Fenómenos de condensação
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- Otávio Mascarenhas de Paiva
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1 Fenómenos de condensação Quando o ar atmosférico atinge a saturação, o vapor de água em excesso condensa-se, o que se traduz pela formação de nuvens, constituídas por pequenas gotículas de água ou cristais de gelo em suspensão na atmosfera. Para que a condensação se verifique é necessário que existam na atmosfera núcleos de condensação (poeiras cinzas vulcânicas, fumos, pólen das plantas, partículas de sal marinho) em volta dos quais o vapor de água condensa. Quando a condensação ocorre nas camadas baixas da atmosfera, na proximidade do solo, surge o nevoeiro que se forma devido ao intenso arrefecimento do solo que provoca a saturação do ar em contacto com ele. As neblinas são nevoeiros pouco densos. Orvalho - Pequenas gotículas de água que se formam à superfície dos corpos expostos ao ar em noites frias: nas noites muito frias, os corpos sólidos arrefecem muito. O ar carregado de vapor de água, ao entrar em contacto com eles arrefece também e pode atingir o ponto de saturação, formando as pequenas gotículas de água. Ponto de orvalho Temperatura que permite que o vapor de água existente no ar, ao entrar em contacto com os corpos, arrefeça e condense à superfície desses corpos. Geada Se a temperatura atingir valores negativos, as gotas de orvalho solidificam e transformam-se em pequenos cristais de gelo: é a geada. Condições meteorológicas que proporcionam a formação de geada: Temperatura baixa Céu limpo Ausência de vento Humidade 1
2 Precipitação - Queda de água no estado líquido (chuva) ou sólido (neve e granizo) Quando o ar atmosférico atinge o seu ponto de saturação, o vapor de água condensa-se, formam-se gotículas de água que, suspensas na atmosfera, constituem as nuvens. Se essas gotículas se juntarem umas às outras, de forma a aumentarem de volume e, portanto, de peso, elas vencem a resistência do ar e caem sob a forma de chuva. Quando a condensação do vapor de água ocorre a temperaturas inferiores a 0º C e mais ou menos lentamente, formam-se pequenos cristais de gelo que, ao caírem para o solo, se vão juntando uns aos outros, formando flocos: é a neve. Mas para que esta chegue ao solo é necessário que a temperatura se mantenha negativa em todo o seu trajecto, caso contrário, funde e transforma-se em chuva. Por vezes, as gotas de água são arrastadas por correntes de ar ascendentes, para níveis altos da atmosfera onde a temperatura é negativa. Então essas gotas solidificam rapidamente, transformando-se em grãos de gelo: Granizo. 2
3 Tipos de precipitação Origem Zona de incidência mais frequente Característic as de precipitação Convectivas Orográficas Frontais Convecção Ascensão do ar Encontro térmica do ar: o devido ao de massas ar húmido, em relevo de ar contacto com a superfície muito aquecida do globo, aquece também, torna-se mais leve e sobe. Regiões quentes e húmidas; Interior dos continentes das regiões temperadas Aguaceiros (intensos) Trovoadas «pancadas de água» Em todo o Globo Grandes alinhamentos montanhosos (expostos aos ventos húmidos oceânicos Aguaceiros intensos (nas vertentes viradas para o fluxo húmido) Chuvas faciais (nas vertentes opostas) Regiões temperada s (perturbaç ões das frentes polares) FQ Chuviscos FF fortes aguaceiros 3
4 Em Portugal os máximos de precipitação correspondem aos máximos de altitude. Por isso, grande parte das chuvas que se registam no nosso país são chuvas orográficas que são tanto mais abundantes e prolongadas quanto maior a altitude. Atendendo a que Portugal (Peninsular e Insular) se situa na zona temperada do norte, podemos afirmar que este é influenciado: Pelo fluxo de oeste; Pelas altas pressões subtropicais; Pelas depressões subpolares; Pela passagem da frente polar; Pelas massas de ar polar e tropical, nas suas variantes marítimas e continental. Distribuição da precipitação em Portugal Continental De um modo geral, verifica-se que as regiões a norte do rio Tejo apresentam precipitações médias mais altas. Os valores mais elevados são observados no noroeste português, em particular nas áreas mais montanhosas. A região interior do Alentejo, o interior da bacia do Douro e a parte da planície algarvia registam valores inferiores a 500 mm. Factores explicativos da distribuição da precipitação 1- Relevo Altitude (precipitação mais elevada nas terras mais altas próximas do litoral e, principalmente, nas encostas expostas aos ventos marítimos) 4
5 Disposição do relevo Montanhas concordantes (barreiras de condensação) Montanhas discordantes (fácil penetração dos ventos húmidos) A serra do Alvão, Gerês, Marão e Montemuro constituem uma barreira à passagem dos ventos húmidos do Atlântico. Daí a designação que vulgarmente se dá a este conjunto montanhoso: barreira de condensação que é responsável pela secura das regiões do NE porque quando as massas de ar as atingem perderam já, por condensação, grande parte do vapor de água que transportavam. 2 - Proximidade ou afastamento do mar (nas regiões litorais ocorrem maiores quantitativos de precipitação maior influência dos ventos húmidos; nas regiões do interior os quantitativos são menores mais afastados da influência marítima) 3 - Latitude A influência da latitude faz-se sentir sobretudo no contraste pluviométrico norte-sul. O Norte é mais pluvioso porque é mais afectado pela passagem das perturbações frontais, que normalmente seguem um trajecto de sudoeste para nordeste. O Sul regista menores valores de precipitação porque é sobretudo influenciado pelos anticiclones subtropicais e pelas massas de ar tropical, quentes e secas, oriundas do Norte de África e não é tão atingido pelas perturbações frontais. 5
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