TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES. Prof. Lucas HP Silva
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- Paula Margarida Bonilha Coradelli
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1 TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES Prof. Lucas HP Silva 1
2 TCCC1 TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL 1 Prof. Lucas HP Silva 2
3 Uma estrutura compõe-se de 3 etapas: FORMAS ARMAÇÃO CONCRETAGEM 3
4 ELEMENTOS DE CONCRETO ARMADO CONCRETO 4
5 ELEMENTOS DE CONCRETO ARMADO - Concreto A execução da concretagem, é sempre um serviço de grande responsabilidade. 5
6 CONCRETO Introdução A concretagem é a fase final de um processo e em geral a mais importante. A concretagem somente pode ser liberada para execução por um profissional habilitado. 6
7 Estrutura hierárquica concentual da aula de concretagem 7
8 CONCRETO Nestas etapas poderão ocorrer eventos que determinarão futuros colapsos na estrutura e, por isso, é de extrema necessidade a presença constante e atuante do responsável na fase de concretagem. 8
9 CONCRETO A concretagem somente pode ser liberada para execução depois de verificado se as fôrmas estão consolidadas e limpas, se as armaduras estão corretamente dispostas e se as instalações embutidas estão devidamente posicionadas. 9
10 CONCRETO 10
11 CONCRETO Nessa etapa, de lançamento, adensamento e cura do concreto é extremamente importante a presença do responsável na obra. No mínimo, é necessária a presença de um mestre-de-obra de inteira confiança e com larga experiência em execução de concretagem. 11
12 CONCRETO Os erros cometidos nessa etapa geralmente acarretam grandes prejuízos futuros. A necessidade de correção das patologias ocorridas nas estruturas provocadas por falta de cuidados na fase de concretagem implicará em perda da reputação e de dinheiro para o profissional e construtora responsáveis. 12
13 Procedimentos preliminares à execução das concretagens Liberação da concretagem: Para a liberação de uma concretagem é necessário estar atento para os pontos a seguir: a) Verificar se as estruturas concretadas anteriormente já se encontram consolidadas e escoradas o suficiente para esse novo carregamento; 13
14 Procedimentos preliminares à execução das concretagens b) dependendo do tipo de concreto (usinado ou feito no canteiro), verificar as condições de acesso dos equipamentos (caminhão-betoneira, carrinhos e jericas, bombas etc.) c) garantir a existência de fontes de água e de tomadas de energia para ligação dos adensadores, réguas e iluminação, se for o caso; 14
15 Procedimentos preliminares à execução das concretagens d) garantir que os materiais para a elaboração de controle tecnológico (moldes) estejam em perfeitas condições (limpos e preparados); e) estabelecer um plano prévio de concretagem, os intervalos entre os caminhões e reprogramar em função do ritmo; 15
16 Procedimentos preliminares à execução das concretagens f) verificar se os eixos das fôrmas foram conferidos, se estão travadas e escoradas e se os pés dos pilares foram fechados após a limpeza; g) conferir as armaduras e se foram colocados os espaçadores em quantidade suficiente; 16
17 Procedimentos preliminares à execução das concretagens h) requisitar a presença de equipes de carpinteiros, armadores e eletricistas para estarem de prontidão durante a concretagem para eventuais serviços de reparos e reforços nas fôrmas, armaduras e instalações; i) acercar-se das condições de segurança interna e externamente à obra, verificando as proteções de taludes, valas, trânsito de veículos próximos, vizinhos e transeuntes (aplicar as recomendações da NR-18); 17
18 Concreto misturado manualmente 18
19 Concreto misturado em betoneira O trabalho com betoneira simplifica o processo de elaboração do concreto, obtendo-se um material de melhor qualidade do que o obtido na mistura manual. O tempo de mistura deve ser de 3 minutos, no mínimo. 19
20 Concreto misturado em betoneira A mistura com betoneira deve obedecer à seqüência abaixo: - adicionar a água; - agregado graúdo (brita); - cimento; - areia; 20
21 Concreto dosado em central O concreto usinado é obtido em centrais dosadoras, geralmente chamadas de concreteiras. Na maioria dos casos, para as obras urbanas, a mistura é feita no próprio caminhão, durante o trajeto entre a central de concreto e a obra. 21
22 Concreto usinado - Vantagens a) economia de materiais, menor perda de areia, brita e cimento; b) maior controle tecnológico dos materiais, dosagem, resistência e consistência, com melhoria da qualidade; c) racionalização do número de ajudantes na obra, com a consequente redução dos encargos trabalhistas; 22
23 Concreto usinado - Vantagens d) melhor produtividade da equipe; e) redução no controle de suprimentos e eliminação de áreas de estoque no canteiro; f) redução do custo da obra. 23
24 Recebimento do concreto usinado Acessos e espaços de manobras O trajeto a ser percorrido pelo caminhão-betoneira deve ser preparado para evitar atrasos e perda do concreto. 24
25 Recebimento do concreto usinado Quando utilizar concreto bombeado, prever os acessos e local de estacionamento para os caminhões e a bomba. 25
26 Recebimento do concreto usinado 26
27 27
28 Recebimento do concreto usinado - Controle Abatimento do tronco de cone 28
29 Recebimento do concreto usinado - Controle Abatimento do tronco de cone 29
30 Recebimento do concreto usinado - Controle Ensaio de resistência à compressão A determinação da resistência à compressão do concreto é realizada em laboratórios especializados a partir de corpos-de-prova obtidos de amostra representativa do material, conforme estabelece a NBR
31 Recebimento do concreto usinado - Controle A norma determina a confecção de 2 corpos-deprova para cada betonada para cada idade de rompimento. 31
32 Recebimento do concreto usinado - Controle 32
33 Transporte do concreto Transporte convencional O transporte do concreto do local de produção ou descarga na obra até o local de lançamento (fôrmas) pode ser feito, convencionalmente, com a utilização dos seguintes equipamentos: 33
34 Transporte do concreto a) carrinhos e jericas; b) gruas; c) calhas e correias transportadoras 34
35 Lançamento do concreto Nas obras de construção civil é comum encarar a concretagem como sendo a etapa final de um ciclo constituído da execução das fôrmas, das armaduras, do lançamento, adensamento e da cura do concreto. 35
36 Lançamento do concreto Tendo em vista que a reparação de uma concretagem executada errada é onerosa e muitas vezes esconde defeitos que irão aparecer algum tempo depois, é muito importante a presença do profissional técnico. 36
37 Adensamento do concreto O objetivo do adensamento do concreto é torná-lo mais compacto, retirando o ar do material, incorporado nas fases de mistura, transporte e lançamento. Nas obras onde se exige maior qualidade e responsabilidade é necessário promover o adensamento por meio de equipamentos de vibração. 37
38 Adensamento do concreto 38
39 Adensamento do concreto O concreto deve ser adensado imediatamente após seu lançamento nas fôrmas, levando em conta que tanto a falta de vibração como o excesso pode causar sérios problemas para o concreto. 39
40 Cura do concreto O concreto deve ser protegido durante o processo cura contra secagem rápida, mudanças bruscas de temperatura, excesso de água, incidência de raios solares, agentes químicos, vibração e choques. 40
41 Cura do concreto Deve-se evitar bater estacas, utilizar rompedores de concreto, furadeiras a ar comprimido próximo de estruturas recém concretadas, assim como, evitar o contato com água em abundância e qualquer outro material que possa prejudicar o processo de endurecimento e de aderência na armadura. 41
42 Cura do concreto Para evitar uma secagem muito rápida do concreto e o consequente aparecimento de fissuras e redução da resistência em superfícies muito grandes, tais como lajes, é necessário iniciar a cura úmida do concreto tão logo a superfície esteja seca ao tato. 42
43 Cura do concreto 43
44 Cura do concreto A seguir são listados alguns dos métodos mais comuns para a cura do concreto, que podem ser usados isoladamente ou em concomitantemente: 44
45 Cura do concreto molhar continuamente durante 7 dias (no mínimo 3 vezes ao dia) a superfície concretada; espalhar areia, serragem ou sacos sobre a superfície e mantê-los umedecidos (lajes e pisos). 45
46 Cura do concreto manter as fôrmas sempre molhadas (pilares, vigas e escadas) molhar e cobrir com lona; Em alguns casos especiais, utilizamse aspersores para uso contínuo. 46
47 Prazos para desfôrma 47
48 Correção de falhas no concreto As falhas ocorridas nas concretagens que aparecem depois da desfôrma, geralmente, mostra a falta de cuidados durante a fase de lançamento, adensamento e cura. Uma tentativa de conserto não adequada pode vir a causar grandes problemas no futuro, com o comprometimento da segurança. 48
49 #Partiu! 49
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