Meios Físicos de Comunicação
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- Ayrton César Borges
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1 Meios Físicos de Comunicação Aula 4 Cabeamento Estruturado Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 1
2 Conteúdo Cabeamento Não Estruturado Normas Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 2
3 Introdução Um estudo feito pela International Data Corporation (IDC) mostrou que 70% dos problemas de rede são decorrentes de cabos e conectores despadronizados. Isso reflete um aumento de custo e perda de produtividade. Problemas nas Redes de Computadores 70% 20% 10% Sistema Operacional Usuário Cabeamento Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 3
4 Introdução Objetivos Proporcionar a empresas e pessoas soluções para tráfego de dados, voz e imagem; Encurtar distâncias, eliminar barreiras geográficas e levar inovação a todos os pontos do planeta. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 4
5 Introdução Componentes Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 5
6 Meios Físicos de Comunicação Cabeamento Estruturado Cabeamento Não Estruturado Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 6
7 Cabeamento Não Estruturado É muito mais fácil empregar o cabeamento não estruturado. Os principais motivos da utilização do cabeamento não estruturado são: Preços baixos; Obras sem planejamento e desenvolvidas para resolver um problema imediato; Falta de conhecimento das normas e padrões. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 7
8 Cabeamento Não Estruturado No início, por não haver padrão, as empresas lançavam seus próprios meios de comunicação. Cada empresa desenvolvia sua própria solução, usando seus tipos de cabos, conectores e acessórios. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 8
9 Cabeamento Não Estruturado Quando um cliente comprava um produto, as empresas de informática e telecomunicações vendiam uma solução em que o cabeamento era visto como um subproduto que refletia a tecnologia de um fornecedor, impedindo que as empresas compradoras pudessem migrar posteriormente para outras plataformas. (Incompatibilidade de fabricantes) Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 9
10 Cabeamento Não Estruturado Por outro lado, as concessionárias de serviços públicos de telefonia e telecomunicações desregulamentaram os seus serviços, fazendo com que a gerência fosse interna. Em função disso, as empresas que quisessem vender seus serviços tiveram que fabricar seus próprios sistemas de cabos e conectores. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 10
11 Cabeamento Não Estruturado No Brasil, o sistema Telebrás padronizou a utilização de cabos de telefonia, com tomadas e conectores que eram utilizados pelas concessionárias de serviços de telefonia para uso em todo o território nacional. Apesar do grande número de instalações usando estes dispositivos, eles são proprietários e totalmente fora de qualquer padrão internacional, não devendo ser utilizados. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 11
12 Cabeamento Não Estruturado A falta de padronização gerou diversas soluções improvisadas e sem planejamento por parte dos usuários desses serviços. Nenhum projeto era feito com base na interoperabilidade de fornecedores. Nos edifícios antigos, se houvesse uma mudança de tecnologia, isso implicaria em ter novos cabos, novos custos e novos serviços. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 12
13 Cabeamento Não Estruturado A IBM desenvolveu uma série de produtos para conectar os seus sistemas. Usava um conjunto de conectores e cabos proprietários que visava solucionar os problemas de conexões com seus próprios equipamentos. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 13
14 Cabeamento Não Estruturado IBM 3270 Sistema de comunicação de mainframes. Baseado em cabo coaxial RG-62 de 93 ohms, usando conectores tipo BNC, ainda utilizados para conexão dos terminais ou PC's das controladoras IBM 3x7x. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 14
15 Cabeamento Não Estruturado IBM Token Ring Introduzido pela IBM como padrão de redes para conexão de computadores. Utilizava cabos STP e conectores tipo IBM Data Conector. Topologia lógica em anel. Topologia física utilizava hub de 8 portas, interligados entre si. Custo bem mais elevado do que uma rede Ethernet. Velocidade limitada a 16 Mbps. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 15
16 Cabeamento Não Estruturado IBM Token Ring Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 16
17 Cabeamento Não Estruturado Ethernet Tecnologia introduzida no início da década de 80, para conexão de computadores locais. Utilizava cabos coaxiais de 50 ohms e conector BNC. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 17
18 Cabeamento Não Estruturado Redes Apple Macintosh A Apple desenvolveu esse padrão para redes Macintosh, em Tinha um design simples, barato e era muito utilizado em ambientes Mac, para conexão de impressoras LaserWriter ou Mac's em redes de até 32 nós. Utilizava cabos STP e um conector localtalk, usados somente para Apple. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 18
19 Cabeamento Não Estruturado Desvantagens: Não conseguem acompanhar a evolução da tecnologia. Não mantém um padrão, causando desorganização. Vantagem: Não existe. Embora sejam de baixo custo, para qualquer tipo de modificação é necessário mudar toda a infraestrutura, provocando um custo elevado de manutenção. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 19
20 Meios Físicos de Comunicação Cabeamento Estruturado Normas Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 20
21 Normas Norma é um grau de exigência que promove interoperabilidade e confiabilidade em sistemas estruturados. As normas garantem um sistema único para redes de telecomunicações. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 21
22 Normas Existem organizações responsáveis pela elaboração e coordenação de padrões usados pela indústria, governo e outros setores. O desenvolvimento, a edição e a manutenção das normas, tanto para cabeamento estruturado quanto para outras áreas, fica a cargo dessas organizações, que discutem com vários setores da sociedade e chegam a um denominador comum sobre determinado tema. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 22
23 Normas Principais Entidades no Brasil e no Mundo ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas; ANSI American National Standards Institute; IEEE Institute of Electrical and Electronics Engineers; CSA Canadian Standards Association; ISO International Standards Organization; ITU International Telecommunication Union; EIA Eletronic Industries Alliance; TIA Telecommunications Industry Association; IEC International Electrotechnical Commission. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 23
24 Normas ISO Organização cuja função é promover o desenvolvimento internacional de padrões, desenvolvendo cooperação de atividades econômicas, científicas e tecnológicas. Tem atividades de padronização que cobrem desde áreas como qualidade, comunicação de computadores e meio ambiente, até sistemas de cabos para redes de telecomunicação de dados. Possui maior influência na Europa. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 24
25 Normas ABNT Responsável pela normatização técnica no Brasil. Embora seja uma entidade privada, não tem fins lucrativos. Elabora normas técnicas para uso nos campos científico, técnico, industrial, agrícola, entre outros. É membro da ISO. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 25
26 Normas ANSI Tem a responsabilidade de criação e coordenação de padrões nos EUA. Representa a implementação das normas em diversas áreas: universidades, empresas, agências e associações. A ANSI representa os EUA em organismos internacionais, tanto pela ISO quanto pela IEC. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 26
27 Normas IEEE Institute of Electrical and Electronics Engineers. Associação profissional que direciona o desenvolvimento técnico para áreas de computadores, tecnologia aeroespacial, telecomunicações e eletricidade. Responsável pelo desenvolvimento de várias tecnologias e padrões na área de redes, como o IEEE (Ethernet) e vários outros. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 27
28 Normas EIA Engloba interesse da indústria eletrônica. Um exemplo desse padrão é a interface serial para comunicação de computadores e as normas de cabeamento estruturado. Tem grande importância na área de computadores e eletrônica. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 28
29 Normas TIA Representa o setor de comunicações da EIA. Juntamente com a EIA, foram desenvolvidas as normas de cabeamento estruturado. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 29
30 Normas IEC Prepara padrões para as áreas de elétrica e eletrônica. Tem a função de manter a interoperabilidade entre sistemas complexos. Tem muita influência pelo mundo, mas é especialmente forte na Europa. Alguns dos seus membros são: IEC, ABNT, ANSI, entre outros. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 30
31 Normas CSA Responsável por criar publicações no Canadá. Também é responsável por todos os equipamentos eletrônicos utilizados dentro do país. Publica especificações para cabeamento estruturado, baseados na ANSI/EIA/TIA. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 31
32 Meios Físicos de Comunicação Cabeamento Estruturado Exercícios de Fixação Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 32
33 Exercícios de Fixação 1) Quais são os objetivos do cabeamento estruturado? 2) Em relação aos componentes do cabeamento estruturado, explique os conceitos de backbone e de cabeamento horizontal. 3) Quais são as vantagens e as desvantagens do cabeamento não estruturado? 4) Cite três entidades que colaboram para o desenvolvimento, edição e manutenção de normas de cabeamento estruturado. Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 33
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