PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL

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1 EMPRESA DR. CARLO WILLE PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL 13 de MAIO de 2016

2 Perfil da Empresa Nome: DR CARLO WILLE. Endereço: Rua Lages, n 595 Centro CEP: Cidade: Joinville - SC Fone: (47) (Luana / Daiane) [email protected] / [email protected] CPF: Atividade Principal: Atividade médica ambulatorial restrita a consultas Grau de Risco: 03 Grupo de Risco: Saúde Cipa Estruturada: Grupo C 34 Não Aplicável Designar um empregado para o curso de CIPA e promover o seu treinamento, o qual será responsável pelo cumprimento dos objetivos da Norma Regulamentadora NR 5 (conforme NR 5, Item 5.6.4). Nº. de Funcionários: 04 2

3 Habilitação O presente trabalho tem a responsabilidade técnica e é assinado por Gilmar M. P. de Aguiar Souza, Médica do Trabalho, com registro no CRM n 1771 MTb 4552 RQE Sua habilitação para executar tal tarefa está explícita na Constituição Federal, no Título II - dos Direitos e Garantias Fundamentais, Capítulo I - dos Direitos e Deveres Individuais e Artigo 5º - Item XIII; no Artigo 195 da CLT; na Lei nº 6.514/77 da Portaria nº 3.214/78 do MTb, em sua Norma Regulamentadora NR 15, item Dra. Gilmar M. P. de Aguiar Souza Reg: CRM 1771 MTb 4552 RQE

4 1. CONCEITO O PCMSO é um programa médico de atenção à saúde do trabalhador; implementado pela empresa, visando a prevenção de danos causados à saúde por agentes agressivos presentes nos ambientes de trabalho. O PCMSO exigido pela redação da NR-7 tem caráter preventivo objetivando o diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, inclusive de natureza sub-clínica levando em especial consideração o instrumento clínico-epidemiológico, além da constatação da existência de casos de doenças profissionais ou danos irreversíveis à saúde dos trabalhadores. O PCMSO inclui a realização obrigatória dos exames médicos admissional, periódico, de retorno ao trabalho, mudança de função e demissional, devendo os referidos exames serem realizados pelo médico coordenador ou profissional médico encarregado por este, e que esteja familiarizado com os princípios de patologia ocupacional e suas causas, bem como com o ambiente, as condições de trabalho e os riscos a que está exposto cada trabalhador da empresa a ser examinado. Considerando a Norma Regulamentadora NR nº- 7 (NR-7), instituída pela Portaria MTb / SSST nº 24 de 29/12/1994, a EMPRESA DR. CARLO GUSTAVO DE CASTRO WILLE está se adequando à mesma, apresentando o PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO em anexo. 4

5 2. DESENVOLVIMENTO Elaborar e desenvolver um programa de ações e controles médicos laboratoriais, visando: 1. Promoção e preservação da saúde do conjunto dos trabalhadores: 2. Controle dos riscos potenciais à saúde, inerentes a execução do trabalho, levando em consideração: Dados objetivos O PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais Dados teóricos Conhecimento científico atualizado DAS RESPONSABILIDADES Compete ao Empregador: 1. Custear, sem ônus para o empregado, todos os procedimentos relacionados ao PCMSO; 2. No caso de empresa estar desobrigada de manter médico do trabalho, de acordo com a NR-4, deverá o empregador indicar médico do trabalho, empregado ou não da empresa, para coordenar o PCMSO; 3. Ficam desobrigados de indicar médico coordenador as empresas de grau de risco 1 e 2, segundo o Quadro I da NR-4, com até 25 (vinte e cinco) empregados e aquelas de grau de risco 3 e 4, segundo o Quadro I da NR-4, com até 10 (dez) empregados. (Item acrescentado pela Portaria SSST nº 08, de ). Compete ao Médico Coordenador: 1. Realizar os exames médicos previstos no item 7.4.1, ou encarregar os mesmos a profissional médico familiarizado com os princípios da patologia ocupacional e suas causas, bem como com o ambiente, as condições de trabalho e os riscos a que está ou será exposto cada trabalhador da empresa a ser examinado; 2. Encarregar dos exames complementares previstos nos itens, quadros e anexos desta NR, profissionais e/ou entidades devidamente capacitados, equipados e qualificados. De acordo com a NR-7, item o PCMSO deve incluir, entre outros, a realização obrigatória dos exames médicos: A = ADMISSIONAL 5

6 B = PERIÓDICO C = RETORNO AO TRABALHO D = MUDANÇA DE FUNÇÃO E = DEMISSIONAL Os exames de que trata o item compreendem: A) - Avaliação clínica, abrangendo anamnese ocupacional, exame físico e mental. B) - Exames complementares, realizados de acordo com os termos especificados na NR-7, e seus anexos. Para os trabalhadores cujas atividades envolvem os riscos discriminados nos Quadros I e II desta NR, os exames médicos complementares deverão ser executados e interpretados com base nos critérios constantes dos referidos quadros e seus anexos. A periodicidade de avaliação dos indicadores biológicos do Quadro I deverá ser, no mínimo, semestral, podendo ser reduzida a critério do médico coordenador, ou por notificação do médico agente da inspeção do trabalho, ou mediante negociação coletiva de trabalho. Para os trabalhadores expostos a agentes químicos não constantes dos Quadros I e II, outros indicadores biológicos poderão ser monitorizados, dependendo de estudo prévio dos aspectos de validade toxicológica, analítica e de interpretação desses indicadores. Outros exames complementares usados normalmente em patologia clínica para avaliar o funcionamento de órgãos e sistemas orgânicos poderão ser realizados, a critério do médico coordenador ou encarregado, ou por notificação do médico agente da inspeção do trabalho, ou ainda decorrente de negociação coletiva de trabalho. A avaliação clínica referida no item 7.4.2, alínea "a", como parte integrante dos exames médicos constantes do item 7.4.1, deverá obedecer aos prazos e à periodicidade conforme previstos nos subitens abaixo relacionados: No exame médico admissional, deverá ser realizada antes que o trabalhador assuma suas atividades; No exame médico periódico, de acordo com os intervalos mínimos de tempo abaixo discriminados: a) para trabalhadores expostos a riscos ou situações de trabalho que impliquem no desencadeamento ou agravamento de doença ocupacional, ou, ainda, para aqueles que sejam portadores de doenças crônicas, os exames deverão ser repetidos: A cada ano ou a intervalos menores, a critério do médico encarregado, ou se notificado pelo médico agente da inspeção do trabalho, ou, ainda, como resultado de negociação coletiva do trabalho; b) para os demais trabalhadores: Anual, quando menores de 18 anos e maiores de 45 anos de idade; A cada 2 anos, para os trabalhadores entre 18 e 45 anos de idade. 6

7 No exame médico de retorno ao trabalho, deverá ser realizada obrigatoriamente no primeiro dia de volta ao trabalho de trabalhador ausente por período igual ou superior a 30 dias por motivo de doença ou acidente de natureza ocupacional ou não, ou parto. No exame médico de mudança de função, será obrigatoriamente realizada antes da data de mudança; Para fins desta NR, entende-se por mudança de função toda e qualquer alteração de atividade, posto de trabalho ou de setor que implique na exposição do trabalhador a risco diferente daquele a que estava exposto antes da mudança. No exame demissional será obrigatoriamente realizado até a data da homologação, desde que o último exame médico ocupacional tenha sido realizado há mais de: a) 135 dias para as empresas de grau de risco 1 e 2, segundo o Quadro I da NR 4; b) 90 dias para empresas de grau de risco 3 e 4, segundo o Quadro I da NR 4. As empresas enquadradas no grau de risco 1 ou 2, segundo o Quadro I da NR-4, poderão ampliar o prazo de dispensa da realização do exame demissional em até mais 135 (cento e trinta e cinco) dias, em decorrência de negociação coletiva, assistida por profissional indicado de comum acordo entre as partes ou por profissional do órgão regional competente em segurança e saúde no trabalho. (Redação dada ao item pela Portaria SSST nº 08, de ) As empresas enquadradas no grau de risco 3 ou 4, segundo o Quadro I da NR-4, poderão ampliar o prazo de dispensa da realização do exame demissional em até mais 90 (noventa) dias, em decorrência de negociação coletiva, assistida por profissional indicado de comum acordo entre as partes ou por profissional do órgão regional competente em segurança e saúde no trabalho. (Redação dada ao item pela Portaria SSST nº 08, de ). Para cada exame médico realizado, previsto no item 7.4.1, o médico emitirá o Atestado de Saúde Ocupacional - ASO, em duas vias. A primeira via do ASO ficará arquivada no local de trabalho do trabalhador, inclusive frente de trabalho ou canteiro de obras, à disposição da fiscalização do trabalho. A segunda via do ASO será obrigatoriamente entregue ao trabalhador, mediante recibo na primeira via. Os dados obtidos nos exames médicos, incluindo avaliação clínica e exames complementares, as conclusões e as medidas aplicadas deverão ser registrados em prontuário clínico individual, que ficará sob a responsabilidade do médico coordenador do PCMSO. O PCMSO deverá obedecer a um planejamento em que estejam previstas as ações de saúde a serem executadas durante o ano, devendo estas ser objeto de relatório anual. O relatório anual deverá discriminar, por setores da empresa, o número e a natureza dos exames médicos, incluindo avaliações clínicas e exames complementares, estatísticas de resultados considerados anormais, assim como o planejamento para o próximo ano, tomando como base o modelo proposto no Quadro III desta NR. 7

8 O relatório anual do PCMSO poderá ser armazenado na forma de arquivo informatizado, desde que este seja mantido de modo a proporcionar o imediato acesso por parte do agente da inspeção do trabalho. 3. RISCOS BIOLÓGICOS Agentes Biológicos: A exposição a agentes biológicos são os que derivam do contato dos trabalhadores com vegetais, animais ou seus produtos ou excreção durante as atividades laborais, podendo evoluir para processos infecciosos, tóxicos ou alérgicos. As infecções podem ser agudas ou crônicas e provocadas pelo mais diferentes organismos vivos: bactérias, vírus, fungos, ou parasitas, como certos protozoários, helmintos e artrópodes. São considerados agentes biológicos os microrganismos, geneticamente modificados ou não, as culturas de células, os parasitas, as toxinas e os príons. Esses agentes são capazes de provocar dano à saúde humana, podendo causar infecções, efeitos tóxicos, efeitos alergênicos, doenças autoimunes e a formação de neoplasias e malformações. Condiloma acuminado: O condiloma acuminado ou verruga genital é uma doença sexualmente transmissível (DST) que se caracteriza pela formação de verrugas no períneo, conhecido popularmente como crista de galo ou jacaré. É causada pelo vírus HPV. A transmissão do vírus é, sobretudo, na relação sexual, mesmo que não haja penetração, mas pode ocorrer também por roupas íntimas contaminadas. As lesões atingem a pele do pênis, a glande, a uretra, nádegas, ânus, vagina e regiões próximas. As lesões que ocorrem no reto não são necessariamente causadas por sexo anal. O condiloma acuminado é uma DST transmitida pelo sexo oral vaginal e anal, e também pela masturbação em casal. Pode ser transmitida também por contato indireto do tipo utilizar sanitários públicos. HEPATITE B: Agente infeccioso: Vírus da hepatite B A Hepatite B é uma doença infecciosa freqüentemente crônica causada pelo vírus da Hepatite B (HBV). É transmitida sexualmente ou por agulhas com sangue infectado e pode progredir para cirrose hepática ou cancro do fígado (hepatocarcinoma). SÍFILIS: Historicamente chamada de Lues é uma doença sexualmente transmitida (DST) causada por um espiroqueta chamado Treponema pallidum. A sífilis também é conhecida como cancro duro, avariose, doença-do-mundo, mal-de-franga, mal-de-nápoles, lues, mal-de-santa-eufêmia e pudendagra, entre outros. O Treponema pallidum é uma bactéria do tipo espiroqueta, ou seja, é uma bactéria com forma de espiral (em média dá 10 a 20 voltas). Têm cerca de 10 micrometros de comprimento, mas apenas 0,2 micrometros de largura. Movendo-se ao longo do eixo longitudinal, tipo "saca-rolhas". A destruição pela infecção do T. pallidum resulta principalmente dos danos causados pelo próprio sistema imunológico, tentando destruí-lo. AIDS: A síndrome da imunodeficiência adquirida é o conjunto de sintomas e infecções em seres humanos resultantes do dano específico do sistema imunológico ocasionado pelo vírus da 8

9 imunodeficiência humana (VIH, ou HIV segundo a terminologia anglo-saxónica). O alvo principal são os linfócitos T CD4+, fundamentais para a coordenação das defesas do organismo. Assim que o número destes linfócitos diminui abaixo de certo nível (o centro de controle de doenças dos Estados Unidos da América define este nível como 200 por ml), o colapso do sistema imune é possível, abrindo caminho a doenças oportunistas e tumores que podem matar o doente. Existem tratamentos para a SIDA/AIDS e o HIV que diminuem a progressão viral, mas não há nenhuma cura conhecida. DIFTERIA: Agente infeccioso: Corynebacterium diphtheriae - A difteria é uma doença muito contagiosa e grave, por vezes mortal; é mais freqüente em crianças e afeta primeiro a garganta e o nariz, depois o coração e o sistema nervoso. TÉTANO: Agente infeccioso: Bacilo do tétano Clostridium tetani - O tétano é outra doença muito grave, freqüentemente mortal, que pode atingir qualquer pessoa em qualquer idade. Como os recém-nascidos também podem ser infectados, todas as mulheres grávidas devem estar corretamente vacinadas contra esta doença. RUBÉOLA: Agente infeccioso: Vírus da rubéola familia Togaviridae, gênero Rubivirus A Rubéola é uma doença causada pelo vírus da rubéola e transmitida por via respiratória. É uma doença geralmente benigna, mas que pode causar malformações no embrião em infecções de mulheres grávidas. 9

10 Classificação dos Patógenos Por Risco Biológico Grupo 1: Microrganismos que, até o momento, não causam doenças para o homem (baixo risco individual e coletivo) e que não representam riscos para o ambiente (Lactobacillus, Lactococcus, Saccharomyces, Bacillus polymyxa, cepas não patogênicas de E. coli, dentre outros); Grupo 2: Microrganismos que podem causar doenças no homem, mas a exposição laboratorial raramente produz doença. Mesmo assim, para essas doenças existem medidas profiláticas e terapêuticas eficientes (Espécies de Salmonella (exceto S. typhi), E. coli patogênicas, Proteus, Staphylococcus, Streptococcus, Neisseria, Listeria, dentre outros); Grupo 3: Microrganismos que podem causar doenças graves no homem e apresentam risco elevado para os laboratoristas. Eles podem apresentar riscos de serem disseminados para a população, mas para as doenças causadas existem medidas profiláticas e terapêuticas eficazes (Mycobacterium tuberculosis, Coxiella burnetti); Grupo 4: Microrganismos que causam doenças humanas severas e apresentam risco elevado para os laboratoristas e para a população em geral. Eles são agentes altamente infecciosos que se propagam facilmente, podendo causar a morte das pessoas infectadas, pois não existem atualmente medidas profiláticas ou tratamentos efetivos. Vias de Transmissão de Patógenos Direta, Transmissão oral: os agentes infecciosos são transmitidos por via oral, principalmente quando microrganismos patogênicos são isolados em culturas puras e atingem populações elevadas. Esta é uma das razões pelas quais não se deve pipetar com a boca, comer, beber, mascar chicletes, levar a mão ou objetos como caneta ou lápis à boca ou fumar no laboratório. Direta, Transmissão aérea: os microrganismos são transmitidos através da inalação de aerossóis contendo os agentes infecciosos. Esses microrganismos podem difundir-se no ambiente do laboratório. Indireta: Transmissão cutânea ou parenteral: Esta transmissão ocorre através da pele, pela injeção acidental de espécimes ou culturas microbianas com agulhas ou quando ocorrem acidentes com materiais cortantes, tais como vidro quebrado, lâminas de bisturi e agulhas. Apenas poucos organismos podem ser adquiridos através da pele intacta como Leptospira, Brucella, Treponema e larvas do Strongyloides, dentre outros. Indivíduos com soluções de continuidade na pele não devem trabalhar no laboratório. Transmissão ocular: Os organismos podem ser transmitidos através da superfície da mucosa ocular através de gotículas ou respingos de culturas que atinjam os olhos. Usualmente são os mesmos tipos de organismos que são transmitidos por via parenteral e também algumas toxinas potentes como a do C. botulinum. O respingo na mucosa pode ocorrer quando há manipulação de culturas líquidas, principalmente quando são pipetadas ou quando materiais como placas de micro- 10

11 titulação contendo microrganismos são submetidos a etapas que envolvem lavagem (teste de ELISA) ou quando são transferidos ou adicionados materiais dentro de líquidos contendo microrganismos. Também podem contaminar-se por esta via através do contato dos olhos com lentes de microscópios e outros aparelhos oculares contaminados. Vigilância médica dos trabalhadores potencialmente expostos: Os trabalhadores potencialmente expostos aos riscos biológicos deverão realizar periodicamente exame médico ocupacional e exames complementares, além de manter em dia o programa de vacinação. Sempre que houver transferência permanente ou ocasional de um trabalhador para outro posto de trabalho, que implique em mudança de risco, esta deve ser comunicada de imediato ao médico coordenador do PCMSO. Em toda a ocorrência de acidente envolvendo riscos biológicos, com ou sem afastamento do trabalhador, deve ser emitida a CAT Comunicação de Acidente do Trabalho. Todos os funcionários que apresentem qualquer sintoma de doença devem procurar imediatamente assistência médica, para que sejam tomadas todas as ações necessárias para a promoção da saúde. Esta assistência deve ser comunicada ao médico coordenador do PCMSO ou aos médicos por ele delegados, para que faça constar no prontuário clínico do paciente. Os trabalhadores com feridas ou lesões nos membros superiores só podem iniciar suas atividades após avaliação médica obrigatória com emissão de documento de liberação para o trabalho. Antes e após os procedimentos de coleta e manipulação de material biológico, é obrigatório o processo de lavagem das mãos, mesmo que o funcionário utilize luvas. 6) Programa de vacinação dos trabalhadores: A todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido, gratuitamente, programa de imunização ativo contra tétano, difteria, hepatite B e os demais solicitados pelo médico coordenador do PCMSO. Sempre que houver vacinas eficazes contra outros agentes biológicos a que os trabalhadores estão, ou poderão estar expostos, o empregador deve fornecê-las gratuitamente, bem como providenciar seu reforço. A vacinação deve obedecer às recomendações do Ministério da Saúde. O empregador deve assegurar que os trabalhadores sejam informados das vantagens e dos efeitos colaterais, assim como dos riscos a que estarão expostos por falta ou recusa de vacinação, devendo, nestes casos, guardar documento comprobatório e mantê-lo disponível à inspeção do trabalho. A vacinação deve ser registrada no prontuário clínico individual do trabalhador, conforme previsto na NR-07. Deve ser fornecido ao trabalhador comprovante das vacinas recebidas. 11

12 4. LOCALIZAÇÃO DAS ÁREAS DE RISCO A) ADMINISTRATIVO Nível de Risco Biológico (NRB): 1 GRAU DE RISCO 1) Baixo: Serviços burocráticos Cadastro de exames Preparo de reagentes não tóxicos Liberação de resultados Atendimento Calibração de equipamento 2) Baixo a moderado: Autoclavação Contato com utensílios utilizados nos exames 3) Moderado a alto: Punção venosa Contato acidental de sangue, ou outros líquidos/fluídos biológicos. B) ATENDIMENTO Nível de Risco Biológico (NRB): 1 GRAU DE RISCO 1) Baixo: Serviços burocráticos Cadastro de exames Preparo de reagentes não tóxicos Liberação de resultados Atendimento Calibração de equipamento 2) Baixo a moderado: Autoclavação Contato com utensílios utilizados nos exames 3) Moderado a alto: Punção venosa Contato acidental de sangue, ou outros líquidos/fluídos biológicos. 12

13 5. DETALHAMENTO DO PCMSO A empresa está assim distribuída: SETOR ADMINISTRATIVO Nome do Funcionário Função Local de Trabalho Exposição a agentes e riscos Exame Médico Ocupacional Exames Complementares José Carlos Gomez Administrador Administrativo Ausência de riscos específicos Exame Médico Ocupacional Vargas Isabelle Gros Secretária Particular Administrativo Ausência de riscos específicos Exame Médico Ocupacional Fernanda Ferreira Leão Auxiliar Administrativo Administrativo Ausência de riscos específicos Exame Médico Ocupacional Legenda das Periodicidades: AD ADMISSIONAL PAN PERIÓDICO ANUAL PBI PERIÓDICO BIENAL PTR PERIÓDICO TRIENAL PSM PERIÓDICO SEMESTRAL SMA SEIS MESES APÓS ADMISSÃO MF MUDANÇA DE FUNÇÃO RT RETORNO AO TRABALHO DE DEMISSIONAL Periodicidade exames médico/complementares EXAME AD PAN PBI PTR PSM SMA MF RT DE Exame Médico Ocupacional X X X X X 13

14 SETOR ATENDIMENTO Nome do Funcionário Função Local de Trabalho Exposição a agentes e riscos Exame Médico Ocupacional Exames Complementares Sonia Cristina Cardoso Auxiliar Consultório Recepção Q: álcool etílico Exame Médico Ocupacional Legenda das Periodicidades: AD PAN PBI PTR PSM SMA MF RT DE ADMISSIONAL PERIÓDICO ANUAL PERIÓDICO BIENAL PERIÓDICO TRIENAL PERIÓDICO SEMESTRAL SEIS MESES APÓS ADMISSÃO MUDANÇA DE FUNÇÃO RETORNO AO TRABALHO DEMISSIONAL Periodicidade exames médico/complementares EXAME AD PAN PBI PTR PSM SMA MF RT DE Exame Médico Ocupacional X X X X X 14

15 6. PRIMEIROS SOCORROS De conformidade com o item da NR 7 todos os estabelecimentos deverão estar equipados com material necessário a prestação de primeiros socorros, considerando a atividade da empresa. O material deverá ficar guardado em local apropriado e aos cuidados de pessoa treinada para tal fim. INSTRUMENTOS MATERIAIS PARA CURATIVOS ANTI-SÉPTICOS Tesoura Pinça Termômetro Luvas de látex Algodão hidrófilo Gaze esterilizada Esparadrapo Ataduras de crepe Clorexidina Água oxigenada (concentração 10 volumes) Soro fisiológico 15

16 7. CONSIDERAÇÕES FINAIS O presente PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL está de acordo com a redação da Norma Regulamentadora NR-7, instituída pela Portaria MTb/SSST número 24 de 29/12/94. A critério do médico poderão ser solicitados exames complementares. O controle clínico-epidemiológico, o monitoramento biológico e os parâmetros para exposição ocupacional ao ruído serão complementados durante a SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho), bem como através do Programa de Conservação Auditiva (PCA), outros riscos ambientais como AIDS, DST, Alcoolismo, Tabagismo e Primeiros Socorros de acordo com as necessidades e expectativas dos funcionários. Por delegação do Médico do Trabalho, coordenador do presente PCMSO, os exames médicos ocupacionais desta Empresa poderão ser realizados pelos seguintes profissionais médicos, conforme determinação da NR-07: Dra. Erika Latrônico CRM/SC Dra. Gilmar M. P. de Aguiar Souza CRM/SC 1771 MTb 4552 Dr. Gregori Conte Tondello CRM/SC Dr. Jean Paulo Griebeler CRM/SC A guarda do presente PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO (PCMSO) é de responsabilidade da EMPRESA, por vinte anos. Joinville, 13 de maio de Dra. Gilmar M. P. de Aguiar Souza CRM 1771 MTb 4552 RQE Coordenadora do PCMSO CORAL MEDICINA E SEGURANÇA LTDA CNPJ-MF /

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