MKT-MDL-02 Versão 00. Concretagem

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1 Concretagem Faculdade Uninassau Unidade Caruaru Curso de Graduação em Engenharia Civil Disciplina: Construção Civil Período: 7º Turma: A Docente: MSc. Yago Pinheiro

2 Introdução Conceitos iniciais Materiais Execução de concretagem Fôrmas e escoramentos Confecção e colocação de fôrmas Fôrmas especiais Cura e desmontagem

3 Conceitos iniciais A concretagem é a etapa de finalização de um conjunto de atividades relacionadas a construção de um elemento em uma edificação. Serviços anteriores à concretagem: Consistência e limpeza das fôrmas Conferência da armadura Embutimento ou não de instalações Bom posicionamento dos componentes

4

5 Conceitos iniciais Componentes importantes da concretagem Armaduras Espaçadores CONCRETO Fôrmas Cimbramento

6 Concreto Qualidade dos materiais (cimento, agregado miúdo e graúdo, água e aditivos) Recebimento, amostragem e armazenamento dos materiais Tipo de concreto (pavimentação, leve, com aditivos, massa, comum) Concreto comum (construção civil) 1. Dosagem 2. Tensões mínimas 3. Padrão de qualidade 4. Consistência 5. Amassamento 6. Transporte e lançamento 7. Adensamento 8. Cura 9. juntas

7 Concreto Dosagem Obtenção da qualidade do concreto: seleção cuidadosa dos materiais, cura cuidadosa e proporcionamento correto Escolha de traços usuais Fatores que influenciam na escolha do concreto: 1. Tipo de obra 2. Facilidade e dificuldade de peças a concretar-se 3. Propriedades finais que se pretendem obter 4. Custo dos materiais

8 Concreto Dosagem Recomendações 1. Dosagem racional 2. Método de dosagem com quantidades justificadas (Dosagem empírica x Dosagem racional) 3. Dosagem para as tensões mínimas exigidas 4. Proporções corretas de materiais 5. Atenção com a água de amassamento (erro inferior a 3%) 6. Cimento contado em peso

9 Concreto Tensões Mínimas e Padrão de Qualidade Verificar tensão mínima de ruptura de compressão aos 28 dias de idade (cura) Verificar padrão de qualidade pelo grau de controle da execução do concreto 1. Controle rigoroso 2. Controle razoável 3. Controle regular

10 Concreto Consistência Verificar dimensões das peças Verificar distribuição das armaduras nas fôrmas Verificar lançamento e adensamento utilizados (atenção para o lançamento por bombas)

11 Concreto Amassamento Mistura do concreto Contato mínimos entre os materiais componentes Ver homogeneidade da mistura (principal requisito) Tipos de amassamento 1. Manual 2. mecanizado

12 Concreto Transporte Transporte entre o local de amassamento e o de lançamento de maneira rápida Deve garantir homogeneidade (evitar segregação) Direções horizontal, vertical e oblíqua Escolha do meio de transporte adequado

13 Concreto Transporte Meios de transporte Correias Processo contínuo e de grande rendimento Necessita de largo espaço para instalação Lavagem após seu uso Carros 1. Carrinho de mão: Para transportar em distâncias pequenas e sobre terrenos lamacentos ou com pranchas (pequenas obras) 2. Carrinhos motorizados: Transporte a distâncias até 300 m sobre chão áspero

14 Concreto Transporte Meios de transporte Guinchos e calhas Reservatório + torre central Calhas para transporte em elevação Caçambas Para grandes qnts. de concreto a serem transportadas Caminhões basculantes Distâncias superiores a 300 m Distâncias suficientemente pequenas para evitar o início de pega e segregação

15 Concreto Transporte Meios de transporte Caminhões-betoneira Efetuam a mistura e mantêm a homogeneidade do concreto Usado para lugares pouco espaçosos Concreto usinado (usinas de produção + C.B) Entrega antes do início da pega do concreto Checklist das propriedades do concreto recebido (fck, slump, dimensões dos agregados, tipo de cimento e outros)

16 Concreto Transporte Meios de transporte Bombas de concreto Obras de grande porte e de conjuntos residenciais Uso em locais inconvenientes (pouco espaço) Diversas capacidades (potência da bomba, diâmetro e comprimento da tubulação) Bombeamento horizontal (até 300 m 1 bomba) Bombeamento vertical (1 m vert. = 8 m horiz.)

17 Concreto Transporte Meios de transporte Bombas de concreto (Tubulações) Diâmetro entre 3 e 8 polegadas Saída da bomba reta e horizontal Usar curvas fracas para mudança de direção Tubulação longa = bombas intermediárias com agitador Suprimento constante de água para lavagem da bomba e da tubulação Ver consistência do concreto (nem muito plástica e nem muito seca) Slump ideal = 4,0 a 8,0 cm

18 Concreto Transporte Meios de transporte Bombas de concreto (Tubulações) Cuidados na operação Limpeza da tubulação com água antes da operação Lubrificação com argamassa Verificar nível do concreto Limpeza da tubulação após a operação Evitar obstruções (concreto mal misturado, esquecido na tubulação, bloqueamento por ar, vazamentos nas juntas)

19 Concreto Lançamento Deve ser lançado após sua mistura Não permitir intervalo superior a 30 min entre o amassamento e o lançamento Molhar as fôrmas antes de lançar o concreto (fôrmas estanques, livres de sujeiras) Altura máxima de lançamento = 2 m Plano de concretagem Verificação de juntas

20 Concreto Adensamento Desloca com esforço os elementos que o compõe Maior capacidade, ocupando vazios Desaloja ar do material Processos de adensamento 1. Manual (apiloamento e socamento) 2. Mecânico (vibrações e centrifugação)

21 Concreto Cura Controle da cura do concreto Perda da água de amassamento prematura Conservar a umidade das peças Tempo de controle mínimo de 7 dias a partir de seu lançamento Molhagem das superfícies

22 Armaduras Condições Gerais Armaduras = Barras e fios (diferença) Comprimento usual = 11 m (tolerância de ± 9%) As armaduras devem apresentar 1. Homogeneidade quanto à sua geometria 2. Ausência de defeitos prejudiciais como bolhas, fissuras, esfoliações e corrosão

23 Armaduras Logística de compra e entrega Etiquetagem e romaneio Bitolas usuais e malhas Aço cortado e dobrado em uma central e no canteiro e já comprado dobrado e cortado Corte e dobra de barras e estribos Armazenamento Transporte dentro da obra

24 Armaduras Espaçamento de barras Montagem (ligações) Proteção das armaduras (cobrimento) 1,5 a 2,0 cm Verificação de ganchos (semicirculares/agudo) Verificação do comprimento de ancoragem Verificação de emendas (evitar) Tração 1. Por justaposição 2. Com luvas 3. Com solda

25 Armaduras

26 Fôrmas Terra nivelada e compactada ao redor das sapatas ou blocos de coroamento de estacas ou tubulões. Sequência de montagem. Pilares solteiros - Montagem de pilar + concretagem + montagem de vigas e lajes + concretagem de vigas e lajes. Pilares casados - Montagem de pilar + montagem de vigas e lajes + concretagem do conjunto pilar, vigas e lajes.

27 Fôrmas Prumo e planicidade - uso de escoras laterais colocadas nas duas direções. Travamento (gravatas, tensores, barras rosqueadas). Pontos de contra-flecha Aplicação dos desmoldantes. Ligação armação esperas. Espaçadores e sua colocação. Conferência de armações de acordo com o projeto de vigas e lajes. Limpeza das fôrmas antes da concretagem. Desmontagem das fôrmas (tempo de cura e desmonte). Limpeza e reforma dos painéis fôrmas, se necessário.

28 Fôrmas Elementos de Fôrmas Travessões - Peças de suporte empregados somente nos escoramentos dos painéis das lajes. Travessas - Peças de ligação das tábuas dos painéis de vigas, pilares, paredes e fundações. Guias - Peças de suporte dos travessões que trabalham como vigas contínuas apoiando-se sobre os pés-direitos. Cantoneiras - Pequenas peças triangulares pregadas nos ângulos internos das formas destinadas a evitar as quinas vivas dos pilares, vigas, etc. Gravatas - Peças que ligam os painéis das formas dos pilares, colunas e vigas destinadas a reforçar essas fôrmas, para que resistam aos esforços que nelas atuam na ocasião do lançamento do concreto. Espaçadores - Pequenas peças feitas de sarrafos ou caibros, empregados nas fôrmas de paredes e fundações e vigas, para manter a distância interna entre os painéis.

29 Fôrmas

30 Fôrmas

31

32 Fôrmas Fôrmas Especiais Trepantes Neste sistema, inicialmente é montado o primeiro lance de fôrmas; em seguida, adiciona-se concreto para, depois, ser colocado por cima da fôrma de baixo, a fôrma de cima. Foi desenvolvido para a execução de paredes e pilares de grandes alturas, quando não é possível realizar uma só concretagem. Aplicação indicada em estruturas de obras industriais, pilares de pontes e viadutos e em barragens de usinas hidrelétricas.

33 Fôrmas Fôrmas Especiais Deslizantes Adaptação das fôrmas trepantes. utiliza painéis que deslizam sucessivamente para concretagem de estruturas verticais. são usadas para moldar estruturas de concreto com seção constante ou de variação uniforme (reservatórios, pilares, poços de elevadores e escadas). conjunto de construção provisório, agrega plataformas de trabalho que sobem concomitantemente às fôrmas. Os painéis normalmente são metálicos ou mistos (de madeira, revestidos com aço) e no geral não passam de 1,5 m de altura.

34 Fôrmas

35 Cimbramento Define toda a estrutura que faz o trabalho do escoramento de uma laje até que o concreto armado esteja totalmente pronto. Esse processo pode durar até 28 dias. CIMBRAMENTO ESCORAMENTO

36 Cimbramento Tipos de cimbramento. Escoramento (tipos). Aquisição das escoras ou aluguel das mesmas. Fornecedores locais e contrato. Funcionamento das escoras e ajustes. Escoramento Reescoramento. Sequência de desescoramento. Armazeamento e transporte de escoras. Contra-flecha. Normas relacionadas (NBR 14931:2004)

37 Espaçadores Garantem o correto posicionamento de armaduras e colabora para que as barras e fios de aço sejam completamente revestidos durante a concretagem, evitando oxidação ou corrosão. Materiais (poliméricos, moldados na própria obra, cimentícios industrializados, metálicos). Espaçadores para vigas. Espaçadores para pilares. Espaçadores para lajes. Cocadas (tipos, materiais, execução). Espaçadores plásticos (tipos, materiais, execução). Evitar gambiarras

38 Espaçadores Plásticos: caranguejo, cadeirinha, torre, rolete, centopeia e cone

39 Espaçadores Argamassados: Pastilha ou cocada

40 Espaçador Treliçado Metálico: São treliças de aço ideal para separar as malhas de lajes e pisos industriais armados

41 Materiais Didáticos AZEREDO, H. A. O edifício até sua cobertura. 2.ed. rev. São Paulo Edgard Blucher, p. AZEREDO, H. A. O edifício e seu acabamento. São Paulo E. Blucher, p. TECNOLOGIAS e materiais alternativos de construção. Campinas Editora da UNICAMP, p. BAUD, Gérard.; SOARES, Joshuah de Braganca. Manual de pequenas construções alvenaria e concreto armado. 1.ed. Curitiba Hemus, c p. BORGES, Alberto de Campos, Prática das pequenas construções. 5 e 6.ed. rev. e ampl. São Paulo Blucher, Alternativas tecnológicas para edificações, volume 1. São Paulo PINI, p. HIRSCHFELD, Henrique. A construção civil fundamental modernas tecnologias conhecimentos básicos para estudantes, informações sobre novidades para profissionais. 2. ed. São Paulo Atlas, p.

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