PARECER CONSULTA N 007/2015
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- Adriano Camelo Teves
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1 PARECER CONSULTA N 007/2015 Processo Consulta n 013/2014 Interessado: Dr. M.M.L.M. - Chefe do Serviço e da Residência Médica de Urologia no HUCAM Assunto: Necessidade de Médico Urologista em sobreaviso Relator: Conselheiro Dr. Fabiano Pimentel Pereira Ementa: Necessidade de Médico Urologista em sobreaviso. DA CONSULTA Transcreve-se abaixo o questionamento do Requerente e suas demais considerações, em sua íntegra: (...). O Serviço de Urologia do HUCAM realiza atendimento urológico de média e alta complexidade, atendendo pacientes de todo Estado do Espírito Santo e de outros Estados. Realiza anualmente mais de 1000 cirurgias de média e alta complexidade, incluindo tratamento para litíase do Sistema Urinário, tratamento da hiperplasia prostática benigna, tratamento de doenças oncológicas do sistema urinário, dentre outras cirurgias. É o único hospital 100% SUS que realiza cirurgias urológicas por via endoscópica e minimamente invasiva. Atende regularmente via pronto-socorro ou transferência de outras instituições casos de urgência e emergência em Urologia. Atualmente, conta com 311 leitos de enfermaria, com pacientes internados durante todos os períodos. Devido à alta complexidade do serviço médico prestado por esse serviço, acreditamos que seja necessária a instituição do sobreaviso médico para atendimento de urgência e emergência aos pacientes internados no HUCAM no período noturno e no final de semana. Tendo em vista o exposto acima, solicitamos o parecer desse Conselho quanto à seguinte questão: 1
2 1 Há indicação de profissional médico urologista em caráter de sobreaviso para atendimento dos casos de urgência e emergência, em pronto-socorro ou enfermaria, em período noturno e nos finais de semana? (...) Diante da situação apresentada, e baseado no que preceitua o Código de Ética Médica e demais Resoluções do Conselho Federal de Medicina, tem-se o seguinte. DA CONSULTA À LEGISLAÇÃO EM VIGOR: Após consulta às normas do Conselho Federal de Medicina, nada específico foi encontrado referente ao questionamento feito, a não ser o teor da Resolução CFM nº 1834/2008, que versa sobre plantão de sobreaviso, cujo teor segue transcrito: [...] RESOLUÇÃO CFM N º 1.834/2008 As disponibilidades de médicos em sobreaviso devem obedecer a normas de controle que garantam a boa prática médica e o direito do Corpo Clínico sobre sua participação ou não nessa atividade. A disponibilidade médica em sobreaviso deve ser remunerada. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº , de 19 de julho de 1958, e, CONSIDERANDO que a disponibilidade em sobreaviso é prática utilizada em muitos serviços médicos, objetivando otimizar o atendimento das variadas especialidades; CONSIDERANDO a necessidade de se regulamentar a prática da disponibilidade em sobreaviso; CONSIDERANDO que é direito do médico receber remuneração pela disponibilidade dos seus serviços profissionais; CONSIDERANDO o teor do Parecer CFM nº 19/03, base da fundamentação desta resolução; CONSIDERANDO a Resolução CFM nº 1.451/95; CONSIDERANDO, finalmente, o decidido em sessão plenária realizada no dia 21 de fevereiro de 2008, RESOLVE: Art. 1º Definir como disponibilidade médica em sobreaviso a atividade do médico que permanece à disposição da instituição de saúde, de forma não presencial, cumprindo jornada de trabalho preestabelecida, para ser requisitado, quando necessário, por qualquer meio ágil de 2
3 comunicação, devendo ter condições de atendimento presencial quando solicitado em tempo hábil. Parágrafo único. A obrigatoriedade da presença de médico no local nas vinte e quatro horas, com o objetivo de atendimento continuado dos pacientes, independe da disponibilidade médica em sobreaviso nas instituições de saúde que funcionam em sistema de internação ou observação. Art. 2º A disponibilidade médica em sobreaviso, conforme definido no art. 1º, deve ser remunerada de forma justa, sem prejuízo do recebimento dos honorários devidos ao médico pelos procedimentos praticados. Parágrafo único. A remuneração prevista no caput deste artigo deve ser estipulada previamente em valor acordado entre os médicos da escala de sobreaviso e a direção técnica da instituição de saúde pública ou privada. Art. 3º O médico de sobreaviso deverá ser acionado pelo médico plantonista ou por membro da equipe médica da instituição, que informará a gravidade do caso, bem como a urgência e/ou emergência do atendimento, e anotará a data e hora desse comunicado no prontuário do paciente. Parágrafo único. Compete ao diretor técnico providenciar para que seja afixada, para uso interno da instituição, a escala dos médicos em disponibilidade de sobreaviso e suas respectivas especialidades e áreas de atuação. Art. 4º Em caso de urgência e/ou emergência, o médico que acionar o plantonista de sobreaviso deverá, obrigatoriamente, permanecer como responsável pelo atendimento do paciente que ensejou a chamada até a chegada do médico de sobreaviso, quando ambos decidirão a quem competirá a responsabilidade pela continuidade da assistência. Art. 5º Será facultado aos médicos do Corpo Clínico das instituições de saúde decidir livremente pela participação na escala de disponibilidade em sobreaviso, nas suas respectivas especialidades e áreas de atuação. Parágrafo único. Os regimentos internos das instituições de saúde não poderão vincular a condição de membro do Corpo Clínico à obrigatoriedade de cumprir disponibilidades em sobreaviso. Art. 6º Compete ao diretor técnico e ao Corpo Clínico decidir as especialidades necessárias para disponibilidade em sobreaviso, de acordo com a legislação vigente. Art. 7º Cabe aos diretores técnicos das instituições o cumprimento desta resolução. 3
4 Art. 8º Fica estipulado o prazo de 6 (seis) meses, a partir da publicação desta resolução, para a adequação dos serviços nela referidos, revogando-se as disposições em contrário. (...). EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS DA RESOLUÇÃO CFM Nº 834/08 A disponibilidade de médicos em sobreaviso é prática adotada nos diversos serviços de assistência médica, públicos ou privados, em todo o país. Caracteriza-se pela disponibilidade de especialistas, fora da instituição, alcançáveis quando chamados para atender pacientes que lhes são destinados. O médico em disponibilidade de sobreaviso, quando acionado, está obrigado a se deslocar até o hospital para atender casos de emergência, realizar cirurgias, procedimentos diagnósticos e internações clínicas, devendo ser devidamente remunerado, quer pelo SUS, por convênios em geral ou, mesmo, por clientes particulares. Poucos hospitais, em geral localizados nos grandes centros urbanos, conseguem manter em seus plantões de emergência um contingente de 20 a 25 especialistas. Para a esmagadora maioria das unidades, uma decisão desse tipo inviabilizaria a prestação dos serviços, tanto do ponto de vista econômico quanto pela inexistência de profissionais disponíveis em todas as localidades. Nas unidades de Pronto-Socorro, o atendimento às emergências deve ser previsto e assegurado nas 24 horas do dia, com alocação de recursos humanos conforme estabelecido na Resolução CFM nº 1.451/95. Outras especialidades médicas não exigidas in loco podem, entretanto, estar disponíveis por intermédio do sobreaviso previamente definido, o que atenderia perfeitamente as necessidades técnicas de demanda não eletiva, além de não acarretar prejuízo ou riscos aos pacientes. Geralmente, são especialistas que atuam num segundo momento, após a ação do plantonista que presta o atendimento imediato ao paciente visando manter as condições de suporte de vida. Esta característica de médico de segunda linha na atenção a uma emergência é que permite a adoção de disponibilidade em sobreaviso, objetivando a otimização do atendimento. No Parecer CFM nº 19, de 12 de dezembro de 1993, assim pronuncia-se o Conselheiro Nilo Fernando Rezende Vieira: "As características de cada cidade, de cada hospital e o número de especialistas disponíveis tornam heterogênea a organização deste tipo de trabalho. Um hospital de grande porte, de uma grande cidade, geralmente mantém médicos de diversas especialidades de plantão. Já uma pequena cidade, como faria para manter tal leque de especialistas de plantão? A existência de "plantão a distância" sobreaviso é decorrência desta heterogeneidade de formas de 4
5 organização. Estes plantões, naturalmente, não podem ser impostos e obrigatórios. O acordo entre os profissionais e a administração das instituições é o modo de estabelecer estas formas de prestação de serviços". Acerca do assunto, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo promulgou resolução específica para regulamentar os plantões de sobreaviso. Denominando-os como "plantões de disponibilidade de trabalho", define-os como "a atividade do médico que permanece à disposição da instituição, cumprindo jornada de trabalho preestabelecida, para ser requisitado por intermédio de pager, telefone ou outro meio de comunicação, tendo condições de atendimento pronto e pessoal". Decide, ainda, que o médico de sobreaviso só poderá ser acionado pela equipe médica do local, determinando ao plantonista que tomou tal decisão que "permaneça como responsável pelo atendimento do paciente até a chegada do colega, quando se definirá a responsabilidade pela continuidade da assistência". E enfatiza que "a responsabilidade pelas eventuais falhas de atendimento em decorrência dessa prática será assumida em conjunto pela instituição e pelo médico contratado". Por fim, ressalva que a resolução não abrange a atividade médica em Pronto-Socorro, já regulamentada pela Resolução CFM nº 1.451/95. Há outras Resoluções sobre o assunto como as do CRM-RJ, CRM-CE, CRM-SP, CRM-PR e CRM-ES que, pelo exposto, possibilitam verificar que a disponibilidade em sobreaviso é uma realidade nacional e tem o condão de suprir as necessidades de diferentes localidades no tocante à assistência médica. No entanto, sua regulamentação deve estar sujeita a normas rígidas e claras, não apenas para evitar eventual omissão de socorro e prejuízo no atendimento à população, mas também para a segurança e garantia do próprio médico. Desse modo, opinamos pela aprovação de resolução por este Conselho, a fim de regulamentar o plantão de sobreaviso, para que as instituições de saúde possam ter um correto parâmetro para a eventual adoção dessa modalidade de prestação de serviços. ANTÔNIO GONÇALVES PINHEIRO - Conselheiro Relator. (...). DO PARECER: Caso exista a demanda relatada, o HUCAM pode ser acionado formalmente pelo seu Departamento de Urologia no sentido de instituir o plantão de sobreaviso conforme descrito. Vale ressaltar que a prestação de serviços médicos requer dignas condições de trabalho e justa remuneração, o que deve ser também observado, além dos ditames do Código de Ética Médica. 5
6 Documentadas ambas as necessidades (do Departamento de Urologia e do HUCAM), orienta-se que tal hipótese seja amplamente discutida e, assim, seja por fim instituído o regime de plantão que atender à demanda existente. (Sendo sobreaviso ou não). Eis meu parecer, SMJ. Vitória/ES, 18 de Maio de Dr. Fabiano Pimentel Pereira Conselheiro Relator 6
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RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO Hospital do Espinheiro (Grupo Hapvida) CNPJ 08.612.914/0001-15 Rua do Espinheiro, 222 Espinheiro, Recife PE. Telefone: (81) 2138-2950 e 2138-2955 Diretor Técnico: Dr. Helmut Skau,
Por determinação deste Conselho fomos ao estabelecimento acima identificado verificar suas condições de funcionamento.
RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO Unidade Mista São José CNPJ 13.486.604/0001-31 Rua Samuel Cunha, s/n Centro Bezerros. Diretor Técnico: Dr. Rinaldo Pacheco Vaz, CRM 2413 (Não possui título de especialista registrado
RESOLUÇÃO N 5, DE 16 DE AGOSTO DE 2016, DA REITORA DA UFTM
RESOLUÇÃO N 5, DE 16 DE AGOSTO DE 2016, DA REITORA DA UFTM Dispõe sobre a flexibilização da jornada de trabalho dos servidores Técnico-administrativos em Educação, no âmbito da Universidade Federal do
Por determinação deste Conselho fomos ao estabelecimento acima citado verificar suas condições de funcionamento.
RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) Olinda GBAPH (Grupamento de Bombeiros de Atendimento Pré Hospitalar). CNPJ 10.404.184/0001-09 Avenida Presidente Kennedy, 145,
AMIL SAÚDE PARA EMPRESAS Tabelas de preços 30 a 99 vidas. Tabela de preços 30 a 99 vidas plano com coparticipação
AMIL SAÚDE PARA EMPRESAS Tabelas de preços 30 a 99 vidas Julho 2016 Amil 400 Amil 400 Amil 500 Amil 700 Faixa Etária Enfermaria Apartamento Apartamento Apartamento 00 a 18 anos 202,75 230,51 254,40 314,64
ANEXO I DA RESOLUÇÃO CFM nº 2.077/14
ANEXO I DA RESOLUÇÃO CFM nº 2.077/14 1. Definição de leitos de retaguarda No Brasil, a Portaria MS/SAS nº 312, de 2 de maio de 2002, define 24 horas como o período máximo de observação hospitalar e estabelece
Diretor técnico: JULIO JOSE REIS DE LIMA (CRM: 6051)
Relatório de Fiscalização Hospital Belarmino Correia Praça Correia Picanço, s/nº - Centro Goiana/PE Diretor técnico: JULIO JOSE REIS DE LIMA (CRM: 6051) Por determinação deste Conselho fomos ao estabelecimento
Por determinação deste Conselho fomos ao estabelecimento acima citado verificar suas condições de funcionamento.
Relatório de Fiscalização Hospital Helena Moura (Unidade de Pediatria Helena Moura) CNPJ 41.090.291/0002-14 Rua Cônego Barata, s/nº - Tamarineira Recife. Telefone: 81 3355-1300 Diretora Geral: Drª Lúcia
Por determinação deste Conselho fomos ao estabelecimento acima citado verificar suas condições de funcionamento.
RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO Hospital Ilha do Leite (Ultra SOM S/S Grupo Hapvida) CNPJ 12.361.267/0009-40 Rua Dr. João Asfora nº 35 Ilha do Leite, Recife PE Telefone: (81) 3198-4566 e 3198-4575 Diretor Técnico:
RESOLUÇÃO CFM nº 2.077/2014
RESOLUÇÃO CFM nº 2.077/2014 (Publicado do D.O.U. de 16 set. 2014, Seção I, p. 80) Dispõe sobre a normatização do funcionamento dos Serviços Hospitalares de Urgência e Emergência, bem como do dimensionamento
Normatização do funcionamento dos Serviços Pré-Hospitalares Móveis de Urgência e Emergência
INFORME JURÍDICO 27/11/2014 403 Prezados (as) Normatização do funcionamento dos Serviços Pré-Hospitalares Móveis de Urgência e Emergência Divulgamos a Resolução 2110/2014, do Conselho Federal de Medicina
