INFORMATIVO DO DEREX JANEIRO DE 2015
|
|
|
- Gabriela da Mota Valente
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 INFORMATIVO DO DEREX JANEIRO DE 2015
2 SUMÁRIO Sumário CONHEÇA O DEREX 1 PLEITOS DA INDÚSTRIA 1 Acompanhamento legislativo de matérias da indústria...1 Propostas para alavancar as exportações...1 ANÁLISE DEREX 2 Raio X do Comércio Exterior Brasileiro...2 Raio X das Relações Bilaterais Brasil-China...3 Raio X dos Investimentos...4 Panorama Brasil-Argentina...4 Convênio de Cooperação entre Argentina e China...5 SERVIÇOS 6 Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio (Siscoserv)...6 CONEXÕES 6 Reunião com o Cônsul Geral da Rússia...6 Visita da Embaixadora da Etiópia à FIESP...7
3 1. CONHEÇA O DEREX O Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (DEREX) da FIESP atua estrategicamente no apoio, defesa e representação da indústria no comércio internacional. Para isso, conta com o trabalho de suas áreas de: i) Certificado de Origem, ii) Defesa Comercial, iii) Facilitação do Comércio Exterior, iv) Negociações Internacionais e Estudos do Comércio Exterior e v) Relações Exteriores, Promoção Comercial e Investimentos. Visando ao incremento da participação brasileira nos fluxos de comércio internacional, o Departamento atua no estreitamento das relações do país com outros parceiros estratégicos, na defesa da integração da economia à esfera internacional e na promoção da isonomia competitiva entre produtores nacionais e estrangeiros. Para obter mais informações sobre as ações do DEREX ou solicitar auxílio estratégico, contate o departamento por meio do [email protected]. O DEREX está à disposição de seus associados para orientá-los na defesa e promoção de seus interesses. 2. PLEITOS DA INDÚSTRIA I. Acompanhamento legislativo de matérias da indústria Por meio de sua representação em Brasília e com o apoio do Núcleo de Acompanhamento Legislativo (NAL) e do Departamento Jurídico da FIESP, o DEREX promove permanentemente o acompanhamento legislativo dos temas de interesse de seus associados, analisando e se posicionando diante de proposições em tramitação no Congresso Nacional de acordo com os pleitos apresentados pelas entidades filiadas. Dentre as iniciativas mais relevantes defendidas pelo DEREX, destacam-se a aprovação de projeto relativo à divulgação de dados sobre operações de importação e exportação com maior periodicidade (PLP nº 90/2011), bem como a ampliação do escopo de participação do governo brasileiro em negociações comerciais com outros países (PLS 785/2003). Além disso, o Departamento acompanha com atenção o projeto da Câmara dos Deputados que, dentre outros objetivos, visa sujeitar a licenciamento não automático os produtos que dispõem de regulamentação técnica federal (PLC nº 717/2003). O Departamento dará continuidade ao assessoramento das entidades na análise de projetos legislativos acerca de temas que repercutem sobre a atividade e desempenho da indústria. Para isso, os associados devem indicar ao DEREX os projetos de interesse em matéria de comércio internacional, os quais serão avaliados e poderão ser objeto de mobilização da indústria. III. Propostas para alavancar as exportações Em parceria com a Câmara de Comércio norte-americana (AMCHAM), a FIESP recepcionou em janeiro o Secretário Executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ivan Ramalho, e sua equipe de comércio exterior. No referido encontro também estiveram presentes empresários de diversos setores produtivos que expuseram suas opiniões e propostas para o Plano Nacional de Exportações. Página1
4 Diretor do Derex, Thomaz Zanotto (centro), durante encontro do secretário do MDIC. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp O Plano Nacional de Exportações é avaliado pelo Ministro Armando Monteiro como fundamental para retomada do equilíbrio nas balanças comercial e de pagamentos. O objetivo é discutir com o setor produtivo propostas de ações e de agendas comerciais que contribuam para o incremento das exportações brasileiras. Está prevista para as próximas semanas a continuidade do diálogo entre MDIC e empresários, visando concluir o Plano Nacional de Exportações. A expectativa é de que o conjunto de medidas tenha efeitos positivos na performance exportadora brasileira já em 2015 e fortaleça o ambiente de negócios em ANÁLISE DEREX I. Raio X do Comércio Exterior Brasileiro Em janeiro, o DEREX publicou a primeira edição de 2015 do Raio X do Comércio Exterior Brasileiro, contendo um balanço dos principais aspectos das exportações e importações brasileiras em Apesar do superávit de US$ 293 milhões no último mês do ano, a balança comercial brasileira registrou um déficit, após 14 anos. O saldo negativo de US$ 3,9 bilhões foi resultado de US$ 225,1 bilhões em exportações (retração de 7,0% frente a 2013) e importações de US$ 229,0 bilhões (queda de 4,5% na mesma base de comparação). No acumulado do ano, as exportações tiveram queda expressiva para todos os principais parceiros comerciais, como China, Argentina, Países Baixos e Japão. Exceção feita ao mercado norte-americano, cuja demanda pelos produtos brasileiros cresceu 9,6% em Página2
5 Balança comercial por período (US$ bilhões) Exportações Importações Saldo Δ% Δ% Δ% 225,1 242,0-7,0% 229,0 239,7-4,5% -3,9 2,3 Acesse aqui o documento ,6% Fonte: Aliceweb/MDIC II. Raio X das Relações Bilaterais Brasil-China Apesar do saldo superavitário com a China, 2014 registrou o menor saldo positivo com o parceiro asiático desde 2008 (quando a balança foi negativa em US$ 3,5 bilhões). A balança comercial bilateral somou US$ 3,3 bilhões, em 2014, o que significou uma retração de 62,4% frente a No acumulado do ano, as vendas para a China somaram US$ 40,6 bilhões e as compras provenientes do país totalizaram US$ 37,3 bilhões. A queda interanual de 11,8% das exportações foi a principal contribuição negativa, enquanto as importações aumentaram apenas 0,1%. Por se concentrar em produtos básicos, sobretudo commodities, as exportações brasileiras para a China sofreram os impactos da queda dos preços internacionais. Os três principais itens da pauta tiveram redução no valor exportado: soja (- 3,1%), minério de ferro (-22,8%) e petróleo bruto (-13,9%). Composição da Pauta (janeiro a dezembro de 2014) Básicos Semimanufaturados Manufaturados Exportações US$ 34,3 bi 84,4% US$ 4,7 bi 11,5% Importações US$ 36,6 bi 97,9% US$ 0,67 bi 1,8% 4,0% US$ 1,6 bi 0,2% US$ 0,09 bi Fonte: Aliceweb/MDIC Acesse aqui o documento. Página3
6 III.Raio X dos Investimentos Entre janeiro e dezembro de 2014, o ingresso acumulado de investimento estrangeiro direto (IED) registrou US$ 62,5 bilhões, um valor 2,3% menor na comparação interanual com o mesmo período de No fluxo mensal, dezembro recebeu um total de US$ 6,6 bilhões. As atividades relacionadas ao comércio foram as que mais atraíram recursos estrangeiros no ano (US$ 5,6 bilhões). Por sua vez, o setor industrial recebeu 11,2% mais investimentos que em 2013, principalmente no ramo automobilístico (US$ 2,9 bi) e metalúrgico (US$ 2,4 bi), com crescimento anual de 56,1% e 59,9% respectivamente. Os principais emissores de IED para o Brasil foram os Estados Unidos e os Países Baixos, que juntos corresponderam a 31,0% do total de ingressos (US$ 17,3 bilhões). Houve também o aumento da participação do Japão, que em 2014 direcionou para o país US$ 1,2 bilhão a mais do que em As saídas líquidas de investimento brasileiro direto (IBD) ao exterior registraram saldo negativo de US$ 3,5 bilhões no ano. Acesse aqui o documento. Investimento Brasileiro Direto Líquido (US$ Milhões) jan-dez/13 jan-dez/14 Variação Investimentos Brasileiros Diretos - Total ,3% Participação no capital ,6% Empréstimos Intercompanhias ,0% Fonte: Banco Central do Brasil IV. Panorama Brasil Argentina A FIESP concede apoio e suporte às atividades de acesso a terceiros mercados, por meio de iniciativas que contribuam para o incremento do fluxo de comércio e investimentos externos de seus associados. Nesse sentido, publica periodicamente o Panorama Brasil Argentina, boletim com a finalidade de informar as principais novidades econômicas e políticas da Argentina, bem como fornecer dados sobre o comércio bilateral do país com o Brasil. Divulgado desde 2011, o documento teve sua 1º edição de 2015 publicada em janeiro, trazendo, dentre outras informações: retrospectiva do cenário econômico argentino em 2014; renegociações da dívida pública argentina; atualizações sobre a disputa argentina na Organização Mundial do Comércio e aspectos importantes do recente acordo firmado entre Argentina e China. Além da publicação, a FIESP realiza consultas formais e recebe continuamente informações dos associados sobre possíveis restrições às exportações brasileiras para a Argentina. Tais informações são encaminhadas ao governo brasileiro, que realiza gestões políticas periódicas com o governo argentino. Em vista da importância deste tema, o DEREX se coloca à disposição para receber tais informações de seus associados. Acesse aqui o documento. Página4
7 V. Convênio de Cooperação Argentina-China Nas primeiras semanas de 2015, ainda, o DEREX acompanhou os desdobramentos da ratificação pelo Senado argentino do Convênio de Cooperação em matéria econômica e de investimentos entre China e Argentina. O acordo foi assinado em julho de 2014, em ocasião da visita do presidente chinês Xi Jinping à Argentina, em que ambos países firmaram 18 acordos. O cumprimento das atividades do Acordo deve ser estabelecido por meio de acordos entre governos, contratos, programas ou projetos de entidades públicas de ambos os países, que detalharão os planos de trabalho, procedimentos para recebimento de utilização de fundos e o escopo de participação das Partes do Acordo. Entre os aspectos mais relevantes do Acordo, estão: OPINIÃO DEREX O Diretor Titular do Departamento, Thomaz Zanotto, concedeu entrevista ao jornal Estado de São Paulo e afirmou que é preciso colocar em perspectiva um entendimento como esse, diante da grave situação econômica vivida pela Argentina atualmente. Em linhas gerais, Zanotto explicou que o governo brasileiro, por meio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), priorizou outros projetos, como no caso do Porto de Mariel, em Cuba, restringindo o crédito para outras construções de grande porte na região. Cooperação em matéria de investimentos industriais: tem como objetivo incrementar a capacidade produtiva da indústria argentina em setores de grande potencial de exportação ao mercado chinês. A cooperação terá um prazo de 5 anos e as áreas prioritárias de atuação incluem: energia, minério, manufaturados, agricultura e sistemas de apoio, como centros de pesquisa e parques industriais; Cooperação em matéria de infraestrutura: prevê um Plano Integrado de 5 anos de duração, onde o setor público estabelecerá quais projetos de infraestrutura levará adiante. Em relação aos projetos, a Argentina compromete-se a implementar o processo de adjudicação mais vantajosa utilizado em programas de cooperação semelhantes com outros países. O setor público poderá realizar a adjudicação direta das aquisições destes projetos de infraestrutura sempre que estejam sujeitos a financiamento chinês e que a adjudicação se realize em condições de qualidade e preço; Facilidades: as Partes do Acordo outorgarão entre si facilidades para a realização de atividades lucrativas, que em termos de mercado de trabalho implicaria na facilitação de acesso de mão-de-obra chinesa e argentina entre os países. Processo de aprovação: o Acordo encontra-se pendente de aprovação parlamentar para que se torne lei. Em 29 de dezembro de 2014 o texto foi aprovado pelo Senado argentino, tendo ainda que ser aprovado pela Câmara dos Deputados, que retomará a suas atividades em março. No início de fevereiro, a presidente Cristina Kirchner fará uma viagem à China, com o objetivo de garantir o avanço dos convênios firmados em julho de Durante a visita presidencial, a Chancelaria argentina levará uma missão empresarial multisetorial ao país. Página5
8 4. SERVIÇOS Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio (Siscoserv) Desde sua criação, o Siscoserv é acompanhado com atenção pelo DEREX, por constituir uma importante ferramenta na busca pelo equilíbrio da balança comercial e da implementação de políticas públicas para o setor de serviços. O sistema destina-se ao registro de informações relativas às transações entre residentes ou domiciliados no País e residentes ou domiciliados no exterior que compreendam serviços, intangíveis e outras operações que produzam variações no patrimônio das pessoas físicas, das pessoas jurídicas ou dos entes despersonalizados. O DEREX busca assistir seus associados, esclarecendo dúvidas referentes à operação do sistema e visando assegurar que sua utilização não resulte em entraves às operações comerciais de modo a reduzir o tempo e custo exigidos na apresentação de dados requeridos. Visando expor as principais características do sistema, o Departamento também elaborou uma Nota Técnica, disponível na página eletrônica da FIESP. Neste contexto, foi publicada a Portaria Conjunta nº 43, em janeiro de 2015, que aprova a 9ª edição do Manual Informatizado dos Módulos Venda e Aquisição do Siscoserv. Referido manual congrega as instruções sobre o sistema, incluindo os procedimentos relativos ao registro de informações relacionadas a serviços e intangíveis. 5. CONEXÕES I. Cooperação em tecnologia e inovação fortalece o intercâmbio comercial entre Brasil e Rússia Cônsul geral da Rússia em São Paulo é recebido por Thomaz Zanotto na Fiesp. Foto: Everton Amaro/Fiesp Durante reunião com o Diretor Titular do DEREX, Thomaz Zanotto, o Cônsul Geral da Rússia, Konstantin Kamenev, destacou o expressivo valor de 7 bilhões de dólares correspondente à balança comercial bilateral no ano de Mais da Página6
9 metade das exportações brasileiras para a Rússia concentraram-se no setor de carnes, com participação de 63,5%. Já as exportações russas ao Brasil tiveram adubos e fertilizantes como principais itens, com participação de 58,8%. Balança Comercial Brasil-Rússia (US$ bilhões) 9,0 8,0 7,0 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0, Exportação Importação Corrente Fonte: Aliceweb/MDIC O Cônsul Konstantin Kamenev salientou que os governos russo e brasileiro assumiram, durante visita do Presidente Vladimir Putin ao Brasil em julho de 2014, o compromisso de aumentar o volume da corrente de comércio para US$ 10 bilhões. Na avaliação dos representantes comerciais russos em São Paulo, o incremento do intercâmbio comercial bilateral poderá ser impulsionado pelo fortalecimento da cooperação entre ambos os países nas áreas de tecnologia e inovação. Dentre os setores brasileiros que poderão ser beneficiados por investimentos tecnológicos russos nos próximos anos, estão: gás natural, energias renováveis, aeroespacial, tecnologia da informação e sistemas de defesa. II. Embaixadora da Etiópia no Brasil estimula maior interesse das empresas brasileiras no país africano Em visita à FIESP, a Embaixadora da Etiópia no Brasil, Sinknesh Ejigu, convidou o empresariado brasileiro a conhecer oportunidades de negócios e incentivos para investimentos no país, cujo Produto Interno Bruto (PIB) cresceu a uma taxa anual média de 9,7% nos últimos cinco anos, sobretudo no setor de agronegócio. Página7
10 Embaixadora etíope em encontro com Newton de Mello, Diretor Titular Adjunto do DEREX. Foto: Everton Amaro/Fiesp A relação comercial e de investimentos entre Brasil e Etiópia ainda é incipiente. Em 2014, a corrente de comércio foi de apenas US$ 20,8 milhões, sendo que 99% deste valor corresponde às exportações brasileiras, com destaque para máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos. A Embaixadora incentivou as empresas brasileiras a seguir o exemplo de multinacionais que investiram na Etiópia, como EUA, Alemanha, China, Índia e Turquia. Página8
11 Equipe técnica DEPARTAMENTO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS E COMÉRCIO EXTERIOR DEREX [email protected] Telefone: (11) / 4635 ÁREA DE CERTIFICADO DE ORIGEM [email protected] Telefone: (11) ÁREA DE DEFESA COMERCIAL [email protected] Telefone: (11) ÁREA DE FACILITAÇÃO DO COMÉRCIO EXTERIOR [email protected] Telefone: (11) ÁREA DE NEGOCIAÇÕES INTERNACIONAIS E ESTUDOS DO COMÉRCIO EXTERIOR [email protected] Telefone: (11) ÁREA DE RELAÇÕES EXTERIORES, PROMOÇÃO COMERCIAL E INVESTIMENTOS [email protected] Telefone: (11) FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP Endereço: Av. Paulista, 1313, 4º andar / São Paulo-SP / Página9
Balança Comercial 2003
Balança Comercial 2003 26 de janeiro de 2004 O saldo da balança comercial atingiu US$24,8 bilhões em 2003, o melhor resultado anual já alcançado no comércio exterior brasileiro. As exportações somaram
Brasil-China: Uma Agenda de
Brasil-China: Uma Agenda de Colaboração Jorge Arbache BNDES Palácio do Itamaraty, Rio de Janeiro, 17 de junho de 2011 1 China Principal parceiro comercial do Brasil Um dos principais investidores estrangeiros
Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014
1 Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014 Brasil: Fundamentos Macroeconômicos (1) Reservas International
O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior
O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior Alessandro Golombiewski Teixeira Secretário-Executivo São Paulo, agosto de 2012 Introdução 1 Contexto Econômico Internacional;
SUMÁRIO. ANÁLISE DEREX Raio X das relações bilaterais Brasil-China Raio X dos investimentos
JANEIRO 2016 SUMÁRIO ANÁLISE DEREX Raio X das relações bilaterais Brasil-China Raio X dos investimentos 3 3 4 SERVIÇOS Certificação de Origem Consulta pública da Receita Federal do Brasil sobre procedimentos
18 de maio, 19h30. Minhas primeiras palavras são de saudação ao colega Ministro Gao Hucheng, que
PALAVRAS DO MINISTRO ARMANDO MONTEIRO POR OCASIÃO DO JANTAR OFERECIDO PELO CONSELHO EMPRESARIAL BRASIL - CHINA, COM A PRESENÇA DO MINISTRO DO COMÉRCIO DA CHINA, GAO HUCHENG 18 de maio, 19h30. Minhas primeiras
SECRETARIA DE INOVAÇÃO
SECRETARIA DE INOVAÇÃO EDITAL Nº 01, DE 30 DE JANEIRO DE 2013 SEGUNDA CHAMADA PARA A APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS DE COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA ENTRE BRASIL E ISRAEL O SECRETÁRIO DE INOVAÇÃO DO MINISTÉRIO DO
7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov.
4 SETOR EXTERNO As contas externas tiveram mais um ano de relativa tranquilidade em 2012. O déficit em conta corrente ficou em 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB), mostrando pequeno aumento em relação
Exportação de Serviços
Exportação de Serviços 1. Ementa O objetivo deste trabalho é dar uma maior visibilidade do setor a partir da apresentação de algumas informações sobre o comércio exterior de serviços brasileiro. 2. Introdução
Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR
Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS NO AGRONEGÓCIO EM 1. RESULTADO
A importância das exportações de serviços e da internacionalização das empresas brasileiras
A importância das exportações de serviços e da internacionalização das empresas brasileiras Guido Mantega Presidente - BNDES 25 o ENAEX- Novembro/2005 www.bndes.gov.br 1 Inserção do Brasil na Globalização
MÓDULO 3 A estrutura brasileira para o comércio exterior
MÓDULO 3 A estrutura brasileira para o comércio exterior O governo brasileiro possui definida uma política voltada para o comércio internacional, onde defende os interesses das empresas nacionais envolvidas,
Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados
Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Abril de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março de 2015... 5 3.
CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO
CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO FUNDO COMUM PARA OS PRODUTOS BÁSICOS (FCPB) BUSCA CANDIDATURAS A APOIO PARA ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DOS PRODUTOS BÁSICOS Processo de
Ações Reunião Extraordinária realizada no dia 30 de outubro de 2014
R E L A Ç Õ E S I N T E R N A C I O N A I S Órgão Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC Representação Efetiva Comitê de Coordenação de Barreiras Técnicas ao Comercio - CBTC
Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010
Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO
II RELATÓRIO ANALÍTICO 15 1 CONTEXTO ECONÔMICO A quantidade e a qualidade dos serviços públicos prestados por um governo aos seus cidadãos são fortemente influenciadas pelo contexto econômico local, mas
Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados
Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Fevereiro de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Fevereiro de 2015...
Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia
Descrição do Sistema de Franquia Franquia é um sistema de distribuição de produtos, tecnologia e/ou serviços. Neste sistema uma empresa detentora de know-how de produção e/ou distribuição de certo produto
O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES
Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES 20.10.2009 Luciano Coutinho Mensagem Inicial Pré-sal:
MENSAGEM N o 557, DE 2006
COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL MENSAGEM N o 557, DE 2006 Submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Acordo de Cooperação no Domínio do Turismo entre a República Federativa
RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012
RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO Junho de 2012 Riscos e oportunidades para a indústria de bens de consumo A evolução dos últimos anos, do: Saldo da balança comercial da indústria
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR
SECEX SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR Grupo de Harmonização Estatística Brasil x China Em 2006 foi assinada em Beijing a criação do GHE Brasil x China, com o início do intercâmbio de dados. MINISTÉRIO
O Cenário Econômico Brasileiro e as Oportunidades de Investimentos
O Cenário Econômico Brasileiro e as Oportunidades de Investimentos Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos Apex-Brasil Alessandro Teixeira Presidente Novo Ciclo do Crescimento Econômico
A EMERGÊNCIA DA CHINA. Desafios e Oportunidades para o Brasil Dr. Roberto Teixeira da Costa
A EMERGÊNCIA DA CHINA Desafios e Oportunidades para o Brasil Dr. Roberto Teixeira da Costa Crescimento médio anual do PIB per capita - 1990-2002 10 8,8 5 0 Fonte: PNUD 1,3 Brasil China dinamismo econômico
Perspectiva da Indústria de Autopeças no contexto do Inovar-Auto
Perspectiva da Indústria de Autopeças no contexto do Inovar-Auto Apresentação Paulo Butori Presidente do Sindipeças Elaboração: Assessoria Econômica do Sindipeças São Paulo, novembro de 2013 Números do
BRICS e o Mundo Emergente
BRICS e o Mundo Emergente 1. Apresente dois argumentos favoráveis à decisão dos países integrantes da Aliança do Pacífico de formarem um bloco regional de comércio. Em seguida, justifique a situação vantajosa
DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006
DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 Conteúdo 1. O Sistema SEBRAE; 2. Brasil Caracterização da MPE; 3. MPE
PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior
Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior Outubro de 2014 Índice. Dados Básicos.
CURSO FERRAMENTAS DE GESTÃO IN COMPANY
CURSO FERRAMENTAS DE GESTÃO IN COMPANY Instrumental e modular, o Ferramentas de Gestão é uma oportunidade de aperfeiçoamento para quem busca conteúdo de qualidade ao gerenciar ações sociais de empresas
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SPINELLI FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ 55.075.238/0001-78 SETEMBRO/2015
Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o Spinelli Fundo de Investimento em Ações. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no Prospecto e no Regulamento do fundo,
DESTAQUES ESTRATÉGICOS: PROJETOS E INICIATIVAS INTEGRAÇÃO COM A ÁFRICA
Destaques Estratégicos: projetos e iniciativas DESTAQUES ESTRATÉGICOS: PROJETOS E INICIATIVAS INTEGRAÇÃO COM A ÁFRICA Legenda: branco = PDP original Amarelo = modificação posterior ao lançamento da PDP
UK Intellectual Property Office:
UK Intellectual Property Office: Agenda no Brasil Propriedade Intelectual no Reino Unido O Reino Unido é um dos países que mais se baseiam na economia do conhecimento em todo mundo. Estima-se que metade
2ª CHAMADA PARA A PRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS DE COOPERAÇÃO EM P&D INDUSTRIAL ENTRE BRASIL E ISRAEL.
2ª CHAMADA PARA A PRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS DE COOPERAÇÃO EM P&D INDUSTRIAL ENTRE BRASIL E ISRAEL. CONTEXTO MOU 2007 O governo da República Federativa do Brasil e o governo do Estado de Israel assinaram
Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014
Nota de Crédito PJ Janeiro 2015 Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 mai/11 mai/11 Carteira de Crédito PJ não sustenta recuperação Após a aceleração verificada em outubro, a carteira de crédito pessoa jurídica
101/15 30/06/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados
101/15 30/06/2015 Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Junho de 2015 Sumário 1. Perspectivas do CenárioEconômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março
* (Resumo executivo do relatório Where does it hurts? Elaborado pela ActionAid sobre o impacto da crise financeira sobre os países em
* (Resumo executivo do relatório Where does it hurts? Elaborado pela ActionAid sobre o impacto da crise financeira sobre os países em desenvolvimento) A atual crise financeira é constantemente descrita
Edital 1/2014. Chamada contínua para incubação de empresas e projetos de base tecnológica
Edital 1/2014 Chamada contínua para incubação de empresas e projetos de base tecnológica A (PoloSul.org) torna pública a presente chamada e convida os interessados para apresentar propostas de incubação
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VIDA FELIZ FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ 07.660.310/0001-81 OUTUBRO/2015
Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o Vida Feliz Fundo de Investimento em Ações. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no Prospecto e no Regulamento do fundo,
POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE
POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente
Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte
Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte Atração de Investimentos, Promoção Comercial e Projeção Internacional Eduardo Bernis Secretaria Municipal de Desenvolvimento Belo Horizonte
INSTRUÇÕES DE SOLICITAÇÃO DE VERBAS A FUNDO PERDIDO E FORMATAÇÃO DE PROPOSTA PARA SOLICITANTES ESTRANGEIROS
Introdução INSTRUÇÕES DE SOLICITAÇÃO DE VERBAS A FUNDO PERDIDO E FORMATAÇÃO DE PROPOSTA PARA SOLICITANTES ESTRANGEIROS Este informativo tem a finalidade de auxiliar os solicitantes estrangeiros a entender
Conceitos e Contexto Indicadores e Legislação Vantagens e Benefícios
MODELO DE ATUAÇÃO Conceitos e Contexto Indicadores e Legislação Vantagens e Benefícios Conceitos É a implementação (do que?) de um produto (bem ou serviço) novo ou significamente melhorado, ou processo,
Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro
Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia e Comércio / Integração Regional Jéssica Naime 09 de setembro de 2005 Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia
VANUATU Comércio Exterior
Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC VANUATU Comércio Exterior Abril de 2014 Índice. Dados Básicos.
BRASIL Comércio Exterior
Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC BRASIL Comércio Exterior Novembro de 2014 Índice. Dados Básicos.
Apresentação da Proposta de Trabalho aos ICTs e as Empresas
Apresentação da Proposta de Trabalho aos ICTs e as Empresas 29 abril 2014 Fundamentação Lei da Inovação Nº 10.973, 02 Dez 2004 Regulamentada pelo Decreto Nº 5.563, 11 Out 2005 Artigo 20, do Decreto Nº
APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO
APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO 18 de Agosto de 2006 Demian Fiocca Presidente do BNDES www.bndes.gov.br 1 BRASIL: NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO Um novo ciclo de desenvolvimento teve início em 2004.
ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007
ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES / 2007 1- Balança Comercial Mato Grosso continua tendo superávit na Balança Comercial registrando em 2007 um expressivo saldo de US$ 4,38 bilhões valor que representa
Inovação no Brasil nos próximos dez anos
Inovação no Brasil nos próximos dez anos XX Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas XVIII Workshop ANPROTEC Rodrigo Teixeira 22 de setembro de 2010 30/9/2010 1 1 Inovação e
COMÉRCIO INTERNACIONAL. Instituições Intervenientes no Comércio Exterior do Brasil e Siscomex COMÉRCIO INTERNACIONAL COMÉRCIO INTERNACIONAL
Instituições Intervenientes no Comércio Exterior do Brasil e Siscomex Prof.Nelson Guerra Órgãos acima + Ministério das Relações Exteriores. Conheça cada um deles CAMEX: Objetiva a formulação, adoção, implementação
MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO A QGEP Participações iniciou o ano de 2011 com uma sólida posição financeira. Concluímos com sucesso a nossa oferta pública inicial de ações em fevereiro, com uma captação líquida
Nova Lei da TV Paga estimula concorrência e liberdade de escolha Preços de pacotes devem cair e assinantes terão acesso a programação mais
Nova Lei da TV Paga estimula concorrência e liberdade de escolha Preços de pacotes devem cair e assinantes terão acesso a programação mais diversificada A Lei 12.485/2011 destrava a concorrência no setor,
PROJETO EXPORTAR BRASIL
CNPJ: 10692.348/0001-40 PROJETO EXPORTAR BRASIL Apresentação da GS Educacional A GS Educacional faz parte de um grupo que trabalha há vários anos com cursos e serviços na área de comércio exterior e vem
27.03.12. Paulo Safady Simão Presidente da CBIC
27.03.12 Paulo Safady Simão Presidente da CBIC REPRESENTANTE NACIONAL E INTERNACIONAL DAS ENTIDADES EMPRESARIAIS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E DO MERCADO IMOBILIÁRIO SINDICATOS, ASSOCIAÇÕES E CÂMARAS 62
CAZAQUISTÃO Comércio Exterior
Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC CAZAQUISTÃO Comércio Exterior Agosto de 2014 Índice. Dados Básicos.
Turbulência Internacional e Impacto para as Exportações do Brasil
Brasil África do Sul Chile México Coréia do Sul Rússia Austrália Índia Suíça Turquia Malásia Europa China Argentina São Paulo, 26 de setembro de 2011. Turbulência Internacional e Impacto para as Exportações
Infraestrutura Turística, Megaeventos Esportivos e Promoção da Imagem do Brasil no Exterior. Ministro Augusto Nardes
Infraestrutura Turística, Megaeventos Esportivos e Promoção da Imagem do Brasil no Exterior Ministro Augusto Nardes TEMA 2: Geração de emprego e renda na economia nacional 1. Frente Parlamentar e a micro
Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil
Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Thayne Garcia, Assessora-Chefe de Comércio e Investimentos ([email protected]) Luciana Benamor, Assessora de Comércio e Investimentos
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O CNPJ: Informações referentes a Setembro de 2015 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o As informações completas sobre esse fundo podem
Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações
Como Fazer Negócios com o Governo Business to Government B2G
Como Fazer Negócios com o Governo Business to Government B2G Porque fazer negócios com o Governo? Descubra a maneira mais eficiente de fazer negócios com o Governo. Como Fazer Negócios com o Governo Business
O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,
A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração da NBC T 1 citada nesta Norma para NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL. RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.213/09 Aprova a NBC TA 320 Materialidade no Planejamento e
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O QUELUZ TRADER FIM 09.052.643/0001-53. Informações referentes a Agosto de 2015
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O QUELUZ TRADER FIM 09.052.643/0001-53 Informações referentes a Agosto de 2015 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o QUELUZ TRADER FUNDO
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS MASTER IBRX FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O CNPJ/MF: Informações referentes a Dezembro de 2014 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o BNP PARIBAS MASTER IBRX FUNDO DE INVESTIMENTO
Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2009
Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2009 A crise financeira internacional continua afetando negativamente o comércio exterior paranaense: apesar das exportações terem aumentado 43,44% em março,
com produtos chineses perderam mercado no exterior em 2010. China Sendo que, esse percentual é de 47% para o total das indústrias brasileiras.
73% das indústrias gaúchas exportadoras que concorrem com produtos chineses perderam mercado no exterior em 2010. 53% das indústrias gaúchas de grande porte importam da China Sendo que, esse percentual
Os investimentos no Brasil estão perdendo valor?
1. Introdução Os investimentos no Brasil estão perdendo valor? Simone Maciel Cuiabano 1 Ao final de janeiro, o blog Beyond Brics, ligado ao jornal Financial Times, ventilou uma notícia sobre a perda de
A COMPETITIVIDADE E O CRESCIMENTO DA ECONOMIA AÇORIANA - OPORTUNIDADES NO QUADRO DO HORIZONTE 2020
A COMPETITIVIDADE E O CRESCIMENTO DA ECONOMIA AÇORIANA - OPORTUNIDADES NO QUADRO DO HORIZONTE 2020 Quais os Instrumentos regionais para apoiar as empresas dos Açores? Competir + Apoios contratação de RH
Destaques da IV Reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (COSBAN)
INFORMATIVO Nº.32. JUNHO DE 2015 Destaques da IV Reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (COSBAN) A Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação
Plano de Ação e Programa de Formação de Recursos Humanos para PD&I
Plano de Ação e Programa de Formação de Recursos Humanos para PD&I 1. Plano de Ação A seguir apresenta-se uma estrutura geral de Plano de Ação a ser adotado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência
31º ENCONTRO NACIONAL DE COMÉRCIO EXTERIOR - ENAEX EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA: MITOS E VERDADES
31º ENCONTRO NACIONAL DE COMÉRCIO EXTERIOR - ENAEX PALESTRA EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA: MITOS E VERDADES JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2012 2 DEFINIÇÃO DE SERVIÇOS
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VITÓRIA RÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ: 05.384.841/0001-63. Informações referentes à MAIO de 2014
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O Informações referentes à MAIO de 2014 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o VITÓRIA RÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES. As informações
1. (FGV 2014) A questão está relacionada ao gráfico e ao texto apresentados.
Brasil e Commodities 1. (FGV 2014) A questão está relacionada ao gráfico e ao texto apresentados. Desde 2007, os produtos básicos sinalizam uma estabilização no quantum importado, apresentando pequena
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O GRADIUS HEDGE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CNPJ: Nº 10.446.951/0001-42
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O GRADIUS HEDGE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CNPJ: Nº Informações referentes à Abril de 2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o
RELATÓRIO DE MISSÃO INTERNACIONAL À ALEMANHA
RELATÓRIO DE MISSÃO INTERNACIONAL À ALEMANHA Participantes: Dr. Roberto Simões, presidente do CDN (Conselho Deliberativo Nacional) e Dr. Carlos Alberto dos Santos, Diretor Técnico do Sebrae Nacional. Objetivo:
Informe 05/2011 AS RELAÇÕES COMERCIAIS BRASIL- CHINA NO SETOR DE ROCHAS ORNAMENTAIS E DE REVESTIMENTO: SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS DE EVOLUÇÃO
Informe 05/2011 AS RELAÇÕES COMERCIAIS BRASIL- CHINA NO SETOR DE ROCHAS ORNAMENTAIS E DE REVESTIMENTO: SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS DE EVOLUÇÃO Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais
Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras
Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e
