FLG 0355 Climatologia II

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FLG 0355 Climatologia II"

Transcrição

1 FLG 0355 Climatologia II Disciplina Ministrada pelo Prof. Dr. Ricardo Cartas Sinópticas 1 Introdução O presente texto de estudo é uma compilação das diversas tabelas apresentadas e discutidas em aula, que visam facilitar o entendimento da codificação utilizada nas cartas sinópticas. A idéia foi demonstrar um pouco de uma arte tão importante para o entendimento dos estudos de Meteorologia e Climatologia Geográfica. Tal arte, nascida na própria disciplina de Geografia, distante no tempo, torna-se cada vez mais deslocada, quando observamos os tempos atuais. 2 O Sinóptico O Sinóptico é a representação gráfica dos dados coletados em uma Estação Meteorológica de Superfície EMS. As informações podem se apresentar de três maneiras: Simples (Vento, Temperaturas do ar, Pressão atmosférica.); Média (Visibilidade horizontal, Teto, Nuvens, Tempo Presente); Completa (todos os dados possíveis). Dependendo da finalidade, não há necessidade de se plotar todos os dados, porém, quanto mais informação, melhor serão as condições de visualização da atmosfera, desde que não gere uma poluição visual, acarretando problemas na hora da análise. É importante ressaltar que a plotagem é uma arte que cada um desenvolve a sua maneira, sempre respeitando as regras básicas. Existem plotadores que fazem verdadeiras obras de arte nas cartas, outros, nem tanto, mas tal perícia vem com o trabalho cotidiano. Quando colecionamos um conjunto significativo de sinópticos, poderemos vislumbrar as condições da atmosfera na Carta Sinóptica. Isto permitirá executar as análises que servem para o prognóstico do tempo. Abaixo (Fig.1) vemos um exemplo com dados de uma EMS, plotados ao redor do círculo sobre a carta de superfície 1

2 Fig.1: Um Sinóptico com representação completa da situação do tempo sobre a sua SEM, tanto no presente, quanto no passado próximo (Fonte: FELICIO, 1998). 3 Carta Sinóptica Definição: SINÓPTICO significa VISÃO SIMULTÂNEA 1. Neste contexto, dentro de um mesmo horário padrão, a hora no meridiano de Greenwich, ou o meridiano ZULU, ou Z, todas as estações meteorológicas do mundo fazem suas observações, tanto as de superfície, quanto as especiais (observações de altitude, por exemplo). O importante disto é que se retratou a atmosfera ao mesmo tempo e com isto, pode-se realizar um perfil das informações. Este perfil, no caso das informações de superfície, é conhecido como Carta Sinóptica. Fonte de Dados: A carta sinóptica realiza um retrato da atmosfera sobre uma determinada área de abrangência. Como observou-se, necessita de informações das EMSs ligadas a uma rede central, cuja transmissão de dados é padronizada pelo código SYNOP (Fig.2). Estas codificações são elaboradas dentro das horas sinópticas (00; 03; 06; 09Z etc.) por todas EMSs civis ou militares, em aeródromos, portos ou não, que façam parte da rede OMM. O código SYNOP tem a vantagem operacional de registrar as tendências das últimas horas, como a variabilidade da pressão atmosférica. 1 Portanto, não pode ser sinótico, já que pelo latim, isto significaria audição simultânea. 2

3 Fig.2: Formato básico do SYNOP com todos os campos, sub-campos, condições e alternativas (Fonte: FELICIO, 2004). Os dados utilizados na plotagem de uma Carta Sinóptica podem ser obtidos também pelo código METAR, mas apenas o SYNOP retrata melhor a atmosfera, pois o METAR foi desenvolvido para relatar as condições de tempo presente em um aeródromo, pecando muito em diversas informações. No caso do METAR, deve-se tomar o cuidado com a pressão expressa em sua codificação. Trata-se da pressão QNH (utilizada para ajuste de altímetro) portanto, para a plotagem com este código, deve-se utilizar uma tabela de conversão para o nível de referência básica de todas as estações. Este nível de referência é o Nível Médio do Mar NMM. A pressão real lida no barômetro, ao nível de uma estação meteorológica, chama-se pressão QNE. A pressão reduzida ao nível do mar pela atmosfera real, considerando efeitos de temperatura e densidade é o QFF (que aparece no SYNOP). A pressão de ajuste de altímetro ou pressão de altitude do aeródromo, em relação ao NMM é o QNH. A pressão de ajuste de altímetro que informa a altura em relação ao solo é o QFE. Nota: o QNH e o QNE podem ser maiores, iguais ou menores que o QFF. Resumindo: alguns valores do METAR serão reduzidos de uma certa quantia e outros acrescidos. A Plotagem: Dependendo da utilidade da carta e do que se quer analisar, pode-se plotar os códigos de várias maneiras, no que tange ao número de informações que se deseja. Normalmente, divide-se em três grandes grupos de plotagens: Simples: Média: Completa: Plota-se os dados mais significativos como sentido e velocidade do vento, pressão atmosférica QFF, temperatura do ar e temperatura do ponto de orvalho e oitavos de cobertura; Plota-se os dados de sentido e velocidade do vento, pressão atmosférica QFF, temperatura do ar e temperatura do ponto de orvalho, oitavos de cobertura e qualifica-se a cobertura de nuvens; e Plota-se tudo, inclusive tendências barométricas e todos os tipos de nuvens. Validade da Carta Sinóptica: Como esta carta representa um retrato da atmosfera em superfície, ela não tem longa validade, pois a informação representada nesta carta refere-se ao agora. Contudo, é um dos melhores instrumentos para se 3

4 analisar a atmosfera no presente, ajudando a elaborar um prognóstico, já que se tem um conhecimento razoável de como se comportam as variáveis meteorológicas e os elementos dinâmicos. Pode-se considerar uma validade de no máximo 6 horas para uma Carta Sinóptica de determinado horário, pois alguns fenômenos levam mais tempo para se definirem (Cuidado especial deve ser dado aos CBs isolados que possuem uma vida madura de 1 ou no máximo 2 horas). 4 Análise das Informações da Carta Sinóptica É a parte mais importante da Carta Sinóptica. Nesta etapa, pode-se analisar as tendências do tempo, permitindo que o prognóstico comece a nascer. Além disto, as interações humanas de diversas áreas podem surgir, como adotar contramedidas de Defesa Civil, por exemplo, dependendo do tipo de fenômeno avaliado. O que se deve analisar? Se a plotagem for simples ou média, será possível analisar muita informação importante, entre estas, estão as isóbaras (linhas de mesma pressão, representadas por 2 algarismos, em passos de 4mb ou hpa) ou as isotermas (linhas de mesma temperatura, representadas por 2 algarismos, em passos de 2ºC). Mapeando o campo de pressão atmosférica, é possível realizar diversas avaliações, como localização e deslocamento dos centros báricos. Os campos de temperatura permitem localizar os bolsões quentes sobre uma determinada área. É possível encontrar gradientes térmicos acentuados e verificar a localização e traçado de frentes, por exemplo. Truques de Análise: É claro que analisar Cartas Sinópticas requer algum tempo de exercício e que cada pessoa analisa de uma forma um pouco diferente (características particulares de análise) mas algumas coisas são consideradas como metodologia padrão. Valem algumas dicas na hora de analisar. Aqui vão algumas: Isóbaras: Isotermas: Atenção aos ventos (sentido e velocidades); Atenção às pressões atmosféricas QFF; Atenção aos gradientes de pressão; Localize os centros de Altas (H) e Baixas (L); Ausência de núcleos fechados em altas latitudes; Presença do chamado Pântano Barométrico em baixas latitudes; Fotos de satélite ajudam achar os centros de Alta e Baixa pressões; Memorize estações em topografias importantes. Traçado praticamente latitudinal; Poucos núcleos fechados em altas latitudes (exceto com a presença de ciclones extratropicais); Grande gradiente com o aumento da latitude (principalmente 55º). 4

5 Traçado das Frentes: Núcleo de Baixa sempre puxa a Frente Fria ; Isóbaras cruzam praticamente perpendiculares à Frente Fria; Veja as mudanças da temperatura do ar que são significativas; Veja a temperatura do ponto de orvalho igual ou muito próxima a temperatura do ar na região da Frente Fria; Localize um bolsão quente ou combinações Baixa Baixa - Alta Alta em X na carta; Localize uma diferença de 6º a 7ºC entre um ponto e outro, pois representam a parte de vante e de trás da Frente Fria. 5 Tabelas Diversas de Símbolos Sinópticos e Outros Elementos Colecionou-se, nesta seção, as publicações oficiais e extra-oficiais sobre os símbolos utilizados nos Sinópticos e outras representações de elementos que são grafados nas cartas sinópticas. Notem que alguns deles são exclusivos para cartas sinópticas de níveis elevados, algo que surgiu com o passar dos tempos, utilizando as radiossondagens, mas não tão prática quando a carta de superfície. 5

6 6

7 Derivado da Publicação OMM nº 306-A 7

8 8 Derivado da Publicação OMM nº 306-A

9 9

10 10

11 6 Considerações Finais Como foi observado em aulas e nos dois textos sobre dados meteorológicos, o uso de códigos destina-se a diversas finalidades de emprego. Dentre entes, temos a elaboração das Cartas Sinópticas. Estas, permitem elaborar interpretações das relações da atmosfera com a superfície da Terra e derivam diversas interações humanas de emprego imediato. Neste texto, tentou-se resgatar um dos frutos que nasceu na Geografia, há mais de 120 anos e que ficou um tanto esquecida com o advento de diversas novas aparelhagens. Contudo, vale ressaltar que as novas tecnologias ainda são calibradas pelas coisas mais simples. Um RADAR Meteorológico é calibrado por um simples pluviômetro. No que tange às cartas Sinópticas, deve-se ressaltar a importância de uma rede de aquisição de dados robusta e confiável, além de uma codificação universal e uma rede de transmissão eficiente de informações. Lembramos que a plotagem da carta é uma representação humana das condições da atmosfera. Surge como um retrato e, através desta percepção do meio fluido, gera-se as diversas aplicações, pois permite formar um pensamento analítico e aplicar as teorias meteorológicas para finalidades do emprego humano. Estrutura: Anexo I : Código SYNOP AAXX YYGGiw IIiii irixhvv Nddff 1snTTT 2snTdTdTd 3PoPoPoPo 4PPPP 5appp 7wwW1W2 8NhClCmCh 333 1snTxTxTx 2snTnTnTn [58/59]P24P24P24P24 6RRRtr onde: AAXX YY GG iw II Indicativo do código SYNOP; Data; Hora GMT; Método em que o vento foi [estimado/observado]: [1/4] anemômetro ou anemógrafo [KT / m/s]; e [0/3] escala Beaufort [KT / m/s]. Bloco, onde: 82 Brasil, ao Norte de 10ºS; 83 Brasil, ao Sul de 10ºS; 87 Argentina; 85 Chile e Bolívia; e 86 Uruguai e Paraguai etc. 11

12 iii ir ix h VV N dd ff sn TTT TdTdTd PoPoPoPo Número da Estação, onde: 781 São Paulo; 782 Santos; 842 Curitiba; 229 Salvador; 722 Bauru; 897 Florianópolis etc. Indicativo se o grupo da chuva está ou não presente, ou seja: 2 grupo de chuva presente (usado para horas pares); 3 grupo de chuva ausente (usado para horas pares); e 4 pluviômetro inoperante. Se houver ou não presença de fenômeno significativo, ou seja: 1 quando há fenômeno importante; 2 não houve fenômeno significativo (ausência do Grupo 7); e 3 Se não foi observado. Altura das nuvens baixas (metros); Visibilidade (Km); Nebulosidade em oitavos do céu (octas); Direção do vento em dezenas de graus; Força do vento conforme iw [KT / m/s]; Sinal da temperatura, onde: 0 se T 0; e 1 se T<0. Temperatura em décimos de graus; Temperatura do ponto de orvalho em décimos de graus; Pressão atmosférica ao nível da estação (sem redução ao NMM - hpa); Pressão atmosférica reduzida ao Nível Médio do Mar (hpa); Tendência barométrica nas últimas 3 horas; PPPP appp ww Tempo presente (Grupo 7); W1 e W2 Tempo passado (Grupo 7); Nh Quantidade de nuvens mais baixas (oitavos); Cl Tipo de nuvens mais baixas; Cm Tipo de nuvens médias; Ch Tipo de nuvens altas; Após o Grupo 333, inicia-se a seção 3: TxTxTx Temperatura máxima e está presente na observação das 24GMT; TnTnTn Temperatura mínima e está presente na observação das 12GMT; O Grupo 58 ou 59 só aparece ao Norte de 20ºS e é equivalente ao grupo 5 mas com a variação de 24 horas (ao invés de 3 horas): 58 Pressão aumentou nas últimas 24 horas; ou 59 Pressão diminuiu nas últimas 24 horas; P24P24P24P24 Pressão de 24 horas passadas; 12

13 RRR tr Chuva em milímetros inteiros; e Período da chuva em intervalos de 6 horas: 24 GMT 06 GMT 1 18 GMT Período de 24 horas: 12 GMT 4 Exemplo: SYNOP de Campinas SBKP de 20/04/98: = Dia 20, 06 hora Z, 4, pois o vento está em KT; Brasil, latitude acima de 20ºS (83), SBKP - Campinas (721); Hora par sem precipitação (3), ausência do Grupo 7 de tempo presente (2), sem nuvens, ou nuvens acima de metros (9) e visibilidade maior que 20 Km; Nebulosidade zero oitavos ou céu claro (0), direção do vento 140º (14) a 4 Nós (04); Dados de temperatura do ar (1), temperatura maior que 0ºC (0), à 14,0ºC (140); Dados de temperatura do ponto de orvalho (2), temperatura maior que 0ºC, à 11,5ºC (115); Pressão QNE (3) em 940,9 hpa (9409); Pressão QFF (4) em 1014,5 hpa (0145); A tendência das últimas 3 horas (5) é descendo e depois subindo (5), com uma variação da pressão de 0,3 hpa (003). 13

14 Anexo II : Exemplos de Cartas 14

15 Ricardo Augusto Felicio Prof. Dr. Climatologia Depto. Geografia FFLCH USP 15

METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS

METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS COMET Professor: A estação meteorológica é o local onde o observador faz a avaliação de um ou mais elementos meteorológicos que estão ocorrendo no momento

Leia mais

DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DIVISÃO BRASILEIRA

DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DIVISÃO BRASILEIRA Pressão e Altimetria 2008 Índice CALOR E TEMPERATURA 3 Definições 3 Conversação de Temperaturas 3 Propagação do calor 3 Variação térmica no globo 4 Pressão

Leia mais

FLG 0355 Climatologia II

FLG 0355 Climatologia II FLG 0355 Climatologia II Disciplina Ministrada pelo Prof. Dr. Ricardo Códigos Meteorológicos 1 Introdução A informação meteorológica e os bancos de dados gerados ao longo do tempo tem se mostrado de suma

Leia mais

Curso n 19. METAR e TAF

Curso n 19. METAR e TAF Curso n 19 METAR e TAF São boletins de observação e de previsão metereólogia emitidos por diferentes aeroportos/aeródromos dotados de instrumento de medida. Samário: 1 METAR 2 TAF 3 Código sinóptico (SM)

Leia mais

METEOROLOGIA MÓDULO 2. Aula 2

METEOROLOGIA MÓDULO 2. Aula 2 METEOROLOGIA MÓDULO 2 Aula 2 Professor: Alexandre Rodrigues Silva www.aerocurso.com ALTITUDE DEVIDO AO FUNCIONAMENTO DO ALTÍMETRO E AS DIFERENTES PRESSÕES DE REFERENCIA, SE ENTENDE POR ALTITUDE A DISTANCIA

Leia mais

Imagens de Satélites Meteorológicos

Imagens de Satélites Meteorológicos CAPÍTULO 6 METEOROLOGIA Interpretação de Informações Meteorológicas. Vinicius Oliveira Imagens de Satélites Meteorológicos Satélites geoestacionários Órbita a 36000 km de altitude. Cobre regiões onde não

Leia mais

METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I INTRODUÇÃO À METEOROLOGIA

METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I INTRODUÇÃO À METEOROLOGIA METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I INTRODUÇÃO À METEOROLOGIA Professor: Meteoro São fenômenos que ocorrem na atmosfera, tais como: nuvem (nebulosidade), chuva (precipitação), relâmpago, trovoada e outros; logia

Leia mais

NOTAS DE AULA - AULA 2

NOTAS DE AULA - AULA 2 NOTAS DE AULA - AULA 2 Disciplina: Meteorologia Aplicada Professora: Rita de Cássia Marques Alves METAR - Guia de interpretação O METAR é uma mensagem para fins aeronáuticos, que tem o objetivo de informar

Leia mais

ALTITUDE DENSIDADE JORNADA DE SEGURANÇA OPERACIONAL HELIBRAS

ALTITUDE DENSIDADE JORNADA DE SEGURANÇA OPERACIONAL HELIBRAS ALTITUDE DENSIDADE JORNADA DE SEGURANÇA OPERACIONAL HELIBRAS ROTEIRO DEFINIÇÕES ALTÍMETRO E SEUS ERROS FATORES DE RISCO CORREÇÕES VERIFICAÇÃO DE CASOS 2 ALTITUDE DENSIDADE A Altitude Densidade é um importante

Leia mais

PRÁTICA 5 MOVIMENTOS ATMOFÉRICOS (29/10/2011)

PRÁTICA 5 MOVIMENTOS ATMOFÉRICOS (29/10/2011) PRÁTICA 5 MOVIMENTOS ATMOFÉRICOS (29/10/2011) 1. Associe as causas dos ventos: f Força gradiente de pressão. p f c Força de Coriolis. f a Força de atrito. com os seus efeitos ( ) ventos convergentes nos

Leia mais

Introdução. A importância da compreensão dos fenômenos meteorologicos Grande volume de dados

Introdução. A importância da compreensão dos fenômenos meteorologicos Grande volume de dados Introdução A importância da compreensão dos fenômenos meteorologicos Grande volume de dados Estações meteorológicas Imagens de satélite Radar Aeronaves, navios e bóias oceânicas Necessidade de rapidez

Leia mais

Estado do Tempo e Clima

Estado do Tempo e Clima Estado do Tempo e Clima Estado do tempo Estado do tempo Expressão do comportamento momentâneo da atmosfera sobre um determinado lugar. É na atmosfera, mais precisamente na sua camada inferior, designada

Leia mais

Dados ambientais. Previsão do tempo. Imagem de satélite GOES

Dados ambientais. Previsão do tempo. Imagem de satélite GOES Dados ambientais. A terra recebe energia solar continuamente. A instituição recebe a radiação solar, que a através do aquecimento diurno e resfriamento noturno caracteriza o clima. Serão estudados dentro

Leia mais

Climatologia e meteorologia

Climatologia e meteorologia Climatologia e meteorologia 1. Introdução A climatologia é a ciência que se ocupa do estudo dos climas. Os estudos climatológicos referem-se, de uma maneira geral, a territórios mais ou menos vastos e

Leia mais

FLG 0355 Climatologia II

FLG 0355 Climatologia II FLG 0355 Climatologia II Disciplina Ministrada pelo Prof. Dr. Ricardo Os Ventos 1 Introdução O presente resumo de aula visa explanar a formação e atuação dos ventos, bem como a Física do fenômeno e sua

Leia mais

Onda frontal associada a instensa massa de ar frio causa temporais e derruba a temperatura no centro-sul do continente Sulamericano

Onda frontal associada a instensa massa de ar frio causa temporais e derruba a temperatura no centro-sul do continente Sulamericano Onda frontal associada a instensa massa de ar frio causa temporais e derruba a temperatura no centro-sul do continente Sulamericano Entre os dias 20 e 23 de julho de 2009, a formação de uma intensa onda

Leia mais

RECURSOS HÍDRICOS. Precipitação

RECURSOS HÍDRICOS. Precipitação RECURSOS HÍDRICOS Precipitação Precipitação Compreende todas formas de umidade vindas da atmosfera e depositadas na superfície terrestre. umidade atmosférica elemento fundamental para formação de precipitações

Leia mais

Meteorologia para Montanhistas. Ana Cristina Palmeira / Fellipe Romão Meteorologista UFRJ

Meteorologia para Montanhistas. Ana Cristina Palmeira / Fellipe Romão Meteorologista UFRJ Meteorologia para Montanhistas Ana Cristina Palmeira / Fellipe Romão Meteorologista UFRJ INTRODUÇÃO Conhecimentos básicos sobre meteorologia podem ser de grande ajuda durante atividades nas montanhas,

Leia mais

Conceitos Básicos PRESSÃO ATMOSFÉRICA. Pressão Atmosférica

Conceitos Básicos PRESSÃO ATMOSFÉRICA. Pressão Atmosférica AC33F AGROCLIMATOLOGIA PRESSÃO ATMOSFÉRICA PROF. DR. FREDERICO M. C. VIEIRA Pressão Atmosférica Conceitos Básicos Definição: Denomina-sepressãoatmosférica(p)aopesoexercido por uma coluna de ar, com secção

Leia mais

Observações Meteorológicas

Observações Meteorológicas Observações Meteorológicas Estação Meteorológica do IAG http://www.estacao.iag.usp.br/ Foto: Marcos Santos / USP Imagens Observações de superfície http://www.estacao.iag.usp.br/instrumentos.php Visibilidade

Leia mais

Pressão e movimentos atmosféricos

Pressão e movimentos atmosféricos Pressão e movimentos atmosféricos Glauber Lopes Mariano Departamento de Meteorologia Universidade Federal de Pelotas E-mail: [email protected] [email protected] Pressão atmosférica Peso

Leia mais

Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências. Licenciatura em Geociências e Educação Ambiental. Disciplina: Meteorologia para Licenciatura

Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências. Licenciatura em Geociências e Educação Ambiental. Disciplina: Meteorologia para Licenciatura Universidade de São Paulo Instituto de Geociências Licenciatura em Geociências e Educação Ambiental Disciplina: Meteorologia para Licenciatura DESCRIÇÃO DE UMA ESTAÇAO METEOROLOGICA DE SUPERFICIE Discente:

Leia mais

Como estudar o o tempo?

Como estudar o o tempo? Clima e tempo Como estudar o o tempo? É preciso observar os tipos de tempo. Realiza-se a medição dos elementos climáticos, ou seja, das características do tempo. Analisa-se os fatores climáticos, ou seja,

Leia mais

CONFORTO AMBIENTAL Aula 2

CONFORTO AMBIENTAL Aula 2 TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CONFORTO AMBIENTAL Aula 2 M.Sc. Arq. Elena M. D. Oliveira Diferença entre Tempo e Clima TEMPO: Variações diárias das condições atmosféricas. CLIMA: É a condição média

Leia mais

INSTITUTO FORMAÇÃO Cursos Técnicos Profissionalizantes. Disciplina: Fenômenos Meteorológicos. Professora: Aline de Sousa Oliveira

INSTITUTO FORMAÇÃO Cursos Técnicos Profissionalizantes. Disciplina: Fenômenos Meteorológicos. Professora: Aline de Sousa Oliveira INSTITUTO FORMAÇÃO Cursos Técnicos Profissionalizantes Disciplina: Fenômenos Meteorológicos Professora: Aline de Sousa Oliveira As observações de superfície são procedimentos sistemáticos e padronizados

Leia mais

O que é um ciclone/anticiclone?

O que é um ciclone/anticiclone? O que é um ciclone/anticiclone? A figura abaixo mostra linhas de pressão reduzida ao nível do mar em hpa. Questão 1 Localize na própria figura: (0,5) A centro de alta pressão (0,5) B centro de baixa pressão

Leia mais

Descrever o estado de tempo e distingui lo de clima; Explorar imagens de satélite e de radar utilizadas na observação e previsão do.

Descrever o estado de tempo e distingui lo de clima; Explorar imagens de satélite e de radar utilizadas na observação e previsão do. clima Nível de Ensino Anos de escolaridade Disciplina Tipo de trabalho Tema/Conteúdos Objectivos Básico 7º ano Geografia Trabalho de pares clima Descrever o estado de tempo e distingui lo de clima; Explorar

Leia mais

BOLETIM PROJETO CHUVA - 22 DE JUNHO DE 2011

BOLETIM PROJETO CHUVA - 22 DE JUNHO DE 2011 BOLETIM PROJETO CHUVA - 22 DE JUNHO DE 2011 Condições Climáticas Na carta de Temperatura da Superfície do Mar (TSM), que pode ser analisado através da Figura 1a, são observadas anomalias positivas de TSM

Leia mais

Meteorologia e sua importância no Brasil e no Mundo

Meteorologia e sua importância no Brasil e no Mundo UNIDADE 1: APRESENTAÇÃO Meteorologia e sua importância no Brasil e no Mundo Departamento de Meteorologia Universidade Federal de Pelotas Professora Luciana Barros Pinto E-mail: [email protected]

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E EXTAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA Disciplina: Climatologia Geográfica I

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E EXTAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA Disciplina: Climatologia Geográfica I UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E EXTAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA Disciplina: Climatologia Geográfica I Unidade I Conceitos básicos sobre clima e tempo Patricia M.

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA METEOROLOGIA MCA 105-10 MANUAL DE CÓDIGOS METEOROLÓGICOS 2012 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO METEOROLOGIA

Leia mais

grande extensão horizontal, homogênea. A homogeneidade é caracterizada pela uniformidade na temperatura e umidade do ar.

grande extensão horizontal, homogênea. A homogeneidade é caracterizada pela uniformidade na temperatura e umidade do ar. 9.1 Massas de Ar Massa de ar: corpo de ar, caracterizado por uma grande extensão horizontal, homogênea. A homogeneidade é caracterizada pela uniformidade na temperatura e umidade do ar. Cobrem centenas

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-2 CORREÇÃO QNE 2016 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO TRÁFEGO AÉREO ICA 100-2 CORREÇÃO

Leia mais

PRESSÃO ATMOSFÉRICA 1/11

PRESSÃO ATMOSFÉRICA 1/11 PRESSÃO ATMOSFÉRICA CLIMA I O ar exerce uma força sobre as superfícies com as quais tem contato, devido ao contínuo bombardeamento das moléculas que compõem o ar contra tais superfícies. A pressão atmosférica

Leia mais

ComoTudoFunciona / Alexandre Fukuda Característica de uma superfície frontal fria associada com os tipos de nuvens

ComoTudoFunciona / Alexandre Fukuda Característica de uma superfície frontal fria associada com os tipos de nuvens Frente fria A frente fria se dá quando ocorre a passagem do ar frio por um determinado local da superfície terrestre, substituindo o ar quente que existia antes no local. Dizemos que a massa de ar pré-frontal

Leia mais

CC54Z - Hidrologia. Precipitação: definição, métodos de medição e grandezas características. Universidade Tecnológica Federal do Paraná

CC54Z - Hidrologia. Precipitação: definição, métodos de medição e grandezas características. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Universidade Tecnológica Federal do Paraná CC54Z - Hidrologia Precipitação: definição, métodos de medição e grandezas características Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014 Objetivos da aula Definir a importância

Leia mais

SÍNTESE SINÓTICA MENSAL MAIO DE 2010

SÍNTESE SINÓTICA MENSAL MAIO DE 2010 SÍNTESE SINÓTICA MENSAL MAIO DE 2010 1. Acompanhamento dos principais sistemas meteorológicos que atuaram sobre América do Sul, ao norte do paralelo 40S As Figuras 1, 2 e 3 apresentam a evolução latitudinal

Leia mais

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS EM UMA TEMPESTADE SEVERA EM PELOTAS- RS

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS EM UMA TEMPESTADE SEVERA EM PELOTAS- RS ANÁLISE DAS CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS EM UMA TEMPESTADE SEVERA EM PELOTAS- RS HOMANN, Camila Tavares 1, 2, SILVA, Aline Bilhalva 1, 3, FOSTER, Paulo Roberto Pelufo 1, 4 1 Bolsistas do Programa de Educação

Leia mais

PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES

PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES P.10 PROGRAMA DE MONITORAMENTO CLIMATOLÓGICO Parecer Técnico EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL PELO DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES DO PROGRAMA INTEGRANTES CONSELHO CTF

Leia mais

INFLUÊNCIA DE ANO DE LA NINÃ (1996), EL NINÕ (1997) EM COMPARAÇÃO COM A PRECIPITAÇÃO NA MUDANÇA DE PRESSÃO ATMOSFÉRICA NO MUNICIPIO DE TERESINA PIAUÍ

INFLUÊNCIA DE ANO DE LA NINÃ (1996), EL NINÕ (1997) EM COMPARAÇÃO COM A PRECIPITAÇÃO NA MUDANÇA DE PRESSÃO ATMOSFÉRICA NO MUNICIPIO DE TERESINA PIAUÍ INFLUÊNCIA DE ANO DE LA NINÃ (1996), EL NINÕ (1997) EM COMPARAÇÃO COM A PRECIPITAÇÃO NA MUDANÇA DE PRESSÃO ATMOSFÉRICA NO MUNICIPIO DE TERESINA PIAUÍ Virgínia Mirtes de Alcântara Silva 1 ;Raimundo Mainar

Leia mais

Chuva extrema causa impacto em no leste de Santa Catarina no dia 09 de março de 2013

Chuva extrema causa impacto em no leste de Santa Catarina no dia 09 de março de 2013 Chuva extrema causa impacto em no leste de Santa Catarina no dia 09 de março de 2013 Durante a madrugada e manhã do dia 09 de Março de 2013 áreas de instabilidade, formadas pelo intenso calor, alta umidade

Leia mais

aaxx YYGGi w Iliii i R ww tempo presente Tabela 12 W 1 W 2 tempo passado Tabela 13

aaxx YYGGi w Iliii i R ww tempo presente Tabela 12 W 1 W 2 tempo passado Tabela 13 P2 SYNOP Código Código simplificado procedente de uma estação meteorológica terrestre,tanto se esta servida com pessoal profissional como procedente de uma automática aaxx YYGGi w Iliii i R i x hvv Nddff

Leia mais

Precipitação Prof. Fábio Marin

Precipitação Prof. Fábio Marin UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA "LUIZ DE QUEIROZ" DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS LEB 306 Meteorologia Agrícola 1 o Semestre de 2018 Precipitação Prof. Fábio Marin Ciclo

Leia mais

Escola E.B. 2,3 de António Feijó Ano letivo Planificação anual 7º ano de escolaridade

Escola E.B. 2,3 de António Feijó Ano letivo Planificação anual 7º ano de escolaridade Escola E.B.,3 de António Feijó Ano letivo 06 07 Planificação anual 7º ano de escolaridade A Terra. Estudos e representações A representação da superfície terrestre A Geografia e o território Compreender

Leia mais

FUNDAMENTOS DE METEREOLOGIA ESCOLA NÁUTICA FABIO REIS. Prof. Fabio Reis INICIAR CLIK AQUI CURRÍCULO

FUNDAMENTOS DE METEREOLOGIA ESCOLA NÁUTICA FABIO REIS. Prof. Fabio Reis INICIAR CLIK AQUI CURRÍCULO FUNDAMENTOS DE METEREOLOGIA ESCOLA NÁUTICA FABIO REIS Prof. Fabio Reis CURRÍCULO INICIAR CLIK AQUI FUNDAMENTOS DE METEREOLOGIA ATMOSFERA E AQUECIMENTO DA TERRA ESCOLA NÁUTICA FABIO REIS VAPOR DE ÁGUA -

Leia mais

XI Mostra de Pós-Graduação UNITAU

XI Mostra de Pós-Graduação UNITAU XI Mostra de Pós-Graduação UNITAU - 2010 COMPARATIVO ENTRE DADOS DE PRECIPITAÇÃO OBTIDOS POR PLUVIÔMETROS TIPPING BUCKET RAIN GAUGES E PLUVIÔMETRO VILLE DE PARIS EM TAUBATÉ/SP Claudomiro M. da Silva Willian

Leia mais

REGULAMENTO DE TRÁFEGO AÉREO PC/IFR/PLA

REGULAMENTO DE TRÁFEGO AÉREO PC/IFR/PLA REGULAMENTO DE TRÁFEGO AÉREO PC/IFR/PLA Capítulo I OBJETIVO Relembrar as Regras Gerais, as Regras do Voo Visual (VFR) e conhecer e compreender as Regras do Voo por Instrumentos (IFR), para que se possa

Leia mais

ATIVIDADE AVALIATIVA

ATIVIDADE AVALIATIVA Climatologia 2. Atmosfera Terrestre ATIVIDADE AVALIATIVA Valor: 1,0 Tempo para responder: 15min 1) Qual a importância da concentração dos gases que compõe a atmosfera terrestre, em termos físicos e biológicos?

Leia mais

Geografia Física. Turmas: T/R Chicão. Aula 1 Dinâmica Climática

Geografia Física. Turmas: T/R Chicão. Aula 1 Dinâmica Climática Geografia Física Turmas: T/R Chicão Aula 1 Dinâmica Climática Geografia Física Turmas TR 1 Sem Cartografia, escala, fuso horário, geologia e relevo 02/08 Dinâmica climática 16/08 Dinâmica climática 30/08

Leia mais

Universidade de São Paulo Departamento de Geografia FLG CLIMATOLOGIA I. Umidade do ar

Universidade de São Paulo Departamento de Geografia FLG CLIMATOLOGIA I. Umidade do ar Universidade de São Paulo Departamento de Geografia FLG 0253 - CLIMATOLOGIA I Umidade do ar Prof. Dr. Emerson Galvani Laboratório de Climatologia e Biogeografia LCB Umidade do ar A água é a única substância

Leia mais

FORMAÇÃO DE VÓRTICES NO CAMPO DE NEBULOSIDADE SOBRE A AMÉRICA DO SUL. PARTE I. NEBULOSIDADE CICLOGENÉTICA ATRAVÉS DOS DADOS DE SATÉLITE.

FORMAÇÃO DE VÓRTICES NO CAMPO DE NEBULOSIDADE SOBRE A AMÉRICA DO SUL. PARTE I. NEBULOSIDADE CICLOGENÉTICA ATRAVÉS DOS DADOS DE SATÉLITE. FORMAÇÃO DE VÓRTICES NO CAMPO DE NEBULOSIDADE SOBRE A AMÉRICA DO SUL. PARTE I. NEBULOSIDADE CICLOGENÉTICA ATRAVÉS DOS DADOS DE SATÉLITE. CAMPOS DE TEMPERATURA NA REGIÃO DO VÓRTICE CICLÔNICO. Natalia Fedorova

Leia mais

REGULAMENTO DE TRÁFEGO AÉREO PILOTO PRIVADO

REGULAMENTO DE TRÁFEGO AÉREO PILOTO PRIVADO REGULAMENTO DE TRÁFEGO AÉREO PILOTO PRIVADO Capítulo II OBJETIVO Compreender por que foram criadas as Regras Ar, conhecer seus objetivos, a fim de que se possa aplica-las de maneira eficiente. ROTEIRO

Leia mais