INFORMATIVO BIOTECNOLOGIA
|
|
|
- Micaela Bergler Sampaio
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 TEL FAX celeres.com.br IB de dezembro de 2014 INFORMATIVO BIOTECNOLOGIA Conteúdo Análise Geral... 2 Tabelas... 5 Figuras Figura 1. Adoção da biotecnologia agrícola no Brasil, por cultura Figura 2. da biotecnologia agrícola no Brasil Figura 3. Adoção da biotecnologia agrícola no Brasil, por tratamento Figura 4. Adoção da biotecnologia agrícola no Brasil, por estado Figura 5. Adoção da biotecnologia agrícola no Brasil Figura 6. Adoção da soja GM no Brasil Figura 7. Adoção da biotecnologia na safra de milho verão Figura 8. Adoção da biotecnologia na safra de milho inverno Figura 9. Adoção da biotecnologia na safra de milho, total Figura 10. Adoção da biotecnologia na safra de algodão DEPARTAMENTO DE PESQUISA Aline Ferro André Oliveira Andressa Nascimento Cecília Fialho Fabiano Bisinotto Gustavo Maierá Jorge Attie Juliano Cunha Sophia Hermes Vinicius Paiva EDITOR CHEFE Anderson Galvão [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] Av. Nicomedes Alves dos Santos, 1205 Salas 207 e 208 Uberlândia, Minas Gerais De acordo com o segundo levantamento da adoção de biotecnologia agrícola, safra O terceiro levantamento de adoção da 2014/15, a área total com culturas biotecnologia geneticamente no modificadas Brasil, safra atinge 2013/14, 42,2 demonstra milhões de um hectares, aumento um na acréscimo área total de semeada apenas 0,1% com na comparação culturas com geneticamente o primeiro modificadas, levantamento, totalizando de agosto/2014. xx,x milhões de hectares, +x,x% em relação ao segundo levantamento Os novos números e +x,x% para em a soja relação transgênica à safra anterior. demonstram adoção de 93,2% sobre a área total com a cultura, mantendo a estimativa A adoção da soja GM mantém-se estável em do relatório anterior, totalizando 29,1 relação ao levantamento anterior, xx,x% ou milhões de hectares para a safra 2014/15. xx,x milhões de hectares, um recuo da área total A tecnologia de x,xx%, RI/TH diante (genes da estiagem combinados sofrida no resistente mês de fevereiro. a insetos e tolerante a herbicida) geneticamente entra no segundo ano de cultivo modificado comercial com 5,2 milhões de hectares ou 16,5% sobre o total semeado com a oleaginosa. O total de hectares semeados com o milho verão geneticamente modificado nesta safra é de 4,8 milhões de hectares e adoção de 72,6%, mantendo os mesmos números do relatório de agosto/2014. O milho inverno transgênico atingirá um ínfimo aumento na sua área, em relação aos dados do último levantamento, na medida em que a safra de inverno do cereal se aproxima. A adoção alcançará 90,4%, ou 7,7 milhões de hectares (+0,5%). Portanto, a área com milho geneticamente modificado (verão + inverno) praticamente não se alterou, no comparativo com os números anteriores, totalizando 12,5 milhões de hectares, com taxa de adoção de 82,6%. A adoção do algodão GM segue aquecida, alcançando 66,5% ou 598 mil hectares, um aumento de 2,1% em relação a agosto/2014. Mesmo numa safra de aumento de custos de produção e preços baixos pagos pela pluma, o cotonicultor segue acreditando na tecnologia transgênica, buscando aumento de produtividade e redução do custo. As preocupações quanto às possíveis falhas da tecnologia têm sido mais frequentes e uma mudança estratégica de postura deve ser urgente, para que não se perca a eficácia dos eventos atuais e futuros. Copyright Céleres 2013 Todos os direitos reservados. Toda a informação contida neste documento é de propriedade intelectual da Céleres - your agribusiness intelligence
2 ANÁLISE GERAL Os números do segundo acompanhamento da adoção de biotecnologia agrícola no Brasil, safra 2014/15, praticamente não se alteraram em relação aos dados do primeiro levantamento (aumento de 0,1%), divulgado em agosto/2014. A área total será mantida em 42,2 milhões de hectares e a taxa de adoção ficará em 89,3%, compilando as três culturas analisadas. O Brasil como país inserido em área de clima tropical, permite o plantio de culturas ao longo do ano todo e, consequentemente, alta infestação de pragas, doenças e plantas infestantes, pelas condições climáticas favoráveis. Assim, o uso constante de um mesmo manejo ou tecnologia para diferentes culturas tende a selecionar pragas/plantas infestantes/doenças comuns, o que facilita o aumento da resistência sob o manejo e/ou tecnologia empregada. Deste modo, é preciso repensar o posicionamento estratégico no qual a biotecnologia agrícola se encontra no tocante ao manejo geral das propriedades rurais. Sem dúvida, essa tecnologia foi uma revolução extremamente benéfica, quebrando paradigmas e trazendo reais vantagens aos agricultores, já sabidas, como o ganho de produtividade, redução de custo de produção e facilidade de manejo. No entanto, tais benefícios estão sob constante ameaça, pois o emprego da tecnologia está sendo feito de maneira muitas vezes incorreta, pouco eficaz e sem uma visão de longo prazo. Ações urgentes como a adoção do refúgio, bordaduras e rotação de tecnologias e manejos devem ser praticadas, para que não se perca a eficácia da biotecnologia, prevenindo o aparecimento da resistência de pragas e plantas infestantes e evitando possíveis falhas da tecnologia. Problemas relacionados à falta de informação, desconhecimento e negligência às boas práticas de manejo integrado são frequentemente detectados no campo. Outro motivo que merece atenção é operacional, como a dificuldade de aplicação do refúgio, tanto pela porcentagem requerida (10% ou 20% da área com OGMs, dependendo da cultura semeada), formas e modelagens complicadas da configuração do refúgio na propriedade, além da falta de sementes disponíveis para a realização do refúgio, que se assemelhem à cultura transgênica principal (ex: ciclos diferentes entre o refúgio e a cultura GM principal). Ainda não há uma definição para estabelecimento de uma portaria que regulamente o refúgio para culturas transgênicas. Entretanto, grupos técnicos já foram criados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Secretaria de Defesa Agropecuária para que se chegue a um consenso sobre o manejo correto a ser utilizado. Figura 1. Adoção da biotecnologia agrícola no Brasil, por cultura. Algodão Milho, total Soja Brasil, total milhões de hectares /04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14 1º 2º 3º 14/15 Acompanhamento No caso do segundo levantamento da biotecnologia agrícola para a safra 2014/15, a cultura da soja geneticamente modificada manteve área total de 29,1 milhões de hectares, liderando com larga vantagem a adoção das culturas transgênicas no Brasil. O milho (verão + inverno) vem em segundo lugar, também mantendo 12,5 milhões de hectares, um acanhado avanço de 0,3% na comparação com agosto/2014. Logo, a adoção do milho total chegará em 82,6%. Por último, o algodão transgênico avança, atingindo adoção de 66,5% ou uma área total com variedades geneticamente modificadas de 598 mil hectares, 2,1% superiores aos números do último relatório. - your agribusiness intelligence 2
3 Ainda novidade, a soja RI/TH (resistente a insetos e tolerante a herbicidas genes combinados) entrou no seu segundo ano de adoção comercial, mantendo os 5,2 milhões de hectares, ou 16,5% da área total semeada com a cultura, levantados no primeiro relatório. Resultados como bom controle de lagartas e facilidade operacional começam a surgir, na medida em que se avança o cultivo da cultura. O preço elevado do royalty e a dificuldade nos pontos de entrega, pela necessidade de segregação e indefinição da ABIOVE (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais) sobre o recebimento da tecnologia pelas suas associadas ainda preocupam o agricultor, criando barreiras ao aumento da adoção desse evento transgênico. O milho inverno GM iniciará a semeadura no início de 2015, alcançando 90,4% de adoção, ou 7,7 milhões de hectares semeados com híbridos transgênicos, +0,5% na comparação com os números do último levantamento. No caso do milho verão GM, foram mantidos os dados de agosto/2014, ou seja, adoção de 72,6% e área total com tecnologia GM de 4,8 milhões de hectares. Entraves para uma maior adoção, nos moldes de milho inverno, ainda são observados, principalmente devido ao maior uso de variedades de milho, ou ainda maior número de agricultores de baixa tecnologia, que tem parcos recursos para investimento em híbridos transgênicos. Como enfatizado no relatório passado, casos de resistência de lagartas ao milho geneticamente modificado começam a ser mais comuns nas últimas safras, sobretudo para a lagarta-docartucho (Spodoptera sp.). O uso do refúgio é ferramenta fundamental no manejo integrado das pragas, visando diminuir a chance de desenvolvimento de resistência. No caso do milho, algumas tecnologias supostamente teriam perdido sua efetividade com apenas três anos de cultivo comercial. Tal fato é prejudicial para a empresa detentora da tecnologia, mas ainda mais grave para a agricultura brasileira como um todo, fundamentalmente o agricultor que deixa de capturar os benefícios que o milho geneticamente modificado tem a oferecer. A área cultivada com algodão geneticamente modificado aumentará 2,1%, em relação aos dados de agosto/2014, ou adoção de 66,5%. A expectativa de maior penetração das tecnologias com genes combinados é esperada, mas ainda sofre limitações pela falta de germoplasmas mais produtivos e adaptados às regiões produtoras. Figura 2. da biotecnologia agrícola no Brasil. Algodão Milho, total Milho, verão Milho, inverno Soja GM Convencional 100.0% 80.0% 60.0% 40.0% 20.0% 0.0% 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14 14/15 Soja 93.2% Inverno 90.4% Verão 72.6% Milho, total 82.6% Algodão 66.5% 0% 50% 100% Com relação aos tipos de tecnologia geneticamente modificada, os eventos tolerantes a herbicidas continuam liderando, com respeitável vantagem, a comercialização no Brasil, sendo responsáveis por 24,7 milhões de hectares, ou 52,4% do total semeado. Mas, gradativamente perderão lugar para a tecnologia RI/TH nas culturas com tecnologia GM, exceto para algodão, devido ao maior ataque de lagartas, compelindo o cotonicultor a adotar outras tecnologias, como eventos de resistência a insetos e/ou genes combinados. Ainda assim, é uma tecnologia bastante útil para a rotação de tecnologias e manejo do refúgio, quando o agricultor não escolher utilizar variedades convencionais para tal prática. Eventos com genes combinados (RI/TH resistência a insetos e tolerância a herbicidas) avançam, totalizando 12,7 milhões de hectares ou 26,8% do total da área semeada com as três culturas no Brasil. As principais razões do crescimento acentuado nas últimas safras são os benefícios advindos do uso da tecnologia, como maior facilidade no manejo, menor tempo gasto nas operações e redução da mão-de-obra e aumento de produtividade. Além disso, a introdução da tecnologia na soja tende a acelerar o cultivo da tecnologia, pelo peso que a sojicultura tem na agricultura brasileira. - your agribusiness intelligence 3
4 Por último, os eventos resistentes a insetos, presentes apenas no milho e algodão, atingem 4,8 milhões de hectares, ou 10,2% do total da área com as culturas citadas. Problemas de quebra de resistência relatados pelos agricultores, tanto na cultura do milho, quanto na cultura do algodão, tendem a fazer com que o agricultor prefira outras tecnologias, como genes combinados por exemplo. Figura 3. Adoção da biotecnologia agrícola no Brasil, por tratamento. Tolerância a herbicida Resistência a insetos Combinados Total milhões de hectares /04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14 14/15 Na análise por estado, Mato Grosso mantém-se na liderança, com um total de 11,4 milhões de hectares com culturas GM, ou 26,9% da área total do Brasil com esta tecnologia (incluindo soja, milho verão, milho inverno e algodão). Paraná vem em segundo lugar na adoção de biotecnologia (incluindo soja, milho verão, milho inverno e algodão), 7,1 milhões de hectares ou 16,8% da área GM total brasileira. Rio Grande do Sul aparece em seguida, com 5,9 milhões de hectares ou 13,9% da área total com GM no Brasil (apenas para soja e milho verão). O estado de Goiás fica na quarta posição, 4,2 milhões de hectares ou 10,1% do total semeado com culturas biotecnológicas no país (incluindo soja, milho verão, milho inverno e algodão). Fechando o ranking dos cinco estados com maior área cultivada com culturas geneticamente modificadas, o Mato Grosso do Sul totaliza 3,6 milhões de hectares ou 8,5% do total de OGMs no Brasil (incluindo soja, milho verão, milho inverno e algodão). Figura 4. Adoção da biotecnologia agrícola no Brasil, por estado. MT PR RS GO MS Outros Brasil milhões de hectares /04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14 14/15 Portanto, conclui-se que a tecnologia transgênica traz vantagens competitivas tanto da porteira para dentro, como facilidade de manejo, redução de custo de produção, facilidade e tranquilidade de manejo, quanto da porteira para fora, como maior oferta de alimentos com preços mais baratos, menor uso de defensivos agrícolas e redução da toxicidade nos alimentos, preservação de recursos como água, solo, fauna, etc., mas principalmente a elevação da agricultura brasileira como um todo. Contudo, só é possível continuar desfrutando destes benefícios se houver participação de todas as esferas envolvidas, no intuito de preservar a tecnologia, numa visão de longo prazo, evitando manejos incorretos e perda de eficácia do produto biotecnológico. - your agribusiness intelligence 4
5 TABELAS Figura 5. Adoção da biotecnologia agrícola no Brasil. (% área total) Total 1/ RI TH RI/TH Total RI TH RI/TH Total NORTE 1,76 1,7% 44,8% 11,6% 58,0% 0,03 0,79 0,20 1,02 NORDESTE 5,60 8,3% 38,0% 24,8% 71,2% 0,46 2,13 1,39 3,99 Maranhão 1,38 8,9% 40,1% 30,2% 79,2% 0,12 0,55 0,42 1,10 Piauí 1,10 6,3% 41,3% 29,2% 76,8% 0,07 0,46 0,32 0,85 Bahia 2,29 11,3% 48,7% 27,3% 87,3% 0,26 1,12 0,63 2,00 SUDESTE 4,28 15,2% 39,6% 36,9% 91,7% 0,65 1,69 1,58 3,92 Minas Gerais 2,61 14,1% 41,3% 36,3% 91,7% 0,37 1,08 0,95 2,39 São Paulo 1,64 16,7% 37,5% 37,6% 91,8% 0,27 0,61 0,62 1,51 SUL 14,84 8,1% 58,3% 27,8% 94,2% 1,20 8,64 4,13 13,98 Paraná 7,76 13,0% 47,9% 30,6% 91,6% 1,01 3,72 2,37 7,10 Santa Catarina 1,06 5,7% 47,8% 41,1% 94,6% 0,06 0,50 0,43 1,00 Rio Grande do Sul 6,03 2,1% 73,4% 22,0% 97,5% 0,13 4,42 1,32 5,87 C-OESTE 20,79 11,8% 55,3% 25,8% 92,9% 2,46 11,49 5,36 19,31 Mato Grosso 12,44 11,5% 55,6% 24,3% 91,4% 1,44 6,91 3,02 11,37 Mato Grosso do Sul 3,81 16,2% 49,2% 28,3% 93,6% 0,62 1,87 1,08 3,57 Goiás 4,42 9,0% 60,0% 27,4% 96,4% 0,40 2,65 1,21 4,25 Distrito Federal 0,13 10,9% 42,3% 42,2% 95,5% 0,01 0,05 0,05 0,12 N/NE 7,36 6,7% 39,6% 21,7% 68,0% 0,49 2,92 1,60 5,01 C-SUL 39,91 10,8% 54,7% 27,7% 93,2% 4,31 21,83 11,07 37,21 BRASIL 47,27 10,2% 52,4% 26,8% 89,3% 4,80 24,75 12,67 42,22 1/ Inclui as áreas das culturas de soja, milho verão, milho inverno e algodão. Figura 6. Adoção da biotecnologia na safra de soja. NORTE 1,21 3,11 3,75 64,7% 12,3% 77,0% 0,78 0,15 0,93 NORDESTE 2,82 2,95 8,32 71,4% 17,6% 89,0% 2,01 0,50 2,51 Maranhão 0,80 3,06 2,43 67,7% 16,3% 83,9% 0,54 0,13 0,67 Piauí 0,67 2,80 1,86 66,1% 13,7% 79,8% 0,44 0,09 0,53 Bahia 1,36 2,96 4,02 76,1% 20,3% 96,4% 1,04 0,28 1,31 SUDESTE 2,13 3,05 6,49 75,3% 19,0% 94,3% 1,60 0,40 2,00 Minas Gerais 1,38 3,13 4,32 74,4% 19,2% 93,7% 1,03 0,27 1,29 São Paulo 0,75 2,91 2,17 76,9% 18,4% 95,3% 0,57 0,14 0,71 SUL 10,71 2,76 29,59 79,0% 15,6% 94,7% 8,46 1,67 10,13 Paraná 5,10 3,03 15,47 70,4% 19,4% 89,8% 3,59 0,99 4,58 Santa Catarina 0,58 2,94 1,70 83,8% 14,9% 98,7% 0,49 0,09 0,57 Rio Grande do Sul 5,03 2,47 12,42 87,2% 11,9% 99,2% 4,38 0,60 4,98 C-OESTE 14,33 3,01 43,20 77,2% 16,9% 94,2% 11,07 2,43 13,50 Mato Grosso 8,77 3,08 26,99 75,8% 16,4% 92,1% 6,64 1,43 8,08 Mato Grosso do Sul 2,27 2,74 6,20 78,9% 16,6% 95,5% 1,79 0,38 2,16 Goiás 3,23 3,02 9,77 80,1% 18,6% 98,7% 2,59 0,60 3,19 Distrito Federal 0,07 3,36 0,24 73,2% 26,3% 99,4% 0,05 0,02 0,07 N/NE 4,03 3,00 12,07 69,4% 16,0% 85,4% 2,79 0,65 3,44 C-SUL 27,16 2,92 79,28 77,8% 16,6% 94,4% 21,13 4,50 25,63 BRASIL 31,19 2,93 91,35 76,7% 16,5% 93,2% 23,92 5,15 29,07 - your agribusiness intelligence 5
6 Figura 7. Adoção da biotecnologia na safra de milho verão. NORTE 0,38 2,72 1,02 2,5% 1,0% 7,6% 11,0% 0,01 0,00 0,03 0,04 NORDESTE 2,06 2,36 4,86 11,7% 2,3% 34,5% 48,4% 0,24 0,05 0,71 1,00 Maranhão 0,40 2,03 0,82 13,7% 3,4% 55,3% 72,5% 0,06 0,01 0,22 0,29 Piauí 0,39 2,26 0,89 13,7% 3,4% 55,3% 72,5% 0,05 0,01 0,22 0,29 Bahia 0,44 4,54 2,00 26,9% 3,4% 55,3% 85,6% 0,12 0,02 0,24 0,38 SUDESTE 1,60 6,96 11,10 28,2% 3,4% 58,6% 90,2% 0,45 0,05 0,94 1,44 Minas Gerais 1,02 6,96 7,07 28,6% 3,4% 58,3% 90,3% 0,29 0,03 0,59 0,92 São Paulo 0,55 7,15 3,95 27,4% 3,4% 59,3% 90,2% 0,15 0,02 0,33 0,50 SUL 2,13 7,03 15,00 12,7% 3,8% 73,4% 89,9% 0,27 0,08 1,57 1,92 Paraná 0,66 9,46 6,23 12,7% 3,8% 75,1% 91,6% 0,08 0,02 0,50 0,60 Santa Catarina 0,48 7,27 3,46 12,7% 3,8% 73,1% 89,6% 0,06 0,02 0,35 0,43 Rio Grande do Sul 1,00 5,31 5,31 12,7% 3,8% 72,5% 88,9% 0,13 0,04 0,72 0,89 C-OESTE 0,48 8,57 4,08 14,9% 2,8% 72,0% 89,7% 0,07 0,01 0,34 0,43 Mato Grosso 0,07 7,30 0,54 14,2% 1,7% 69,2% 85,1% 0,01 0,00 0,05 0,06 Mato Grosso do Sul 0,04 8,78 0,34 14,2% 1,7% 70,2% 86,1% 0,01 0,00 0,03 0,03 Goiás 0,33 8,59 2,82 15,1% 3,1% 72,8% 91,0% 0,05 0,01 0,24 0,30 Distrito Federal 0,04 10,82 0,39 15,1% 3,1% 72,8% 91,0% 0,01 0,00 0,03 0,03 N/NE 2,43 2,42 5,88 10,2% 2,1% 30,3% 42,6% 0,25 0,05 0,74 1,04 C-SUL 4,21 7,17 30,19 18,8% 3,5% 67,7% 90,0% 0,79 0,15 2,85 3,79 BRASIL 6,64 5,43 36,07 15,7% 3,0% 54,0% 72,6% 1,04 0,20 3,58 4,82 Figura 8. Adoção da biotecnologia na safra de milho inverno. NORTE 0,17 4,07 0,68 10,8% 1,2% 15,1% 27,0% 0,02 0,00 0,03 0,05 NORDESTE 0,40 3,19 1,26 32,5% 1,4% 35,7% 69,6% 0,13 0,01 0,14 0,28 Maranhão 0,17 4,50 0,74 37,9% 0,0% 38,1% 76,0% 0,06 0,00 0,06 0,13 Piauí 0,03 4,36 0,13 37,9% 0,0% 38,1% 76,0% 0,01 0,00 0,01 0,02 Bahia 0,20 1,94 0,39 27,3% 2,8% 33,3% 63,4% 0,05 0,01 0,07 0,13 SUDESTE 0,53 5,26 2,79 35,8% 6,4% 44,8% 87,1% 0,19 0,03 0,24 0,46 Minas Gerais 0,20 6,72 1,31 35,8% 6,4% 44,8% 87,1% 0,07 0,01 0,09 0,17 São Paulo 0,33 4,41 1,47 35,8% 6,4% 44,8% 87,1% 0,12 0,02 0,15 0,29 SUL 2,00 5,88 11,76 46,4% 5,2% 44,6% 96,1% 0,93 0,10 0,89 1,92 Paraná 2,00 5,88 11,76 46,4% 5,2% 44,6% 96,1% 0,93 0,10 0,89 1,92 Santa Catarina 0,00 0,00 0,00 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,00 0,00 0,00 0,00 Rio Grande do Sul 0,00 0,00 0,00 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,00 0,00 0,00 0,00 C-OESTE 5,45 5,98 32,60 40,6% 4,8% 46,7% 92,1% 2,21 0,26 2,54 5,02 Mato Grosso 3,15 6,41 20,20 40,6% 4,8% 47,7% 93,1% 1,28 0,15 1,50 2,93 Mato Grosso do Sul 1,47 4,95 7,28 40,6% 4,8% 45,6% 91,1% 0,60 0,07 0,67 1,34 Goiás 0,81 6,12 4,96 40,6% 4,8% 44,6% 90,1% 0,33 0,04 0,36 0,73 Distrito Federal 0,02 8,90 0,17 40,6% 4,8% 46,7% 92,1% 0,01 0,00 0,01 0,02 N/NE 0,56 3,45 1,94 26,0% 1,3% 29,5% 56,9% 0,15 0,01 0,17 0,32 C-SUL 7,98 5,91 47,15 41,7% 5,0% 46,0% 92,8% 3,33 0,40 3,67 7,40 BRASIL 8,54 5,75 49,09 40,7% 4,8% 44,9% 90,4% 3,48 0,41 3,84 7,72 - your agribusiness intelligence 6
7 Figura 9. Adoção da biotecnologia na safra de milho, total. NORTE 0,54 3,14 1,70 5,1% 1,0% 9,9% 16,0% 0,03 0,01 0,05 0,09 NORDESTE 2,45 2,50 6,12 15,0% 2,1% 34,7% 51,8% 0,37 0,05 0,85 1,27 Maranhão 0,57 2,75 1,56 20,7% 2,4% 50,3% 73,5% 0,12 0,01 0,29 0,42 Piauí 0,42 2,41 1,02 15,4% 3,2% 54,1% 72,7% 0,07 0,01 0,23 0,31 Bahia 0,64 3,73 2,39 27,0% 3,2% 48,4% 78,7% 0,17 0,02 0,31 0,50 SUDESTE 2,13 6,53 13,89 30,1% 4,1% 55,2% 89,4% 0,64 0,09 1,17 1,90 Minas Gerais 1,21 6,92 8,38 29,8% 3,9% 56,1% 89,8% 0,36 0,05 0,68 1,09 São Paulo 0,89 6,11 5,43 30,6% 4,6% 53,8% 89,0% 0,27 0,04 0,48 0,79 SUL 4,13 6,47 26,76 29,0% 4,5% 59,5% 92,9% 1,20 0,18 2,46 3,84 Paraná 2,66 6,77 17,99 38,0% 4,8% 52,1% 95,0% 1,01 0,13 1,39 2,53 Santa Catarina 0,48 7,27 3,46 12,7% 3,8% 73,1% 89,6% 0,06 0,02 0,35 0,43 Rio Grande do Sul 1,00 5,31 5,31 12,7% 3,8% 72,5% 88,9% 0,13 0,04 0,72 0,89 C-OESTE 5,93 6,19 36,69 38,5% 4,7% 48,7% 91,9% 2,28 0,28 2,89 5,45 Mato Grosso 3,22 6,43 20,73 40,0% 4,8% 48,2% 92,9% 1,29 0,15 1,55 3,00 Mato Grosso do Sul 1,51 5,05 7,62 39,9% 4,8% 46,3% 90,9% 0,60 0,07 0,70 1,37 Goiás 1,14 6,83 7,78 33,2% 4,3% 52,8% 90,3% 0,38 0,05 0,60 1,03 Distrito Federal 0,05 10,15 0,56 24,0% 3,7% 63,7% 91,4% 0,01 0,00 0,03 0,05 N/NE 3,00 2,61 7,83 13,2% 1,9% 30,2% 45,3% 0,40 0,06 0,90 1,36 C-SUL 12,19 6,35 77,33 33,8% 4,5% 53,5% 91,8% 4,12 0,55 6,52 11,19 BRASIL 15,18 5,61 85,16 29,7% 4,0% 48,9% 82,6% 4,52 0,61 7,42 12,55 Figura 10. Adoção da biotecnologia na safra de algodão. NORTE 0,01 1,43 0,01 26,4% 15,5% 13,7% 55,7% 0,00 0,00 0,00 0,00 NORDESTE 0,33 1,68 0,55 29,0% 20,0% 13,7% 62,7% 0,09 0,07 0,04 0,21 Maranhão 0,02 1,56 0,03 26,4% 15,5% 13,7% 55,7% 0,01 0,00 0,00 0,01 Piauí 0,01 1,42 0,02 26,4% 15,5% 13,7% 55,7% 0,00 0,00 0,00 0,01 Bahia 0,29 1,72 0,50 29,3% 20,6% 13,7% 63,7% 0,09 0,06 0,04 0,18 SUDESTE 0,03 1,57 0,04 36,5% 15,5% 14,6% 66,5% 0,01 0,00 0,00 0,02 Minas Gerais 0,02 1,57 0,03 36,5% 15,5% 14,6% 66,5% 0,01 0,00 0,00 0,01 São Paulo 0,01 1,55 0,01 36,5% 15,5% 14,6% 66,5% 0,00 0,00 0,00 0,00 SUL 0,00 0,86 0,00 11,3% 15,5% 10,5% 37,2% 0,00 0,00 0,00 0,00 Paraná 0,00 0,86 0,00 11,3% 15,5% 10,5% 37,2% 0,00 0,00 0,00 0,00 Santa Catarina 0,00 0,00 0,00 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,00 0,00 0,00 0,00 Rio Grande do Sul 0,00 0,00 0,00 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,00 0,00 0,00 0,00 C-OESTE 0,54 1,57 0,84 33,5% 27,2% 8,3% 69,0% 0,18 0,15 0,04 0,37 Mato Grosso 0,45 1,55 0,70 32,4% 26,3% 7,4% 66,1% 0,15 0,12 0,03 0,30 Mato Grosso do Sul 0,04 1,68 0,06 39,1% 39,3% 14,0% 92,4% 0,01 0,01 0,01 0,04 Goiás 0,05 1,67 0,08 39,0% 26,3% 12,3% 77,6% 0,02 0,01 0,01 0,04 Distrito Federal 0,00 1,47 0,00 39,0% 15,5% 12,3% 66,8% 0,00 0,00 0,00 0,00 N/NE 0,34 1,68 0,56 28,9% 19,9% 13,7% 62,6% 0,10 0,07 0,05 0,21 C-SUL 0,56 1,57 0,88 33,6% 26,6% 8,6% 68,8% 0,19 0,15 0,05 0,39 BRASIL 0,90 1,61 1,45 31,9% 24,1% 10,5% 66,5% 0,29 0,22 0,09 0,60 - your agribusiness intelligence 7
INFORMATIVO BIOTECNOLOGIA
TEL +55 34 3229 1313 FAX +55 34 3229 4949 [email protected] celeres.com.br IB13.02 16 de dezembro de 2013 INFORMATIVO BIOTECNOLOGIA Conteúdo Análise Geral... 2 Tabelas... 5 Figuras Figura 1. Adoção
INFORMATIVO BIOTECNOLOGIA
TEL +55 34 3229 1313 FAX +55 34 3229 4949 [email protected] celeres.com.br IB14.01 9 de abril de 2014 INFORMATIVO BIOTECNOLOGIA Conteúdo Análise Geral... 2 Tabelas... 6 Figuras Figura 1. Adoção da
Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM
Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM Resultados incluem primeiro ano de cultivo de milho geneticamente modificado, além das já tradicionais
Inovação Tecnológica e Controle de Mercado de Sementes de Milho
Milho e Sorgo Inovação Tecnológica e Controle de Mercado de Sementes de Milho Sete Lagoas Março 2012 Economia do Uso de Novas Tecnologias A escolha racional do agricultor: Aumento da produtividade dos
Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 1996/97 a 2010/11
Céleres Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 199/97 a 2010/11 O CASO DO ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO O CASO DO MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO O CASO DA SOJA TOLERANTE A HERBICIDA
AGRÍCOLA NO BRASIL. Prefácio. resultados do biotecnologia: Benefícios econômicos da. Considerações finais... 7 L: 1996/97 2011/12 2021/22...
O OS BENEFÍCIOS ECONÔMICOS DA BIOTECNOLOGIA AGRÍCOLA NO BRASIL L: 1996/97 2011/12 O caso do algodão geneticamente modificado O caso do milho geneticamente modificado O caso da soja tolerante a herbicida
Produção de grãos na Bahia cresce 14,64%, apesar dos severos efeitos da seca no Estado
AGROSSÍNTESE Produção de grãos na Bahia cresce 14,64%, apesar dos severos efeitos da seca no Estado Edilson de Oliveira Santos 1 1 Mestre em Economia, Gestor Governamental da SEAGRI; e-mail: [email protected]
O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010
O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE realizou, em outubro, o primeiro prognóstico para
CONTROLE BIOLÓGICO NA TEORIA E NA PRÁTICA: A REALIDADE DOS PEQUENOS AGRICULTORES DA REGIÃO DE CASCAVEL-PR
CONTROLE BIOLÓGICO NA TEORIA E NA PRÁTICA: A REALIDADE DOS PEQUENOS AGRICULTORES DA REGIÃO DE CASCAVEL-PR 1 DELAI, Lucas da Silva; 1 ALVES Victor Michelon; 1 GREJIANIN, Gustavo; 1 PIRANHA, Michelle Marques
Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura
Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura A safra de grãos do país totalizou 133,8 milhões de toneladas em 2009, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de dezembro,
Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14
Soja Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro de 2013 MUNDO A economia mundial cada vez mais globalizada tem sido o principal propulsor responsável pelo aumento da produção de soja. Com o aumento do
Passo a passo na escolha da cultivar de milho
Passo a passo na escolha da cultivar de milho Beatriz Marti Emygdio Pesquisadora Embrapa Clima Temperado ([email protected]) Diante da ampla gama de cultivares de milho, disponíveis no mercado
10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013
10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 1. INTRODUÇÃO O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), realiza sistematicamente
INSTITUIÇÃO EXECUTORA:
FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES NA AGRICULTURA NO ESTADO DE MATO GROSSO 30 ANOS RELATÓRIO DO PROJETO DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DA CULTURA DO ALGODÃO PARA AGRICULTORES FAMILIARES DE MATO GROSSO Relatório
Índice de Confiança do Agronegócio
Índice de Confiança do Agronegócio Terceiro Trimestre 2014 Principais Resultados:» Índice de Confiança do Agronegócio» Índice da Indústria (antes e depois da porteira)» Índice do Produtor Agropecuário
Milho Período: 11 a 15/05/2015
Milho Período: 11 a 15/05/2015 Câmbio: Média da semana: U$ 1,00 = R$ 3,0203 Nota: A paridade de exportação refere-se ao valor/sc desestivado sobre rodas, o que é abaixo do valor FOB Paranaguá. *Os preços
CONSUMIDOR. Onde foi produzido Rastreado Light / Diet Menos Sal / 0% Trans Livre de Transgênicos Segurança alimentar. Tendências: Como foi produzido
Tendências: Como foi produzido CONSUMIDOR Onde foi produzido Rastreado Light / Diet Menos Sal / 0% Trans Livre de Transgênicos Segurança alimentar Carne Não Transgênica Milhões Tons. 80,0 75,0 70,0 65,0
A Adoção da Biotecnologia Agrícola no Brasil: Produção x Sustentabilidade
A Adoção da Biotecnologia Agrícola no Brasil: Produção x Sustentabilidade Um mercado em processo de mudança estrutural por Jorge Attie Céleres --Your 2012. Todos Todos os os direitos direitos reservados.
Mesa de controvérsia sobre transgênicos
Mesa de controvérsia sobre transgênicos Transgênicos: questões éticas, impactos e riscos para a Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional e o Direito Humano à Alimentação Adequada e Saudável Posição
Mentira: O homem não precisa plantar transgênicos Mentira: As plantas transgênicas não trarão benefícios a sociedade
Como toda nova ciência ou tecnologia, ela gera dúvidas e receios de mudanças. Isto acontece desde os tempos em que Galileo afirmou que era a Terra que girava em torno do Sol ou quando Oswaldo Cruz iniciou
PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS
SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL D E R A L PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS 20/03/06 O levantamento de campo realizado pelo DERAL, no
ALGODÃO 2ª SAFRA NA SAFRA 14/15 DEZEMBRO - ANO 6 - EDIÇÃO 67
ALGODÃO 2ª SAFRA NA SAFRA 14/15 DEZEMBRO - ANO 6 - EDIÇÃO 67 A decisão sobre o plantio do algodão segunda safra a esta altura já foi tomada. Seu Custo Operacional (CO) é estimado pelo Cepea em R$ 5.614,63/ha
CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR
CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR Foi realizado no dia 12 de julho de 2012 em Londrina (PR), o painel de custos de produção de grãos. A pesquisa faz parte do Projeto Campo Futuro da Confederação
INDICAÇÃO N o, DE 2015
55ª Legislatura 1ª Sessão Legislativa Ordinária INDICAÇÃO N o, DE 2015 Sugere a criação de um programa de irrigação nas regiões afetadas por estiagens, em estados brasileiros. Agricultura, Pecuária e Abastecimento:
Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana
Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana Super-safra norte-americana Em seu boletim de oferta e demanda mundial de setembro o Usda reestimou para cima suas projeções para a safra 2007/08.
LEVANTAMENTO DE MERCADO E SEGMENTAÇÃO DE CLIENTES POR PRODUÇÃO AGRÍCOLA
LEVANTAMENTO DE MERCADO E SEGMENTAÇÃO DE CLIENTES POR PRODUÇÃO AGRÍCOLA Módulo CRM Siagri AgriBusiness Do ponto de vista tecnológico, o CRM é utilizado para coletar os dados dos clientes, armazená-los
Milho - Análise da Conjuntura Agropecuária
Milho - Análise da Conjuntura Agropecuária Outubro de 2012. MUNDO O milho é o cereal mais produzido no mundo. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a produção média do
Tabela 1. Raiz de mandioca Área colhida e quantidade produzida - Brasil e principais estados Safras 2005/06 a 2007/08
Mandioca outubro de 2008 Safra nacional 2006/07 Na safra brasileira 2006/07 foram plantados 2,425 milhões de hectares e colhidos 26,920 milhões de toneladas - representando um crescimento de 0,87% e de
Inovação Tecnológica e Controle de Mercado de Sementes Transgênicas de Milho 1 João Carlos Garcia 2 e Rubens Augusto de Miranda 2
XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 Inovação Tecnológica e Controle de Mercado de Sementes Transgênicas de Milho 1 João Carlos Garcia 2 e Rubens Augusto
QUEM SOMOS MISSÃO WORKSHOP O QUE FAZEMOS A INDÚSTRIA DE SEMENTES NO BRASIL. Associação Brasileira de Sementes e Mudas
Associação Brasileira de Sementes e Mudas WORKSHOP AMOSTRAGEM, TESTES E ESTATÍSTICA SEMENTES, PLANTAS E GRÃOS Associação Brasileira de Sementes e Mudas A INDÚSTRIA DE SEMENTES NO BRASIL ILSI International
GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS
GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Estado do Rio de Janeiro JULHO DE 2014 BRASIL O mês de julho de 2014 fechou com um saldo líquido positivo de 11.796 novos empregos em todo país, segundo dados do Cadastro
CONJUNTURA 24.05.2010 FEIJÃO. João Ruas Gerência de Alimentos Básicos Superintendência de Gestão da Oferta
CONJUNTURA 24.05.2010 FEIJÃO João Ruas Gerência de Alimentos Básicos Superintendência de Gestão da Oferta MERCADO -Comportamento das principais cultivares plantadas no Brasil; -Situação da Safra 2009/2010;
FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing
FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing Edson José de Lemos Júnior Ermeson Gomes da Silva Jardson Prado Coriolano da Silva Marcos Antonio Santos Marinho Rosinaldo Ferreira da Cunha RELATÓRIO GERENCIAL
Treinamento de Crise: simulações para lidar com situações reais
POP 2008 Relações Públicas na Gestão de Crise Resumo Treinamento de Crise: simulações para lidar com situações reais Bayer CropScience Desafio Preparar executivos para agir de forma organizada, ágil e
A atividade agrícola e o espaço agrário. Prof. Bruno Batista
A atividade agrícola e o espaço agrário Prof. Bruno Batista A agropecuária É uma atividade primária; É obtida de forma muito heterogênea no mundo países desenvolvidos com agricultura moderna, e países
PROJEÇÕES DO AGRONEGÓCIO Brasil 2009/10 a 2019/20
PROJEÇÕES DO AGRONEGÓCIO Brasil 2009/10 a 2019/20 AGE - ASSESSORIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA Chefe da AGE: Derli Dossa. E-mail: [email protected] Equipe Técnica: José Garcia Gasques. E-mail: [email protected]
IT-1101 - AGRICULTURA IRRIGADA. (parte 1)
6 Sistemas de irrigação (parte 1) 6.1 Considerações iniciais Aplicação artificial de água ao solo, em quantidades adequadas, visando proporcionar a umidade necessária ao desenvolvimento das plantas nele
Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ
Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro 2015 PARANÁ A estimativa de área para a safra 2015/16 de soja é recorde no Paraná. Segundo os técnicos de campo serão semeados 5,24 milhões de hectares,
PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DE MATO GROSSO DO SUL RELATÓRIO SEMANAL DE 27 DE JANEIRO A 03 DE FEVEREIRO DE 2014
ANO III / Nº 73 PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DE MATO GROSSO DO SUL RELATÓRIO SEMANAL DE 27 DE JANEIRO A 03 DE FEVEREIRO DE 2014 Núcleo 1 Chapadão do Sul Eng. Agr. Danilo Suniga de Moraes O plantio de algodão
150 ISSN 1679-0162 Sete Lagoas, MG Dezembro, 2007
150 ISSN 1679-0162 Sete Lagoas, MG Dezembro, 2007 A evolução da produção de milho no Mato Grosso: a importância da safrinha Jason de Oliveira Duarte 1 José Carlos Cruz 2 João Carlos Garcia 3 Introdução
Palavras chave: sustentabilidade, insumos agrícolas, empresas transnacionais.
SEMEANDO A (IN) SUSTENTABILIDADE: DISCUSSÃO SOBRE A UTILIZAÇÃO DE INSUMOS QUÍMICOS NA AGRICULTURA Autora: Doris Sayago 1 Instituição: Centro de Desenvolvimento Sustentável CDS/UnB Palavras chave: sustentabilidade,
Missão. Visão. Quem Somos
Quem Somos A Monsanto foi fundada em 1901 em Saint Louis, Missouri, nos Estados Unidos, e hoje possui 404 unidades em 67 países do mundo. Estamos no Brasil desde 1963 e contamos com o trabalho e a colaboração
MANUAL DE VENDAS SEGURO COLHEITA GARANTIDA
MANUAL DE VENDAS SEGURO COLHEITA GARANTIDA 1 Finalidade O setor Agropecuário é, e sempre foi, fundamental para a economia Brasileira, porém está sujeito aos riscos de produção por intempéries da Natureza
Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra
Ano 8 Edição 15 - Setembro de 2015 Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra A forte valorização do dólar frente ao Real no decorrer deste ano apenas no período de
REQUERIMENTO (Do Sr. Vittorio Medioli)
1 REQUERIMENTO (Do Sr. Vittorio Medioli) Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo sugerindo à Agência Nacional de Águas que determine às empresas concessionárias deste serviço a divulgação em suas
EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO DE FEIJÃO NO BRASIL DE 1976-2009 Paulo Roberto Vieira de ALMEIDA¹; Alcido Elenor WANDER² INTRODUÇÃO
EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO DE FEIJÃO NO BRASIL DE 1976-2009 Paulo Roberto Vieira de ALMEIDA¹; Alcido Elenor WANDER² ¹ Mestrando do Programa de Pós Graduação em Agronegócio na Escola de Agronomia e Engenharia
SUMÁRIO. 1 - Lavouras... 5. 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra 2012 Brasil...
...... PRODUÇÃO DAS LAVOURAS EM MARÇO DE 2012 SUMÁRIO 1 - Lavouras... 5 TABELAS DE RESULTADOS Safra 2012 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural PROJETO FIP-ABC. Produção sustentável em áreas já convertidas para o uso agropecuário (com base no Plano ABC)
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Serviço Nacional de Aprendizagem Rural PROJETO FIP-ABC Produção sustentável em áreas já convertidas para o uso agropecuário (com base no Plano ABC) Descrição do contexto
TRIGO Período de 02 a 06/11/2015
TRIGO Período de 02 a 06//205 Tabela I - PREÇO PAGO AO PRODUTOR (em R$/60 kg) Centro de Produção Unid. 2 meses Períodos anteriores mês (*) semana Preço Atual PR 60 kg 29,56 35,87 36,75 36,96 Semana Atual
OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL
APRESENTAÇÃO OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL AGROICONE JULHO 2015 TEMA CÓDIGO FLORESTAL PROJETO OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE BIOENERGIA
Guilherme Leite da Silva Dias, FEA/USP
Seminário Risco e Gestão do Seguro Rural no Brasil Mesa Redonda III Aquecimento global e impactos sobre o seguro agrícola Palestra: Aquecimento global e possíveis impactos econômicos sobre a agricultura
Milho Período: 19 a 23/10/2015
Milho Período: 19 a 23/10/2015 Nota: A paridade de exportação refere-se ao valor/sc desestivado sobre rodas, o que é abaixo do valor FOB Paranaguá. *Os preços médios semanais apresentados nas praças de
Papel do Monitoramento no Manejo de Resistência (MRI)
Papel do Monitoramento no Manejo de Resistência (MRI) Samuel Martinelli Monsanto do Brasil Ltda 1 I WORKSHOP DE MILHO TRANSGÊNICO 07-09 DE MARÇO DE 2012 SETE LAGORAS,MG Conceito de resistência Interpretação
O papel da APROSOJA na promoção da sustentabilidade na cadeia produtiva da soja brasileira
O papel da APROSOJA na promoção da sustentabilidade na cadeia produtiva da soja brasileira Clusters para exportação sustentável nas cadeias produtivas da carne bovina e soja Eng Agrônomo Lucas Galvan Diretor
RELATÓRIO DA GERÊNCIA DE MONITORAMENTO PANORAMA DO COOPERATIVISMO BRASILEIRO - ANO 2011
RELATÓRIO DA GERÊNCIA DE MONITORAMENTO PANORAMA DO COOPERATIVISMO BRASILEIRO - ANO 2011 Março 2012 SUMÁRIO I - EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE COOPERATIVAS, COOPERADOS E EMPREGADOS, 3 II - ANÁLISE POR RAMO, 8 2.1
1 Lavouras. 1.1 Produção de cereais, leguminosas e oleaginosas quinta estimativa da safra 2012, em relação à produção obtida em 2011
1 Lavouras 1.1 Produção de cereais, leguminosas e oleaginosas quinta estimativa da safra 212, em relação à produção obtida em 211 A quinta avaliação da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas
O AGRONEGÓCIO DO PALMITO NO BRASIL:
O AGRONEGÓCIO DO PALMITO NO BRASIL: UMA ATUALIZAÇÃO Aníbal Rodrigues - [email protected] Pesquisador - Área de Sócioeconomia Instituto Agronômico do Paraná IAPAR, Curitiba - PR 1 Introdução 2 Metodologia
redução dos preços internacionais de algumas commodities agrícolas; aumento dos custos de
Desempenho da Agroindústria No fechamento do primeiro semestre de 2005, a agroindústria registrou crescimento de 0,3%, taxa bastante inferior à assinalada pela média da indústria brasileira (5,0%) no mesmo
WORKSHOP DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS DE PESQUISAS SAFRA 2014/2015
DESAFIOS FITOSSANITÁRIOS NO MANEJO DE LAVOURAS WORKSHOP APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS - FBA Engº Agrº EZELINO CARVALHO INTRODUÇÃO O objetivo desta apresentação é dialogar sobre os problemas fitossanitários
PROJETO CAMPO FUTURO CUSTO DE PRODUÇÃO DO CAFÉ EM LUÍS EDUARDO MAGALHÃES-BA
PROJETO CAMPO FUTURO CUSTO DE PRODUÇÃO DO CAFÉ EM LUÍS EDUARDO MAGALHÃES-BA Os produtores de Luís Eduardo Magalhães se reuniram, em 09/04, para participarem do levantamento de custos de produção de café
Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem
Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem www.bettercotton.org Orientação Text to go here O documento Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem da BCI proporciona uma estrutura para medir as mudanças
ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Outubro de 2015
ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Outubro de 2015 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Outubro de 2015 Sumário Executivo Indicadores de confiança são indicadores
Acompanhamento da Safra 2012/13 no MS
Acompanhamento da Safra 2012/13 no MS Circular Técnico nº 20 No acompanhamento da cultura do milho 2ª safra de Mato Grosso do Sul foram visitadas 52 propriedades entre os dias 22 e 25 de abril de 2013
Preço médio da Soja em Mato Grosso do Sul Abril de 2013 - Em R$ por saca de 60 kg.
ANÁLISE SOJA MERCADO INTERNO: Nos primeiros dez dias do mês de maio houve valorização nos preços praticados da saca de soja de 6 kg quando comparados aos preços observados em 1 de maio,,38% de aumento
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO OUTUBRO DE 2015
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO OUTUBRO DE 2015 CALENDÁRIO AGRÍCOLA - FEIJÃO Safra 1ª - Safra das Águas 2ª - Safra da Seca 3ª - Safra de Inverno Principais Regiões Sul, Sudeste,
FuturaGene Visão Geral
FuturaGene Visão Geral Agenda Apresentação Institucional Introdução Porque a Biotecnologia Nosso negócio Resumo 2 Introdução Líder brasileiro em biotecnologia florestal Setor atraente; expectativas da
Custo de Produção do Milho Safrinha 2012
09 Custo de Produção do Milho Safrinha 2012 1 Carlos DirceuPitol Luiz2 Broch1 Dirceu Luiz Broch Roney Simões Pedroso2 9.1. Introdução Os sistemas de produção da atividade agropecuária cada vez requerem
EVOLUÇÃO DO CONSUMO DE AGROTOXICOS NO BRASIL 2003-2007
EVOLUÇÃO DO CONSUMO DE AGROTOXICOS NO BRASIL 2003-2007 Resumo com base em dados publicados pela Andef- Associação Nacional das Empresas de Defensivos Agrícolas (ORGANIZADOS pelo Diretor executivo da ANDEF
Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade
C.1 Taxa de mortalidade infantil O indicador estima o risco de morte dos nascidos vivos durante o seu primeiro ano de vida e consiste em relacionar o número de óbitos de menores de um ano de idade, por
AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado
AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: ABRIL/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas
RELATÓRIO TÉCNICO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE APOIO À REALIZAÇÃO DE EVENTOS
RELATÓRIO TÉCNICO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE APOIO À REALIZAÇÃO DE EVENTOS Intituição: Embrapa Cerrados / Centro de Pesquisa Agropecuária do Projeto: IV Reunião Técnica de Pesquisas em Maracujazeiro Responsável:
GRANDES PARCERIAS GERANDO GRANDES RESULTADOS NA GESTÃO SUSTENTAVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS PRODUTOR DE ÁGUA NO PIPIRIPAU-DF
GRANDES PARCERIAS GERANDO GRANDES RESULTADOS NA GESTÃO SUSTENTAVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS PRODUTOR DE ÁGUA NO PIPIRIPAU-DF José Bento da Rocha Farmacêutico graduado pela Universidade Estadual de Goiás UEG,
AGROINDÚSTRIA. O BNDES e a Agroindústria em 1998 BNDES. ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 1 Gerência Setorial 1 INTRODUÇÃO 1.
AGROINDÚSTRIA BNDES FINAME BNDESPAR ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 1 Gerência Setorial 1 O BNDES e a Agroindústria em 1998 INTRODUÇÃO Este informe apresenta os principais dados sobre os desembolsos do BNDES
Jurandir Zullo Junior * Hilton Silveira Pinto Ana Maria H. de Ávila. Eduardo Delgado Assad Giampaolo Queiroz Pellegrino Fábio Ricardo Marin
Mudanças as Climáticas e Agricultura Jurandir Zullo Junior * Hilton Silveira Pinto Ana Maria H. de Ávila Eduardo Delgado Assad Giampaolo Queiroz Pellegrino Fábio Ricardo Marin Alerta Global 87% dos brasileiros
Tabela 1 Evolução da produção mundial de óleos (Mil toneladas)
Preços da mamona se recuperam 1. A produção e o consumo mundial de óleos vegetais se elevam A produção mundial de óleos vegetais aumentou aproximadamente 400 entre 1974/75 e 2006/07, passando de 25,7 hões
Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013
Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013 dezembro, 2012 Índice 1. Algodão 2. Soja 3. Milho 4. Boi Gordo 5. Valor Bruto da Produção ALGODÃO Mil toneladas
Capacidade dos Portos Brasileiros Soja e Milho
CAPACIDADE DOS PORTOS BRASILEIROS Capacidade dos Portos Brasileiros Soja e Milho 1 Novembro 2012 Esse estudo pretende chegar a um volume máximo de soja, milho e derivados, que pode ser exportado, por meio
ANÁLISE DE RISCO - sistematização de informações disponíveis visando identificar o perigo potencial e avaliar a possibilidade de exposição.
ANÁLISE E IMPACTOS DO PROTOCOLO DE CARTAGENA PARA O BRASIL 41 Deise M. F. Capalbo* A análise de risco é um processo comparativo que deve ser conduzido, caso a caso, com embasamento cientifico e por processo
P a n o r a m a dos insetos pragas das culturas de soja, milho e algodão na Defesa Sanitária Vegetal para Mato Grosso do Sul
P a n o r a m a dos insetos pragas das culturas de soja, milho e algodão na Defesa Sanitária Vegetal para Mato Grosso do Sul PAULO E. DEGRANDE Universidade Federal da Grande Dourados O CONVITE versus FALAR
Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas
Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas De origem européia, a oliveira foi trazida ao Brasil por imigrantes há quase dois séculos, mas somente na década de 50 foi introduzida no Sul de Minas Gerais.
MERCADO DE TRIGO CONJUNTURA E CENÁRIO NO BRASIL E NO MUNDO
MERCADO DE TRIGO CONJUNTURA E CENÁRIO NO BRASIL E NO MUNDO Paulo Magno Rabelo (1) A análise de desempenho da produção de trigo no mundo desperta apreensões fundamentadas quanto aos indicadores de área
Programa Mato-grossense de Municípios Sustentáveis Registro de Experiências municipais 1
Programa Mato-grossense de Municípios Sustentáveis Registro de Experiências municipais 1 Conceito de Tecnologia Social aplicada a Municípios Sustentáveis: "Compreende técnicas, metodologias e experiências
2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA.
1 - INTRODUÇÃO No período de 01 a 14 de abril de 2007, os técnicos da CONAB e das instituições com as quais mantém parceria visitaram municípios produtores de café em Minas Gerais, Espírito Santo, São
A necessidade do profissional em projetos de recuperação de áreas degradadas
A necessidade do profissional em projetos de recuperação de áreas degradadas Moacyr Bernardino Dias-Filho Engenheiro Agrônomo, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental, Belém, PA www.diasfilho.com.br Conceito
Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.
A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças
FOLDER PRODUÇÃO INTEGRADA DE ARROZ IRRIGADO. Produção Integrada de Arroz Irrigado
FOLDER PRODUÇÃO INTEGRADA DE ARROZ IRRIGADO Produção Integrada de Arroz Irrigado O que é a Produção Integrada de Arroz Irrigado? A Produção Integrada é definida como um sistema de produção agrícola de
FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009
SUMÁRIO. Avaliação da Safra Agrícola 2007/20087 Segundo Levantamento de Intenção de Plantio Novembro/2007 1
SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2 2. METODOLOGIA 2 3. ESTIMATIVA DA ÁREA PLANTADA 3 4. ESTIMATIVA DA PRODUÇÃO 4 5. AVALIAÇÃO DAS CULTURAS 6 6. ESTIMATIVAS DE ÁREA, PRODUÇÃO E PRODUTIVIDADE 13 7. BALANÇO DE OFERTA
Assunto: falta de recursos do governo federal para agricultura do Paraná
Assunto: falta de recursos do governo federal para agricultura do Paraná A FAEP tem solicitado ao governo federal que libere os recursos anunciados de R$ 5,6 bilhões na Política de Garantia de Preços Mínimos
