METEOROLOGIA MÓDULO 2. Aula 2
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- Carolina Amaral Canejo
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1 METEOROLOGIA MÓDULO 2 Aula 2 Professor: Alexandre Rodrigues Silva
2 ALTITUDE DEVIDO AO FUNCIONAMENTO DO ALTÍMETRO E AS DIFERENTES PRESSÕES DE REFERENCIA, SE ENTENDE POR ALTITUDE A DISTANCIA VERTICAL EXISTENTE ENTRE A AERONAVE E UM PONTO AO NÍVEL DE REFERENCIA. COMO HÁ VARIOS NÍVEIS DE REFERENCIA, EXISTEM TAMBÉM VÁRIOS TIPOS DE ALTITUDE. AS MAIS COMUMENTE DEFINIDAS SÃO: ALTITUDE INDICADA: LIDA DIRETAMENTE DO ALTÍMETRO, SUA INTERPRETAÇÃO DEPENDE DO TIPO DE AJUSTE FEITO NO INSTRUMENTO. ALTITUDE VERDADEIRA: ALTITUDE REAL EM RELAÇÃO AO NMM, OBTIDA QUANDO É FEITO O AJUSTE QNH. ALTITUDE ABSOLUTA: DISTANCIA VERTICAL REAL ENTRE A AERONAVE E O SOLO. ALTITUDE DE PRESSÃO: ALTITUDE EM RELAÇÃO AO NIVEL PADRÃO. OBTIDA QUANDO SE AJUSTA O ALTÍMETRO EM RELAÇÃO AO QNE. ALTITUDE DE DENSIDADE: ALTITUDE DE PRESSÃO CORRIGIDA PARA OS ERROS DE TEMPERATURA. CONHECER A ALTITUDE DE DENSIDADE É NECESSÁRIO PARA DETERMINAR A DISTÂNCIA DE DECOLAGEM E POUSO, ASSIM TAMBÉM COMO A VELOCIDADE DE SUBIDA, PRINCIPALMENTE EM DIAS QUENTES E ÚMIDOS EM AERÓDROMOS COM ALTITUDE CONSIDERÁVEL EM RELAÇÃO AO NMM. COM RELAÇÃO AOS AJUSTES DE QNE E QNH, AINDA EXISTEM AS SEGUINTES DEFINIÇÕES: ALTITUDE DE TRANSIÇÃO: ALTITUDE MÁXIMA, APÓS A DECOLAGEM, EM QUE AS AERONAVES UTILIZAM O AJUSTE QNH. APÓS A ALTITUDE DE TRANSIÇÃO, O PILOTO DEVE AJUSTAR PARA O VALOR PADRÃO QNE DURANTE O VÔO EM ROTA. 2
3 É FIXADA PARA CADA AERÓDROMO E CONSTA NAS CARTAS DE APROXIMAÇÃO E SAÍDA POR INSTRUMENTOS. NÍVEL DE TRANSIÇÃO: POR OCASIÃO DO POUSO, A AERONAVE VOARÁ COM AJUSTE QNE ATÉ UM DETERMINADO NÍVEL, CONHECIDO COMO NÍVEL DE TRANSIÇÃO, ONDE AJUSTARÁ PARA O QNH DO MOMENTO E PERMANECERÁ COM ESTE AJUSTE ATÉ TOCAR O SOLO. O NÍVEL DE TRANSIÇÃO SERÁ DEFINIDO PELO ÓRGÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO OU PELO PILOTO, EM CASO DE AFIS. CAMADA DE TRANSIÇÃO: ESPAÇO AÉREO ENTRE A ALTITUDE DE TRANSIÇÃO E O NÍVEL DE TRANSIÇÃO. A POSIÇÃO DAS AERONAVES É EXPRESSA EM NÍVEIS DE VÔO DESCENDENTES E EM ALTITUDES ASCENDENTES. ERROS DE ALTÍMETRO ERRO DE PRESSÃO QUANDO UMA AERONAVE ESTÁ EM ROTA EM UMA DETERMINADA ALTITUDE-PRESSÃO E SOBREVOA UMA ÁREA DE ALTA PRESSÃO E LOGO APÓS UMA ÁREA DE BAIXA PRESSÃO, O ALTÍMETRO SEMPRE INDICARÁ A MESMA ALTITUDE, MAS A AERONAVE ESTARÁ DESCENDO E SUBINDO DEVIDO AS VARIAÇÕES DO NÍVEL PADRÃO EM RELAÇÃO AO NMM DA ATMOSFERA REAL. 3
4 1º CASO ONDE QNH > QNE, OU SEJA, NÍVEL PADRÃO ACIMA DO NMM. EXEMPLO: QNH = 1018,2 HPA E QNE = 1013,3 HPA. 4
5 A DIFERENÇA DE PRESSÃO ENTRE O QNH E O QNE É DE 5 HPA, COMO A PRESSÃO DIMINUI COM A ALTURA NA RAZAO DE 1 HPA PARA CADA 30 PÉS, TEREMOS UMA DIFERENÇA DE 150PÉS ( D POSITIVO ).LOGO, EMBORA O ALTÍMETRO INDIQUE 6000 PÉS, A AERONAVE ESTÁ NA REALIDADE A 6150 PÉS EM RELAÇÃO AO NMM. TEMOS ENTÃO ERRO DE INDICAÇÃO DO ALTÍMETRO PARA MENOS E ERRO DE PRESSÃO PARA MAIS. 2º CASO ONDE QNH < QNE, OU SEJA, NÍVEL PADRÃO ABAIXO DO NMM. EXEMPLO: QNH = 1008,2 E QNE = 1013,2HPA 5
6 NESSE CASO, A DIFERENÇA ENTRE QNH E QNE É DE 5HPA E O FATOR D É 150 PÉS (NEGATIVO). UTILIZANDO O MESMO RACIOCÍNIO DO CASO ANTERIOR, VERIFICAMOS QUE EMBORA O ALTÍMETRO INDIQUE 5000 PÉS, A ALTITUDE VERDADEIRA DA AERONAVE EM RELAÇÃO AO NMM É DE 4850 PÉS. ASSIM TEMOS ERRO DE INDICAÇÃO DO ALTÍMETRO PARA MAIS E ERRO DE PRESSÃO PARA MENOS. ERRO DE TEMPERATURA 1º CASO: TEMPERATURA NO FL ( NIVEL DE VÔO ) > TEMPERATURA PADRÃO. NESTE CASO O AR ESTÁ MAIS AQUECIDO QUE O PADRÃO E POR ISSO MENOS DENSO. ASSIM A COLUNA DE AR QUE SEPARA DUAS SUPERFÍCIES DE PRESSÃO SERÁ MAIS ALTA, FAZENDO QUE AERONAVE ESTEJA MAIS ALTA DO QUE O INDICADO. 2º CASO: TEMPERATURA NO FL < TEMPERATURA PADRAO. AGORA O AR ESTÁ MAIS FRIO QUE O PADRÃO, OU SEJA, MAIS DENSO. LOGO, A COLUNA DE AR QUE SEPARA DUAS SUPERFÍCIES DE PRESSÃO SERÁ MAIS BAIXA E A AERONAVE ESTARÁ MAIS BAIXA QUE O INDICADO. 6
7 A CORREÇÃO DO ERRO DE TEMPERATURA É FEITA POR MEIO DO COMPUTADOR DE VÔO, EMPREGANDO-SE A ALTITUDE DE PRESSÃO E A TEMPERATURA VERDADEIRA DO AR NO NIVEL DE VÔO. 7
8 ERROS COMBINADOS EM UMA SITUAÇÃO REAL, A ATMOSFERA APRESENTA VARIAÇÕES DE PRESSÃO E TEMPERATURA, CUJOS VALORES SE AFASTAM DOS VALORES PADRÕES, PROVOCANDO ERROS ACUMULADOS SOBRE O ALTÍMETRO. 8
9 VOANDO SOBRE UMA ÁREA DE BAIXA PRESSÃO COM TEMPERATURAS BAIXAS, A AERONAVE TERÁ ERRO DE ALTÍMETRO COMBINADO SEMPRE CRÍTICO, RESULTANDO UMA SITUAÇÃO DE INSEGURANÇA DE VÔO. PODE SE TER UMA IDÉIA SE A AERONAVE IRÁ VOAR EM ÁREAS DE BAIXA OU ALTA PRESSÃO VERIFICANDO-SE OS VALORES DE QNH AO LONGO DA ROTA PRETENDIDA ATRAVÉS DE INFORMAÇÕES DISPONIBILIZADAS NAS SALAS DE TRÁFEGO. A IMAGEM A SEGUIR MOSTRA AS RAZÕES DE SUBIDA EM DIFERENTES PRESSÕES, UMIDADES E TEMPERATURAS. 9
10 VAPOR D`ÁGUA NA ATMOSFERA VAPOR D'ÁGUA É A ÁGUA EM FORMA GASOSA. É UM DOS COMPONENTES MAIS IMPORTANTES DA ATMOSFERA. DEVIDO AO SEU CONTEÚDO MOLECULAR, O AR QUE CONTÉM VAPOR D'ÁGUA É MAIS LEVE QUE O AR SECO CONTRIBUINDO PARA QUE O AR ÚMIDO TENDA A ELEVAR-SE NA ATMOSFERA. A SEGUIR VEMOS UMA IMAGEM DE SATÉLITE QUE MOSTRA A CONCENTRAÇÃO DE VAPOR D'ÁGUA EM NÍVEIS MÉDIOS DA ATMOSFERA. UMIDADE É A QUANTIDADE DE VAPOR D'ÁGUA NO AR. É, FREQÜENTEMENTE, CONFUNDIDO COM UMIDADE RELATIVA DO AR OU PONTO DE CONDENSAÇÃO. TIPOS DE UMIDADE INCLUEM: 10
11 UMIDADE ABSOLUTA, UMIDADE RELATIVA E UMIDADE ESPECÍFICA. UMIDADE RELATIVA: RELAÇÃO ENTRE A UMIDADE EXISTENTE NO AR E A TEMPERATURA. PONTO DE ORVALHO: TEMPERATURA NA QUAL OCORRE SATURAÇÃO DO VAPOR D'ÁGUA CONTIDO EM UMA PARCELA DE AR. A TEMPERATURA DO PONTO DE ORVALHO É SEMPRE INFERIOR OU IGUAL À TEMPERATURA DO AR. SE A TEMPERATURA DO AR ( T ) FOR IGUAL A TEMPERATURA DO PONTO DE ORVALHO ( TD ), A UMIDADE RELATIVA É IGUAL A 100%. QUANTO MAIOR A DIFERENÇA ENTRE T E TD MENOR A UMIDADE RELATIVA DE UMA PARCELA DE AR. SATURAÇÃO DO VAPOR D'ÁGUA: CONDIÇÃO QUE EXISTE NA ATMOSFERA QUANDO A TENSÃO PARCIAL EXERCIDA PELO VAPOR D'ÁGUA PRESENTE É IGUAL À MÁXIMA TENSÃO POSSÍVEL À MESMA TEMPERATURA. AS FORMAS VISÍVEIS DA ÁGUA NA ATMOSFERA SÃO ATRAVÉS DE ALGUNS PROCESSOS COMO: - CONDENSAÇÃO, QUE É O PROCESSO PELO QUAL O VAPOR DE ÁGUA SOFRE MUDANÇA DO ESTADO GASOSO PARA O ESTADO LÍQUIDO. PROCESSO OPOSTO A ESTE É CHAMADO DE EVAPORAÇÃO; - PRECIPITAÇÃO QUE SÃO TODAS AS FORMAS DE ÁGUA, LÍQUIDA OU SÓLIDA, QUE CAEM DAS NUVENS. PODEM SER NA FORMA DE AGUACEIROS, CHUVA, CHUVISCO OU GRANIZO. 11
12 OS NÚCLEOS DE CONDENSAÇÃO SÃO PEQUENAS PARTÍCULAS EXISTENTES NO AR. SUA PRESENÇA POSSIBILITA A CONDENSAÇÃO DO VAPOR D'ÁGUA EXISTENTE NA ATMOSFERA, RESULTANDO NA FORMAÇÃO DE GOTAS D'ÁGUA. APROFUNDAREMOS O ASSUNTO RELACIONADO A CONCENTRAÇÃO DE VAPOR DÁGUA NA ATMOSFERA QUANDO TRATARMOS DE NEBULOSIDADE. 12
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