Técnicas Básicas em. Sergey Nickolaev
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- Francisca de Sequeira Festas
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1 Técnicas Básicas em Estimulação Magnética Sergey Nickolaev
2 Princípios da EM Um campo magnético variável induz um pulso elétrico na parte axonal dos motoneurônios e sistema de neurônios intercalares do córtex. O pulso ao passar pelo sistema de condução motora resulta em contração musclar.
3 Equipamento para a Realização de EM Estimulador magnético Bobinas
4 Particularidades do Fluxo Magnético de Acordo com o Formato da Bobina
5 Condições para a realização da EM Contra indicações absolutas Presença de estimuladores implantadaos (marca-passo, estimulador para analgesia). Presença de implantes metálicos (dispositivos metálicos, clips para aneurisma, próteses vasculares, corpo estranho metálico, etc.). Contraindicações relativas Trauma cranioencefálico recente (contusão cerebral, hemorragia, etc.) Perído agudo do AVC Ocorrência de crises epiléticas Precauções Retirar dispositivos de armazenamento de dados magnéticos (diskettes, flash/pen drive, cartões de crédito e banco, etc.) Retirar relógios e dispositivos eletrônicos da área de operação (computadores, relógios, telefones celulares, etc.)
6 Procedimento para Realização de um Exame de EM Selecione o músculo-alvo na perna ou mão. Realize a estimulação craniana para a obtenção de várias respostas motoras, a frequência de estimulação é de 1 vez a cada 5s (0,2Hz) Faça a estimulação segmentar e receba as várias respostas. Realize a estimulação segmentar. Selecione a resposta mais confiável (na estimulação cortical, escolha a resposta com menor latência e maior amplitude e na estimulação segmentar selecione a resposta com maior latência e amplitude). Avalie os valores de latência e amplitude.
7 Estimulação de Regiões Corticais para Registro de Potenciais Evocados Motores dos Membros Superiores Coloque a bobina no centro em Cz, de forma que a corrente elétrica da bobina seja direcionada da região occipital para a fronte do lado estimulado.
8 Estimulação de Regiões Corticais para Registro de Potenciais Evocados Motores dos Membros Inferiores O centro da bobina é posicionado no nível de F3 ou F4 do sistema contralateral ao músculo-alvo A corrente elétrica da bobina deve ser direcionada da região occipital para a fronte do lado estimulado
9 Técnica de EM com a Colocação de Eletrodos na Mão Esquerda (Abdutor do Dígito Mínimo) A bobina é colocada em Cz, a corrente elétrica da bobina é direcionada da região occipital para a fronte do lado estimulado A bobina é colocada no nível da 1a-2a vértebra torácica deslizando para a extremidade estimulada por 2-4 dedos. A corrente da bobina é direcionada para o lado da estimulação.
10 Estudo do Tempo de Condução Motora Através do Trato Corticocervical Estimulação cortical: Latência em Cz: 18,5 Estimulação segmentar: Latência Cervical: 10,7 Tempo de Condução Motora Central: 7,85
11 Técnica de EM com Colocação de Eletrodo na Perna Esqueda ( Músculo Abdutor do V dedo) A direção da corrente elétrica na bobina é do occipício para a cabeça no lado estimulado A bobina fica localizada no nível da 3a-4a vértebras lombares com desvio do centro por 3-4 dedos para o lado estimulado. A corrente elétrica é direcionada para a mão do lado estimulado.
12 Estudo da Velocidade de Condução Motora Central Através do Trato Corticolombar Estimulação cortical: Latência em F4: 38,4 Estimulação segmentar: Latência lombar: 22 Tempo de Condução Motora Central: 16,4
13 Dicas da Estimulação Espinal para o Registro da Resposta pelo Músculo Tibial Anterior Faça a estimulação no nível do sacro com o centro da bobina desviando para a extremidade que está sendo estimulada
14 Valores Recomendados para Avaliação da Condução do Trato Corticoespinal (para Pacientes com Altura entre cm) Músculo-alvo Valor máximo permitido para potencial evocado motor m. Abductor pollicis brevis m. Abductor digiti minimi 10,5 m. Abductor hallucis 17,5 m. Tibialis anterior 16,5 Valores nomativos para bobinas em anel grande na técnica de estimulação descrita.
15 Redução da Velocidade de Condução Aparente na Esclerose Múltipla r. m. Abductor pollicis brevis r. m. Tibialis anterior - 1 mv uv Н - К 2 Н К F4 3 Н К Vertex 5 Н К Lumb. 5 Н К Cerv. Ponto De Captação N Ponto De Registro N Tempo de condução, Valor de referência., Desv., % Vertex 3 Cerv. 5 16, Record. site N Ponto De Registro N Tempo de Condução Referência Desv, % F4 2 Lomb. 5 34,
16 Aumento do Potencial Evocado Motor Central em Lesão do Trato Corticoespinal Direita, Tibialis anterior Para a direita. Tempo de condução motora central:26,8 Para a direita. Tempo de condução motora central:17,7 Sinais de tumor intramedular da medula espinal visto em ressonância magnética
17 Fenômeno de Facilitação é Normal Registro N N (facil.) Laten. differ., Amplit. increm., % Vertex ,8 125
18 Aparecimento da Resposta Motora Evocada com Tensão Muscular Arbitrária (Trauma da Coluna Espinal com Contusão da Medula Espinal Torácica) Direta músculo Tibialis anterior Potencial Evocado Motor Central: 22,1.
19 Cálculo da Latência Periférica e Atraso Radicular PL = F MinLat + М 2 Lat 1 КЗ Atraso radicular RD = PL Т magn. Potencial Evocado Motor Atraso Radicular Registro N Lat., Lat perif. F, Ms atraso Lomb ,8 3,8 Onda -F
20 Valores Normais de Atraso Radicular Nervo Músculo-alvo Limite max: AR Mediano Abductor pollicis brevis 2,5 Ulnar Abductor digiti minimi 2,5 Fibular Extensor digitorum brevis 4 Tibial Abductor hallucis 3,5 Tibial Gastrocnemius 3,5 Valores nomativos para bobinas em anel grande na técnica de estimulação descrita.
21 Estudo de Atraso Radicular e Análise de Parâmetros da Onda-F AR 4,9
22 Estudo do Potencial Evocado Motor Sensitivo e Atraso Radicular direita, Abductor hallucis, Tibial, L5 S1 Tempo de condução 1 - Н - К 500 uv F3 5 Registro N Capt. N Temp cond, nomal, Desv., % F3 1 Lumb ,7 3 Н К Lumb. Atraso radicular Registro N Laten., laten. perif F, AR, 5 mv/250 uv Lumb. 3 22,7 27 4, М - Мн М + Мк Fн F+ F- Fк 5 Tempo de Condução Motora Central com Onda-F Registro N Latên, Latency perif. F, Ms Potencial Evocado Motor Central-F, Ms F3 1 41, ,7
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