Tecnologia Alimentar I

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tecnologia Alimentar I"

Transcrição

1 Tecnologia Alimentar I Paulo Figueiredo [email protected] Programa 1. Organização de uma indústria agro-alimentar. 2. Operações unitárias. 3. Tecnologias de elaboração de alimentos: leite e lacticínios, produtos cárneos, pescado, cereais e produtos derivados, gorduras alimentares, frutos e legumes, edulcorantes e produtos derivados, condimentos e especiarias, bebidas alcoólicas e não alcoólicas. 4. Produção de alimentos funcionais: probióticos, prebióticos e simbióticos. Elaboração de alimentos geneticamente modificados. 1

2 Bibliografia 1. N. N. Potter, J. H. Hotchkiss, Food Science, 1998, Aspen 2. G. Campbell-Platt, Food Science and Technology, 2009, Wiley-Blackwell 3. P. J. Fellows, Food Processing Technology: Principles and Practice, 2009, Woodhead Publishing 4. P. Ribéreau-Gayon et al., Handbook of Enology, 2006, Wiley Web

3 Avaliação A. Exame 100 % B. Avaliação contínua: 1. Monografia 30 % 2. Frequência 55 % 3. Resolução de exercícios 15 % Dispensa de exame média ponderada 9,5 6 Indústria agro-alimentar responsável pelo cultivo, criação, processamento, transporte e distribuição de alimentos diversas divisões em segmentos (ex): produção de matéria-prima cultivo, gestão de pomares, criação de gado, pesca selecção de variedades vegetais e animais, cultivo e criação, colheita e abate, armazenamento e transporte das matérias-primas transformação transformação das matérias-primas em alimentos processados diversas operações unitárias e processos 3

4 7 distribuição propriedades conducentes à venda do produto, incluindo armazenamento e conservação comercialização venda por grosso, retalho, instituições, restaurantes 8 numa IAA desenvolvida existe planeamento e calendarização de todas as fases eliminar ou, pelo menos, minimizar faltas e excessos no produtor, transformador e distribuidor grandes empresas possuem quintas, fábricas, distribuidores e locais de comercialização actual abundância de alimentos resulta do aumento de eficiência nas operações agrícolas, devido a avanços científicos e tecnológicos produção por animal tem aumentado aumento de produção resulta de maior uso de fertilizantes e outros compostos químicos, melhoramentos genéticos em plantas e animais e mecanização 4

5 9 frequentemente os alimentos são consumidos numa forma diferente daquela em que foram produzidos leite como manteiga, queijo, gelados e sobremesas geladas grãos de cereais como cereais de pequeno almoço feijões de soja como óleo alimentar amidos como xaropes edulcorantes 10 Indústrias associadas empresas produtoras de componentes não alimentares que são essenciais à comercialização dos alimentos indústria de embalagens fabricantes de aço para latas fabricantes de alumínio para latas, pratos e folha empresas de investigação noutros materiais (vidro, papel, plástico) desenvolvimento de novos polímeros produtores de corantes ou aromatizantes 5

6 11 produtores de acidificantes, conservantes, enzimas, estabilizadores, fabricantes de maquinaria e equipamentos pasteurizadores, evaporadores, liofilizadores, instrumentação para controlo, computadores consultores externos laboratórios de ensaios juristas Indústrias associadas 12 Tendências da IAA globalização dos mercados variações demográficas aumento de populações idosas aumento de mulheres trabalhadoras aumento de casas unipessoais influência de clima, barreiras políticas, variação na procura mundial em ingredientes e componentes não alimentares disponibilidade e preço da energia avanços em nutrição, saúde e segurança alimentar surgimento de novos produtos 6

7 13 produto descrição natureza, características, utilização especificações técnicas existência de produtos concorrentes, complementares ou sucedâneos? vantagens em relação à concorrência 14 mercado situação actual e perspectivas do sector visado interno externo política de promoção, relativamente ao consumidor e ao distribuidor política de distribuição estimativa dos custos de venda e dos de distribuição 7

8 15 investimento localização construção e implantação fabril infra-estruturas necessárias custos de investimento 16 escolha da tecnologia descrição da tecnologia origem da tecnologia equipamento principal aquisição da tecnologia aspectos do contrato de licenciamento nacional ou estrangeira? forma de pagamento assistência técnica 8

9 17 condições de exploração recursos humanos plano de capacidade/carga materiais e inputs matérias-primas, materiais de embalagem, equipamentos, electricidade, água, gás, telefones, organização e custos gerais 18 planeamento do investimento vida útil e vida económica do investimento necessidades de capital ao longo do tempo plano de investimentos aspectos jurídicos legais 9

10 19 plano de financiamento conhecimento de métodos para reduzir as necessidades de fundos conhecimento dos erros mais frequentes cometidos na concepção de projectos 20 Transporte da matéria prima Estrutura de uma IAA processo genérico de produção Recepção da matéria prima Armazenamento da matéria prima Fases de produção Embalagem Armazenamento do produto Distribuição Armazenamento Venda Consumidor 10

11 21 processo de produção de empadas de porco refrigeradas Estrutura de uma IAA 22 fluxograma HACCP para a produção de gelados Estrutura de uma IAA 11

12 23 Patentes nas IAA alimentos geneticamente modificados frutos geneticamente modificados (tomate, banana, maçã) amadurecimento mais longo retarda apodrecimento prolonga armazenamento aumenta rendimento das colheitas suínos geneticamente modificados carne mais magra e mais resistente 24 nos EUA invento é patenteável, descoberta não sequência genética não é patenteável produtos e processos que usam as sequências de uma certa e desejável forma são patenteáveis uma sequência que tenha sido isolada e purificada será patenteável, pois não é encontrada nessa forma na natureza nos EUA, não se exige grau elevado de intervenção humana para haver patente nos EUA não existe diferença entre microbiologia e biologia tanto se patenteiam células vegetais como plantas ou qualquer outro organismo multicelular (excepto humanos) Patentes nas IAA 12

13 25 na Europa, os critérios do EPO são mais restritos grau de intervenção humana mais elevado distinção entre microbiologia e biologia microrganismos são facilmente patenteáveis (processos de biotransformação, manipulação genética, fusão, modificação de produtos em sistemas recombinantes) processos essencialmente biológicos não são patenteáveis (falta de suficiente intervenção humana) Patentes nas IAA 13

Sistema AGRIS - Categorias de Assuntos: A AGRICULTURA. A01 Agricultura - aspectos gerais. A50 Investigação B GEOGRAFIA E HISTÓRIA.

Sistema AGRIS - Categorias de Assuntos: A AGRICULTURA. A01 Agricultura - aspectos gerais. A50 Investigação B GEOGRAFIA E HISTÓRIA. Sistema AGRIS - Categorias de Assuntos: A AGRICULTURA A01 Agricultura - aspectos gerais A50 Investigação B GEOGRAFIA E HISTÓRIA B10 Geografia B50 História C EDUCAÇÃO, EXTENSÃO E INFORMAÇÃO C10 Educação

Leia mais

UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA DE ALIMENTOS. COORDENADOR Ronaldo Perez

UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA DE ALIMENTOS. COORDENADOR Ronaldo Perez UFV Catálogo de Graduação 2013 119 ENGENHARIA DE ALIMENTOS COORDENADOR Ronaldo Perez [email protected] 120 Currículos dos Cursos UFV Engenheiro de ATUAÇÃO O Engenheiro de tem como campo profissional de atuação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE NUTRIÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE NUTRIÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE NUTRIÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO: Bacharelado em Nutrição DEPARTAMENTO: Tecnologia dos Alimentos

Leia mais

Currículo do Curso de Engenharia de Alimentos

Currículo do Curso de Engenharia de Alimentos Currículo do Curso de Engenharia de Engenheiro de ATUAÇÃO O Engenheiro de tem como campo profissional de atuação as indústrias que operam com processamento de alimentos, qualidade e conservação de matérias-primas

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS UNIDADE VALENÇA 3 0 PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMESTRAL

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS UNIDADE VALENÇA 3 0 PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMESTRAL ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS UNIDADE VALENÇA 1 0 PERÍODO GEAL 1101 Cálculo Diferencial e Integral I - - GEAL 1102 Biologia Geral 2 0 0 2 36 - - GEAL 1103 Química Experimental

Leia mais

Todos os Cursos. Nome do curso Tipo de curso Carga horária Descrição. Qualificação Profissional

Todos os Cursos. Nome do curso Tipo de curso Carga horária Descrição. Qualificação Profissional Confeiteiro 240 horas Cozinheiro industrial 320 horas Profissional Confeiteiro você vai estudar sobre a fabricação de doces por meio do preparo de massas, coberturas e recheios. Também vai conhecer regras

Leia mais

Todos os Cursos. Nome do curso Tipo de curso Carga horária Descrição

Todos os Cursos. Nome do curso Tipo de curso Carga horária Descrição Confeiteiro 240 horas Cozinheiro industrial 320 horas Profissional Confeiteiro você vai estudar sobre a fabricação de doces por meio do preparo de massas, coberturas e recheios. Também vai conhecer regras

Leia mais

Currículos dos Cursos do CCE UFV ENGENHARIA DE ALIMENTOS. COORDENADORA Regina Célia Santos Mendonça

Currículos dos Cursos do CCE UFV ENGENHARIA DE ALIMENTOS. COORDENADORA Regina Célia Santos Mendonça 220 ENGENHARIA DE ALIMENTOS COORDENADORA Regina Célia Santos Mendonça [email protected] UFV Catálogo de Graduação 2011 221 Engenheiro de Alimentos ATUAÇÃO O Engenheiro de Alimentos tem como campo profissional

Leia mais

GEOGRAFIA AGRÁRIA GERAL

GEOGRAFIA AGRÁRIA GERAL GEOGRAFIA AGRÁRIA GERAL ORIGENS DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA Período Neolítico ( 12 mil anos antes de Cristo) foi o momento da constituição das primeiras técnicas e ferramentas utilizadas na domesticação e e cultivo

Leia mais

REFERENCIAIS DO CURSO DE HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR NA RESTAURAÇÃO (275H / NÍVEL 4)

REFERENCIAIS DO CURSO DE HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR NA RESTAURAÇÃO (275H / NÍVEL 4) REFERENCIAIS DO CURSO DE HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR NA RESTAURAÇÃO (275H / NÍVEL 4) UFCD 7731 HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR NA RESTAURAÇÃO Identificar procedimentos de prevenção e controlo dos microrganismos

Leia mais

11/03/2013 DADOS DA DISCIPLINA. Benefícios do consumo regular de f&h. ImportâncIa das f&h DEFINIÇÃO - FRUTAS ALGUNS PROBLEMAS. Carga horária: 80h

11/03/2013 DADOS DA DISCIPLINA. Benefícios do consumo regular de f&h. ImportâncIa das f&h DEFINIÇÃO - FRUTAS ALGUNS PROBLEMAS. Carga horária: 80h INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA CAMPUS SANTA ROSA RS DADOS DA DISCIPLINA Curso: Técnico em AgroindúsTriA Disciplina: Tecnologia de FruTas e HorTaliças Tema: INTRODUÇÃO AO

Leia mais

TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

TECNOLOGIA E INOVAÇÃO 0 TECNOLOGIA E INOVAÇÃO Nova geração de coagulantes A importância da aparência do queijo Ricardo Lemos Ana Madeira 31.01.2007 INDÍCE 1 DSM global Grupos produtos Dairy Ingredients Nova geração de coagulantes

Leia mais

ASPECTOS GENÉRICOS DA TECNOLOGIA DE ALIMENTOS

ASPECTOS GENÉRICOS DA TECNOLOGIA DE ALIMENTOS ASPECTOS GENÉRICOS DA TECNOLOGIA DE ALIMENTOS O campo da ciência dos alimentos não é novo, estando nos dias de hoje a se desenvolver como uma importante ciência aplicada. Ela tem recebido novas dimensões

Leia mais

Alimentos Artesanais de Origem Vegetal e seus Estabelecimentos Fabricantes

Alimentos Artesanais de Origem Vegetal e seus Estabelecimentos Fabricantes Alimentos Artesanais de Origem Vegetal e seus Estabelecimentos Fabricantes Regulamentação Sanitária da Saúde para alimentos artesanais de origem rural ou urbana William Cesar Latorre Centro de Vigilância

Leia mais

A Seguros Unimed ainda mais próxima, quando você mais precisa. Alimentação Saudável

A Seguros Unimed ainda mais próxima, quando você mais precisa. Alimentação Saudável A Seguros Unimed ainda mais próxima, quando você mais precisa. Alimentação Saudável ALIMENTOS IN NATURA Devem ser a base ideal para uma alimentação nutricionalmente balanceada. Alimentos in natura são

Leia mais

> as disponibilidades alimentares são agora. > os hábitos alimentares mudaram devido à. > os conhecimentos científicos evoluíram.

> as disponibilidades alimentares são agora. > os hábitos alimentares mudaram devido à. > os conhecimentos científicos evoluíram. A RODA DOS ALIMENTOS VARIAR OS PRAZERES Se não é completamente verdade que as cenouras fazem os olhos bonitos, também não é completamente mentira As cenouras contêm um tipo de (pró)-vitamina que faz muito

Leia mais

Nas sociedades em transição e industrializadas, apesar de todos os progressos científicos e técnicos, assiste-se a uma diliução desta importância.

Nas sociedades em transição e industrializadas, apesar de todos os progressos científicos e técnicos, assiste-se a uma diliução desta importância. Nas sociedades tradicionais, a alimentação é utilizada como componente fundamental da manutenção e recuperação da saúde, através de um código rigoroso de escolha e combinação de alimentos. Nas sociedades

Leia mais

A agricultura: Atividade económica do setor primário; A palavra agricultura significa a cultura do campo;

A agricultura: Atividade económica do setor primário; A palavra agricultura significa a cultura do campo; A agricultura A agricultura: Atividade económica do setor primário; A palavra agricultura significa a cultura do campo; Paisagem agrária: É a forma de cultivo e a divisão dos campos; É condicionada por

Leia mais

IV GAMA HORTOFRUTÍCOLA EM PORTUGAL: INVESTIGAÇÃO E INDUSTRIALIZAÇÃO

IV GAMA HORTOFRUTÍCOLA EM PORTUGAL: INVESTIGAÇÃO E INDUSTRIALIZAÇÃO IV GAMA HORTOFRUTÍCOLA EM PORTUGAL: INVESTIGAÇÃO E INDUSTRIALIZAÇÃO LEGISLAÇÃO APLICÁVEL AO SECTOR Ana Paula Bico, DGAV/DSNA IV gama do Prado ao Prato Consumidor final Embalamento Processamento /Transformação

Leia mais

O SECTOR AGROPECUÁRIO EM CABO VERDE Caracterização da população agrícola cabo-verdiana Caracterização Da Pecuária Em Cabo Verde...

O SECTOR AGROPECUÁRIO EM CABO VERDE Caracterização da população agrícola cabo-verdiana Caracterização Da Pecuária Em Cabo Verde... Sumário O SECTOR AGROPECUÁRIO EM CABO VERDE... 3 Caracterização da população agrícola cabo-verdiana... 3 Caracterização Da Pecuária Em Cabo Verde... 3 PRODUÇÃO AGRÍCOLA EM 2016... 4 PRODUÇÃO PECUÁRIA EM

Leia mais

Sustentabilidade Alimentar e Agrícola Desafios para a Saúde Humana

Sustentabilidade Alimentar e Agrícola Desafios para a Saúde Humana Sustentabilidade Alimentar e Agrícola Desafios para a Saúde Humana Simpósios Anipla 2017 Inovação e Tecnologia na produção de alimentos Simone Fernandes Desenvolvimento Sustentável ONU Objetivos de Desenvolvimento

Leia mais

Segurança Alimentar. abordagem integrada, considerando riscos e medidas de controlo ao longo de toda a cadeia alimentar

Segurança Alimentar. abordagem integrada, considerando riscos e medidas de controlo ao longo de toda a cadeia alimentar Segurança Alimentar Gestão da Segurança Alimentar Princípios básicos para GSA abordagem integrada, considerando riscos e medidas de controlo ao longo de toda a cadeia alimentar responsabilidade partilhada

Leia mais

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA Química geral e Inorgânica Noções de Logística Módulo Básico I 3 Módulo Específico II 365 h Beneficiamento e Industrialização de Grãos Toxicologia dos Alimentos Sistemas Agroindustriais

Leia mais

TECNOLOGIA DE ALIMENTOS INTRODUÇÃO

TECNOLOGIA DE ALIMENTOS INTRODUÇÃO TECNOLOGIA DE ALIMENTOS INTRODUÇÃO TECNOLOGIA DE ALIMENTOS: CONCEITO É a aplicação de métodos e da técnica para o preparo, armazenamento, processamento, controle, embalagem, distribuição e utilização dos

Leia mais

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : ENGENHARIA DE ALIMENTOS

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : ENGENHARIA DE ALIMENTOS Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Pró-reitoria de Graduação - DAARG DRA - Divisão de Registros Acadêmicos Sistema de Controle Acadêmico Grade Curricular 21/06/2012-12:31:49 Curso : ENGENHARIA

Leia mais

DOCUMENTO DE APOIO AO ESTUDO BIOLOGIA 12.º

DOCUMENTO DE APOIO AO ESTUDO BIOLOGIA 12.º DOCUMENTO DE APOIO AO ESTUDO BIOLOGIA 12.º Avisos 1. Este documento apenas serve comoapoio parcial às aulas de Biologia 12.ºano Unidade 4 - leccionadas na Escola Secundária Morgado Mateus(Vila Real) pelo

Leia mais

CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS EA/UFG

CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS EA/UFG CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS EA/UFG SUGESTÃO DE FLUXO DA MATRIZ CURRICULAR Período 2 Álgebra Linear IME 4 0 4 60 NC Obrig. 6 Biologia ICB 2 2 4 60 NC Obrig. 9 Cálculo Dif. e Int. com Geo. Analítica I

Leia mais

Qualidade e diferenciação de produtos agrícolas e géneros alimentícios. Jornadas Locais sobre Sustentabilidade,21 abril 2017 Pinhal Novo

Qualidade e diferenciação de produtos agrícolas e géneros alimentícios. Jornadas Locais sobre Sustentabilidade,21 abril 2017 Pinhal Novo Qualidade e diferenciação de produtos agrícolas e géneros alimentícios Jornadas Locais sobre Sustentabilidade,21 abril 2017 Pinhal Novo Que Qualidade? Conjunto de ATRIBUTOS suscetíveis de fazer com que

Leia mais

Como fazer uma ementa equilibrada e económica

Como fazer uma ementa equilibrada e económica Como fazer uma ementa equilibrada e económica Alexandra Bento [email protected] Tendência de consumo alimentar Consumo alimentar fora de casa, Marktest 2006: Essencialmente Almoço 36,5% durante

Leia mais

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA Módulo Básico I 3 Módulo Específico II 365 h Beneficiamento e Industrialização de Grãos Toxicologia dos Alimentos Sistemas Agroindustriais Alimentares Sistemas de Armazenamento

Leia mais

Lista de Equivalências

Lista de Equivalências Lista de Equivalências Disciplinas do Currículo Versão 2006 Disciplinas do Currículo Versão 2019 Código e Nome da Disciplina DBI05363 Biologia Celular DQF05261 Física I DQF05228 Química Básica Código e

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM Currículo Cursos por Versão

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM Currículo Cursos por Versão ADE1000 POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA 99 4 75 Disciplina BBM1020 BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL 99 2 60 Disciplina BBM1021 BIOQUÍMICA B 99 4 60 Disciplina BLG1001 INTRODUÇÃO À BIOLOGIA 99 4 75

Leia mais

Tabela I ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA

Tabela I ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA Tabela I ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA Possíveis Saídas Profissionais: As engenheiras e os engenheiros electrotécnicos podem exercer a sua actividade profissional em: a) projecto de instalações eléctricas,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS Linha de pesquisa: Caracterização física, química, bioquímica e microbiológica de produtos de origem animal Área de conhecimento: Carnes e produtos derivados Aspectos de produção de carnes (produção, importação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ÂNGELO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CHAMADA PÚBLICA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR 2 SEMESTRE ANO 2017 QUANTIDADE ESTIMADA

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ÂNGELO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CHAMADA PÚBLICA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR 2 SEMESTRE ANO 2017 QUANTIDADE ESTIMADA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ÂNGELO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CHAMADA PÚBLICA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR 2 SEMESTRE ANO 2017 QUANTIDADE ESTIMADA Nº ITEM QUANTIDAD E UNIDADE MEDIDA DESCRIÇÃO E CRITÉRIOS

Leia mais

ORIGEM DA AGRICULTURA E DA PECUÁRIA

ORIGEM DA AGRICULTURA E DA PECUÁRIA ORIGEM DA AGRICULTURA E DA PECUÁRIA PRIMEIROS CAMPONESES Os primeiros camponeses foram caçadores e coletores, ou seja, eram somente extrativistas: retiravam os alimentos da natureza, sem qualquer controle

Leia mais

A DISCIPLINA DE BIOLOGIA CELULAR NO CONTEXTO DA ENGENHARIA DE ALIMENTOS

A DISCIPLINA DE BIOLOGIA CELULAR NO CONTEXTO DA ENGENHARIA DE ALIMENTOS A DISCIPLINA DE BIOLOGIA CELULAR NO CONTEXTO DA ENGENHARIA DE ALIMENTOS Profa Dra Maria Tercília Vilela de Azeredo Oliveira Profa. Rosana Silistino de Souza [email protected]; [email protected]

Leia mais

Sumário. Escolha Consciente dos Alimentos 1

Sumário. Escolha Consciente dos Alimentos 1 Sumário Apresentação Prefácio vii XVII Capítulo 1 Escolha Consciente dos Alimentos 1 1.1 O que comer? 1 1.2 Bases para a escolha 2 1.2.1 Busque o equilíbrio 2 1.2.2 Escolha consciente dos alimentos 3 1.3

Leia mais

FICHA TÉCNICA FTP 01.00

FICHA TÉCNICA FTP 01.00 12 Chamuças de carne granel Data:04/01/16 Descrição do Produto: Saco 12 unidades - Produto ultracongelado, acondicionado em saco PA/PE Origem: Ingredientes: Vila de Cucujães/ Portugal Massa (52%): Água,

Leia mais

Tabela - Despesa familiar total

Tabela - Despesa familiar total Plano tabular da POF 2002-2003 1 Tabela - Despesa familiar total Despesa total - 1 + 2 + 3 +... + 14 Despesas correntes - 1 + 2 + 3 +... + 12 Despesas de consumo - 1 + 2 + 3 +... + 11 1 - Alimentação -

Leia mais

Microbiologia e Industria Alimentar

Microbiologia e Industria Alimentar Microbiologia e Industria Alimentar Como resolver problemas de alimentação da população humana? Como produzir maior quantidade de alimentos? Qual o contributo da indústria na produção, processamento e

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Professor Renato Moreira Nunes Profa. Cristiane G de Oliveira Departamento de Nutrição Curso de Nutrição

Universidade Federal de Juiz de Fora Professor Renato Moreira Nunes Profa. Cristiane G de Oliveira Departamento de Nutrição Curso de Nutrição NUT Universidade Federal de Juiz de Fora Cronograma de Aulas 1 TÉCNICA DIETÉTICA NUT 005 Conteúdo Programático 15 Semanas de aula 02 aulas teóricas e 02 aulas práticas por semana 1. Ementa: 1) Conceituação

Leia mais

Cerealis - Produtos Alimentares Segurança alimentar, uma exigência do consumidor

Cerealis - Produtos Alimentares Segurança alimentar, uma exigência do consumidor Grupo CEREALIS Missão Um Grupo: vocacionado para a actividade industrial e comercial do sector agro-alimentar, focalizado em produtos derivados da transformação de cereais, assente em práticas de bem fazer

Leia mais

A atuação profissional do graduado em Biotecnologia.

A atuação profissional do graduado em Biotecnologia. A atuação profissional do graduado em Biotecnologia. Com ênfases especialmente fortes em e Celular, e Bioinformática, o profissional em Biotecnologia formado pela UFRGS irá ocupar uma ampla lacuna existente

Leia mais

FORUM INVESTE HUAMBO 18

FORUM INVESTE HUAMBO 18 FORUM INVESTE HUAMBO 18 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E FLORESTAS SETEMBRO 2018 MINISTÉRIO DE AGRICULTURA E FLORESTAS -- SETEMBRO 2018 OBJECTIVOS DO DESENVOLVIMENTO AGRÍCOLA DE ANGOLA AUMENTAR A PRODUÇÃO DE

Leia mais

Profa. Angélica Pinho Zootecnista. Fones: Profa. Gladis Ferreira Corrêa

Profa. Angélica Pinho Zootecnista. Fones: Profa. Gladis Ferreira Corrêa Profa. Angélica Pinho Zootecnista Fones: 3243-7300 Email: [email protected] Profa. Gladis Ferreira Corrêa Unidade 1. Introdução à tecnologia de alimentos: conceitos fundamentais, definições

Leia mais

Capítulo 1 CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A PRODUÇÃO DE RAÇÕES, INGREDIENTES E PARÂMETROS DE QUALIDADE

Capítulo 1 CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A PRODUÇÃO DE RAÇÕES, INGREDIENTES E PARÂMETROS DE QUALIDADE 1.1 Introdução Capítulo 1 CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A PRODUÇÃO DE RAÇÕES, INGREDIENTES E PARÂMETROS DE QUALIDADE 1.2 Cadeia Produtiva Animal Globalizada 1.3 Cadeia Produtiva Brasileira 1.4 Situação da

Leia mais

Profa. Angélica Pinho Zootecnista. Fones: Wats: (53)

Profa. Angélica Pinho Zootecnista. Fones: Wats: (53) Profa. Angélica Pinho Zootecnista Fones: 3243-7300 Wats: (53) 999913331 Email: [email protected] Profa. Luciane Segabinazzi Prof. Paulo Lopes Unidade 1. Introdução à tecnologia de alimentos:

Leia mais

Desenvolvendo o VALE do RIO LÚRIO COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DO VALE DO RIO LÚRIO

Desenvolvendo o VALE do RIO LÚRIO COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DO VALE DO RIO LÚRIO Desenvolvendo o VALE do RIO LÚRIO COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DO VALE DO RIO LÚRIO 1 Resumo do Projecto Lúrio Janeiro 2014 2 Índice Mapa de Localização 4 Estudo de Campo 5 Actualização do Estudo Técnico

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR SEMESTRAL DO CURSO DE BACHARELADO EM AGRONOMIA CAMPUS DE CÁCERES. Carga Horária (h)

MATRIZ CURRICULAR SEMESTRAL DO CURSO DE BACHARELADO EM AGRONOMIA CAMPUS DE CÁCERES. Carga Horária (h) MATRIZ CURRICULAR SEMESTRAL DO CAMPUS DE CÁCERES 1 - Semestre 01 Citologia 60 3 0 1 0 0 02 Ecologia Geral 60 2 0 1 1 0 03 Física Aplicada 60 3 0 1 0 0 04 Nivelamento em Matemática Básica 60 4 0 0 0 0 05

Leia mais

AGRONOMIA. COORDENADOR Carlos Alberto de Oliveira

AGRONOMIA. COORDENADOR Carlos Alberto de Oliveira AGRONOMIA COORDENADOR Carlos Alberto de Oliveira [email protected] 42 Currículos dos Cursos UFV Engenheiro Agrônomo ATUAÇÃO Compete ao Engenheiro Agrônomo desempenhar as atividades profissionais previstas

Leia mais

Market Research Marrocos. Luis Martins

Market Research Marrocos. Luis Martins Market Research Marrocos Luis Martins REINO DE MARROCOS CARACTERIZAÇÃO GERAL Nome Oficial Reino de Marrocos Superfície População Localização Capital Principais cidades Idiomas oficiais Moeda 710. 850 Km²

Leia mais

Regulamento (CE) n. 852/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril de 2004

Regulamento (CE) n. 852/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril de 2004 Regulamento (CE) n. 852/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril de 2004 relativo à higiene dos géneros alimentícios http://europa.eu.int/scadplus/leg/pt/lvb/ f84001.htm Âmbito de aplicação

Leia mais

FICHA TÉCNICA FTP 01.00

FICHA TÉCNICA FTP 01.00 4 Chamuças de caril cuvete Da t a:04/ 01/16 Descrição do Produto: Origem: Ingredientes: Cuvete 4 - Produto ultracongelado, acondicionado em cuvete, envolto em filme de plástico alimentar polipropileno.

Leia mais

Sistema UNO de Ensino Sugestão de Avaliação de Ciências 3 ano 3 Bimestre

Sistema UNO de Ensino Sugestão de Avaliação de Ciências 3 ano 3 Bimestre UNO Avaliação Ciências 3º ano 3º bimestre 1 Sistema UNO de Ensino Sugestão de Avaliação de Ciências 3 ano 3 Bimestre Colégio: Nome: Número: Turma: Data: Unidade 3- Cuidando da alimentação. Objetivos gerais:

Leia mais

PROPOSTA. Pregão. Proposta(s) Item: 0001 Descrição: LOTE 01 - ENLATADOS E ENSACADOS Quantidade: 1 Unidade de Medida: Unidade

PROPOSTA. Pregão. Proposta(s) Item: 0001 Descrição: LOTE 01 - ENLATADOS E ENSACADOS Quantidade: 1 Unidade de Medida: Unidade PROPOSTA Pregão Órgão: Prefeitura Municipal de Palmas Número: 157/2012 Número do Processo: 2012020806 Unidade de Compra: Secretaria da Educação Proposta(s) Item: 0001 Descrição: LOTE 01 - ENLATADOS E ENSACADOS

Leia mais