Pesquisa Mensal de Comércio - PMC

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Pesquisa Mensal de Comércio - PMC"

Transcrição

1 Diretoria de Pesquisas Coordenação de Serviços e Comércio - COSEC Pesquisa Mensal de Comércio - PMC Resultados de eiro 2017 Data 30/03/2017

2 Objetivo PESQUISA MENSAL DO COMÉRCIO Produzir indicadores que permitam acompanhar a evolução conjuntural do comércio varejista e de seus principais segmentos. Variável Investigada Receita bruta de revenda, definida como receita bruta mensal proveniente da revenda de mercadorias, que deflacionada por índices específicos de preços (IPCA), utilizados como deflatores, se estima um índice de volume de vendas. Pesquisa por amostra Representada por um conjunto de 6157 empresas com cobertura para as 27 UFs. empresas formalmente constituídas sediadas no Território Nacional em situação ativa na Pesquisa Anual de Comércio PAC possuir 20 ou mais pessoas ocupadas na PAC Nota Técnica Com a divulgação de janeiro de 2017 em 30/03/2017, o IBGE inicia série sobre o comércio varejista do país com base em 2014=100 e atualiza a amostra de informantes selecionados a partir da Pesquisa Anual do Comércio (PAC) 2014

3 Evolução da estrutura de ponderação da PMC volume de vendas por atividade Comércio Varejista Atividades base 2011 = 100 base 2014 = 100 Combustíveis e Lubrificantes 10,1 12,5 Hipermercados e Supermercados, Produtos Alimentícios e Fumo 50,6 45,3 Tecidos, vestuário e calçados 8,9 9,6 Móveis e eletrodomésticos 12,0 10,9 Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos 6,2 7,7 Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação 1,6 1,4 Livros, jornais, revistas e papelaria 1,0 1,0 Outros artigos de uso pessoal e doméstico 9,6 11,6 Comercio Varejista Ampliado Atividades base 2011 = 100 base 2014 = 100 Combustíveis e Lubrificantes 5,9 8,4 Hipermercados e Supermercados, Produtos Alimentícios e Fumo 29,8 30,5 Tecidos, vestuário e calçados 5,2 6,5 Móveis e eletrodomésticos 7,1 7,3 Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos 3,7 5,2 Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação 1,0 0,9 Livros, jornais, revistas e papelaria 0,6 0,6 Outros artigos de uso pessoal e doméstico 5,7 7,8 Veículos, motocicletas,partes e peças 32,6 23,8 Atacado e varejo de Material de Construção 8,5 9,0

4 Resumo eiro/ 2017 Volume de vendas ATIVIDADES MÊS/MÊS ANTERIOR (*) MÊS/IGUAL MÊS DO ANO ANTERIOR ACUMULADO Taxa de Variação (%) Taxa de Variação (%) Taxa de Variação (%) NOV DEZ JAN NOV DEZ JAN NO ANO 12 MESES COMÉRCIO VAREJISTA 0,9-1,9-0,7-3,8-4,9-7,0-7,0-5,9 Combustíveis e lubrificantes -0,2 2,6-4,4-7,9-5,5-9,0-9,0-8,8 Hiper, supermercados, prods. alimentícios, bebidas e fumo 0,9-3,0 0,2-1,6-2,9-7,0-7,0-3,2 Tecidos, vest. e calçados -1,4 0,4 4,1-9,8-8,8-6,3-6,3-10,4 Móveis e eletrodomésticos 1,8-2,0-0,1-7,9-8,9-3,5-3,5-10,6 Artigos farmacêuticos, med., ortop. e de perfumaria 0,1 0,1-1,1-3,6-5,6-6,0-6,0-2,6 Livros, jornais, rev. e papelaria -0,3-1,1-1,9-11,4-12,5-17,0-17,0-16,7 Equip. e mat. para escritório informática e comunicação 5,6 1,3-4,8-9,0-1,2-5,9-5,9-10,7 Outros arts. de uso pessoal e doméstico 4,6-4,7-1,8-0,4-4,8-5,8-5,8-8,8 COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO 0,2-0,1-0,2-5,3-6,7-4,8-4,8-7,9 Veículos e motos, partes e peças -1,5 1,8 0,3-9,3-13,5-4,6-4,6-12,6 Material de construção 8,3 2,2-0,8-4,3-1,6-0,3-0,3-9,2 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio. (*) Série com ajuste sazonal

5 Resumo eiro/2017 Receita Nominal de Vendas ATIVIDADES MÊS/MÊS ANTERIOR (*) MÊS/IGUAL MÊS DO ANO ANTERIOR ACUMULADO Taxa de Variação (%) Taxa de Variação (%) Taxa de Variação (%) NOV DEZ JAN NOV DEZ JAN NO ANO 12 MESES COMÉRCIO VAREJISTA 0,7-2,0-0,8 4,6 2,0-2,3-2,3 4,2 Combustíveis e lubrificantes -0,5 5,5-6,4-5,1-2,9-6,9-6,9 0,1 Hiper, supermercados, prods. alimentícios, bebidas e fumo 0,8-4,4 0,0 8,7 5,6-1,1-1,1 8,9 Tecidos, vest. e calçados -1,4 0,3 4,8-6,2-5,8-3,1-3,1-5,8 Móveis e eletrodomésticos 6,3-6,4-0,3-3,3-5,7-2,1-2,1-5,8 Artigos farmaceuticos, med., ortop. e de perfumaria 0,8 0,5-0,1 8,3 6,0 5,4 5,4 8,7 Livros, jornais, rev. e papelaria 0,0-1,0-1,2-2,3-4,3-8,7-8,7-7,6 Equip. e mat. para escritório informatica e comunicação 4,7 0,8-5,1-4,0 1,1-2,9-2,9-3,1 Outros arts. de uso pessoal e doméstico 7,2-5,8-1,2 6,7 1,0 0,8 0,8-1,1 COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO 0,1-0,3-0,9 1,1-1,2-1,7-1,7-0,4 Veículos e motos, partes e peças -0,8 1,6-0,1-8,4-13,1-4,5-4,5-12,0 Material de construção 3,1 5,0-2,5-3,7-1,6 1,3 1,3-7,1 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio. (*) Série com ajuste sazonal

6 Resultados para comparação 2017/ Dez2016* Comércio varejista - série histórica Taxa de variação do volume de vendas do Varejo Base: mês imediatamente anterior 2,5 1,6 1,8 1,2 1,1 0,4 0,7 0,6 0,2 0,1 0,7-0,2-0,2-1,0-0,7-1,5-1, *Série com ajuste sazonal

7 Variação do Volume de Vendas* - eiro/2017 Base: mês imediatamente anterior Equip. e mat. para escritório informática e comunicação Combustíveis e lubrificantes Livros, jornais, rev. e papelaria Outros arts. de uso pessoal e doméstico Artigos farmacêuticos, med., ortop. e de perfumaria Material de construção COMÉRCIO VAREJISTA COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO Móveis e eletrodomésticos Hiper, supermercados, prods. alimentícios, bebidas e fumo Veículos e motos, partes e peças Tecidos, vest. e calçados Comércio Varejista 8 atividades: 2 positivas e 6 negativas Comércio Varejista Ampliado 10 atividades: 3 positivas e 7 negativas 6,0 4,0 4,1 2,0 0,0-2,0-4,0-1,9-1,8-1,1-0,8-0,7-0,2-0,1 0,2 0,3-6,0-4,8-4,4 (*) série com ajuste sazonal

8 Mês/ Mês imediatamente anterior* volume de vendas por atividades Ano/mês Geral Combustíveis e lubrificantes Hiper,super, prods. Alimen. Beb. Tecidos, vestuário e calçados Móveis e eletrodomé sticos Artigos farmac, méd, ortop e de perfumaria Livros, jornais, revistas e papelaria Equip. e Materiais p escritório, inform e comum Outros artigos de uso pessoal e doméstico Varejo Ampliado Veículos e motos, partes e peças Material de construção eiro -1,5-0,7-2,1-4,4-1,0 0,2-1,4 4,1-6,2-0,1 0,0-1,1 1,4-1,9 4,7-4,8-2,4-1,8-2,1-0,2-2,7 0,3-3,9-0,8 Fevereiro 0,8 0,5 0,7-3,4 6,6 0,2-4,9-3,9-0,7 2,0 4,0 2,1 Março -1,1-1,7-1,8-4,7-2,0-0,2-0,6 4,8-1,9-1,8-2,3 0,0 Abril 0,2-0,1 1,3 4,1-1,8-2,5-3,5-5,2 2,0-1,5-6,6-3,3 Maio -0,9-0,3 0,0 1,4-1,0-0,7-3,7-2,0-1,9-0,4 0,4-0,4 Junho 0,1-0,6 0,1 0,7-0,4-0,7 2,2-3,2 0,6-0,4-1,3 1,7 Julho -0,7-0,6-0,8-5,9-0,5 0,6-0,7 4,9-0,9-1,0-0,9-2,2 Agosto -0,7-1,9 0,5 0,0-2,1-3,5-2,2-4,4-1,1-2,2-5,6 1,5 Setembro -0,8-0,5-1,3-0,8-1,5 1,4-1,8-0,2 0,2 0,4 3,5-2,4 Outubro -0,6-1,4-0,6 0,5 0,4-0,4 0,6-0,7 1,1-0,4-0,4-5,7 Novembro 0,9-0,2 0,9-1,4 1,8 0,1-0,3 5,6 4,6 0,2-1,5 8,3 Dezembro -1,9 2,6-3,0 0,4-2,0 0,1-1,1 1,3-4,7-0,1 1,8 2,2 Fonte: IBGE Volume de Vendas - Séries com ajuste sazonal (Base: 2011=100) *Série com ajuste sazonal

9 Média Móvel Trimestral* Comércio varejista Gráfico 1 - Volume de Vendas com Ajuste Sazonal Índice de Base Fixa e Média Móvel Trimestral IBF Mmóvel jan-14 mar-14 mai-14 jul-14 set-14 nov-14 jan-15 mar-15 mai-15 jul-15 set-15 nov-15 jan-16 mar-16 mai-16 jul-16 set-16 nov-16 jan-17 *Série com ajuste sazonal

10 Média Móvel Trimestral* Comércio varejista ampliado Gráfico 3 - Volume de Vendas do Varejo Ampliado com Ajuste Sazonal Índice de Base Fixa e Média Móvel Trimestral IBF Mmóvel jan-14 abr-14 jul-14 out-14 jan-15 abr-15 jul-15 out-15 jan-16 abr-16 jul-16 out-16 jan-17 *Série com ajuste sazonal

11 Evolução da Média Móvel Trimestral* Comércio Varejista _ Trimestre encerado em OUT -0,7% Trimestre encerrado em NOV -0,2% Trimestre encerrado em DEZ -0,5% 0,1 pp Trimestre encerrado em JAN17-0,6% Saldo da média móvel trimestral Varejo: 6 das 8 atividades são negativas Varejo Ampliado: 7 das 10 atividades são negativas *Série com ajuste sazonal

12 *Série com ajuste sazonal Saldo Média Móvel Trimestral* eiro2017 / Dezembro2016

13 Síntese indicadores de conjuntura taxa (%) anualizada em quatro trimestres 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0-2,0-4,0-6,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0-2,0-4,0-6,0-8,0 PIB taxa desocupação massa real habitual massa habitual real Varejo 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0-2,0-4,0-6,0-8,0 15,0 10,0 5,0 0,0-5,0-10,0-15,0-20,0 Consumo das familias Varejo Fonte: IBGE/ Diretoria de Pesquisas FBCF Varejo Ampliado

14 Comércio Varejista - Resultados para meses de eiro Série Histórica (base: igual mês do ano anterior)

15 Livros, jornais, rev. e papelaria Volume do Comércio Varejista eiro/2017 Indicador mensal (%) base: igual mês do ano anterior Combustíveis e lubrificantes COMÉRCIO VAREJISTA Hiper, supermercados, prods. alimentícios, bebidas e fumo Tecidos, vest. e calçados Artigos farmacêuticos, med., ortop. e de perfumaria Equip. e mat. para escritório informática e comunicação Outros arts. de uso pessoal e doméstico Móveis e eletrodomésticos 0, ,0-6,0-9,0-9,0-7,0-7,0-6,3-6,0-5,9-5,8-3,5-12,0-15,0-18,0-17,0

16 Livros, jornais, rev. e papelaria Comércio Varejista Ampliado eiro/2017 Índice mensal (%) base: igual mês do ano anterior Combustíveis e lubrificantes Hiper, supermercados, prods. alimentícios, bebidas e fumo Tecidos, vest. e calçados Artigos farmacêuticos, med., ortop. e de perfumaria Equip. e mat. para escritório informática e comunicação Outros arts. de uso pessoal e doméstico COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO Veículos e motos, partes e peças Móveis e eletrodomésticos Material de construção ,3-6 -7,0-6,3-6,0-5,9-5,8-4,8-4,6-3, , ,0

17 Resultados mensais do volume de vendas, por atividades (base: igual mês do ano anterior) Ano/mês Geral Combustíveis e lubrificantes Hiper,super, prods. Alimen. Beb. Tecidos, vestuário e calçados Móveis e eletrodomésti cos Artigos farmac, méd, ortop e de perfumaria Livros, jornais, revistas e papelaria Equip. e Materiais p escritório, inform e comum Outros artigos de uso pessoal e doméstico Varejo Ampliado Veículos e motos, partes e peças Material de construção eiro -10,6-7,0-13,8-9,0-5,8-7,0-12,9-6,3-24,7-3,5-0,2-6,0-13,0-17,0-24,9-5,9-14,8-5,8-14,1-4,8-21,3-4,6-18,0-0,3 Fevereiro -4,2-3,9-1,4-11,5-10,3 5,9-16,3-17,0-11,6-5,6-6,7-11,1 Março -5,7-10,1-1,2-15,3-13,8 2,1-16,2-8,6-11,9-7,9-11,1-14,7 Abril -6,9-10,6-4,6-9,9-10,1-1,3-18,7-14,4-11,1-9,2-13,7-13,0 Maio -9,0-10,8-5,5-13,6-15,2-2,5-24,4-14,4-15,4-10,2-13,2-10,6 Junho -4,8-9,0-1,7-3,9-10,7-2,1-18,3-18,3-8,4-8,1-15,2-9,6 Julho -5,6-10,0-1,0-14,1-10,7-3,3-17,0-13,5-11,5-10,7-21,3-12,6 Agosto -5,5-9,6-2,2-10,5-9,3-3,7-15,1-9,0-10,8-7,7-13,0-6,9 Setembro -5,7-8,7-2,4-10,3-13,4-3,1-18,0-12,0-9,0-8,5-14,3-10,7 Outubro -8,1-10,0-6,4-12,2-13,5-6,1-17,3-6,6-7,6-10,0-13,7-13,5 Novembro -3,8-7,9-1,6-9,8-7,9-3,6-11,4-9,0-0,4-5,3-9,3-4,3 Dezembro -4,9-5,5-2,9-8,8-8,9-5,6-12,5-1,2-4,8-6,7-13,5-1,6 Fonte: IBGE

18 Composição da taxa mensal eiro 2017/ eiro 2016 COMÉRCIO VAREJISTA COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO Atividades Taxa de variação (%) Composição absoluta da taxa (p.p.) Taxa de variação (%) Composição absoluta da taxa (p.p.) Taxa Global -7,0-7,0-4,8-4,8 1 - Combustíveis e lubrificantes -9,0-0,9-9,0-0,5 2 - Hiper, supermercados, prods. alimentícios, bebidas e fumo -7,0-4,0-7,0-2,1 3 - Tecidos, vest. e calçados -6,3-0,4-6,3-0,2 4 - Móveis e eletrodomésticos -3,5-0,4-3,5-0,2 5 - Artigos farmaceuticos, med., ortop. e de perfumaria -6,0-0,5-6,0-0,3 6 - Livros, jornais, rev. e papelaria -17,0-0,2-17,0-0,1 7 - Equip. e mat. para escritório informatica e comunicação -5,9-0,1-5,9 0,0 8 - Outros arts. de uso pessoal e doméstico -5,8-0,6-5,8-0,3 9 - Veículos e motos, partes e peças - -4,6-1,0 10- Material de construção - -0,3 0,0 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio.

19 Indicador Mensal do Comércio Varejista eiro 2017/ eiro ,0% Principais impactos (respondem por mais de 85% da taxa global) Hiper, supermercados, prods. alimentícios, bebidas e fumo (-7,0%) Combustíveis e lubrificantes (-9,0%) Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-5,8%) Artigos farmacêuticos e perfumaria (-4,8%) Fatores de influência: Evolução do mercado de trabalho² Massa dos rendimentos reais habitualmente recebidos: recuo de 1,1% no trimestre móvel encerrado em janeiro 2017 Restrição ao crédito Taxa de juros no crédito às famílias: de 39,2% a.a. em janeiro 2016 para 41,9% a.a em eiro 2017³ Fonte: (¹)IBGE/COINP (²)IBGE/COREN (³)BANCO CENTRAL

20 Indicador Mensal do Comércio Varejista Ampliado eiro 2017/ eiro ,8% Principais impactos (respondem mais de 75% da taxa global) Hiper, supermercados, prods. alimentícios, bebidas e fumo (-7,0%) Veículos e motos, partes e peças (-4,6%) Combustíveis e lubrificantes (-9,0%) Fatores de influência Produção industrial¹ registrou 1,4% em janeiro 2017/ janeiro 16, interrompe 34 meses de taxas negativas consecutivasrromperinta e quatro meses de taxas negativas consecutivas- 0,1 (-0,1%) Restrição ao crédito Taxa de juros no crédito às pessoas jurídicas: 20,1% em jan/2017 Fonte: (¹)IBGE/COIND; (²)BANCO CENTRAL

21 Volume de Vendas taxa (%) anualizada em quatro trimestres janeiro 2017/ janeiro 2016 Índice trimestral

22 Índice semestral 2016 x eiro/2017 Base: igual período do ano anterior Atividades 1 semestre 2 semestre eiro Comércio varejista -6,9-5,5-7,0 Combustíveis e lubrificantes -9,8-8,6-9,0 Hiper, super, prods., bebidas e fumo -3,4-2,8-7,0 Tecidos, vest. e calçados -11,1-10,7-6,3 Móveis e eletrodomésticos -14,7-10,4-3,5 Artigos farmacêuticos 0,2-4,3-6,0 Livros, jornais, rev. e papelaria -17,0-14,9-17,0 Equip e mat. para escritório -16,2-8,2-5,9 Outros arts. de uso pessoal -12,3-7,0-5,8 Comércio varejista ampliado -9,3-8,1-4,8 Veículos e motos, partes e peças -14,9-14,2-4,6 Material de construção -7,4-8,4-0,3 Fonte: IBGE / DPE / COSEC

23 Indicador Acumulado em 12 meses Base: últimos 12 meses anteriores Artigos farmacêuticos, med., ortop. e de perfumaria Hiper, supermercados, prods. alimentícios, bebidas e fumo COMÉRCIO VAREJISTA -5,9 COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO -7,9 Combustíveis e lubrificantes -8,8 Outros arts. de uso pessoal e doméstico -8,8 Material de construção -9,2 Tecidos, vest. e calçados -10,4 Móveis e eletrodomésticos -10,6 Equip. e mat. para escritório informática e comunicação -10,7 Veículos e motos, partes e peças -12,6 Livros, jornais, rev. e papelaria -16,7-3,2-2,6

24 Índice mês/mês imediatamente anterior Comércio Varejista (-0,7%) segundo resultado negativo consecutivo 14,4% abaixo do ponto mais alto da série (out/2014). Taxas negativas: 6 das 8 atividades Comércio Ampliado (-0,2%) mantém relativa estabilidade 21,8% abaixo do ponto mais alto da série (ago/2013). taxas positivas: 3 de 10 atividades Índice Mensal Efeito calendário: eiro 2017 (22 dias úteis) tem dois dias úteis a mais que eiro de 2016 (20 dias uteis ) Comércio Varejista (-7,0%) 22ª taxa negativa consecutiva, com taxas negativas: em todas as 8 atividades Comércio Ampliado (-4,8%) 32ª taxa negativa consecutiva, taxas negativas: em todas as10 atividades Índice Acumulado no ano Resumo eiro 2017 Comércio Varejista (-7,0%) 25ª taxa negativa consecutiva Comércio Ampliado (-4,8%) 21ª taxa negativa consecutiva Índice Acumulado nos últimos 12 meses Comércio Varejista Comércio Ampliado (-7,9%) 29ª taxa negativa consecutiva (-5,9%) 21ª taxa negativa consecutiva

COMENTÁRIOS Comércio Varejista Comércio Varejista Ampliado

COMENTÁRIOS Comércio Varejista Comércio Varejista Ampliado COMENTÁRIOS Em fevereiro de 2015, o Comércio Varejista do País registrou variação de -0,1%, para o volume de vendas e de 0,7% para a receita nominal, ambas as variações com relação ao mês anterior, ajustadas

Leia mais

Indicador Trimestral de PIB do Espírito Santo

Indicador Trimestral de PIB do Espírito Santo SUMÁRIO EXECUTIVO O Produto Interno Bruto (PIB) do estado do Espírito Santo é calculado anualmente pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) em parceria com o Instituto eiro de Geografia e Estatística

Leia mais

PESQUISA ANUAL DE COMÉRCIO

PESQUISA ANUAL DE COMÉRCIO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA IBGE PESQUISA ANUAL DE COMÉRCIO NOTAS METODOLÓGICAS Notas Metodológicas A Pesquisa Anual de Comércio - PAC

Leia mais

RESULTADOS GLOBAIS PRELIMINARES Milhões de Euros

RESULTADOS GLOBAIS PRELIMINARES Milhões de Euros 00 99 DDEE FF EEVVEERREEI IIRROO DDEE 22000099 Estatísticas do Comércio Internacional Novembro de 2008 Comércio Internacional I Saídas diminuem 5,9 e Entradas 1,5 No trimestre terminado em Novembro de

Leia mais

1. Atividade Econômica

1. Atividade Econômica Julho/212 O Núcleo de Pesquisa da FECAP apresenta no seu Boletim Econômico uma compilação dos principais indicadores macroeconômicos nacionais que foram publicados ao longo do mês de referência deste boletim.

Leia mais

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015 ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015 O COMÉRCIO VAREJISTA NO BRASIL A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tem

Leia mais

Diretoria de Pesquisas Coordenação de Serviços e Comércio - COSEC PESQUISA MENSAL DE SERVIÇOS PMS

Diretoria de Pesquisas Coordenação de Serviços e Comércio - COSEC PESQUISA MENSAL DE SERVIÇOS PMS Diretoria de Pesquisas Coordenação de Serviços e Comércio - COSEC PESQUISA MENSAL DE SERVIÇOS PMS 18/07/2013 OBJETIVO Acompanhar o desempenho conjuntural do setor de serviços, através de indicadores mensais,

Leia mais

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/2015

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/2015 ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/015 O COMÉRCIO VAREJISTA NO BRASIL APRESENTA RETRAÇÃO NAS VENDAS EM FEVEREIRO A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) realizada pelo Instituto Brasileiro

Leia mais

Tabela 1 Taxa de Crescimento do Produto Interno Bruto no Brasil e em Goiás: 2011 2013 (%)

Tabela 1 Taxa de Crescimento do Produto Interno Bruto no Brasil e em Goiás: 2011 2013 (%) 1 PANORAMA ATUAL DA ECONOMIA GOIANA A Tabela 1 mostra o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e de Goiás no período compreendido entre 211 e 213. Nota-se que, percentualmente, o PIB goiano cresce relativamente

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS O COMÉRCIO RESPONDE POR 12,7% DO PIB BRASILEIRO O COMÉRCIO VAREJISTA É RESPONSÁVEL POR 42% DO COMÉRCIO

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 008 PIB avança e cresce 6% Avanço do PIB no segundo trimestre foi o maior desde 00 A economia brasileira cresceu mais que o esperado no segundo trimestre, impulsionada

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

200 180 Indice (abr/2004=100) 160 140 120 100 80 dez/97 jun/98 dez/98 jun/99 dez/99 jun/00 dez/00 jun/01 dez/01 jun/02 dez/02 jun/03 dez/03 jun/04 dez/04 jun/05 dez/05 jun/06 dez/06 jun/07 dez/07 Faturamento

Leia mais

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança D A T A A B E C I P A B R I L, 2 0 1 6 D E S T A Q U E S D O M Ê S São Paulo, 27 de maio de 2016 Crédito imobiliário alcança R$ 3,5 bilhões em abril

Leia mais

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 68 1 a 15 de fevereiro de 211 ANÚNCIOS DE INVESTIMENTOS De

Leia mais

Construção Civil. Identificar as características estruturais do segmento e suas transformações no tempo. Englobam diversos tipos de obras e serviços.

Construção Civil. Identificar as características estruturais do segmento e suas transformações no tempo. Englobam diversos tipos de obras e serviços. Construção Civil Construção Civil Identificar as características estruturais do segmento e suas transformações no tempo. Englobam diversos tipos de obras e serviços. edificações residenciais; edificações

Leia mais

Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado

Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado Junho de 2010 Wilson R. Levorato Diretor Geral Brasil e a crise internacional: porque nos saímos tão bem? Onde estamos? Cenário

Leia mais

Maio 2004. Belo Horizonte. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

Maio 2004. Belo Horizonte. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004 Região Metropolitana de Belo Horizonte Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE 1 PESQUISA MENSAL DE EMPREGO ESTIMATIVAS PARA O MÊS DE MAIO DE 2004 REGIÃO

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Crise Mundo Os EUA e a Europa passam por um forte processo de desaceleração economica com indicios de recessão e deflação um claro sinal de que a crise chegou

Leia mais

1/ Conceito que exclui do comércio ampliado os segmentos veículos e motos, partes e peças, e material de construção.

1/ Conceito que exclui do comércio ampliado os segmentos veículos e motos, partes e peças, e material de construção. Nível de atividade 1 A evolução recente de indicadores coincidentes da atividade econômica sugere que o ritmo de crescimento da economia brasileira segue em patamar inferior ao potencial. Nesse sentido,

Leia mais

Classificação da Informação: Uso Irrestrito

Classificação da Informação: Uso Irrestrito Cenário Econômico Qual caminho escolheremos? Cenário Econômico 2015 Estamos no caminho correto? Estamos no caminho correto? Qual é nossa visão sobre a economia? Estrutura da economia sinaliza baixa capacidade

Leia mais

PAINEL 9,6% dez/07. out/07. ago/07 1.340 1.320 1.300 1.280 1.260 1.240 1.220 1.200. nov/06. fev/07. ago/06

PAINEL 9,6% dez/07. out/07. ago/07 1.340 1.320 1.300 1.280 1.260 1.240 1.220 1.200. nov/06. fev/07. ago/06 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 35 15 a 30 de setembro de 2009 EMPREGO De acordo com a Pesquisa

Leia mais

Metas de Inflação e Evolução da Taxa de Câmbio no Brasil Afonso Bevilaqua

Metas de Inflação e Evolução da Taxa de Câmbio no Brasil Afonso Bevilaqua Metas de Inflação e Evolução da Taxa de Câmbio no Brasil Afonso Bevilaqua abril de 20 1 Metas de Inflação e Evolução da Taxa de Câmbio no Brasil 1. Metas de Inflação no Brasil 2 Metas de Inflação no Brasil

Leia mais

Política Social no Brasil e seus Efeitos sobre a Pobreza e a Desigualdade

Política Social no Brasil e seus Efeitos sobre a Pobreza e a Desigualdade CIDOB AECID EL BRASIL DESPUES DE LULA. Éxitos y desafíos en la reducción de la pobreza y el liderazgo regional Política Social no Brasil e seus Efeitos sobre a Pobreza e a Desigualdade Lena LAVINAS Instituto

Leia mais

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 1/2 Julho de 2012

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 1/2 Julho de 2012 Notícias Economia Internacional e Indicadores Brasileiros Nº 1/2 Julho de 2012 Sindmóveis - Projeto Orchestra Brasil www.sindmoveis.com.br www.orchestrabrasil.com.br Realização: [email protected]

Leia mais

PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO

PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO FORTALEZA Dezembro 2009 Apresentação 3 Delineamento da Amostra 5 Quadros Estatísticos 7 Tabela 2 - Faturamento - Variação Frente a Igual Período do Ano Anterior 9 Tabela

Leia mais

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal fevereiro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

Relatório Mercatto OABPREV RJ Fundo Multimercado

Relatório Mercatto OABPREV RJ Fundo Multimercado Relatório Mercatto OABPREV RJ Fundo Multimercado Abril/11 Sumário 1. Características do Fundo Política de Gestão Objetivo do Fundo Público Alvo Informações Diversas Patrimônio Líquido 2. Medidas Quantitativas

Leia mais

COMENTÁRIOS Comércio Varejista Comércio Varejista ampliado

COMENTÁRIOS Comércio Varejista Comércio Varejista ampliado COMENTÁRIOS Em maio, o Comércio Varejista do País apresentou variações em relação ao mês anterior ajustadas sazonalmente, de 0,5% para o volume de vendas e de 1,0% para a receita nominal. Quanto à média

Leia mais

Relatório da Pesquisa Conjuntural

Relatório da Pesquisa Conjuntural -12,3% -13, -13,5% -13,1% -12,7% -12,4% -12,7% -7,9% -9,3% -6,9% -2,7% -0,2% I Resultado Nacional Os dados divulgados no Relatório da Pesquisa Conjuntural, elaborados com base nas informações das empresas

Leia mais

Indicadores IBGE. Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Brasil. janeiro 2015. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

Indicadores IBGE. Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Brasil. janeiro 2015. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Indicadores IBGE Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Brasil janeiro 2015 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Presidenta da República Dilma Rousseff Ministro do Planejamento, Orçamento

Leia mais

LOJAS LE BISCUIT S.A. EXERCÍCIO DE 2014

LOJAS LE BISCUIT S.A. EXERCÍCIO DE 2014 LOJAS LE BISCUIT S.A. 2ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 Rio de Janeiro, 30 de Abril de 2015. Prezados Senhores Debenturistas, Na qualidade de Agente

Leia mais

Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos na União Europeia e diminuiu, 0.5 pontos, na Área Euro.

Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos na União Europeia e diminuiu, 0.5 pontos, na Área Euro. Abr-04 Abr-05 Abr-06 Abr-07 Abr-08 Abr-09 Abr-10 Abr-11 Abr-12 Análise de Conjuntura Maio 2014 Indicador de Sentimento Económico Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos

Leia mais

Relatório da Receita Tributária

Relatório da Receita Tributária Relatório da Receita Tributária DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA FAZENDA Janeiro de 2004 1 APRESENTAÇÃO E NOTAS 2 ANÁLISE DA RECEITA TRIBUTÁRIA TOTAL 4 ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DE

Leia mais

Bancos financiam crescentemente a produção

Bancos financiam crescentemente a produção Operações de Crédito do Sistema Financeiro Nota do dia 25 de julho de 2007 Fontes: Bacen, IBGE e CNI Elaboração: Febraban Bancos financiam crescentemente a produção Pessoa Jurídica O crédito destinado

Leia mais

Hóspedes, dormidas e proveitos mantêm crescimento significativo

Hóspedes, dormidas e proveitos mantêm crescimento significativo Atividade Turística Julho de 20 15 de setembro de 20 Hóspedes, dormidas e proveitos mantêm crescimento significativo A hotelaria registou 5,8 milhões de dormidas em julho de 20, valor correspondente a

Leia mais

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov.

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov. 4 SETOR EXTERNO As contas externas tiveram mais um ano de relativa tranquilidade em 2012. O déficit em conta corrente ficou em 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB), mostrando pequeno aumento em relação

Leia mais

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado Políticas Públicas Lélio de Lima Prado Política Cambial dez/03 abr/04 ago/04 dez/04 abr/05 ago/05 Evolução das Reservas internacionais (Em US$ bilhões) dez/05 abr/06 ago/06 dez/06 abr/07 ago/07 dez/07

Leia mais

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+ CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA

Leia mais

Perspectivas para o Setor da Construção Civil em 2015. Celso Petrucci Economista-chefe do Secovi-SP

Perspectivas para o Setor da Construção Civil em 2015. Celso Petrucci Economista-chefe do Secovi-SP Perspectivas para o Setor da Construção Civil em 2015 Celso Petrucci Economista-chefe do Secovi-SP Mercado Imobiliário Brasileiro - VGL 2011-7% 2012 13% 2013 R$ 85,6 bilhões R$ 79,7 bilhões R$ 90,4 bilhões

Leia mais

Nível de atividade. 1.1 Comércio

Nível de atividade. 1.1 Comércio Nível de atividade 1 Tabela 1.1 Índice de volume de vendas Variação percentual Discriminação Jan Fev Mar No mês 1/ Comércio varejista 0,3-0,4-1,0-0,4 Combustíveis e lubrificantes -0,9-4,9 2,7-0,1 Hiper,

Leia mais

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12 JANEIRO 2,8451 2,7133 2,4903 2,3303 2,1669 1,9859 1,7813 1,6288 1,4527 1,3148 1,1940 1,0684 FEVEREIRO 2,8351 2,6895 2,4758 2,3201 2,1544 1,9676 1,7705 1,6166 1,4412 1,3048 1,1840 1,0584 MARÇO 2,8251 2,6562

Leia mais

3T11 Resultados do 4T10

3T11 Resultados do 4T10 0 APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS 3T11 Resultados do 4T10 1 Aviso importante Esta apresentação contém declarações e informações prospectivas a respeito da General Shopping. Estas declarações e informações

Leia mais

Análise Macroeconômica Projeto Banco do Brasil

Análise Macroeconômica Projeto Banco do Brasil Análise Macroeconômica Projeto Banco do Brasil Segundo Trimestre de 2013 Energia Geração, Transmissão e Distribuição Conjuntura Projeto Banco Macroeconômica do Brasil Energia Geração, Transmissão e Distribuição

Leia mais

2ª Conferência de Investimentos Alternativos: FIDC, FII E FIP

2ª Conferência de Investimentos Alternativos: FIDC, FII E FIP 2ª Conferência de Investimentos Alternativos: FIDC, FII E FIP São Paulo, 21 de Agosto de 2013 Hotel Caesar Park Patrocínio SPX Capital Agosto 2013 Perspectivas Macroeconômicas Inflação acumulada em 12

Leia mais

1. Objetivo e Descrição do fundo

1. Objetivo e Descrição do fundo FATOR VERITÀ FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII CNPJ: 11.664.201/0001-00 Administrado pelo Banco Fator S.A. CNPJ: 33.644.196/0001-06 RELATÓRIO SEMESTRAL 1º. SEM. 2012 1. Objetivo e Descrição do fundo

Leia mais

Centro de Promoção do Desenvolvimento Sustentável. BOLETIM ESTÁTISTICO DE VIÇOSA (Atualizado em julho de 2013)

Centro de Promoção do Desenvolvimento Sustentável. BOLETIM ESTÁTISTICO DE VIÇOSA (Atualizado em julho de 2013) Centro de Promoção do Desenvolvimento Sustentável BOLETIM ESTÁTISTICO DE VIÇOSA (Atualizado em julho de 2013) Viçosa Minas Gerais Junho de 2013 1 DEMOGRAFIA BOLETIM ESTÁTISTICO DE VIÇOSA TABELA 1 Evolução

Leia mais

EVOLUÇÃO SALARIAL. Categoria: Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo INPC-IBGE. março de 2014

EVOLUÇÃO SALARIAL. Categoria: Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo INPC-IBGE. março de 2014 EVOLUÇÃO SALARIAL Categoria: Material de suporte para categorias em data base Deflatores: ICV-DIEESE INPC-IBGE março de 2014 Este trabalho contém o estudo sobre o comportamento dos salários desde 01-março-2013

Leia mais

Prof. Eugênio Carlos Stieler

Prof. Eugênio Carlos Stieler CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA CAPITALIZAÇÁO COMPOSTA: MONTANTE E VALOR ATUAL PARA PAGAMENTO ÚNICO Capitalização composta é aquela em que a taxa de juros incide sobre o capital inicial, acrescido dos juros acumulados

Leia mais

Contas Nacionais Trimestrais

Contas Nacionais Trimestrais Contas Nacionais Trimestrais Indicadores de Volume e Valores Correntes 1º Trimestre de 2015 Coordenação de Contas Nacionais 29 de maio de 2015 Tabela Resumo Principais resultados do PIB a preços de mercado

Leia mais

Índice de Confiança da Construção. Índice da Situação Atual. Índice de Expectativas

Índice de Confiança da Construção. Índice da Situação Atual. Índice de Expectativas Noovveembbr roo ddee 22001111 Evolução no trimestre sobre o mesmo trimestre do ano anterior Médias Ago-Out11/ Ago-Out10 Médias Set-Nov11/ Set-Nov10 Confiança da Em parceria o Banco Central do Brasil, a

Leia mais

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO Fevereiro de 2014

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO Fevereiro de 2014 PRODUTIVIDADE DO TRABALHO Fevereiro de 2014 SUMÁRIO EXECUTIVO A produtividade do trabalho da indústria catarinense variou 2% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano anterior. No primeiro bimestre de

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC FORTALEZA, Agosto de 2013 SUMÁRIO 1. Fundamentos da Análise de Conjuntura. 2. Tipos

Leia mais

Ministério da Fazenda. Crise Financeira. Impactos sobre o Brasil e Resposta do Governo. Nelson Barbosa. Novembro de 2008

Ministério da Fazenda. Crise Financeira. Impactos sobre o Brasil e Resposta do Governo. Nelson Barbosa. Novembro de 2008 1 Crise Financeira Impactos sobre o Brasil e Resposta do Governo Nelson Barbosa Novembro de 20 1 2 Impactos da Crise Financeira nas Economias Avançadas Primeiro impacto: grandes perdas patrimoniais, crise

Leia mais