Padrões de Comunicação Serial

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Padrões de Comunicação Serial"

Transcrição

1 Padrões de Comunicação Serial Organizações de Padronização ISO: International Standards Organization ITU-T: International Telecommunications Union IEEE: Institute of Electrical and Electronic Engineers IEC: RS: International Electrotechnical Comission Electronic Industries Association ANSI: American National Standards Institute TIA: Telecommunications Industries Association 1. Há sete organizações mundiais ao redor do mundo envolvidas em especificar padrões e recomendações que afetam as comunicações de dados. 2. A ISO reúne membros de todos os países do mundo e concentra a coordenação da padronização internacionalmente. 3. A ANSI é a principal entidade de padronização dos EUA e é o braço da ISO naquele país. Ela é não governamental e é mantida por mais de 1000 organizações de comercio, associações profissionais e companhias. 4. A ITU é uma agencia especialista da ONU. Ela consiste em representações de organizações ligadas a equipamentos e serviços de telecomunicações, telégrafos e correio. Os seus padrões são conhecidos como ITU-T V.xx. 5. A RS é uma organização voluntária de padronização dos EUA especializada nas características elétricas e funcionais de equipamentos de interface. Desde 1998 a RS e TIA se fundiram. A TIA representa o setor de telecomunicações da RS. 6. A IEC é um órgão de padronização internacional afiliada a ISO. Concentrada em padronização do setor elétrico, ela é seguida na Europa e na maioria dos países ocidentais, inclusive no Brasil, mas enfrenta resistências nos EUA e seus seguidores. 7. A IEEE é uma sociedade profissional dos engenheiros elétricos nos EUA e emite seus próprios padrões, normas e práticas profissionais. 1

2 Padrões de Comunicação Serial Um padrão de interface de comunicação serial define os detalhes elétricos e mecânicos que permitem que equipamentos de diferentes tipos e fabricantes sejam conectados e habilitados a trocarem dados entre si. Viabiliza a conexão entre dispositivos como PCs, CLPs, IHMs, rádios-modens, transdutores, transmissores e atuadores como inversores, soft-start e válvulas. Configuração, manutenção e comunicação de dados. 1. As interfaces de comunicação serial estão presentes em quase todos os equipamentos microprocessados, sejam de aplicação industrial ou não. 2. Em equipamentos como controladores lógicos programáveis, interfaces homem máquina, microcontroladores, modems e outros, somos obrigados a usar esta interface no momento da configuração inicial, eventual programação, manutenção e transferência de dados. 2

3 Padrões de Comunicação Serial RS 232 (EIA-232X) Criada na década de 60, já com várias revisões, para comunicação entre computadores e modens. Velocidades baixas (19,2kbps) e distâncias curtas (15m) entre dois dispositivos. RS 485 (EIA-485) Velocidades altas (10Mbps) e ligações longas (1,2km) entre dois ou mais dispositivos. Outros RS 422 / RS 449 / RS 530 / RS O padrão RS-232 foi bastante difundido após seu uso para comunicação dos computadores padrão PC com seus periféricos. 2. Já em ambientes industriais, o padrão RS-485 tem sido mais utilizado por possibilitar a ligação de mais dispositivos, a maiores taxas de transmissão de dados e maiores distâncias. 3. O padrão RS-422 é semelhante ao RS-485 mas com limitação no número de dispositivos. 4. O RS-449 foi lançado em 1977 como um sucessor do RS-232 com maior velocidade e distancia, além de maiores opções para testes de modens. Contudo não conseguiu superar a popularidade do RS O RS-530 foi lançado em 1992, como uma opção aos usuários do RS- 422 e RS O RS-562 foi lançado em 1992, como uma opção ao RS-232 adequada a tecnologia dos chips que utilizam 3,3V, habilitando os sistemas a terem maiores velocidades, baixo consumo de energia e menor tamanho. 3

4 Tipos de Linhas de Transmissão Transmissão desbalanceada Transmissão balanceada (Maior imunidade ao ruído) 1. A escolha entre linhas de transmissão balanceada e desbalanceada é uma consideração importante quando selecionando um sistema de comunicação de dados. 2. Em sistemas desbalanceados, o sinal de referência é simultaneamente compartilhado por vários sinais e outros circuitos eletrônicos. O sinal transmitido é a tensão entre o condutor de sinal e o condutor de referência, ou terra. 3. Na prática sistemas desbalanceados somente funcionam sobre enlaces de comunicação curtos como os usados em RS-232 e RS O problema dos sistemas desbalanceados é que o condutor comum pode capturar ruídos excessivos e não ter o mesmo potencial em todos os pontos do circuito. 5. Interfaces de comunicação balanceadas necessitam de dois condutores para transmitir cada sinal. A tensão no receptor é medida como tensão diferencial (V A -V B ) entre estes dois fios. 6. Estas linhas permitem maiores taxas de transmissão sobre maiores distâncias. Este método de transferir dados é o preferido em aplicações industriais onde o ruído pode ser o maior problema. A desvantagem é que um sistema balanceado necessita de dois condutores para cada sinal. 7. A transferência com sucesso de sinais de tensão sobre dois condutores na presença de ruídos e quedas de tensão é baseado na assunção que os condutores tem características similares e serão afetados igualmente. Não significa que o ruído não exista nestes sistemas, e sim que as tensões subirão e descerão igualmente nos dois condutores, mantendo a mesma diferença. 4

5 Transmissão Desbalanceada 5

6 Transmissão Balanceada 1. A tensão entre o condutor de sinal e o sinal comum é chamada de tensão de modo comum (CMV A e CMV B ). 2. O CMV é a indicação da tensão induzida ou ruído na linha de comunicação. Idealmente as CMV nos dois fios se cancelarão completamente 6

7 RS/TIA-232 (V.24) Este padrão especifica o método de conexão de dois dispositivos: DTE e DCE. DTE refere-se ao equipamento terminal de dados, por exemplo, um computador. DCE refere-se ao equipamento de comunicação de dados como um modem. Um DTE comunica-se com um DCE. Um DCE recebe dados de um DCE e os retransmite a outro DCE via um enlace de comunicação de dados como uma linha telefônica ou rádio. 1. A aplicação original do padrão RS-232 é para a comunicação de um computador (DTE) com um modem (DCE). 2. Hoje o RS-232 é usado para vários tipos de comunicação envolvendo dois dispositivos. 7

8 RS/TIA-232 (V.24) Linhas RS-232 Linha Telefônica ou Radio 1. O RS-232 está presente somente entre o DTE e DCE. 2. Entre os DCEs outras especificações são usadas. 8

9 RS/TIA-232 (V.24) Consiste de três partes principais Características elétricas dos sinais Aspectos mecânicos como pinagem e conectores. Os nomes e funções de cada sinal usado no enlace. 9

10 Sinais do RS Sinais Linhas de Dados Linhas de Controle Linhas de Temporização Funções especiais secundárias DATA Signal Common Transmitted Data (TD) Received Data (RD) CONTROL Request to Send (RTS) Clear to Send (CTS) DCE Ready (DSR) DTE Ready (DTR) Ring Indicator (RI) Received Line Signal Detector** (DCD) Signal Quality Detector Data Signal Rate Detector from DTE Data Signal Rate Detector from DCE Ready for Receiving Remote Loopback Local Loopback Test Mode TIMING Transmitter Signal Element Timing from DTE To DCE Transmitter Signal Element Timing from DCE Receiver Signal Element Timing DATA Secondary Transmitted Data Secondary Received Data CONTROL Secondary Request to Send Secondary Clear to Send Secondary Received Line Signal Detector To DCE To DCE To DCE To DCE To DCE To DCE To DCE To DCE To DCE To DCE 10

11 Conectores e Pinagem do RS-232 Principais Conectores: ALT-A, DB25, DB9, RJ45 e Mini-DIN. Há diferenças entre as pinagens do DTE e DCE. 1. O conector DB-25 não foi especificado pelo RS-232, mas tornou-se um padrão de fato. 2. A revisão E do padrão apresentou um conector de 26 pinos, chamado de ALT-A como opção ao DB-25. Ele é menor satisfazendo a demanda por conectores adequados aos modernos computadores. 3. Em equipamentos onde não há a necessidade dos sinais de controle ou da totalidade deles, o conector DB-9 é utilizado. 4. A utilização do DB-9 surgiu quando a IBM decidiu fazer um adaptador combinado serial paralelo para o computador pessoal AT. Um pequeno conector foi necessário para permitir que duas interfaces coubessem em um cartão de interface padrão ISA. 5. Após isto o conector DB-9 passou a ser utilizado para evitar o desperdício de pinos quando as aplicações só necessitam dos sinais de dados. 6. A alocação da pinagem é diferente no DB9 e DB25 e nos DTE s e DCE s. 11

12 Controle de Fluxo (Handshaking) Hardware Usando os sinais de controle: RTS/CTS, DSR/DTR. Software Usando caracteres ASCII especiais XON e XOFF. 1. O controle de fluxo entre o DTE e o DCE ou entre DTE s pode ser feito utilizando os sinais de controle (HARDWARE) ou através da transmissão de sinais especiais de controle (XON/XOFF). 2. O controle de fluxo por hardware é a causa de muitos problemas de interface. Fabricantes algumas vezes omitem linhas de controle de seus equipamentos ou designam aplicações não usuais para elas. 3. O controle de fluxo via software é usado quando somente as linhas de dados estão presentes. Este controle é parte do aplicativo que está utilizando a porta de comunicação. 4. O protocolo de controle de fluxo baseado nos caracteres especiais XON e XOFF funciona da seguinte forma: o transmissor envia dados até que ele receba do receptor um caractere XOFF; quando isto acontece ele pára a transmissão até que um caractere XON seja recebido, permitindo a retomada da transmissão. 12

13 Controle de Fluxo por Hardware Sinais DTR/DSR O DTE ativa o DTR para sinalizar a sua energização e solicita uma resposta do estado do DCE. O DCE ativa o DSR para sinalizar a sua energização e/ou que uma linha está conectada. Sinais RTS/CTS Informa sobre as condições dos dispositivos para transmitir e receber dados O DTE ativa o RTS quando tem dado para enviar. O DCE ativa o CTS em resposta quando está pronto para receber dados. 13

14 Controle de Fluxo por Hardware Sinais RI/DCD RI é ativado quando o modem detecta uma chamada na linha telefônica. DCD é ativado quando uma conexão foi estabelecida entre dois modens e uma portadora foi detectada. 14

15 Características Elétricas do RS-232 Transmissor Receptor Linhas de Dados 1. Em eletrônica digital estamos acostumados a usar a tensão de +5 volts para representar o nível lógico ALTO e zero volts para o nível lógico BAIXO. 2. No padrão RS-232 temos níveis de tensão totalmente diferentes para os dados que trafegam nos terminais TD e RD. 3. O nível lógico ALTO ou MARK é produzido com tensões entre -5 e - 25 volts. No receptor, tensões entre -3 e -25 volts são entendidas como nível lógico ALTO. 4. O nível lógico BAIXO ou SPACE é produzido com tensões entre +5 e +25 volts. No receptor, tensões entre +3 e +25 volts são entendidas como nível lógico ALTO. 5. Sinais entre a região de 3 e +3 volts são indefinidos e levam a perda de dados, portanto há uma margem mínima de ruído de 2 volts entre os transmissores e receptores. 6. As tensões dos terminais TD e RD são medidas em relação ao terminal de referência ou terra (ground). Este topologia é chamada de linhas DESBALANCEADAS. 7. Com linhas longas os sinais de tensão são deteriorados. O padrão assegura o seu funcionamento até distâncias de 15 metros, contudo um cálculo preciso deve levar em consideração a capacitância mútua do cabo utilizado. 15

16 Características Elétricas do RS-232 Transmissor Receptor Linhas de Controle 1. As linhas de controle utilizam as mesmas faixas de tensão, contudo não há a inversão, ou seja, tensões positivas representam níveis lógicos ALTOS. 16

17 Lógica TTL x RS A utilização de tensões diferentes do padrão TTL requer que os equipamentos eletrônicos utilizem drivers para cada sinal. 2. Estes drivers são circuitos integrados (MAX 232) que efetuam a interface entre o microprocessador e porta de comunicação. 17

18 Cabo de Comunicação Padrão Conectores DB A configuração dos cabos de comunicação do padrão RS-232 pode levar a pequenos enganos. 2. O cabo padrão, com conectores iguais nas duas terminações, interliga os pinos com a mesma numeração nos terminais do DTE e DCE. Contudo, estaremos interligando o pino TD (2) do DTE ao pino RD (2) do DCE. 18

19 Cabo de Comunicação Padrão Conector DB25 e DB9 DTE Conector DB-25 Sinal Sinal Pino Pino TD TD 22 RD RD 33 RTS RTS 44 CTS CTS 55 DSR DSR 66 GND GND 77 CD CD 88 DTR DTR RI RI DCE Conector DB-9 Pino Pino Sinal Sinal 33 RD RD 22 TD TD 77 CTS CTS 88 RTS RTS 66 DSR DSR 55 GND GND 11 CD CD 44 DTR DTR 99 RI RI 1. Quando os conectores são diferentes, o cabo padrão é construído através da interligação dos sinais definidos pelo padrão. 2. Observe que o pino TD (2) continua ligado ao pino RD (3) do DCE, embora tenha numerações diferentes, trata-se ainda de um cabo padrão. 19

20 Cabo de Comunicação NULL-MODEM Conexão direta entre dois DTE s Conector DB-9 Conector DB-9 Sinal Sinal Pino Pino Pino Pino Sinal Sinal TD TD TD TD RD RD RD RD GND GND GND GND Sem controle de fluxo Sinal Sinal Pino Pino Pino Pino Sinal Sinal TD TD TD TD RD RD RD RD RTS RTS RTS RTS CTS CTS CTS CTS DSR DSR DSR DSR CD CD CD CD DTR DTR DTR DTR GND GND GND GND Com controle de fluxo 1. Para comunicação entre CLPs e PCs ou entre quaisquer dois dispositivos DTE o cabo padrão não pode ser utilizado. 2. Devemos usar um cabo com ligações cruzadas, chamado de NULL- MODEM ou modem nulo. 3. Este cabo simula a inversão de dados efetuada pelo modem, quando não utilizamos este dispositivo. 4. Dependendo do equipamento pode ser necessária ou não o uso dos sinais de controle de fluxo. 20

21 Taxa de Transmissão O padrão RS-232 limita a velocidade a 20 kbps. Velocidades típicas: 300, 1200, 2400, 9600, bps. A velocidade é limitada pelo velocidade de transição máxima de 30V/us para evitar indução eletromagnética nos demais canais do cabo de comunicação. 1. Devemos lembrar que a tensão gerada por indução eletromagnética é tão maior quanto maior for a taxa de variação do campo magnético. 2. As variações bruscas de tensão e corrente encontradas no momento da transição entre os bits 0 e 1 induzem tensões espúrias nos condutores próximos. 3. O padrão RS-232 limita a velocidade desta mudança para evitar problemas de sinais espúrios nas linhas de dados próximas. 4. Ao limitarmos esta taxa de variação estamos limitando a largura do bit e a conseqüente quantidade de bits possíveis de serem transmitidos em um segundo. 21

22 Comprimento do Cabo Limitado pela capacitância do cabo Provoca alterações nas transições entre os níveis de tensão de +25 e -25V. Capacitância total deve ser menor que 2500pF. Comprimento de 15m para cabos com 160pF/m. Velocidades menores permitem maiores distâncias. 22

23 Formato de Dados no RS-232 Não especificado pelo Protocolo Usado para transmissões assíncronas. 1. O padrão RS-232 não trata do formato do dado a ser transmitido, mas é comum na transmissão de dados seriais, byte a byte, de forma assíncrona, a presença dos seguintes bits delimitadores: - START bit: Informa que a transmissão vai iniciar e ativa o clock do receptor. - MESSAGE bits: Byte de dados iniciando pelo bit menos significativo. - PARITY bit: Bit de paridade. Par, Impar ou nenhum. - STOP bit: Informa o fim da transmissão. São 1 ou 2 bits para permitir a re-sincronização do receptor. 2. A eficiência deste tipo de transmissão é de 73% já que são transmitidos onze bits par um byte de informação. 23

24 Limitações do RS-232 Restrito a comunicação entre dois dispositivos. Limitação de distância de 15 metros. A taxa de 19,2kbps é baixa. Os níveis de tensão de -3/-25V e +3/+25V não são diretamente compatíveis com modernas fontes de alimentação 24

Pretende-se neste trabalho familiarizar o aluno com a interface RS-232 e a sua aplicação em aquisição de dados num ambiente laboratorial

Pretende-se neste trabalho familiarizar o aluno com a interface RS-232 e a sua aplicação em aquisição de dados num ambiente laboratorial /$%KWWSGLDQDXFHKXDOJSW,QVWODESGI,QWHUIDFH56 0DWHULDO computador compilador Borland C ou Microsoft QuickBasic cabo série (RS-232) Osciloscópio digital Tektronix TDS210 2EMHFWLYRV Pretende-se neste trabalho

Leia mais

Interfaces: blindagem, ligação à terra e linhas de transmissão. Revisões. Interfaces: blindagem, ligação à terra e linhas de transmissão

Interfaces: blindagem, ligação à terra e linhas de transmissão. Revisões. Interfaces: blindagem, ligação à terra e linhas de transmissão Ruído exterior Acoplamento indutivo Acoplamento capacitivo Múltiplas ligações à terra Pares entrançados Blindagem Linhas Reflexões na linha Terminação na carga Terminação na fonte Revisões Método de interligações

Leia mais

NTP-001. Acessando o Master ou Master Expander com Cabos Serial-Serial ou Cabos Serial-Serial e USB-Serial PATCHVIEW V2.0

NTP-001. Acessando o Master ou Master Expander com Cabos Serial-Serial ou Cabos Serial-Serial e USB-Serial PATCHVIEW V2.0 Acessando o Master ou Master Expander com Cabos Serial-Serial ou Cabos Serial-Serial e USB-Serial PATCHVIEW V2.0 1. Objetivo No ambiente PatchView, é necessário acessar os equipamentos Master e Master

Leia mais

Transmissão Serial DTE e DCE CSU/DSU

Transmissão Serial DTE e DCE CSU/DSU Transmissão Serial DTE e DCE CSU/DSU Prof. Alexandre Beletti Introdução A transmissão serial de dados é o método mais comum para enviar dados de um ponto para outro. Os dados são enviados em um fluxo,

Leia mais

Comunicação Serial. Comunicação Serial RS232

Comunicação Serial. Comunicação Serial RS232 Comunicação Serial Motivação Diversos dispositivos eletrônicos usam portas seriais para se comunicar com outros dispositivos eletrônicos. Para muitos é a única forma de comunicação. A integração de equipamentos

Leia mais

COMUNICAÇÃO SERIAL ENTRE EQUIPAMENTOS

COMUNICAÇÃO SERIAL ENTRE EQUIPAMENTOS COMUNICAÇÃO SERIAL ENTRE EQUIPAMENTOS 1 Introdução Para transmitir ou receber informações de outros dispositivos é necessário que os sistemas automáticos sejam capazes de comunicarem-se com estes dispositivos.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA APLICADA INF01154 - Redes de Computadores N

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA APLICADA INF01154 - Redes de Computadores N UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA APLICADA INF01154 - Redes de Computadores N Transmissão de sinais no nível físico e de enlace do Modelo de

Leia mais

2 Conceitos de transmissão de dados

2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceitos de transmissão de dados 1/46 2.4 Camada física do Modelo OSI 2.4 Introdução 2/46 Camada física do modelo Topologias OSI de ligação Tipos de comunicação SIMPLEX

Leia mais

Redes de Comunicações/Computadores I Secção de Redes de Comunicação de Dados

Redes de Comunicações/Computadores I Secção de Redes de Comunicação de Dados 3. Interfaces Físicas Interfaces Não Balanceadas e Balanceadas; Interfaces de Alto Débito Redes de Comunicações/Computadores I Secção de Redes de Comunicação de Dados Interfaces Físicas Interfaces para

Leia mais

Terminal de Operação Cimrex 12

Terminal de Operação Cimrex 12 Descrição do Produto O terminal de operação Cimrex 12 apresenta excelente desempenho em tamanho compacto. Possui visor de cristal líquido alfanumérico de duas linhas e 20 colunas. O teclado de membrana

Leia mais

A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z

A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z Use o para alterar as configurações da impressora que afetam os trabalhos enviados à impressora por uma porta serial (Serial Padrão ou Opção Serial ). Selecione um item de menu para obter mais detalhes:

Leia mais

Terminal de Operação Cimrex 69

Terminal de Operação Cimrex 69 Descrição do Produto O Cimrex 69 agrega as mais novas tecnologias e a mais completa funcionalidade de terminais de operação. Possui visor de cristal líquido gráfico colorido de 5,7 sensível ao toque (

Leia mais

Unidade 1: O Computador

Unidade 1: O Computador Unidade : O Computador.3 Arquitetura básica de um computador O computador é uma máquina que processa informações. É formado por um conjunto de componentes físicos (dispositivos mecânicos, magnéticos, elétricos

Leia mais

Hardware: Componentes Básicos. Sistema de Computador Pessoal. Anatomia de um Teclado. Estrutura do Computador. Arquitetura e Organização

Hardware: Componentes Básicos. Sistema de Computador Pessoal. Anatomia de um Teclado. Estrutura do Computador. Arquitetura e Organização Hardware: Componentes Básicos Arquitetura dos Computadores Dispositivos de Entrada Processamento Dispositivos de Saída Armazenamento Marco Antonio Montebello Júnior [email protected] Sistema de

Leia mais

Telecomunicação e Redes

Telecomunicação e Redes Telecomunicação e Redes Gleidson Emanuel Engª. Mecânica Izaac Damasceno Engª. Agrícola e Ambiental Jadson Patrick Engª. Agrícola e Ambiental Sergio Santos Engª. Agrícola e Ambiental DEFINIÇÃO (Telecomunicação)

Leia mais

MÓDULO 2 Topologias de Redes

MÓDULO 2 Topologias de Redes MÓDULO 2 Topologias de Redes As redes de computadores de modo geral estão presentes em nosso dia adia, estamos tão acostumados a utilizá las que não nos damos conta da sofisticação e complexidade da estrutura,

Leia mais

Redes de Computadores. Disciplina: Informática Prof. Higor Morais

Redes de Computadores. Disciplina: Informática Prof. Higor Morais Redes de Computadores Disciplina: Informática Prof. Higor Morais 1 Agenda Sistemas de Comunicação Histórico das Redes de Comunicação de Dados Mídias de Comunicação Meios de Transmissão Padrões e Protocolos

Leia mais

Conexão de um Terminal à Porta de Console dos Switches Catalyst

Conexão de um Terminal à Porta de Console dos Switches Catalyst Conexão de um Terminal à Porta de Console dos Switches Catalyst Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Conectar um Terminal aos Catalyst 1900/2820, 2900/3500XL, 2940,

Leia mais

A Interface Serial e o Padrão RS-232

A Interface Serial e o Padrão RS-232 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FEN-DETEL - DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA E TELECOMUNICAÇÕES A Interface Serial e o Padrão RS-232 Prof. 1 A Interface Serial e o Padrão RS-232 Objetivo: apresentar

Leia mais

Graduação Tecnológica em Redes de Computadores. Fundamentos de Redes II

Graduação Tecnológica em Redes de Computadores. Fundamentos de Redes II Graduação Tecnológica em Redes de Computadores Fundamentos de Redes II Euber Chaia Cotta e Silva [email protected] Site da disciplina http://echaia.com Ementa: Camada física do modelo OSI; Camada

Leia mais

OBJETIVOS DA SEÇÃO. Após concluir com êxito o módulo sobre Área de Trabalho, o aluno deve estar apto a:

OBJETIVOS DA SEÇÃO. Após concluir com êxito o módulo sobre Área de Trabalho, o aluno deve estar apto a: OBJETIVOS DA SEÇÃO Após concluir com êxito o módulo sobre Área de Trabalho, o aluno deve estar apto a: I. Definir os critérios da Área de Trabalho para o Sistema de Cabeamento Siemon, tanto para interfaces

Leia mais

Processamento de Dados aplicado à Geociências. AULA 1: Introdução à Arquitetura de Computadores

Processamento de Dados aplicado à Geociências. AULA 1: Introdução à Arquitetura de Computadores 1 Processamento de Dados aplicado à Geociências AULA 1: Introdução à Arquitetura de Computadores UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GEOPROCESSAMENTO

Leia mais

Introdução. Hardware (Parte III) Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação. [email protected].

Introdução. Hardware (Parte III) Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação. joseana@computacao.ufcg.edu. Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Introdução à Computação Hardware (Parte III) Prof. a Joseana Macêdo Fechine Régis de Araújo [email protected] Carga

Leia mais

Comunicação de dados. Introdução

Comunicação de dados. Introdução Comunicação de dados Introdução Os microcontroladores AVR estão equipados com dois pinos destinados à comunicação serial, UART (Universal Asynchronous Reciever/Transmitter), ou seja, permitem trocar informações

Leia mais

BARRAMENTO. Caminho de Dados

BARRAMENTO. Caminho de Dados BARRAMENTO Caminho de Dados Conceito Um barramento é simplesmente um circuito que conecta uma parte da placa-mãe à outra. Quanto mais dados o barramento consegue ter de uma só vez, mais rápido a informação

Leia mais

Introdução à Informática. Aula 05. Redes de Computadores. Prof. Fábio Nelson

Introdução à Informática. Aula 05. Redes de Computadores. Prof. Fábio Nelson Aula 05 Redes de Computadores Sistemas de Comunicação de Dados Sistemas computadorizados que transmitem dados por meio de linhas de comunicação, como, por exemplo, linhas telefônicas ou cabos. História:

Leia mais

Controlador de DMA. Gustavo G. Parma

Controlador de DMA. Gustavo G. Parma Controlador de DMA Gustavo G. Parma Controlador de DMA Transferência de um dado de um dispositivo I/O para a memória Iniciada pela CPU Transferência efetuada e terminada pelo controlador de DMA CPU pode

Leia mais

Redes Sem Fio (Wireless) Prof. Fred Sauer. email: [email protected]. Redes Sem Fio (Wireless) 1

Redes Sem Fio (Wireless) Prof. Fred Sauer. email: fsauer@gmail.com. Redes Sem Fio (Wireless) 1 Redes Sem Fio (Wireless) Prof. Fred Sauer email: [email protected] Redes Sem Fio (Wireless) 1 Bibliografia Wireless Communication : O Guia Essencial de Comunicação sem Fio (Livro texto) Andy Dornan Editora

Leia mais

Guia Rápido de Instalação

Guia Rápido de Instalação Guia Rápido de Instalação Caro Usuário, Queremos parabenizá-lo por escolher o PlugData MG100T e dar-lhe as boas vindas a um conjunto de facilidades que serão conseguidas com o uso deste equipamento. Apresentação

Leia mais

Exemplo de configuração do cabo do console ASR5000

Exemplo de configuração do cabo do console ASR5000 Exemplo de configuração do cabo do console ASR5000 Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Pinout de SPIO Configuração padrão da porta de Console SPIO em ASR5000 Conecte a Cisco

Leia mais

Módulo 8 Entradas Digitais 24 Vdc Monitorado. Os seguintes produtos devem ser adquiridos separadamente para possibilitar a utilização do produto:

Módulo 8 Entradas Digitais 24 Vdc Monitorado. Os seguintes produtos devem ser adquiridos separadamente para possibilitar a utilização do produto: Descrição do Produto O módulo, integrante da Série Ponto, possui 8 pontos de entrada digital +24 Vdc isolada e monitorada, é indicado para aplicações onde a situação de linha rompida necessita ser detectada

Leia mais

Arquitetura e Organização de Computadores I

Arquitetura e Organização de Computadores I AULA 09 Estruturas de Interconexão (Barramentos) II Existem algumas questões relacionadas ao desempenho do sistema e os barramentos que merecem ser destacadas. 1. a quantidade de dispositivos conectados

Leia mais

Índice. 1. Descrição Geral do Módulo. Módulo Processador CPU209-R1 V1.00-22/07/05

Índice. 1. Descrição Geral do Módulo. Módulo Processador CPU209-R1 V1.00-22/07/05 Módulo Processador CPU209-R V.00-22/07/05 Índice. Descrição Geral do Módulo... 2.EspecificaçõesTécnicas...2 3. Configuração do Módulo...2 3. Configuração de Memória...2 3.2 Strap de Inicialização do Módulo...3

Leia mais

Cerne Tecnologia e Treinamento

Cerne Tecnologia e Treinamento Cerne Tecnologia e Treinamento Tutorial de Instalação da Placa X-Control I E-mail: Sumário Configurando o PC 3 Conectando a Placa 6 Conectores e Pinagem da Placa 7 Comandos para comunicação 13 2 Obs: A

Leia mais

MINICURSO. Comunicação Serial - RS232

MINICURSO. Comunicação Serial - RS232 MINICURSO Comunicação Serial - RS232 Edmur Canzian CNZ Engenharia e Informática Ltda. http://www.cnz.com.br e-mail: [email protected] Conceitos Básicos sobre Comunicação Serial O que é Comunicação

Leia mais

PLACAS DE COMUNICAÇÃO

PLACAS DE COMUNICAÇÃO PLACAS DE COMUNICAÇÃO São utilizadas para controle de dispositivos e instrumentos. Processam somente sinais digitais Cada uma das opções existentes possui protocolo de comunicação próprio Funcionam tanto

Leia mais

Flávia Rodrigues. Silves, 26 de Abril de 2010

Flávia Rodrigues. Silves, 26 de Abril de 2010 Flávia Rodrigues STC5 _ Redes de Informação e Comunicação Silves, 26 de Abril de 2010 Vantagens e Desvantagens da Tecnologia Acessibilidade, quer a nível pessoal quer a nível profissional; Pode-se processar

Leia mais

Técnico em Radiologia. Prof.: Edson Wanderley

Técnico em Radiologia. Prof.: Edson Wanderley Técnico em Radiologia Prof.: Edson Wanderley Rede de Computadores Modelo Mainframe Terminal Computador de grande porte centralizado; Os recursos do computador central, denominada mainframe são compartilhadas

Leia mais

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 02: Organização e Arquitetura de Computadores / Lógica Digital (Parte I) O conteúdo deste documento tem por objetivo

Leia mais

Lista de Exercícios 1

Lista de Exercícios 1 Conceitos envolvidos: a) Memória de Dados (interna e externa) b) Memória de Programa (interna e externa) c) Operações aritméticas e lógicas d) Portas e) Endereçamento a Bit f) Contadores e Temporizadores

Leia mais

4 Sistema Computacional:

4 Sistema Computacional: 4 Sistema Computacional: Hardware: são os componentes e dispositivos eletrônicos que operando em conjunto com outros componentes ou mesmo individualmente realizam uma das funções de um sistema de computação.

Leia mais

Comunicação RS232 e RS485 Vitor Amadeu Souza [email protected] www.cerne-tec.com.br

Comunicação RS232 e RS485 Vitor Amadeu Souza vitor@cerne-tec.com.br www.cerne-tec.com.br Comunicação RS232 e RS485 Vitor Amadeu Souza [email protected] www.cerne-tec.com.br Introdução Neste artigo, irei explorar com os leitores a comunicação RS232 e RS485, muito usadas em nosso cotidiano

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Introdução Slide 1 Nielsen C. Damasceno Introdução Tanenbaum (2007) definiu que um sistema distribuído é aquele que se apresenta aos seus usuários como um sistema centralizado, mas

Leia mais

DARUMA INFORMAÇÃO TÉCNICA Aprovado por: Paulo Bettega

DARUMA INFORMAÇÃO TÉCNICA Aprovado por: Paulo Bettega Compilado por: Pedro Pinto Produto: TMF Daruma - BB DARUMA INFORMAÇÃO TÉCNICA Aprovado por: Paulo Bettega Módulo: Front End Serial Família: Informática BIT Modelos Envolvidos: Módulo Front-end Serial Título:

Leia mais

Solucionando problemas de impressão

Solucionando problemas de impressão de impressão Se a ação corretiva sugerida não resolver o problema, chame seu representante de serviços. 1 O trabalho não foi impresso ou foram impressos caracteres incorretos. Antes de enviar um trabalho

Leia mais

Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos. Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WS13/8DI8DO2AI2AO/USB/OEM. Versão 1.

Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos. Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WS13/8DI8DO2AI2AO/USB/OEM. Versão 1. Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos Manual CP-WS1 Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WS13/8DI8DO2AI2AO/USB/OEM PROXSYS Versão 1.4 Setembro -2015 Controlador Industrial CP-WS1

Leia mais

2 Conceitos de transmissão de dados

2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceitos de transmissão de dados 1/37 2.4 Camada física do Modelo OSI 2.4 Camada física do modelo OSI 2/37 Interfaces série entre utilizador e rede DTE (Data terminal

Leia mais

Professor: Gládston Duarte

Professor: Gládston Duarte Professor: Gládston Duarte INFRAESTRUTURA FÍSICA DE REDES DE COMPUTADORES Computador Instalação e configuração de Sistemas Operacionais Windows e Linux Arquiteturas físicas e lógicas de redes de computadores

Leia mais

Automação Subestações Centros Controle. Protocolo MODBUS

Automação Subestações Centros Controle. Protocolo MODBUS Protocolo MODBUS Paulo Roberto Pedroso de Oliveira (11) 3378 8600 (11) 9935 9080 ASCC Automação de e de [email protected] http://www.ascx.com.br Protocolos de Comunicação Regras que governam a comunicação

Leia mais

Experiência 04: Comandos para testes e identificação do computador na rede.

Experiência 04: Comandos para testes e identificação do computador na rede. ( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno

Leia mais

Acionamento de Motores: PWM e Ponte H

Acionamento de Motores: PWM e Ponte H Warthog Robotics USP São Carlos www.warthog.sc.usp.br [email protected] Acionamento de Motores: PWM e Ponte H Por Gustavo C. Oliveira, Membro da Divisão de Controle (2014) 1 Introdução Motores são máquinas

Leia mais

7- GPS 2-D. GPS Global Positioning System

7- GPS 2-D. GPS Global Positioning System 7- GPS GPS Global Positioning System o GPS é um sistema de navegação baseado numa rede de 24 satélites. Começou oficialmente há cerca de 20 anos, como aplicação militar dos E.U.A. Hoje em dia existe uma

Leia mais

TRANSMISSÃO ALTERNATIVA DE DADOS

TRANSMISSÃO ALTERNATIVA DE DADOS Centro Universitário de Brasília UniCEUB Faculdade de Ciências Exatas e de Tecnologia FAET Curso de Engenharia da Computação Disciplina: Projeto Final Professor Orientador: Wladimir S. Meyer TRANSMISSÃO

Leia mais

Barramento USB. Trabalhos Práticos AM 2007/2008. Barramento USB. Objectivos

Barramento USB. Trabalhos Práticos AM 2007/2008. Barramento USB. Objectivos 8 Objectivos - Identificar os diversos dispositivos USB, a sua topologia e compatibilidades. - Saber interpretar os descritores relacionados com o dispositivo/periférico USB - Entender o processo de enumeração,

Leia mais

ISOLADOR FOTOELÉTRICO INTERFACE EM SÉRIE RS-232

ISOLADOR FOTOELÉTRICO INTERFACE EM SÉRIE RS-232 ISOLADOR FOTOELÉTRICO INTERFACE EM SÉRIE RS-232 Manual do Utilizador DA-70163 I. Resumo Com a adoção da tecnologia avançada de isolamento fotoelétrico, o Isolador Fotoelétrico de Interface em Série RS-232,

Leia mais

SOFTWARE VIAWEB. Como instalar o Software VIAWEB

SOFTWARE VIAWEB. Como instalar o Software VIAWEB SOFTWARE VIAWEB Como instalar o Software VIAWEB O Software VIAWEB é na verdade um receptor de eventos. A única diferença é que os eventos são recebidos via INTERNET. Portanto, a empresa de monitoramento

Leia mais

Guia de Cabeamento para Portas de Console e AUX

Guia de Cabeamento para Portas de Console e AUX Guia de Cabeamento para Portas de Console e AUX Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Tabela de Roteadores com Portas de Console e AUX Configurações da Porta de

Leia mais

Aula 03. Processadores. Prof. Ricardo Palma

Aula 03. Processadores. Prof. Ricardo Palma Aula 03 Processadores Prof. Ricardo Palma Definição O processador é a parte mais fundamental para o funcionamento de um computador. Processadores são circuitos digitais que realizam operações como: cópia

Leia mais

Capítulo 2: Introdução às Redes de Computadores Camada Física. Redes para Automação Industrial Luiz Affonso Henderson Guedes

Capítulo 2: Introdução às Redes de Computadores Camada Física. Redes para Automação Industrial Luiz Affonso Henderson Guedes Capítulo 2: Introdução às Redes de Computadores Camada Física Redes para Automação Industrial Luiz Affonso Henderson Guedes Camada Física Trata da geração de sinais físicos e sua propagação através do

Leia mais

RCO2. Introdução à camada física

RCO2. Introdução à camada física RCO2 Introdução à camada física 1 Transmissão de uma stream de bits por um meio de transmissão 2 Atribuições da camada física: Transmissão de sequências de bits pelo meio físico Modulação (transmissão

Leia mais

Experiência 01: CONECTORIZAÇÃO DO CABEAMENTO METÁLICO

Experiência 01: CONECTORIZAÇÃO DO CABEAMENTO METÁLICO ( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno

Leia mais

DESCRIÇÃO PARA IMPLEMENTAÇÃO DA INFRA-ESTRUTURA DAS IVZ s

DESCRIÇÃO PARA IMPLEMENTAÇÃO DA INFRA-ESTRUTURA DAS IVZ s DESCRIÇÃO PARA IMPLEMENTAÇÃO DA INFRA-ESTRUTURA DAS IVZ s Arquivo: Manual descritivo para implementação da infra-estrutura das IVZ Versão 02 Data: 23/11/2007 Implantação da Infra-estrutura de rede nas

Leia mais

Fundamentos de Transmissão de Dados. Universidade Católica de Pelotas Curso de Engenharia da Computação Disciplina: Redes de Computadores I

Fundamentos de Transmissão de Dados. Universidade Católica de Pelotas Curso de Engenharia da Computação Disciplina: Redes de Computadores I Fundamentos de Transmissão de Dados Universidade Católica de Pelotas Curso de Engenharia da Computação Disciplina: Redes de Computadores I 2 Fundamentos da Transmissão de Dados Tipos de Transmissão Analógica

Leia mais

Telemetria para Aeromodelos

Telemetria para Aeromodelos Telemetria para Aeromodelos José Mangualde O projeto consiste em um sistema (hardware e software) para aquisição de informações em tempo real e a possibilidade da monitoração de um aeromodelo em vôo. Conjunto

Leia mais

Instalando sua Multifuncional na sua rede pela primeira vez

Instalando sua Multifuncional na sua rede pela primeira vez Instalando sua Multifuncional na sua rede pela primeira vez PIXMA MG3510 Mac OS 1 Instalando sua Multifuncional na sua rede pela primeira vez PIXMA MG3510 Mac OS Preparando para Conectar Minha Multifuncional

Leia mais

ARTIGO. Sobre monitoramento a Distancia e aplicação automática de medicamentos. Sistema de monitoração a distancia e aplicação de medicamentos.

ARTIGO. Sobre monitoramento a Distancia e aplicação automática de medicamentos. Sistema de monitoração a distancia e aplicação de medicamentos. ARTIGO Sobre monitoramento a Distancia e aplicação automática de medicamentos. Autor: Marcos José Sanvidotti Sistema de monitoração a distancia e aplicação de medicamentos. Resumo: O monitoramento a distância

Leia mais

Portas Paralelas e Seriais IEEE 1284, RS 232, USB e IEEE 1394 (Firewire) Porta Paralela no PC

Portas Paralelas e Seriais IEEE 1284, RS 232, USB e IEEE 1394 (Firewire) Porta Paralela no PC Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Elétrica Curso de Extensão em Arquitetura de Computadores Pessoais Portas Paralelas e Seriais IEEE 1284, RS 232,

Leia mais

Instituto Politécnico de Beja Escola Superior De Tecnologia e Gestão Departamento de engenharia. Tecnologias WAN

Instituto Politécnico de Beja Escola Superior De Tecnologia e Gestão Departamento de engenharia. Tecnologias WAN Instituto Politécnico de Beja Escola Superior De Tecnologia e Gestão Departamento de engenharia Tecnologias WAN [Escrever o subtítulo do documento] Aluno: 2009 Capitulo 3 Hight-Level Data Link Control

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES Elementos de um Sistema Aberto de Automação REDES DE COMPUTADORES Estágios da Informatização Empresas com larga experiência em informática, que utilizavam computadores de grande porte e passaram a utilizar

Leia mais

Comunicação Paralela Meio de transferência de dados onde a informação é transferida os 8 bits ao mesmo tempo.

Comunicação Paralela Meio de transferência de dados onde a informação é transferida os 8 bits ao mesmo tempo. Comunicação Paralela Meio de transferência de dados onde a informação é transferida os 8 bits ao mesmo tempo. Porta Paralela do PC Foi concebida originalmente para transferir dados para uma impressora,

Leia mais

Redes de Computadores Prof. Ivair Teixeira [email protected]

Redes de Computadores Prof. Ivair Teixeira ivair.teixeira@aedu.com Redes de Computadores Prof. Ivair Teixeira [email protected] Nesta Aula Nessa Aula Digitalização de sinais analógicos Codificação. Bibliografia: RSCD - Stallings, William - Redes e Sistemas de Comunicação

Leia mais

Interface com Displays de 7 Segmentos. Interface com Displays

Interface com Displays de 7 Segmentos. Interface com Displays Interface com Displays de 7 Segmentos Interface com Displays Um Display de 7 segmentos é formado por 7 LED s (a,b,c,d,e,f,g) que são previamente encapsulados e conectados de duas maneiras: f e a g b c

Leia mais

*Este tutorial foi feito para o Windows 7, mas pode ser usado em qualquer outro Windows, basta seguir o mesmo raciocínio.

*Este tutorial foi feito para o Windows 7, mas pode ser usado em qualquer outro Windows, basta seguir o mesmo raciocínio. Tutorial Sensores *Este tutorial foi feito para o Windows 7, mas pode ser usado em qualquer outro Windows, basta seguir o mesmo raciocínio. *É necessário ter o Microsoft Excel instalado no computador.

Leia mais

Modulação. Modulação e Codificação. Modulação. Modulação. Técnicas de Modulação

Modulação. Modulação e Codificação. Modulação. Modulação. Técnicas de Modulação Modulação e Codificação Modulação Dados analógicos Sinais analógicos Dados digitais Sinais analógicos Codificação Dados analógicos Sinais digitais Dados digitais Sinais digitais Modulação Processo pelo

Leia mais

O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento. Padrões. Padrões. Meios físicos de transmissão

O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento. Padrões. Padrões. Meios físicos de transmissão O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento Romeu Reginato Julho de 2007 Rede. Estrutura de comunicação digital que permite a troca de informações entre diferentes componentes/equipamentos

Leia mais

Porta Série. Trabalhos Práticos AM 2007/2008. Porta Série. Objectivos

Porta Série. Trabalhos Práticos AM 2007/2008. Porta Série. Objectivos 3 Objectivos - Configurar os parâmetros associados à comunicação série assíncrona. - Saber implementar um mecanismo de menus para efectuar a entrada e saída de dados, utilizando como interface um terminal

Leia mais

Meios Físicos de Comunicação

Meios Físicos de Comunicação Meios Físicos de Comunicação Aula 4 Cabeamento Estruturado Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 1 Conteúdo Cabeamento Não Estruturado Normas Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado

Leia mais

Box POE / Patch Panel POE

Box POE / Patch Panel POE Box POE / Patch Panel POE (5 e 10 portas) MANUAL DO USUÁRIO Patch Panel POE CCN Telecom ideal para montar um sistema de alimentação para equipamentos wifi em caixas herméticas, acess points (AP), roteadores,

Leia mais

Leitor MaxProx-PC. O leitor de cartões de proximidade MaxProx-PC é destinado aos Integradores de Controle de Acesso.

Leitor MaxProx-PC. O leitor de cartões de proximidade MaxProx-PC é destinado aos Integradores de Controle de Acesso. Leitor MaxProx-PC O leitor de cartões de proximidade MaxProx-PC é destinado aos Integradores de Controle de Acesso. Ele foi especialmente projetado para controle de acesso, para ser usado no modo de operação

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Nível de rede Inst tituto de Info ormátic ca - UF FRGS Redes de Computadores Nível de rede Aula 6 Aplicação Apresentação Sessão Transporte Rede Enlace Físico Protocolo nível de aplicação Protocolo nível

Leia mais

DK105 GROVE. Temperatura e Umidade. Radiuino

DK105 GROVE. Temperatura e Umidade. Radiuino DK105 GROVE Temperatura e Umidade Radiuino O presente projeto visa mostrar uma básica aplicação com o Kit DK 105 Grove. Utilizamos um sensor de umidade e temperatura Grove juntamente ao nó sensor para

Leia mais

Professor Marcelo Josué Telles Porta LPT, programação, componentes eletrônicos, sistema binário...

Professor Marcelo Josué Telles Porta LPT, programação, componentes eletrônicos, sistema binário... Objetivos: - Conhecer a porta paralela LPT (explore as referências!) - Explorar uma linguagem de programação - Montagem de um circuito de comunicação via LPT - Revisão do sistema numérico binário INTRODUÇÃO

Leia mais

Manual de Instalação. BC-2C Módulo GPRS

Manual de Instalação. BC-2C Módulo GPRS Manual de Instalação BC-2C Módulo GPRS INTRODUÇÃO O BC-2C Módulo GPRS Pináculo é um conversor de comunicação que se conecta a qualquer painel de alarme monitorado que utilize o protocolo de comunicação

Leia mais

SUPERTEC2007 SINCRONISMO DETETOR DE MODOS MICRO

SUPERTEC2007 SINCRONISMO DETETOR DE MODOS MICRO XXVIII. SINCRONISMO DETETOR DE MODOS MICRO Os monitores analógicos usam um CI chamado Detetor de modos e configurador (às vezes é mais de um CI). Este CI recebe os sinais de sincronismo H e V vindos do

Leia mais

Medidor TKE-01. [1] Introdução. [2] Princípio de funcionamento. [5] Precisão. [6] Características Elétricas. [3] Aplicações. [4] Grandeza medida

Medidor TKE-01. [1] Introdução. [2] Princípio de funcionamento. [5] Precisão. [6] Características Elétricas. [3] Aplicações. [4] Grandeza medida [1] Introdução O TKE-01 é um instrumento para instalação em fundo de painel, que permite a medição do consumo de energia ativa (Wh) ou reativa (Varh) em sistema de corrente alternada (CA). A leitura do

Leia mais

Supervisório Remoto aplicado em Dispositivo Móvel na Plataforma NI LabVIEW

Supervisório Remoto aplicado em Dispositivo Móvel na Plataforma NI LabVIEW Supervisório Remoto aplicado em Dispositivo Móvel na Plataforma NI LabVIEW "Este artigo demonstra os recursos e passos necessários para implementar um sistema supervisório de consumo energético e controle

Leia mais

Instalando sua Multifuncional na sua rede pela primeira vez

Instalando sua Multifuncional na sua rede pela primeira vez Instalando sua Multifuncional na sua rede pela primeira vez PIXMA MX531 Sistema Operacional Windows 1 Preparando para Conectar a Multifuncional na Rede Requisitos da Rede Antes de conectar sua multifuncional

Leia mais

Prof. Adilson Gonzaga. Interface com Displays

Prof. Adilson Gonzaga. Interface com Displays Prof. Adilson Gonzaga Interface com Displays Interface com Displays de 7 Segmentos 2 Um Display de 7 segmentos é formado por 7 LED s (a,b,c,d,e,f,g) que são previamente encapsulados e conectados de duas

Leia mais

MANUAL CONVERSOR ETHERNET SERIAL

MANUAL CONVERSOR ETHERNET SERIAL MANUAL CONVERSOR ETHERNET SERIAL Versão 1.0 Dezembro 2011 Infinium Automação Industrial Ltda Telefone: (45) 3038-3239 Site: email: [email protected] 1. APRESENTAÇÃO O equipamento foi projetado

Leia mais

CAPÍTULO 2 SISTEMAS DE NUMERAÇÃO E CÓDIGOS

CAPÍTULO 2 SISTEMAS DE NUMERAÇÃO E CÓDIGOS CAPÍTULO 2 SISTEMAS DE NUMERAÇÃO E CÓDIGOS Código BCD; Comparação entre BCD e Binário; Circuitos Digitais para BCD; Código Gray; Código ASCII; Detecção de erros pelo método de Paridade O que é um Código?

Leia mais

Versão mar/2008 www.rogercom.com Copyright, 1999-2008 ROGERCOM

Versão mar/2008 www.rogercom.com Copyright, 1999-2008 ROGERCOM Versão mar/2008 www.rogercom.com Copyright, 1999-2008 ROGERCOM Manual da Placa RCOM-HOMEBEE - Pág 2 I N T R O D U Ç O A função da placa RCOM-HOMEBE é a de automatizar determinados ambientes numa residência,

Leia mais

Dados Técnicos. DADOS DE ENTRADA Fronius Galvo 2.0-5. Potência CC máxima para cos φ=1. Máx. corrente de entrada. Min.

Dados Técnicos. DADOS DE ENTRADA Fronius Galvo 2.0-5. Potência CC máxima para cos φ=1. Máx. corrente de entrada. Min. Dados Técnicos DADOS DE ENTRADA Fronius Galvo 2.0-5 Potência CC máxima para cos φ=1 2,650 W Máx. corrente de entrada 16.6 A Máx. tensão de entrada 24.8 A Faixa de tensão MPP 165 V Min. tensão de entrada

Leia mais

Notas de Aplicação. Utilização do conversor RS232/RS485 (PMC712) com controladores HI. HI Tecnologia. Documento de acesso público

Notas de Aplicação. Utilização do conversor RS232/RS485 (PMC712) com controladores HI. HI Tecnologia. Documento de acesso público Notas de Aplicação Utilização do conversor RS232/RS485 (PMC712) com controladores HI HI Tecnologia Documento de acesso público ENA.00034 Versão 1.01 março-2015 HI Tecnologia Utilização do conversor RS232/RS485

Leia mais

Entrada e Saída Transmissão Serial e Paralela

Entrada e Saída Transmissão Serial e Paralela Infra-Estrutura de Hardware Entrada e Saída Transmissão Serial e Paralela Prof. Edilberto Silva www.edilms.eti.br [email protected] Sumário Introdução Transmissões Serial (síncrona e assíncrona) e Paralela

Leia mais

LINHA DOUBLE WAY TRIFÁSICO

LINHA DOUBLE WAY TRIFÁSICO Especificação Técnica LINHA DOUBLE WAY TRIFÁSICO 10 / 15 / 20 / 25 / 30 / 40 / 50 / 60 / 80 / 120 / 150 / 160 / 180/ 250kVA Engetron Engenharia Eletrônica Ind. e Com. Ltda Atendimento ao consumidor: (31)

Leia mais

Montagem & Manutenção Oficina de Informática - 1 - GABINETE. O mercado disponibiliza os seguintes modelos de gabinete para integração de PC s:

Montagem & Manutenção Oficina de Informática - 1 - GABINETE. O mercado disponibiliza os seguintes modelos de gabinete para integração de PC s: GABINETE - 1 - O gabinete é considerado a estrutura do PC porque é nele que todos os componentes internos serão instalados e fixados. Portanto, a escolha de um gabinete adequado aos componentes que serão

Leia mais

REF: Questionamentos do edital de EDITAL DE PREGÃO PRESENCIAL Nº. 002/2015 PROCESSO SECOM Nº. 371/2014

REF: Questionamentos do edital de EDITAL DE PREGÃO PRESENCIAL Nº. 002/2015 PROCESSO SECOM Nº. 371/2014 TIM CELULAR S/A CNPJ: 04.206.050/0001-80 - Insc.Estadual: 116.049.102.113 AV. GIOVANNI GRONCHI, NO. 7143, VILA ANDRADE SÃO PAULO (SP) - CEP: 05.724-006 --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais