CONFORTO AMBIENTAL Aula 2
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- Ana Beatriz Farias Azeredo
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1 TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CONFORTO AMBIENTAL Aula 2 M.Sc. Arq. Elena M. D. Oliveira
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3 Diferença entre Tempo e Clima TEMPO: Variações diárias das condições atmosféricas. CLIMA: É a condição média do tempo em uma determinada região, baseada em medições. Variáveis Climáticas são atribuídas a elementos de controle. Proximidade da água; Altitude; Barreiras montanhosas; E correntes oceânicas.
4 Quantidade de Sol; Variáveis: Quantificadas em estações meteorológicas, e descrevem as características gerais da região em termos de: Nuvens; Temperaturas; Ventos; Umidade.
5 Normais Climatológicas Provisórias (10 anos)
6 Normais Climatológicas Provisórias (10 anos) Rio Grande (1 o de janeiro de 1991 a 31 de dezembro de 2000)
7 Normais Climatológicas Provisórias (10 anos) Rio Grande (1 o de janeiro de 1991 a 31 de dezembro de 2000)
8 Normais Climatológicas Provisórias (10 anos) Rio Grande (1 o de janeiro de 1991 a 31 de dezembro de 2000)
9 Normais Climatológicas Provisórias (10 anos) Rio Grande (1 o de janeiro de 1991 a 31 de dezembro de 2000)
10 Normais Climatológicas Provisórias (10 anos) Rio Grande (1 o de janeiro de 1991 a 31 de dezembro de 2000)
11 Normais Climatológicas Provisórias (10 anos) Rio Grande (1 o de janeiro de 1991 a 31 de dezembro de 2000)
12 Normais Climatológicas Provisórias (10 anos) Rio Grande (1 o de janeiro de 1991 a 31 de dezembro de 2000) As normais climatológicas são compostas por valores médios e extremos o que limita bastante sua aplicação no estudo da eficiência energética da edificação.
13 Ano Climático de Referência TRY (Test Reference Year) É a base de dados mais precisa para uma análise completa da adequação da edificação ao clima local. Apresenta uma base de dados horários das variáveis climáticas
14 Radiação Solar É a principal fonte de energia para o planeta (calor e luz) ( a c ) Solstício de inverno e verão (b d) Equinócios de primavera e outono
15 Radiação Solar Normalmente o que é feito é adotar um dos enfoques, luz ou calor, como prioridade. Trópico de Câncer Atravessa 3 continentes e 17 países. Corrigi-se os problemas com sistemas artificiais. Trópico de Capricórnio Atravessa 3 continentes e 11 países. Rio Grande Latitude: 32 o sul ; Longitude: 52 o oeste
16 Radiação Solar Nos trópicos de Capricórnio e Câncer haverá pelo menos um dia no ano em que o sol ficará a pino ao meio dia. (sem formação de sombra). Rodovia SP-255, próximo a Itaí, estado de São Paulo.
17 Radiação Solar Equinócio de primavera Solstício de verão Solstício de inverno Equinócio de outono
18 Radiação Solar - Direta e Difusa γ - Altitude Solar α - Azimute Solar θ - Ângulo de Incidência
19 Radiação Solar - Direta e Difusa
20 LEI do COSSENO A intensidade da radiação incidente em uma superfície inclinada é igual à razão entre a intensidade normal e o cosseno do ângulo de incidência. DISSIPAÇÃO ATMOSFÉRICA Absorção da radiação solar pelo ozônio, vapores e partículas contidas na atmosfera. Quanto maior o trajeto, menos radiação chega à superfície terrestre. DURAÇÃO DA LUZ DO DIA Varia de acordo com a estação do ano, devido à inclinação do eixo da Terra.
21 Radiação Solar - Direta e Difusa Ideal Medições separadas das parcelas direta e difusa Medições nas superfícies horizontal e vertical Normalmente feito Normais Climatológicas Valores médios de horas de Sol Estimativas feitas a partir de dados de nebulosidade Dados registrados de forma visual (sem instrumentos)
22 Luz Solar Direta a lux A maioria dos projetistas preferem excluir completamente a luz natural devido ao ganho de calor associado que ela carrega. Atitude errônea.
23 5.000 a lux Luz Solar Difusa Modelos de Céu Céu claro Céu parcial Céu encoberto Florianópolis 11% 37% 52%
24 Temperatura É a variável climática mais conhecida e de fácil medição. Variação Fluxo das grandes massas de ar; Quantidade de radiação recebida na região. TRY Temperatura média; Temperatura máxima; Temperatura mínima. Estas informações possibilitam ao projetista a identificação dos períodos de maior probabilidade de desconforto. OBS: Para uma mesma temperatura, a sensação de conforto térmico pode ser diferente em função de variáveis como o vento e a umidade.
25 Vento
26 Vento Medições feitas a 10m de altura, em regiões abertas.
27 Vento Mesa D Água
28 Umidade Evaporação da água contida nos mares, rios, lagos e na terra, bem como da evapotranspiração dos vegetais. maior T AR ; menor densidade; maior quantidade de água pode conter Qualquer quantidade de água em estado de vapor condensará: Névoa; Orvalho; Chuva. Quando o conteúdo de vapor de água no ar é menor que o possível para aquela temperatura, diz-se que esta proporção é chamada de: Umidade relativa do ar (%)
29 Alterado por variáveis como vegetação, topografia, tipo de solo, obstáculos naturais ou artificiais.
30 Perto das edificações, pode ser alterado e criado pelo arquiteto.
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33 Após ser aquecida pelo sol, a terra retém o calor por muito mais tempo que uma edificação convencional. A terra ganha e perde calor lentamente. Locais onde as noites são frias e os dias são quentes. (edificações semi-enterradas)
34 As condições de vento local podem ser alteradas com a presença de vegetação.
35 Pode-se mudar a umidade local com a presença de água e vegetação.
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