VERSÃO RESUMIDA (PILARES E OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS)
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- Jonathan Aires Bastos
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1 VERSÃO RESUMIDA (PILARES E OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS) 1 Plano Estratégico do CCM 2013 a 2017 Versão Resumida
2 1. ANÁLISE DO CONTEXTO Justiça Económica e Social A abundância dos recursos naturais constitui uma oportunidade de desenvolvimento e crescimento económicos do país. Embora ainda seja cedo para fazer uma avaliação sobre os benefícios provenientes da exploração de recursos naturais, é importante reconhecer que as comunidades afectadas pelo processo de instalação das companhias mineiras, levantam preocupações, como por exemplo, (a) a maioria das famílias afirmam terem sido forçadas pela companhia a deixar suas terras de origem sem nenhum tempo suficiente para discutir ou negociar suas necessidades e prioridades de desenvolvimento; (b) as estruturas do governo local não estavam suficientemente activas, responsáveis e eficientes na defesa dos direitos das comunidades que vivem nas áreas a serem ocupadas pela empresa; (c) o processo de consulta comunitária não foi participativo, não tomou em conta as necessidades específicas e prioridades dos diferentes grupos vulneráveis, como crianças, jovens, mulheres, velhos e pessoas com deficiências, (d) os governos locais não têm capacidade para negociar e monitorar os planos de responsabilidade das companhias mineiras uma vez que estes (governos locais) não têm acesso aos acordos assinados pelo Governo Central e as companhias mineira, (e) actualmente, algumas companhias se encontram a expandir as suas áreas de extracção mineira para outras comunidades antes concluírem com o processo de compensação das comunidades recentemente reassentadas [CCM, Documentação dos Impactos Sociais da Indústria Extractiva, 2011] Paz, Democracia e Direitos Humanos Embora o Estado seja signatário de vários protocolos, declarações e convenções internacionais, ainda são visíveis as situações de (a) violação dos direitos civis e políticos, sobretudo resultante do uso indevido, desproporcional e abusivo da força por parte do Estado, particularmente das forças policiais e nos estabelecimentos prisionais, (b) violação dos direitos colectivos e difusos, enfatizando o cada vez mais difícil acesso aos recursos naturais por parte das comunidades, principalmente quando confrontadas com os interesses de investidores privados, alguns dos quais associados a altos quadros do governo e do Estado, (c) a violência doméstica contra as mulheres que constitui um atentado contra o direito à vida, à segurança, à liberdade, à dignidade, e à sua integridade física e psíquica, traduzindo-se num obstáculo para o desenvolvimento de uma sociedade democrática e solidária; (d) a maioria das vítimas de violência doméstica no seio da sociedade moçambicana é a mulher de todas as idades, classes sociais, religiões, raças, etnias, portadoras ou não de deficiência, nacionalidades, entre outras, devido às condições estruturais de relações de poder entre os géneros; (g) as crianças, os idosos e mesmo alguns homens são também vítimas de violência doméstica, cujas causas são distintas e não podem ser justificadas pelas convenções internacionais sobre os direitos humanos das mulheres, devendo por isso ser protegidos por outras leis; (h) as execuções sumárias, tortura e tratamento degradante continuam a ser perpetuados pelos agentes do Estado, especificamente a Policia cujo alguns efectivos repreendem os cidadãos Meios de Vida Sustentáveis A agricultura constitui a base de desenvolvimento económico do país [Constituição da República de Moçambique, 2004], embora ainda não seja prioridade para o GdM. O sector agrário é um pilar da economia nacional. Em 2010 contribuiu com 23% para o Produto Interno Bruto (INE). Para além disso, a agricultura emprega 90% da força laboral feminina do país e 70% da força laboral masculina. Isto significa que 80% da população activa do país está empregue no sector agrário. Os meios de vida de cerca de 70% da população moçambicana dependem da produção agrícola, criação de animais de pequeno porte, pesca artesanal (em lagos, rios e ao longo da costa) e de actividades informais de geração de renda como fonte alternativa durante a época seca [INE: Inquérito do Orçamento Familiar, 2011]. As principais causas da insustentabilidade dos meios de vida dos agregados familiares são (i) a baixa disponibilidade de alimentos como consequência da falta de reservas alimentares actualmente duram apenas 3 meses por ano - devido a eventos calamitosos como secas, cheias e ciclones cíclicos, afectando pelo menos 10% da população; (ii) o 2 Plano Estratégico do CCM 2013 a 2017 Versão Resumida
3 limitado poder de compra de alimentos básicos, sobretudo nas zonas urbanas constituindo um factor determinante para o alastramento da pobreza urbana; (iii) o deficiente acesso aos serviços de saúde que aumenta sistematicamente as taxas de mortalidade em crianças com idade menor a cinco anos e; (iv) a falta de água própria para o consumo humano, irrigação dos campos e abeberamento de animais domésticos (fonte de renda durante as épocas secas), sobretudo nas zonas áridas e semi-áridas das províncias do sul e centro do país [Secretariado Técnico de Segurança Alimentar e Nutricional, 2009] Justiça Climática No âmbito do reconhecimento do grau de vulnerabilidade do país aos impactos das mudanças climáticas, o GdM elaborou e aprovou o Plano Acção Nacional para Adaptação (NAPA) às mudanças climáticas preconizando a (i) a redução do número de vítimas humanas e de perda de propriedades; (ii) a consolidação da cultura de prevenção e; (iii) a dotação do país em meios de prevenção e mitigação, como prioridades estratégicas fundamentais para a redução dos impactos nefastos dos desastres [MICOA: NAPA, 2007]. Apesar deste esforço do GdM na implementação do NAPA e outras estratégias de adaptação, desafios persistentes como (1) desconhecimento sobre as causas e consequências da vulnerabilidade aos impactos das mudanças climáticas por parte dos cidadãos locais; (2) inexistência de mecanismos específicos que garantam a participação activa e consciente dos cidadãos locais na elaboração e implementação de políticas e planos de adaptação as Mudanças Climáticas; (3) fraca capacidade técnica dos oficiais dos Governos Locais na análise e integração de actividades sobre mudanças climáticas no processo de planificação e orçamentação distrital; (4) vontade política para acelerar a integração da componente sobre mudanças climáticas em todas as estratégias e planos sectoriais do GdM; (5) transferência de tecnologias melhoradas e conhecimentos sustentáveis e de baixo custo para a adaptação das comunidades locais a curto prazo [Conselho Cristão de Moçambique: Relatório de Monitoria do Quadro de Acção de Hyogo, 2011] HIV/SIDA e Saúde Uma das grandes preocupações na economia de Moçambique é a alta taxa de prevalência de HIV/SIDA, e os efeitos da malária. As últimas estimativas indicam que 16% da população entre os anos de idade é seropositiva ou seja 1,5 milhão de moçambicanos vive com o HIV/SIDA. As estimativas por sexo, existentes para 2010 indicam que 21,9% das mulheres na faixa etária entre os 20 e 24 anos estão infectadas comparativamente aos 7,2% entre os homens do mesmo grupo etário. Adicionalmente, 8,5% das raparigas entre os 15 e 19 anos de idade estão infectadas comparativamente aos 2,8% entre os rapazes. Esta situação mostra que o peso actual do HIV/SIDA e suas consequências recaem principalmente sobre as mulheres devido não somente ao seu nível de infecção, mas também as suas responsabilidades sociais para com os outros membros da família. Além das implicações humanas da pandemia, esta doença irá afectar negativamente a economia do país através de três diferentes canais (a) redução no crescimento da população e na acumulação do capital humano; (b) redução de acumulação de capital físico e; (c) redução da produtividade da força de trabalho. As estimativas indicam que o HIV/SIDA poderá fazer reduzir o crescimento económico per capita na ordem de 0,3 a 1,0% por ano. A redução nas taxas de pobreza será menos rápida por causa do crescimento económico menos acelerado, redução na acumulação do capital humano e no aumento das taxas de dependência nas famílias. Torna-se fundamental e prioridade para o país a redução do número de novas infecções, a mobilização e sensibilização de jovens para a mudança de comportamento, atitude e prática, a providência de tratamento a pessoas vivendo com o vírus de HIV e o encorajamento a testagem voluntária. 2. PILARES, OBJECTIVOS E INDICADORES ESTRATÉGICOS O principal objectivo deste plano estratégico centra-se na promoção e estimulação de acções concretas que possam permitir com que as comunidades locais exerçam a cidadania activa, apropriando-se e tomando a dianteira em todos os processos de desenvolvimento sócio-económico comunitário, especificamente na 3 Plano Estratégico do CCM 2013 a 2017 Versão Resumida
4 mitigação social do HIV/SIDA, na produção de comida para garantir uma segurança alimentar e nutricional, implementação de estratégias de adaptação as mudanças climáticas e degradação ambiental, na luta contra a violência doméstica e tráfego de seres humanos, na defesa dos direitos humanos e justiça social e económica Pilar do Desenvolvimento Institucional Objectivo Até 2017, a sustentabilidade dos recursos humanos, financeiros e patrimoniais do CCM é estabelecida Indicador de Mudança Principal Políticas de desconcentração e descentralização dos poderes financeiros e administrativos da Sede do CCM para as Delegações e estratégias de gestão dos recursos humanos, financeiros e patrimoniais são revistas e conhecidas pelos colaboradores em todos os níveis de gestão e governação do CCM, até Pilar do Ecumenismo e Relações Sociais Objectivo As posições comuns das igrejas membros elaboradas com base em evidências, teologicamente reflectidas, são utilizadas para influenciar a mudança de comportamento e atitude na sociedade Indicador de Mudança Principal Até 2017, pelo menos 70% dos líderes das igrejas membros participam na elaboração de documentos de posição e disseminam dentro e fora das suas respectivas igrejas Pilar de Meios de Vida Sustentáveis Objectivo Comunidades locais mais necessitadas têm acesso a terra, água e a produção agrícola (plantas e animais) suficientes de uma forma sustentável Indicador de Mudança Principal Até 2017, pelo menos 70% dos beneficiários aumentam a produção agrícola e animal em pelo menos 50% Pilar da Paz, Democracia e Direitos Humanos Objectivo As igrejas membros promovem a transformação dos conflictos e o respeito pelos direitos humanos em todos os níveis de governação Indicador de Mudança Pelo menos 80% dos conflictos geridos pelas igrejas membros são resolvidos com êxito Pilar de Justiça Económica Objectivo Comunidades locais, facilitadas pelas igrejas membros, exercem a cidadania activa promovendo a monitoria e o rastreio da despesa e orçamento públicos; negoceiam e fazem o acompanhamento da responsabilidade social corporativa das companhias extractivas sobre as famílias afectadas pela indústria extractiva Indicador de Mudança Em pelo menos 66% das comunidades os Governos locais melhoram a sua governação em pelo menos 3 critérios de transparência; e pelo menos 70% das famílias afectadas pela indústria extractiva participam na 4 Plano Estratégico do CCM 2013 a 2017 Versão Resumida
5 elaboração, implementação e monitoria dos planos de responsabilidade social corporativa das companhias extractivas Pilar de Meio Ambiente e Justiça Climática Objectivo Comunidades locais vulneráveis fazem o uso de conhecimentos e técnicas melhoradas para a adaptação as mudanças climáticas e degradação ambiental Indicador de Mudança Pelo menos 60% das comunidades beneficiárias elaboram os planos de avaliação do risco e adaptação às mudanças climáticas e iniciam a sua implementação Pilar de HIV/SIDA e Saúde Objectivo As comunidades locais, facilitadas pelas igrejas membros, reduzem a taxa das novas infecções, o grau de estigma e descriminação e cuidam das pessoas infectadas e infectadas pelo HIV/SIDA Indicador de Mudança As comunidades locais reduzem a taxa das novas infecções em pelo menos 20% Pilar do Género e Desenvolvimento Objectivos Aumentada a participação activa da mulher nos espaços de tomada de decisão para influenciar o desenvolvimento sócio-económico da comunidade Indicador de Mudança Até 2017 Pelo menos 30% das mulheres participam da Comissão Permanente do CCM, das conferências e outros fóruns deliberativos das igrejas membros e dos Órgãos Locais de Estado. 5 Plano Estratégico do CCM 2013 a 2017 Versão Resumida
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