Validação de Métodos Analíticos
|
|
|
- Zilda Coimbra Gomes
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 METROALIMENTOS Validação de Métodos Analíticos São Paulo, 25 de setembro de
2 Validação (NBR ISO IEC item ) É a confirmação por fornecimento de evidência objetiva, que os requisitos específicos do método para um determinado uso foram satisfeitos para o uso pretendido 2
3 NORMAS/GUIAS/MANUAIS PARA VALIDAÇÃO DE MÉTODOSM INMETRO ANVISA AOAC FDA IUPAC EURACHEM CODE NATA EUROPEAN COMMUNITIES PERIÓDICOS EM GERAL 3
4 Validação de um método m analítico Características de desempenho Limitações de um método Identificação das influências que podem alterar essas características e qual extensão 4
5 Quando deve ser validado: Modificações no método normalizado Novo método desenvolvido para um problema específico Método estabelecido utilizado em laboratórios diferentes, equipamentos diferentes ou equipes distintas Situações fora do controle interno da qualidade Desempenho insatisfatório em PEP Demonstração de equivalência entre dois métodos (ex: um método novo rápido x método normalizado) 5
6 Verificação de um método m analítico É a confirmação, por fornecimento de evidência objetiva, que os dados das características analíticas fornecidos por um produtor, um laboratório ou instituição de referência foram alcançados As ferramentas são as mesmas da validação O laboratório só precisa verificar se as características de desempenho documentadas podem ser cumpridas (ex: acurácia) 6
7 Critérios rios de decisão para a extensão de uma validação Ponto de vista analítico Condições técnicas e pessoal capacitado Complexidade do método Nível de concentração Ponto de vista político Risco potencial para o cliente/empresa Objetivo real da validação Considerações sobre legislação ou outros requisitos 7
8 Classificação de um métodom Análise de contaminantes (resíduos de pesticidas, metais pesados) Análise de composição dos alimentos Medidas físicas (ph, condutividade) Determinações qualitativas Métodos microbiológicos 8
9 Parâmetro Descrição do método Calibração Parâmetros da validação para cada tipo de métodom Análise de contaminan -tes Análise de Constituintes Métodos convencionais Métodos sem calibração Métodos Físicos Métodos Qualitativos Métodos Bacteriológicos Faixa de trabalho Limite de Detecção Limite de Quantificação Recuperação Repetitividade Acurácia Epecificidade Reprodutibilid ade Se possível Se possível Se possível Se possível Se possível Se possível Se possível 9
10 Necessidades comuns de validação para métodos m conhecidos Método Acurácia Precisão Seletividade Linearidade Limites Detecção e Quantificação Robustez AAS,AES,ICP, UV-VIS Polarografia x Titulação Umidade Comatografia Espectroscopi a TOC Eletroforese Capilar Imuno ensaio 10
11 Determinação das características do métodom Calibração Linearidade Sensibilidade Faixa de Trabalho Limite de detecção Limite de quantificação Acurácia Veracidade Precisão Repetitividade Reprodutibilidade Robustez Seletividade 11
12 Determinação das características do métodom Calibração Linearidade Sensibilidade Faixa de Trabalho Limite de detecção Limite de quantificação Acurácia Precisão Repetitividade Reprodutibilidade Robustez Seletividade 12
13 Determinação das características do métodom Características da calibração: Linearidade Sensibilidade Coeficiente de Correlação R 2 >0,99 Linearidade é determinada pelo coeficiente de correlação da curva Sensibilidade é determinada pelo coeficiente da curva de calibração 13
14 Linearidade Detrminada com o uso de padrões com diferentes concentrações e cálculo da regressão Cinco concentrações de padrão, se a linearidade é satisfeita; caso contrário, usar mais padrões 14
15 Calibração Valores de calibração devem ser aplicados dentro da faixa de trabalho Menor concentração da curva deve ser o limite de quantificação Usar soluções padrão, ou curva de adição de padrão Usar pelo menos cinco concentrações do padrão Pode ser determinada: Sensibilidade (resolução) ão) A meio da curva de calibração Pelo uso de amostras com diferentes concentrações 15
16 Determinação das características do métodom Calibração Linearidade Sensibilidade Faixa de Trabalho Limite de detecção Limite de quantificação Acurácia Veracidade Precisão Repetitividade Reprodutibilidade Robustez Seletividade 16
17 Faixa de trabalho Faixa de concentração do analito no qual o método pode ser aplicado com acurácia e precisão Determinação do intervalo de trabalho: Diferentes matrizes Variando as concentrações 17
18 Características da Faixa Limite de detecção LOD =3.s L /b ( Método do Branco) LOD =3.s xo (Método da Curva de Calibração) LOD LOD : limite de detecção s L : Desvio padrão do branco S xo : Desvio padrão da curva de calibração b: coeficiente angular da curva de calibração Convenção LOD = média branco + 3.s L 18
19 Características da Faixa Limite de quantificação LOQ =9.s L /b ( Método do Branco) LOQ =11.s xo (Método da Curva de Calibração) LOQ Várias convenções LOQ : limite de quantificação s L : Desvio padrão do branco S xo : Desvio padrão da curva de calibração b: coeficiente angular da curva de calibração LOD = 5 ou 6 ou 10.s L 19
20 Técnicas Limite de Quantificação Legislação Técnica Limite de quantificação mgl -1 Alumínio AAS Chama 1,1 AAS Forno 0,002 ICP OES 0,040 Limite para água de diálise mgl -1 Alumínio 0,01 ICP MS 0,001 20
21 Determinação das características do métodom Calibração Linearidade Sensibilidade Faixa de Trabalho Limite de detecção Limite de quantificação Acurácia Veracidade Precisão Repetitividade Reprodutibilidade Robustez Seletividade 21
22 Acurácia cia = Precisão + veracidade Acurácia Grau de concordância dos resultados experimentais com o valor de referência aceito ou valor verdadeiro convencional = exatidão do método analítico a) Precisão Grau de concordância entre resultados de ensaios independentes obtidos sob condições específicas Repetitividade Recuperação/ Bias Reprodutibilidade Incerteza b) Veracidade Erro sistemático/valor correto 22
23 Desvios aleatórios e sistemáticos ticos Preciso e Correto Impreciso mas correto Preciso mas incorreto Impreciso e errado 23
24 Características da Acurácia cia a) Veracidade Medida da veracidade, incluindo erros sistemáticos e aleatórios (uso de MRC, comparação com método de referência) b) Precisão Medida do grau de repetitividade, incluindo erros sistemáticos Repetitividade: um laboratório ou Reprodutibilidade interna Reprodutibilidade : mais que um laboratório 24
25 Veracidade Utiliza um dos seguintes métodos para assegurar veracidade: Análise de MRC Participação em PI Comparação com método de refer6encia Se não disponível: Documente qualquer dado que prove veracidade Providencie MRC Use um método similar em paralelo 25
26 Precisão Grau de concordância entre resultados de ensaios independentes obtidos sob condições específicas Geralmente expressa como desvio-padrão ou desvio-padrão relativo; As medições mais comuns de precisão são: repetitividade, precisão intermediária e reprodutibilidade Depende da concentração do analito Repetitividade: Mesma amostra Mesmo método Mesmo analista Mesmo laboratório Curto espaço de tempo 26
27 Recuperação Determinada com a adição do analito à matriz Matriz deve ser homogenea, livre do analito ou em concentração abaixo do LOQ, ou preparar uma matriz de composição similar Recuperação só poderá ser feita se o analito estiver disponível na forma pura e na mesma forma que ocorre na natureza 27
28 Concentração analito versus RSD e recuperação Conc. analito Razão analito% Unidade RSD % Recuperação % % 1, % 2, % 2, , ,1% 3, , ppm 5, , ppm 7, , ppm , ppb , ppb , ppb Fonte: Huber, L, 1998
29 Correção pela Recuperação Análise de uma amostra % Recuperação do método=70% Limite da legislação: 5 µg/kg Laboratório Resultado (µg/kg) Recuperação Conclusão A 4,0 Sem correção Satisfatório B 6,8 Corrigido Insatisfatório 29
30 Reprodutibilidade Interna Comparação de Desvio padrão Desvio padrão de replicatas Externa Participação em PEP Participação em PI 30
31 CRITÉRIOS RIOS DE ACEITAÇÃO DE REPETITIVIDADE E REPRODUTIBILIDADE Conc. Repetitividade CV Reprodutibilidade CV C > 1 ppm < 14% < 19% 100 ppb < C 1ppm < 18% < 25% 10 ppb < C 100 ppb < 22% < 34% 1 ppb < C 10 ppb < 32% < 46% C 1ppb < 36% < 54% Fonte: FAO 31
32 Participação em PEP ou Estudos colaborativos PEP - Método mais aceito para a validação Estudos Colaborativos - Vários problemas práticos para quem organiza Custo, tempo Coordenação Remessa de amostras Análise estatística e interpretação de resultados. 32
33 Análise de Materiais de Referência Geralmente aceito na validação de método Materiais fornecidos com certificados O analista deve demonstrar que o método é exato e preciso 33
34 Determinação das características do métodom Calibração Linearidade Sensibilidade Faixa de Trabalho Limite de detecção Limite de quantificação Acurácia Veracidade Precisão Repetitividade Reprodutibilidade Robustez Seletividade 34
35 Seletividade e Especificidade Extensão no qual um analito pode ser determinado em uma mistura complexa Seletividade/ Especificidade Demonstra interferentes e restrição ao uso do método Codex recomenda o uso do termo seletividade 35
36 Determinação das características do métodom Calibração Linearidade Sensibilidade Faixa de Trabalho Limite de detecção Limite de quantificação Acurácia Veracidade Precisão Repetitividade Reprodutibilidade Robustez Seletividade 36
37 Robustez Mede a sensibilidade que um método apresenta, face a pequenas variações: Tempo Temperatura Marca de reagente Tamanho da amostra Concentração de ácido Agitação É determinada pelo teste de Youden 37
38 Validação é sempre o equilíbrio entre custos, riscos e possibilidades técnicas 38
39 Muito Obrigada! Alice M. Sakuma Fone:
Seleção de um Método Analítico. Validação e protocolos em análises químicas. Validação de Métodos Analíticos
Seleção de um Método Analítico Capítulo 1 SKOOG, D.A.; HOLLER, F.J.; NIEMAN, T.A. Princípios de Análise Instrumental. 5 a edição, Ed. Bookman, Porto Alegre, 2002. Validação e protocolos em análises químicas
Validação: o que é? MOTIVOS PARA VALIDAR O MÉTODO: MOTIVOS PARA VALIDAR O MÉTODO: PROGRAMA DE SEGURANÇA DE QUALIDADE ANALÍTICA
Validação: o que é? Processo que busca assegurar a obtenção de resultados confiáveis, válidos, pelo uso de determinado método analítico. É um item essencial do PROGRAMA DE SEGURANÇA DE QUALIDADE ANALÍTICA
Implementação e Validação de Métodos Analíticos
Alexandra Sofia Reynolds Mendes Laboratório Regional de Controlo da Qualidade da Água Estação da Alegria 9050-FUNCHAL E-mail: [email protected] Resumo Este artigo tem como principal objectivo descrever as principais
VALIDAÇÃO DE MÉTODO ANALÍTICO: DETERMINAÇÃO DE CÁLCIO EM ÁGUAS MÉTODO TITULOMÉTRICO DO EDTA COMPLEXOMETRIA
VALIDAÇÃO DE MÉTODO ANALÍTICO: DETERMINAÇÃO DE CÁLCIO EM ÁGUAS MÉTODO TITULOMÉTRICO DO EDTA COMPLEXOMETRIA Diego Manica 1, Erlise Loraine Dullius 2 CORSAN, Porto Alegre, Brasil, [email protected]
Lauro de Sena Laurentino - SEAPQ - LAFIQ - DEQUA - Bio-Manguinhos Cláudio Dutra de Figueira - SEPFI LAFIQ DEQUA - Bio-Manguinhos
Desenvolvimento e Validação do método de determinação de Fósforo no Polissacarídeo Meningocócico A (PSA) e no Polirribosil Ribitol Fosfato (PRRP) POR ICP-OES Lauro de Sena Laurentino - SEAPQ - LAFIQ -
Análise: Uma análise é um processo que fornece informações químicas ou físicas sobre os constituintes de uma amostra ou sobre a própria amostra.
II.2 INTRODUÇÃO À QUÍMICA ANALÍTICA II.2.1 Análise, determinação e medida Análise: Uma análise é um processo que fornece informações químicas ou físicas sobre os constituintes de uma amostra ou sobre a
Análise de Resíduos de Pesticidas Geisa Resende Novembro/2011
Análise de Resíduos de Pesticidas Geisa Resende Novembro/2011 Agenda 1. Definição de Resíduos de Pesticidas / Agrotóxicos 2. Estudos de Resíduos 3. Métodos Analíticos: Validação; LOQ / LOD; 4. Expressão
Análise de Alimentos. Prof. Tânia Maria Leite da Silveira
Análise de Alimentos Prof. Tânia Maria Leite da Silveira Análise de alimentos Indústria de alimentos: controle da qualidade, fabricação e armazenamento do produto acabado; Universidades e institutos de
Química Analítica V 2S Prof. Rafael Sousa. Notas de aula:
Química Analítica V 2S 2012 Aula 3: 04-12-12 Estatística Aplicada à Química Analítica Prof. Rafael Sousa Departamento de Química - ICE [email protected] Notas de aula: www.ufjf.br/baccan 1 Conceito
ERROS E TRATAMENTO DE DADOS Prof. Marcelo R. Alexandre
ERROS E TRATAMENTO DE DADOS Prof. Marcelo R. Alexandre ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS! Algarismos exatos Constituem os algarismos de uma leitura que estão isentos de qualquer dúvida ou estimativa.! Algarismos
QUÍMICA ANALÍTICA V 2S Prof. Rafael Sousa. Notas de aula:
QUÍMICA ANALÍTICA V 2S 2011 Aulas 1 e 2 Estatística Aplicada à Química Analítica Prof. Rafael Sousa Departamento de Química - ICE [email protected] Notas de aula: www.ufjf/baccan Algarismos significativos
PRODUÇÃO DE MATERIAIS DE REFERÊNCIA NA REDE DE SANEAMENTO E ABASTECIMENTO DE ÁGUA
PRODUÇÃO DE MATERIAIS DE REFERÊNCIA NA REDE DE SANEAMENTO E ABASTECIMENTO DE ÁGUA Aracaju, 11/12/2015 Alice M. Sakuma Instituto Adolfo Lutz São Paulo Definições Material de Referência Material suficientemente
3 CONFIABILIDADE METROLÓGICA EM LABORATÓRIO DE ENSAIO
46 3 CONFIABILIDADE METROLÓGICA EM LABORATÓRIO DE ENSAIO Mudanças cada vez mais rápidas e significativas no ambiente competitivo demandada uma incessante busca por qualidade e produtividade. Dessa forma,
A IMPORTÂNCIA DA CALIBRAÇÃO EM MEDIDORES DE CONDUTIVIDADE ELETROLÍTICA
A IMPORTÂNCIA DA CALIBRAÇÃO EM MEDIDORES DE CONDUTIVIDADE ELETROLÍTICA Bianca de Souza Rossini Marques (PG) Isabel C. S. Fraga (PQ), Paulo P. Borges (PQ) e Júlio C. Dias (TC) Pontifícia Universidade Católica
Aula S03: Validação em Análises Ambientais
LABORATÓRIO DE QUÍMICA AMBIENTAL 2º período de 2013 Aula S03: Validação em Análises Ambientais Prof. Rafael Sousa Departamento de Química UFJF www.ufjf.br/baccan NA QUÍMICA (ANALÍTICA) AMBIENTAL... Sonda
4 Resultados e Discussão:
4 Resultados e Discussão: Os resultados obtidos são apresentados e discutidos separadamente a seguir, de acordo com o tipo de amostra objeto de análise: 4.1 Análise de amostras para estudos toxicológicos.
5 Avaliação de desempenho do divisor
5 Avaliação de desempenho do divisor Para avaliar o desempenho do divisor foram realizados ensaios de tipo e de rotina no divisor completo e em partes deste, com o objetivo de avaliar sua suportabilidade
Workshop de Validação de Metodologia Analítica
Workshop de Validação de Metodologia Analítica Ministrante: Professora Antonia Maria Cavalcanti de Oliveira Dezembro - 2012 Objetivos da Palestra Apresentar a teoria de validação de métodos à luz da Anvisa,
ERRO E TRATAMENTO DE DADOS ANALÍTICOS
Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Exatas Departamento de Química Introdução a Analise Química - I sem/2013 Profa Ma Auxiliadora - 1 Disciplina QUIO94 - Introdução à Análise Química
QUI 072/150 Química Analítica V Análise Instrumental. Aula 1 Introdução A Disciplina
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Instituto de Ciências Exatas Depto. de Química QUI 072/150 Química Analítica V Análise Instrumental Aula 1 Introdução A Disciplina Prof. Julio C. J. Silva Juiz
Coordenação de Engenharia de Alimentos Química Analítica - QA32A Professora: Ailey Ap. Coelho Tanamati MEDIDAS E ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS
Coordenação de Engenharia de Alimentos - QA32A Professora: Ailey Ap. Coelho Tanamati MEDIDAS E ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS Processo de determinar o valor, a quantidade, o grau ou a capacidade de uma grandeza
Validação de métodos bioanalíticos. Validação: o que é? PROGRAMA DE SEGURANÇA DE QUALIDADE ANALÍTICA ETAPAS CRÍTICAS DO PROCEDIMENTO ANALÍTICO
Validação de métodos bioanalíticos Material desenvolvido por: Profa. Dra. Isarita Martins FCF-UNIFAL-MG (com alguns slides de Profa. Dra. Maria Elisa P.B. de Siqueira Profa. Dra. Pierina Bonato) Validação:
4. Resultados e Discussão
Absorbância 4. Resultados e Discussão 4.1. Obtenção da curva de calibração A obtenção da curva de calibração, absorbância vs. concentração de Paraquat, é necessária para a análise química do pesticida.
Lista de Exercício 1ª TVC Química Analítica V Teoria (1º Sem 2016)
Lista de Exercício 1ª TVC Química Analítica V Teoria (1º Sem 2016) Skoog Capítulo 5: Erros em análises químicas 5-1. Explique a diferença entre: a) erro constante e erro proporcional b) Erro aleatório
Química Analítica I. Expressão química e numérica dos resultados em análises químicas. Profª Simone Noremberg Kunz
1 Química Analítica I Expressão química e numérica dos resultados em análises químicas Profª Simone Noremberg Kunz 2 Expressar a concentração: % peso (%m/%m): massa de A/massa da amostra % volume (%v/%v):
Divisão de Química e Poluição do Meio Marinho Análise de metais em sedimentos contribuição dos ensaios interlaboratoriais
Divisão de Química e Poluição do Meio Marinho Análise de metais em sedimentos contribuição dos ensaios interlaboratoriais Ana Gama, Teresa Santos, Carla Palma 4 as Jornadas de Engenharia Hidrográfica Lisboa
Controlo de Qualidade
Controlo de Qualidade Definição: toda a acção sistemática necessária para dar confiança ao resultados laboratoriais, satisfazendo a necessidades dos clínicos para melhor ajudar os utentes Visa reconhecer
Ciclo de Qualidade Analítica em Laboratórios. Validação x Incerteza x Controles de Qualidade
Ciclo de Qualidade Analítica em Laboratórios Validação x Incerteza x Controles de Qualidade Qual a importância da estatística em Laboratórios Analíticos? Qual a importância de se implantar um Sistema de
INTRODUÇÃO À ANÁLISE QUÍMICA
INTRODUÇÃO À ANÁLISE QUÍMICA 2º SEMESTRE DE 2016 Profa. Dra. Denise Lowinsohn [email protected] Downloads aulas: http://www.ufjf.br/nupis/ CRONOGRAMA DIA/MÊS ASSUNTO 22/08 Soluções e cálculos
CONTROLE DE QUALIDADE EM LABORATÓRIOS DE MICROBIOLOGIA. Oficinas Analíticas 2015
CONTROLE DE QUALIDADE EM LABORATÓRIOS DE MICROBIOLOGIA Samanta Zynich Oficinas Analíticas 2015 QUALIDADE O Diferencial de mercado O Condição de sobrevivência O Eficácia dos processos O Eficiência dos negócios
Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle
Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle Carina Branta Lopes Rios Engenheira de Alimentos 10 de outubro de 2016 História Desenvolvido pela Pillsburry Company em resposta as solicitações da NASA;
VALIDAÇÃO DA METODOLOGIA ANALÍTICA PARA HIDRÓXIDO DE ALUMÍNIO EM SUSPENSÃO ORAL
VALIDAÇÃO DA METODOLOGIA ANALÍTICA PARA HIDRÓXIDO DE ALUMÍNIO EM SUSPENSÃO ORAL JOÃO CÉSAR FERREIRA DE ARAÚJO1 CRESCENCIO ANDRADE SILVA FILHO2 GUSTAVO LUIZ B.XAVIER CARDOSO3 PRISCILLA RODRIGUES2 1. Farmacêutico
QUÍMICA ANALÍTICA. A análise qualitativa estabelece a identidade química das
QUÍMICA ANALÍTICA A Analítica é uma ciência de medição que consiste em um conjunto de idéias e métodos poderosos que são úteis em todos os campos da ciência e medicina. Introdução à Analítica Biologia
Qualidade das Técnicas Analíticas Por José André Teixeira Azevedo, Químico, DSc. 04 de setembro de 2012
Qualidade das Técnicas Analíticas Por José André Teixeira Azevedo, Químico, DSc. 04 de setembro de 2012 Apresentação do palestrante 1995 Formação acadêmica: Química UFRJ Doutorado: FísicoQuímca UFRJ Professor
PRESSÃO PEP EXACTUS 004/ 2016
PROGRAMAS DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA PRESSÃO PEP EXACTUS 004/ 2016 Relatório Final Emitido em 01/12/2016 Apoio: ENSAIO DE PROFICIÊNCIA EM PRESSÃO Período de inscrição: 07/03/2016 a 29/04/2016 RELATÓRIO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE QUÍMICA DIEGO MANICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE QUÍMICA DIEGO MANICA VALIDAÇÃO DE METODOLOGIA ANALÍTICA: DETERMINAÇÃO DE CÁLCIO EM ÁGUAS MÉTODO TITULOMÉTRICO DO EDTA COMPLEXOMETRIA Porto Alegre,
Métodos Estatísticos em Física Experimental
Métodos Estatísticos em Física Experimental Compilação de termos e definições gerais de metrologia. Os termos e definições apresentadas a seguir foram extraídos da 1ª edição brasileira do Guia para Expressão
III Simpósio de Farmácia e Bioquímica do Hospital Estadual de Bauru
III Simpósio de Farmácia e Bioquímica do Hospital Estadual de Bauru Roney Caetano Gerente de Produtos QSD 17 de Outubro de 2012 Qualidade - Definições Totalidade das características que um produto ou serviço
Analítica Análises Gases Pesagem Software
Analítica Análises Gases Pesagem Software Laboratório de Análises Ambientais RBLE - Rede Brasileira de Laboratórios de Ensaios METROLOGIA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Análises de solo Águas subterrâneas
MÓDULO 7 REQUISITO 5.4 MÉTODOS DE ENSAIO E CALIBRAÇÃO E VALIDAÇÃO DE MÉTODOS
MÓDULO 7 REQUISITO 5.4 MÉTODOS DE ENSAIO E CALIBRAÇÃO E VALIDAÇÃO DE MÉTODOS 1 ÍNDICE DO MÓDULO - 7 5.4 - Métodos de ensaio e calibração e validação de métodos 5.4.1 - Generalidades 5.4.2 - Seleção e adequação
QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA
QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA ABSORÇÃO FOTOQUÍMICA 3ª Parte (cont.) A QUANTIFICAÇÃO 07/10/2013 Mauricio X. Coutrim QUANTIFICAÇÃO: BRANCO O BRANCO NA DETERMINAÇÃO A radiação absorvida não é a simples diferença
Em Laboratório de Física Básica fenômenos ou propriedades físicas são estudados à luz de grandezas
1 Em Básica fenômenos ou propriedades físicas são estudados à luz de grandezas físicas mensuráveis (comprimento, tempo, massa, temperatura etc.) obtidas através de instrumentos de medida. Busca-se o valor
Química Analítica IV INTRODUÇÃO A VOLUMETRIA
Química Análítica IV - II sem/2012 Profa Ma Auxiliadora - 1 Química Analítica IV 1 semestre 2012 Profa. Maria Auxiliadora Costa Matos INTRODUÇÃO A VOLUMETRIA VOLUMETRIA Química Análítica IV - II sem/2012
6 Validação parcial das metodologias: Parâmetros analíticos de mérito e avaliação de interferências mútuas 6.1 Curvas de calibração
6 Validação parcial das metodologias: Parâmetros analíticos de mérito e avaliação de interferências mútuas 6.1 Curvas de calibração Demonstrar a qualidade de medições químicas, através de sua comparabilidade,
3.5 Utilizador Pessoa ou entidade que utiliza betão fresco na execução de uma construção ou de um elemento.
1 Objectivo Esta Instrução de Trabalho define o esquema de certificação do controlo da produção de Betão, nomeadamente os Planos de Controlo Externo e Interno a efectuar pela EIC e pelo produtor, respectivamente.
1. Programa de Comparação Interlaboratorial de Calibração de Trenas (PEP-UFSC-JOI-METEQ-002:2016)
1. Programa de Comparação Interlaboratorial de Calibração de Trenas (PEP-UFSC-JOI-METEQ-002:2016) Universidade Federal de Santa Catarina Campus de Joinville Centro Tecnológico de Joinville Departamento
Terminologia e conceitos de Metrologia
A U A UL LA Terminologia e conceitos de Metrologia Um problema Muitas vezes, uma área ocupacional apresenta problemas de compreensão devido à falta de clareza dos termos empregados e dos conceitos básicos.
INTRODUÇÃO AO CONTROLE DE LABORATÓRIO CLÍNICO
INTRODUÇÃO AO CONTROLE DE LABORATÓRIO CLÍNICO Laboratório Clínico Professor Archangelo P. Fernandes www.profbio.com.br Padronização no Laboratório Clínico Etapa pré analítica Etapa analítica Etapa pós-analítica
Procedimento Complementar para Validação de Métodos Analíticos e Bioanalíticos usando Análise de Regressão Linear
Procedimento Complementar para Validação de Métodos Analíticos e Bioanalíticos usando Análise de Regressão Linear Rogério Antonio de Oliveira 1 Chang Chiann 2 1 Introdução Atualmente, para obter o registro
MÉTODOS CLÁSSICOS DE ANÁLISE QUÍMICA QUANTITATIVA A análise química pode ser definida como o uso de um ou mais processos que fornecem informações
MÉTODOS CLÁSSICOS DE ANÁLISE QUÍMICA QUANTITATIVA A análise química pode ser definida como o uso de um ou mais processos que fornecem informações sobre a composição de uma amostra. Método: é a aplicação
Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar.
Declaração de Conflitos de Interesse Nada a declarar. GESTÃO DA QUALIDADE DE FORNECEDORES ÁGUA REAGENTE Ana Paula Lima 2 Fornecedores O Sistema de Gestão da Qualidade do laboratório deve contemplar o fornecimento
Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Consulta Pública n 129, de 12 de fevereiro de 2016 D.O.
Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 129, de 12 de fevereiro de 2016 D.O.U de 15/02/2016 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DO MÉTODO TITULOMÉTRICO DE DUREZA TOTAL EM MATRIZ ÁGUA
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DO MÉTODO TITULOMÉTRICO DE DUREZA TOTAL EM MATRIZ ÁGUA Vania Regina Kosloski 1, Deisy Maria Memlak 2, Joceane Pigatto, 3 Lilian Regina Barosky Carezia
Recomendação para Laboratórios de Ensaio acreditados que Prestam Serviços de Verificação de Equipamentos Portáteis de Medição de Cloro (Fotómetros)
1.Âmbito A presente recomendação surge da necessidade de uniformizar os critérios usados pelos Laboratórios de Ensaio acreditados, para o parâmetro cloro residual em águas de consumo, que prestam o serviço
Química Analítica V 2S Prof. Rafael Sousa. Notas de aula:
Química Analítica V 2S 2012 Aula 2: 27-11-1212 Estatística Aplicada à Química Analítica Prof. Rafael Sousa Departamento de Química - ICE [email protected] Notas de aula: www.ufjf.br/baccan Aulas
IMPORTÂNCIA DA VALIDAÇÃO BIOANALÍTICA. Farmácia Universidade Federal de Goiás
IMPORTÂNCIA DA VALIDAÇÃO BIOANALÍTICA Hermínia Cristiny Pereira Ribeiro Oliveira a, Sara Carolina da Silva Nascimento a, Marcelo Rodrigues Martins b, Stela Ramirez de Oliveira* a,b a Instituto de Ciências
Relatório de Validação
1/1 Relatório de Validação Data da Validação: 22.08.2014 / Válido até: 31.08.2017 1. Identificação do Cliente Empresa: EMPTEQ - Empresa de Serviços e Comércio de Tecnologia e Qualidade Ltda. Endereço:
Incerteza de Medição: Dicas e Recomendações
Palestra Incerteza de Medição: Dicas e Recomendações Campinas, 21 de agosto de 2007 Palestrante Gilberto Carlos Fidélis Eng. Mecânico com Especialização em Metrologia pelo NIST - Estados Unidos e NAMAS/UKAS
ANALÍTICA AVANÇADA 2S Profa. Lilian L. R. Silva Prof. Rafael Sousa
ANALÍTICA AVANÇADA 2S 2011 Profa. Lilian L. R. Silva Prof. Rafael Sousa Departamento de Química ICE Aulas 1 e 2 Estatística Aplicada à Química Analítica Notas de aula: www.ufjf.br/baccan [email protected]
Disciplina Metodologia Analítica QUI102 1 semestre AULA 01 Profa. Maria Auxiliadora Costa Matos
Metodologia Analítica I sem/2014 Profa Ma Auxiliadora - 1 Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Exatas Departamento de Química Disciplina Metodologia Analítica QUI102 1 semestre 2014
Planejamento da pesquisa científica: incerteza e estatística. Edilson Batista de Oliveira Embrapa Florestas
Planejamento da pesquisa científica: incerteza e estatística Edilson Batista de Oliveira Embrapa Florestas Pesquisa em laboratórios na Embrapa Anos 70 Anos 80 Anos 90 Século 21 Precisão em Laboratórios:
Calcule o ph de uma solução de HCl 1x10-7 mol L-1
Calcule o ph de uma solução de HCl 1x10-7 mol L-1 TITULAÇÃO EM QUÍMICA ANALÍTICA Titulação Procedimento analítico, no qual a quantidade desconhecida de um composto é determinada através da reação deste
TITULAÇÃO EM QUÍMICA ANALÍTICA
TITULAÇÃO EM QUÍMICA ANALÍTICA Titulação Procedimento analítico, no qual a quantidade desconhecida de um composto é determinada através da reação deste com um reagente padrão ou padronizado. Titulante
Célia Fagundes da Cruz
LABORATÓRIO CENTRAL DO ESTADO DO PARANÁ - LACEN/PR Célia Fagundes da Cruz Julho/2012 SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE - SVS LABORATÓRIO CENTRAL DO ESTADO DO PARANÁ - LACEN/PR LACEN/PR: 117 anos
Tratamento estatístico de observações
Tratamento estatístico de observações Prof. Dr. Carlos Aurélio Nadal OBSERVAÇÃO: é o valor obtido durante um processo de medição. DADO: é o resultado do tratamento de uma observação (por aplicação de uma
Uso de Materiais de Referência
Uso de Materiais de Referência Ricardo Rezende Zucchini Célia Omine Iamashita IPT Divisão de Química Agrupamento de Materiais de Referência Introdução Série de guias ISO sobre Materiais de Referência ABNT
RDC de outubro de Produção Controle de Qualidade Amostragem
RDC 48 25 de outubro de 2013 Produção Controle de Qualidade Amostragem Amostragem de materiais item 16 Denifição: Conjunto de operações de retirada e preparação de amostras. Amostragem de materiais item
MetroAlimentos Aspectos da Produção de Materiais de Referência para Ensaios de Proficiência em Microbiologia de Alimentos
MetroAlimentos 2010 Aspectos da Produção de Materiais de Referência para Ensaios de Proficiência em Microbiologia de Alimentos Carla de Oliveira Rosas INCQS/FIOCRUZ São Paulo, 20 de outubro de 2010 Laboratórios
Transdução de Grandezas Biomédicas
Transdução de Grandezas Biomédicas Aula 03 Mestrado em Eng. Biomédica Docente: > Marcelino M. de Andrade A Aula! Classificação de Transdutores Critério de Desempenho Estática: critérios de desempenho que
Instrumentação Industrial. Fundamentos de Instrumentação Industrial: Introdução a Metrologia Incerteza na Medição
Instrumentação Industrial Fundamentos de Instrumentação Industrial: Introdução a Metrologia Incerteza na Medição Introdução a Metrologia O que significa dizer: O comprimento desta régua é 30cm. A temperatura
Processo de Medição e Calibração
Processo de Medição e Calibração Carlos Alexandre Brero de Campos Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Paraná 2015 Na sua opinião, qual a importância de calibrar um instrumento? PROCESSO DE MEDIÇÃO
Incerteza em Medições. Introdução. ECV-5240 Instrumentação de Ensaios
Incerteza em Medições Fonte: BIPM International Bureau of Weights and Measures OIML International Organization of Legal Metrology ISO International Organization for Standardization IEC International Electrotechnical
Descritivo de produto. Fornecedor.
Descritivo de produto Fornecedor http://sykam.com/ CROMATÓGRAFO DE IONS - MODELO S 150 DESCRIÇÃO Análises de Águas; Análises Ambientais; Análises de Cátions e Ânions. Cromatografia de íons é uma técnica
Aula I -Introdução à Instrumentação Industrial
Aula I -Introdução à Instrumentação Industrial UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DISCIPLINA: INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL I (ENGF99) PROFESSOR: EDUARDO SIMAS ([email protected])
CÁLCULO DA INCERTEZA
CÁLCULO DA INCERTEZA O resultado de uma medição é somente um valor aproximado ou uma estimativa do Mensurando. ele é completo somente quando acompanhado do valor declarado de sua incerteza. A incerteza
Progressos Realizados - A3: Transferência de Método, Validação Parcial e Validação Cruzada
Progressos Realizados - A3: Transferência de Método, Validação Parcial e Validação Cruzada A3: Transferência de método, validação parcial e cruzada Membros: Líder Ray Briggs EU Outros Membros Richard Abbott
CARACTERÍSTICAS ESTÁTICAS DE SISTEMAS DE MEDIÇÃO
DETERMINAÇÃO DA DERIVA DO ZERO: ENSAIO: Manter P o = 0 e variar a temperatura T dentro da faixa de temperaturas ambientes [T max, T min ] previstas para uso do SM. Os ensaios feitos em CÂMARA de temperatura
BIOQUÍMICA DO PESCADO
BIOQUÍMICA DO PESCADO Aula 6 Profa. Elaine Cristina Santos BROMATOLOGIA A Bromatologia estuda os alimentos, sua composição química, sua ação no organismo, seu valor alimentício e calórico, suas propriedades
Introdução aos métodos titulométricos volumétricos. Prof a Alessandra Smaniotto QMC Química Analítica - Farmácia Turmas 02102A e 02102B
Introdução aos métodos titulométricos volumétricos Prof a Alessandra Smaniotto QMC 5325 - Química Analítica - Farmácia Turmas 02102A e 02102B Definições ² Métodos titulométricos: procedimentos quantitativos
7 Resultados de Medições Diretas. Fundamentos de Metrologia
7 Resultados de Medições Diretas Fundamentos de Metrologia Motivação definição do mensurando procedimento de medição resultado da medição condições ambientais operador sistema de medição Como usar as informações
Perguntas e respostas Workshop validação de métodos analíticos
Perguntas e respostas Workshop validação de métodos analíticos O objetivo de uma validação é demonstrar que o método é apropriado para a finalidade pretendida, ou seja, a determinação qualitativa, semi-quantitativa
Controle de Qualidade de Laboratório
Controle de Qualidade de Laboratório de Ensaio Aliado à Tecnologia Paulo Henrique Muller Sary Diretor Técnico SaaS Ambiental Porto Alegre, 25 de julho de 2014. Garantia da Qualidade O programa de garantia
HBsAg Quantitativo Sistema ARCHITECT / Abbott (Clareamento do HBsAg)
HBsAg Quantitativo Sistema ARCHITECT / Abbott (Clareamento do HBsAg) USO PRETENDIDO O ensaio HBsAg é um imunoensaio de micropartículas por quimioluminescência (CMIA) para a determinação quantitativa do
Cursos / Treinamentos
Cursos / Treinamentos Carga Horária 1 Estatística Básica em Todos os Níveis. 16 Horas 2 Estatística Avançada. 60 Horas 3 Formação de Auditores Internos da Qualidade. 32 Horas 4 Controle Estatístico de
METROLOGIA E ENSAIOS
METROLOGIA E ENSAIOS Prof. Alexandre Pedott [email protected] Geral: Objetivos Capacitar o aluno a usar a metrologia e ensaios no desenvolvimento e fabricação de produtos. Específicos: Contextualizar
Metrologia 1ª lista de exercícios
1. Cite as três classes de aplicações onde é importante medir. Dê exemplos de situações presentes na sua vida de cada uma das classes. 2. Da definição de medir: "... é o procedimento experimental através
