Análise de Vulnerabilidade 2004: Processo e o Ponto de Situação
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- Raphael Sintra Sequeira
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1 Análise de Vulnerabilidade 2004: Processo e o Ponto de Situação Maputo, Junho de 2004 Mapa das regiões de AV distritos vulneráveis á insegurança alimentar devido aos efeitos combinados de seca e do HIV/SIDA ; E Programas de intervenção de emergência. 1
2 Amostragem do Inquérito Quantitativo Agregado familiar (AF) unidade primária da amostragem Para os aglomerados de AF foi usada a amostragem da probabalidade proporcional (PPS) 11 áreas de estudo selecionadas. Em cada área foram selecionadas aleatóriamente 450 AF (30 aglomerados/aldeia x 15 AF) Amostra total = 4950 AF Estrutura do inquérito Quantitativo Questionário com seguintes Secções: Sócio demográfico (incluíndo saúde), Mortalidade, HIV/SIDA, Bens e bem estar, Despesas, Consumo, Emprego e receitas, Pecuária, Produção agrária (ex. pecuária e culturas alimentares e rendimentos) Perspectivas futuras, Crédito, Resolução de conflitos, preparação para riscos, Estratégias de gestão de risco e choques e riscos, e Níveis de stress alimentar 2
3 Qualitativo Seleccionados aleatóriamente 2 aldeias em cada área para entrevistas aos Grupos Focais Guião para a entrevista semi-estruturada estruturada abarcava: Produção agro-pecuária pecuária; Disponibilidade de mão de obra; Fontes de rendimento; Disponibilidade de alimentos; Mercados; Acções de ajuda e mitigação; Principais riscos e sua gestão Análise de Dados: Indicadores de bem estar (ex. saúde, educação, água e saneamento do meio, pobreza,, e consumo); Indicadores Socio-Económicos identificação de Grupos de forma de Vida (livelihood); E Identificação de grupos e pessoas vulneráveis; Identificação de número de pessoas vulneráveis a serem assistidas. 3
4 Indicadores usados na Formação dos grupos de meios de vida (Livelihoods): BEM ESTAR: Posse e diversificação de animais (bovinos, caprinos/ovinos, suínos e galinhas Produção de cereais Produção de mandioca e/ou batata doce Número de machambas Fonte de Rendimentos: trabalho informal, formal, venda de produtos agrícolas, e venda de animais (para homens e mulheres). SEGURANÇA ALIMENTAR Percentagem de consumo de alimentos produzidos ou comprados Número de refeições Características gerais dos grupos de formas de vida Grupo 1: Subsistência e Extremamente Deficitário O Sistema de produção limitado com 65% dos Afs produzindo cereais e 51% mandioca ou batata doce. Uma machamba nas terras altas. Pecuária limitada. Representa 13,9% população da amostra Grupo 2: Subsistência extremamente deficitário e produtores de cereais O sistema de produção orientado para a produção de cereais. Mandioca e batata doce 26%. Machambas nas terras altas e alguns em terras baixas. Pecuária é limitada a suíno, galinhas e caprinos/ovinos. Rep 11,5% Grupo 3: Subsistência Deficitária produtores de cereais Grandes produtores de cereais mas sem mandioca ou batata doce. O agregados tem uma machamba nas zonas altas. Alguns AFs produzem hortícolas. Pecuária é limitada a suínos, galinhas e caprinos/ovinos. 12.2% da pop da amostra. 4
5 (cont.) Grupo 4 : Subsistência em transição com a Diversificação das Culturas e vendedores da força de trabalho Os sistemas de produção diversificado. Machamba zona alta e baixa. Trabalho informal (ganho-ganho) como fonte de rendimento (H e M). 13% Grupo 5: Agro-pecuário com caprinos e bovinos O sistema de produção diversificado. Machamba zona alta e baixa.todos tem gado bovino, alguns suinos, galinhas e muitos AFs com ovino/caprinos. 10.6% Grupo 6: Agricultores com Diversificação das Culturas produzindo mandioca e cereais O sistema de produção é diversificado. Grandes produtores de cereais. Grandes machambas na zona alta e algumas na zona baixa. 31% Grupo 7: Pequenos agricultores com emprego formal St de produção e pecuária diversificado. Um do AF tem emprego formal. 8% Localização dos grupos Grup o Maputo Gaza 1 (Nort) Gaza 2 (SUL) Zambézi a (I) Zambézia (C) Inhamban e (I) Inhambane (C) Sofal a Manic a Tete 2 Tete 1 1 9% 6% 12% 2% 3% 9% 28% 9% 12% 5% 4% 2 7% 4% 6% 4% 3% 2% 7% 28% 15% 19% 6% 3 8% 3% 5% 6% 0% 1% 4% 11% 18% 32% 12% 4 10% 1% 10% 3% 5% 4% 21% 22% 9% 11% 6% 5 7% 13% 17% 0% 0% 8% 21% 5% 8% 8% 13% 6 9% 1% 12% 12% 12% 5% 25% 11% 7% 6% 1% 7 25% 3% 8% 2% 4% 6% 30% 9% 4% 4% 4% 5
6 Situação Corrente: Pessoas que Comeram só uma refeição Pessoas Grupo Qualidade de Dieta Pontos - M ediana < 12- muita baixa qualidade Baixa qualidade Acima de 24- dieta aceitável 6
7 Reservas e produtos por colher (%) Nao tem reservas Nao tem para colher Nao tem reservas nem para colher Algumas comparações Existem indicações que a campanha agrícola 2003/04 melhorou; Duração de reservas nos celeiros Duração VAC 2003 VAC 2004 < 1 mês 79% 61% 1-3 meses 13% 23% 4-6 meses 5% 9% >6 meses 3% 7% AF com reservas ou para colher 66% 88% 7
8 Informações sobre a qualidade da dieta e tipo de produto consumido Categoria de dieta VAC 2003 VAC 2004 Tipo de Comida VAC 2003 VAC (< 12) 54% 40% Cereais 88% 95% 2 (12-22) 45% 53% Carne 20% 27% 3(>22) Aceitável Contagem média 2% 7% Vegetais 88% 98% Feijão 57% 50% Grau de vulnerabilidade dos Grupos A informação usada para a definição de vulnerabilidade dos gupos: meios de vida, gestão de risco, estratégias de sobrevivência, nível de risco, Qualidade de dieta. 8
9 Cont. Grau de vulnerabilide Grupo 1: grau de vulnerabilidade extremamente alto. Grupo 2: grau de vulnerabilidade alto Grupo 3: grau de vulnerabilidade alto Grupo 4: grau de vulnerabilidade moderada Grupo 5: grau de vulnerabilidade moderada Grupo 6: grau de vulnerabilidade baixa Grupo 7: grau de vulnerabilidade muito baixo Número de pessoas vulneráveis Pior qualidade de dieta (<12), Reservas e não tem nada para colher; Perpectivas de colheita 9
10 Conclusões e recomendações As recomendações serão apresentadas por diferentes sectores: Agricultura, Saúde, Agua e saneamento, Alimentação, Rendimento, Educação, Formas de divulgação Infoflash; Relatório VA 2004 (Inglês( e Português); Artigos Técnicos e Didáctico; Palestra/seminários; Debreefings a audiências especificas 10
11 Foruns de disseminação Conselho consultivo do SETSAN; Conselho coordenador do MADER Doadores,, UN, ONG s nacionais e internacionais, SETSAN provinciais Conselho Técnico de Gestão de Calamidades (CTGC) Internet, s Forum de Observatório de Pobreza Conselho Interministerial de coordenação para o Desenvolvimento Rural (CICDR) 11
12 Grupos de formas de vida (Livelihood Groups) Definidos como sendo grupos de agregados familiares com capacidades e recursos (materias e sociais) ) e que realizam algumas actividades necessárias para a sobrevivência,, (Carney, 1994). 12
Como este trabalho cabe com os esforços baseados nas comunidades?
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