Estado do Tempo e Clima
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- Thalita de Almada Pinho
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1 Estado do Tempo e Clima
2 Estado do tempo
3 Estado do tempo Expressão do comportamento momentâneo da atmosfera sobre um determinado lugar. É na atmosfera, mais precisamente na sua camada inferior, designada de Troposfera, que ocorrem os vários fenómenos meteorológicos responsáveis pelos diferentes estados do tempo. O estudo dos estados do tempo é feito pela meteorologia.
4 Clima Resultado estatístico do comportamento médio e da variabilidade dos elementos climáticos registados num determinado lugar durante pelo menos 30 anos.
5 Estado de Tempo Clima Estado do Tempo Versus Clima O estado do tempo está relacionado com as condições atmosféricas de um determinado momento. O clima diz respeito às condições atmosféricas habituais ao longo dos anos (normalmente um período de 30 anos).
6 Elementos Climáticos Para caracterizar o estado do tempo ou o clima de qualquer lugar, recorre-se aos vários elementos climáticos. Temperatura Precipitação Nebulosidade Humidade Direção do vento Intensidade do Vento Pressão Atmosférica Insolação Elementos Fundamentais do Clima
7 Elementos Climáticos e Respetivos Instrumentos de Medição Temperatura Utiliza-se um termómetro Expressa-se em graus Celcius (ºC) Precipitação Utiliza-se um pluviómetro Expressa-se em milímetros (mm) Nebulosidade Utiliza-se um radar Expressa-se em percentagem (%) de céu encoberto pelas nuvens Pressão Atmosférica Utiliza-se um barómetro Expressa-se em milibares (mb) ou hectopascais (hpa) Insolação Utiliza-se um heliógrafo Expressa-se em número de horas de sol Vento Para medir a Direção utiliza-se um catavento Para medir a Intensidade ou a Força do vento é usado um anemómetro
8 Elementos Fundamentais do Clima 1 - TEMPERATURA
9 A temperatura: variação diurna Certamente já te deste conta que a temperatura varia ao longo do dia e ao longo do ano, qualquer que seja o lugar à superfície da terra. a temperatura máxima ocorre normalmente após o meio-dia solar, entre as 13 e as 15 horas; a temperatura mínima regista-se normalmente de madrugada, ou seja, pouco tempo antes de o Sol nascer. Variação diurna da temperatura A temperatura máxima ocorre entre as 13 e as 15 horas, pelo facto de, nessa altura do dia, ser máxima a soma da radiação solar recebida e da radiação terrestre (radiação de calor, responsável pelo aquecimento da baixa atmosfera). A temperatura mínima regista-se de madrugada, porque, durante a noite, os lugares não recebem radiação solar, limitando-se apenas a receber a energia irradiada pela superfície da Terra. A soma das perdas de energia é, portanto, máxima pouco tempo antes de o Sol nascer, sendo, normalmente, nesse momento que a temperatura atinge o valor mais baixo.
10 A variação diurna da temperatura: fatores explicativos A variação diurna da temperatura é uma consequência do movimento de rotação da Terra. É este o movimento responsável pela sucessão dos dias naturais e das noites e pela variação da inclinação (obliquidade ou ângulo de incidência) dos raios solares ao longo do dia natural. Movimento de Rotação da Terra movimento que a Terra executa em torno do seu próprio eixo. Realiza-se no sentido direto (de W para E) e demora cerca de 24 h. Quanto maior for o ângulo de incidência dos raios solares, menor é a superfície pela qual a energia se distribui e, consequentemente, maior é a energia recebida por unidade de superfície. Quanto menor for o ângulo de incidência dos raios solares, maior é a superfície pela qual a energia se distribui e, consequentemente, menor é a energia recebida por unidade de superfície.
11 A temperatura: variação anual A temperatura média mensal mais elevada, para a generalidade dos lugares situados no hemisfério Norte, regista-se, normalmente, nos meses de julho ou agosto. A temperatura média mensal mais baixa ocorre, no hemisfério Norte, normalmente nos meses de dezembro ou janeiro. A temperatura média mensal mais elevada, para a generalidade dos lugares situados no hemisfério Sul regista-se, normalmente, nos meses de Janeiro ou dezembro. A temperatura média mensal mais baixa ocorre, no hemisfério Sul, normalmente nos meses de junho ou julho. Explicação as temperaturas médias mensais mais elevadas ocorrem em julho ou agosto, porque nessa altura do ano o Sol, no seu movimento anual aparente, encontra-se a norte do equador e, portanto, os raios solares incidem com menor inclinação sobre esses lugares. Além disso, os dias naturais são maiores do que as noites; as temperaturas médias mensais mais baixas acontecem em dezembro ou janeiro, uma vez que nessa época do ano o Sol, no seu movimento anual aparente, está deslocado para sul do equador e, portanto, os raios solares incidem com maior inclinação no hemisfério Norte. Além disso, os dias naturais são menores do que as noites.
12 A variação anual da temperatura: fatores explicativos A variação anual da temperatura (estações do ano) é uma consequência do movimento de translação da Terra movimento que a Terra executa em torno do Sol. Demora aproximadamente 365 dias e 6 horas e realiza-se também no sentido direto. Ao executar o movimento de translação, a Terra passa por quatro posições estratégicas: Equinócio da Primavera, a 21 de Março Solstício de Verão, a 21 de Junho Equinócio de Outono, a 22 ou 23 de Setembro Solstício de Inverno, a 21 ou 22 de Dezembro. O movimento de translação e a inclinação constante do eixo da Terra com o plano da sua órbita fazem variar, num mesmo lugar, a inclinação dos raios solares ao longo do ano. Movimento de translação da Terra
13 A variação anual da temperatura: fatores explicativos 21 de junho Nos meses em que o Sol se encontra entre o equador e o Trópico de Câncer (março a setembro), os raios solares incidem com menor inclinação nos lugares situados no hemisfério Norte do que nos lugares com o mesmo valor de latitude do hemisfério Sul. 22 de dezembro Nos meses em que o Sol se encontra entre o equador e o Trópico de Capricórnio (setembro a março), os raios solares incidem com maior inclinação nos lugares situados no hemisfério Norte do que nos lugares com o mesmo valor de latitude do hemisfério Sul.
14 Lugares Solstício de junho Equinócios de março e setembro Solstício de dezembro A variação anual da temperatura: a relação entre a duração dos dias naturais e das noites O movimento de translação provoca ainda a desigualdade na duração dos dias naturais e das noites em todos os lugares da superfície da Terra, ao longo do ano, embora no equador sejam sempre muito semelhantes. A norte do Círculo Polar Ártico Dia natural = 24 h Dia natural = Noite Noite = 24 h Entre o Círculo Polar Ártico e o equador Dia natural > Noite Dia natural < Noite Equador Entre o equador e o Círculo Polar Antártico Dia com duração semelhante à noite Dia natural < Noite Dia com duração semelhante à noite Dia natural > Noite A sul do Círculo Polar Antártico Noite = 24 h Dia Natural = 24 h
15 Elementos Fundamentais do Clima 2 - PRECIPITAÇÃO A precipitação é a queda de água a partir das nuvens. Pode ocorrer no estado líquido (chuva) ou no estado sólido (neve ou granizo). Para que possa acontecer qualquer forma de precipitação, é necessário, então, que haja nuvens, e estas podem formar-se em consequência de uma subida do ar capaz de provocar o aumento da humidade relativa e a condensação do vapor de água.
16 Tipos de Precipitação De acordo com o mecanismo que provoca a subida do ar e o seu consequente arrefecimento, podem distinguir-se três tipos de precipitação:
17 Tipos de Precipitação
18 OS FATORES DO CLIMA Os fatores climáticos são situações que influenciam os diferentes elementos climáticos como a temperatura, precipitação, pressão atmosférica, vento, entre outros. As diferenças de temperatura e de precipitação que se verificam à superfície da Terra são explicadas pela ação simultânea de vários fatores climáticos tais como: A LATITUDE; O RELEVO (a altitude e a exposição geográfica das vertentes); A CONTINENTALIDADE (maior ou menor afastamento do mar); AS CORRENTES MARÍTIMAS.
19 A influência da latitude na temperatura Regra geral, a temperatura diminui à medida que a latitude aumenta, ou seja, as temperaturas médias anuais são mais elevadas nas regiões relativamente próximas do equador e vão diminuindo com a aproximação aos polos.
20 A influência da latitude na temperatura A explicação desta variação está, fundamentalmente, na inclinação com que os raios solares incidem sobre a superfície. Na região intertropical, os raios solares incidem mais na vertical, a radiação solar distribui-se por uma superfície mais pequena e, consequentemente, a concentração de energia e o aquecimento são maiores. Nas regiões frias, pelo contrário, os raios solares incidem mais obliquamente, a radiação solar distribui-se por uma área maior e, portanto, o aquecimento é reduzido. Conclui-se, assim, que, à medida que a latitude aumenta, a inclinação dos raios solares também aumenta e, portanto, a temperatura vai diminuindo.
21 A influência da latitude na precipitação A variação da precipitação com a latitude deve-se, em parte, às diferenças de pressão atmosférica que se fazem sentir à superfície da Terra. A pressão atmosférica pode ser representada em mapas, através de isóbaras (ou linhas isobáricas). As isóbaras são, na maior parte das vezes, curvas fechadas e mais ou menos concêntricas, e permitem a representação dos centros barométricos ou centros de ação. De acordo com os valores da pressão e com o modo como esta varia, os centros barométricos podem ser de dois tipos: centros de altas pressões e centros de baixas pressões.
22 A influência da latitude na precipitação Centros Barométricos localizados no Hemisfério Norte Num centro de altas pressões, o movimento do ar é descendente na vertical e divergente à superfície. Num centro de baixas pressões, o movimento do ar é convergente à superfície e ascendente na vertical.
23 A influência da latitude na precipitação Quando o ar desce, aquece e a humidade relativa diminui, pelo que não existem condições para que se dê a condensação do vapor de água e a formação de nuvens, muito menos ainda a queda de precipitação. A um centro de altas pressões está, normalmente, associado bom tempo (céu limpo e tempo seco).
24 A influência da latitude na precipitação Quando o ar sobe, arrefece e a sua humidade relativa aumenta, pelo que existem condições para que ocorra a saturação, a condensação do vapor de água e a formação de nuvens, e ainda a mais que provável queda de precipitação. A um centro de baixas pressões está, normalmente, associado mau tempo (céu nublado e possibilidade de queda de precipitação).
25 A influência da latitude na precipitação Os diferentes centros barométricos localizam-se fundamentalmente em determinadas latitudes embora eles se desloquem ao longo do ano, para norte e para sul, acompanhando, com um ligeiro atraso, o movimento anual aparente do Sol.
26 A influência da latitude na precipitação Distribuição da precipitação segundo a latitude.
27 A influência da latitude na precipitação Localizam-se nas regiões equatoriais e nas latitudes médias, uma vez que é aí que predominam as baixas pressões equatoriais e subpolares, respetivamente; Áreas com maiores valores de precipitação Localizam-se junto dos trópicos e nas regiões polares, devido, entre outros fatores, ao movimento descendente do ar nas altas pressões subtropicais e polares, respetivamente Áreas com menores valores de precipitação
28 A influência do relevo na temperatura e na precipitação Na temperatura: À medida que a altitude aumenta, a temperatura diminui (cerca de 6ºC por cada 1000 m gradiente térmico vertical). As vertentes expostas ao sol (soalheiras) registam temperaturas mais elevadas que as vertentes sombrias (umbrias). Na precipitação: Quando o ar se depara com uma barreira montanhosa, é obrigado a subir. Ao subir, arrefece e satura, dando-se a condensação do vapor de água e a formação de nuvens, que conduzem à queda de precipitação (chuva ou neve). Na vertente oposta, o ar, contendo já menos humidade, desce e aquece, diminuindo assim a possibilidade da ocorrência de precipitação.
29 A influência da continentalidade A temperatura e a precipitação variam com a continentalidade, isto é, com a proximidade ou o afastamento dos lugares em relação ao mar. De um modo geral, e em comparação com as áreas do interior, as áreas litorais não têm temperaturas tão elevadas na estação quente nem tão reduzidas na estação fria, devido à influência amenizadora do mar. Os oceanos, por serem massas líquidas, demoram mais tempo a aquecer e mais tempo a arrefecer do que os continentes e, por esse motivo, estão mais frescos no verão e mais quentes no inverno, exercendo assim uma ação moderadora sobre as temperaturas dos lugares próximos. À medida que a distância em relação ao mar aumenta, a ação moderadora por eles exercida diminui, razão pela qual a amplitude térmica anual é maior no interior dos continentes. As áreas do litoral têm tendência a registar valores mais elevados de precipitação do que as áreas do interior, devido à influência dos ventos húmidos que sopram do oceano.
30 A ação das correntes marítimas Dependendo do lugar de origem, as correntes marítimas podem ser: quentes (se provenientes das regiões equatoriais e tropicais); frias (se provenientes das regiões polares). As correntes quentes provocam, nas áreas litorais junto das quais passam, temperaturas e precipitações mais elevadas. As correntes frias, pelo contrário, provocam temperaturas baixas e escassez de precipitação.
31 A representação dos principais elementos do clima Variação da Temperatur a ao longo do ano Temperatur a Média Anual Temperatur as médias mensais Amplitude Térmica Anual Precipitação Total Mensal Precipitação Total Gráfico que representa simultaneamente as variações da temperatura e precipitação Temperatura Precipitação Gráfico Termopluviométrico
32 A representação dos principais elementos do clima gráfico termopluviométrico
33 Não esqueças Estado do tempo e clima são conceitos distintos e, embora interrelacionados têm significados diferentes. O estado do tempo diz respeito às condições atmosféricas de um determinado momento. O clima relaciona-se com o comportamento médio e a variabilidade dos elementos climáticos registados em determinado lugar durante pelo menos 30 anos. O estado do tempo e o clima Caracterizam-se com base nos vários elementos do clima tais como a temperatura, a pressão atmosférica, a precipitação, a humidade do ar, a nebulosidade, o vento, etc. Estes elementos sofrem a influência simultânea de fatores climáticos como a latitude, o relevo, a continentalidade e as correntes marítimas. A forma de representar os elementos fundamentais do clima, temperatura e precipitação, é o gráfico termopluviométrico.
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