SECÇÃO V - GESTÃO DA COMPETIÇÃO/PROVA Nomeação do Presidente de Júri Responsabilidades do Presidente de Júri SECÇÃO VI - INFRA-ESTRUTURAS E EQUIPAMENTOS DE SUPORTE ÀS PROVAS Enquadramento Infra-estruturas técnicas Material genérico a utilizar na competição Equipamentos específicos da profissão Ferramentas a utilizar na competição Materiais, Equipamentos e Ferramentas proibidas Sustentabilidade económica/financeira e ambiental do evento/competição DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 3/18
4 SECÇÃO VII - LAYOUT-TIPO DA COMPETIÇÃO/PROVA Layout genérico do espaço da competição Layout-tipo do posto de trabalho Outras características do posto de trabalho SECÇÃO VIII - ACTIVIDADES DE PROMOÇÃO DA PROFISSÃO ANEXOS: Anexo 1 - Links a vídeos e outra informação promocional com exemplos da competição e do processo de trabalho; Anexo 2 - Ficha de Segurança da profissão DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 4/18
5 SECÇÃO 0 - PREÂMBULO As competições a desenvolver no âmbito dos eventos SkillsPortugal, caracterizam-se como sendo competições de desempenho profissional, assentes em critérios de elevada exigência, desenvolvidos no quadro do perfil de competências de cada profissão, visando o desenvolvimento, pelos concorrentes, de um produto, bem ou serviço, com valor económico no mercado de trabalho. Esta Descrição Técnica, constitui-se como o instrumento de harmonização das condições técnicas de desenvolvimento da competição a nível nacional (inter-ligada às internacionalmente estabelecidas) considerando as competências e o processo de trabalho exigido pelo mercado de trabalho, a metodologia de concepção e de organização da prova, critérios de avaliação, requisitos de segurança e ambientais, infra-estruturas, equipamentos, materiais, ferramentas e consumíveis necessários, layout-tipo e características da competição e dos postos de trabalho, assim como, actividades de promoção da profissão. SECÇÃO I DESCRIÇÃO GERAL DA PROFISSÃO Designação e contexto Designação Refrigeração e Climatização Cluster/Área de actividade Construção Civil e Obras Públicas Importância da profissão para a sociedade A profissão de refrigeração e climatização tem extrema importância na nossa vida, uma vez que nos permite dar conforto a nós próprios assim como de evitar que os nossos alimentos se degradem mais rapidamente Descrição da profissão Processo de trabalho O/A Técnico/a de Refrigeração e Climatização é o/a profissional que, com base nos procedimentos e técnicas adequadas bem como nas normas de higiene, segurança e ambiente, está apto a proceder à gestão do plano de fabrico, gestão da montagem dos sistemas, gestão dos recursos afectos às actividades de instalação e montagem dos sistemas, gestão da conservação e assistência técnica dos sistemas, ao cálculo e selecção de elementos dos sistemas, destinados à reconversão ou à melhoria da condição funcional e à organização dos subsectores produtivos. Nota: Ver Perfil Profissional no Catálogo Nacional de Qualificações em Actividades e competências associadas Considerando a correspondência entre os diversos referenciais técnicos existentes em Portugal e os disponibilizados pela WorldSkills e EuroSkills, o profissional desta área desempenha a (s) seguintes actividades: ACTIVIDADES 1. Programar e organizar a instalação e/ou a manutenção de sistemas comerciais e industriais de refrigeração ou de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização. DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 5/18
6 1.1. Analisar as especificações técnicas e as instruções técnicas dos manuais, das fichas técnicas, dos projectos e dos esquemas, com o objectivo de programar e de determinar o processo de instalação e/ou de manutenção de sistemas de refrigeração ou de climatização 1.2. Distribuir os trabalhos a executar, de acordo com a organização do trabalho, os meios humanos e os equipamentos, os componentes, as ferramentas e os materiais a utilizar; 1.3. Colaborar no planeamento e na aquisição dos equipamentos, componentes, ferramentas e materiais utilizados na instalação e/ou manutenção de sistemas de refrigeração ou de climatização. 2. Coordenar e supervisionar a instalação de unidades, equipamentos e outros componentes de sistemas comerciais e industriais de refrigeração Avaliar as condições físicas do local de instalação do sistema de refrigeração e os objectivos, de modo a identificar, nomeadamente, a localização adequada de montagem dos equipamentos e de ligação de tubagens e cabos, assegurando a optimização de utilização do sistema 2.2. Supervisionar os trabalhos de preparação da instalação de sistemas de refrigeração, designadamente, a execução do traçado das linhas de tubagens e cabos e das uniões 2.3. Supervisionar a montagem dos equipamentos e a ligação de tubagens e cabos aos componentes e dispositivos dos sistemas comerciais de refrigeração, nomeadamente a montagem de protecções, automatismos, comandos e controlos 2.4. Supervisionar a montagem dos equipamentos e a ligação de tubagens e cabos aos componentes e dispositivos dos sistemas industriais de refrigeração, nomeadamente compressores, motores eléctricos, bombas e dispositivos de protecção, controlo e comando e seus automatismos; 2.5. Coordenar ou efectuar os ensaios adequados nos sistemas comerciais de refrigeração, nomeadamente, medição de temperaturas e pressões e ensaio de fugas, a fim de detectar eventuais anomalias e de proceder aos ajustamentos necessários de forma a garantir o correcto funcionamento dos sistemas; 2.6. Coordenar ou efectuar os ensaios adequados nos sistemas industriais de refrigeração, nomeadamente medição de temperaturas, alinhamento de transmissões e ensaio de fugas, a fim de detectar eventuais anomalias e de proceder aos ajustamentos necessários de forma a garantir o correcto funcionamento dos sistemas. 3. Coordenar e supervisionar a instalação de unidades, equipamentos e outros componentes de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização Avaliar as condições físicas do local de instalação do sistema de climatização e os objectivos, de modo a identificar, nomeadamente, a localização adequada de montagem dos equipamentos e de ligação de tubagens, cabos e condutas de ar, assegurando a optimização de utilização do sistema 3.2. Supervisionar os trabalhos de preparação da instalação de sistemas de climatização, designadamente a execução do traçado das linhas de tubagens e cabos e das uniões 3.3. Supervisionar a montagem dos equipamentos e a ligação de tubagens e cabos aos componentes e dispositivos dos sistemas domésticos e comerciais de climatização, nomeadamente a montagem de protecções, automatismos, comandos e controlos; 3.4. Supervisionar a montagem dos equipamentos e a ligação de tubagens, cabos e condutas de ar aos componentes e dispositivos dos sistemas industriais de climatização, nomeadamente, redes de água de alimentação e de circulação, compressores e ventiladores; 3.5. Coordenar ou efectuar os ensaios adequados aos sistemas domésticos e comerciais de climatização, nomeadamente de resistência à pressão, de fugas, de funcionamento dos dispositivos de segurança e de instalação completa antes do arranque, a fim de detectar eventuais anomalias e de proceder aos ajustamentos necessários de forma a garantir o correcto funcionamento dos sistemas; 3.6. Coordenar ou efectuar os ensaios adequados aos sistemas industriais de climatização, nomeadamente medição de temperaturas, verificação das válvulas e ensaios de resistência à pressão, de fugas, de funcionamento dos dispositivos de segurança e de instalação completa antes do arranque, a fim de detectar eventuais anomalias e de proceder aos ajustamentos necessários de forma a garantir o correcto funcionamento dos sistemas. 4. Coordenar e supervisionar a manutenção preventiva de sistemas comerciais e industriais de refrigeração. DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 6/18
7 4.1. Supervisionar ou verificar as condições de funcionamento dos sistemas comerciais de refrigeração, efectuando os ensaios e as medições adequadas à tecnologia dos equipamentos, de modo a verificar o seu correcto funcionamento e a proceder aos ajustamentos necessários 4.2. Supervisionar ou verificar as condições de funcionamento dos sistemas industriais de refrigeração, efectuando os ensaios e as medições adequadas à tecnologia dos equipamentos, de modo a verificar o seu correcto funcionamento e a proceder aos ajustamentos necessários 4.3. Coordenar a limpeza e a substituição de componentes, nomeadamente, condensadores, resistências e compressores. 5. Coordenar e supervisionar a manutenção preventiva de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização Supervisionar ou verificar as condições de funcionamento dos sistemas domésticos e comerciais de climatização, efectuando os ensaios e as medições adequadas à tecnologia dos equipamentos, de modo a verificar o seu correcto funcionamento e a proceder aos ajustamentos necessários 5.2. Supervisionar ou verificar as condições de funcionamento dos sistemas industriais de climatização, efectuando os ensaios e as medições adequadas à tecnologia dos equipamentos, de modo a verificar o seu correcto funcionamento e a proceder aos ajustamentos necessários 5.3. Coordenar a limpeza e a substituição de componentes, nomeadamente filtros, condutas e turbinas dos ventiladores. 6. Coordenar e supervisionar a manutenção correctiva de sistemas comerciais e industriais de refrigeração Supervisionar o diagnóstico ou diagnosticar avarias nos sistemas comerciais de refrigeração, utilizando os procedimentos e os equipamentos adequados; 6.2. Supervisionar o diagnóstico ou diagnosticar avarias nos sistemas industriais de refrigeração, utilizando os procedimentos e os equipamentos adequados; 6.3. Coordenar a reparação ou reparar as anomalias detectadas nos sistemas comerciais de refrigeração, substituindo e/ou reparando os componentes danificados, nomeadamente a carga de fluído frigorigéneo, o sistema de escoamento de condensados e as electroválvulas, a fim de garantir o correcto funcionamento dos mesmos 6.4. Coordenar a reparação ou reparar as anomalias detectadas nos sistemas industriais de refrigeração, substituindo e/ou reparando os componentes danificados, nomeadamente, ligações eléctricas, tubagem e compressores, a fim de garantir o correcto funcionamento dos mesmos. 7. Coordenar e supervisionar a manutenção correctiva de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização Supervisionar o diagnóstico ou diagnosticar avarias nos sistemas domésticos e comerciais de climatização, utilizando os procedimentos e os equipamentos adequados; 7.2. Supervisionar o diagnóstico ou diagnosticar avarias nos sistemas industriais de climatização, utilizando os procedimentos e os equipamentos adequados; 7.3. Coordenar a reparação ou reparar as anomalias detectadas nos sistemas domésticos de climatização, substituindo e/ou reparando os componentes danificados, nomeadamente a carga de fluído frigorigéneo, as válvulas de segurança e os pressostatos, a fim de garantir o correcto funcionamento dos mesmos; 7.4. Coordenar a reparação ou reparar as anomalias detectadas nos sistemas industriais de climatização, substituindo e/ou reparando os componentes danificados, nomeadamente, permutadores, válvulas e pesquisa de fugas, a fim de garantir o correcto funcionamento dos mesmos. 8. Prestar esclarecimentos e efectuar recomendações aos clientes no sentido da utilização correcta e optimizada dos sistemas comerciais e industriais de refrigeração ou de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização. 9. Executar ou colaborar na execução de orçamentos relativos à instalação e/ou à manutenção de sistemas comerciais e industriais de refrigeração ou de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização. 10. Elaborar relatórios e documentos de controlo relativos à sua actividade. COMPETÊNCIAS DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 7/18
8 SABERES Noções de: 1. Matemática. 2. Desenho técnico. 3. Física. 4. Química. 5. Soldadura. 6. Língua inglesa (utilização de vocabulário técnico específico). 7. Gestão de stocks. 8. Orçamentação. 9. Controlo de qualidade. Conhecimentos de: 10. Mecânica. 11. Electricidade. 12. Electrónica. 13. Relações interpessoais e comunicação. 14. Gestão de equipas. 15. Planeamento e organização do trabalho. 16. Segurança, higiene, saúde e protecção ambiental aplicadas à actividade profissional. 17. Legislação aplicada à actividade profissional. Conhecimentos aprofundados de: 18. Tipologia e caracterização dos materiais aplicados à instalação e à manutenção de sistemas comerciais e industriais de refrigeração. 19. Tipologia e caracterização dos materiais aplicados à instalação e à manutenção de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização. 20. Tipologia e caracterização das ferramentas aplicadas à instalação e à manutenção de sistemas comerciais e industriais de refrigeração. 21. Tipologia e caracterização das ferramentas aplicadas à instalação e à manutenção de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização. 22. Tipologia e funcionamento dos equipamentos de sistemas comerciais de refrigeração. 23. Tipologia e funcionamento dos equipamentos de sistemas industriais de refrigeração. 24. Tipologia e funcionamento dos equipamentos de sistemas domésticos e comerciais de climatização. 25. Tipologia e funcionamento dos equipamentos de sistemas industriais de climatização. 26. Técnicas de instalação e ensaio de sistemas comerciais de refrigeração. 27. Técnicas de instalação e ensaio de sistemas industriais de refrigeração. 28. Técnicas de instalação e ensaio de sistemas domésticos e comerciais de climatização. 29. Técnicas de instalação e ensaio de sistemas industriais de climatização. 30. Técnicas de manutenção preventiva de sistemas comerciais de refrigeração. 31. Técnicas de manutenção preventiva de sistemas industriais de refrigeração. 32. Técnicas de manutenção preventiva de sistemas domésticos e comerciais de climatização. 33. Técnicas de manutenção preventiva de sistemas industriais de climatização. 34. Técnicas de manutenção correctiva de sistemas comerciais de refrigeração. 35. Técnicas de manutenção correctiva de sistemas industriais de refrigeração. 36. Técnicas de manutenção correctiva de sistemas domésticos e comerciais de climatização. 37. Técnicas de manutenção correctiva de sistemas industriais de climatização. SABERES-FAZER 1. Interpretar especificações técnicas relativas à instalação e à manutenção de sistemas comerciais e industriais de refrigeração. 2. Interpretar especificações técnicas relativas à instalação e à manutenção de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização. 3. Aplicar critérios de organização e distribuição dos trabalhos a executar. DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 8/18
9 4. Utilizar os procedimentos e as técnicas de planeamento e aquisição dos equipamentos, componentes, ferramentas e materiais utilizados na instalação e na manutenção de sistemas comerciais e industriais de refrigeração. 5. Utilizar os procedimentos e as técnicas de planeamento e aquisição dos equipamentos, componentes, ferramentas e materiais utilizados na instalação e na manutenção de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização. 6. Utilizar as técnicas e os processos de preparação de equipamentos, componentes, ferramentas e materiais adequados à instalação e à manutenção de sistemas comerciais e industriais de refrigeração. 7. Utilizar as técnicas e os processos de preparação de equipamentos, componentes, ferramentas e materiais adequados à instalação e à manutenção de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização. 8. Identificar e caracterizar os diferentes tipos de equipamentos, componentes, ferramentas e materiais aplicados à instalação e à manutenção de sistemas comerciais de refrigeração. 9. Identificar e caracterizar os diferentes tipos de equipamentos, componentes, ferramentas e materiais aplicados à instalação e à manutenção de sistemas industriais de refrigeração. 10. Identificar e caracterizar os diferentes tipos de equipamentos, componentes, ferramentas e materiais aplicados à instalação e à manutenção de sistemas domésticos e comerciais de climatização. 11. Identificar e caracterizar os diferentes tipos de equipamentos, componentes, ferramentas e materiais aplicados à instalação e à manutenção de sistemas industriais de climatização. 12. Utilizar as ferramentas e os materiais necessários à instalação e à manutenção de sistemas comerciais e industriais de refrigeração. 13. Utilizar as ferramentas e os materiais necessários à instalação e à manutenção de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização. 14. Aplicar os métodos e as técnicas de avaliação das condições físicas do local de instalação de sistemas comerciais e industriais de refrigeração e do seu objectivo. 15. Aplicar os métodos e as técnicas de execução dos traçados. 16. Aplicar os métodos e as técnicas de execução de uniões. 17. Utilizar os procedimentos e as técnicas de montagem dos equipamentos e de execução das ligações adequadas à instalação de sistemas comerciais de refrigeração. 18. Utilizar os procedimentos e as técnicas de montagem dos equipamentos e de execução das ligações adequadas à instalação de sistemas industriais de refrigeração. 19. Aplicar os procedimentos, os métodos e as técnicas de verificação e ensaio do funcionamento dos sistemas comerciais de refrigeração. 20. Aplicar os procedimentos, os métodos e as técnicas de verificação e ensaio do funcionamento dos sistemas industriais de refrigeração. 21. Orientar, tecnicamente, os trabalhos de instalação e de manutenção de sistemas comerciais e industriais de refrigeração. 22. Aplicar os métodos e as técnicas de avaliação das condições físicas do local de instalação de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização e do seu objectivo. 23. Utilizar os procedimentos e as técnicas de montagem dos equipamentos e de execução das ligações adequadas à instalação de sistemas domésticos e comerciais de climatização. 24. Utilizar os procedimentos e as técnicas de montagem dos equipamentos e de execução das ligações adequadas à instalação de sistemas industriais de climatização. 25. Aplicar os procedimentos, os métodos e as técnicas de verificação e ensaio do funcionamento dos sistemas domésticos e comerciais de climatização. 26. Aplicar os procedimentos, os métodos e as técnicas de verificação e ensaio do funcionamento dos sistemas industriais de climatização. 27. Orientar, tecnicamente, os trabalhos de instalação e de manutenção de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização. 28. Utilizar as técnicas e os processos de limpeza de sistemas comerciais e industriais de refrigeração. 29. Utilizar as técnicas e os processos de limpeza de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização. DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 9/18
10 30. Utilizar as técnicas e os procedimentos de substituição de componentes de sistemas comerciais e industriais de refrigeração. 31. Utilizar as técnicas e os procedimentos de substituição de componentes de sistemas domésticos, comerciais e industriais de climatização. 32. Identificar anomalias de funcionamento de sistemas comerciais de refrigeração. 33. Identificar anomalias de funcionamento de sistemas industriais de refrigeração. 34. Aplicar as técnicas e os procedimentos de reparação de sistemas comerciais de refrigeração. 35. Aplicar as técnicas e os procedimentos de reparação de sistemas industriais de refrigeração. 36. Identificar anomalias de funcionamento de sistemas domésticos e comerciais de climatização. 37. Identificar anomalias de funcionamento de sistemas industriais de climatização. 38. Aplicar as técnicas e os procedimentos de reparação de sistemas domésticos e comerciais de climatização. 39. Aplicar as técnicas e os procedimentos de reparação de sistemas industriais de climatização. 40. Exprimir-se oralmente e por escrito, de forma a facilitar a comunicação com clientes e com outros interlocutores. 41. Aplicar os métodos e as técnicas de execução de orçamentos. 42. Utilizar a documentação técnica respeitante ao registo da actividade desenvolvida. 43. Aplicar as normas de segurança, higiene, saúde e protecção ambiental respeitantes à actividade profissional. SABERES-SER 1. Coordenar equipas de trabalho, assegurando a sua motivação, o cumprimento de normas e o nível de responsabilidade. 2. Integrar as normas de segurança, higiene, saúde e protecção ambiental no exercício da sua actividade profissional. 3. Tomar iniciativa no sentido de encontrar soluções para a resolução de problemas. 4. Adaptar-se à evolução das tecnologias e a novas formas de organização do trabalho. Nota: Ver Perfil Profissional no Catálogo Nacional de Qualificações em Âmbito da profissão no campeonato das profissões Contexto O âmbito da profissão no Campeonato das profissões consiste em classificar o desempenho profissional dos jovens concorrentes profissionais, de acordo com a natureza e critérios de avaliação da prova a desenvolver. Para além da competição propriamente dita, poderão, paralelamente, no espaço de competição existir outras actividades de promoção da profissão, tais como demonstrações. Os visitantes poderão de forma fácil observar o trabalho em desenvolvimento e perceber quais as competências requeridas pelo profissional. O projecto e o produto acabado, sempre que possível, será expostos para os visitantes observarem Desenvolvimento Uma competição modular, visando a avaliação, individual, das diferentes competências necessárias a um exercício profissional exemplar. O Teste consiste no trabalho prático e a avaliação do conhecimento teórico está, apenas, limitado ao estritamente necessário para levar a efeito o projecto. Cada concorrente terá, de forma independente e autónoma, desenvolver tarefas associadas ao planeamento e à criatividade, organização e gestão do tempo, aplicação de métodos de trabalho, limpeza e higienização dos espaços, segurança e higiene do trabalho, comunicação e atitude, etc. O concorrente será submetido a uma avaliação técnica rigorosa assente no desenvolvimento do trabalho no âmbito dos seguintes módulos: DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 10/18
11 Soldadura Instalação de uma unidade de Ar Condicionado Instalação de um sistema de refrigeração Ligações eléctricas associadas aos sistemas SECÇÃO II METODOLOGIA DE CONCEPÇÃO DA PROVA Formato da prova A prova é constituída por. uma prova única com diferentes módulos Requisitos para a construção da prova Exigências gerais Regra geral, o Projecto de Prova deve: Estar em conformidade com a Descrição Técnica actual; Respeitar as exigências e as normas de avaliação internacionalmente prescritas (WorldSkills e EuroSkills); Ser acompanhado por uma grelha/ficha de avaliação que será finalizada/validada antes do inicio da competição; Ser testada antes de ser proposta à Comissão Técnica, para garantir que foi testado o seu funcionamento/ construção/ realização dentro do tempo previsto etc.- (segundo as exigências da profissão), assim como a fiabilidade e a adequação da lista de Infra-estruturas. No projecto deve constar uma prova da sua exequibilidade dentro do tempo previsto. Por exemplo, a fotografia de um projecto realizado segundo os parâmetros do projecto de prova, com o auxílio do material e do equipamento previsto, segundo os conhecimentos requeridos e imperativamente dentro dos tempos definidos; Quando for executado um protótipo, este deverá ser exposto durante o Campeonato; Todas as provas devem ser fornecidas em suporte informático, em formato DWG para os desenhos, Excel para as grelhas de avaliação e Word para a descrição da prova ou outro em função da especificidade da Prova. Devem ser utilizados os templates fornecidos pelo Comité Técnico; As provas devem estar de acordo com as regras de Segurança e Higiene especificas para aquela profissão, não devendo a sua execução colocar os concorrentes em situação de perigo, e quando isso for inevitável, devem ser previstos meios de protecção adequados; As provas devem ter em atenção aspectos associados à sustentabilidade, visando por um lado a minimização dos custos associados à sua organização, e por outro o respeito pelas normas ambientais e consequentemente a diminuição da pegada ecológica associada ao evento; Duração total A prova é constituída por 4 módulos e deverá ser desenhada para uma execução num período compreendido entre as 18 e as 22 horas, seguindo a seguinte estrutura modular: A Provete de Soldadura 1h30m B Instalação de Ar Condicionado 4h C Instalação de um sistema de refrigeração 15 horas DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 11/18
12 2.3 - Responsabilidade e prazos de elaboração A prova/módulos é/são desenvolvidos por um técnico altamente especializado na profissão em questão, com experiência relevante no âmbito dos campeonatos das profissões, tendo como factor preferencial formação específica no âmbito do SkillsPortugal, e será indicado pela Comissão Técnica do SkillsPortugal. O Prazo de execução da prova é, por norma, 2 meses antes do início do campeonato, altura em que a mesma será divulgada no site do SkillsPortugal. As excepções aos prazos e divulgação são sempre autorizadas pelo Comité Técnico, tendo por base o exposto no ponto seguinte Divulgação da prova As provas serão divulgadas no site do SkillsPortugal, em: ( Nota: Apenas provas de detecção de avarias ou similares não serão divulgadas. De acordo com o conteúdo da prova e parecer do respectivo conceptor, esta poderá ser divulgada na íntegra, parcialmente ou apenas a sua estrutura. Esta prova será divulgada apenas na sua estrutura Quando divulgadas na totalidade, devem sê-lo com uma antecedência máxima de 2 meses podendo sofrer uma alteração de, pelo menos, 30% antes de iniciar a Competição, sem que essa alteração implique em qualquer caso, alterações à Lista de Infra-estruturas previamente aprovada. Quando houver lugar a alteração, cada jurado deve ser portador de uma proposta de alteração à prova divulgada, sendo a selecção feita por votação, antes do início da competição Descrição genérica da prova O SkillsPortugal dispõe de uma metodologia e modelo de elaboração da prova, disponível para download em ( podendo-se, ainda, aceder a uma bateria de provas usadas em campeonatos anteriores. A descrição genérica da prova, nos termos da metodologia e modelo em vigor integra os seguintes itens: Orientações gerais para a equipa de jurados (antes, durante e após a realização das provas); Time-Table/desenvolvimento da prova; Orientações para os concorrentes; Caracterização e descrição da prova; Critérios, Sub-Critérios e aspectos a avaliar e notações associadas; Ficha de classificação por concorrente; Acta e Termo de Aceitação Esquema de Avaliação Cada prova (modular) deve ser acompanhada por um esquema de avaliação baseado nos critérios de avaliação definidos no presente Descritivo Técnico. O esquema/matriz de avaliação é desenvolvido pelo(s) técnicos que constroem a prova. O esquema/matriz final deve ser desenvolvido e aprovado por todos os jurados (peritos) da competição Selecção da Prova Nos casos em que haja lugar à selecção de uma prova ou de um modelo de suporte ao desenvolvimento da mesma, a sua selecção far-se-á através de votação dos jurados antes da competição. SECÇÃO III CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 12/18
13 3.1 - Processo de Avaliação (Notação Objectiva/Subjectiva) QUANTIFICAÇÃO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO CONCORRENTE Ref. Critério Natureza da Avaliação Subjectiva Objectiva Total A Provete de soldadura x 7,5 7,5 B Instalação de Ar Condicionado x 22,5 22,5 C Instalação de um grupo de refrigeração x D HST Critérios de Avaliação Orientações gerais para a atribuição dos critérios: Avaliação Objectiva Sim X pontos (em que X corresponde à notação para dada avaliação desde que diferente de zero). Não 0 pontos Avaliação Subjectiva Não têm (Escala de avaliação de 1 a 10) Perfeito = 10 pontos; Muito bom = 9 pontos; Bom = 8 pontos; Razoavelmente bom = 7 pontos; Suficiente = 6 pontos; Médio = 5 pontos; Insuficiente = 4 pontos; Mau = 3 pontos; Muito mau = 2 pontos; Não pode ser avaliado = 1 ponto. De acordo com o prescrito no regulamento da competição, a avaliação de natureza subjectiva deverá ser efectuada por uma equipa mínima de 3 jurados, os quais utilizarão um cartão de votação próprio do Skillsportugal. A diferença entre a votação máxima e mínima não deverá, nunca, ser superior a 3 pontos. Sempre que se verifique uma diferença superior, a equipa de jurados argumentará as suas votações e voltará a classificar até que a diferença se situe dentro do parâmetro previsto. A classificação final dessa avaliação é a média aritmética das classificações observadas. Critérios específicos: A No provete de soldadura pretende-se que o concorrente faça a peça de acordo com as medidas apresentadas. As soldaduras não devem conter excessos de soldadura e todo o trabalho deverá ter boa apresentação DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 13/18
14 B Na instalação do Ar condicionado pretende-se que o concorrente seja práctico e preocupe-se com a manutenção futura do equipamento e com a boas praticas da profissão. Todos os concorrentes, deverão consultar o manual de instalação da marca do equipamento em prova/ C O sistema de frio deve ser instalado com as boas prácticas da profissão e todos os componentes deverão ficar de fácil acesso para uma futura manutenção. Para controlo do controlador, os concorrentes poderão consultar o manual do mesmo. A Instalação eléctrica também será alvo de classificação e para isso deve-se tomar em conta as boas prácticas de instalação / montagem de Quadros eléctricos D este critério será analisado de acordo com a arrumação do próprio espaço de utilização do concorrente e também pelo uso dos equipamentos de protecção individual NOTAS ADICIONAIS: São consideradas Infracções: - Não cumprimento pelas regras de higiene e segurança no trabalho; - Qualquer comunicação com o público ou jurado sem prévia autorização do Presidente do Júri (ou quem este delegar); - Utilização de materiais, equipamentos não autorizados no critério/prova; - Utilização de produtos de marca concorrente à do patrocínio (sem tapar a marca); - Qualquer comunicação com outro concorrente (NB: As infracção só serão aceites para discussão quando, na falta de prova física, for observada por 2 jurados no mínimo). SECÇÃO IV REQUISITOS GERAIS/ESPECÍFICOS DE SEGURANÇA & HIGIENE Requisitos Gerais de Segurança Uma Visão Partilhada - Zero acidentes! Temos o objectivo comum da criação de uma acção preventiva e de cultura de segurança no Campeonato das Profissões. O Skills Portugal quer familiarizar todas as equipas participantes com a visão zero incidentes. A abordagem zero incidente significa promover a consciencialização de todas as equipas participantes para a importância da Segurança e Saúde Ocupacional. Isto significa avaliar os perigos e os riscos, em conformidade com todas as normas de segurança, a operação segura das ferramentas e máquinas, uso de equipamento de protecção pessoal, manutenção de equipamentos de protecção individual em bom estado e manutenção de uma boa gestão do local da competição. Política de Segurança A segurança é uma responsabilidade partilhada entre a organização do SkillsPortugal, os voluntários, os delegados, observadores, concorrentes, jurados e chefes de oficina. A Segurança deve constituir uma componente integral das actividades da competição, juntos, vamos criar uma cultura de segurança e assim assegurar uma competição bem sucedida. Todos os participantes têm o direito de conhecer, participar e direito de recusa. Esperamos a compreensão e a responsabilidade de todos no cumprimento e respeito das regras de segurança constantes no Manual de Segurança e Higiene, o qual reflecte a legislação nacional. O Manual respectivo encontra-se divulgado no site do SkillsPortugal em ( DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 14/18
15 4.2 - Requisitos específicos de Segurança & Higiene da profissão O Manual de Segurança e Higiene do Skills Portugal integra uma ficha de segurança específica da profissão, a qual é de cumprimento OBRIGATÓRIO, e organiza-se em torno dos seguintes items: Procedimentos Gerais; Segurança de Máquinas, Substâncias Perigosas e Limpeza; Perigos/Riscos significativos da profissão; Equipamento de protecção Individual. Nota: A Ficha de Segurança desta profissão encontra-se, igualmente, no Anexo 2 desta Descrição Técnica. SECÇÃO V GESTÃO DA COMPETIÇÃO/PROVA Nomeação do Presidente de Júri O Presidente do Júri é nomeado pela Comissão Organizadora, sob proposta do Delegado Técnico do SkillsPortugal, antes do certame, para as diversas fases do Campeonato das Profissões. O Presidente do Júri deverá, preferencialmente, ser um técnico com experiencia reconhecida na área e, preferencialmente, ter participado em vários Campeonatos nas suas fases Regionais, Nacionais e Internacionais, sendo, ainda, relevante, a participação em acções de formação SkillsPortugal Responsabilidades do Presidente de Júri São responsabilidades do Presidente de Júri: Elaborar provas para a fase Regional e Nacional do Campeonato das Profissões; Manter actualizado o presente Descritivo Técnico através da dinamização dos jurados procurando contributos para a revisão e melhoria da Descrição Técnica. Os contributos deverão ser comunicados por escrito ao Presidente do Júri pelos Jurados que as compilará num só documento para ser discutido pelo colectivo de Júri. Antes de abandonar o local da competição, o Presidente do Júri e o Delegado Técnico organizarão a discussão e revisão da Descrição Técnica da Profissão; Gerir a competição de acordo com as normas ditadas pelo Regulamento da Competição e pelo presente Descritivo Técnico, tendo presentes os princípios de Equidade e Transparência, com vista à selecção do melhor representante de Portugal nas Competições Internacionais; Em caso de conflito durante a Competição, deverá o Presidente de Júri conseguir consenso no seio do Júri. Em caso de impossibilidade de resolução do problema, deve ser solicitada a presença do Delegado Técnico dos Campeonatos para mediar o conflito; Sempre que no decurso da competição se detecte a necessidade de prolongamento do tempo de competição, esta deverá ser proposta ao Delegado Técnico/Comissão Organizadora para aprovação até ao final do 2º dia de Competição. Todas as alternativas possíveis devem ser estudadas antes de pedir ou aprovar um alargamento do tempo da Competição. SECÇÃO VI INFRA-ESTRUTURAS E EQUIPAMENTOS DE SUPORTE ÀS PROVAS Enquadramento A prova será elaborada com base no listado e descrito neste capítulo. Não obstante a prova deve ser acompanhada da lista exaustiva, que identifique e especifique, de forma precisa, qualitativa e quantitativa, os consumíveis e matérias específicos a preparar por concorrente. No âmbito das listas de infra-estruturas, DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 15/18
16 materiais e equipamentos referenciados nesta descrição técnica, não são tidos em consideração a indicação a qualquer marca comercial. Será na base da prova a elaborar que, em função dos apoios e patrocínios que se vierem a verificar ou, na ausência destes, que se identificarão os modelos e/ou marcas a considerar no desenvolvimento das provas Infra-estruturas técnicas Potência eléctrica + monofásica adequada à potência necessária (2500 Wt por concorrente) Iluminação apropriada Extracção de Gases/Poeiras, Internet, etc Material genérico a utilizar na competição Toda a lista de materiais genéricos a seguir identificados são fornecidos pelo organizador ou entidade(s) patrocinadora(s) da competição e a quantidade deverá ser adequada ao n.º de concorrentes e jurados em competição. Mesas e Cadeiras Quadro branco + canetas Materiais de limpeza Extintor de incêndio e Kit primeiros socorros Cacifos Material de economato diverso Computador e impressora a cores Balde de recolha do lixo, pá e vassoura Relógio de parede Equipamentos específicos da profissão Toda a lista de infra-estruturas e equipamentos específicos a seguir identificados são fornecidos pelo organizador ou entidade(s) patrocinadora(s) da competição e a quantidade deverá ser adequada ao n.º de concorrentes em competição. Cabine para montagem do ar condicionado e grupo de frio Bancada para realizar o provete de soldadura Nota: por concorrente Ferramentas a utilizar na competição Toda a lista de ferramentas a seguir identificados são fornecidos pelo organizador ou entidade(s) patrocinadora(s) da competição e a quantidade deverá ser adequada ao n.º de concorrentes em competição. Bomba Vácuo Conjuntos manómetros para R410 Conjuntos manómetros para R134 Recuperadores de Gás Grupos de Soldadura Oxiacetileno completos Balanças Berbequins Cranianas D 32 com encambador Nota: não existe n.º de ferramentas suficientes por concorrente, como tal estas terão de ser partilhadas sendo responsabilidade do Júri fazer essa gestão DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 16/18
17 As ferramentas pessoais (abocardador, expansores, chaves de fenda, etc.) serão da responsabilidade dos concorrentes Nota: os concorrentes poderão fazer-se acompanhar das suas ferramentas pessoais de trabalho, desde que não inscritas das ferramentas proibidas Materiais, Equipamentos e Ferramentas proibidas Na área de trabalho é apenas permitido o equipamento/material fornecido. No caso da existência de empresa(s) patrocinadora(s) do Evento, qualquer equipamento, material, utensílio e/ou produto de outra(s) empresa(s) presente no posto de trabalho do(a) concorrente deverá ocultar a marca, sob pena de penalização do concorrente no critério HST da respectiva prova. Os jurados devem informar, claramente, sobre os tipos de materiais e equipamentos que não devem circular na área da competição Sustentabilidade económica/financeira e ambiental do evento/competição Em cada competição, os Jurados devem rever e melhorar a lista de infra-estruturas, tendo em conta os princípios da sustentabilidade. Tendo em vista a optimização dos recursos, deve constar apenas o indispensável, evitando o desnecessário e o excessivo. Sempre que possível devera ser dada preferência a materiais com menor impacto ambiental. Igualmente, deverão ser previstas na ficha de avaliação da prova, formas de penalizar os concorrentes pelo desperdício que produzam. Nas profissões em que o factor criatividade seja determinante, os materiais complementares (que não sejam comuns a todos os concorrentes) devem ser da responsabilidade dos concorrentes. Nestas profissões a sustentabilidade deve constar nos critérios de avaliação SECÇÃO VII LAYOUT-TIPO DA COMPETIÇÃO/PROVA SECÇÃO VII - LAYOUT-TIPO DA COMPETIÇÃO/PROVA Layout genérico de referência do espaço da competição Inserir Layout-Tipo do espaço da competição Júris e Chefes de oficina Concorrentes Layout-tipo de referência do posto de trabalho Inserir Layout-Tipo do posto de trabalho DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 17/18
18 7.3 - Outras características adicionais do posto de trabalho Discriminar dimensões aconselháveis e outras características SECÇÃO VII ACTIVIDADES DE PROMOÇÃO DA PROFISSÃO Sempre que as condições o permitam, deverá a organização, os patrocinadores e a equipa de jurados trabalhar no espaço contíguo à competição formas de promover a profissão, as quais poderão ser de demonstração, através de meios audiovisuais ou de espaços de experimentação, onde os visitantes sejam convidados a experimentar operações específicas da profissão. DESCRITIVO TÉCNICO (V2/ ) 18/18
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE REFRIGERAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO 1 / 6
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE REFRIGERAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO Publicação e actualizações Publicado no Despacho n.º13456/2008, de 14 de Maio, que aprova a versão inicial do Catálogo Nacional de Qualificações.
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3.01 FRESAGEM CNC. Carlos Fonseca Delegado Técnico do SkillsPortugal DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL.
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