MOBILIZAÇÃO PRECOCE NO LEITO
|
|
|
- Ana Luiza Candal da Cunha
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 FACULDADE BIOCURSOS PÓS GRADUAÇÃO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA TAMIRES DA SILVA PAES DIOGO MOBILIZAÇÃO PRECOCE NO LEITO MANAUS - AM 2016
2 TAMIRES DA SILVA PAES DIOGO MOBILIZAÇÃO PRECOCE NO LEITO Trabalho de conclusão de curso apresentado à Bio Cursos como requisito da Pós Graduação para obtenção do título em Terapia Intensiva. Orientadora: MSc. Dayana Priscila Maia Mejia MANAUS - AM 2016
3 2 Mobilização Precoce no Leito TAMIRES DA SILVA PAES DIOGO 1 [email protected] DAYANA PRISCILA MAIA MEJIA 2 PÓS GRADUAÇÃO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA FACULDADE BIOCURSOS RESUMO O desenvolvimento da fraqueza generalizada relacionada ao paciente crítico é uma complicação recorrente em pacientes admitidos em uma unidade de terapia intensiva. No passado, o repouso no leito era uma prescrição indispensável para o paciente, pois acreditava-se que era um benefício para a melhoria do quadro clínico do mesmo. Porém, atualmente temos o conhecimento de que a mobilização precoce no leito é uma terapia que traz benefícios físicos, psicológicos evitando os riscos da hospitalização prolongada. A imobilidade pode causar várias complicações que influenciam na sua recuperação, incluindo atrofia e fraqueza muscular esquelética. Temos como objetivo geral desenvolver uma pesquisa bibliográfica sobre a utilização da mobilização precoce em pacientes submetidos ao leito. O método da pesquisa baseou-se em uma revisão de literatura em bases de dados eletrônicos. Apesar das diversidades metodológica dos estudos encontrados demonstrando o uso da cinesioterapia como recurso terapêutico, o seu uso inclusive precocemente parece uma alternativa à prevenção e reversão da fraqueza muscular adquirida na unidade de terapia intensiva. Palavras-chaves: Mobilização Precoce; Imobilidade; Cinesioterapia. 1. Introdução Os primeiros estudos sobre a utilização dos exercícios terapêuticos datam da Grécia e Roma antiga, porém, foi a partir da I Guerra Mundial que, devido ao grande número de casos de lesões, mutilações, alterações físicas de vários tipos e graus, que houve uma expansão no campo de atuação da Cinesioterapia, aumentaram a utilização deste recurso para reabilitação destes pacientes, favorecendo o crescimento da fisioterapia, em especial, da Cinesioterapia 1. 1 Pós-Graduanda em Unidade de Terapia Intensiva. [email protected]. 2 Orientadora, Fisioterapeuta, Especialista em Metodologia do Ensino Superior, Mestre em Bioética.
4 3 Quando se fala em precoce, refere-se ao conceito de que as atividades de mobilização começam imediatamente após a estabilização das alterações fisiológicas importantes, e não apenas após a liberação da ventilação mecânica ou alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Sabemos que a imobilidade reduz o glicogênio e o trifosfato de adenosina (ATP) responsáveis pelo fornecimento de energia para a contração muscular. O treinamento físico em uma UTI é uma extensão lógica da reabilitação e demonstra ser um componente essencial dos cuidados críticos 2. Entende-se que a imobilidade pode influenciar na recuperação de doenças críticas, devido às alterações sistêmicas associadas a ela, como doença tromboembólica, atelectasias, úlceras de pressão, contraturas, alteração das fibras musculares de contração lenta para contração rápida, atrofia, fraqueza muscular e esquelética, além disso, podendo ainda afetar os barorreceptores, que contribuem para a hipotensão postural e taquicardia 3. Um dos principais objetivos da mobilização precoce é interferir diretamente no tempo de imobilização no leito que pode ser afetado por diversos fatores intrínsecos e/ou extrínsecos ao paciente. Os benefícios da mobilização precoce podem incluir melhora da função respiratória, e do nível de consciência, redução dos efeitos adversos da imobilidade, aumento da independência funcional, melhora da aptidão cardiovascular e aumento do bem-estar psicológico. Além disso, pode acelerar a recuperação do paciente, diminuir a duração da ventilação mecânica e o tempo de internação hospitalar Fundamentação Teórica Um dos principais aspectos que devem ser levados em conta durante uma internação é a segurança do paciente, fundamental para que não haja erros ou intercorrências que possam comprometer o tratamento e a sua recuperação. Um exemplo dessas possíveis complicações é a Síndrome do Imobilismo, que se trata de um conjunto de alterações que ocorrem em indivíduos que permanecem acamados por um longo período 4. Essas alterações podem afetar todos os sistemas do corpo e seus efeitos comprometem a funcionalidade do mesmo, podendo também modificar o seu estado emocional. Sendo detectada também por um déficit cognitivo de médio à grave, a presença de contraturas, alterações cutâneas, como a úlcera de decúbito ou pressão
5 4 e descamações da pele, dificuldade de deglutir, incontinência, além de perda parcial ou total da fala e entendimento da linguagem 5. As complicações da imobilização sobre o sistema respiratório são as mais preocupantes, ocorrendo a perda de trocas gasosas eficazes devido a uma alteração na relação V/Q (ventilação/perfusão) a redução do volume corrente, do volume minuto, da capacidade pulmonar total, da capacidade residual funcional, do volume residual e do volume expiratório forçado. Essa redução pode variar entre 25 a 50% das funções respiratórias normais 6. Os movimentos diafragmáticos e intercostais ficam diminuídos pela perda de força muscular. Como resultado podemos observar uma respiração superficial, uma respiração alveolar reduzida, apresentando um relativo aumento de dióxido de carbono nos alvéolos, que tem como consequência o aumento da frequência respiratória. A tosse se torna menos efetiva, visto a redução da força muscular abdominal somada à redução da função ciliar, o que dificulta a eliminação de secreções e aumenta os riscos de infecções respiratórias e atelectasias. As contraturas são aspectos motores do efeito da imobilização, envolvendo o sistema musculoesquelético, tecido articular e ósseo. É definida como perda de amplitude articular gerado pela limitação articular/musculas, podendo se desenvolver devido a três fatores: a posição do membro, a duração da imobilidade e a imobilização das partes não afetadas. O líquido sinovial nutre e lubrifica a cartilagem, mas necessita de movimento para que haja a circulação de nutrientes, síntese, degradação da matriz e estimulação dos sensores elétricos e mecânicos da articulação 7. Com a inatividade, há atrofia da cartilagem com desorganização celular nas inserções ligamentares, proliferação do tecido fibro-gorduroso e, consequente, espessamento da sinóvia e fibrose articular. No tecido ósseo é possível observar a diminuição da massa óssea devido ao aumento da atividade osteoclástica (absorção) e diminuição da atividade osteoblástica (formação). Também haverá um aumento tardio da excreção de cálcio devido à máxima atividade osteoclástica, tentando suprir a diminuição da massa óssea 8. É comum encontrarmos no imobilismo atrofia de pele e úlceras de decúbito. As úlceras de pressão são o principal exemplo da pele prejudicada pela imobilização, representando uma ameaça direta ao indivíduo, causando desconforto, prolongando o estado patológico e, em alguns casos, podendo até mesmo levar à morte por septicemia 9. A idade avançada pode aumentar os riscos,
6 5 devido as alterações na pele, que incluem a menor espessura e menor vascularização dérmica, retardo da capacidade de cura das feridas, e a redistribuição do tecido adiposo das camadas mais superficiais para as camadas mais profundas 10. A mobilização é considerada um mecanismo de reabilitação precoce de grande importância associada a um posicionamento preventivo de contraturas articulares, mantendo a mobilidade articular e força muscular, otimizando assim o desempenho do sistema respiratório. Tais fatores podem reduzir a permanência do paciente no leito, facilitar um possível desmame da VM, juntamente a uma melhora da qualidade de vida após a alta hospitalar. Tal procedimento é viável e seguro, promove um ganho da força muscular, aumento da resistência, melhora da função respiratória e motora 11. O sistema musculoesquelético é projetado para se manter em movimento. São necessários apenas sete dias de repouso no leito para reduzir a força muscular em 30%, com uma perda adicional de 20% da força restante a cada semana Metodologia Iniciou-se uma revisão de literatura a fim de localizar achados importantes que ajudassem a conhecer melhor a temática. A obtenção dos dados se fez a partir de um levantamento bibliográfico em bases de dados eletrônicas. Para identificar a literatura foi consultada as bases de dados LILACS, SciELO e Medline. Foram utilizados como materiais artigos nacionais publicados entre os anos 2007 a 2014 no idioma português. Os descritores utilizados foram: Mobilização precoce; Imobilidade; Cinesioterapia. Após o levantamento bibliográfico, realizou-se uma leitura seletiva, utilizando como critério de inclusão aqueles que faziam referência, em seus dados, a aspectos relacionados às palavras-chave anteriormente citadas e que tinham relevância acerca do tema em questão. O estudo mostra a importância de ações que levam a prática da mobilidade precoce em pacientes para se obter sua reabilitação em menor espaço de tempo possível, sem comprometer sua saúde como um todo. 4. Resultados e Discussão Há autores que incluem a mobilização precoce como componente importante ao cuidado de pacientes críticos que requerem a ventilação mecânica prolongada, proporcionando assim melhora na função pulmonar e muscular, acelerando o processo de recuperação, diminuindo o tempo de ventilação mecânica e estadia na
7 6 UTI 13. A mobilização precoce é uma terapia que traz benefícios físicos, psicológicos e evita os riscos da hospitalização prolongada, reduzindo a incidência de complicações pulmonares, acelerando a recuperação e diminuindo a duração da ventilação mecânica (VM) 14. A atrofia por desuso e a perda de inervação, são encontradas em algumas doenças, vem a promover um declínio da massa muscular, acometendo assim o sistema musculo esquelético nas alterações das fibras de miosinas, provocadas principalmente por estresse oxidativo, diminuição da síntese proteica e o aumento da proteólise 14. A atividade muscular tem papel de anti-inflamatório, tornando-se cada vez mais benéfica em doenças graves como por exemplo a SDRA e a sepse. Em 5 dias de repouso no leito, também pode ocorrer o desenvolvimento do aumento da resistência à insulina e à disfunção vascular. Após a alta da UTI, os pacientes demonstram inabilidades que podem perdurar por até um ano, sendo incapazes de retornar ao trabalho devido à fadiga persistente, fraqueza e pobreza do status funcional 15. A reabilitação tem um potencial de restaurar a perda funcional, mas algumas vezes, esta é apenas iniciada após a alta da unidade, ou seja, tardiamente 16. A cinesioterapia, inclusive com início precoce, parece trazer resultados favoráveis para reversão da fraqueza muscular experimentada pelo paciente crítico com retorno mais rápido à funcionalidade, diminuição do tempo de desmame e internação 17. Alguns autores analisaram os desfechos da fisioterapia motora, onde pacientes críticos foram assistidos em UTI. Dois pesquisadores avaliaram através da triagem dos artigos, utilizando também artigos que abordassem a fisioterapia nos pacientes críticos. Resultaram de 67 artigos considerados relevantes e apenas 8 artigos responderam aos critérios de seleção e desfechos oriundos das técnicas de eletroestimulação, ciclo ergômetro e cinesioterapia. Inclusos sujeitos variando o tamanho amostral de 8 a 101, em idades entre 52 e 79 anos, estando todos os pacientes de VMI 18. Perante os artigos que foram analisados na pesquisa, 6 indicaram benefícios significativos através da fisioterapia motora em pacientes críticos com melhora: força muscular periférica, capacidade respiratória e funcionalidade. Concluíram que a fisioterapia motora e segura e viável em pacientes críticos, minimizando os efeitos da imobilidade.
8 7 A inclusão da eletroestimulação, cicloergômetro e cinesioterapia motora também se mostrou positiva, porém necessitam novos estudos envolvendo o tempo de permanecia desses pacientes na UTI 19. Avaliando a funcionalidade e independência de pacientes que realizaram a saída do leito precocemente na Unidade de Terapia Intensiva, utilizou-se ensaio clínico controlado e randomizado, realizado com pacientes internados na (UTI) do Hospital Santa Cruz com prescrição médica de fisioterapia. Os pacientes foram divididos em grupo de fisioterapia convencional em grupo controle e grupo intervenção, que realizou o protocolo de mobilização precoce, promovendo a saída do leito. A funcionalidade foi medida em três tempos (retroativo a internação, na alta da UTI e na alta hospitalar) através do instrumento Functional Independence Measure (FIM). Dados demonstram que o grupo intervenção (n=4), teve menor perda da funcionalidade após a alta da UTI, com déficit de 19%, tendo recuperado até a alta hospitalar 97% da medida pré-hospitalização, enquanto o grupo controle (n=5) apresentou maior perda na UTI com 47,6%, e tendo alta hospitalar com apenas 72% do seu índice basal. Houve menor perda e melhor recuperação da taxa de funcionalidade na amostra estudada quando submetida a um protocolo de mobilização precoce e sistematizado, e menor tempo de internação Conclusão A fisioterapia motora precoce em pacientes críticos pode ser realizada diariamente utilizando desde posicionamento funcional, exercícios terapêuticos progressivos, sedestação, ortostatismo, transferência do leito para a poltrona, deambulação, até o uso de protocolos mais elaborados que empreguem cicloergômetro, apresentando essas intervenções respostas positivas que mantém o foco na funcionalidade e qualidade de vida do paciente que se encontra em uma unidade de terapia intensiva. A mobilização precoce é uma área nova e com poucas evidências até o momento. No entanto, recentes estudos têm confirmado que a mobilização em pacientes ventilados mecanicamente ou não, tem sido seguro e viável, diminuindo o tempo de internação na UTI, que é o principal objetivo da fisioterapia, fazer o paciente retornar a funcionalidade e independência do mesmo.
9 8 A partir da análise dos artigos foi observado que é possível mobilizar o paciente de forma segura e sem intercorrências graves, minimizando os efeitos deletérios da imobilidade prolongada. Todavia, existe uma necessidade de se realizar mais estudos acerca do tema abordado. 6. Referências 1. RIVOREDO, Mônica; MEJIA, Dayana. A Cinesioterapia Motora como prevenção da Síndrome da Imobilidade Prolongada em pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva. Pós-Graduação em Terapia Intensiva Faculdade Ávila, PRESTO, Bruno; DAMÁZIO, Luciana. Fisioterapia na UTI. 2ª Edição Elsevier, Rio de Janeiro, MOTA, Caroline; SILVA, Vanessa. A segurança da mobilização precoce em pacientes críticos: Uma revisão de literatura. Aracaju, MOREIRA, Rodrigo. Mobilização precoce de pacientes Criticamente doentes. Belo Horizonte, FERNANDES, LM. Úlcera de pressão em pacientes críticos hospitalizados: uma revisão integrativa da literatura. Dissertação de mestrado. Curso de Enfermagem, Universidade de São Paulo/Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, ANA Paula, KENIA Maynard, MÔNICA Rodrigues. Efeitos da fisioterapia motora em pacientes críticos: revisão de literatura, Rev. Bras. Ter. Intensiva, CAROLONE Mascarenhas Mota, VANESSA Gonçalves. A segurança da mobilização precoce em pacientes críticos. Interfaces Científicas -Saúde e Ambiente, Aracaju, outubro CARVALHO Michelle, BARROZO Amanda. Mobilização precoce no paciente crítico internado em unidade de terapia intensiva. Belém-Pará, setembro PINHEIRO Alessandra, CHRISTOFOLETTI Gustavo. Fisioterapia motora em pacientes internados na unidade de terapia intensiva. Rev Bras Ter Int SILVA Asma. Importância da Mobilização Precoce em Pacientes Internados nas Unidades de Terapia Intensiva InterFISIO, Rio de Janeiro, PEDREIRA Weltton, GARDENGHI Giulliano. Mobilização precoce em pacientes na unidade de terapia. Revisão de literatura, Cuiaba MT, SIBINELLI Melissa. Efeito imediato do ortostatismo em pacientes internados na unidade de terapia intensiva de adultos. Revista Brasileira Terapia Intensiva, 2012.
10 9 13. DANTAS Camila, SILVA Priscila, SIQUEIRA Fabio, PINTO Rodrigo, MATIAS Simone. Influência da Mobilização Precoce na Força Muscular Periférica e Respiratória em Pacientes Críticos. Rev Bras Ter Intensiva, Recife, FELICIANO, V.A, ALBURQUERQUE, C.G., ANDRADE, F.M.D, DANTAS, C.M, LOPEZ, A. A influência da mobilização precoce no tempo de internamento na unidade de terapia intensiva. Assobrafir Ciência, Pernambuco, SARMENTO JG, BERALDO MA, SILVA TJ, Fisioterapia no paciente sob ventilação mecânica. Rev. bras. ter. intensiva, SANDERS, C., OLIVEIRA, F., SOUZA, G., MEDRADO, M. Mobilização Precoce na UTI: Uma Atualização, Fisioscience, SILVA, A.P.P., MAYNARD, K., CRUZ, M.R. Efeitos da Fisioterapia Motora em Pacientes Críticos: Revisão de Literatura, Ver. Bras. Ter Intensiva, Rio de Janeiro, PINHEIRO, A.R., CHRISTOFOLETTI, G. Fisioterapia motora em pacientes internados na unidade de terapia intensiva: uma revisão sistemática. Rev Bras Ter Int BORGES Vanessa, OLIVEIRA luiz, PEIXOTO Elzo. Fisioterapia motora em pacientes adultos em terapia intensiva. São Paulo, CARVALHO, T.G., SILVA, A.L.G, SANTOS, M.L, SHAFER, J., CUNHA, L.S., SANTOS, L.J. Relação entre saída precoce do leito na unidade de terapia intensiva e funcionalidade pós-alta: um estudo piloto. ISSN Ano III
BENEFÍCIOS OBTIDOS COM A MOBILIZAÇÃO PRECOCE DO PACIENTE CRÍTICO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
BENEFÍCIOS OBTIDOS COM A MOBILIZAÇÃO PRECOCE DO PACIENTE CRÍTICO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Angélica da Silva Soares 1 ; Amanda Soares 2 ; Sueni Ferreira Batista 3 ; Rafaela Milene Gonzaga 4 ; Elisangela
MOBILIZAÇÃO PRECOCE NO PACIENTE CRÍTICO INTERNADO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
Vol.8,n.3,pp.66-71 (Set - Nov 2014) Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research - MOBILIZAÇÃO PRECOCE NO PACIENTE CRÍTICO INTERNADO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA PRECOCIOUS MOBILIZATION ON CRITICAL
APRESENTAÇÃO DE POSTERS DIA 16/10/2015 (10:15-10:30h)
APRESENTAÇÃO DE S DIA 16/10/2015 (10:15-10:30h) 1399 EVOLUÇÃO DO PERFIL FUNCIONAL EM RELAÇÃO AO TEMPO DE INTERNAÇÃO E AO GÊNERO 1397 CORRELAÇÃO ENTRE A FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA E O RISCO DE QUEDAS DE
TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS COM DIABETES MELLITUS
TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS COM DIABETES MELLITUS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE
ANALISE DO PERFIL CLÍNICO DOS PACIENTES INTERNADOS NO HOSPITAL SÃO LUCAS QUE REALIZARAM FISIOTERAPIA.
ANALISE DO PERFIL CLÍNICO DOS PACIENTES INTERNADOS NO HOSPITAL SÃO LUCAS QUE REALIZARAM FISIOTERAPIA. INTRODUÇÃO CHAIANE DE FACI VANZETO MARCELO TAGLIETTI FAG FACULDADE ASSSIS GURGACZ, CASCAVEL, PARANÁ,
XII ENCONTRO DE EXTENSÃO, DOCÊNCIA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA (EEDIC)
XII ENCONTRO DE EXTENSÃO, DOCÊNCIA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA (EEDIC) ESTABILIZAÇÃO SEGMENTAR NO TRATAMENTO DE PACIENTES PORTADORES DE HÉRNIA DE DISCO: UMA REVISÃO INTEGRATIVA RESUMO Ayrlene Maria Carlos de
Prof. Kemil Rocha Sousa
Prof. Kemil Rocha Sousa Miostática (miogênica)- A unidade musculotendínea está adaptativamente encurtada com perda significativa de ADM, mas sem patologia muscular específica. Embora possa haver uma redução
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NO AVE FT RAFAELA DE ALMEIDA SILVA APAE-BAURU
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NO AVE FT RAFAELA DE ALMEIDA SILVA APAE-BAURU INTERNAÇÃO HOSPITALAR Toda pessoa com quadro suspeito de AVE deve ser levada imediatamente ao serviço de urgência para avaliação
Prova de Título de Especialista em Fisioterapia Respiratória
Prova de Título de Especialista em Fisioterapia Respiratória 1. Anatomia e fisiologia do sistema cardiorrespiratório Egan. 1 ed. São Paulo: Manole, 2000. (Seção 3, caps.7 e 8) WEST, J.B. Fisiologia respiratória
CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO
CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Fisioterapia em Pneumologia Código: Fisio 219 Pré-requisito: Fisioterapia em Neurologia
A campanha Mude de Lado e Evite a Pressão, realizada em 19 de novembro, conta com o apoio da Associação Brasileira de Estomaterapia Estomias, Feridas
A campanha Mude de Lado e Evite a Pressão, realizada em 19 de novembro, conta com o apoio da Associação Brasileira de Estomaterapia Estomias, Feridas e Incontinências (SOBEST). Tem por objetivo conscientizar
15º FÓRUM DE FISIOTERAPIA EM CARDIOLOGIA AUDITÓRIO 10
Fóruns 28 de setembro de 2013 15º FÓRUM DE FISIOTERAPIA EM CARDIOLOGIA AUDITÓRIO 10 Insuficiência Cardíaca Como abordar na: IC Fração de ejeção reduzida / normal IC descompensada IC Crônica IC Chagásica
Técnicas em Fisioterapia Respiratória
Programa de Educação Continuada em Saúde EAD Técnicas em Fisioterapia Respiratória INSTITUTO QUALIENF CURSOS www.qualienfcursos.com.br 2 Conteúdo Programático: 1 INTRODUÇÃO À FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA...
FISIOTERAPIA NA FIBROSE CÍSTICA DANIELLE BERNINI PERES 2016
FISIOTERAPIA NA FIBROSE CÍSTICA DANIELLE BERNINI PERES 2016 A DOENÇA PULMONAR CRÔNICA Estabilidade da doença (acompanhamento ambulatorial) Reagudização da doença pulmonar (intensificação da assistência)
ÚLCERAS POR PRESSÃO NA POPULAÇÃO IDOSA BRASILEIRA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA
ÚLCERAS POR PRESSÃO NA POPULAÇÃO IDOSA BRASILEIRA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA Alex Pereira de Almeida (1); Anne Caroline Pereira Bezerra (2); Gerlane Ângela Da Costa Moreira Vieira (3); Larissa Hosana Paiva
TRABALHOS SELECIONADOS FISIOTERAPIA EM TERAPIA INTENSIVA ADULTO
TRABALHOS SELECIONADOS FISIOTERAPIA EM TERAPIA INTENSIVA ADULTO ANÁLISE DO PERFIL DOS FISIOTERAPEUTAS ATUANTES EM UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA DA CIDADE DE GOIÂNIA-GO A COMPRESSÃO TORÁCICA REDUZ A COMPLACÊNCIA
HOSPITAL MOINHOS DE VENTO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU: FISIOTERAPIA HOSPITALAR
HOSPITAL MOINHOS DE VENTO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU: FISIOTERAPIA HOSPITALAR TÍTULO DO TRABALHO Autores (aluno 1, Filippin, LI 2, da Cunha,LS 3 ) 1 Fisioterapeuta, aluna
QUEDAS NA IDADE SÉNIOR: DO RISCO À PREVENÇÃO!
QUEDAS NA IDADE SÉNIOR: DO RISCO À PREVENÇÃO! Janeiro, 2015 Sumário Processo de envelhecimento Incidência das quedas em Portugal Complicações das quedas Do risco à prevenção de quedas Envelhecimento Velhice
D.P.O.C. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
D.P.O.C. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Prof. João Luiz V Ribeiro Introdução Bronquite Crônica e Enfisema Pulmonar Coexistência Mesma síndrome funcional Hábito do tabagismo como principal fator etiopatogênico
CARACTERIZAÇÃO DE LESÕES DE PELE EM UM CENTRO DE TRATAMENTO INTENSIVO ADULTO DE UM HOSPITAL PRIVADO
CARACTERIZAÇÃO DE LESÕES DE PELE EM UM CENTRO DE TRATAMENTO INTENSIVO ADULTO DE UM HOSPITAL PRIVADO Daniela de Oliveira Cardozo* Carmen Maria Lazzari ** *Estomaterapeuta-Unisinos; Especialista em Enfermagem
Page 1 O PAPEL DAS ATIVIDADES MOTORAS NO TRATAMENTO DA ASMA CRIANÇA ATIVIDADES MOTORAS ADAPTADAS IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES MOTORAS
ATIVIDADES MOTORAS ADAPTADAS O PAPEL DAS ATIVIDADES MOTORAS NO TRATAMENTO DA ASMA OBJETIVOS: Aumentar a mobilidade torácica Melhorar a mecânica respirátoria Reduzir o gasto energético da respiração Prevenir
OS EFEITOS DA FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA EM PACIENTES COM DOENÇA DE PARKINSON
OS EFEITOS DA FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA EM PACIENTES COM DOENÇA DE PARKINSON Sávio Bertone Lopes Barros; Eder Rodrigues Machado; Cleiciane Vieira De Lima Barros Faculdade Alfredo Nasser UNIFAN [email protected];
EFEITOS DA MOBILIZAÇÃO PRECOCE EM PACIENTES CRÍTICOS INTERNADOS EM UTI
EFEITOS DA MOBILIZAÇÃO PRECOCE EM PACIENTES CRÍTICOS INTERNADOS EM UTI Isnanda Tarciara Silva* Alinne Alves Oliveira** RESUMO O repouso prolongado no leito deixou de ser há algumas décadas uma estratégia
MOBILIZAÇÕES DAS ARTICULAÇÕES PERIFÉRICAS
Pontifícia Universidade Católica de Goiás MOBILIZAÇÕES DAS ARTICULAÇÕES PERIFÉRICAS Professor Esp. Kemil Sousa DEFINIÇÃO Técnicas de terapia manual usadas para modular a dor e tratar as disfunções articulares
Poliomielite um novo Olhar, comemorando a Vida, cuidando da Saúde!
COMO TRATAR A FRAQUEZA MUSCULAR: EXCLUSIVO PARA SÍNDROME PÓS PÓLIO Esse artigo foi extraído do Manual de Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Síndrome Pós-Poliomielite e Co-morbidades. Editado
OS BENEFÍCIOS DA MOBILIZAÇÃO PRECOCE NO DESMAME VENTILATÓRIO: REVISÃO DE LITERATURA
OS BENEFÍCIOS DA MOBILIZAÇÃO PRECOCE NO DESMAME VENTILATÓRIO: REVISÃO DE LITERATURA Ismar Lino de Souza Neto* Roseane Santos de Sousa** RESUMO O desmame da ventilação mecânica (VM) consiste em um processo
Prazo Normal - entre e Prazo Tardio - entre e Inscrição Normal ( )
DYNAMIC TAPING - NÍVEL 1 (ABR 2017) LISBOA Num curso intensivo e prático irá compreender que o foco do Dynamic Tape na carga e movimento permite uma ação biomecânica e fisiológica eficaz na facilitação
CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO
CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Fisiologia Humana Código: Fisio 107 Pré-requisito: Bioquímica Período Letivo: 2016.1
A FISIOTERAPIA NOS PALIATIVOS. Jaqueline Spoldari Diniz
A FISIOTERAPIA NOS CUIDADOS PALIATIVOS Jaqueline Spoldari Diniz Ciência aplicada que tem por objeto de estudos o movimento humano em todas as suas formas de expressão e potencialidades, tanto nas alterações
Avila ACT 1, Sartori J 2, Bello VA 3
A construção de um protocolo de prevenção de úlcera por pressão em um hospital estadual que atende portadores de deficiência mental: relato de experiência Avila ACT 1, Sartori J 2, Bello VA 3 Introdução:
RESUMO. Palavras-chave: Oximetria de Pulso. Frequência Respiratória. Fisioterapia Respiratória. Fisioterapia Motora. Enfermaria INTRODUÇÃO
AVERIGUAÇÃO DA OXIMETRIA DE PULSO E DA FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA ANTES, DURANTE E APÓS A REALIZAÇÃO DA FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA E MOTORA EM PACIENTES HOSPITALIZADOS EM ENFERMARIA. FINDING OF THE OXIMETRY
Retirada do Suporte Ventilatório DESMAME
Retirada do Suporte Ventilatório DESMAME Sete Estágios do Desmame Pré-desmame Preditores Extubação Reintubação Suspeita Tentativas VNI pósextubação Admissão Alta Desmame Processo gradual Deve ser iniciado
PRODUÇÃO CIENTÍFICA SOBRE A ATUAÇÃO DA TERAPIA OCUPACIONAL COM BEBÊS PREMATUROS
PRODUÇÃO CIENTÍFICA SOBRE A ATUAÇÃO DA TERAPIA OCUPACIONAL COM BEBÊS PREMATUROS Tainá de Oliveira Castelanelli Jáima Pinheiro de Oliveira Instituição de origem dos autores: UNESP Marília/SP Eixo Temático:
REFERENCIAL DE FISIOTERAPIA - ATUALIZADA 01/01/2017 Adequado à terminologia Unificada da Saúde Suplementar TUSS do Padrão TISS, regulamentado pela ANS
REFERENCIAL DE FISIOTERAPIA - ATUALIZADA 01/01/2017 Adequado à terminologia Unificada da Saúde Suplementar TUSS do Padrão TISS, regulamentado pela ANS Código Procedimento Autorização Prévia Valor 2.01.03.00-0
Formação treinadores AFA
Preparação específica para a atividade (física e mental) Equilíbrio entre treino e repouso Uso de equipamento adequado à modalidade (ex: equipamento, calçado, proteções) E LONGEVIDADE DO ATLETA Respeito
TÍTULO: ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM ÚLCERA VENOSA: ORIENTAÇÕES PARA CICATRIZAÇÃO E PREVENÇÃO DE RECIDIVAS
TÍTULO: ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM ÚLCERA VENOSA: ORIENTAÇÕES PARA CICATRIZAÇÃO E PREVENÇÃO DE RECIDIVAS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO:
Sistema muscular Resistência Muscular Localizada Flexibilidade Osteoporose Esteróides Anabolizantes
MÚSCULOS, ARTICULAÇÕES, FORÇA, FLEXIBILIDADE E ATIVIDADE FÍSICAF Sistema muscular Resistência Muscular Localizada Flexibilidade Osteoporose Esteróides Anabolizantes APARELHO LOCOMOTOR HUMANO Constituição
Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997
RESOLUÇÃO Nº 3-CEPE/UNICENTRO, DE 28 DE JANEIRO DE 2013. REVOGADA PELA RESOLUÇÃO Nº 12/2015-CEPE/UNICENTRO. Aprova o Curso de Especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica Funcional, modalidade modular,
Amplitude de Movimento. Amplitude de Movimento. Tipos de ADM 27/2/2012
Amplitude de Movimento Amplitude de Movimento Professora: Christiane Riedi Daniel É o movimento completo de uma articulação ADM completa depende de: ADM Articular termos como flexão, extensão... goniometria
RETIRADA DE INTRODUTOR VASCULAR FEMURAL
1 de 7 PROTOCOLO Data de Emissão: Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial RN, JM 1 Objetivo: A realização da retirada do introdutor femoral realizada pelo
PREVALÊNCIA DOS SINTOMAS DA ASMA EM ADOLESCENTES DE 13 E 14 ANOS
PREVALÊNCIA DOS SINTOMAS DA ASMA EM ADOLESCENTES DE 13 E 14 ANOS Marcos Abrantes Moreira. Acadêmico de Fisioterapia da Faculdade Santa Maria. E-mail:[email protected] Luma Soares Lustosa. Acadêmica
05)Quanto ao ciclo de Krebs é INCORRETO afirmar que:
FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO Questões de Avaliação Parte I 01)Compare a energia produzida pela degradação da glicose pela via aeróbica e pela via anaeróbica terminando com o lactato, destacando quais as vantagens
CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA INSTRUTOR E PROFESSOR DE TAEKWONDO GRÃO MESTRE ANTONIO JUSSERI DIRETOR TÉCNICO DA FEBRAT
CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA INSTRUTOR E PROFESSOR DE TAEKWONDO GRÃO MESTRE ANTONIO JUSSERI DIRETOR TÉCNICO DA FEBRAT Alongamento é o exercício para preparar e melhorar a flexibilidade muscular, ou seja,
Política de Avaliação Fisioterapêutica dos Pacientes e Continuidade do Cuidado NORMA Nº 001
1- Objetivo Página: 1/10 Estabelecer plano de cuidado e prestar atendimento fisioterapêutico às necessidades imediatas e continuadas do paciente interno e externo. 2- Definições 2.1 Plano de cuidado: visa
SEGURANÇA DO PACIENTE: ATUALIZAÇÃO
SEGURANÇA DO PACIENTE: ATUALIZAÇÃO Profa. Dra. Marcia Cristina Zago Novaretti Diretora Mestrado Profissional Gestão em Sistemas de Saúde Universidade Nove de Julho Epidemiologia: Eventos Adversos # 1/3
UNISALESIANO. Profª Tatiani
UNISALESIANO Profª Tatiani CONTROLE DAS FUNÇÕES DO CORPO.BIOFEEDBACK As diversas funções do corpo humano são decorrentes de processos físico-químicos que continuamente ocorrem em aproximadamente 100 trilhões
Uso da VNI no desmame
Uso da VNI no desmame Pedro Caruso UTI Respiratória da HC da FMUSP UTI do Hospital A C Camargo Roteiro da aula 1. Fases do desmame 2. Fases do desmame em que VNI foi testada 3. Epidemiologia do uso de
Uso Correto da Medicação. Oral e Insulina Parte 4. Denise Reis Franco Médica. Alessandra Gonçalves de Souza Nutricionista
Uso Correto da Medicação Denise Reis Franco Médica Alessandra Gonçalves de Souza Nutricionista Eliana M Wendland Doutora em Epidemiologia Oral e Insulina Parte 4 Perfil de ação das insulinas disponíveis
RESUMO SEPSE PARA SOCESP INTRODUÇÃO
RESUMO SEPSE PARA SOCESP 2014 1.INTRODUÇÃO Caracterizada pela presença de infecção associada a manifestações sistêmicas, a sepse é uma resposta inflamatória sistêmica à infecção, sendo causa freqüente
MÚSCULO ESQUELÉTICO INSTITUTO DE FISIOLOGIA. Francisco Sampaio
MÚSCULO ESQUELÉTICO INSTITUTO DE FISIOLOGIA Francisco Sampaio MÚSCULO ESQUELÉTICO (RESUMO) INTRODUÇÃO CLASSIFICAÇÃO FUNÇÕES BIOMECÂNICA TIPOS DE CONTRACÇÃO MECANISMO DE CONTRACÇÃO UNIDADE MOTORA COMPORTAMENTO
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE VENTILAÇÃO MECÂNICA. (Baseado nos consensos e diretrizes brasileiras de VM)
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE VENTILAÇÃO MECÂNICA (Baseado nos consensos e diretrizes brasileiras de VM) Karla Monique Andolfato Camille Caleffi José Mohamud Vilagra Os ventiladores mecânicos atuais se baseiam
Recursos Próprios 2013
Recursos Próprios 2013 " Serviços Próprios de Atendimento Pré-Hospitalar (SOS) e Assistência Domiciliar ( Home- Care): reconhecendo a importância destas modalidades assistenciais para o cliente e para
MOBILIZAÇÃO PRECOCE EM PACIENTES ADULTOS SUBMETIDOS À VENTILAÇÃO MECÂNICA (VM) NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA (UTI)
MOBILIZAÇÃO PRECOCE EM PACIENTES ADULTOS SUBMETIDOS À VENTILAÇÃO MECÂNICA (VM) NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA (UTI) Mariana Costa de Souza Brito * Luiz Wagner Silva ** Elizete Ribeiro *** Resumo Introdução:
DETECÇÃO PRECOCE E EVOLUÇÃO DA SEPSE NO HOSPITAL UNIMED SANTA HELENA
UNIMED PAULISTANA DETECÇÃO PRECOCE E EVOLUÇÃO DA SEPSE NO HOSPITAL UNIMED SANTA HELENA Autores: Enf. Priscila Senna Mayrbaurl Enf. Izabela Tortoza Enf. Luciane Matos Torrano SEPSE Trata-se de uma síndrome
Fisioterapeuta Priscila Souza
Fisioterapeuta Priscila Souza * Passou de 7 bilhões o número de celulares no mundo. (União Internacional de Telecomunicações UIT, 2015) *Segundo a ONU em 2000 o número de aparelhos celulares era de 738
FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA
FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA SISTEMA RESPIRATÓRIO PARTE 1 SISTEMA RESPIRATÓRIO: ESTRUTURA E FUNÇÃO Anatomia do Sistema Respiratório Pressão Pleural e Alveolar Compliância dos Pulmões: FE, TS e Surfa Volumes
Profa Dra Cláudia Ferreira da Rosa Sobreira Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
DOENÇAS MUSCULARES Profa Dra Cláudia Ferreira da Rosa Sobreira Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo DOENÇAS MUSCULARES
A segurança do paciente na Farmacovigilância. Zenith Rosa Silvino
A segurança do paciente na Farmacovigilância Zenith Rosa Silvino NOTIVISA - VIGIPÓS O NOTIVISA é o sistema de informação que visa fortalecer a vigilância pós-uso/ póscomercialização, hoje conhecida como
HOSPITALIZAÇÕES E MORTALIDADE POR ASMA: É POSSÍVEL EVITAR? DR. GUILHERME FREIRE GARCIA ABRA MAIO DE DIA MUNDIAL DA ASMA
HOSPITALIZAÇÕES E MORTALIDADE POR ASMA: É POSSÍVEL EVITAR? DR. GUILHERME FREIRE GARCIA ABRA MAIO DE 2012- DIA MUNDIAL DA ASMA DIA MUNDIAL DA ASMA 1º DE MAIO DE 2012 EPIDEMIOLOGIA DA ASMA 300 milhões de
Atividade Física, sistema respiratório e saúde
Atividade Física, sistema respiratório e saúde Prof. Dr. Ismael Forte Freitas Júnior [email protected] Sistema Respiratório Formado por órgãos e tecidos que levam O 2 para a célula e removem CO 2 para
FISIOLOGIA HUMANA UNIDADE V: SISTEMA RESPIRATÓRIO
FISIOLOGIA HUMANA UNIDADE V: SISTEMA RESPIRATÓRIO Funções Troca de gases com o ar atmosférico; Manutenção da concentração de oxigênio; Eliminação da concentração de dióxido de carbônico; Regulação da ventilação.
Residência Saúde Fisioterapia DISCURSIVA C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL 31/10/2011
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A Fisioterapia DISCURSIVA Residência Saúde 2012 ATIVIDADE DATA LOCAL Divulgação do gabarito - Prova Discursiva 31/10/2011
IMPACTO DA ARTROPLASTIA TOTAL DE QUADRIL SOBRE A QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS PORTADORES DE ARTROSE INCAPACITANTE.
CARLA CARVALHO HORN IMPACTO DA ARTROPLASTIA TOTAL DE QUADRIL SOBRE A QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS PORTADORES DE ARTROSE INCAPACITANTE. Dissertação de Mestrado em Gerontologia Biomédica Para a obtenção do
PLANO DE AULA. Aulas práticas
PLANO DE AULA Disciplina: PCF Fisioterapia Hospitalar e em UTI Professor Emerson dos Santos e Érica Bertaglia de Paula Curso: Fisioterapia Ano 2010 5º. Ano Turma: A Data Atividades temáticas Estratégias/bibliografia
ANÁLISE DA FORÇA DO ASSOALHO PÉLVICO NOS PERÍODOS DO PRÉ E PÓS-PARTO
ANÁLISE DA FORÇA DO ASSOALHO PÉLVICO NOS PERÍODOS DO PRÉ E PÓS-PARTO Autor(a):Ednalva Dias da Silva G INESUL FISIOTERAPIA LONDRINA PR Orientadora e Docente: Mirela Casonato Roveratti PÔSTER [email protected]
Educação para a Saúde
Educação para a Saúde Exercícios Laborais Setembro de 2006 Raquel Faria Araújo de Oliveira Ergonomista e Educadora física Saúde Segundo a Organização Mundial de Saúde: Saúde é um estado de completo bem-estar
Colaboradores...5 Dedicatória...6 Agradecimentos...7 Prefácio...9
Sumário Colaboradores...5 Dedicatória...6 Agradecimentos...7 Prefácio...9 PARTE I Introdução à profissão de enfermagem 1 Enfermagem uma profissão em evolução...21 Visão geral...22 Revisão histórica...22
21/10/2014. Referências Bibliográficas. Produção de ATP. Substratos Energéticos. Lipídeos Características. Lipídeos Papel no Corpo
Referências Bibliográficas Livro: McArdle & Katch & Katch. Fisiologia do Exercício: Metabolismo de Lipídeos Durante o Exercício Físico Aeróbico Prof. Dr. Paulo Rizzo Ramires Escola de Educação Física e
Adaptações cardiovasculares agudas e crônicas ao exercício
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE Departamento de Fisiologia Laboratório de Farmacologia Cardiovascular - LAFAC Adaptações cardiovasculares agudas e crônicas ao exercício Prof. André Sales Barreto Desafio
PERFIL DOS PACIENTES ATENDIDOS PELA FISIOTERAPIA NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DO HOSPITAL DA PROVIDÊNCIA DE APUCARANA
PERFIL DOS PACIENTES ATENDIDOS PELA FISIOTERAPIA NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DO HOSPITAL DA PROVIDÊNCIA DE APUCARANA VIALE, C. S. S.; SANTOS, K. K. V.; HAYASHI, D. Resumo: O objetivo deste trabalho
Jose Roberto Fioretto
Jose Roberto Fioretto [email protected] Professor Adjunto-Livre Docente Disciplina de Medicina Intensiva Pediátrica Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP 1988 Ventilação Pulmonar Mecânica Objetivos Fisiológicos
CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO
CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Fisiologia do Exercício Código: Fisio 112 Pré-requisito: Fisiologia Humana Período
Práticas e programas de musculação para a população acima de sessenta anos
Práticas e programas de musculação para a população acima de sessenta anos Autor: Felipe Carvalho Segundo Barry & Carson 2004 a degeneração do sistema neuromuscular impede a habilidade de gerar contração
Disciplina. 1 ano - 2 Semestre. Disciplina
1 ano - 1 Semestre Anatomia Humana I 60 4 Estudo da Genética e da Evolução 60 4 Necessidades Educacionais Especiais 60 4 História e Fundamentos da Fisioterapia 45 3 Antropologia 30 2 Fisiologia 60 4 Saúde
INSTRUÇÃO DE TRABALHO
1. Titulo: MONITORIZAÇÃO CARDÍACA 2. Definição: Consiste em manter a visualização contínua da atividade elétrica (ritmo e frequência) do coração, através de um monitor cardíaco. 3. Objetivos: Visualizar
AGILIDADE E EQUILIBRIO DINÂMICO EM ADULTOS E IDOSOS
AGILIDADE E EQUILIBRIO DINÂMICO EM ADULTOS E IDOSOS Jéssica Cruz de Almeida¹ Joyce Cristina de S. N. Fernandes¹ Jozilma de Medeiros Gonzaga¹ Maria Goretti da Cunha Lisboa¹ Universidade Estadual da Paraíba¹
Determinantes do processo saúde-doença. Identificação de riscos à saúde. Claudia Witzel
Determinantes do processo saúde-doença. Identificação de riscos à saúde Claudia Witzel CONCEITOS DE SAÚDE E DOENÇA Saúde pode ser definida como ausência de doença Doença ausência de saúde... Saúde é um
CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS
CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS Unidades de Convalescença, Reabilitação e Manutenção O Hospital SOERAD dispõe de programas de Cuidados Continuados adaptados especificamente às necessidades de cada paciente,
Utilização de órteses na reabilitação de pacientes portadores de osteoporose vertebral
Utilização de órteses na reabilitação de pacientes portadores de osteoporose vertebral Marcelo J es us Jus tino Ares * A reabilitação na osteoporose tem como objetivos o alívio da dor, a preservação da
Avaliação da Dor - 5º Sinal Vital:
Avaliação da Dor - 5º Sinal Vital: Um projecto de intervenção-acção Grupo de Trabalho: Fernanda Dantas Raquel Flores Avaliação da Dor: 5º SINAL VITAL Circular Normativa nº 9 da Direcção-Geral da Saúde
Perfil epidemiológico do CTI e estrutura de atendimento
Perfil epidemiológico do CTI e estrutura de atendimento O Serviço de Terapia Intensiva Adulto, possui 10 leitos que incluem 2 leitos de isolamento distribuídos em uma área aproximada de 130m2. Encontra-se
Programa de Residência Médica CANCEROLOGIA PEDIÁTRICA. Comissão de Residência Médica COREME
Programa de Residência Médica CANCEROLOGIA PEDIÁTRICA Comissão de Residência Médica COREME Programa de Residência Médica CANCEROLOGIA PEDIÁTRICA Instituída pelo Decreto nº 80.281, de 5 de setembro de 1977,
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA DISCIPLINA: FISIOLOGIA DO ESFORÇO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA CÓDIGO: EDFFIE DISCIPLINA: FISIOLOGIA DO ESFORÇO PRÉ - REQUISITO: FISIOLOGIA GERAL CARGA HORÁRIA: 80 CRÉDITOS: 04
Qualidade de Vida 02/03/2012
Prof. Dr. Carlos Cezar I. S. Ovalle Descreve a qualidade das condições de vida levando em consideração fatores como saúde, educação, expectativa de vida, bem estar físico, psicológico, emocional e mental.
NOTA TÉCNICA. Vigilância da Influenza ALERTA PARA A OCORRÊNCIA DA INFLUENZA E ORIENTAÇÃO PARA INTENSIFICAÇÃO DAS AÇÕES DE CONTROLE E PREVENÇÃO
12 de abril de 2016 Página 1/5 VIGILÂNCIA DA INFLUENZA A vigilância da influenza no Ceará é composta pela vigilância sentinela da SG e vigilância universal da SRAG, além da vigilância de surtos de SG.
SandraPais XVII FÓRUM DE APOIO AO DOENTE REUMÁTICO 10 E 11 OUTUBRO DE 2014
SandraPais XVII FÓRUM DE APOIO AO DOENTE REUMÁTICO 10 E 11 OUTUBRO DE 2014 Uma degeneração focal das cartilagens articulares, com espessamento ósseo subcondral e proliferações osteocondrais marginais Dá
ALONGAMENTO MUSCULAR
MOVIMENTOS PASSIVOS E ATIVOS ALONGAMENTO MUSCULAR Prof. Ma. Ana Júlia Brito Belém/PA Aula 03 AMPLITUDE DE MOVIMENTO E a medida de um movimento articular, que pode ser expressa em graus. Quanto maior a
TÍTULO: OS EFEITOS DO EXERCÍCIO RESISTIDO NA PORCENTAGEM DE GORDURA EM IDOSOS
Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: OS EFEITOS DO EXERCÍCIO RESISTIDO NA PORCENTAGEM DE GORDURA EM IDOSOS CATEGORIA: EM ANDAMENTO
Data: 18/06/2013. NTRR 100/2013 a. Medicamento x Material Procedimento Cobertura. Solicitante: Juiza de Direito Dra. Herilene de Oliveira Andrade
NTRR 100/2013 a Solicitante: Juiza de Direito Dra. Herilene de Oliveira Andrade Data: 18/06/2013 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Número do processo: 335.13.1151-3 Réu: Município de Itapecerica
Respostas cardiovasculares ao esforço físico
Respostas cardiovasculares ao esforço físico Prof. Gabriel Dias Rodrigues Doutorando em Fisiologia UFF Laboratório de Fisiologia do Exercício Experimental e Aplicada Objetivos da aula 1. Fornecer uma visão
CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR
CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR A Circulação Extracorpórea marcou o início da fase moderna da Cirurgia Cardiovascular. Seu desenvolvimento e evolução permitiu que patologias cardiovasculares
Fisiologia do Trato Respiratório
Universidade Federal de Ouro Preto Instituto de Ciências Exatas e Biológicas ICEB Departamento de Ciências Biológicas DECBI Fisiologia II (CBI-198) Fisiologia do Trato Respiratório Profª: Franciny Paiva
Definição. Conceitos Básicos de Cinesioterapia. Primeiros Registros. Primeiros Registros. Primeiros Registros. Primeiros Registros 27/2/2012
Definição Conceitos Básicos de Cinesioterapia Prof Christiane Riedi Daniel Disciplina: Cinesioterapia Cinesioterapia - s.f. Tratamento pelo movimento no sentido geral: mobilização ativa e passiva dos exercícios
Miologia. Tema C PROCESSOS ENERGÉTICOS NO MÚSCULO ESQUELÉTICO
PROCESSOS ENERGÉTICOS NO MÚSCULO ESQUELÉTICO 1 Necessidades energéticas da fibra muscular 2 Papel do ATP 3 Processos de ressíntese do ATP 3.1 Aeróbico 3.2 Anaeróbico alático e lático 4 Interação dos diferentes
y Para viver, viver os seres aeróbios necessitam da entrada constante de oxigénio para as células e da eliminação eficaz do dióxido de carbono que se
Trocas gasosas nos seres multicelulares y Para viver, viver os seres aeróbios necessitam da entrada constante de oxigénio para as células e da eliminação eficaz do dióxido de carbono que se forma como
Adaptações Celulares. Processos Patológicos Gerais Profa. Adriana Azevedo Prof. Archangelo P. Fernandes Enf./2 o sem
Adaptações Celulares Processos Patológicos Gerais Profa. Adriana Azevedo Prof. Archangelo P. Fernandes Enf./2 o sem Estímulo Lesivo Célula Normal Estresse Fisiológico/ Patógeno Lesão Celular Incapacidade
EQUILIBRIO TÉRMICO ENTRE O HOMEM E O MEIO
EQUILIBRIO TÉRMICO ENTRE O HOMEM E O MEIO Conforto térmico conforto térmico de um ambiente pode ser definido como a sensação de bem-estar experimentada por uma e/ou pela maioria das pessoas. Está relacionada
