NOTAS DE AULA - AULA 2
|
|
|
- Anderson Benke Avelar
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 NOTAS DE AULA - AULA 2 Disciplina: Meteorologia Aplicada Professora: Rita de Cássia Marques Alves METAR - Guia de interpretação O METAR é uma mensagem para fins aeronáuticos, que tem o objetivo de informar os fenômenos meteorológicos em um determinado aeródromo, a uma determinada hora. METAR SBJR 1400Z 18012KT 3000 HZ FEW008 SCT020 OVC100 25/20 Q1010 Descrição de cada parte da mensagem: METAR: Natureza da mensagem, este nome é posto a fim de diferenciar esta mensagem das outras. SBJR: Código do Aeródromo a que a mensagem se refere Z: Dada e hora da mensagem. Dia 10; às 12 horas UTC (Universal Time Coordinated. [Hora Universalmente Coordenada]. Também conhecida por "Hora Zulu" ou, ainda, "Hora GMT"). Obs: Não ha necessidade o mês, pois essa mensagem é trocada de hora em hora KT: Direção e velocidade do vento. Vindo de 180 com 12nós. Variantes encontradas neste grupo da mensagem: Informações relacionadas a rajadas são indicadas pela letra G (Gust). Exemplo: 18012G25KT - Ventos de 180 graus com 12 nós de velocidade, e rajadas de 25nós. Direção do vento não precisa indicada por VRB. Exemplo: VRB12KT - Ventos de direção indeterminada com 12nós.
2 Variações na direção com limitações definidas. Exemplo: 18012KT 140V220: o 180 indica a média da direção = 360: 2 = 180; o vento está variando entre 140 e 220 graus. Valores da velocidade do vento superiores a 99KT são informados com a letra P (plus). Exemplo: 180P99KT Vento calmo. Exemplo: 00000KT Obs: Na meteorologia o vento só é calmo quando sua velocidade for 00. Diferente da aviação que ventos abaixo de 06KT são considerados calmos. 3000: Visibilidade, codificada em metros. Observações: 1) Visibilidade superior a 10Km ou 10000m indicar-se-á ) Visibilidade ZERO é informada ) Pode haver da visibilidade observada não for a mesma em todos os setores do aeródromo, neste caso será adicionados os pontos cardeais ou colaterais, em relação ao aeródromo, conforme exemplos a seguir: 3500NW: 3500 metros no setor noroeste do aeródromo. 1500S: 1500 metros no setor sul do aeródromo. 4) Caso o aeroporto possua visibilhometros (instrumento capaz de medir a visibilidade representativa da pista, conhecida como RVR - Runway Visual Range / Alcance Visual na Pista) será informado da seguinte forma: R20/2000: R20 - pista 20; 2000 metros de visibilidade. Tendências do alcance visual: R20/2000U: 2000 metros, tendendo a aumentar (U - up) R20/2000N: 2000 metros, sem tendências (N - no change) R20/2000D: 2000 metros, tendendo a diminuir (D - down) HZ: Fenômeno significativo presente. Fenômenos significativos:
3 Intensidade ou Proximidade: - (sinal de negativo) - LEVE (sem sinal) - MODERADA + (sinal de positivo) - FORTEVC: NAS VIZINHANÇAS Descritor: TS - TROVOADASH - PANCADA Precipitação: DZ - CHUVISCORA - CHUVASN - NEVEGR - GRANIZOGS - GRANIZO PEQUENO Obscurecedor: BR - NEVOA ÚMIDAFG - NEVOEIROFU - FUMAÇAVA - CINZAS VULCANICASSA - AREIAHZ - NEVOA SECA FEW008 SCT020 OVC100: Nebulosidade (OVC + SCT). Informadas até três camadas, por altura, da mais baixa para a mais alta. Será informada a quarta camada caso haja alguma nuvem de natureza CB ou TCU. FEW - poucas nuvens - 1/8 ou 2/8 da abóbada celeste. SCT - nuvens esparsas - 3/4 ou 4/8 da abóbada celeste. BKN - nublado - 5/8 a 7/8 da abóbada celeste. (Constitui teto) OVC - encoberto - 8/8 da abobada celeste. (Constitui teto) Obs: A altura das nuvens será informada em centenas de pés. CAVOK - Indicará céu claro. Ceiling And Visibility OK Obs: Não havendo nuvens a 5000 pés ou mais, e caso não possa ser utilizado o termo CAVOK será codificado NSC (No Significant Clouds). 25/20: Temperatura do ar e temperatura do ponto de orvalho, respectivamente, em graus Celsius. Obs: Temperaturas negativas serão informadas por M (minus)
4 Q1010: Pressão ao nível do mar para ajuste de altímetro no aeródromo. Informações Adicionais: Será usada a sigla RE junto aos fenômenos meteorológicos, caso este fenômeno tenha acontecido recentemente. RERA - Significa que recentemente estava chovendo no Aeródromo. Ao final da mensagem será reportada a existência de WindShear, e a pista de ocorrência. Por exemplo: WS RWY 20 (Windshear pista 20) / WS ALL RWY (Windshear em todas as pistas) EXEMPLO: METAR: SBGL Z 20015KT 5000 BKN030 +RA 22/15 Q1025 INTERPRETAÇÃO: GALEAO DIA 12, 11 HORAS UTC, VENTOS DE 200 COM 15 NÓS, VISIBILIDADE 5KM, NUBLADO A 3000FT, CHUVA FORTE, TEMPERATURA DO AR 22 C, PONTO DE ORVALHO 15 C, AJUSTE DE ALTÍMETRO 1025HPA Introdução Skew-T log P O diagrama Skew-t log P é utilizado para plotar os perfis verticais da atmosfera. Tem sido usado há muitas décadas para obter as condições das variáveis meteorológicas mais notavelmente a estabilidade atmosférica.
5 Considerando que uma amostra de ar pode estar sujeita as transformações energéticas, tais como adiabática seca, pseudo-adiabática, isobárica ou outros processos. O geopotencial desta amostra também poderá variar devido aos movimentos verticais. Um meio conveniente para estudar as transformações energéticas no diagrama termodinâmico, no qual estão representados graficamente num conjunto de processos, que serão estudados através da plotagem manual no diagrama Skew-T log P. O diagrama Skew-T log-p (Figura 1) foi selecionado pelo AWS (Air Weather Service) como o mais conveniente diagrama termodinâmico para uso generalizado em meteorologia. Outros diagramas, como o Tefigrama e o diagrama de Stuve expressam as mesmas relações físicas, apenas diferem na disposição das coordenadas. Abaixo segue algumas razões para a escolha de um diagrama termodinâmico: - Isopletas importantes retilíneas (não curvas); - Ângulos entre isoterma e adiabáticas sejam suficientemente abertos (facilitar estimativa de estabilidade); - Relação entre área na carta e energia termodinâmica seja a mesma em qualquer parte do diagrama; - Plotar uma sondagem completa; - O nível vertical na atmosfera aproxima-se da coordenada vertical do diagrama. Como a pressão decresce logaritimicamente com a altura na atmosfera, o diagrama tem linhas de pressão constante (isóbaras) espaçadas logaritimicamente. Isto leva ao aparecimento de linhas de temperatura constante (isotermas). Por isso o diagrama é chamado de Skew-T log P.
6 Figura 1: Sistemas de coordenadas do diagrama Skew-T log P
CÓDIGO METAR / SPECI
CÓDIGO METAR / SPECI CONCEITO NOME DO CÓDIGO UTILIZADO PARA INFORMAÇÕES METEOROLÓGICAS DE ROTINA PARA A AVIAÇÃO. ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA CONFECÇÃO EMS ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DE SUPEFÍCIE ELEMENTOS COMPONENTES
DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO
DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO TAF 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1. DEFINIÇÃO... 3 2. CÓDIGOS TAF:... 4 2.1. GRUPO IDENTIFICADOR :... 4 2.2. VENTOS À SUPERFÍCIE:... 5 2.3. VISIBILIDADE:... 5 2.4. FENÔMENOS CLIMÁTICOS
DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DIVISÃO BRASILEIRA
DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DIVISÃO BRASILEIRA METAR INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1. DEFINIÇÃO... 3 2. ESTRUTURA DA MENSAGEM:...4 2.1. IDENTIFICADOR DO LOCAL:... 4 2.2. GRUPO DATA/HORA:... 4 2.3. VENTO:...
CENTRO TREINAMENTO CENTRO DE TREINAMENTO METAR SPECI TAF
CENTRO DE TREINAMENTO METAR SPECI TAF 1 Conteúdo METAR, SPECI e TAF... 3 METAR/SPECI... 3 PARTICULARIDADES PARA METAR... 4 Visibilidade... 4 Cortante de Vento (WIND SHEAR)... 5 CAVOK... 5 NUVENS e RESTRIÇÕES
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA METEOROLOGIA FCA 105-2 CÓDIGO METEOROLÓGICO TAF 2012 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO METEOROLOGIA FCA 105-2
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA METEOROLOGIA FCA 105-3 CÓDIGOS METEOROLÓGICOS METAR E SPECI 2014 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO METEOROLOGIA
FLG 0355 Climatologia II
FLG 0355 Climatologia II Disciplina Ministrada pelo Prof. Dr. Ricardo Códigos Meteorológicos 1 Introdução A informação meteorológica e os bancos de dados gerados ao longo do tempo tem se mostrado de suma
CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS
CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS ESPECIALIDADE 41) De acordo com a ICA 105-1, Divulgação de Informações Aeronáuticas, as informações meteorológicas serão consideradas atrasadas quando enviadas ao Banco OPMET
Informações úteis para melhor compreensão das cartas prognosticadas
Informações úteis para melhor compreensão das cartas prognosticadas SÍMBOLOS DE FENÔMENOS SIGWX CICLONE TROPICAL CHUVISCO LINHA DE INSTABILIDADE CHUVA TURBULÊNCIA MODERADA NEVE TURBULÊNCIA SEVERA PANCADA
METAR SPECI TAF METAR LPLA 131900Z 20022G36KT 4000 -RA SCT012 BKN018 OVC080 21/17 Q1007 GRN
METAR SPECI TAF Introdução Nos dias que correm, em termos de aviação, ter conhecimento do estado meteorológico é um grande avanço, pois dependente dele estão todos os voos! Aqui na IVAO, não tem muita
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA METEOROLOGIA FCA 105-3 CÓDIGOS METEOROLÓGICOS METAR E SPECI 2008 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO METEOROLOGIA
8. CÓDIGOS METEOROLÓGICOS
43 8. CÓDIGOS METEOROLÓGICOS Nas Estações Meteorológicas de Superfície, existentes em mais de 100 aeródromos brasileiros, são confeccionados e difundidos de hora em hora, boletins meteorológicos onde constam
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA METEOROLOGIA FCA 105-2 CÓDIGO METEOROLÓGICO TAF 2012 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO METEOROLOGIA FCA 105-2
Introdução. A importância da compreensão dos fenômenos meteorologicos Grande volume de dados
Introdução A importância da compreensão dos fenômenos meteorologicos Grande volume de dados Estações meteorológicas Imagens de satélite Radar Aeronaves, navios e bóias oceânicas Necessidade de rapidez
Curso n 19. METAR e TAF
Curso n 19 METAR e TAF São boletins de observação e de previsão metereólogia emitidos por diferentes aeroportos/aeródromos dotados de instrumento de medida. Samário: 1 METAR 2 TAF 3 Código sinóptico (SM)
Universidade de Aveiro Departamento de Física PATRICIA VICENS NAVARRO CLIMATOLOGIA AERONÁUTICA DO AEROPORTO DE PONTA DELGADA
Universidade de Aveiro 2011 Departamento de Física PATRICIA VICENS NAVARRO CLIMATOLOGIA AERONÁUTICA DO AEROPORTO DE PONTA DELGADA Universidade de Aveiro Departamento de Física 2011 PATRICIA VICENS NAVARRO
METEOROLOGIA MÓDULO 2. Aula 2
METEOROLOGIA MÓDULO 2 Aula 2 Professor: Alexandre Rodrigues Silva www.aerocurso.com ALTITUDE DEVIDO AO FUNCIONAMENTO DO ALTÍMETRO E AS DIFERENTES PRESSÕES DE REFERENCIA, SE ENTENDE POR ALTITUDE A DISTANCIA
O que é meteorologia?
O que é meteorologia? Estudo dos fenômenos atmosféricos Distinção de meteorologia de climatologia (clima vs tempo) Física newtoniana (mecânica dos fluidos) aplicada à atmosfera. Movimentos obedecem à 2ª.
BOLETIM PROJETO CHUVA - 22 DE JUNHO DE 2011
BOLETIM PROJETO CHUVA - 22 DE JUNHO DE 2011 Condições Climáticas Na carta de Temperatura da Superfície do Mar (TSM), que pode ser analisado através da Figura 1a, são observadas anomalias positivas de TSM
APÓSTILA: DIAGRAMA TERMODINÂMICO (SKEW-T) Estágio PAE Bolsista: Maria Cristina Lemos da Silva
APÓSTILA: DIAGRAMA TERMODINÂMICO (SKEW-T) Estágio PAE Bolsista: Maria Cristina Lemos da Silva Setembro/2009 1 1. Diagrama SKEW-T Figura 1 Sistema de Coordenadas do Diagrama SkewT-LogP Figura 2 Linhas das
DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DIVISÃO BRASILEIRA
DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DIVISÃO BRASILEIRA Pressão e Altimetria 2008 Índice CALOR E TEMPERATURA 3 Definições 3 Conversação de Temperaturas 3 Propagação do calor 3 Variação térmica no globo 4 Pressão
Observações Meteorológicas
Observações Meteorológicas Estação Meteorológica do IAG http://www.estacao.iag.usp.br/ Foto: Marcos Santos / USP Imagens Observações de superfície http://www.estacao.iag.usp.br/instrumentos.php Visibilidade
CONFORTO AMBIENTAL Aula 2
TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CONFORTO AMBIENTAL Aula 2 M.Sc. Arq. Elena M. D. Oliveira Diferença entre Tempo e Clima TEMPO: Variações diárias das condições atmosféricas. CLIMA: É a condição média
METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS
METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS COMET Professor: A estação meteorológica é o local onde o observador faz a avaliação de um ou mais elementos meteorológicos que estão ocorrendo no momento
Tópicos para Análise de previsões Nuno Gomes
Tópicos para Análise de previsões Nuno Gomes 2004 NOOA http://www.arl.noaa.gov/ready-bin/main.pl Um dos sites mais completos para previsão meteorológica. Permite consultar: Meteogramas; Windgram ; Sondagens;
A atmosfera é uma massa de ar gasosa que envolve o globo terrestre. Sua composição se divide em:
Meteorologia Introdução Meteorologia é a ciência que estuda a atmosfera, seus fenômenos e atividades. Ela é importante na aviação para proporcionar segurança e economia aos vôos. Atmosfera Terrestre A
SISTEMA DE PREVENÇÃO METEOROLÓGICA POR MEIO DO CÓDIGO METAR
SISTEMA DE PREVENÇÃO METEOROLÓGICA POR MEIO DO CÓDIGO METAR Lourenço Alves de Paula, Jéssica Maria Bartnikowsky, Allan Roger de Amaral Rodrigues, Mário Francisco Leal de Quadro. Instituto Federal de Santa
CONDIÇÕES PARA FORMAÇÃO DE NEVOEIRO EM PELOTAS - PARTE IV - MÉTODO DE PREVISÃO.
CONDIÇÕES PARA FORMAÇÃO DE NEVOEIRO EM PELOTAS - PARTE IV - MÉTODO DE PREVISÃO. Vladair Morales de Oliveira 1 e-mail: [email protected] Natalia Fedorova e-mail : [email protected] Centro
METAR RESUMO PARA ESTUDOS
METAR - designa uma infrmaçã de bservaçã meterlógica de Superfície e de rtina, para fins aernáutics, segund s padrões internacinais da Organizaçã Meterlógica Mundial. O códig METAR, geralmente é cmpst
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA METEOROLOGIA MCA 105-2 MANUAL DE ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS DE SUPERFÍCIE 2004 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO
OCORRÊNCIA DE VENTOS FORTES NO AEROPORTO DE JACAREACANGA
378 OCORRÊNCIA DE VENTOS FORTES NO AEROPORTO DE JACAREACANGA ATAHYDES PEREIRA DOS SANTOS TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS SA - TASA Antigo Aeroporto do Galeão - 21.941 - Rio de Janeiro -RJ RESUMO Em 14 de
METEOROLOGIA CAPÍTULOS
METEOROLOGIA Objetivo geral Proporcionar ao aluno conhecimentos para interpretar boletins meteorológicos, cartas sinóticas e imagens de satélites meteorológicos, confeccionar mensagem SHIP. Vinicius Oliveira
Dados ambientais. Previsão do tempo. Imagem de satélite GOES
Dados ambientais. A terra recebe energia solar continuamente. A instituição recebe a radiação solar, que a através do aquecimento diurno e resfriamento noturno caracteriza o clima. Serão estudados dentro
ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE TEMPO SEVERO OCORRIDO NA CIDADE DE SÃO PAULO (SP) DURANTE O DIA 7 DE FEVEREIRO DE 2009
ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE TEMPO SEVERO OCORRIDO NA CIDADE DE SÃO PAULO (SP) DURANTE O DIA 7 DE FEVEREIRO DE 2009 A partir da tarde e parte da noite do dia 7 de fevereiro de 2009 foram registradas
MASSAS DE AR. Uma massa de ar pode ser identificado por diversos fatores, como sejam:
Página 1 MASSAS DE AR Massa de ar é um grande volume da atmosfera com características termodinâmicas uniformes. Como as condições de temperatura e humidade de uma massa de ar são uniformes, o tempo associado
PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL
PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL JULHO/AGOSTO/SETEMBRO -2017 Cooperativa de Energia Elétrica e Desenvolvimento Rural JUNHO/2017 Diminui a probabilidade para a formação de El Niño no segundo semestre de 2017
CHUVA DE GRANIZO EM MINAS GERAIS (MG)
CHUVA DE GRANIZO EM MINAS GERAIS (MG) Entre os dias 14 e 17 de setembro de 2008, várias localidades do sul, Zona da Mata e Região Metropolitana de MG, e algumas do sul do ES foram atingidas por temporais
CHUVA DE GRANIZO NO CONE LESTE DE SÃO PAULO (SP)(16/10/08)
CHUVA DE GRANIZO NO CONE LESTE DE SÃO PAULO (SP)(16/10/08) A partir da tarde e o início da noite do dia 16 de outubro de 2008, áreas de instabilidade associadas a intensos sistemas convectivos provocaram
FLG 0355 Climatologia II
FLG 0355 Climatologia II Disciplina Ministrada pelo Prof. Dr. Ricardo Cartas Sinópticas 1 Introdução O presente texto de estudo é uma compilação das diversas tabelas apresentadas e discutidas em aula,
ALTITUDE DENSIDADE JORNADA DE SEGURANÇA OPERACIONAL HELIBRAS
ALTITUDE DENSIDADE JORNADA DE SEGURANÇA OPERACIONAL HELIBRAS ROTEIRO DEFINIÇÕES ALTÍMETRO E SEUS ERROS FATORES DE RISCO CORREÇÕES VERIFICAÇÃO DE CASOS 2 ALTITUDE DENSIDADE A Altitude Densidade é um importante
TBRMINOLOGIA DE PREVISÃO: COMPOSIÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE PREVISÕES DE TEMPO PARA O PÚBLICO.
147 TBRMINOLOGIA DE PREVISÃO: COMPOSIÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE PREVISÕES DE TEMPO PARA O PÚBLICO. Autores: HÉLIO DOS SANTOS SILVA (1) JACI MARIA BILHALVA SARAIVA (2) RESUMO: Previsões que geralmente consistem
Disciplina: Física da Terra e do Universo para Licenciatura em Geociências. Meteorologia. Profa.: Rita Ynoue
Disciplina: 1400200 - Física da Terra e do Universo para Licenciatura em Geociências Meteorologia Profa.: Rita Ynoue O que é meteorologia? Estudo dos fenômenos atmosféricos Física newtoniana (mecânica
RELATÓRIO DE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
RELATÓRIO DE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Dados do Evento I. Evento: 20161213-1 Período do Evento: 18/11/16 00:00 a 19/11/16 23:59 Publicação: 21/12/16 09:04 II. COBRADE: 1.3.2.1.4 Grupo: METEOROLÓGICO Subgrupo:
PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES
PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES P.10 PROGRAMA DE MONITORAMENTO CLIMATOLÓGICO Parecer Técnico EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL PELO DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES DO PROGRAMA INTEGRANTES CONSELHO CTF
O que é um ciclone/anticiclone?
O que é um ciclone/anticiclone? A figura abaixo mostra linhas de pressão reduzida ao nível do mar em hpa. Questão 1 Localize na própria figura: (0,5) A centro de alta pressão (0,5) B centro de baixa pressão
NOÇÕES BÁSICAS DE ALTIMETRIA
Nocões Básicas de Altimetria NOÇÕES BÁSICAS DE ALTIMETRIA Por Paulo Moreira da Silva Instrutor Operacional de Grande Altitude AFF Inst Tandem Examinater Exército Português E.T.A.T. Paulo Moreira da Silva
ComoTudoFunciona / Alexandre Fukuda Característica de uma superfície frontal fria associada com os tipos de nuvens
Frente fria A frente fria se dá quando ocorre a passagem do ar frio por um determinado local da superfície terrestre, substituindo o ar quente que existia antes no local. Dizemos que a massa de ar pré-frontal
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS 1. Informações Factuais 1.1. Informações Gerais 1.1.1 Dados da Ocorrência RELATÓRIO FINAL SIMPLIFICADO (SUMA) DADOS DA
1. FATORES CLIMÁTICOS
Capítulo Elementos de Hidrometeorologia 3 1. FATORES CLIMÁTICOS A hidrologia de uma região depende principalmente de seu clima e secundariamente de sua topografia e geologia. A topografia influencia a
Aula anterior: Esta Aula: Próxima aula:
Aula anterior: Composição da atmosfera: do que é composta; fontes e sumidouros; como alcançou o estado atual. Breve discussão sobre pressão, densidade, temperatura. Esta Aula: Temperatura, pressão e densidade
grande extensão horizontal, homogênea. A homogeneidade é caracterizada pela uniformidade na temperatura e umidade do ar.
9.1 Massas de Ar Massa de ar: corpo de ar, caracterizado por uma grande extensão horizontal, homogênea. A homogeneidade é caracterizada pela uniformidade na temperatura e umidade do ar. Cobrem centenas
Descrever o estado de tempo e distingui lo de clima; Explorar imagens de satélite e de radar utilizadas na observação e previsão do.
clima Nível de Ensino Anos de escolaridade Disciplina Tipo de trabalho Tema/Conteúdos Objectivos Básico 7º ano Geografia Trabalho de pares clima Descrever o estado de tempo e distingui lo de clima; Explorar
RELAÇÃO ENTRE ÍNDICES DE INSTABILIDADE E OCORRÊNCIA DE CONVECÇÃO EM URUGUAIANA NO PERÍODO DE MARÇO DE 2007 A FEVEREIRO DE
RELAÇÃO ENTRE ÍNDICES DE INSTABILIDADE E OCORRÊNCIA DE CONVECÇÃO EM URUGUAIANA NO PERÍODO DE MARÇO DE 2007 A FEVEREIRO DE 2008 MOREIRA, Paula Doubrawa 1 ; TUCHTENHAGEN, Patrícia Nunes 2, FOSTER, Paulo
Temporais no Rio Grande do Sul
Temporais no Rio Grande do Sul O temporal da quarta-feira, 10 de setembro de 2008, que atingiu Triunfo, na Região Carbonífera do RS, deixou pelo menos 30 pessoas feridas. Em São Sebastião do Caí, a Defesa
CARACTERIZAÇÃO E MISTURA DE MASSAS DE ÁGUA ANÁLISE TERMOHALINA:
CARACERIZAÇÃO E MIURA DE MAA DE ÁGUA ANÁLIE ERMOHALINA: A temperatura e a salinidade podem ser consideradas como propriedades conservativas abaixo dos 100m de profundidade. Até aí sofrem muito a interacção
ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE OCORRÊNCIA DE TEMPO SEVERO NA CAPITAL PAULISTA E NO VALE DO PARAÍBA
ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE OCORRÊNCIA DE TEMPO SEVERO NA CAPITAL PAULISTA E NO VALE DO PARAÍBA Introdução Elaborado por Silvia Manami Yaguchi e Gustavo Escobar No final da tarde do dia 4 de Maio de
CONHECENDO AS NUVENS
N U V E N S CONHECENDO AS NUVENS As nuvens são a umidade do ar condensada. São constituídas por gotículas d'água e/ou cristais de gelo. Quanto ao seu aspecto podem ser: Estratiformes - desenvolvimento
Climatologia e meteorologia
Climatologia e meteorologia 1. Introdução A climatologia é a ciência que se ocupa do estudo dos climas. Os estudos climatológicos referem-se, de uma maneira geral, a territórios mais ou menos vastos e
METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I INTRODUÇÃO À METEOROLOGIA
METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I INTRODUÇÃO À METEOROLOGIA Professor: Meteoro São fenômenos que ocorrem na atmosfera, tais como: nuvem (nebulosidade), chuva (precipitação), relâmpago, trovoada e outros; logia
Disciplina: Física da Terra e do Universo para Licenciatura em Geociências. Tópico 3 Umidade. Profa.: Rita Ynoue 2010
Disciplina: 1400200 - Física da Terra e do Universo para Licenciatura em Geociências Tópico 3 Umidade Profa.: Rita Ynoue 2010 Revisão das aulas passadas Tópico 1: Evolução da atmosfera terrestre Composição
FATORES CLIMÁTICOS Quais são os fatores climáticos?
Quais são os fatores climáticos? o Latitude A distância a que os lugares se situam do equador determina as suas características climáticas. Por isso, existem climas quentes, temperados e frios. o Proximidade
Física. Setor B. Índice-controle de Estudo. Prof.: Aula 17 (pág. 88) AD TM TC. Aula 18 (pág. 88) AD TM TC. Aula 19 (pág.
Física Setor B Prof.: Índice-controle de Estudo ula 17 (pág. 88) D TM TC ula 18 (pág. 88) D TM TC ula 19 (pág. 90) D TM TC ula 20 (pág. 90) D TM TC ula 21 (pág. 92) D TM TC ula 22 (pág. 94) D TM TC Revisanglo
INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS DE TEMPO E CLIMA
INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS DE TEMPO E CLIMA Glauber Lopes Mariano Faculdade de Meteorologia Universidade Federal de Pelotas E-mail: [email protected] Meteorologia Ciência que estuda os fenômenos
ÍNDICES DE INSTABILIDADE PARA PREVISÃO DE CHUVA E TEMPESTADES SEVERAS. Maria Assunção F. Silva Dias
ÍNDICES DE INSTABILIDADE PARA PREVISÃO DE CHUVA E TEMPESTADES SEVERAS Maria Assunção F. Silva Dias Departamento de Ciências Atmosféricas Instituto Astronômico e Geofísico Universidade de São Paulo Março
II - REGRAS DO AR OBJETIVO
II - REGRAS DO AR OBJETIVO Capítulo II Compreender por que foram criadas as Regras Ar, conhecer seus objetivos, a fim de que se possa aplica-las de maneira eficiente. II - REGRAS DO AR ROTEIRO 1- REGRAS
Universidade de São Paulo Departamento de Geografia FLG CLIMATOLOGIA I. Umidade do ar
Universidade de São Paulo Departamento de Geografia FLG 0253 - CLIMATOLOGIA I Umidade do ar Prof. Dr. Emerson Galvani Laboratório de Climatologia e Biogeografia LCB Umidade do ar A água é a única substância
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA Nº 101/SDOP, DE 30 DE OUTUBRO DE 2014
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA Nº 101/SDOP, DE 30 DE OUTUBRO DE 2014 Aprova a modificação da Instrução sobre métodos de avaliação de
2- O ar úmido é uma mistura de ar seco e vapor d água entre: a) 0% e 2% b) 0% e 4% c) 0% e 100% d) 4% e 100%
Provão Meteorologia Aeronáutica Nome: Data: Ass.: 1- A quantidade do vapor d água que sobe para a atmosfera através da evaporação: a) diminui com o aumento da temperatura b) aumenta com o decréscimo da
INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO TÉCNICO DE METEOROLOGIA
INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO TÉCNICO DE METEOROLOGIA Arthur Teixeira da cunha Brandão Priscila Catanio Nevoeiros: tipos existentes e a influência na aviação. Florianópolis Outubro de 2013
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-2 CORREÇÃO QNE 2016 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO TRÁFEGO AÉREO ICA 100-2 CORREÇÃO
3194 UM ESTUDO DO DESENVOLVIMENTO DAS NUVENS Ns E Cb EM PELOTAS
3194 UM ESTUDO DO DESENVOLVIMENTO DAS NUVENS Ns E Cb EM PELOTAS Natalia Fedorova; Maria Helena de Carvalho; Paulo R.B. Barbieri, André M. Gonçalves; Eliane P. Alves; Elizabeth Signorini; Gilsane M. C.
Fernando Pereira de Oliveira 1,*, Marcos Daisuke Oyama 2
Variação da Energia Potencial Disponível para Convecção e do Índice de Levantamento para o Centro de Lançamento de Alcântara em Relação ao Nível Inicial de Ascensão Fernando Pereira de Oliveira 1,*, Marcos
Universidade Tecnológica Federal do Paraná. CC54Z - Hidrologia. Evaporação e evapotranspiração. Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014
Universidade Tecnológica Federal do Paraná CC54Z - Hidrologia Evaporação e evapotranspiração Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014 Objetivos da aula Definir os conceitos básicos da evaporação e evapotranspiração
1. Termodinâmica do ar
1. Termodinâmica do ar Exercício 1-1 Calcule as constantes dos gases ideais para o ar seco (R ), para o vapor de Água (R ) e para o ar húmido com 2% de vapor de Água (em volume). Considere R = 8.3145JK
CATEGORIA 2 INICIATIVAS DE INOVAÇÃO
ESAF Escola de Administração Fazendária CATEGORIA 2 INICIATIVAS DE INOVAÇÃO 1º Lugar 022I EDSON LUIZ MORALES SAUTE* 33 Anos BALNEÁRIO CAMBORIÚ - SC Estimador Panorâmico de Visibilidade de Aeródromo * Co-autor:
