PARECER CONSULTA N 19/2017
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- Heitor Gameiro Garrido
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1 PARECER CONSULTA N 19/2017 PROCESSO CONSULTA CRM-ES N 7/2017 INTERESSADO: Sra. PD (Assessora de Imprensa) ASSUNTO: Atuação de uma empresa de responsabilidade médica dedicada a realizar exames complementares, com modelos de peças publicitárias. CONSELHEIRO PARECERISTA: Dr. Thales Gouveia Limeira APROVAÇÃO PLENÁRIA: 27/06/2017 EMENTA: Atuação. Empresa de responsabilidade médica. Realizar exames complementares. Peças publicitárias. CONSULTA A Sra. PD, que se identifica profissionalmente como Assessora de Imprensa (presumidamente atuando para uma empresa de responsabilidade médica dedicada a realizar exames complementares, com modelos de peças publicitárias anexadas), solicita parecer sobre o tema, apresentando quatro perguntas: Laboratórios de análises clínicas seguem as mesmas diretrizes da publicidade médica? Podemos fazer publicidade com preço de exames com panfletagem e mídias sociais? Podemos firmar parcerias com clínicas e levar panfletos com preços promocionais para eles entregarem aos clientes/pacientes? É possível fazer material gráfico sem valor dos serviços, apenas dizendo que oferecemos exames de DNA, toxicológico, por exemplo. A consultante anexou reproduções de supostos modelos de peças publicitárias direcionadas a laboratório clínico, como propaganda de serviços de detecção de 1
2 drogas em candidatos à aquisição de Carteira Nacional de Habilitação, adição de categoria e troca de categoria e renovação. Mostra nas figuras o nome de empresa realizadora de exames toxicológicos de abrangência mundial (estabelecida também no estado de São Paulo, porém sendo negativa a busca de seu registro quando feita no site do Conselho Federal de Medicina). O nome dessa empresa é apresentado junto a um caminhão, presumidamente uma reprodução de peça propagandística inserida em material publicitário em elaboração pela Consulente com o objetivo de associar os serviços oferecidos com as exigências para se obter a Carteira Nacional de Habilitação. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS APLICÁVEIS Decreto / (Regula e fiscaliza o exercício da medicina, da odontologia, da medicina veterinária e das profissões de farmacêutico, parteira e enfermeira, no Brasil e estabelece penas): Art. 24 Os institutos hospitalares de qualquer natureza, públicos ou particulares, os laboratórios de análises e pesquisas clínicas, os laboratórios de soros, vacinas e outros produtos biológicos, os gabinetes de raios X e os institutos de psicoterapia, fisioterapia e ortopedia, e os estabelecimentos de duchas ou banhos medicinais, só poderão funcionar sob responsabilidade e direção técnica de médicos ou farmacêuticos, nos casos compatíveis com esta profissão, sendo indispensável para o seu funcionamento, licença da autoridade sanitária. Resolução CFM 1.931/2009 (Código de Ética Médica): É vedado ao médico: Art. 17. Deixar de cumprir, salvo por motivo justo, as normas emanadas dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina e de atender às suas requisições administrativas, intimações ou notificações no prazo determinado. Art. 18. Desobedecer aos acórdãos e às resoluções dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina ou desrespeitá-los. Art. 72. Estabelecer vínculo de qualquer natureza com empresas que anunciam ou comercializam planos de financiamento, cartões de descontos ou consórcios para procedimentos médicos. Art Permitir que sua participação na divulgação de assuntos médicos, em qualquer meio de comunicação de massa, deixe de ter caráter exclusivamente de esclarecimento e educação da sociedade. 2
3 Resolução CFM 1.974/2011 Resolução CFM 1.974/ (Anexo I) Art Divulgar informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico. Art Participar de anúncios de empresas comerciais qualquer que seja sua natureza, valendo-se de sua profissão. Art Deixar de incluir, em anúncios profissionais de qualquer ordem, o seu número de inscrição no Conselho Regional de Medicina. Parágrafo único. Nos anúncios de estabelecimentos de saúde devem constar o nome e o número de registro, no Conselho Regional de Medicina, do diretor técnico. Art. 1º Entender-se-á por anúncio, publicidade ou propaganda a comunicação ao público, por qualquer meio de divulgação, de atividade profissional de iniciativa, participação e/ou anuência do médico. Art. 2º Os anúncios médicos deverão conter, obrigatoriamente, os seguintes dados: a) Nome do profissional; b) Especialidade e/ou área de atuação, quando registrada no Conselho Regional de Medicina; c) Número da inscrição no Conselho Regional de Medicina; d) Número de registro de qualificação de especialista (RQE), se o for. Parágrafo único. As demais indicações dos anúncios deverão se limitar ao preceituado na legislação em vigor. Art. 3º É vedado ao médico: c) Participar de anúncios de empresas ou produtos ligados à Medicina, dispositivo este que alcança, inclusive, as entidades sindicais ou associativas médicas; Art. 5º Nos anúncios de clínicas, hospitais, casas de saúde, entidades de prestação de assistência médica e outras instituições de saúde deverão constar, sempre, o nome do diretor técnico médico e sua correspondente inscrição no Conselho Regional em cuja jurisdição se localize o estabelecimento de saúde. 1º Pelos anúncios dos estabelecimentos de hospitalização e assistência médica, planos de saúde, seguradoras e afins respondem, perante o Conselho Regional de Medicina, os seus diretores técnicos médicos. 2º Os diretores técnicos médicos, os chefes de clínica e os médicos em geral estão obrigados a adotar, para cumprir o mandamento do caput, as regras contidas no Manual da Codame, anexo. Art. 13 Os sites para assuntos médicos deverão obedecer à lei, às resoluções normativas e ao Manual da Codame. CRITÉRIOS GERAIS DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA 3
4 [...] DAS PROIBIÇÕES GERAIS De modo geral, na propaganda ou publicidade de serviços médicos e na exposição na imprensa ao médico ou aos serviços médicos é vedado: XIV - divulgar preços de procedimentos, modalidades aceitas de pagamento/parcelamento ou eventuais concessões de descontos como forma de estabelecer diferencial na qualidade dos serviços; Resolução CFM nº 1.980/ (Anexo) Art. 1º A inscrição nos conselhos regionais de medicina da empresa, instituição, entidade ou estabelecimento prestador e/ou intermediador de assistência médica será efetuada por cadastro ou registro, obedecendo-se as normas emanadas dos conselhos federal e regionais de medicina. Art. 3º As empresas, instituições, entidades ou estabelecimentos prestadores e/ou intermediadores de assistência à saúde com personalidade jurídica de direito privado devem registrar-se nos conselhos regionais de medicina da jurisdição em que atuarem, nos termos das Leis nº 6.839/80 e nº 9.656/98. Art. 9º O diretor técnico responde eticamente por todas as informações prestadas perante os conselhos federal e regionais de medicina. CONCLUSÃO Pelo exposto, as indagações da Sra. PD são assim respondidas: Primeiro questionamento: Sim, nos casos em que o laboratório de análises clínicas for dirigido tecnicamente por médico, conforme disposto no Decreto /1932 e demais leis e normas referentes ao exercício da Medicina. Segundo questionamento: Não, uma vez que é vedada ao médico a divulgação de preços de procedimentos, conforme inciso XIV das proibições gerais presentes no Anexo I (Critérios Gerais de Publicidade e Propaganda) da Resolução CFM 1.974/2011. Terceiro questionamento: Resposta parcialmente prejudicada, uma vez que não foram apresentadas as características das parcerias pretendidas. Quanto a dispor panfletos com preços promocionais, vide resposta ao segundo questionamento acima. 4
5 Quarto questionamento: Sim, desde que siga na integralidade a normatização constante da Resolução CFM 1.974/2011 e demais dispositivos do Código de Ética Médica aprovado pela Resolução CFM 1.931/2009. Este é o parecer, salvo melhor juízo. Vitória, 13 de junho de Dr. Thales Gouveia Limeira CRM-ES Conselheiro Parecerista 5
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