DE D. PEDRO II, MOITA

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1 AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE D. PEDRO II, MOITA EB1 Penteado EB1 / JI Carvalhinho EB1 / JI Moita n.º 2 EB1 / JI Moita n.º 1 EB1 ChãoChão-Duro EB1 Sarilhos Pequenos JI Sarilhos Pequenos EB 2 e 3 D. Pedro II (Sede) PROJECTO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTO

2 FICHA TÉCNICA Projecto Educativo de Agrupamento SABER É VALOR (triénio de 2009/2012) A Comissão de Elaboração e ou Acompanhamento do PEA: Director e Presidente do Conselho Pedagógico: Fernando Pires da Fonseca Subdirectora: Maria Dulcina Costa Oliveira Adjunta do Director: Anabela Sequeira Coelho Adjunta do Director: Elisa Maria Ramos da Fonseca Adjunta do Director: Maria de Lurdes Martins Alves Pacheco Vargas Assessor do Director: Rui Manuel Reizinho Recto Coordenadora dos Projectos de Desenvolvimento: Marina do Carmo Pereira Barradas Coordenadora do Departamento Curricular da Educação Pré-Escolar: Maria Teresa Dias Roldão Bento Coordenadora do Departamento Curricular do 1.º Ciclo: Maria Teresa Palma Faria Salgueiro Coordenadora do Departamento Curricular de Línguas: Cristina Maria da Silva Magalhães Delegada da Disciplina de Matemática do 2.º Ciclo: Maria Luzia dos Santos Costa Directora da Biblioteca Escolar: Nazaré Balbina Faia Gomes Costa A Comissão de Colaboradores do PEA em cada Escola do Agrupamento Representante da EB1 do Penteado: Maria Leonor Avelar Pereira Machado Ventura Representante da EB1/JI do Carvalhinho: Maria Teresa Dias Roldão Bento Coordenadora da EB1/JI da Moita n.º 1: Maria Teresa Palma Fava Salgueiro Coordenadora da EB1/JI da Moita n.º 2: Lídia de Jesus Paixão Caeiro Representante da EB1 do Chão Duro: Maria do Rosário dos Reis Dias Representante da EB1 de Sarilhos Pequenos: Teresa Isabel Porfírio Pereira Representante do JI de Sarilhos Pequenos: Maria de Lurdes Ferreira da Rocha e Silva Machado Arranjo Gráfico: Adjunta do Director: Anabela Sequeira Coelho Coordenadora do Departamento Curricular de Línguas: Cristina Maria da Silva Magalhães Representante da EB1/JI do Carvalhinho: Maria Teresa Dias Roldão Bento Coordenadora da EB1/JI da Moita n.º 1: Maria Teresa Palma Fava Salgueiro Coordenadora dos Projectos de Desenvolvimento: Marina do Carmo Pereira Barradas Capa: Adjunta do Director: Anabela Sequeira Coelho Impressão: Reprografia da Escola Básica do 2.º e 3.º Ciclos, de D. Pedro II, Moita Elaborado pelo Conselho Pedagógico Junho de 2009 Aprovação do Conselho Geral Transitório 09 de Julho de

3 Projecto Educativo de Agrupamento SABER É VALOR 2009/

4 Projecto Educativo de Agrupamento SABER É VALOR ÍNDICE 1. PRINCÍPIOS E VALORES DIAGNÓSTICO DAS ESCOLAS E DO CONCELHO DA MOITA CARACTERIZAÇÃO DO CONCELHO DA MOITA CARACTERIZAÇÃO DAS ESCOLAS Os Estabelecimentos de Educação Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico A Escola Básica do 2.º e 3.º Ciclos, de D. Pedro II, Moita (Sede do Agrupamento) IDENTIFICAÇÃO DE ALGUNS PROBLEMAS DO CONCELHO DA MOITA IDENTIFICAÇÃO DE PROBLEMAS NO AGRUPAMENTO METAS OBJECTIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO E DO ENSINO OBJECTIVOS ESPECÍFICOS A NÍVEL DAS NECESSIDADES LOCAIS Da Educação Pré-Escolar Do Ensino Básico ESTRATÉGIAS PROJECTO CURRICULAR DE CADA ESCOLA DO AGRUPAMENTO PLANOS ANUAIS DE ACTIVIDADES DE CADA ESCOLA DO AGRUPAMENTO CRITÉRIOS PARA A CONSTITUIÇÃO DE TURMAS RECURSOS HUMANOS PARCERIAS, PROTOCOLOS E PROJECTOS MATERIAIS E FINANCEIROS AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROCESSO EDUCATIVO.. 46 Ficha de Organização de Actividades Planificação. 48 Ficha de Organização de Actividades Avaliação

5 1. PRINCÍPIOS E VALORES As Escolas são estabelecimentos aos quais está confiada uma missão de serviço público, que consiste em dotar todos e cada um dos cidadãos das competências e conhecimentos que lhes permitam explorar plenamente as suas capacidades, integrar-se activamente na sociedade e dar um contributo para a vida económica, social e cultural do país. É para responder a essa missão em condições de qualidade e equidade, da forma mais eficaz e eficiente possível, que deve organizar-se a governação das Escolas 1 O Projecto Educativo de Agrupamento é o documento que consagra a orientação educativa do agrupamento de Escolas ou da Escola não agrupada, elaborado e aprovado pelos seus órgãos de administração e gestão para um horizonte de três anos, no qual se explicitam os princípios, os valores, as metas e as estratégias segundo os quais o agrupamento de Escolas ou Escola não agrupada se propõe cumprir a sua função educativa 2 O Plano Anual ou o Plano Plurianual de Actividades são os documentos de planeamento, que definem, em função do Projecto Educativo, os objectivos, as formas de organização e de programação das actividades e que procedem à identificação dos recursos necessários à sua execução 3 São estes os pressupostos que o Agrupamento entende chamar a si para reafirmar a sua autonomia, reforçando as suas responsabilidades e reconhecendo que, de acordo com as suas condições humanas, materiais e financeiras, deve adequar o exercício das suas funções educativas. Este documento, de acordo com os preceitos legais em vigor e o Regulamento Interno do Agrupamento, foi elaborado para um horizonte de três anos (PEA 2009/2012), ao qual deverão ser elaborados e anexados, anualmente, um Plano Anual de Actividades de cada uma das Escolas que compõem o Agrupamento Vertical de Escolas, de D. Pedro II, Moita, sendo estes documentos elaborados de acordo com as linhas orientadoras estabelecidas no Projecto Educativo do Agrupamento. Para a elaboração deste Projecto Educativo de Agrupamento contribuiu uma avaliação e análise dos anteriores documentos (Projecto Educativo do Agrupamento e respectivos Planos Anuais de Actividades de cada Escola), com o objectivo de clarificar um novo plano de acção educativa que resultasse na melhoria da qualidade de ensino. Foi igualmente importante ter em consideração a avaliação que cada Conselho de Turma fez acerca dos respectivos Projectos Curriculares de Turma, numa análise consertada acerca do comportamento e aproveitamento dos Alunos em cada turma. 1 in: Decreto-Lei n.º 75/ Idem 3 Ibidem -5-

6 Contribuiu ainda, de forma decisiva, a sensibilidade dos vários Professores que compõem a Comissão de Trabalho para a elaboração deste Projecto Educativo, resultante da sua prática pedagógica e observação das actividades que se têm vindo a desenvolver. Partindo de uma primeira estruturação do documento, realizou-se uma sessão de reflexão para a qual foram convidados a participar um Professor por cada uma das Escolas que compõem o nosso Agrupamento, uma Comissão formada por Professores da Escola Sede, todos os Professores que compõem o Conselho Pedagógico, com o objectivo de proceder à troca de ideias e sugestões que enriquecessem este Projecto e o tornassem mais próximo das preocupações de todos. Na sessão a conversa circulou, principalmente, em torno dos valores, das atitudes e dos comportamentos dos Alunos bem como de que forma estes aspectos condicionam as aprendizagens. Com o sentido de tornar este Projecto Educativo de Agrupamento dinâmico, coerente e exequível nos sucessivos Planos Anuais de Actividades de cada uma das Escolas, realizámos aquela sessão de reflexão, e debates internos entre os diferentes Departamentos Curriculares. A Comissão de elaboração do PEA da Escola Sede criou e divulgou instrumentos promotores e facilitadores da intervenção, criação e participação dos Professores. Cada uma das Escolas do 1.º Ciclo e os Estabelecimentos de Educação Pré-Escolar, através dos seus diferentes Conselhos de Docentes, organizou-se com vista a uma séria participação em todos os trabalhos necessários. Apelámos, ainda, a que toda a Comunidade Educativa fizesse idêntica reflexão. Este documento pretende-se prático e que reflicta as grandes linhas de acção necessárias ao nosso Agrupamento. Para conseguir pôr de pé os princípios e valores que deverão orientar toda a nossa acção educativa, caracterizámos tanto quanto possível todas as nossas Escolas e o Concelho da Moita. Serão definidas de forma muito concreta as Metas e as Estratégias, tendo em vista, tal como já foi afirmado, que durante os três anos de vigência deste Documento Projecto Educativo de Agrupamento se consiga reorientar o conjunto do processo de ensino-aprendizagem para o sucesso de todos os nossos Alunos, com a grande preocupação na intervenção cívica dos Alunos SABER É VALOR. 2. DIAGNÓSTICO DAS ESCOLAS E DO CONCELHO DA MOITA 2.1. CARACTERIZAÇÃO D0 CONCELHO DA MOITA O Agrupamento Vertical de Escolas, de D. Pedro II, Moita está integrado na Vila da Moita, Sede de Concelho, e situado geograficamente no Distrito e na Península de Setúbal. Da Península de Setúbal fazem parte 9 Municípios, onde se inclui o Município da Moita. Esta região registou nos últimos anos uma evolução demográfica marcada por um elevado ritmo de crescimento da população residente, em consequência de intensos movimentos migratórios. -6-

7 Entre 1979 e 1981 registou-se a maior taxa de crescimento do distrito de Setúbal, sendo um dos Municípios que mais cresceu a nível nacional, não só devido à vinda das populações das excolónias africanas, como também pela oferta de alojamento a custo económico, relativamente a outras regiões da Grande Lisboa. O CONCELHO DA MOITA 4 Foi no reinado do Rei D. Pedro II, que em 1691 o lugar da Moita foi elevado a Vila e à consequente criação do Concelho. O Concelho da Moita está situado na margem esquerda do Estuário do Tejo. Desde tempos remotos que as suas funções litorais estiveram na origem do aparecimento dos primitivos núcleos ribeirinhos, em que os seus habitantes se dedicavam a múltiplas actividades: recolha de lenha, extracção do sal, agricultura, fabrico de cal e vidro, moagem de cereais em moinhos de maré e vento e, sobretudo, construção naval e transporte de produtos e pessoas entre esta margem e a cidade de Lisboa. Este sistema económico, assente nas actividades anteriormente referidas, entrou em declínio a partir da segunda metade do século XIX. No início do século XX o Concelho da Moita ainda era essencialmente rural e marítimo; só a partir dos anos 60 daquele século perdeu a referência ribeirinha e adoptou o modelo de desenvolvimento baseado na indústria. O crescimento urbano é moderado e com carácter de dormitório, uma vez que uma grande parte da população residente trabalha fora do Concelho. O Município da Moita integra-se actualmente na Área Metropolitana de Lisboa, sendo considerado um Município Urbano de primeira ordem, com cerca de habitantes, 55,38 km 2 de área (incluindo 1100 ha do domínio público marítimo) e 1218 hab. /Km2 de densidade populacional. Deste Município fazem parte seis Freguesias: Alhos Vedros ( habitantes e área total de ha), Baixa da Banheira ( habitantes e área total de 394 ha), Gaio- Rosário (987 habitantes e área total de 352 ha), Moita ( habitantes e área total de ha), Sarilhos Pequenos (1.049 habitantes e área total de 256 ha), e Vale da Amoreira ( habitantes e área total de 244 ha). Pelo que podemos verificar, a Freguesia da Baixa da Banheira é a mais populosa, e a Freguesia da Moita a que tem maior área. Todas as Freguesias do Concelho da Moita estão em contacto com o rio, com excepção da freguesia do Vale da Amoreira. A construção da Ponte Vasco da Gama trouxe ao Concelho da Moita uma melhor centralidade e melhorias nas acessibilidades, relativamente ao posicionamento deste Concelho na região de Setúbal. Estas melhorias nas acessibilidades fazem com que exista no Concelho uma valorização dos seus recursos naturais e zona ribeirinha, passando a ser um atractivo para a instalação de novos equipamentos, novas empresas e novos residentes. Tem-se igualmente verificado por parte da Câmara Municipal da Moita um esforço na requalificação urbanística e ambiental, surgindo assim novas oportunidades para o desenvolvimento local e regional. No que se refere à evolução da população residente no Concelho da Moita entre 1991 e 2001, e segundo os grupos etários, há a salientar que 31,4 % da população se situa acima dos 65 anos, registando-se um decréscimo ao nível dos jovens entre os 0 e os 14 anos. A estrutura etária do 4 Dados recolhidos junto do Instituto Nacional de Estatística e da Câmara Municipal da Moita -7-

8 município da Moita reflecte um envelhecimento da população, que se tem vindo a acentuar na última década, devido a uma redução da natalidade e a um aumento da esperança média de vida. Relativamente às actividades económicas, no sector primário, verifica-se que a actividade agrícola se efectua em pequenas propriedades. A criação de gado leiteiro e a produção de produtos hortícolas são as actividades mais significativas neste sector. No sector secundário existem cerca de 124 unidades industriais de pequena e média dimensão, com uma produção diversificada, representando 4000 postos de trabalho, localizados essencialmente nas freguesias de Alhos Vedros e Moita. As indústrias mais significativas são as de construção civil, alimentares e de cortiça, encontrando-se esta última em declínio. No sector terciário, o comércio e serviços apresenta um maior peso nas freguesias da Baixa da Banheira e Moita. No Concelho da Moita existem vários estabelecimentos de ensino públicos e privados. Os estabelecimentos de ensino básico público encontram-se organizados em Agrupamentos Verticais, onde cada Agrupamento tem uma Escola Sede de 2º e 3º ciclos e as restantes que se lhe agrupam são do Pré-Escolar e do 1º ciclo. Temos, assim, no Concelho, seis Agrupamentos Verticais: D. João I, D. Pedro II, Fragata do Tejo, José Afonso, Mouzinho da Silveira e Vale da Amoreira. Ao nível do Ensino Secundário há apenas a registar a Escola Secundária da Moita e a Escola Secundária da Baixa da Banheira, assim como uma Escola Técnico-Profissional da Moita. Registe-se o facto de não existir no Concelho qualquer Escola do Ensino Superior. Têm vindo a ser criadas e remodeladas algumas estruturas e equipamentos no Concelho. Porém, o equipamento desportivo disponível é manifestamente insuficiente, não satisfazendo as necessidades da população actual. Em projecto está ainda a construção da Piscina Municipal da Moita, bem como a reestruturação da localização das forças de Segurança no Concelho. Quanto às actividades sócio-culturais e equipamentos, cerca de 30% da população é associada em colectividades. Regista-se um aumento no que se refere a iniciativas no âmbito cultural, organizadas não só pela Câmara Municipal da Moita, mas também pelas Juntas de Freguesia e Colectividades e ou Associações. Para além de tudo o que já foi referido existem no Concelho, três Bibliotecas: Alhos Vedros; Vale da Amoreira; e, na Vila da Moita, a Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, bem equipadas e com dinamização de múltiplas actividades culturais e lúdicas, e ainda o Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, situado na Baixa da Banheira. Apesar de existirem já algumas condições para que a população se possa envolver e participar, pensamos que se deveria desenvolver um maior número de actividades vocacionadas para os interesses dos jovens, de forma a garantir uma maior participação na vida da Comunidade. -8-

9 2.2. CARACTERIZAÇÃO DAS ESCOLAS No ano lectivo 2004/2005, a Escola Básica do 2º e 3º Ciclos de D. Pedro II, Moita passou a ser a Sede do, de acordo com a legislação em vigor (Decreto-Lei n.º 115/A/98 de 4 de Maio; Lei n.º 24/99 de 22 de Abril; Decreto Regulamentar n.º 12/2002 de 29 de Agosto), passando a fazer parte do Agrupamento as seguintes Escolas: Escola Básica do 1º Ciclo / JI do Carvalhinho; Escola Básica do 1º Ciclo do Penteado; Escola Básica do 1.º Ciclo / JI da Moita n.º 1; Escola Básica do 1º Ciclo / JI Moita nº 2; Escola Básica do 1º Ciclo do Chão Duro; Escola Básica do 1º Ciclo de Sarilhos Pequenos; Estabelecimento de Educação Pré-Escolar de Sarilhos Pequenos; Escola Básica do 2.º e 3.º Ciclos, de D. Pedro II, Moita (Sede do Agrupamento) Os Estabelecimentos de Educação Pré-Escolar e de 1.º Ciclo do Ensino Básico O Agrupamento é composto por oito Estabelecimentos de Educação, alguns deles com tipologias semelhantes. Agrupam-se nesta situação as Escolas E.B.1 do Penteado, E.B.1/JI do Carvalhinho, E.B.1 do Chão-Duro e E.B.1 de Sarilhos Pequenos sendo todas de tipologia do Plano Centenário: têm duas salas de aula e um pequeno hall que lhes dá acesso e duas casas de banho. Com o decorrer dos anos, as Escolas têm sofrido algumas alterações com o objectivo de tornar estes espaços mais agradáveis e em simultâneo oferecerem mais segurança às Crianças e aos Alunos. Escola Básica do 1º Ciclo do Penteado Características do Estabelecimento de Ensino O edifício da Escola é pequeno, contudo, o pátio, apesar de ter dimensões bastante consideráveis, não tem um único brinquedo, não tem arbustos, nem árvores que possam fazer sombra. A Escola tem três portões: dois encontram-se na parte frontal e um encontra-se na parte lateral. A entrada na Escola é feita pelo portão principal, encontrando-se os outros sempre encerrados. Toda a zona Escolar é delimitada por um muro com vedação. A Escola possui várias janelas, favorecedoras de uma boa luminosidade. De um modo geral, o seu estado de conservação é razoável. Embora o mobiliário existente não seja muito recente, encontra-se em bom estado de conservação. -9-

10 Os dados seguintes referem-se ao ano lectivo de 2008/2009 Distribuição dos trinta e nove Alunos por ano e turma Anos Turmas Regulares Alunos com NEE Alunos com Apoio Educativo 1.º/2.º º/4.º Total: Problemas de Frequência às Aulas Ano Lectivo Abandono 2008 / Alunos que usufruem de Auxílios Económicos 1.º Ciclo (Total) Escalão A Escalão B Horários 1.º Ciclo Turmas Normal 2 Apresentação dos Professores A E.B.1 do Penteado é uma Escola com dois Professores Titulares de Turma, pertencendo um Quadro de Escola e outro ao Quadro de Zona Pedagógica. Um Professor lecciona o 1º e 2º anos, e outro lecciona o 3º e 4º anos de Escolaridade. Nesta Escola dão ainda Apoio Educativo duas Professoras Contratadas. Pessoal Docente Q.N.D. Q.Z.P Contratados Titulares Apresentação dos Funcionários Nesta Escola existe uma Assistente Operacional do Quadro e uma Funcionária contratada pela empresa responsável pelas Actividades de Enriquecimento Curricular. Pessoal não Docente Assistentes Operacionais Quadro Contratados

11 Escola Básica do 1º Ciclo / JI do Carvalhinho Características do Estabelecimento de Ensino O espaço exterior tem um muro com gradeamento. O chão do recreio é de calçada e existe um campo de basquetebol com pavimento anti-queda e um espaço em terra batida; junto ao muro da Escola há uma zona relvada e um espaço para horta. Nas traseiras da Escola existe um alpendre onde as Crianças se abrigam em dias de chuva, uma pequena arrecadação e um contentor para o serviço de almoços das Crianças e Alunos das duas valências. Apresentação dos Alunos e Crianças Os dados seguintes referem-se ao ano lectivo de 2008/2009 Distribuição dos 39 Crianças e ou Alunos por ano e turma Anos Turmas Regulares Alunos/Crianças com NEE Alunos/Crianças com Apoio Educativo Pré-Escolar 1 1.º/2.º/3.º/4.º 1 1* 1** Total: * Ensino Especial (carácter permanente) ** Apoio Educativo (carácter temporário) Nota Nas duas valências há Crianças e Alunos que usufruem de Terapia da Fala e Apoio Psicológico Alunos/Crianças que usufruem de Auxílios Económicos Pré-Escolar 1.º Ciclo Total Escalão A Escalão B Escalão A Escalão B Horários Pré-Escolar Turmas 1.º Ciclo Turmas Normal 1 Normal 1 Apresentação dos Professores O Corpo Docente é constituído por uma Professora do 1º Ciclo e uma Educadora de Infância. Pessoal Docente Q.N.D. Q.Z.P Contratados Titulares

12 Apresentação dos Funcionários Existem duas Assistentes Operacionais, uma colocada no Jardim-de-Infância com vínculo à Câmara Municipal da Moita e outra no 1º Ciclo, contratada pelo Ministério da Educação. Pessoal não Docente Assistentes Operacionais Quadro Contratados 1 1 Estão colocadas também duas Funcionárias para o serviço de almoços e uma Funcionária contratada para o período de funcionamento das Actividades de Enriquecimento Curricular do 1º Ciclo. Escola Básica do 1.º Ciclo / JI da Moita n.º 1 Características do Estabelecimento de Ensino A Escola n.º 3 da Moita, hoje designada Escola Básica do 1.º Ciclo/Jardim-de-Infância Moita n.º 1, foi inaugurada no dia 9 de Novembro de 1985, começando a funcionar nesse ano lectivo (1985/86). A Escola é um edifício de plano camarário, constituído por dois blocos de dois pisos. Cada bloco tem quatro salas, num total de oito. Dessas salas, seis destinam-se ao 1.º Ciclo e duas ao Pré- Escolar. Existe um laboratório de informática a funcionar numa sala criada no espaço entre as duas salas do Bloco A, no 1.º andar. Em cada piso existem duas casas de banho e uma zona de apoio com várias utilizações (sala de Professores, cozinha, sala de material didáctico e sala para actividades de enriquecimento curricular). A zona envolvente tem uma área razoável, vedada com um gradeamento de ferro com dois portões que dão acesso ao exterior, um deles com fechadura electrónica para melhor segurança. A referida zona não está devidamente arranjada, existem alguns canteiros com flores e produtos hortícolas, um campo polivalente cimentado e um telheiro entre os dois blocos para protecção em dias de chuva ou calor. Nesta zona foi instalado uma estrutura pré-fabricada onde são servidas as refeições. A Escola está munida de um dispositivo de segurança, como forma de prevenção. Apresentação dos Alunos Actualmente a população Escolar que frequenta a Escola é proveniente de zonas residenciais limítrofes, sendo que nem todos pertencem à área de influência da Escola. A proximidade dos locais de trabalho dos Encarregados de Educação, a falta de vagas na EB1/JI Moita n.º 2, a residência dos avós e a frequência de ATL s, tem contribuído para um aumento da população -12-

13 Escolar nos últimos três anos. Grande percentagem dos pais trabalha fora da localidade, verificando-se pouca disponibilidade em relação ao acompanhamento dos Alunos. Os dados seguintes referem-se ao ano lectivo de 2008/2009 Anos Distribuição dos 169 Alunos/Crianças por ano e turma Turmas Turmas Alunos/Crianças com Regulares Reduzidas NEE NEE -13- Alunos/Crianças com Apoio Educativo Pré- Escolar º º º º Total: Crianças e ou Alunos que usufruem de Auxílios Económicos Pré-Escolar 1.º Ciclo Total Escalão A Escalão B Escalão A Escalão B Horários Pré-Escolar Turmas 1.º Ciclo Turmas Normal 2 Normal 5 Duplo Manhã - Duplo Manhã 1 Duplo Tarde - Duplo Tarde 1 Apresentação dos Professores O Corpo Docente é constituído por sete Professores Titulares de Turma, uma Professora de Apoio do Ensino Especial, duas Professoras de Apoio Educativo e duas Educadoras de Infância. Pessoal Docente Q.N.D. Q.Z.P Contratados Titulares Apresentação dos Funcionários O Corpo Não Docente é composto por duas Assistentes Operacionais do Quadro da Escola com vínculo ao Ministério da Educação, duas Assistentes Operacionais colocadas no Jardim de Infância com vínculo à Câmara Municipal da Moita e uma funcionária contratada a horas de limpeza colocada pelo Ministério da Educação. Na estrutura pré-fabricada onde são servidas as refeições, existem 3 funcionárias contratadas pela Empresa que fornece os almoços.

14 Durante o período da refeição das Crianças do Jardim-de-infância, uma das Assistentes Operacionais colocadas pela Câmara Municipal da Moita, faz o devido acompanhamento das Crianças. Há ainda uma funcionária contratada a horas pela Empresa Sonhos sem Idade. Pessoal não Docente Assistentes Operacionais Quadro Contratados 4 - Escola Básica do 1º Ciclo / JI Moita nº 2 Características do Estabelecimento de Ensino A Escola Básica do 1º Ciclo/JI Moita nº2 fica situada na Rua António Sérgio, tendo próximo de si um Bairro de construção social e uma Urbanização recente. Foi construída por volta de É um edifício tipo P3. Em 1980 e 1981, dado o elevado número de Alunos, foram construídos 3 Pavilhões pré-fabricados no espaço do recreio, que foram demolidos em Neste espaço foi construída uma infra-estrutura com três salas, duas delas destinadas a salas de aulas e outra para os prolongamentos do Jardim-de-Infância, o seu funcionamento foi no ano lectivo de 2006/2007. No Verão de 2007 realizou-se a primeira fase de intervenção da Escola, na qual foram realizadas obras de conservação, onde passou a funcionar o Jardim-de-Infância (JI), e na zona de trabalho o funcionamento dos prolongamentos de horário do JI, desde que se justifique o número de inscrições. No Verão de 2008 a Escola foi alvo da 2ª fase de intervenção sob responsabilidade da Câmara Municipal da Moita, tendo sido realizadas obras de conservação. É uma Escola sem aquecimento. As refeições continuam a ser servidas no Polivalente, embora com melhores condições. O edifício principal é constituído por três núcleos: dois com três salas de aulas, casa-de-banho, zona de trabalhos e outro com duas salas de aula. Neste último, funciona o JI, que é constituído por: 2 casas-de-banho (rapaz/rapariga) e uma zona de trabalhos. Existem ainda, duas casas-debanho: uma para deficientes e Professores, outra afecta à cozinha, e um espaço destinado às Assistentes Operacionais; a Sala de Professores; um salão Polivalente (onde funciona o refeitório) e um Gabinete de Direcção. Na parte exterior ao edifício existe a infra-estrutura constituída por 3 salas: 1 sala de aulas, a Biblioteca, o Laboratório de Informática, uma casa de banho para raparigas, uma casa de banho para rapazes e uma para deficientes, com duche. Exteriormente tem um amplo pátio com espaços verdes e árvores, limitado por um muro com vedação rígida e alta, um portão principal (frontal) com abertura do interior da Escola, um portão grande lateral para emergências, e um portão lateral pequeno, por onde se fazem as entradas e saídas das Crianças e Alunos, Pessoal Docente e Não Docente. Entre os núcleos existem três espaços cobertos, que servem de abrigo nos dias de chuva. Existe também um campo de jogos com duas balizas de futebol e duas tabelas de basquetebol. Este pátio, que não sofre a intervenção já há algum tempo, não possui as melhores condições, uma vez que a maior parte -14-

15 do pavimento é de terra, que se transforma em lama nos dias de chuva. Também existem desde o ano 2007/2008 duas estruturas pré-fabricadas colocados pela empresa que desenvolve as AEC, para o funcionamento das mesmas. Relativamente ao equipamento, foi entregue pela Câmara Municipal, no ano lectivo de 2003/2004, mobiliário composto por mesas, cadeiras e armários. No ano de 2004 foram entregues armários para todas as salas. No ano de 2008 foram entregues 2 quadros brancos novos e 6 armários, um para cada sala. Apresentação dos Alunos Os dados seguintes referem-se ao ano lectivo de 2008/2009 Anos Turmas Regulares Distribuição dos 343 Alunos/Crianças por ano e turma Turmas Reduzidas NEE Alunos/Crianças com NEE Alunos/Crianças com Apoio Educativo Percurso Curricular Alternativo Pré- Escolar º º º º Total: Problemas de Frequência às Aulas Ano Lectivo Abandono 2008 / Turmas de Percurso Curricular Alternativo Ano Lectivo 3º Ano 4º Ano 2º/3º Ano 3º/4º 2007/ / / Crianças e ou Alunos que usufruem de Auxílios Económicos Pré-Escolar 1.º Ciclo Total Escalão A Escalão B Escalão A Escalão B Horários Pré-Escolar Turmas 1.º Ciclo Turmas Normal 2 Normal 0 Duplo Manhã Duplo Manhã 7 Duplo Tarde Duplo Tarde 7-15-

16 Apresentação dos Professores O Corpo Docente é constituído por dezasseis Professores do 1º ciclo, um Professor de Apoio Educativo, dois Professores de Apoio do Ensino Especial e duas Educadoras de Infância. Dos dezasseis Professores, catorze são Titulares de Turma, uma está destacada ao PNEP, e outra exerce funções de Coordenação de Escola e Apoio Educativo. Pessoal Docente Q.N.D. Q.Z.P Contratados Titulares Apresentação dos Funcionários Nesta Escola existem quatro Assistentes Operacionais do Quadro da Escola, duas Assistentes Operacionais colocadas no Jardim-de-Infância com vínculo à Câmara Municipal da Moita e, por vezes, duas funcionárias contratadas a horas de limpeza. No refeitório/cozinha, que é da responsabilidade da Empresa que gere o espaço, contratadas pela CMM, existem 3 Auxiliares de cozinha e um Auxiliar de Apoio ao refeitório. Durante a hora da refeição do Jardim-de-infância uma das Assistentes Operacionais colocadas pela CMM dá assistência ao refeitório das crianças. Quadro 6 Pessoal não Docente Assistentes Operacionais Contratados Escola Básica do 1º Ciclo do Chão Duro Características do Estabelecimento de Ensino A Escola está cercada por um gradeamento novo com dois portões de entrada, um dos quais tem fechadura electrónica para uma melhor segurança. Na parte traseira da Escola existem 4 casas de banho (2 utilizadas pelos Alunos, 1 utilizada pelos Professores e outra utilizada como arrecadação de materiais de Educação Física). No espaço exterior existe um pátio com terra, com algumas árvores, canteiros definidos, passadeiras em cimento, parque infantil com baloiço, escorrega, balancés e pavimento de tartan. Ainda no exterior existe um campo de jogos com pavimento de alcatrão com marcações para diferentes desportos, com duas balizas e duas tabelas de basquetebol. O parque infantil e o campo de jogos foram inaugurados em Novembro de Nas traseiras existe ainda um poço antigo tapado e um pequeno alpendre onde os Alunos se abrigam em dias de chuva, mas muito insuficiente para proteger tantas Crianças. -16-

17 No ano lectivo de 2007/2008 foi colocado nesta Escola uma estrutura pré-fabricada com duas salas, onde são servidas diariamente as refeições. Esta Escola está munida de um dispositivo de segurança. Apresentação dos Alunos Os dados seguintes referem-se ao ano lectivo de 2008/2009 Distribuição dos 44 Alunos por ano e turma Anos Turmas Regulares Alunos com NEE Alunos com Apoio Educativo 1.º/2.º º/4.º 1 4 Total: Alunos que usufruem de Auxílios Económicos 1.º Ciclo Total Escalão A Escalão B Apresentação dos Professores Horários 1.º Ciclo Turmas Normal 2 O Corpo Docente é constituído por quatro Professores sendo dois Titulares de Turma, uma de Apoios Educativos e uma de Apoio Especial Pessoal Docente Q.N.D. Q.Z.P Contratados Titulares Apresentação dos Funcionários O Corpo Não Docente é composto por uma Assistente Operacional contratada pelo Ministério da Educação. Existe ainda uma Funcionária contratada pela empresa Sonhos sem Idade e uma Funcionária contratada pela empresa que fornece os almoços. Pessoal não Docente Assistentes Operacionais Quadro Contratados

18 Escola Básica do 1º Ciclo de Sarilhos Pequenos Características do Estabelecimento de Ensino É composto por três salas: duas destinam-se às actividades lectivas e a outra sala funciona como refeitório, sala de trabalho da direcção e apoio a outras actividades. Existem duas casas de banho. As salas de aula têm a área suficiente para turmas de 20 Alunos, com boa luminosidade. No entanto, devido à antiguidade de construção, são húmidas, muito frias no Inverno e muito quentes no Verão. A sala multiuso é de recente construção (foi oferecida por um encarregado de educação) e é a que reúne melhores condições de trabalho. Os pavimentos das salas de aula estão degradados. Este estabelecimento dispõe ainda de um espaço de recreio totalmente descoberto, o que impossibilita a acessibilidade aos Alunos em dias de chuva, tendo estes de permanecer dentro das salas de aula. O espaço exterior tem um pavimento de areia solta que circunda toda a Escola (o que não é o mais indicado para um estabelecimento de ensino). Também existe um equipamento lúdico com escorrega e uma baliza. O recinto Escolar está todo vedado, tendo como acesso dois portões. Os dados seguintes referem-se ao ano lectivo de 2008/2009 Distribuição dos 46 Alunos por ano e turma Anos Turmas Regulares Alunos com NEE Alunos com Apoio Educativo 1.º/2.º º/3.º/4.º Total: Alunos que usufruem de Auxílios Económicos 1.º Ciclo Total Escalão A Escalão B Horários Turmas Regime Normal 2 Apresentação dos Professores Actualmente, exercem as suas funções Docentes nesta Escola dois Professores Titulares de Turma. Apoia esta Escola uma Docente dos Apoios Educativos pertencente ao Agrupamento. Também exerce funções neste estabelecimento, um Docente de Educação Moral e Religiosa Católica. Pessoal Docente Q.N.D. Q.Z.P Contratados Titulares

19 Apresentação dos Funcionários Nesta Escola existe uma Assistente Operacional em regime de contrato. Pessoal não Docente Pessoal Auxiliar de Acção Educativa Quadro Contratados 0 1 Estabelecimento de Educação Pré-Escolar de Sarilhos Pequenos Características do Estabelecimento de Educação Este Estabelecimento de Educação Pré-Escolar encontra-se implementado numa antiga Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico de Conde de Ferreira, adaptada a Jardim-de-Infância. O edifício Escolar é constituído por duas salas de actividades, um hall, um espaço destinado ao Serviço de Refeições e que também é utilizado para gabinete de atendimento aos Pais, de prestação de Sessões de Terapia, de reuniões e de mini biblioteca. A zona de recreio exterior é composta por um telheiro e um espaço aberto, com uma parte do piso em cimento e outra com piso anti-queda, onde se encontram um escorrega e duas caixas de areia. Existe um portão que dá acesso ao exterior. Apresentação das Crianças Os dados seguintes referem-se ao ano lectivo de 2008/2009 Distribuição das 46 Crianças por turma Anos Turmas Regulares Crianças com NEE Crianças com Apoio Educativo Pré-Escolar 2 1* 1** Total: * Ensino Especial (carácter permanente) ** Apoio Educativo (carácter temporário) Nota Há crianças que usufruem de Terapia da Fala Crianças que usufruem de Auxílios Económicos Pré-Escolar Total Escalão A Escalão B

20 Horários Pré-Escolar Turmas Normal 2 Apresentação dos Professores Pessoal Docente Q.N.D. Q.Z.P Contratados Titulares Apresentação dos Funcionários Existem duas Assistentes Operacionais com vínculo à Câmara Municipal da Moita e duas funcionárias contratadas pela Empresa que fornece os almoços. Pessoal não Docente Assistentes Operacionais Quadro Contratados A Escola Básica do 2.º e 3.º Ciclos, de D. Pedro II, Moita (Sede do Agrupamento) Características do Estabelecimento de Ensino A Portaria 446/71, de 20 de Agosto, criou a Escola Preparatória da Moita. Funcionou provisoriamente nas Instalações dos Bombeiros Voluntários da Moita, a partir do ano lectivo 1971/1972, e no edifício n.º 11 e n.º 13 da Rua Bartolomeu Dias, de 1974 a Actualmente está situada no Alto de S. Sebastião, Largo da Juventude, contígua à Escola Secundária da Moita. A sua construção iniciou-se em O ano lectivo de 1977/1978 foi o primeiro ano de funcionamento da Escola nas actuais instalações. Começou por ser uma Escola Preparatória, para o 5.º e 6.º anos de Escolaridade, tendo no ano lectivo de 1984/1985, passado a funcionar também com o 7º ano de Escolaridade. Foi a partir do ano lectivo de 1993/1994 que a Escola Preparatória da Moita se passou a designar Escola Básica do 2º e 3º Ciclos, de D. Pedro II, Moita, já que pelo Despacho 160/SERE/92, se aprova a proposta entretanto apresentada pelo Conselho Directivo, de reposição do seu patrono inicial, D. Pedro II. Nesse ano, para além do 7º ano, começou a funcionar o 8º ano de Escolaridade. No ano lectivo 1994/1995 passou a leccionar-se o 9º ano de Escolaridade. No ano lectivo 2004/2005, a Escola Básica do 2º e 3º Ciclos de D. Pedro II, Moita passou a ser a Sede do. A Escola, funciona em regime de desdobramento de 2ª a 6ª feira, das 8h 30m às 13h 25m e das 13h 40m às 18h 35m. -20-

21 Relativamente à adaptação, manutenção e conservação do edifício Escolar, pátio e zonas ajardinadas, há já alguns anos que têm vindo a efectuar-se algumas obras por insistência do Conselho Executivo junto dos órgãos competentes. Importa destacar algumas dessas obras: papelaria e bufete, rede de águas, substituição de telhados, repavimentação de toda a Escola, substituição da rede eléctrica, arrecadação e pavimentação no Pavilhão Desportivo, arranjo das casas de banho em todos os blocos, incluindo, uma para deficientes no Polivalente e rampas de acesso aos blocos para deficientes motores. No entanto, apesar dos seus trinta e dois anos nas actuais instalações, pode dizer-se que a Escola se encontra em bom estado de conservação. Quanto à constituição do edifício Escolar, este é composto por 6 Blocos e um Pavilhão Desportivo. Os Blocos 1, 3, 4 e 5 são essencialmente Blocos com salas de aula. No Bloco 6, também chamado Polivalente, encontram-se os serviços de Bufete, Refeitório, Cozinha, Papelaria, Posto Médico, Salas de Professores, Sala de Directores de Turma, Sala dos Funcionários, Sala de Atendimento, SASE, Recepção, Gabinete do Director, Secretaria e duas Salas de Aula de Educação Musical. No Bloco 2 (Centro de Recursos), encontramos a Biblioteca, a Sala de Informática, a Sala de Estudo, a Sala de Teatro, o Auditório, a Reprografia e a Sala de Jornalismo, Serigrafia, de entre outros espaços. O Pavilhão Desportivo tem uma área funcional para a prática de várias modalidades. Nas zonas exteriores existem diversos campos de jogos para a prática da actividade desportiva, quer curricular, quer extra-curricular, quer ainda para ocupação dos tempos livres e ou lazer dos Alunos. A área descoberta da Escola é bastante grande, com espaços ajardinados com uma vegetação diversificada onde a maior parte de árvores e arbustos se encontram devidamente identificados. Existe ainda o Jardim das Merendas, o Pombal e uma Horta Pedagógica. Apresentação dos Alunos Os Alunos que frequentam a Escola em 2008/2009 são provenientes, maioritariamente, da Moita, Sarilhos Pequenos, Chão Duro, Carvalhinho e Penteado. Alguns destes Alunos deslocamse a pé de distâncias relativamente grandes, devido à falta de transportes e ao povoamento disperso das zonas rurais. Por todas estas razões e pelo facto do agregado familiar trabalhar fora do Concelho, muitos dos Alunos permanecem grande parte do dia na Escola. Quanto a Alunos pertencentes a famílias e ou agregados familiares provenientes de países Africanos de expressão portuguesa, da Ásia e dos países de Leste, pode afirmar-se que tem pouca expressão. No ano lectivo 2008/2009, a distribuição dos cerca de 650 Alunos por ano e turma é o seguinte: Ensino Básico (2.º e 3.º Ciclos) Anos Turmas Regulares Turmas Reduzidas Percurso Curricular PIEF NEE Alternativo 5º º º º º Total:

22 Dos 22 Alunos com necessidades educativas especiais de carácter prolongado e permanente com programa educativo individual, apenas 8 deram origem a 7 turmas reduzidas. Problemas de Frequência às Aulas Absentismo Abandono Ano Lectivo 2.º Ciclo 3.º Ciclo 2.º Ciclo 3.º Ciclo 2006 / / / Para minorar muitas destas situações, a Escola tem feito um esforço para desenvolver actividades que envolvam os Alunos, para que sintam a Escola como sua e para que a valorizem ao longo do seu percurso Escolar, tornando-os mais responsáveis e interventivos. Desta forma, organiza Actividades de Enriquecimento do Currículo com diferentes Clubes, Desporto Escolar com modalidades diversas, e nas Turmas de Percurso Curricular Alternativo já referidas, os Alunos são levados, entre outras intervenções, a melhorar os equipamentos, a realizar actividades de conservação dos espaços exteriores e embelezamento das zonas ajardinadas. No sentido de garantir a todos os Alunos o cumprimento da Escolaridade obrigatória através da promoção de condições do sucesso Escolar e educativo para todos, foram criadas turmas de Percurso Curricular Alternativo no 2º e 3º ciclos, para Alunos com dificuldades de aprendizagem, falta de assiduidade e de integração nas actividades Escolares. Turmas de Percurso Curricular Alternativo Ano Lectivo 5º Ano 6º Ano 7º Ano 8º Ano 9º Ano 2006 / / / Seguidamente apresentamos alguns dados sobre as medidas disciplinares aplicadas aos Alunos no triénio de 2006/2009, na Escola Sede do Agrupamento. Podemos verificar evolução negativa em relação ao número crescente de Alunos a quem é aplicada uma medida disciplinar. A filosofia deste Projecto Educativo aponta para algumas soluções, visando obviamente a sua diminuição. Medidas Disciplinares (número de vezes em que a medida foi aplicada) Repreensão Registada Suspensão da Escola Actividades Integração Escolar Anos Período Período Período 1.º 2.º 3.º 1.º 2.º 3.º 1.º 2.º 3.º 2006/ / /

23 Os Projectos, Educativo de Agrupamento, Curricular de Escola e Curricular de Turma procuram responder à diversidade da população educativa, ao contexto em que se insere, e aos recursos existentes, contribuindo para uma Escola inclusiva. Na nossa Escola, e no ano lectivo de , usufruem de apoio social Escolar (SASE): Número de Alunos a bonificar 2º Ciclo 3º Ciclo Total Escalão A Escalão B Escalão A Escalão B Escalão C Da leitura do quadro conclui-se que existem Alunos que vivem em situação económica difícil. Numa visão estratégica e tendo em atenção os problemas acima identificados, principalmente, quanto às questões de disciplina e de frequência às aulas dos Alunos, prevê-se para o ano lectivo de 2009/2010 a constituição das Turmas indicadas no quadro abaixo, para fazer face a tais problemas e também como envolvimento mais directo do Corpo Docente. Ensino Básico Previsão para 2009/2010 Anos Turmas Regulares Percurso Curricular Alternativo PIEF Total 5º º º º º Apresentação dos Professores O Corpo Docente desta Escola, no ano lectivo 2008/2009, é constituído por, aproximadamente, noventa e sete Professores, sendo a maioria residente nos distritos de Setúbal e Lisboa. De entre estes, encontram-se quatro Docentes de Educação Especial, sendo dois do quadro e dois contratados, que dão apoio a todas as Escolas do Agrupamento. Pessoal Docente Q.N.D. Q.Z.P Contratados Titulares Apresentação dos Funcionários Relativamente ao Pessoal Não Docente, trabalham nesta Escola 31 funcionários distribuídos da seguinte forma: Assistentes Operacionais 21; Assistentes Técnicos 10. Pessoal não Docente Assistentes Técnicos Assistentes Operacionais Quadro Contratados Quadro Contratados

24 Da análise do quadro constata-se que a maioria do Pessoal não Docente pertence ao quadro, daí existir estabilidade. No entanto, devido a diversos factores, tais como doenças prolongadas, aposentação, fraca oferta formativa, algum absentismo, a dimensão e características da Escola, verifica-se que o número de Assistentes Operacionais é insuficiente para fazer face às necessidades. Estão ainda colocadas pelo Ministério da Educação Pessoas a Horas de Limpeza, dependendo de um crédito horário atribuído à Escola período a período, pela Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo. Para minimizar algumas destas dificuldades, em particular para reforço da vigilância, contamos com a ajuda dos Seguranças do Ministério da Educação e, em situações mais problemáticas, recorremos à Escola Segura IDENTIFICAÇÃO DE ALGUNS PROBLEMAS DO CONCELHO DA MOITA O Concelho da Moita tem registado na última década um decréscimo acentuado no sector primário, não ultrapassando os 2%, bem como uma também acentuada diminuição de população com actividade no sector secundário (cerca de 14%). A maioria exerce a sua actividade no sector terciário, verificando-se aqui um crescimento significativo. Apesar do decréscimo acentuado das actividades do sector primário e secundário, o Município tem vindo a desenvolver uma política industrial de captação de investimentos, fomentando a oferta de terrenos industriais e infra-estruturas a baixo custo. As propostas de novas áreas comerciais e de serviços são de iniciativa privada e prendem-se com os novos loteamentos de terrenos. Acresce referir que, com base em dados obtidos até 2001, relativamente à frequência e ao nível de ensino atingido pela população, a maioria tem como habilitação literária o 4º ano, seguindo-se o ensino secundário. A taxa de analfabetismo referente ao mesmo período de tempo situa-se nos 8%. Esta percentagem tem vindo a diminuir, concorrendo para tal a criação de projectos como: o Ensino Recorrente, em módulos capitalizáveis para adultos, Educação e Formação de Adultos (EFAS), Centro Novas Oportunidades, Cursos Educação e Formação (CEF), Turmas PIEF (Programa Integrado de Educação e Formação), Turmas de Percurso Curricular Alternativo, entre outros; bem como o aprofundamento do trabalho de parceria com as Instituições Locais. Apesar de existir algum dinamismo e envolvimento por parte da Comunidade Escolar, continuamos a verificar situações problemáticas a vários níveis: Educação Ambiental (manutenção, preservação e melhoramento dos espaços verdes); Educação para a Cidadania (relações pessoais e sociais, valores, solidariedade, respeito, responsabilidade, ordem, saber estar, disciplina/indisciplina). Através dos Projectos Curriculares de cada Escola e dos sucessivos Planos Anuais de Actividades de cada Escola, ao longo da vigência do PEA, pensamos que alguns destes problemas, no Agrupamento, venham a minimizar-se bem como outros que, eventualmente, venham a surgir e ou detectar-se. -24-

25 Seria de interesse relevante que algumas Instituições da comunidade promovessem, e ou organizassem actividades mais vocacionadas para as faixas etárias e interesses dos Alunos de 2º e 3º Ciclos e Secundário. Pensamos ser necessária e urgente a criação de mais infraestruturas abertas (ao ar livre), de forma a potenciar a auto-organização dos jovens nas mais diversas motivações, interesses e sensibilidades IDENTIFICAÇÃO DE PROBLEMAS NO AGRUPAMENTO Apresentada a caracterização dos vários estabelecimentos de ensino que constituem o Agrupamento passamos à consideração dos dados dos últimos três anos (a partir da consulta dos relatórios da avaliação interna e de outros instrumentos de registo) relativamente aos seguintes indicadores: Auxílios Económicos Desde 2005/2006 o número de Alunos a usufruir de apoio social Escolar, nos diversos escalões, tem vindo a aumentar. Alunos bonificados em todas as Escolas do Agrupamento Ensino Básico SASE A SASE B 2005/ / / Alunos a bonificar em todas as Escolas do Agrupamento 2008/2009 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Totais Escalão A Escalão B Escalão A Escalão B Escalão A Escalão B Escalão C A B C - 10 No ano lectivo de 2008/2009 verifica-se que, devido a alterações na legislação, e alargamento de benefícios, usufruem de apoio social Escolar (SASE), um maior número de Alunos, como se comprova pelo quadro anterior. Alunos com Necessidades Educativas Especiais Número de Alunos com Necessidades Educativas Especiais 2005/ / / / * *Tendência de crescimento nos últimos três anos, mas, por força da legislação e não pela diminuição das problemáticas, o número começa a descer (* o que já se nota este ano lectivo). -25-

26 Retenção (em %) ANOS LECTIVOS 1.º CICLO 2.º CICLO 3.º CICLO 2005/ /2007 1,7 8, /2008 6,6 12,1 13,2 A retenção aumenta, em termos crescentes, por ciclo. Porém, no final do Ensino Básico, a situação é positiva, com uma melhoria significativa. Transição a Todas as Disciplinas (em %) ANOS LECTIVOS 1.º CICLO 2.º CICLO 3.º CICLO 2005/ / , / ,7 78,5 53 Tendência positiva. Transição com Duas ou mais Negativas (em %) ANOS LECTIVOS 1.º CICLO 2.º CICLO 3.º CICLO 2005/ /2007 2,8 10, /2008 2,8 14,5 22,3 A tendência é para um aumento do sucesso, embora a qualidade do mesmo seja fraca. Transição com Aprovação a Língua Portuguesa e Matemática (em %) ANOS LECTIVOS 1.º CICLO 2.º CICLO 3.º CICLO 2005/ / ,2 79, / ,5 91,5 64,5 O sucesso a Língua Portuguesa e a Matemática é deficitário, de acordo com estas percentagens. Insucesso às Línguas Estrangeiras (em %) ANOS LECTIVOS 2.º CICLO 3.º CICLO Inglês Inglês Francês Espanhol 2005/ ,28 27,59 24, / ,39 16,23 15,46 9, / ,36 18,73 17,63 8,06 Sobre a inclusão destes resultados, no presente documento, consideramos virem a ser necessários como referencial para a avaliação dos resultados do Programa de Generalização do Inglês no 1º ciclo. -26-

27 Analisando a informação aqui disponível, considerando as caracterizações dos estabelecimentos que constituem o Agrupamento e o conhecimento do Concelho ressaltam as problemáticas enunciadas nos seguintes níveis: A. DESENVOLVIMENTO PESSOAL E SOCIAL / RELAÇÕES INTERPESSOAIS. Muitos Alunos vivem em situação económica difícil;. Número significativo (com tendência crescente) de Alunos com dificuldades de integração e aprendizagem;. Dificuldades dos Alunos no cumprimento de regras;. Necessidade de melhorar o diálogo Escola/família;. Uso frequente de linguagem desadequada;. Frequente falta de cumprimento das tarefas Escolares;. Prejuízos da actividade lectiva com consequência da indisciplina. B. EFICÁCIA DAS APRENDIZAGENS E RESULTADOS ACADÉMICOS/DAS DISCIPLINAS. Resultados dos anos anteriores nas provas de aferição e exames nacionais (Língua Portuguesa e Matemática) abaixo dos resultados nacionais;. Fraca qualidade do sucesso. Percentagem significativa de Alunos a transitar com pelo menos dois níveis inferiores a três;. Sucesso a Língua Portuguesa e Matemática pouco satisfatório (abaixo das taxas nacionais). C. RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS - Recursos humanos:. Professores: ao nível da cooperação, da articulação e da inovação (Entre os Ciclos há aspectos a melhorar de forma a contrariar as dificuldades decorrentes do afastamento geográfico dos estabelecimentos);. Funcionários: pelo número insuficiente e formação (formação contínua escassa). - Recursos materiais:. Relativamente aos edifícios, constata-se que apesar da atenção, dada pelo. Ministério da Educação e pela Autarquia, estão identificadas várias irregularidades, em vários estabelecimentos;. Relativamente aos equipamentos de apoio às práticas lectivas, são insuficientes para algumas disciplinas, como por exemplo, música, ciências naturais e ainda equipamentos informáticos, apesar de se verificar nesta área um grande investimento;. Relativamente à forma como são usados os equipamentos como por exemplo, computador Magalhães, quadros interactivos, plataforma Moodle (neste domínio registam-se já alterações muito positivas, contudo é visível ainda algum desconforto no uso destes equipamentos). -27-

28 3. METAS As Metas definidas para a vigência deste documento Projecto Educativo de Agrupamento 2009/2012 que agora apresentamos, pretendem dar resposta ao diagnóstico efectuado no Agrupamento. Neste sentido, nos diferentes Planos Anuais ou Plurianuais de Actividades de cada uma das Escolas deste Agrupamento e nos respectivos Projectos Curriculares, procuram enunciar-se actividades para dar resposta às necessidades sentidas a nível do desenvolvimento de valores (ambiente, saúde, cidadania ); da inclusão; do desenvolvimento de competências específicas da Línguas Portuguesa e da Matemática (Plano Nacional de Leitura; Plano de Acção da Matemática) OBJECTIVOS GERAIS DE EDUCAÇÃO E DO ENSINO De acordo com a Lei de Bases do Sistema Educativo, foram seleccionados os Objectivos Gerais de Educação e de Ensino que, no entender do Agrupamento, correspondem às suas necessidades e às que foram identificadas aquando da caracterização do Concelho. Assim, foram encontrados os Objectivos Gerais de Educação e de Ensino, transcritos da Lei de Bases do Sistema Educativo Português, que a seguir se mencionam:. Contribuir para a realização do Educando, através do pleno desenvolvimento da personalidade, da formação do carácter e da cidadania, preparando-o para uma reflexão consciente sobre os valores espirituais, estéticos, morais e cívicos, proporcionando-lhe um equilibrado desenvolvimento físico;. Assegurar o direito à diferença, mercê do respeito pelas personalidades e pelos projectos individuais da existência, bem como da consideração e valorização dos diferentes saberes e culturas;. Contribuir para a realização pessoal e comunitária dos indivíduos, não só pela formação para o sistema de ocupações socialmente úteis, mas ainda pela prática e aprendizagem da utilização criativa dos tempos livres;. Fomentar a consciência nacional aberta à realidade concreta numa perspectiva de humanismo universalista, de solidariedade e de cooperação internacional;. Fomentar o gosto por uma constante actualização de conhecimentos;. Participar no processo de informação e orientação educacionais em colaboração com as famílias;. Criar condições de promoção do sucesso Escolar e educativo a todos os Alunos OBJECTIVOS ESPECÍFICOS A NÍVEL DAS NECESSIDADES LOCAIS Da Educação Pré-Escolar A Lei-Quadro, na sequência dos princípios definidos na Lei de Bases do Sistema Educativo, consagra o ordenamento da Educação Pré-Escolar. Assim, de acordo com a Lei n.º 5/97 de 10 de Fevereiro, propomos e foram transcritos os seguintes objectivos específicos capazes de dar resposta às necessidades locais, e promotores de um desenvolvimento equilibrado das -28-

29 Crianças, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como Ser autónomo, livre e solidário:. Contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso à Escola e para o sucesso da aprendizagem;. Estimular o desenvolvimento global de cada Criança, no respeito pelas suas características individuais, incutindo comportamentos que favoreçam aprendizagens significativas e diversificadas;. Proporcionar a cada Criança condições de bem-estar e de segurança, designadamente no âmbito da saúde individual e colectiva;. Incutir na criança as noções de respeito pelos diferentes elementos que a rodeiam, e de cidadania;. Incentivar a participação das famílias no processo educativo e estabelecer relações de efectiva colaboração com a comunidade;. Responsabilizar as famílias para o desenvolvimento da personalidade e da cidadania nas crianças Do Ensino Básico (1º, 2º e 3º Ciclos) Para responder aos grandes desafios colocados pela Comunidade Educativa, através do estudo que foi realizado para a preparação deste documento, e articulando as problemáticas resultantes do conhecimento a nível nacional com as problemáticas conhecidas de nível local Vila da Moita, Sarilhos Pequenos, Chão Duro, Carvalhinho, Penteado, temos como preocupação promover activamente e acompanhar a vida Escolar de todos os Alunos, propondo os objectivos específicos que se seguem e que acreditamos serem os adequados às necessidades concretas do nosso Agrupamento:. Promover, na formação integral dos Alunos, atitudes e valores conducentes à aquisição de noções de educação para a cidadania, tornando-os indivíduos conscientes e participativos numa sociedade democrática;. Promover o gosto pela aprendizagem num clima de harmonia e respeito mútuo entre os diferentes elementos da comunidade educativa;. Desenvolver nos Alunos o gosto para a preservação e valorização do património construído, quer na Escola, quer no Concelho;. Desenvolver na Escola actividades de promoção e de apoio educativo, tendo em vista a igualdade de oportunidades e de pleno sucesso na conclusão da Escolaridade básica obrigatória;. Prestar aos Alunos informação e formação, no âmbito da educação alimentar, sexual, higiene, e prevenção de comportamentos não sociais;. Desenvolver programas e acções sobre segurança dos espaços Escolares e sobre prevenção rodoviária;. Desenvolver na Escola actividades de Enriquecimento do Currículo, Extra-Escolares e de Desporto Escolar que visem a realização pessoal e comunitária dos Alunos, não só pela formação para o sistema de ocupações socialmente úteis, mas ainda pela prática e aprendizagem da utilização criativa dos tempos livres; -29-

30 . Promover e desenvolver actividades diversas que levem ao envolvimento dos Alunos na vida da Escola;. Respeitar todos os valores que os Alunos perfilhem, desde que satisfaçam o quadro legal colectivamente aceite;. Promover actividades que levem a uma articulação entre a educação na Família e a Escola;. Responsabilizar as famílias para o desenvolvimento da personalidade e da cidadania dos seus membros, sendo que compete primordialmente aos pais, mães e Encarregados de Educação, a educação em sentido lato. 4. ESTRATÉGIAS A. DESENVOLVIMENTO PESSOAL E SOCIAL / RELAÇÕES INTERPESSOAIS Desta problemática emerge a necessidade do Agrupamento organizar actividades a constar dos Projectos Curriculares de Escolas, Planos Anuais de Escola com base nas seguintes linhas orientadoras:. Envolver a comunidade na construção dos PEA, PAAE s, continuando a desenvolver reuniões, debates, recolha e sistematização da informação;. Valorizar a participação dos Encarregados de Educação na vida do Agrupamento, através de: recepção aos EE s, reuniões regulares entre DT s e EE s, colaboração com a Associação de Pais e EE s, de convites a sua integração /participação em actividades das Escolas do Agrupamento;. Continuar a apostar e valorizar projectos do Agrupamento/das Escolas, para a melhoria das relações interpessoais, através de: actividades de cooperação/intercâmbio/troca de correspondência; visitas de estudo/projecto ComeniusII/Projecto Escola Alerta;. Criar instrumentos de regulação do Regulamento Interno e gestão dos recursos, através de: valorização da acção do Director de Turma, valorização do trabalho do Professor Tutor, valorização do trabalho cooperativo dos Professores e dos Funcionários, monitorização do cumprimento dos regulamentos;. Investir na divulgação das boas práticas, através de: álbuns, conferências, vídeos, dentro e fora das Escolas.. Organizar as visitas de estudo, valorizando o trabalho antes e depois da sua realização, considerando a sua contextualização rigorosa e privilegiando o envolvimento dos Alunos. Assegurar a divulgação das actividades nos placards do Polivalente, página da web;. Incentivar o Intercâmbio Escolar (correspondência, comunicação pelas TIC, tema de fundo: valores ), envolvendo Turmas, Escolas, Países;. Definir linhas orientadoras, por ano de Escolaridade, para o trabalho a desenvolver nas Actividades Curriculares Não Disciplinares de Agrupamento, numa perspectiva de continuidade, prioritariamente nas áreas de: -30-

31 - Educação para a Saúde e Sexualidade (Despacho nº19308); - Educação Ambiental; - Educação Igualdade de Oportunidades; - Educação para a Solidariedade; - Dimensão Europeia da Educação; - Educação Rodoviária. B. EFICÁCIA DAS APRENDIZAGENS E RESULTADOS ACADÉMICOS/DAS DISCIPLINAS A este nível os objectivos são:. Reduzir as taxas de retenção ( 0,1% );. Melhorar a qualidade do sucesso e as taxas de sucesso pleno (0,1% );. Melhorar as classificações internas e externas no final de cada ano lectivo e constituir um observatório. No sentido da consecução destes objectivos aponta-se as seguintes estratégias:. Monitorização regular, do serviço educativo prestado, com o intuito de promover a articulação e sequencialização do processo de ensino-aprendizagem através de: - Reuniões mensais entre o Director e os seis Coordenadores Curriculares; - Reuniões semanais entre os Coordenadores de Departamento Curriculares; - Reuniões semanais entre cada Coordenador dos Departamentos Curriculares e os respectivos Delegados/Escolas; - Reuniões mensais entre o Director e ou os Adjuntos com cada um dos Representantes ao Conselho Pedagógico.. Constituição de equipas pedagógicas, como meio facilitador à continuidade de trabalho com os Alunos, ao longo dos ciclos de Escolaridade;. Ocupação plena dos tempos Escolares;. Mobilização da componente lectiva para reforço das aprendizagens;. Constituição de equipas pedagógicas para apoio aos Alunos com necessidades especiais;. Continuação do desenvolvimento de Projectos, como por exemplo Plano de Acção da Matemática, Plano Nacional de Leitura;. Mobilizar, aumentando, a componente não lectiva, para reforço das aprendizagens. C. RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS Ao nível dos recursos humanos e materiais promoção da eficácia dos serviços prestados consideram-se as orientações seguintes: Recursos Humanos - Docentes. Apostar na prática visitas mútuas 5 para melhorar o trabalho cooperativo;. Intensificar o desenvolvimento de actividades que integrem os vários ciclos de ensino;. Continuar a apostar na formação, com incidência nas novas tecnologias;. Criação de dispositivos de acompanhamento e de avaliação interna do desempenho das estruturas de articulação curricular. 5 in Liderar Numa Cultura de Mudança, de Michael Fullam, ed. Asa -31-

32 Recursos Humanos Não Docentes. Apostar na formação, com base na auscultação feita e sistematizada no Conselho no Pedagógico.. Atender na medida do possível, às sugestões dos funcionários para melhorar as condições de trabalho e o funcionamento dos serviços.. Criação de dispositivos de monitorização e acompanhamento dos serviços prestados. Materiais. Investir na requalificação dos Estabelecimentos, ao nível das deficiências identificadas, mantendo um diálogo permanente com as Entidades envolvidas nesta área (Ministério de Educação, Autarquia);. Fazer um esforço financeiro para manter os equipamentos existentes em bom estado e adquirir novos para as diferentes disciplinas;. Insistir no diálogo com a Autarquia para fornecer equipamento para os estabelecimentos à sua responsabilidade PROJECTO CURRICULAR DE CADA ESCOLA DO AGRUPAMENTO De acordo com as linhas orientadoras deste Projecto Educativo, cada Escola que constitui o Agrupamento, elaborou o seu Projecto Curricular (que são anexos a este Projecto Educativo de Agrupamento, em respeito pela identidade própria por cada Estabelecimento) tendo por princípio as metas que constam neste documento com o objectivo de dar resposta aos problemas aqui enunciados PLANOS ANUAIS DE ACTIVIDADES DE CADA ESCOLA De acordo com as linhas orientadoras deste Projecto Educativo, cada Escola que constitui o Agrupamento, elaborou o seu Plano Anual de Actividades (que são anexos a este Projecto Educativo de Agrupamento, em respeito pela identidade própria por cada Estabelecimento) tendo por princípio as metas que constam neste documento com o objectivo de dar resposta aos problemas aqui enunciados CRITÉRIOS PARA A CONSTITUIÇÃO DE TURMAS Tendo em conta o previsto nos normativos legais em vigor no respeitante à Educação e ao Ensino em Portugal, os Objectivos Gerais de Educação e de Ensino que, no entender dos Órgãos do Agrupamento, correspondem às suas necessidades e às que foram identificadas aquando da caracterização do Concelho e na elaboração do Projecto Educativo de Agrupamento, com a sua aprovação pelo Conselho Geral, e, do Projecto Curricular de cada Escola do Ensino Básico ou Estabelecimento de Educação Pré-Escolar, documento este aprovado pelo Conselho Pedagógico, do Agrupamento Vertical de Escolas, de D. Pedro II, Moita, considera-se: -32-

33 Na Constituição das turmas devem prevalecer critérios de natureza pedagógica competindo ao Director aplicá-los no quadro de uma eficaz gestão e rentabilização dos recursos humanos e materiais existentes no Agrupamento. Assim, no âmbito da organização dos anos lectivos a que corresponde a vigência do Projecto Educativo de Agrupamento (nos anos lectivos de 2009/2010, 2010/2011 e 2011/2012), mencionam-se os critérios que devem prevalecer para a constituição das turmas: A) Constituir comissões de trabalho para a formação de turmas em cada uma das Escolas do 1.º, 2.º e 3.º Ciclos, do Ensino Básico e Estabelecimentos de Educação Pré-Escolar que constituem o Agrupamento Vertical de Escolas, de D. Pedro II, Moita, com vista à formação de turmas: A.1) Cada uma das comissões deve proceder à leitura das indicações dos Conselhos de Turma e ou do Conselho de Docentes e atentar aos normativos legais em vigor quanto à constituição das Turmas (número máximo e mínimo de Alunos, Alunos com necessidades educativas especiais, disciplinas opcionais, de entre outras razões); A.2) Cada uma das comissões deve elaborar relatórios dando conta do trabalho realizado, para apreciação pelo Director e no Conselho Geral do Agrupamento; B) O número de turmas a constituir no Agrupamento Vertical de Escolas, de D. Pedro II, Moita, tem por base a previsão estabelecida, ano a ano, em reuniões da rede Escolar pela Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo; C) As comissões devem atender às recomendações, anuais, do Conselho Pedagógico sobre a constituição de turmas e sobre a continuidade de projectos, nomeadamente quanto a Alunos ou a turmas de percursos alternativos, ou a situações decorrentes novos normativos; D) O Director dará conhecimento à Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, do trabalho realizado no âmbito da previsão da rede Escola. 5. RECURSOS O Projecto Educativo de Agrupamento, enquanto documento que estabelece os projectos e toda a acção das Escolas, deve ter em conta os aspectos organizacionais, pois estes condicionam e ou determinam a eficiência do Projecto. Na mobilização dos recursos devem ser considerados diferentes aspectos, tais como: gestão dos espaços e dos tempos; métodos de ensino; conteúdos programáticos onde haja atenção aos pontos de interesse dos Alunos, suas dificuldades, e características do meio; relação Professor Aluno; entre outros RECURSOS HUMANOS Para a implementação dos seus Planos Anuais de Actividades, as Escolas organizam equipas de trabalho por cada acção a desenvolver. Estas equipas envolvem os Professores, os Alunos, os Pais e ou Encarregados de Educação, os Funcionários, Assistentes Operacionais e -33-

34 Assistentes Técnicos, consoante os objectivos de cada acção. Este trabalho em equipa é fundamental, pois possibilita a sequencialidade no Ensino, valorizando diferentes saberes, promove a participação e a responsabilização dos diversos intervenientes no processo educativo, e contribui para influenciar positivamente, tanto o clima das Escolas, como a qualidade do ensino. Os Planos de Formação Docente e Não Docente, atendendo às necessidades inventariadas anualmente, tendo em consideração o teor do Projecto Educativo, é parte integrante de cada um dos Planos Anuais de Actividades de cada uma das Escolas do Agrupamento PARCERIAS, PROTOCOLOS E PROJECTOS A Escola Sede e todas as outras Escolas do Agrupamento, através do Director e do Conselho Pedagógico, tem vindo a estabelecer e estimular, ao longo dos anos, uma relação estreita com diversos Parceiros, no sentido de um maior enriquecimento da vida Escolar em todas as suas vertentes. PARCERIAS E PROTOCOLOS Estas parcerias têm ainda o propósito de integrar, cada vez mais, os diversos agentes exteriores à Escola no processo de construção das aprendizagens dos nossos Alunos, e criar condições que conduzem a um bom ambiente de trabalho para todos os elementos da comunidade Escolar, ao mesmo tempo que aumenta e melhora os recursos do Agrupamento. Deste modo, há a considerar as parcerias com as seguintes Entidades: Câmara Municipal da Moita; Junta de Freguesia da Moita; Junta de Freguesia de Sarilhos Pequenos; Governo Civil de Setúbal; Centro de Saúde da Moita; CERCIMB; Sociedade Filarmónica Estrela Moitense; Bombeiros Voluntários da Moita; GNR (Projecto Escola Segura); Comissão de Protecção de Crianças e Jovens da Moita; Escola Secundária da Moita; Outras Escolas Portuguesas e Estrangeiras (Projecto Comenius Parcerias entre Escolas); Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social; Associação Sonhos sem Idade; Associação de Pais e Encarregados de Educação dos Alunos do. Actualmente a Escola Básica do 2º e 3º Ciclos D. Pedro II, Moita, enquanto Escola de referência do Programa Integrado de Educação Formação (PIEF), integra dois grupos turma da medida educativa e formativa de inclusão social do Programa para a Prevenção e Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil (PETI). Este programa visa a conclusão da Escolaridade obrigatória a jovens que não a concluíram até ao limite da idade prevista, permitindo aos jovens com idade superior a 16 anos a celebração com empresas de protocolos de Formação Vocacional em contexto de trabalho, com bolsa de formação que favoreçam a inclusão e a integração social dos mesmos e, uma transição apoiada e acompanhada para a inserção legal no mercado de trabalho. Há ainda a referir que o estabelecimento destas parcerias é um processo dinâmico que procura alargar o leque de Entidades, cujo contributo se revele pertinente para o crescimento dos nossos Alunos enquanto cidadãos conscientes, informados e responsáveis. As parcerias assinaladas têm levado e levarão a trocas de serviços entre as Entidades (acções de formação; construção e manutenção dos edifícios; oferta de materiais, etc.) e à realização de -34-

35 Projectos de Turmas de Percurso Curricular Alternativo e de Programas Integrados de Educação e Formação para os Alunos. Referimos ainda o Plano de Acção / Projecto de Cooperação, CERCIMB 2, projecto de continuidade ao abrigo da portaria 1102/ 97 alínea b) e Decreto-lei 3/2008. PROJECTOS/ ACTIVIDADES Actividades de Enriquecimento Curricular nas Escolas do 1.º Ciclo O Programa das Actividades de Enriquecimento Curricular encontra-se regulamentado pelo Despacho da Ministra da Educação n.º 14460, de 26 de Maio de Este Despacho decorre da primeira medida efectiva de concretização de projectos de enriquecimento curricular do Programa de Generalização do Inglês nos 3º e 4º anos do 1º ciclo, em 2005, e dos significativos resultados alcançados pelo Programa de Generalização do Ensino de Inglês nos 3º e 4º anos e de Outras Actividades de Enriquecimento Curricular no 1º ciclo, lançado em 2006/2007, que veio consolidar o conceito de Escola a tempo inteiro. Do 1º ao 4º ano do Ensino Básico todos os Alunos do Agrupamento podem usufruir de Apoio ao Estudo, Inglês, Actividade Física e Desportiva e Música. Estas Actividades estão a decorrer desde o ano lectivo de 2006/2007, por iniciativa do Conselho Executivo e no ano lectivo de 2007/2008 e 2008/2009, tem como Entidade promotora a Associação de Pais e Encarregados de Educação. Actividades de Enriquecimento Curricular na Escola Sede Na Escola Sede as Actividades de Enriquecimento Curricular existem desde o final dos anos oitenta. Desde há muito que se considera este tipo de actividades como um forte contributo para a formação integral dos Alunos. Estas actividades tiveram origem num projecto denominado Escola Cultural, do qual faziam parte nove professores, responsáveis por diversos Clubes. Várias têm sido as áreas temáticas abordadas, pelos Clubes, ao longo dos anos lectivos: artes plásticas (pintura, azulejaria, serigrafia ); Lavores e Bricolage; Ambiente (hortofloricultura, reciclagem, jardinagem ); Jornalismo; Danças e Cantares; Música; Informática; Saúde; Europeu; Desporto Escolar. As Actividades de Enriquecimento do Currículo, têm como objectivo privilegiar a realização pessoal e comunitária dos Alunos, contribuindo para a formação da sua personalidade, carácter e cidadania, através de actividades que habitualmente não realizam nas aulas ou de apoio indirecto às actividades lectivas como reforço das aprendizagens. No início do ano lectivo, é feita a divulgação das actividades existentes, os Alunos inscrevem-se de forma voluntária, tentando ocupar as horas livres de actividades lectivas. -35-

36 Clube do Desporto Escolar O Projecto do Desporto Escolar é talvez das mais importantes acções que um dia foram criadas na instituição Escola, ao encontro da compreensão aglutinadora do fenómeno desportivo junto dos jovens e portanto da capacidade que o mesmo apresenta para interessar os seus utentes pela sua Escola. Porém a Escola cresceu nas suas acções, dinâmicas e movimentos em prol dos seus Alunos, agora com mais necessidades de acompanhamento Escolar e também em função de um acompanhamento crescente que os projectos políticos impõem nas suas políticas educativas emergentes. É pois chegado o momento da instituição Escolar interessar-se ainda mais pela existência e importância do Projecto e de todos os outros já existentes, fora da esfera desportiva, e manifestar com toda a veemência o seu interesse pela sua manutenção e até desenvolvimento. Assim sendo, a Escola deverá encontrar no plano da sua actividade diária e portanto da sua organização interna, um quadro de horários que permita a integração plena destas actividades no chamado horário normal dos Alunos e Professores, não colocando o seu funcionamento em princípios ou finais de dia, de forma a poder ter os Alunos claramente na Escola e portanto criando condições de presença dos mesmos nas actividades a propor. Apresentada esta grande introdução em defesa de uma clara solução para o Projecto do Desporto Escolar, importa referir que o Projecto existe há aproximadamente duas décadas e meia de anos na Escola, de forma determinada e naturalmente ao encontro dum estabelecimento de ensino com fortes tradições no domínio das actividades extracurriculares. Tradições que devem continuar a fazer da Escola Básica do 2.º e 3.º Ciclos, D. Pedro II, Moita, o espaço privilegiado para a condução de uma prática desportiva de sentido alargado, com uma oferta de actividades variadas a nível interno e externo, no fundo ao encontro da política emanada para o sector e numa perspectiva de valorização do jovem Aluno. O Desporto Escolar é por Excelência:. Um espaço de afirmação pessoal no domínio da prática desportiva;. Um espaço de intervenção social no domínio da relação com os outros;. Um espaço de sabor lúdico no domínio da relação com as diferentes actividades/desportos propostos;. Um espaço de auto-estima em relação à instituição e comunidade Escolar.. Neste sentido e decorrente do explicitado, apresentamos as linhas gerais para o sector:. Reforçar as Parcerias entre o Desporto Escolar e outros agentes desportivos, incluindo associações locais, autarquias e o desporto federado.. Promover o combate à inactividade física e a luta contra a obesidade. Concluindo, reafirmamos que as actividades propostas para os Alunos, de âmbito interno e competição e representação externas, independentemente de assumirem um carácter facultativo, devem merecer o acompanhamento sério das famílias numa perspectiva de rigor e -36-

37 colaboração com a instituição Escolar, única forma de conferir ao projecto a seriedade que ele de facto contém e numa linha de transversalidade com os vários programas para a saúde e bemestar. Projecto Escola Alerta O Concurso Escola Alerta é promovido ao nível do Governo Civil de cada distrito sendo dirigido a todas Escolas e instituições educativas. Este concurso apresenta duas fases, a distrital e a nacional e, tem como objectivos gerais: 1. Sensibilizar e mobilizar os Alunos para a sua participação na superação da discriminação de que são alvo as pessoas em geral e em particular as pessoas com deficiências ou incapacidade, através da eliminação das barreiras sociais, da informação e comunicação, urbanísticas e arquitectónicas as quais dificultam ou impedem a sua acessibilidade, o pleno gozo dos direitos humanos e de cidadania e, consequentemente, o exercício efectivo dos seus direitos. 2. Sensibilizar e mobilizar os Alunos para a igualdade de oportunidades e para os direitos humanos, em particular os direitos das pessoas com deficiências ou incapacidade. 3. Promover a participação das Escolas e da comunidade na construção de uma Sociedade para Todos. A Escola Básica do 2.º e 3.º Ciclos, de D. Pedro II, Moita, participa no concurso desde o ano lectivo 2006/2007 até ao presente com as seguintes temáticas: ano lectivo 2006/2007 Barreiras arquitectónicas na Vila da Moita; ano lectivo 2007/2008 Barreiras arquitectónicas na Escola Plano de Emergência; ano lectivo 2008/2009 Barreiras sociais. O trabalho que está a ser desenvolvido no presente ano lectivo tem parceria com a CERCIMB centro 2, subordinado ao tema Todos juntos por um mundo melhor, com o objectivo de identificar, reflectir, debater e apresentar soluções para minimizar o impacto das barreiras sociais existentes na nossa sociedade. Para tal realizar-se-ão três actividades durante os períodos lectivos com a participação dos Alunos das duas instituições, Professores e Técnicos envolvidos. No final do ano lectivo será solicitado ao Director o compromisso da continuação do intercâmbio estabelecido entre as instituições envolvidas neste projecto. Testes Intermédios Os Testes Intermédios de Matemática para os oitavos e nonos anos Escolaridade são instrumentos de avaliação disponibilizados pelo GAVE (Gabinete de Avaliação Educacional - Ministério de Educação) ao longo do ano lectivo e têm como principais finalidades permitir a cada Professor aferir o desempenho dos seus Alunos por referência a padrões de âmbito nacional, ajudar os Alunos a uma melhor consciencialização da progressão da sua aprendizagem, tendo em conta estes padrões e, por acréscimo, a sua progressiva familiarização com instrumentos de avaliação externa, processo a que estarão sujeitos no final do 3.º ciclo, no caso do ensino básico. Deste modo, os testes intermédios fornecem informação relevante aos -37-

38 Professores para que estes possam desenvolver estratégias de actuação dirigidas à superação das dificuldades detectadas. No que se refere à tipologia dos itens e aos respectivos critérios de classificação, os testes intermédios ilustram, com elevado grau de fidelidade, o modelo de prova de exame a apresentar no corrente ano lectivo. O teste é aplicado em simultâneo em todo o território nacional. Cada teste é resolvido durante uma aula com a duração de 90 minutos. Estão envolvidos os Professores de Matemática que leccionam os respectivos anos de Escolaridade. A Escola aderiu a este projecto há dois anos e visto que os resultados obtidos estão de acordo com as expectativas esperadas, pretende-se então dar seguimento nos anos seguintes enquanto vigorar a sua aplicação. Plano Nacional de Acção para a Matemática Com o intuito de melhorar os resultados a Matemática, o Departamento de Matemática da Escola Básica do 2.º e 3.º Ciclos, de D. Pedro II, Moita, candidatou-se ao projecto Plano Nacional de Acção para a Matemática orientado pelo Ministério da Educação, implementado a partir do ano lectivo 2006/2007, com a duração de 2 anos para as turmas do 2º ciclo e de 3 anos para as turmas do 3º ciclo. Após a análise dos resultados obtidos pelos Alunos desta Escola nas provas de aferição de 6º ano e nos exames de 9º ano, verificou-se que os maiores níveis de insucesso estão relacionados com o tema Geometria, nomeadamente na competência da resolução de problemas. As dificuldades apresentadas nesta área poderão estar relacionadas com a falta de raciocínio abstracto, pouco trabalhado com os Alunos devido ao insuficiente número de actividades com materiais manipuláveis, tão importante para a compreensão dos conceitos, especialmente em Geometria. Os objectivos que se pretendem atingir com o presente projecto estão essencialmente relacionados com a aquisição de competências matemáticas de diversa ordem: Competências elementares de cálculo; Competências que permitam aos Alunos, enfrentar com confiança situações novas e resolver problemas de natureza diversa; Capacidade de resolução de problemas; Mobilização de conhecimentos para resolução de tarefas complexas. Com este projecto foi possível melhorar as práticas educativas dos Docentes, pois introduziu-se alterações no modo de leccionar as aulas e de auxiliar os Alunos na aquisição das competências específicas da disciplina. -38-

39 A equipa de Docentes envolvidos no projecto, reúne-se semanalmente de modo a preparar as actividades e os materiais necessários, assim como mensalmente numa Escola a designar, com a Professora Orientadora do Projecto Teresa Olga (Representante do Ministério da Educação ). A área curricular não disciplinar Estudo Acompanhado das turmas envolvidas é destinadas ao projecto. É utilizada para desenvolver as competências transversais, como a leitura e interpretação de enunciados e a organização das tarefas, as competências específicas de Matemática relacionadas com a resolução de problemas e também a Geometria, de forma a facilitar a familiarização dos Alunos com os elementos geométricos e com a construção de materiais ou objectos recorrendo a competências específicas da Matemática relacionados com o cálculo. A criação de um laboratório de Matemática, como espaço rico em materiais adequados para a concretização de uma abordagem intuitiva e experimental desta disciplina recorrendo a materiais e software diversificado, é fundamental para a execução deste projecto, pois cria condições que se consideram importantes para facilitar a compreensão por parte dos Alunos de vários conceitos, assim como para o desenvolvimento do raciocínio. Para colmatar as dificuldades detectadas nos Alunos ao nível da resolução de problemas, nomeadamente interpretação de enunciados, tradução de enunciados para linguagem Matemática, organização e selecção da informação e falta de imaginação e criatividade, os Docentes planificam as suas aulas tendo como recurso situações problemáticas em contexto da vida real, e sempre que possível à utilização de materiais manipuláveis ou da sala de informática, de modo a alterar os hábitos de trabalho, quer dos Docentes quer dos Alunos. Nas reuniões com os Professores envolvidos no Projecto, discutem e elaboram fichas de resolução de problemas assim como actividades diversas que estimulem o gosto pela Matemática, a serem aplicadas se possível nas aulas de Estudo Acompanhado das turmas envolvidas no projecto. Pretende-se que as aulas de Estudo Acompanhado das turmas envolvidas tenham como finalidade o reforço das aprendizagens. Como o seu término é no final deste ano lectivo 2008/09 e tendo em conta que os balanços intercalares têm tido um impacto positivo, quer ao nível das práticas lectivas quer no trabalho entre Professores, a equipa de Professores do Plano da Matemática acha que deverá haver continuidade no trabalho efectuado e candidatar a Escola ao novo Plano da Matemática, alargado desta vez aos três ciclos do Ensino Básico. Projecto Portáteis TIC As TIC configuram-se como uma mais-valia para o desenvolvimento de actividades curriculares e extra-curriculares, assim como para o desenvolvimento de projectos a nível de Escola, nomeadamente os Projectos Curriculares de Turma. Com a utilização das TIC ver-se-ão evoluir os conteúdos ensinados, as práticas dos Professores, o ensino em sala de aula, a diversificação dos suportes e o alargamento do leque dos trabalhos propostos. -39-

40 Pretende-se, assim, generalizar a sua utilização, para Alunos e Professores, em diferentes domínios (gestão administrativa, pedagogia e ensino, orientação dos Alunos, educação para a cidadania, cultura geral e tecnológica). Para os Alunos, constituem um instrumento para desenvolver competências em várias áreas curriculares. Para os Professores um instrumento na preparação das aulas (pesquisa, acesso a recursos pedagógicos, produção de documentos de trabalho e de recursos pedagógicos), um auxiliar de ensino e um instrumento de aprendizagem. Para o estabelecimento, um instrumento de comunicação, de gestão e acompanhamento pedagógico dos Alunos, assim como apoio à avaliação das várias actividades desenvolvidas na Escola. O presente projecto prevê a existência de seis turmas, cinco do ensino regular e uma de currículo alternativo, em que a utilização das TIC será incluída no respectivo projecto curricular. Os conselhos de turma e os Alunos envolvidos terão as TIC como um dos principais recursos educativos nas diversas áreas curriculares. Os portáteis serão ainda utilizados como recurso pelos Professores e Alunos dos Clubes e das actividades de apoio pedagógico. As TIC configuram um instrumento estratégico no desenvolvimento de competências que possibilitem uma integração mais efectiva dos jovens numa sociedade global e competitiva. Objectivos Incentivar a formação pedagógica; Incentivar a utilização das TIC em sala de aula; Tornar acessíveis meios informáticos a um cada vez maior número de Alunos/ Professores; Incentivar a pesquisa e a utilização em sala de aula dos recursos da Web; Utilizar, de forma regular, aplicações para processamento de texto, folha de cálculo, apresentações; Apoiar a elaboração de materiais pedagógicos; Apoiar a realização de projectos educativos; Utilizar software educativo específico no âmbito das diferentes Áreas Curriculares Disciplinares e Não Disciplinares; Incentivar a partilha de recursos/documentos produzidos pelos Professores; Fomentar o trabalho interdisciplinar; Fomentar a utilização individual e profissional das TIC por parte dos Professores; Facilitar a comunicação entre estabelecimentos/escolas do Agrupamento/ órgãos centrais e locais; Facilitar a comunicação e a troca de informações entre Professores e Alunos; Facilitar actividades de intercâmbio entre Escolas; Apoiar o trabalho administrativo a nível de Estabelecimento; Optimizar a gestão a comunicação e a difusão de informação; Permitir aos Alunos utilizar aos recursos proporcionados pelas TIC; -40-

41 Contribuir para a formação para a cidadania; Apoiar o trabalho de equipa; Apoiar o desenvolvimento curricular e a inovação; Promover a exploração de produtos e ferramentas informáticas específicas para a aprendizagem, em diferentes áreas curriculares; Criar, na página da Escola, uma área de apoio educativo on-line; Estabelecer projectos de trocas de correio electrónico com outras Escolas/países no âmbito disciplinar da Língua Estrangeira. Competências a desenvolver a nível profissional Preparar e desenvolver sequências de ensino em suporte informático; Preparar bancos de exercícios/correcção dos mesmos em suporte informático; Utilizar software educativo em sala de aula; Utilizar a Internet como recurso educativo; Utilizar Blogues em contexto educativo; Divulgar materiais produzidos. Departamentos e ou Disciplinas envolvidas Ciências Matemática Línguas Humanidades Educação Artística e Tecnológica Educação Física Número de Alunos e ou explicitação do seu envolvimento Pesquisa e a utilização em sala de aula dos recursos da Web; Utilizar, de forma regular, aplicações para processamento de texto, folha de cálculo, apresentações; Utilizar software educativo específico no âmbito das diferentes áreas curriculares disciplinares e não disciplinares; Intercâmbio entre Escolas; Utilização de Blogues; Troca de informação com colegas e com professores; Apoio on-line; Produção de materiais para publicação na Página Web. Produtos e ou resultados previstos Página Web - reformulação; Área de apoio educativo online (na página Web da Escola); Blogue de uma Turma; Blogue de um Departamento; Materiais curriculares; Jornal Escolar online; Brochuras; Bases de dados de carácter administrativo; Bases de dados de materiais pedagógicos; -41-

42 Trabalhos realizados pelos Alunos no âmbito das TIC; Incremento da utilização das TIC, por parte de todos os envolvidos no Projecto, no processo de construção das aprendizagens. Plano Nacional do Ensino do Português O Plano Nacional do Ensino do Português (PNEP) foi criado pelo Despacho nº546/2007, de 11 de Janeiro e tem como objectivo central melhorar os níveis de compreensão de leitura e de expressão oral e escrita em todas as Escolas do 1º ciclo, num período entre quatro a oito anos, através da modificação das práticas Docentes do ensino da língua. (Despacho nº 546/07, ponto 3). São objectivos gerais deste programa melhorar a qualidade do ensino da Língua Portuguesa, esta finalidade é justificada pelos resultados obtidos em investigações nacionais e internacionais e pelo facto de o bom domínio da Língua Portuguesa se correlacionar directamente com o sucesso em diferentes áreas curriculares, com a integração social e, consequentemente, com o exercício de uma cidadania activa. O Programa Nacional do Ensino do Português para o 1ºciclo (PNEP) visa a melhoria das práticas pedagógicas e das aprendizagens, de modo a favorecer o desenvolvimento, nos Alunos, de competências comunicativas essenciais em Língua Portuguesa. Ao nível do Agrupamento concretizam-se os seguintes objectivos: Debater temas referentes aos domínios da linguagem oral, leitura, e escrita, com vista à actualização e aprofundamento dos conhecimentos científicos e metodológicos dos formandos, no que respeita ao ensino do português no 1º ciclo; Promover novas aprendizagens e uma reflexão aprendizagens já adquiridas, integrando-as na filosofia desta formação; Referenciar práticas e experiências adquiridas na formação, apresentando-os aos colegas como propostas de trabalho sobre cada um dos temas de trabalho; Promover a troca de experiências e práticas entre os formandos, interligando-as com as novas práticas, enriquecendo desta forma todo o processo de formação; Melhorar os níveis de compreensão de leitura e de expressão oral e escrita dos Alunos do 1º ciclo; Modificar algumas práticas. No Agrupamento Vertical de Escolas, de D. Pedro II, Moita, teve inicio no ano lectivo 2007/2008 com a formação de um Docente como Formador, para que no ano lectivo 2008/2009 se desse inicio à formação dos Docentes do primeiro ciclo. Plano Nacional de Leitura O Plano Nacional de Leitura é uma iniciativa, da responsabilidade do Ministério da Educação (ME), em articulação com o Ministério da Cultura e o Gabinete do Ministro dos Assuntos Parlamentares, que se constituiu para dar resposta aos níveis de iliteracia da população em geral e dos jovens em particular, tendo como objectivo o desenvolvimento de competências nos domínios da leitura e da escrita, bem como a criação de hábitos de leitura nos Alunos. Neste contexto, a Escola Básica do 2º e 3º Ciclos de D. Pedro II, Moita, aderiu ao referido Plano Nacional da Leitura no ano lectivo de 2007/2008, direccionado aos Alunos do 2º Ciclo com o -42-

43 objectivo de estimular o prazer de ler nos jovens, intensificando o contacto com os livros e a leitura na Escola, designadamente nas salas de aula, na Biblioteca Escolar e em casa. Para desenvolverem as actividades, os Professores têm contado com orientações, disponibilizadas on-line, que incluem não só listagens de obras adequadas às diferentes faixas etárias, como também sugestões de actividades de animação do livro. A Escola Sede tem vindo a dispor anualmente de financiamento, por parte do Ministério da Educação para aquisição das obras recomendadas, que distribui pelas Escolas do Agrupamento, tendo-se assim vindo a aumentar o fundo documental com a preocupação de contemplar géneros literários distintos (contos, teatro, fábulas, livros de aventuras, poesia, etc.), com um número de exemplares suficiente para possibilitar o trabalho colectivo (em sala de aula), em grupo e individual. Porque as famílias são muito importantes e desempenham um papel fundamental para a criação de hábitos de leitura em casa, tirando partido dos tempos livres, temos vindo a desenvolver várias actividades como por exemplo o empréstimo domiciliário centrado na Biblioteca Escolar, o incentivo à leitura em casa de livros, jornais e revistas e a realização de várias actividades, com base na leitura domiciliária. No 1º Ciclo desde o ano lectivo de 2006/ 2007 que se promovem actividades no âmbito do Plano Nacional de Leitura, com a circulação do fundo Plano Nacional de Leitura pelas Escolas e Jardins-de-Infância do Agrupamento. Com esta acção pretendemos: 1. Promover e desenvolver actividades diversas que levem ao envolvimento dos Alunos na vida da Escola/Agrupamento; 2. Promover a leitura no âmbito do Plano Nacional de Leitura, formar novos leitores elevando os níveis de literacias nos nossos Alunos e Crianças do Agrupamento; 3. Pretende-se que os pequenos leitores fiquem aptos para lerem e interpretarem a informação das grandes obras da Literárias; 4. Estimular a população Escolar, para a leitura, desde a primeira infância a partir dos quatro de idade; 5. Pretendemos mobilizar, com estas actividades, os Alunos, os Professores e os Encarregados de Educação, nesta iniciativa. Actividades Desenvolvidas: 1. A abordagem/exploração dos livros do Plano Nacional de Leitura realizado em sala de aula pelos Alunos, Crianças e Professores; - do Pré ao 4º ano; 2. Circulação do fundo documental, no âmbito do Projecto de Promoção de Leitura em Família Leitura em Vai e Vem Pré-Escolar Programa Integrado de Educação e Formação O Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF) funciona na Escola do 2º e 3º Ciclos, de D. Pedro II, Moita, desde o ano lectivo de 2005/2006. Em cada um dos três primeiros anos lectivos existiram duas turmas PIEF Tipo 1, sendo que no presente ano existe apenas uma. Ao longo dos últimos três anos integraram estas turmas jovens para certificação com o 2º Ciclo do -43-

44 Ensino Básico (Tipo 1), jovens que após esta certificação continuaram na turma no percurso subsequente (Reforço de Competências) e jovens que, para obtenção da certificação com o 3º Ciclo do Ensino Básico, para além da formação académica, com uma componente lectiva de 16 horas semanais na Escola, cumpriram uma componente de Formação Vocacional de 24 horas semanais em empresas locais (PETI Empresa). Estas turmas, compostas por jovens dos 14 aos 18 anos, pretendem integrar Alunos que, encontrando-se dentro da Escolaridade obrigatória, apresentam elevados níveis de absentismo/abandono Escolar, sem obterem sucesso, estando simultaneamente ainda fora do mundo do trabalho, sem certificações e sem dispositivos de integração social, tornando-os população de risco ou efectiva exclusão. Acresce ainda a esta situação a realidade prévia da sua pertença social se caracterizar quase sempre por cenários de desfavorecimento económico, cultural e afectivo. Projecto de Cooperação com a CERCIMB O Agrupamento de Escolas de D. Pedro II, tem um Projecto de Cooperação com a CERCIMB desde o ano lectivo 2007/2008. Este Projecto é anual e tem como objectivo fazer uma Avaliação especializada (Psicologia, Terapia da Fala e Terapia Ocupacional) de Alunos com NEE de carácter permanente que frequentam as Escolas deste Agrupamento. No Projecto estão abrangidas trinta Crianças e Alunos de todos os ciclos do Ensino Básico. O trabalho a desenvolver com estes Alunos é de parceria com o Núcleo dos Serviços Especializados de Apoio, reunindo-se o Núcleo com os Técnicos da CERCIMB sempre que necessário. Este Projecto foi elaborado e aprovado ao abrigo da Portaria 1102/97, alínea b) e Decreto-Lei 3/2008. Projecto Coordenação para a Promoção e Educação para a Saúde A Educação para a Saúde em meio Escolar, pretende contribuir para a aquisição de competências por parte da comunidade Escolar, permitindo fazer escolhas individuais, conscientes e responsáveis, estimulando um espírito crítico e construtivo, de acordo com o Despacho nº 19737/2005, Despacho nº 25994/2005 e o Despacho nº 25995/2005. A nomeação da Coordenadora para a Promoção e Educação para a Saúde decorreu em Janeiro de 2007, com objectivo de coordenar a prossecução das áreas temáticas prioritárias: a) Alimentação e Actividade Física; b) Consumo de Substâncias Psico-activas; c) Sexualidade; d) Infecções Sexualmente Transmissíveis, designadamente VIH SIDA; e) Violência em Meio Escolar. A Educação para a Saúde deverá ser desenvolvida numa perspectiva interdisciplinar, numa lógica de transversalidade, nomeadamente nas áreas curriculares não disciplinares de Área de Projecto e Formação Cívica. Pretende-se que haja uma articulação Escola/Família, a -44-

45 participação da comunidade e o estabelecimento de parcerias, nomeadamente, com o Centro de Saúde da Moita. Com este Projecto pretende-se:. Desenvolver a consciência cívica de toda a comunidade como elemento fundamental no processo de formação de cidadãos responsáveis, activos e intervenientes;. Consciencializar os Alunos para a importância da aquisição de valores/atitudes, com vista à sua integração na sociedade;. Fomentar o reconhecimento da saúde como um bem precioso que todos desejamos e devemos promover;. Sensibilizar os diversos agentes da comunidade educativa para a necessidade da Educação para a Saúde e da Educação Sexual, fomentando a sua adesão e envolvimento neste projecto;. Fomentar hábitos de vida saudável;. Estimular o apreço pelo seu próprio corpo e pela conquista da saúde individual;. Promover uma cultura de respeito e responsabilidade no campo da sexualidade;. Promover a relação Escola/Família, Escola/Centro de Saúde e/ou outras instituições/recursos comunitários;. Desenvolver as vertentes de pesquisa e intervenção, promovendo a articulação dos diferentes conhecimentos disciplinares e não disciplinares. Projecto Comenius 1 Parcerias entre Escolas Europeias Desde o ano lectivo de 1990/91 que a Escola tem desenvolvido trabalho no âmbito da Dimensão Europeia da Educação com a criação dum Clube Europeu, englobado no Projecto da Escola Cultural. Nos primeiros três anos de implementação do Projecto, os trabalhos realizados bem como a sua divulgação desenvolveram-se só a nível da Escola contudo em 1993/94 iniciou-se um intercâmbio Escolar com o Colégio Público de Santa Marina de Badajoz, em Espanha. O início do intercâmbio ficou assinalado com uma visita de estudo de um grupo de Alunos e de Professores portugueses ao Colégio e à Cidade de Badajoz com o objectivo de nos conhecermos e de conviver. Até ao ano lectivo de 1995/96 várias actividades foram desenvolvidas neste intercâmbio nas vertentes: cultural (música e danças tradicionais), desportiva (atletismo, futebol e basquetebol) e pedagógica (práticas pedagógicas, troca de materiais, inclusão); realizaram-se várias visitas entre as duas Escolas envolvendo Alunos e Professores; os Alunos ficavam nas famílias do país de acolhimento; fortaleceram-se relações de amizade e de partilha. Nos anos lectivos de 1996/97 a 1998/99 as actividades do Clube Europeu integraram-se no Projecto Educativo Europeu (Comenius 1) com o Projecto Construir a Europa dos Povos: Troca -45-

46 de Culturas = Tolerância com o Colégio Público de Santa Marina de Badajoz (Espanha) e o Lycée de Namur (Bélgica), tendo sido a nossa Escola a Coordenadora do Projecto. Desde estes anos que a Escola tem continuado a apresentar Projectos Comenius alargando-se as parcerias a outros países como a Grécia, Itália, França, Roménia, Hungria e Bulgária /01 e 2001/2002 Conhecer o Passado é Construir o Futuro ;. 2002/03, 2003/04 e 2004/05 A Criança e o Jogo na Europa de Ontem e de Hoje ;. 2005/06 (Projecto Língua) À Descoberta da Música Tradicional ;. 2006/07 e 2007/08 Dis-mois quelle ville tu vis, je te dirais qui tu es. No ano de 2008/09 apresentámos uma candidatura a um projecto de parcerias de Escolas com algumas das Escolas à data, parceiras, mas não obteve aprovação da nossa Agência Nacional. Entretanto a nossa Escola foi convidada por uma outra Escola francesa Collège Léon Cordes, Montpellier para nos apresentarmos à candidatura de 2009/2011, sobre o Desenvolvimento Sustentável (Comenius 1). O título do Projecto é Regards croisés de jeunes européans sur le dévelopement durable e prevê a parceria de Escolas de França (que se propôs coordenar o Projecto), Portugal, Espanha, Itália, Roménia e Bulgária RECURSOS MATERIAIS E FINANCEIROS O Agrupamento, através do seu Conselho Administrativo, apresenta, anualmente, ao Gabinete de Gestão Financeiro do Ministério de Educação, uma proposta de orçamento com base nos gastos correntes do ano anterior para a execução do Projecto Educativo, auscultando todos os sectores das Escolas e tendo em consideração as linhas orientadoras definidas pela Assembleia. Para além deste orçamento, a Escola Sede conta também com o seu orçamento privativo, constituído por receitas arrecadadas pela Escola, conforme o previsto na lei, incluindo as provenientes do aluguer à comunidade das instalações do Pavilhão Desportivo para a prática desportiva, e do Salão Polivalente para a realização de serviços e actividades. Contamos também com as verbas provenientes das autarquias (Câmara Municipal da Moita, Junta de Freguesia da Moita e Junta de Freguesia de Sarilhos Pequenos), destinadas às Escolas do Primeiro Ciclo e Jardins-de-Infância, em conformidade com a lei. Meios materiais e financeiros serão procurados, junto de outras entidades locais, para podermos responder ao desenvolvimento das actividades previstas ou que se venham a organizar nos diferentes Planos Anuais de Actividades das Escolas do Agrupamento, sempre em acordo com a filosofia dos normativos legais em vigor e deste Projecto Educativo. 6. AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROCESSO EDUCATIVO O Projecto Educativo do Agrupamento tem uma filosofia própria, que se pretende originária de uma política educativa dinâmica, flexível, autónoma, aberta e geradora de desafios pedagógicos, estando conforme com o espírito da Lei n.º 46/86, de 14 de Outubro (Lei de Bases do Sistema Educativo, com as alterações produzidas até à presente data), o Decreto Lei 75/2008, o Decreto- Lei 6/2001, de 18 de Janeiro, o Decreto-Lei n.º 209/2002, de 17 de Outubro, a Lei n.º 5/97, de

47 de Fevereiro (Lei Quadro da Educação Pré-Escolar), o Decreto-Lei n.º 147/97, de 11 de Junho, Despacho n.º 5220/97 (2.ª série), de 04 de Agosto e demais normativos legais em vigor. Dentro desta lógica abrangente, daquilo que entendemos ser o Projecto Educativo de Agrupamento 2009/2011, parece-nos que, para o acompanhamento do processo educativo subjacente a este documento, se impõe uma avaliação simples mas cuidada das actividades propostas, tal como está consignado na Lei nº 31/2002, de 20 de Dezembro (Sistema de Avaliação da Educação e do Ensino não Superior, desenvolvendo o Regime previsto na Lei n.º 46/86, de 14 de Outubro Lei de Bases do Sistema Educativo). Assim, esta avaliação caberá aos respectivos Conselhos de Docentes do Pré-Escolar, Conselhos de Docentes do 1.º Ciclo e Departamentos Curriculares nos 2º e 3º Ciclos, mediante a análise da Ficha de Avaliação e Acompanhamento do Processo Educativo, Planificação e Avaliação, preenchida pela entidade organizadora. Posteriormente, esta Ficha de Avaliação modelo reproduzido nas últimas páginas deste PEA, que será obrigatoriamente preenchida cada vez que se pretender realizar uma qualquer actividade em todas as Escolas do Agrupamento, deverá ser entregue à Comissão de Elaboração e ou Acompanhamento do Projecto Educativo de Agrupamento e do Plano Anual de Actividades de cada Escola, a qual fará um estudo analítico de todas as fichas entregues, e cujo resultado será mencionado nos relatórios de avaliação periódica, elaborados por esta Comissão, a serem submetidos a Conselho Pedagógico e Conselho Geral. Entende-se como fundamental a avaliação do Projecto Educativo para verificar a sua adequação ao universo específico de Alunos que compõe o nosso Agrupamento Vertical de Escolas. Tal torna-se possível através da avaliação trienal de todos os Planos Anuais de Actividades das diferentes Escolas. -47-

48 Estabelecimento / Escola: ORGANIZAÇÃO DE ACTIVIDADES Ano Escolar de 200 / 200 Em conformidade com o Plano Anual de Actividades da Escola ou de Estabelecimento, decisão do Conselho de Docentes, Conselho de Turma, Departamentos Curriculares, e ou, Conselho de Directores de Turma, submete-se à apreciação do Conselho Pedagógico do Agrupamento Vertical de Escolas, de D. Pedro II, Moita, a Actividade seguinte: 1 PLANIFICAÇÃO ACTIVIDADE: TEMA: LOCAL: DATA DE REALIZAÇÃO: / / HORA DE INÍCIO: HORA PROVÁVEL DE CONCLUSÃO: OBJECTIVOS NO ÂMBITO DO PROJECTO EDUCATIVO/PAAE: DESTINATÁRIOS: ORGANIZADORES: DATA: / / OBSERVAÇÕES (Informação obrigatória do Conselho de Docentes, ou do Representante do Pré-Escolar e ou do 1.º Ciclo, ou dos Coordenadores de Departamentos Curriculares, sobre a pertinência da realização da actividade, mudança de turnos das aulas, ou outros pareceres que se julguem por convenientes): ASSINATURA DE QUEM FAZ AS OBSERVAÇÕES: DATA: / / O PRESIDENTE DO CONSELHO PEDAGÓGICO: DATA: / / O DIRECTOR: APROVADA EM DATA: / / Organização de actividades Página 1 de 2 (página 1 - Planificação) e (página 2 - Avaliação) -48-

49 Estabelecimento / Escola: ORGANIZAÇÃO DE ACTIVIDADES Ano Escolar de 200 / 200 Na sequência normal da realização de qualquer actividade, será sempre feito um registo de avaliação, sendo de imediato apresentado à apreciação do Conselho Pedagógico do Agrupamento Vertical de Escolas, de D. Pedro II, Moita: 2 AVALIAÇÃO ACTIVIDADE: TEMA: LOCAL: DATA DE REALIZAÇÃO: / / AUTO-AVALIAÇÃO DOS ORGANIZADORES: ORGANIZADOR (ES): DATA: / / PARECER DA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PAAE: A COMISSÃO: DATA: / / O PRESIDENTE DO CONSELHO PEDAGÓGICO: DATA: / / Organização de actividades Página 2 de 2 (página 1 - Planificação) e (página 2 - Avaliação) -49-

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