REGULAMENTO DE TRÁFEGO AÉREO PILOTO PRIVADO
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- Bernardo Ferreira Ventura
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1 REGULAMENTO DE TRÁFEGO AÉREO PILOTO PRIVADO
2 Capítulo II
3 OBJETIVO Compreender por que foram criadas as Regras Ar, conhecer seus objetivos, a fim de que se possa aplica-las de maneira eficiente.
4 ROTEIRO 1- REGRAS GERAIS Prevenção de Colisões Proximidade Operações em Aeródromo e suas Imediações Luzes a Serem Exibidas pelas Aeronaves 2- REGRAS DO VOO VISUAL (VFR) Critérios Gerais para Realização do Voo VFR Alturas Mínimas para o Voo VFR Referências Altimétricas Deterioração das Condições Meteorológicas Condições para Realização do Voo VFR
5 As Regras do Ar são estabelecidas pelo Anexo 2 da ICAO e se dividem em: 1- REGRAS GERAIS 2- REGRAS DO VOO VISUAL (VFR) 3- REGRAS DO VOO POR INSTRUMENTOS (IFR) As regras do ar são aplicáveis a toda aeronave: Que opere dentro do espaço aéreo. Toda aeronave de matrícula brasileira; Sobre águas internacionais. Responsabilidade pelo Cumprimento das Regras do Ar: Os comandantes das aeronaves Os órgãos de tráfego aéreo pág. 28
6 Quanto a proteção de pessoas e propriedades O SRPV ou CINDACTA expedirá autorizações com a exclusiva finalidade de garantir a coordenação e o controle de tráfego aéreo, em espaço aéreo controlado para: Lançamento de objetos ou pulverização; Lançamento de paraquedistas; Voos acrobáticos; Reboque; Voo de formação. pág. 29
7 Manter vigilância a bordo da aeronave As regras não eximem o piloto em comando, incluindo manobras nos RA, providas pelo TCAS. Nenhuma aeronave voará tão próxima a outra que possa ocasionar perigo de colisão. Alguns voos são autorizados, como: voos de formação, abastecimento aéreo, etc. Aproximação de frente Convergência pág. 30
8 Exceções à regra da Convergência Ultrapassagem Págs. 30 e 31
9 Circuito de Tráfego Padrão pág. 32
10 (Entre o pôr e o nascer do sol) Luzes Anticolisão Luzes de Navegação pág. 32
11 Responsabilidade do piloto Caberá ao piloto em comando de uma aeronave em voo VFR providenciar sua própria separação em relação a obstáculos e demais aeronaves por meio do uso da visão, exceto no espaço aéreo Classe B, onde a separação entre as aeronaves é responsabilidade do ATC. Referências com solo ou água, de modo que as formações abaixo da aeronave não obstruam mais da metade da área de visão do piloto; Voar abaixo do FL 150; Visibilidade e distância de nuvens conforme a classe do espaço aéreo; Limites de velocidade de acordo com a classe do espaço aéreo. pág. 33
12 VMC, LIMITE DE VELOCIDADE E COMUNICAÇÃO RÁDIO pág. 33
13 pág. 34
14 Altura: É a distância vertical de um nível ou ponto, medida a partir de uma referência. Quando ajustado QFE (ao nível da pista) o altímetro indicará zero. Altitude: É a distância vertical entre um nível, um ponto ou objeto considerado como ponto e o Nível Médio da Mar (MSL). pág. 35
15 Nível de Voo (FL): Quando a ICAO criou a condição de Atmosfera Padrão (ISA), estabeleceu o valor de Hpa para pressão padrão ao Nível do Mar (MSL). Nível de Voo (FL) Uma aeronave voando nível de voo (FL) tem como referência a isóbara Hpa (QNE). Em região de alta pressão ela estará acima do MSL, e em região de baixa pressão ela estará abaixo do MSL. pág. 36
16 Nível de Cruzeiro: Nível de voo que se mantém durante uma etapa considerável do voo, serão referidos a: Níveis de Voo (FL) quando ajustado QNE (ajuste padrão hpa), Altitude quando ajustado em QNH (ajuste local). pág. 37
17 Níveis de Voo VFR: A aeronave que voa VFR deverá selecionar um nível de voo adequado a sua rota de acordo com o RM (Rumo Magnético) a ser mantido. pág. 37
18 O nível de voo VFR selecionado, será mantido pela aeronave, enquanto puder satisfazer as condições estabelecidas, cabendo à aeronave efetuar modificações de nível e/ou proa de forma a atender às mencionadas condições. CUIDADO: Quando duas aeronaves estiverem voando em rumos próximos ao limite da troca poderão encontrar-se praticamente de frente no mesmo nível. Portanto é essencial que se mantenham sempre em condições visuais de voo. pág. 38
19 Mudar Quando a for autorização evidente não para ser manter possível VMC, executar até o AD o voo de ARR em VMC, ou ALTN; estando numa área sujeita a controle, deverá: Pousar no AD apropriado mais próximo, mantendo VMC; Dentro de CTR ou TMA solicitar autorização para VFR Especial; Se possível mudar para as regras de voo IFR. pág. 38
20 Período Diurno Período Noturno Págs. 38 e 39
21 SUMÁRIO 1- REGRAS GERAIS Prevenção de Colisões Proximidade Operações em Aeródromo e suas Imediações Luzes a Serem Exibidas pelas Aeronaves 2- REGRAS DO VOO VISUAL (VFR) Critérios Gerais para Realização do Voo VFR Alturas Mínimas para o Voo VFR Referências Altimétricas Deterioração das Condições Meteorológicas Condições para Realização do Voo VFR
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