Entendendo o Venture Capital
|
|
|
- Sebastião Ribas Ferretti
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Semana Global de Empreendedorismo - ANPROTEC 21 de novembro de 2008 São Paulo, SP Entendendo o Venture Capital André Saito Vice-coordenador acadêmico, GVcepe
2 GVcepe Primeiro centro de estudos em PE/VC no Brasil (2003) Áreas de atuação: Pesquisa: Censo PE/VC 2005, Guia GVcepe-Endeavor, estudos de caso, apoio a dissertações e teses Educação: Disciplinas de PE/VC, fóruns bimestrais, Desafio GV- Intel, novo curso de pós-graduação Membros fundadores Patrocinadores
3 Por que buscar venture capital?
4 Fontes de recursos Founders, family and friends Governo: BNDES, FINEP, FAPs, SEBRAEs, etc. Bancos, instituições financeiras Investidores anjo, fundos de venture capital Fornecedores, clientes Outros 4
5 Dívida vs. participação Formato Requisitos Risco Retorno Financiamento Contratação de dívida Garantias e/ou avalistas Assumido pelo tomador Juros sobre o principal Venture capital Participação acionária Viabilidade econômica Assumido pelo investidor Ganho de capital Fonte: Adaptado de Criatec, Desmistificando o Capital de Risco 5
6 Estrutura da indústria de PE/VC Investidores institucionais (p. ex., Previ, Petros, Funcep, BNDES, Finep) Gestores de fundos (p. ex., FIR Capital, CRP, JB Partners, Rio Bravo) Empresas investidas (p. ex., Bematech, Datasul, Submarino, Totvs) 6
7 Ciclo de investimentos 1. Captação Investidor investe em gestor 2. Investimentos Abertura de capital, venda, etc. Gestor investe em empresas 4. Saída Empresas crescem 3. Monitoramento 7
8 Fase de investimentos Propostas recebidas Propostas analisadas Due diligences Invest. realizados Espontâneas (15%) 29 (8%) 6 (21%) Recomendação (24%) 78 (25%) 16 (20%) Prospecção (19%) 13 (39%) Total (23%) 140 (17%) 35 (25%) Fonte: 1º. Censo Brasileiro de PE/VC, FGV-GVcepe 8
9 Fase de monitoramento O fundo agrega valor através de: Formulação estratégica adequada ao negócio Apoio à gestão formação de equipe, criação de sistemas de incentivos ampliação da base de negócios (rede de contatos) Recursos de capital aportados atualização tecnológica e sistemas de informação aquisições de outras empresas melhoria na estrutura de capital >> Fator determinante para o sucesso! 9
10 Fase de saída: opções Investidor estratégico Mais provável Venda p/ empreendedor/demais acionistas Negociada previamente Investidor financeiro Mercado restrito Abertura de capital Mercado volátil >> Depende de cada momento, cada empresa 10
11 Estágios de vida da empresa Maturidade Seed Start-up O vale da morte Expansão
12 Fonte: Apresentação do Prof. Jerry Engel, Lester Center for Entrepreneurship and Innovation, University of California, Berkeley
13 Angel investors Capital semente Venture capital Private equity Bolsa de valores Fonte: Apresentação do Prof. Jerry Engel, Lester Center for Entrepreneurship and Innovation, University of California, Berkeley
14 Fonte: Apresentação do Prof. Jerry Engel, Lester Center for Entrepreneurship and Innovation, University of California, Berkeley
15 Fonte: Apresentação do Prof. Jerry Engel, Lester Center for Entrepreneurship and Innovation, University of California, Berkeley
16 Fonte: Apresentação do Prof. Jerry Engel, Lester Center for Entrepreneurship and Innovation, University of California, Berkeley
17 Fonte: Apresentação do Prof. Jerry Engel, Lester Center for Entrepreneurship and Innovation, University of California, Berkeley
18 Fonte: Apresentação do Prof. Jerry Engel, Lester Center for Entrepreneurship and Innovation, University of California, Berkeley
19 O processo de investimento Propostas recebidas Propostas analisadas Due diligences Invest. realizados Espontâneas (15%) 29 (8%) 6 (21%) Recomendação (24%) 78 (25%) 16 (20%) Prospecção (19%) 13 (39%) Total (23%) 140 (17%) 35 (25%) Fonte: 1º. Censo Brasileiro de PE/VC, FGV-GVcepe 19
20 O que o VC busca Deal breakers Mercado pequeno demais/ retorno inadequado Empreendedor: 100% participação/ risco zero Pontos fracos Plano de negócio: longo/sem foco/desorganizado Distante da política de investimentos do fundo Pontos fortes Boa referência/ equipe experiente Problema significativo/ pitch consistente 20
21 Análise e due diligence Mercado De onde vêm os números? Existem mercados afins? Quem são e onde estão os clientes? Equipe Referências além das indicadas? Podem ser orientados à medida que a empresa cresce? Finanças Números e pressupostos fazem sentido? São simples de entender? 21
22 Valuation conforme estágio Análise qualitativa Análise quantitativa 22
23 Fatores qualitativos Equipe gerencial Proposta de valor Tecnologia e estágio de desenvolvimento Patentes, licenças Alianças estratégicas Capacidade de comercialização Nível de atividade de M&A e IPO 23
24 Variáveis no valuation Taxa de retorno esperada Seed/start-up: % a.a. em 10+ anos First stage: 40-60% a.a em 5-10 anos Tamanho e período do investimento Depende dos parâmetros/momento do fundo Projeções de lucro da empresa Múltiplos de referência 24
25 Documentação típica Term sheet Documento curto (3~10 pgs.) que apresenta os principais termos e condições do investimento Contrato de subscrição de ações Contém detalhes da rodada de investimento (qtde./ séries das ações, condições de pgto., etc.) Acordo de acionistas Descreve todas as proteções aos investidores Estatutos sociais 25
26 Termos e condições típicos (1) Tipos de ações Ordinárias, preferenciais, preferenciais conversíveis, etc. Valuation e metas Pre-money valuation, preço de compra, parcelas Recebimento de dividendos Redução/suspensão, dividendo crescente Direito de resgate Recompra de ações por preço fixo Anti-diluição Proteção contra rodadas de valor inferior 26
27 Termos e condições típicos (2) Ações dos fundadores Força venda na saída do fundador, períodos de vesting Direito de primeira recusa Preferência na negociação de novas rodadas Tag along Exige a compra de ações em % equivalente à participação Drag along Obrigação para que todos vendam a um comprador caso determinada porcentagem vote pela venda Conselho de administração 27
28 Créditos Apresentação baseada em materiais elaborados por: Patrick Ledoux, ex-tmg (atual Actis) Prof. Jerry Engel, Lester Center for Entrepreneurship and Innovation, University of California at Berkeley. Luiz Eugênio Junqueira Figueiredo, Rio Bravo Criatec, Desmistificando o Capital de Risco LAVCA, Guia para Term Sheets de VC e PE 28
29 Obrigado! André Saito
Governança Corporativa Profa. Patricia Maria Bortolon
Governança Corporativa Investidores Institucionais e Governança Corporativa Aula 11 Participação Acionária de Investidores Institucionais No Reino Unido: Tipo de Investidor 1963 % 2006 % Indivíduos 54
ENCONTRO ANUAL DO PAEX
ENCONTRO ANUAL DO PAEX Sustentabilidade Financeira para a Competitividade Prof. Haroldo Mota 2007 O CONFORTO DE CURTO PRAZO Empresa Acomodada Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 EBITDA 940 890 820 800 ( ) Var. NCG
Programa Inovar Seed Forum e Forum de Anjos como Politica Pública de Promoção do Empreendedorismo Inovador
Programa Inovar Seed Forum e Forum de Anjos como Politica Pública de Promoção do Empreendedorismo Inovador Rochester Gomes da Costa Chefe do Departamento de Empreendedorismo Inovador Area de Investimentos
CAPITAL MEZANINO INVESTIMENTO DE PRIVATE EQUITY EM COMPANHIA FECHADA POR MEIO DE DEBÊNTURES CONVERSÍVEIS FREDERICO VIANA RODRIGUES
DO GRUPO DE ESTUDOS DE DIREITO EMPRESARIAL FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS DIREITO SOCIETÁRIO APLICADO CAPITAL MEZANINO INVESTIMENTO DE PRIVATE EQUITY EM COMPANHIA FECHADA
Recursos Próprios. Amigos e Familiares
Recursos Próprios Chamado de booststrapping, geralmente é a primeira fonte de capital utilizada pelos empreendedores. São recursos sem custos financeiros. O empreendedor tem total autonomia na tomada de
Avaliação e Mensuração no contexto de Private Equity e Venture Capital
ATIVOS INTANGÍVEIS Avaliação e Mensuração no contexto de Private Equity e Venture Capital Leonardo L. Ribeiro Luis Fernando Tironi XIII REPICT Set/2010 Esta apresentação é um sumário executivo do Texto
SeminárioADI-2012. Inclusão financeira inovação para as MPE s
SeminárioADI-2012 Inclusão financeira inovação para as MPE s Guilherme Lacerda Diretor de Infraestrutura Social, Meio Ambiente, Agropecuária e Inclusão Social Barcelona Outubro 2012 1. Diagnóstico Não
Disclaimer. Advertências
Disclaimer Advertências O investimento em ativos financeiros envolve riscos sobre os quais o investidor deve buscar informar-se lendo a documentação obrigatória referente a cada ativo. Fundos de investimento
Empreendedorismo Tecnológico. Kleber Ken Teraoka [email protected]
Empreendedorismo Tecnológico Kleber Ken Teraoka [email protected] 1 Startups - contexto 2 Empresa de Base Tecnológica (EBT) Produtos/Serviços de alto valor agregado Uso de tecnologia nos produtos ou
Missão da FINEP inovação e a pesquisa científica e tecnológica mobilizando recursos financeiros integrando instrumentos
Missão da FINEP Promover e financiar a inovação e a pesquisa científica e tecnológica em empresas, universidades, institutos tecnológicos, centros de pesquisa e outras instituições públicas ou privadas,
Administração Financeira e Orçamentária I
Administração Financeira e Orçamentária I Sistema Financeiro Brasileiro AFO 1 Conteúdo Instituições e Mercados Financeiros Principais Mercados Financeiros Sistema Financeiro Nacional Ações e Debêntures
Introdução: Mercado Financeiro
Introdução: Mercado Financeiro Prof. Nilton TÓPICOS Sistema Financeiro Nacional Ativos Financeiros Mercado de Ações 1 Sistema Financeiro Brasileiro Intervém e distribui recursos no mercado Advindos de
Curso Introdução ao Mercado de Ações
Curso Introdução ao Mercado de Ações Módulo 1 www.tradernauta.com.br I - Sistema Financeiro Nacional CMN Conselho Monetário Nacional Min. Fazenda, Min. Planej., Pres. BaCen Banco Central Mercado Cambial,
NOSSA HISTÓRIA. Em Parceria com:
Em Parceria com: NOSSA HISTÓRIA A UM INVESTIMENTOS S/A Corretora de Títulos e Valores Mobiliários é uma instituição financeira independente e atua no mercado financeiro há 40 anos. Em 2008 iniciou um processo
Preparação da Empresa para o Capital Empreendedor. Sidney Chameh ABVCAP
Preparação da Empresa para o Capital Empreendedor Sidney Chameh ABVCAP Agenda Mudança Cultural Passos para obtenção do capital empreendedor O que os fundos procuram Seleção de projetos Ciclo de Investimento
BNDES Prosoft. Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação
BNDES Prosoft Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação Objetivo - Contribuir para o desenvolvimento da indústria nacional de software
Desenvolvendo a Governança Corporativa. Eduardo Rath Fingerl Diretor
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES Área de Mercado de Capitais BNDES Desenvolvendo a Governança Corporativa Eduardo Rath Fingerl Diretor 02/06/2006 www.bndes.gov.br 1 de 23 Atuação
Centro Internacional de Inovação. Ronald Dauscha
Centro Internacional de Inovação Ronald Dauscha V Encontro da Rota MM (24.11.2010, CIETEP) C2i Centro Internacional de Inovação Ronald M. Dauscha, Sistema FIEP Federação das Indústrias do Estado do Paraná
9) Política de Investimentos
9) Política de Investimentos Política e Diretrizes de Investimentos 2010 Plano de Benefícios 1 Segmentos Macroalocação 2010 Renda Variável 60,2% 64,4% 28,7% 34,0% Imóveis 2,4% 3,0% Operações com Participantes
Aula 1 - Montagem de Fluxo de Caixa de Projetos
Avaliação da Viabilidade Econômico- Financeira em Projetos Aula 1 - Montagem de Fluxo de Caixa de Projetos Elias Pereira Apresentação Professor Alunos Horário 19:00h às 23:00 h com 15 min. Faltas Avaliação
Apoio à Inovação. Luciana Capanema Gerente de Inovação
Apoio à Inovação Luciana Capanema Gerente de Inovação Apoio à Inovação http://www.bndes.gov.br O objetivo do BNDES é fomentar e apoiar operações associadas à formação de capacitações e ao desenvolvimento
O MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO
O MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO Antônio Emygdio Circuito Universitário CVM 2ª Semana Nacional de Educação Financeira http://www.semanaenef.gov.br http://www.vidaedinheiro.gov.br Agenda 1. Mercado de Capitais
Parceria ANPEI e REDETEC
Parceria ANPEI e REDETEC Mecanismos de Apoio para Obtenção de Financiamento para o Desenvolvimento da Propriedade Intelectual no Brasil: Recursos para Inovação Apresentação na REPICT 2013. A Origem do
Circuito Universitário Faculdade Sumaré 10 de março de 2015. Marcos Galileu Lorena Dutra Gerência de Análise de Negócios (GMN)
Circuito Universitário Faculdade Sumaré 10 de março de 2015 Marcos Galileu Lorena Dutra Gerência de Análise de Negócios (GMN) As opiniões e conclusões externadas nesta apresentação são de inteira responsabilidade
Capítulo 7 Colocando o PN em prática
Política de Negócios e Empreendedorismo Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Capítulo 7 Colocando o PN em prática O plano de negócios é
Conceito de Plano de Negócios
Conceito de Plano de Negócios O Plano de Negócio é um documento escrito e organizado que permite ao empreendedor analisar a viabilidade do seu projeto. 4 Conceito de Plano de Negócios Descreve o modelo
Plano de Ação e Programa de Formação de Recursos Humanos para PD&I
Plano de Ação e Programa de Formação de Recursos Humanos para PD&I 1. Plano de Ação A seguir apresenta-se uma estrutura geral de Plano de Ação a ser adotado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Outubro 2009
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Outubro 2009 BH COPA 2014 Agenda Resumo Institucional Os Projetos que Apoiamos Formas de Atuação Condições de Financiamento Fechamento Agenda Resumo
O apoio do BNDES à Inovação por meio do Capital de Risco
O apoio do BNDES à Inovação por meio do Capital de Risco CNI-MEI São Paulo, 19 de outubro de 2015 Agenda Atuação da BNDESPAR em Capital de Risco Participações diretas Participações por meio de Fundos de
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - MERCADO DE CAPITAIS
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - MERCADO DE CAPITAIS Prof.Nelson Guerra Ano 2012 www.concursocec.com.br MERCADO DE CAPITAIS É um sistema de distribuição de valores mobiliários, que tem o propósito
INSTRUMENTO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE INOVAÇÃO. I. Objetivos e Metas. Objetivo (o quê) Alcance (quanto) Prazo de realização (quando)
INSTRUMENTO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE INOVAÇÃO I. Objetivos e Metas 1. Liste os 5 principais objetivos de inovação para o horizonte de cinco anos, identificando: Objetivo 1 Objetivo 2 Objetivo 3 Objetivo
Fundos de Investimentos em Participações (FIP) e Fundos Mútuos de Investimento em Empresas Emergentes (FMIEE)
I Curso de Férias do Grupo de Estudos de Direito Empresarial - Direito UFMG Fundos de Investimentos em Participações (FIP) e Fundos Mútuos de Investimento em Empresas Emergentes (FMIEE) Bernardo Vianna
ponto Frio Ponto Frio (GLOB3 e GLOB4) faz parte do Grupo Pão de Açúcar desde 2009. Saiba qual é o futuro da empresa e se suas ações podem se valorizar
pág. 08 DOUGLAS DUEK COMO AS EMPRESAS PODEM CHEGAR À BOLSA? pág. 12 TRENDS O QUE PODE ATRAPALHAR A BOLSA EM 2011 A REVISTA DO INVESTIDOR NA BOLSA ANO 3 MAR 11 #36 R$ 12,00 9 771982 835003 0 3 0 3 6 EXEMPLAR
O Investimento Anjo Pode Fazer a Diferença Para a Inovação Brasileira!
O Investimento Anjo Pode Fazer a Diferença Para a Inovação Brasileira! TEMA O espaço vazio no sistema nacional de inovação a ser ocupado pelos investidores Anjo e os principais gargalos das políticas públicas
COMO DETERMINAR O PREÇO DE LANÇAMENTO DE UMA AÇÃO NA ADMISSÃO DE NOVOS SÓCIOS
COMO DETERMINAR O PREÇO DE LANÇAMENTO DE UMA AÇÃO NA ADMISSÃO DE NOVOS SÓCIOS! Qual o preço de lançamento de cada nova ação?! Qual a participação do novo investidor no capital social?! Por que o mercado
Inovação, ação inovadora e financiamento à inovação. IEL/ES junho de 2009 INOVA FINDES
Inovação, ação inovadora e financiamento à inovação IEL/ES junho de 2009 INOVA FINDES Inovação introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos
Empreendedorismo. Tópico 4 Plano de Negócios: Visão Geral
Empreendedorismo Tópico 4 Plano de Negócios: Visão Geral Conteúdo 1. Objetivos do Encontro... 3 2. Introdução... 3 3. Planejar. Por quê?... 3 4. O Plano é produto do empreendedor... 4 5. Estrutura do Plano
Apresentação Institucional
Apresentação Institucional Sumário 1. Capital Semente 2. O Projeto Criatec e o Fundo Criatec 1 3. O Fundo Criatec 2 6. Formação de Tese de Investimento Capital Semente Capital Semente Capital Semente Fases
InovaCamp. Dezembro / 2014
InovaCamp Dezembro / 2014 O Programa São Paulo Inova é uma iniciativa do Estado de São Paulo para apoiar empresas paulistas de base tecnológica e de perfil inovador em estágio inicial ou em processo. O
Rodrigo da Rocha Loures Presidente do CONIC-FIESP
Estratégias para a Inovação e Empreendedorismo Ecossistemas Regionais de Inovação, por meio do Empreendedorismo de Base Tecnológica e empresas Startups de Classe Mundial Visão de Futuro (2022), Competitividade
Fundo Criatec Setembro de 2012
Fundo Criatec Setembro de 2012 O Grande Vale Onde precisamos melhorar Existe espaço para trabalhos na relação conhecimento/mercado, gerando oportunidades de negócios. Availability of capital Core activities
Rumos do Desenvolvimento: Estratégia Empresarial, Inovação e Visão sobre Intangíveis
Rumos do Desenvolvimento: Estratégia Empresarial, Inovação e Visão sobre Intangíveis Seminário FIRJAN / COPPE "Inteligência Estratégica: modismo ou imperativo? 22/08/08 Helena Tenório Veiga de Almeida
OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS
OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS FERRAMENTA A QUEM É DESTINADA? O QUE É O QUE FAZ OBJETIVOS Guia de finanças para as empresas sociais na África do Sul Guia Jurídico
REDETEC. Marcio Spata rea de Mercado de Capitais. Analista Área. Rio de Janeiro - Novembro/2007
REDETEC Analista Área Marcio Spata rea de Mercado de Capitais Rio de Janeiro - Novembro/2007 BNDES em NúmerosN Evolução dos Desembolsos (R$ bilhões) 47 52,3 37 35 40 31,2 18 19 18 23 25 7 10 1995 1997
Crescer agregando valor
Crescer agregando valor Marcio Araujo de Lacerda Presidente do Conselho de Administração Maio de 2008 1/XX Orientações do Governo Mineiro Para Minas Gerais: Um Estado para Resultados Visão: Tornar Minas
Acesso a mercados: a finalidade do investimento e do financiamento
Acesso a mercados: a finalidade do investimento e do financiamento Quem vos fala Ângelo Andrade Cirino Secretário Municipal de Indústria, Comércio e Segurança de Cataguases Secretário Executivo do Consórcio
Mercado de Capitais. Análise Fundamentalista. Professor: Roberto César
Mercado de Capitais Análise Fundamentalista Professor: Roberto César Análise Fundamentalista A análise fundamentalista é um importante instrumento utilizado para a análise de investimento em ações. O princípio
Curso Introdução ao Mercado de Ações
Curso Introdução ao Mercado de Ações Módulo 2 Continuação do Módulo 1 www.tradernauta.com.br Sistema de negociação da Bovespa e Home Broker Mega Bolsa Sistema implantado em 1997, é responsável por toda
CARTILHAS DE CAPITAL EMPREENDEDOR
FUNDOS DE INVESTIMENTO BRASÍLIA DF 2015 CARTILHAS DE CAPITAL EMPREENDEDOR 2015 Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae Todos os direitos reservados A reprodução não autorizada desta
Assessoria Consultoria Treinamento F I N A N C E I R A - E M P R E S A R I A L
Assessoria Consultoria Treinamento F I N A N C E I R A - E M P R E S A R I A L Quem somos Bem vindo à Nord. Formada por profissionais oriundos do mercado financeiro, com formações multidisciplinares e
Senado Federal. O BNDES e o Apoio ao Setor de Software
Senado Federal Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática O BNDES e o Apoio ao Setor de Software Alan Fischler Área Industrial Depto das Industrias de TICs 11/04/2012 Brasília
Principais Modelos de Negócios entre Startups e Grandes Empresas
Conexão entre Startups e Grandes Empresas Principais Modelos de Negócios entre Startups e Grandes Empresas Setembro 2015 NOSSA FIRMA ATUAMOS EM TRÊS ÁREAS Entregamos tudo o que uma empresa precisa para
Mercado de Capitais. Renda Variável. Mercado Primário de Ações. Mercado Primário - ETAPAS. Mercado Primário - ETAPAS
Mercado Primário de Ações Mercado de Capitais Renda Variável Mestrando: Paulo Jordão. 03/04/2012 Venda direta aos investidores através de ofertas públicas (IPOs) ou subscrição particular; Motivos: Expansão
Gestão Financeira de Organizações
Gestão Financeira de Organizações Módulo 10 - Política de Dividendos e Relações com Investidores Prof. Luiz Antonio Campagnac e-mail: [email protected] Livro Texto Administração Financeira: princípios,
Estruturação de Fundos FIDCs e FIPs para empresas
Grupo Keyassociados Estruturação de Fundos FIDCs e FIPs para empresas Brasília 06/06/2013 Marco Antônio Fujihara Agenda 1. Overview da Indústria de Private Equity e Venture Capital 2. Mapa Global do Empreendedorismo
EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que
ANEXO II Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui registro em base de patentes brasileira. Também serão considerados caráter inovador para este Edital os registros de patente de domínio público
Fortalecimento do sistema nacional de inovação: uma oportunidade para as EPDIs. Guajarino de Araújo Filho
Fortalecimento do sistema nacional de inovação: uma oportunidade para as EPDIs Guajarino de Araújo Filho Agenda 1. Introdução 2. Sistemas de Inovação e as EPDIs 3. A metodologia ANIS e a experiência brasileira
Fundo Caixa Crescimento. Junho de 2015
Fundo Caixa Crescimento Junho de 2015 O que é o Capital de Risco Modalidades O Capital de Risco constitui uma forma de financiamento de longo prazo das empresas, realizado por investidores financeiros
11. Empresas de base tecnológica
1 11. Empresas de base tecnológica 11.1 Fontes de captação de recursos das empresas Conforme já foi visto anteriormente, uma empresa S.A. aberta pode financiar seus projetos de investimentos com empréstimos
4º PAINEL: INVESTIMENTO PRIVADO, INVESTIMENTO PÚBLICO E MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL
SEMINARIO FIESP REINDUSTRIALIZAÇÃO DO BRASIL: CHAVE PARA UM PROJETO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO 4º PAINEL: INVESTIMENTO PRIVADO, INVESTIMENTO PÚBLICO E MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL 26 agosto 2013 Carlos
Investimento Anjo: Motor de Crescimento das Start-ups
A Retomada dos Investimentos e Mercado de Capitais Fórum Fortaleza CE Instituto IBMEC 18 de agosto de 2015 Investimento Anjo: Motor de Crescimento das Start-ups Antonio José J. Botelho, Ph.D. Diretor de
BNDESPAR INGRESSA NO CAPITAL SOCIAL DA RENOVA ENERGIA
BNDESPAR INGRESSA NO CAPITAL SOCIAL DA RENOVA ENERGIA Por meio de um investimento estratégico de até R$314,7 milhões, a BNDESPAR ingressa no capital social da Renova Energia. Parceria de Longo Prazo A
3a CONFERE NCIA DO CONSO RCIO INTERNACIONAL DE ESTUDOS SOBRE INOVAC A O E EMPREENDEDORISMO Poli ticas e Recursos de Apoio ao Empreendedorismo Mesa 3:
3a CONFERE NCIA DO CONSO RCIO INTERNACIONAL DE ESTUDOS SOBRE INOVAC A O E EMPREENDEDORISMO Poli ticas e Recursos de Apoio ao Empreendedorismo Mesa 3: Startups:Funding and Financing /Investimento e Financiamento
INCUBADORAS DE EMPRESAS EDITAL 01/ 2011 - SEBRAE
INCUBADORAS DE EMPRESAS EDITAL 01/ 2011 - SEBRAE Anexo I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DO PROJETO Modalidade Tipo 1 Aplicação do modelo CERNE 1 Brasília, 2011 Código da Proposta: (Uso do Sebrae): 1. DADOS
Financeirização da educação no Brasil: a transformação da educação em mercadoria.
Financeirização da educação no Brasil: a transformação da educação em mercadoria. II CONAE 2014 Adércia Bezerra Hostin Coordenadora de assuntos educacionais Eixos i. Mercantilização ii. Financeirização
FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS - FINEP INCUBADORA DE FUNDOS INOVAR 9ª CHAMADA DE FUNDOS
FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS - FINEP INCUBADORA DE FUNDOS INOVAR 9ª CHAMADA DE FUNDOS 1. OBJETO A Financiadora de Estudos e Projetos, na qualidade de Secretaria Executiva da Incubadora de s INOVAR,
AYTY-INCUBADORA DE EMPRESAS DO IFAM EDITAL Nº 003/2014 INCUBADORA DE EMPRESAS
AYTY-INCUBADORA DE EMPRESAS DO IFAM EDITAL Nº 003/2014 INCUBADORA DE EMPRESAS Parceria Instituição Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas IFAM, Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa, Extensão
Empreendedorismo de Inovação em TI: Caminhos e oportunidades. Rodrigo Franco Gonçalves
Empreendedorismo de Inovação em TI: Caminhos e oportunidades Rodrigo Franco Gonçalves Apresentação Rodrigo Franco Gonçalves Físico. Mestre e Doutor em Engenharia de Produção Professor de mestrado e doutorado
Financiamento do BNDES às Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) Foto: PCH Cotiporã
Financiamento do BNDES às Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) Ludmila Carvalho Colucci 06/04/2009 Foto: PCH Cotiporã 1 Agenda BNDES Carteira do BNDES Políticas Operacionais Operações Estruturadas Foto:
HSM EXPOMANAGEMENT 2014 Mercado de Capitais e Direito Internacional PAINEL 5
HSM EXPOMANAGEMENT 2014 Mercado de Capitais e Direito Internacional PAINEL 5 ACESSO DAS EMPRESAS AO MERCADO DE CAPITAIS 04 DE NOVEMBRO DE 2014 INSTITUTO IBMEC MERCADO DE CAPITAIS CEMEC Centro de Estudos
FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS - FINEP INCUBADORA DE FUNDOS INOVAR 10ª CHAMADA DE FUNDOS
FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS - FINEP INCUBADORA DE FUNDOS INOVAR 10ª CHAMADA DE FUNDOS 1. OBJETO A Financiadora de Estudos e Projetos, na qualidade de Secretaria Executiva da Incubadora de Fundos
AULA 4 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE AÇOES
AULA 4 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE AÇOES Prof Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA Especialista em Gestão Empresarial pela UEFS Graduada em Administração pela UEFS Contatos: E-mail: [email protected]
O VALOR DO CONTROLE PARTE 2
O VALOR DO CONTROLE PARTE 2! O valor do controle acionários! O problema da liquidez Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante Associados, empresa especializada na
FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS FINEP PROGRAMA FINEP INOVAR SEMENTE 4ª CHAMADA PARA CAPITALIZAÇÃO DE FUNDOS DE CAPITAL SEMENTE
FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS FINEP PROGRAMA FINEP INOVAR SEMENTE 4ª CHAMADA PARA CAPITALIZAÇÃO DE FUNDOS DE CAPITAL SEMENTE 1. OBJETO A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), o Banco de Desenvolvimento
A DESENVOLVE SP é a instituição financeira do Governo do Estado
QUEM SOMOS A DESENVOLVE SP é a instituição financeira do Governo do Estado de São Paulo. Atua como banco de desenvolvimento apoiando financeiramente às iniciativas que estimulam o crescimento da economia
Dicas para Projetos de Financiamento em Inovação
Dicas para Projetos de Financiamento em Inovação Formulação de Projetos de Inovação Tecnológica Não se formulam projetos apenas para obter benefício de mecanismos públicos de estímulo
O QUE É A CVM? II - a negociação e intermediação no mercado de valores mobiliários;
O QUE É A CVM? A CVM - Comissão de Valores Mobiliários é uma entidade autárquica em regime especial, vinculada ao Ministério da Fazenda, com personalidade jurídica e patrimônio próprios, dotada de autoridade
