PERÍODO SOCRÁTICO OU ANTROPOLÓGICO

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1 PERÍODO SOCRÁTICO OU ANTROPOLÓGICO

2 INTRODUÇÃO Com o desenvolvimento das cidades, das artes militares, do comércio e do artesanato, Atenas viveu seu período de esplendor O SÉCULO DE PÉRICLES. É a época de crescimento e consolidação da democracia. As características da democracia grega foram importantes para o futuro da Filosofia.

3 A DEMOCRACIA E O FUTURO DA FILOSOFIA A democracia defendia a igualdade de todos os homens adultos perante as leis e direito de participação direta de todos nas decisões sobre as cidades (pólis). Sendo a democracia direta e não por eleição de representantes, garantia a todos (pessoas não dependentes) a participação no governo. Surgia a figura política do CIDADÃO.

4

5 A DEMOCRACIA E O FUTURO DA FILOSOFIA Para conseguir que sua opinião fosse aceita, o cidadão precisava saber falar e ser capaz de convencer os demais. Com isso, uma mudança profunda vai acontecer na educação grega. Surgem os SOFISTAS.

6 ANTES DA DEMOCRACIA... Antes da instituição da democracia, as cidades eram dominadas pelas famílias aristocráticas (senhores de terra e de poder militar). Essas famílias criaram um padrão de educação próprio dos aristocratas. Esse padrão afirmava que o homem ideal era o guerreiro belo e bom.

7 ANTES DA DEMOCRACIA... BELO: seu corpo era formado pela ginástica, pela dança e pelos jogos de guerra, imitando os heróis da Guerra de Tróia: Aquiles, Heitor, Ajax, Ulisses BOM: seu espírito era formado ouvindo Homero, Píndaro e Hesíodo, aprendendo com eles as virtudes admiradas pelos deuses e praticadas pelos heróis: A principal virtude era a coragem diante da morte, na guerra.

8 O BOM CIDADÃO Quando a economia agrária foi sendo suplantada pelo comércio e pelo artesanato, surgiu nas cidades um nova classe social que desejava assumir o poder político. Para atender os anseios dessa nova classe a democracia será instituída. Com a democracia, o poder vai sendo retirado dos aristocratas e passado para os cidadãos.

9 O BOM CIDADÃO O ideal de educação do SÉCULO DE PÉRICLES deixa de ser a formação do jovem guerreiro belo e bom,e passa a ser a formação do BOM CIDADÃO. Para dar essa educação aos jovens, surgiram, na Grécia, OS SOFISTAS.

10 A ESCOLA DE ATENAS

11 OS SOFISTAS Os mais importante são: Protágoras, Górgias e Isócrates. São considerados os primeiros filósofos do período socrático. Apresentavam-se como mestres da oratória e da retórica. Afirmavam que era possível ensinar aos jovens a a oratória para que fossem bons cidadãos. A nova educação estabelecia como padrão ideal a formação do bom orador.

12 OS SOFISTAS Afirmavam que o pensamento dos filósofos pré-socráticos estava repleto de erros e não tinha utilidade para a vida da pólis. Ensinavam técnicas de persuasão aos jovens, que aprendiam a defender sua opinião ou posição. Numa assembleia, os jovens precisavam ter fortes argumentos a favor ou contra uma opinião para ganharem a discussão.

13 SÓCRATES CONTRA OS SOFISTAS Sócrates rebelou-se contra os sofistas, afirmando que eles não eram filósofos, pois não tinham amor pela sabedoria nem respeito pela verdade. Ensinavam os jovens a defender qualquer ideia, se isso fosse vantajoso. Para Sócrates, os sofistas corrompiam os jovens pois faziam o erro e a mentira valerem tanto quanto a verdade.

14 SÓCRATES A FAVOR DOS SOFISTAS Sócrates concordava com os sofistas em DOIS pontos: A educação aristocrática para formar guerreiros bons e belos já não mais atendia às exigências da sociedade grega. Os filósofos cosmologistas (pré-socráticos) defendiam ideias tão contrárias entre si que não podiam ser uma fonte segura para o conhecimento verdadeiro.

15 O QUE PROPUNHA SÓCRATES? Antes de querer conhecer a natureza (présocráticos) e antes de querer persuadir os outros (sofistas) cada um deve conhecer a si mesmo. Conhece-te a ti mesmo representa a filosofia de Sócrates. O período socrático esteve voltado para as questões humanas e por isso também foi chamado de antropológico.

16 QUE RETRATO PLATÃO DEIXA DE SÓCRATES? O retrato de um home que andava pelas ruas de Atenas indagando cada um: Você sabe o que é isso que você está dizendo? Você sabe o que é isso em que você acredita?

17 Você diz que a coragem é importante, mas o que é a coragem? Você diz que a justiça é importante, mas o que é a justiça? Você diz que ama as coisas e as pessoas belas, mas o que é a beleza? Você crê que seus amigos são a melhor coisa que você tem, mas o que é a amizade?

18 SÓCRATES Fazia pergunta sobre as ideias e sobre os valores que os gregos julgavam conhecer. As perguntas de Sócrates deixavam as pessoas curiosas, irritadas e embaraçadas. Quando as pessoas tentavam responder O QUE É... descobriam que não sabiam responder e que nunca tinham pensado em suas crenças, ideias e valores.

19 SÓ SEI QUE NADA SEI As pessoas esperavam que Sócrates respondesse por elas e para elas. Para desconcerto geral, Sócrates dizia: Eu também não sei, por isso estou perguntando. SÓ SEI QUE NADA SEI era a postura de Sócrates dialogando com as pessoas.

20 O QUE PROCURA SÓCRATES? Procurava a definição daquilo que uma coisa, uma ideia, um valor é verdadeiramente. Aquilo que uma coisa, uma ideia, um valor é realmente chama-se de ESSÊNCIA. A essência não é dada pela percepção sensorial, e sim pelo trabalho do pensamento. Procurar a essência é procurar o que o pensamento conhece da realidade. Isso que o pensamento conhece da essência chama-se CONCEITO.

21 O QUE PROCURA SÓCRATES? Sócrates procurava o conceito, e não a simples opinião que temos de nós mesmos, das coisas, das ideias e dos valores. QUAL A DIFERENÇA ENTRE A OPINIÃO E O CONCEITO? A opinião varia de pessoa para pessoa, de lugar para lugar, de época para época. É mutável, instável, depende de cada um. O conceito é uma verdade intemporal, universal e necessário, que o pensamento descobre.

22 O QUE PROCURA SÓCRATES? Sócrates não perguntava se uma coisa era bela pois nossa opinião pode variar, e sim O QUE É BELEZA? Ele questionava: Que razões rigorosas você tem para dizer o que diz e para pensar o que pensa? Qual o fundamento racional daquilo que você fala e pensa? Ao fazer suas perguntas, aquilo que parecia evidente acabava sendo percebido como duvidoso e incerto.

23 AS IDEIAS DE SÓCRATES Sabemos que o poder é mais forte se ninguém pensar, se todos aceitarem as coisas como elas são. Para os poderosos de Atenas, Sócrates passou a ser um perigo porque fazia a juventude pensar. Por isso foi acusado de corromper os jovens, violar as leis e desrespeitar os deuses.

24 Não tenho medo da morte, tenho medo da desonra.

25 AS IDEIAS DE SÓCRATES Levado à assembleia, Sócrates não se defendeu e foi condenado a tomar veneno A CICUTA. POR QUE SÓCRATES NÃO SE DEFENDEU? Ele dizia: se eu me defender, estarei aceitando as acusações, e eu não as aceito. Eu prefiro a morte a ter de renunciar à Filosofia, afirmou.

26 AS IDEIAS DE SÓCRATES A Filosofia se volta para as questões humanas (os comportamentos, as ideias, as crenças, os valores) e com as questões morais e políticas. O ponto de partida da Filosofia é a confiança no pensamento ou no homem como um ser racional capaz de conhecer a si mesmo. Como se trata de conhecer a capacidade de conhecimento do homem, a preocupação se volta para estabelecer os procedimentos que nos garantam que encontramos a verdade.

27 AS IDEIAS DE SÓCRATES A Filosofia está voltada para a definição das virtudes morais (do indivíduo) e das virtudes políticas (do cidadão). Cabe à Filosofia, encontrar o conceito ou a essência dessas virtudes, para além da variedade de opiniões. É feita, pela primeira vez, uma separação racional entre a OPINIÃO e as IMAGENS das coisas trazidas pelos nossos órgãos dos sentidos, nossos hábitos, pelas tradições e os CONCEITOS ou IDEIAS.

28 AS IDEIAS DE SÓCRATES A reflexão e o trabalho do pensamento são tomados como uma purificação intelectual, que permite ao espírito humano conhecer a verdade. A opinião, as percepções e imagens sensoriais são consideradas falsas, mentirosas, mutáveis, inconsistentes, contraditórias e devem ser abandonadas para que o pensamento siga seu caminho em busca do conhecimento verdadeiro.

29 AS IDEIAS DE SÓCRATES Sócrates e Platão consideraram as opiniões e as percepções sensoriais, ou as imagens das coisas, como fonte de erro, mentira e falsidade, formas imperfeitas do conhecimento que nunca alcançam a verdade plena da realidade.

30 PLATÃO E O MITO DAS CAVERNAS

31 PLATÃO E O MITO DAS CAVERNAS Com a Metáfora das Cavernas, Platão estabelece a diferença entre o SENSÍVEL E O INTELIGÍVEL. O sensível nos dá as imagens das coisas tais como elas nos aparecem e nos parecem, sem alcançar a realidade e a essência verdadeira delas. O inteligível é o conhecimento verdadeiro que alcançamos exclusivamente pela mente. Para Platão, a Filosofia é a passagem do sensível para o inteligível.

32 PERÍODO SISTEMÁTCO

33 PERÍODO SISTEMÁTICO Passados 4 séculos de Filosofia, Aristóteles apresenta uma verdadeira enciclopédia de todo o saber que foi produzido e acumulado. O Período Sistemático organizou (sistematizou) tudo que foi pensado nos dois períodos anteriores. Aristóteles estabelece uma diferença entres os conhecimentos, distribuindo-os numa escala que vai dos mais simples (inferiores) aos mais complexos (superiores).

34 PERÍODO SISTEMÁTICO Aristóteles afirma que antes de um conhecimento constituir seu objeto e seu campo próprios, deve primeiro conhecer as leis que governam o pensamento, independente do conteúdo que possa vir a ser pensado. O estudo dos princípios de das formas do pensamento sem preocupação com o seu conteúdo, foi chamado por Aristóteles de ANALÍTICA. A partir da Idade Média foi chamado de LÓGICA. Aristóteles foi, portanto, o criador da lógica.

35 OS CAMPOS DO CONHECIMENTO FILOSÓFICO CLASSIFICAÇÃO DE ARISTÓTELES CIÊNCIAS PRODUTIVAS estudam as práticas produtivas ou as técnicas (a ação humana). Arquitetura, economia, medicina, pintura, escultura, poesia, teatro, oratória, navegação, arte da guerra etc CIÊNCIAS PRÁTICAS estudam as práticas humanas como ações. A ética, em que a ação é realizada pela própria vontade guiada pela razão. É a prática voluntária das virtudes morais (coragem, generosidade, fidelidade, lealdade, justiça, amizade etc)

36 ARISTÓTELES E AS CIÊNCIAS TEORÉTICAS OU CONTEMPLATIVAS São aquelas que estudam coisas que existem independentemente dos homens e de suas ações. 1- ciências das coisas naturais submetidas à mudança: física, biologia, meteorologia, psicologia. 2- ciências das coisas naturais que não estão submetidas à mudanças: matemática e astronomia

37 ARISTÓTELES E AS CIÊNCIAS TEORÉTICAS OU CONTEMPLATIVAS São aquelas que estudam coisas que existem independentemente dos homens e de suas ações. 3- ciência da realidade pura: metafísica (tratavam da realidade para além da física. 4- ciência das coisas divinas - teologia

38 A HERANÇA ARISTOTÉLICA CAMPOS DE INVESTIGAÇÃO DA FILOSOFIA: 1- CONHECIMENTO DO SER essência de toda a realidade. 2- CONHECIMENTO DAS AÇÕES HUMANAS OU DOS VALORES E DAS FINALIDADES DA AÇÃO HUMANA ética e a política 3- CONHECIMENTO DA CAPACIDADE HUMANA DE CONHECER a lógica, a teoria do conhecimento, epistemologia (teoria das ciências)

39 O PERÍODO HELENÍSTICO Trata-se do último período da Filosofia Antiga. Os filósofos passam a afirmar que são cidadãos do mundo. Em grego, mundo significa COSMOS, e esse período é chamado de Filosofia Cosmopolita. Esse período se preocupa com as relações entre o homem e a natureza e de ambos com a divindade. Predominam preocupações com a física, a ética. A Grécia estava sob o poderio do Império Romano e os filósofos já não podem se ocupar diretamente com a política.

40 O PERÍODO HELENÍSTICO A amplidão do Império Romano, a presença de religiões orientais no Império, os contatos comerciais entre Ocidente e Oriente fizeram aumentar os contatos dos filósofos helenistas com a sabedoria oriental. Trata-se da orientalização da Filosofia com a marca de aspectos místicos e religiosos no pensamento e na ação.

41 O PERÍODO HELENÍSTICO Data desse período quatro grandes sistemas que exerceram grandes influências no pensamento cristão, que começa a se formar nessa época: ESTOICISMO - propõe viver de acordo com a lei racional da natureza e aconselha a indiferença (apathea) em relação a tudo que é externo ao ser. O homem sábio obedece à lei natural reconhecendo-se como uma peça na grande ordem e propósito do universo, devendo assim manter a serenidade perante as tragédias e coisas boas.

42 O PERÍODO HELENÍSTICO Data desse período quatro grandes sistemas que exerceram grandes influências no pensamento cristão, que começa a se formar nessa época: EPICURISMO - estado de tranquilidade (ataraxia) e de libertação do medo, assim como a ausência de sofrimento corporal (aponia) através do conhecimento do funcionamento do mundo e da limitação dos desejos. A combinação desses dois estados constituiria a felicidade na sua forma mais elevada.

43 O PERÍODO HELENÍSTICO Data desse período quatro grandes sistemas que exerceram grandes influências no pensamento cristão, que começa a se formar nessa época: CETICISMO - a doutrina que afirma que não se pode obter nenhuma certeza absoluta a respeito da verdade, o que implica numa condição intelectual de questionamento permanente e na inadmissão da existência de fenômenos metafísicos, religiosos e dogmas.

44 O PERÍODO HELENÍSTICO Data desse período quatro grandes sistemas que exerceram grandes influências no pensamento cristão, que começa a se formar nessa época: NEOPLATONISMO - acreditava que a perfeição humana e a felicidade poderiam ser obtidas neste mundo e que alguém não precisaria esperar uma pós-vida (como na doutrina cristã). Perfeição e felicidade (uma só e mesma coisa) poderiam ser adquiridas pela devoção à contemplação filosófica.

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