LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA e IACS
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- Sara Mascarenhas Faria
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1 LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA e IACS Ana Bruschy Fonseca Centro Hospitalar Lisboa Norte- Laboratório de Microbiologia (Director: Prof. J.A. Melo Cristino) Seminário Prevenção e Controlo de Infecção, 8 de Novembro 2016 LISBOA
2 Infecção associada aos cuidados Saúde
3 OBJECTIVOS Perceber a importância do Laboratório de Microbiologia nas CCI, Epidemiologistas e Infecciologistas, e clínicos Conhecer os passos dos exames microbiológicos na investigação epidemiológica das infecções
4 O que se espera do Laboratório de Microbiologia?
5 Segundo o Guia Prático para a Prevenção de Infecções Adquiridas no Hospital, elaborado pelo PNCI em 2002, baseado num documento elaborado pela OMS
6 OS EXAMES MICROBIOLÓGICOS MUDARAM NOS ÚLTIMOS ANOS Detecção de agentes infeciosos/moléculas/genes além dos testes clássicos cultura e identificação Tempo turn around - minutos a horas em vez de dias/semanas Impacto directo no tratamento doente Necessitam estudos para validar a sua importância clínica
7 PROGRAMAS DE CONTROLE INFECÇÃO Diagnostico e Epidemiologia das IACS Determinar a taxa de IN Vigilância Prevenção Educação dos profissionais de saúde Controlo e Investigação de surtos O LM é essencial para um programa efectivo de Controle de Infecção
8 PAPEL DO LABORATÓRIO MICROBIOLOGIA NO CONTROLO INFECÇÃO 1. Colheita de amostras 2. Comunicação entre os clínicos e o Laboratório 3. Identificação e TSA fiáveis 4. Sistemas de Informação Laboratório 5. Reconhecer um SURTO e sua investigação 6. Armazenamento de estirpes 7. Culturas de vigilância em serviços de risco/pessoal de saúde e ambiente
9 1. COLHEITA DE AMOSTRAS Educação e informação dos profissionais saúde sobre o que colher, quando e como; transporte de amostras O processamento INICIAL do exame microbiológico é CRÍTICO para o exame final Monitorizar a qualidade das amostras (ex: screening amostras respiratórias: Gram e contagem de células escamosas- >25, leucócitos <25, flora orofaríngea - rejeitar )
10 2. COMUNICAÇÃO ENTRE OS CLÍNICOS E L. MICROBIOLOGIA Diálogo constante e imediatamente acessível além de telefone, fax, mail e SIL... Informação clínica sobre a situação clínica do doente Relatório do exame qualitativo e interpretativo A percepção da qualidade influencia o comportamento e decisões dos clínicos Importância da existência de um médico Microbiologista
11 Diagnostico Vigilância 3. IDENTIFICAÇÃO FIÁVEL DOS MICRORGANISMOS Identificação até à ESPECIE O expectro alargado de microrganismos que colonizam e infectam os doentes críticos dificulta a habilidade de os identificar e caracterizar correctamente.
12 Pessoal treinado no Laboratório Sistemas automáticos/manuais e conhecimento das suas limitações Testes moleculares MALDI TOF MS (Matrix Assisted Laser Desorption Ionization Time of Flight)
13 SEVERIDADE SINAIS CLÍNICOS CONTAMINAÇÃO : presença de microrganismos que não se replicam COLONIZAÇÃO : presença de microrganismos que se replicam no local anatómico sem causar dano celular ao hospedeiro COLONIZAÇÃO CRÍTICA : aumento da carga bacteriana ferida, difícil de curar, aumento exsudado, alteração cor, tecido granulação friável, mau-cheiro INFECÇÃO LOCAL : sinais clássicos de infecção (eritema, calor, rubor, e dor) com ou sem celulite circundante (>105 /grama tecido) INFECÇÃO SISTÉMICA: como anterior com disseminação sistémica e sepsis, falência multi-orgânica e morte
14 3. Testes Susceptibilidade aos Antimicrobianos Testes automáticos Testes manuais - Difusão em disco e E-testes 1º ALERTA para microrganismos MDR Detecção de resistências invulgares ou excepcionais Expertização na interpretação do TSA
15 EPIDEMIOLOGIA das IACS anos 90 Declínio em Enterobacteriáceas e aumento de cocos Gram POSITIVO Emergência de fungos e reconhecimento dos vírus EPIDEMIOLOGIA das IACS a partir de Microrganismos ESCAPE Enterobacteriáceas produtoras de ESBL, Carbapenemases Acinetobacter baumanii resistente aos carbapenemes P. aeruginosa resistente aos carbapenemes VISA, VRSA Outros patogéneos emergentes: Norovírus,Fungos leveduriformes e filamentosos R à anf. B e fluconazol Clostridium difficille
16 4. SISTEMAS INFORMAÇÃO LABORATÓRIO O laboratório de Microbiologia deve ter um sistema de informação ligado à CCI (data mine) Funcionar como early warning sistem Alertas no LIS Programas estatítica Relatórios regulares Hospitalar/Serviços/Unidades sobre epidemiologia LOCAL
17 5. RECONHECER UM SURTO E SUA INVESTIGAÇÃO Maioria das IACS são endémicas e não associadas com surtos O laboratório pode alertar a CCI para um possível surto e ajudar no seu controlo Tipagem molecular (PFGE, PCR, MLST, Sequenciação) Tipagem fenotípica (biotipagem, AST, serotipagem)
18 6. ARMAZENAMENTO DE ESTIRPES Testes suplementares Laboratório e CCI devem decidir quais as estirpes a armazenar e por quanto tempo Exemplos: agentes de hemoculturas e LCR, microrganismos multiresistentes e outros com importância epidemiológica
19 7. CULTURAS DE VIGILÂNCIA Em serviços de risco/pessoal de saúde e ambiente Raramente executadas Só em contexto específico A detecção de isolados não confirma a causa das IACS
20 CONCLUSÃO Laboratório de Microbiologia é parte essencial de um programa efectivo e pró-activo de Controlo de Infecção nas Instituicões de Saúde Importância na vigilância epidemiológica, antimicrobial stewardship, acesso do risco e planeamento Educação e formação dos profissionais de saúde A Microbiologia faz parte da equipa de tratamento do DOENTE
21 OBRIGADA PELA ATENÇÃO KPC
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