Observações Meteorológicas
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- Geraldo de Sá Alencastre
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1 Observações Meteorológicas
2 Estação Meteorológica do IAG Foto: Marcos Santos / USP Imagens
3 Observações de superfície Visibilidade Horizontal Nebulosidade Fenômenos Diversos Pressão Atmosférica Temperatura do Ar e do Bulbo Úmido Temperatura Mínima e Máxima do Ar Vento: Intensidade e Direção Umidade Relativa do Ar Temperatura do Solo Evaporação Precipitação Irradiância Média Diária Duração do Brilho Solar
4 Observações Meteorológicas Coleta de dados
5 INMet Instituto Nacional de Meteorologia: A missão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é prover informações meteorológicas à sociedade brasileira e influir construtivamente no processo de tomada de decisão, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do País. Esta missão é alcançada por meio de monitoramento, análise e previsão de tempo e de clima, que se fundamentam em pesquisa aplicada, trabalho em parceria e,compartilhamento do conhecimento, com ênfase em resultados práticos e confiáveis.
6 INMET Sede em Brasília 5 Coordenações Sistemas de Comunicação Agrometeorologia Desenvolvimento e Pesquisa Modelagem Numérica Apoio Operacional 10 Distritos de Meteorologia (DISMEs)
7 INMET convencionais e automáticas
8 Rede de Centros Meteorológicos Elabora informações meteorológicas visando o apoio à navegação aérea. Classificação: Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA) Centros Meteorológicos de Vigilância (CMV) Centros Meteorológicos de Aeródromo (CMA) Centros Meteorológicos Militares (CMM) Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA) O CNMA é o principal Centro de Meteorologia do SISCEAB, tem por finalidade preparar cartas meteorológicas de tempo significativo e repassar aos demais centros da rede, as previsões recebidas dos WAFC e outras informações meteorológicas de interesse aeronáutico. Centro Meteorológico de Vigilância (CMV) Os Centros Meteorológicos de Vigilância, associados ao ACC da FIR, têm por finalidade monitorar as condições meteorológicas reinantes de sua área de vigilância, visando apoiar os órgãos de Tráfego Aéreo e as aeronaves que voam no espaço aéreo sob responsabilidade do ACC. Centro Meteorológico de Aeródromo (CMA) Centros meteorológicos localizados em aeródromos com a finalidade de prestar serviços e apoio meteorológico à navegação aérea, nos aeródromos em que estiverem instalados. Centro Meteorológico Militar (CMM) Centros meteorológicos que têm por finalidade prestar apoio meteorológico específico à aviação militar. OBS: Requisitos de instalação e critérios para priorização dos Centros Meteorológicos estão na ICA
9 Rede de Estações Meteorológicas Coleta, processa e registra dados meteorológicos de superfície e altitude para a Meteorologia Aeronáutica em apoio a navegação aérea. Classificação: Estações Meteorológicas de Superfície (EMS) Estações Meteorológicas de Altitude (EMA) Estações de Radares Meteorológicos (ERM) 1. Estação Meteorológica de Superfície (EMS) As Estações Meteorológicas de Superfície têm por finalidade efetuar a coleta e o processamento de dados meteorológicos à superfície para fins aeronáuticos e sinóticos. Devem ser instaladas nos aeródromos e fazem parte da rede básica da Organização Meteorológica Mundial (OMM), quando equipadas apropriadamente. 2. Estação Meteorológica de Altitude (EMA) As Estações Meteorológicas de Altitude têm por finalidade coletar, através de Radiossodagem, dados de pressão, temperatura, umidade, direção e velocidade do vento, nos diversos níveis da atmosfera. 3. Estação de Radar Meteorológico (ERM) As Estações de Radares Meteorológicos têm por finalidade fazer vigilância constante na área de cobertura dos radares e divulgar as informações obtidas por meio rápido e confiável aos Centros Meteorológicos de Vigilância.
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14 Observações Meteorológicas - Transmissão
15 Transmissão de dados Os dados devem ser transmitidos seguindo um padrão internacional. Codificação: Em terra: SYNOP (Surface Synoptic Observations) e METAR (METeorological Aerodrome Report) No oceano: SHIP e BUOY Por avião: AIRCRAFT Radiossondagem: TEMP e PILOT
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22 Sites interessantes
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29 Antes de avançarmos... Localização Geográfica América do Sul 1ª. Atividade: Mapa 1 5 minutos: individualmente 5 minutos: em grupo
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33 Antes de avançarmos... Localização Geográfica América do Sul 1ª. Atividade: Mapa 1 Brasil 5 minutos: individualmente 5 minutos: em grupo 2ª. Atividade: Mapa 2 5 minutos: individualmente 5 minutos: em grupo
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35 Fonte: IBGE
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38 VENTO 3ª. Atividade: Desenhar a rosa dos ventos com 16 direções (colocar as siglas e graus).
39 Direção do vento A direção do vento é indicada pela direção de onde o vento é proveniente, ou seja, de onde ele vem. A direção é expressa tanto em termos da direção de onde ele provém como em termos do azimute, isto é, do ângulo que o vetor da direção forma com o Norte geográfico local. Assim, um vento de SE terá um ângulo de 135º. 0 o 292,5 o 45 o -cardeais, 315 o 337,5 o 22,5 o Pontos: colaterais e sub-colaterais 67,5 o 270 o 90 o 247,5 o 112,5 o 225 o 202,5 o 157,5 o 135 o QUADRANTES E OCTANTES 180 o
40 VENTO 3ª. Atividade: Desenhar a rosa dos ventos com 16 direções (colocar as siglas e graus). 4ª. Atividade: Conversão de unidades
41 Preencher a tabela abaixo: nós m.s -1 km.h -1 mph 0, ,514 1,852 1,1507 1, ,6 2,
42 Velocidade do vento nós m.s -1 km.h -1 mph 0,5399 0,3 1 0,6 1 0,514 1,852 1,151 1,9438 1,0 3,6 2,2 2 1,0 3,7 2,3 3 1,5 5,6 3,5 4 2,1 7,4 4,6 5 2,6 9,3 5,8 10 5,1 18,5 11,5 15 7,7 27,8 17, ,3 37,0 23, ,9 46,3 28, ,4 55,6 34, ,6 74,1 46, ,7 92,6 57, ,0 129,6 80, ,4 185,2 115, ,1 277,8 172, ,8 370,4 230, ,4 509,3 316,4
43 Decodificação - METAR
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46 Poucas Esparsas Nublado Encoberto
47 Como a pressão varia com a altura?
48 Figure 1-17, page 18 in Lutgens and Tarbuck's The Atmosphere, 2001
49 Plotagem de METAR Nuvens altas: > pés Nuvens baixas: <6.500 pés
50 HN 863x1024.jpg
51 HN rmapanalysis/weather_symbols.jpg
52 HN
53 HN
54 FG: fog/neblina: Névoa Úmida ou Neblina: conjunto de microscópicas gotas de água suspensas na atmosfera. Provoca uma redução da visibilidade menor do que em condições de nevoeiro e é, freqüentemente, confundida com chuvisco. (CPTEC) Nevoeiro ou Cerração: massa de minúsculas gotas de água suspensas na atmosfera, próximas ou junto à superfície da Terra, que reduzem a visibilidade horizontal para menos de 1 Km. (CPTEC) Visibilidade < 1km
55 BR (bruma/mist): suspensão de gotículas de água na camada atmosférica justaposta à superfície da Terra, reduzindo a visibilidade horizontal a não menos que 1km. É também referida como neblina. Visibilidade > 1 km, UR>95% (obs. Aeronática UR>80%)
56 Fonte: CETESB HZ (haze) Névoa seca: suspensão de partículas de poeira fina e/ou fumaça no ar. Invisíveis a olho nu, as partículas reduzem a visibilidade e são, suficientemente, numerosas para dar ao ar um aspecto opaco (CPTEC). Visibilidade >1 km, UR<95% (obs. Aeron. UR<80%)
57 FU (FUME) Fumaça: pequenas partículas suspensas no ar produzidas por combustão. Podem se transformar em neblina quando viajam por uma distância de 40 a 160 quilômetros ou mais ou ainda, quando as partículas maiores se dispersam. Neste caso, as partículas restantes se espalham amplamente pela atmosfera. (CPTEC)
58 DZ (DRIZZLE) Chuvisco: precipitação que cai lentamente em forma de minúsculas gotas de água. Garoa: expressão regional do Brasil, principalmente de São Paulo, para expressar chuvisco. CPTEC
59 GR (HAIL) Granizo: precipitação que se origina de nuvem cumulonimbo e que cai em forma de bolas ou pedaços irregulares de gelo.
60 Plotagem METAR Capitais do Brasil SBRB,SBMN,SBBV,SBMQ,SBBE,SBPV,SBPJ,SBSL, SBTE,SBFZ,SBNT,SBJP,SBRF,SBMO,SBAR,SBSV,S BCY,SBCG,SBGO,SBBR,SBBH,SBVT,SBSP,SBRJ,SB CT,SBFL,SBPA /consulta_de_mensagem.php?id_redemet=g ur7ffe7vr4s2bl16evh30rv21
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64 Referências Manual de códigos meteorológicos DECEA 2012 Códigos Meteorológicos METAR e SPECI DECEA 2012
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