GERENCIAMENTO TRIBUTÁRIO
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- Lívia Fonseca Prado
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1 Dr. Erlanderson de O. Teixeira Planejamento Tributário Teses tributárias Gerenciamento de Passivos Parcelamento GERENCIAMENTO TRIBUTÁRIO
2 Carga Tributária Brasileira
3 Porque pagar os Tributos Devidos? Legalidade / Obrigação Regularização Fiscal Licitações Créditos Outros necessidade de identificar e ampliar
4 Inovação e Gestão Tributária. Redução da Carga Tributária Aumento da disponibilidade financeira Aumento da competitividade Segurança - Responsabilidade Concorrência: Quem não age não deixa de ganhar, Perde!
5 Tudo é uma questão lógica. Dada a ocorrência de um fato Deve ser pago determinado tributo.
6 Dada a ocorrência de um fato... E se o fato não ocorrer? Não há tributo. E se o fato ocorrer de modo diverso? Redução / Aumento Depende de Planejamento Tributário que é a administração dos fatos que geram o dever de pagar tributos. Evita pagamento de tributos indevidamente. Possibilita utilização de créditos. Diferente da Evasão Fiscal Crime.
7 Exigência do Tributo Legalidade Estado Absolutista Democracia Ilegalidade Efeito Modulador STF Liminares Não recolhimento Recolhimento em Juízo Compensação
8 Redução da Carga Tributária Planejamento Tributário Teses Tributárias
9 de Devedores. Fazenda divulga lista de devedores da União A partir do mês de julho a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) passa a divulgar, em sua página na Internet ( a lista das pessoas físicas ou jurídicas que possuem débitos com a Fazenda Nacional inscritos em Dívida Ativa da União (DAU). O objetivo é dar mais transparência e segurança para quem opera com crédito e financiamento. Segundo o procurador-geral da Fazenda Nacional, Luis Inácio Adams, a lista possui um milhão de devedores, com 3,9 milhões de inscrições. Hoje a dívida ativa total é de cerca de R$ 650 milhões, com dois milhões de devedores inscritos (valor global). Somente no primeiro dia de funcionamento, a ferramenta recebeu mais de cinco mil acessos. A consulta pode ser feita por meio do número do CPF, ou CNPJ, ou pela letra inicial da pessoa física ou jurídica. A relação de nomes será atualizada mensalmente pela PGFN. O sistema também permite que o devedor reveja sua restrição. Se o devedor tiver quitado a dívida e nome ainda constar na lista, ele poderá entrar com uma reclamação. A PGFN irá analisar a justificativa e dar uma resposta no prazo máximo de cinco dias, ou a restrição é retirada da lista automaticamente, explicou Adams.
10 Dada a ocorrência de um fato Deve ser pago determinado tributo. Dada a obrigação do contribuinte Deve ser o cumprimento da obrigação Consequência: Extinção do Tributo
11 Extinção do Tributo Pagamento. Compensação. Remissão. Anistia. Prescrição. Decadência
12 Dívidas Tributárias Tributos Cobrança Administrativa Cobrança Judicial
13 Impossibilidade de Cumprimento da obrigação Gerência do passivo tributário. Suspensão do Crédito Tributário As reclamações e os recursos, mediante caução; A concessão de medida liminar; O parcelamento.
14 Precatórios Penhora Compensação PEC 351/2009
15 Vai à promulgação a PEC dos Precatórios O Senado aprovou em dois turnos a proposta de emenda à Constituição (PEC) que altera as regras para o pagamento de precatórios, que são as dívidas judiciais da União, de estados, municípios e do Distrito Federal. A PEC 12-A/06 criou um regime especial através do qual a quitação dos precatórios alimentícios e de menor valor terão prioridade sobre os demais. A PEC 12-A/06 foi aprovada na manhã desta quarta-feira (2) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Graças a acordo firmado entre os líderes, os interstícios foram quebrados e várias sessões deliberativas foram convocadas sucessivamente, para que a proposição pudesse ser votada em dois turnos pelo Plenário, na noite do mesmo dia. No primeiro turno, a PEC recebeu votos 56 "Sim" e um "Não". Dois senadores do PSDB se equivocaram ao utilizar o teclado eletrônico para deliberar sobre a matéria. A senadora Lúcia Vânia foi o único voto contrário registrado, mas sua intenção era aprovar a proposição. Com João Tenório (AL) ocorreu justamente o contrário. Ao pedir a palavra para comunicar seu erro, Tenório opinou que a PEC é injusta com o contribuinte. O senador justificou que o Congresso legislou pensando nos entes federativos, mas não levou em conta as dificuldades que enfrentam os contribuintes para receber os créditos que detém junto aos diferentes níveis de governo. No encaminhamento da votação em segundo turno, o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) manifestou seu voto contrário, em virtude de o seu partido e as centrais sindicais e sindicatos ligados a ele terem dúvidas sobre o texto da PEC 12-A. O resultado da votação em segundo turno apresentou 54 votos favoráveis e dois contrários. O texto aprovado obriga os municípios a destinarem entre 1% e 1,5% de suas receitas correntes líquidas para o pagamento dos precatórios. Esse percentual, para os estados, é de entre 1,5% e 2%. Os valores das dívidas receberão atualização monetária de acordo com as regras da caderneta de poupança. Segundo a PEC, 50% dos recursos dos precatórios vão ser usados para o pagamento por ordem cronológica e à vista. A outra metade da dívida deverá ser quitada por meio de leilões, onde o credor que conceder o maior desconto sobre o total da dívida que tem a receber terá seu crédito quitado primeiro. Também serão feitos pagamentos por ordem crescente de débito ou por conciliação entre as partes. Roberto Homem / Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
16 Dr. Erlanderson de Oliveira Teixeira Cel Nextel. 55*92*10363 GERÊNCIA TRIBUTÁRIA
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