RCO2. Introdução à camada física
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- Luana Galvão Santos
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1 RCO2 Introdução à camada física 1
2 Transmissão de uma stream de bits por um meio de transmissão 2
3 Atribuições da camada física: Transmissão de sequências de bits pelo meio físico Modulação (transmissão analógica) Codificação (transmissão digital) Definição das características elétricas e mecânicas do meio físico Definição das características funcionais e procedurais do acesso ao meio 3
4 Posição na arquitetura de redes: 4
5 Representação dos bits por um sinal eletromagnético, para poder ser propagado pelo meio de transmissão Controle da taxa por meio do projeto dos dispositivos da camada física e seus softwares de controle 5
6 Fundamental para a correta transmissão dos bits, e feita com mecanismos de clock que controlam transmissor e receptor Divisão de um link (meio físico) em canais lógicos, para melhorar a eficiência da transmissão. 6
7 Método que permite que dois nós fiquem conectados por um link dedicado 7
8 Camada física Interfaces analógicas (IA) e digitais (ID): ID Interface Digital Modem A IA Interface Analógica Modem B DTE A DCE A Meio de comunicação DCE B Cabo lógico DTE B Comunicação Física 8
9 Transmissão da stream de bits: Paralela X serial Half-duplex X Full-duplex Sincronismo Taxa de transmissão (bit rate) Transmissão do sinal: Meio / fios utilizados Largura de banda Modulação / codificação 9
10 Transmissão serial X paralela: Serial: um bit por vez Paralela: vários bits por vez Camada Física 10
11 Transmissão serial: Camada Física Maiores taxas efetivas de transmissão Maior imunidade a ruído (interferências) Menor custo Transmissão paralela: Menores taxas efetivas de transmissão Menor imunidade a ruído (interferências) Maior custo Conclusão: Em redes de computadores usa-se transmissão serial 11
12 Sentido da transmissão: Simplex: a transmissão se dá somente em um sentido da comunicação. Half-duplex (semi-duplex): a transmissão se dá em ambos os sentidos, porém não simultaneamente 12
13 Sentido da transmissão: Full-duplex: a transmissão se dá em ambos os sentidos, e possivelmente ao mesmo tempo Obs: pode ocorrer de a ID ser half-duplex, e a IA full-duplex, e vice-versa 13
14 Sincronismo: Transmissão assíncrona: Nem sempre há sinal sendo transmitido Sincronização na recepção feita para cada palavra transmitida (ex: a cada byte) Relógios nas ID não estão sincronizados Sinal transmitido não inclui relógio do transmissor Transmissão síncrona: Sinal transmitido inclui relógio do transmissor Relógios nas ID se mantêm sincronizados Sempre há sinal sendo transmitido 14
15 Transmissão assíncrona: O sinal de TD na ID indica o início e final de cada caractere (sincronismo de caractere) Uso do protocolo elementar start-stop Exige somente três fios na ID para uma comunicação full-duplex Uso de uma UART (Unidade Assíncrona de Recepção e Transmissão) implementada em HW e/ou SW Custo baixo na ID porém ineficiente 15
16 Transmissão assíncrona: comunicação diretamente entre IDs 16
17 Transmissão assíncrona: comunicação usando DCEs Obs: neste caso a comunicação pode ser fullduplex entre IDs, porém half-duplex ou fullduplex entre DCEs 17
18 Exemplo de transmissão assíncrona com 8 bits, sem Paridade e estado inicial da linha alto. Eficiência: Te=100*info/(info+ctle) [%] (máx=80%!) Overhead: Oh=100*(ctle/info) [%] 18
19 Exemplo de transmissão assíncrona em uma interface RS
20 Camada Física Comunicação síncrona O sinal de TD/RD na ID necessita de um sinal adicional separado para dar o compasso da amostragem dos bits de dados. Não há start/stop. Todos os bits de TD são bits de dados Exige 5 fios na ID para uma comunicação full-duplex Uso de uma USART (Unidade Síncrona Assíncrona de Recepção e Transmissão) implementada em HW e/ou SW Custo elevado na ID porém é possível conseguir índices de eficiência mais próximos de 100% 20
21 Comunicação síncrona: Conexão FÍSICA da ID em modo síncrono duplex. Por padrão universal o ECD é o equipamento que deve gerar o sincronismo de TD e RD. ETD ID TD TC RD RC GND TD TC RD RC GND ID ECD MEIO TC TRANSMITER CLOCK RC RECEIVER CLOCK 21
22 Taxa de transmissão (taxa de bits, ou bit rate): Quantidade de bits transmitidos sem interrupção por unidade de tempo Inverso do tempo de duração de um bit na linha Obs: não confundir com frequência do sinal!!! 22
23 Interface Analógica (IA): pares de fios metálicos 1 par: transmissão física half-duplex 2 pares: transmissão física half-duplex ou full-duplex 23
24 Largura de banda: dela depende a taxa de transmissão Nyquist: C = 2B M (Obs: M = níveis de sinal) log2 Shannon: SNR = 10 log 10 (sinal/ruído) C = B log 2 (1 + SNR) 24
25 Modulação Camada Física Modificação de uma portadora para representar um sinal Características modificáveis: Amplitude, frequência ou fase Necessário para transmissão analógica Portadora é um sinal base com frequência apropriada para o meio de transmissão (i.e.: baixa atenuação) 25
26 Modulação Camada Física ASK: amplitude FSK: frequência PSK: fase 26
27 Codificação Camada Física Tradução da stream de bits para um código digital Necessária para transmissão digital Código resulta em um sinal com características para o meio de transmissão 27
28 Codificação Vários tipos de codificação Camada Física 28
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