PARECER CONSULTA CRM/ES N 8/2017

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1 PARECER CONSULTA CRM/ES N 8/2017 Processo Consulta CRM-ES nº 46/2013 Interessado: FHMSC Assunto: Médico Auxiliar possuir a mesma especialidade do Médico Cirurgião Titular Relator: Dr. Fabiano Pimentel Pereira Aprovado Plenária: 29/05/2014. Ementa: Necessidade de o Médico Auxiliar em cirurgia possuir a mesma especialidade do Cirurgião Titular. A seguir encontram-se na íntegra questionamentos feitos pela Direção Técnica da FHMSC: (...) Considerando que a Resolução 1.490/98 do CFM prevê em seu art. 1º que A composição da equipe cirúrgica é de responsabilidade direta do cirurgião titular e deve ser composta exclusivamente por profissionais de saúde devidamente qualificados ; E também em seu art. 4º descreve que Deve ser observada a qualificação de um auxiliar médico, pelo cirurgião titular, visando o eventual impedimento do titular durante o ato cirúrgico ; Considerando que o médico, uma vez registrado no Conselho, está habilitado para realizar os procedimentos inerentes a sua profissão; Considerando que os hospitais do interior têm dificuldade para captar mais de um médico com a mesma qualificação do cirurgião responsável pelo ato cirúrgico; Solicitamos de esse egrégio Conselho Parecer sobre a obrigatoriedade do auxiliar de cirurgia ter a mesma especialidade do cirurgião, ou seja, poderá o auxiliar de cirurgia nas condições relatadas acima, por ausência ou inexistência de mais de um especialista, ser qualquer médico de outra especialidade? (...). 1

2 Diante da situação apresentada, e com base no que preceitua o Código de Ética Médica e demais Resoluções do Conselho Federal de Medicina, têm-se o seguinte. DA CONSULTA Em síntese, a consulente apresenta um argumento perigoso, ou seja, na hipótese de os hospitais do interior apresentarem dificuldade ou impossibilidade para encontrar e contratar cirurgião da mesma especialidade/qualificação do cirurgião titular, e sendo de responsabilidade direta do cirurgião titular compor o grupo cirúrgico, poderia ser admitido um médico de outra especialidade para auxiliar o referido cirurgião. DO PARECER Inicialmente deve-se destacar que os hospitais, enquanto unidades de saúde, estão sujeitos não só à fiscalização do Conselho Regional de Medicina do Estado a que pertencem, mas também aos regramentos e resoluções emanadas desse Conselho. Vale ressaltar que o Conselho Federal de Medicina, com relação ao questionamento do Requerente, se posiciona de maneira muito clara por meio da Resolução CFM nº 1.490/98, cujo teor segue transcrito a seguir na íntegra: RESOLUÇÃO CFM Nº 1.490/98 O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº , de 19 de julho de 1958 e, CONSIDERANDO que o alvo da atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional; CONSIDERANDO que é vedado ao médico delegar a outros profissionais atos ou atribuições exclusivos da profissão médica; CONSIDERANDO que é vedado ao médico permitir a inclusão de nomes de profissionais que não participaram do ato médico, para efeito de cobrança de honorários; 2

3 CONSIDERANDO que é vedado ao médico assumir responsabilidade por ato médico que não praticou, ou do qual não participou efetivamente; CONSIDERANDO a responsabilidade do Diretor Técnico de zelar pelo provimento de condições dignas de trabalho e meios indispensáveis à prática médica, conforme item "b" do artigo 2º da Resolução CFM nº 1.342/91; CONSIDERANDO que o médico deve acatar as normas e respeitar Acórdãos e Resoluções do Conselho Federal de Medicina, conforme determina o artigo 142 do Código de Ética Médica, CONSIDERANDO, finalmente, o decidido na Sessão Plenária de 13 de fevereiro de RESOLVE: Art. 1º - A composição da equipe cirúrgica é da responsabilidade direta do cirurgião titular e deve ser composta exclusivamente por profissionais de saúde devidamente qualificados. Art. 2º - É imprescindível que o cirurgião titular disponha de recursos humanos e técnicos mínimos satisfatórios para a segurança e eficácia do ato. Art. 3º - É lícito o concurso de acadêmico de medicina na qualidade de auxiliar e de instrumentador cirúrgico em unidades devidamente credenciadas pelo seu aparelho formador e de profissional de enfermagem regularmente inscrito no Conselho de origem, na condição de instrumentador, podendo esse concurso ser estendido também aos estudantes de enfermagem. Art. 4º - Deve ser observada a qualificação de um auxiliar médico, pelo cirurgião titular, visando ao eventual impedimento do titular durante o ato cirúrgico. Art. 5º - O impedimento casual do titular não faz cessar sua responsabilidade pela escolha da equipe cirúrgica. Art. 6º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. Na área médica, não se pode utilizar indistintamente o princípio da reserva do possível, já que lida com o bem mais precioso, a vida humana. Portanto, erros não são aceitos. O prejuízo por falta de zelo pode gerar danos de natureza irreparável. A reserva do possível somente encontra respaldo em hipóteses extremas, isto é, diante de situações esporádicas e emergenciais, não serve para sistematizar e 3

4 autorizar abertura e manutenção de serviços cirúrgicos sem adequada composição técnica. O argumento de dificuldade ou impossibilidade de conseguir profissionais da mesma especialidade é uma inverdade, calcada em estatísticas infundadas; senão vejamos. O que todo profissional médico necessita para exercer seu trabalho? Duas coisas: condições de trabalho e justa remuneração. O que ocorre de fato e que não integra as estatísticas é que muitos serviços são montados sem qualquer estrutura, com gana de otimizar custos. Convém ainda destacar que tal situação não é apenas uma triste realidade do interior do Estado do Espírito Santo. Nesse sentido, não se deve confundir custos com investimentos. Condições de trabalho e justa remuneração infelizmente são consideradas custos por muitos agentes de mercado, tanto da iniciativa privada quanto da pública. Porém, não é difícil atrair profissionais médicos quando existem adequadas condições de trabalho e se garante justa remuneração. Tudo o que o profissional médico deseja é exercer seu ofício, um verdadeiro munus com dignidade. Além disso, após tais considerações de ordem econômica e prática, há ponderações de ordem técnica, que precisam ser consideradas. Questiona-se: Quando a Medicina deixou de ser mística para ser uma ciência? As especialidades surgem em decorrência de uma reserva de mercado, ou do avanço cada vez mais progressivo do conhecimento humano acerca desse organismo fantástico chamado ser humano? Por que cada vez mais dedicação em se especializar? Medicina é ciência, e como tal deve ser respeitada. Por que a comunidade cientifica define o porte cirúrgico, bem como o número de profissionais que devem integrar a equipe cirúrgica? Por uma questão de análise sistemática do tratamento cirúrgico. Assim, não se trata de um número aleatório, mas de um mínimo necessário para se desenvolver a técnica cirúrgica com segurança tanto para o paciente quanto para os profissionais envolvidos. 4

5 O argumento de que é por ser médico e, portanto, habilitado, torna a discussão de uma superficialidade leviana. As especialidades com as respectivas residências têm a virtude de preparar o profissional tanto na teoria quanto na prática, exigindo-se para sua aprovação um longo período de atividade prática sob a supervisão do tutor, sendo as residências devidamente equipadas para tal atuação e supervisão. Contudo, se a compreensão ocorrer pelo raciocínio simplista de que se é médico é apto, estaremos reconhecendo de que não é dado o devido valor científico que a matéria requer. Pois os auxiliares do cirurgião titular não estão apenas inseridos no grupo para fazer o afastamento de órgãos ou tecidos para melhorar o campo de visão do cirurgião titular, ou então para abrir e fechar o doente. Estão ali inseridos não apenas para assumir a cirurgia em caso de alguma impossibilidade física imediata do titular, mas para também estar pronto para a hipótese de qualquer intercorrência, fazer reversões, ou até mesmo realizar uma manobra cirúrgica pari passu exigida pelo caso. Os auxiliares são acima de tudo a primeira reserva de contingente cirúrgico para o paciente. Dessa maneira, pelas razões expostas, não há como responder de maneira diversa à indagação formulada, devendo sim a equipe cirúrgica ser composta por auxiliares médicos da mesma especialidade, sendo a unidade hospitalar, pública ou privada, solidariamente responsável. Eis meu parecer, SMJ. Vitória/ES, 20 de março de Dr. Fabiano Pimentel Pereira Conselheiro Parecerista do CRM/ES 5

6 PARECER CONSULTA CRM-ES Nº 046/2013 ADENDO Pelo exposto, e considerando-se a relevância das questões aqui levantadas, propomos ao CRM/ES editar Resolução abordando tal assunto. Nesse sentido, elencamos a seguir alguns pontos que consideramos essenciais para integrar a Resolução. PROPOSTA ARTIGOS DE MINUTA DE RESOLUÇÃO: Artigo 1º - Os auxiliares cirúrgicos devem possuir a mesma especialidade do cirurgião titular, nos termos da Resolução CFM n.º 1.490/98, incorrendo em infração ética tanto o cirurgião titular quanto os demais médicos integrantes da equipe que não observarem tal preceito; Artigo 2º - A despeito da responsabilidade direta do cirurgião titular, as unidades hospitalares, públicas ou privadas, são solidariamente responsáveis na hipótese de realização de procedimentos cirúrgicos em seus ambientes em desacordo com a presente resolução; Artigo 3º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. Vitória/ES, 20 de março de Dr. Fabiano Pimentel Pereira Conselheiro Parecerista do CRM/ES 6

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