COMBUSTÍVEIS E COMBUSTÃO
|
|
|
- Bernardo Malheiro Schmidt
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 COMBUSTÍVEIS E COMBUSTÃO PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS
2 COMBUSTÃO DE LÍQUIDOS 2
3 INTRODUÇÃO A Queima de uma Gota de Combustível em um Ambiente Estacionário Na queima de uma gota individual em uma atmosfera oxidante: o combustível é evaporado da superfície do líquido e difunde para a chama, enquanto o oxigênio difunde do ambiente também para a chama. Forma da chama: pode ser esférica ou não. Esquema de uma gota singular de combustível queimando em atmosfera estacionária. Chamas não esféricas: ocorrem devido ao movimento relativo entre a gota e os gases circundantes. Gotas muito pequenas: facilmente arrastadas pelos gases; velocidade relativa quase nula; chama de difusão esférica. 3
4 GOTA ESFÉRICA O processo de combustão do diesel é heterogêneo, pois na câmara de combustão o combustível está em estado líquido e o oxigênio do ar no estado gasoso. Quando o combustível foi injetado primeiramente ocorre a dispersão dele em pequenas gotículas, depois gotículas aquecem-se entrando em contato físico com o ar quente. 4
5 GOTA ESFÉRICA Devido à transferência do calor as gotículas se-aquecem. Sabemos que o diesel é uma mistura de vários hidrocarbonetos. Mais leves têm a temperatura de ebulição por volta de 200 C e mais pesados até a 400 C. A medida do aquecimento da gotícula a temperatura dela aumenta e da superfície da gotícula começam evapora-se primeiramente frações mais leves do diesel e depois mais pesadas até a evaporação completa da gotícula 5
6 GOTA ESFÉRICA Os vapores de combustível misturam-se com o ar, aquecem-se até a temperatura de inflamação e inflamam na zona de Φ =1. Uma frente de chama de difusão estabelecese em torno da gotícula em uma distância da superfície da gotícula. Em torno da gotícula forma-seuma camada de vapores que se difundepara o meio em redor da gotícula. Ao encontro do vapores difunde o oxigênio do ar 6
7 GOTA ESFÉRICA A final em uma distância Rest da superfície da gotícula estabelece-se a relação estequiométrica entre os vapores de substâncias evaporadas do combustível e o oxigênio do ar. Exatamente aqui se estabelece a frente da chama que forma uma esfera em torno da gotícula. 7
8 GOTA ESFÉRICA O valor de raio estequiométrico Rest é de 4-10 vezes maior que o diâmetro da gotícula Rest=(4-10)Rg,, pois o valor do raio Rest, fortemente depende do raio da gotícula Rg Também, depende da temperatura na zona de combustão e da pressão na câmara de combustão. 8
9 GOTA ESFÉRICA Com aumento da temperatura e da pressão o raio diminui Em uma distância R<Rest prevalecem vapores de combustível e a mistura é rica. A concentração dos vapores diminui com o aumento da distância de gotícula. Na zona, onde R>Rest estão produtos de combustão em mistura com o ar que se difunde em direção a chama. Na frente da chama (Rchama = Rest) a temperatura é máxima, ela diminui em ambos os lados de Rest. 9
10 GOTA ESFÉRICA A temperatura diminui mais bruscamente em direção a gotícula por causa do gasto do calor com o aquecimento da gotícula e a evaporação do combustível. Na teoria de combustão é considerado que a velocidade da combustão de uma gotícula é determinada pela: - velocidade de evaporação da gotícula da superfície; - velocidade de reações químicas; - velocidade de difusão do ar para a zona de combustão. 10
11 GOTA ESFÉRICA A velocidade das reações químicas é muito alta em comparação com outros processos que ocorrem na câmara de combustão, por isso ela não influi sobre a velocidade de combustão da gotícula. A quantidade do oxigênio que se difunde para a zona de combustão, depende do raio Rest ao quadrado (área de esfera é de 4=R 2 ), e a falta do oxigênio só aumenta o Rest. Por isso o fator dominante que determina o tempo de combustão da gotícula é o tempo de evaporação da gotícula. 11
12 GOTA ESFÉRICA O tempo de evaporação do combustível na câmara de combustão depende da área da superfície total das gotículas. Quanto maior for a área total das gotículas tanto mais rápido será o aquecimento, evaporação e combustão delas. Por isso para assegurar a combustão rápida é necessário pulverizar bem o combustível. Quanto mais fino for pulverizado o combustível, tanto maior será a área total de superfície das gotículas e tanto mais rápido elas se queimam. 12
13 GOTA ESFÉRICA Períodos distintos durante a queima de uma gota de combustível Retardo de ignição. Não há ainda combustão; a gota é vaporizada pelos gases quentes em seu redor até atingir mistura capaz de sustentar combustão. Queima da gota propriamente dita. Durante este período, que corresponde à maior parte da queima, a gota é consumida de acordo com a lei D 2. Queima residual. A gota já não existe mais; são queimados os gases residuais de sua vaporização. 13
14 LEI D 2 DA EVAPORAÇÃO D 2 D 2 0 t D: diâmetro instantâneo da gota, D 0 : diâmetro inicial da gota, t: tempo, λ: constante de evaporação. Na combustão, a lei D 2 também vale. Neste caso, é chamada constante de queima, e situa-se no intervalo 3,6x10-3 cm 2.s -1 35,6x10-3 cm 2.s -1. Para hidrocarbonetos queimando em ar, temos = (10 2) cm 2.s
15 LEI D 2 DA EVAPORAÇÃO Tempo de queima O tempo de queima, t q, desconsiderando o retardo de ignição e a queima residual, é obtido fazendo D = 0: t q D
16 LEI D 2 DA EVAPORAÇÃO - EXEMPLO Hidrocarbonetos em ar: t q = 100 D 02 (para D 0 inserido em cm); t q = D 02 (para D 0 inserido em mm). Ordem de grandeza de t q (hidrocarbonetos em ar) D 0 (mm) t q (s) ,1 0,01 0,01 0,
17 SPRAYS Tamanho de Partículas em Sprays Durante a combustão de um spray as gotas não estão mais em uma atmosfera totalmente oxidante. O comprimento de chama é controlado pelo: a) processo de vaporização das gotas ou b) processo de difusão do oxigênio. Se a taxa de vaporização das gotas for muito maior que a taxa de difusão do oxigênio, a combustão será governada por leis de chamas de difusão do gás. Na combustão de um spray, depende do projeto do injetor e da distribuição inicial das gotas. 17
18 SPRAYS Tamanho de Partículas em Sprays Há diferentes maneiras de descrever o tamanho característico das partículas em um spray. Diâmetro mediano de volume, VMD: diâmetro para o qual 50 % do volume total do líquido nebulizado é composto de gotas menores que o próprio VMD. Diâmetro mediano de massa, MMD: definição similar à do VMD. Diâmetro médio de Sauter, SMD: também chamado de D 32, é o diâmetro de uma gota do spray que possui a mesma razão volume/área superficial do spray global: i SMD D32 Obs.: na prática, MMD/SMD = 1,20, com um erro de 5%. 2 n D i n i i D 3 i i 18
19 ATOMIZAÇÃO A queima de combustíveis líquidos se processa nos seguintes estágios sucessivos: 1) atomização, onde o combustível é desagregado, por processos mecânicos, em pequenas gotículas; 2) vaporização, onde o combustível atomizado passa para a fase gasosa, através do calor conduzido da chama para as gotas; 3) mistura, onde o combustível, na fase gasosa, é misturado com o comburente, constituindo a mistura inflamável; 4) combustão, na qual a mistura queima produzindo reações exotérmicas. 19
20 ATOMIZAÇÃO Exemplo Raio da gotícula 5 x 10-4 Número de gotas Aumento de área 20
21 ATOMIZAÇÃO Exemplo A área das gotas aumentou vezes Ou seja, a atomização é um processo muito eficiente para promover o aumento da superfície para queima. 21
22 ATOMIZAÇÃO Sprays podem ser produzidos de vários modos. Essencialmente o que se precisa é de uma alta velocidade relativa entre o líquido a ser atomizado e o ar ou gás circundante. Alguns atomizadores fazem isso descarregando o líquido a alta velocidade em uma corrente de ar ou gás movendo-se lentamente. Um modo alternativo é expor uma folha ou jato de líquido em baixa velocidade a uma corrente de ar em alta velocidade. 22
23 ATOMIZAÇÃO 23
24 ATOMIZAÇÃO Quando o combustível líquido é injetado a alta pressão o jato desintegra-se através da formação de ondas de instabilidade. Este modelo é conhecido como mecanismo de Rayleigh e promove a quebra consecutiva das gotas até que um diâmetro ótimo seja atingido. 24
25 ATOMIZAÇÃO Dois parâmetros adimensionais importantes na formação de instabilidades do mecanismo de Rayleigh são: o número de Reynolds, relação entre forças inerciais e viscosas, e o número de Weber, razão entre as forças de momento e a tensão superficial. 25
26 ATOMIZAÇÃO Dois parâmetros adimensionais importantes na formação de instabilidades do mecanismo de Rayleigh são: o número de Reynolds, relação entre forças inerciais e viscosas, e o número de Weber, razão entre as forças de momento e a tensão superficial. 26
27 ATOMIZAÇÃO De acordo com Reitz, foram encontrados os seguintes quatro regimes de ruptura à medida que a velocidade era progressivamente aumentada. Ruptura de Rayleigh Primeira ruptura por vento induzido Segunda ruptura por vento induzido Atomização 27
28 ATOMIZAÇÃO Ruptura de Rayleigh. É causada pelo crescimento de oscilações axissimétricas na superfície do jato, induzidas pela tensão superficial. Diâmetros das gotas excedem o diâmetro do jato. 28
29 ATOMIZAÇÃO Primeira ruptura por vento induzido. O efeito da tensão superficial é aumentado pela velocidade relativa entre o jato e o gás ambiente, que produz uma distribuição de pressão estática através do jato, acelerando o processode ruptura. Como no regime 1 a quebra ocorre muitos diâmetros a jusante dagarganta. Os diâmetros das gotas são aproximadamente da ordem do diâmetro do jato. 29
30 ATOMIZAÇÃO Segunda ruptura por vento induzido. As gotas são produzidas pelo crescimento de ondas curtas de superfície instáveis sobre a superfície do jato causadas pelo movimento relativo entre o jato e o gás ambiente. Este crescimento da onda é contrariado pela tensão superficial. A quebra ocorre vários diâmetros à jusante da garganta. Os diâmetros das gotas formadas são muito menores do que o diâmetro do jato. 30
31 ATOMIZAÇÃO Atomização. O jato rompe-se totalmente na saída da garganta. As gotas são formadas aleatoriamente e com diâmetros muito menores do que o diâmetro do jato. 31
32 ATOMIZADORES Sprays podem ser produzidos de vários modos. Tudo o que se necessita é uma alta velocidade relativa entre o líquido a ser atomizado e o ar ou gás das circunvizinhanças. Alguns atomizadores atingem esse objetivo pela descarga do líquido em alta velocidade em um meio gasoso que se move lentamente, tais como os atomizadores por pressão e atomizadores rotativos o qual ejeta o líquido em alta velocidade da periferia de um disco rotativo ou copo. 32
33 ATOMIZADORES Atomizadores por pressão Quando um líquido é descarregado através de uma pequena abertura sob uma alta pressão aplicada, A pressão é convertida em energia cinética (velocidade).. 33
34 ATOMIZADORES ORIFÍCIO PLANO Um orifício plano simples é usado para injetar um jato cilíndrico no ar ou gás das vizinhanças. Atinge-se uma atomização bastante fina com pequenos orifícios, mas na prática devido à dificuldade de se obter líquidos livres de impurezas sólidas (partículas) o orifício mínimo situa-se no entorno de 0,3mm. Aplicações típicas desse tipo de injetor são: pós-queimadores de turbojatos, ramjets e motores foguete. 34
35 ATOMIZADORES PRESSURE SWIRL Este atomizador consta de um orifício circular de saída precedido de uma pré-câmara dentro da qual vários orifícios ou ranhuras tangenciais injetamcombustível. O líquido girando cria um núcleo de ar ou gás que se estende do orifício de descarga até o fundo da câmara de turbilhão. O líquido emerge do orifício de descarga como um filme líquido de formato cone oco que se desintegra em um spray fino. 35
36 ATOMIZADORES ROTATIVOS Um dos tipos mais utilizados de atomizadores rotativos compreende um disco em alta rotação com o líquido sendo alimentado no centro do disco. O líquido escoa radialmente para a periferia do disco e é descarregado de sua periferia pela alta velocidade tangencial adquirida. 36
37 ATOMIZADORES ASSISTIDO POR AR Neste tipo de atomizador o líquido é exposto a uma corrente de ar ou vapor de alta velocidade. No tipo mistura interna,o gás e o líquido misturam-se dentro da garganta antes de descarregar através do orifício de saída. O líquido algumas vezes é alimentado através de ranhuras ou furos tangencias para fornecer uma descarga de padrão cônico. 37
38 REFERÊNCIAS Andrade Jr.. J. A. Carvalho, McQuay, M. Q. Princípios de Combustão Aplicada UFSC 2007 Lacava, P.T., AC-265 Elementos de Combustão Instituto Tecnológico de Aeronáutica,
COMBUSTÍVEIS E COMBUSTÃO
COMBUSTÍVEIS E COMBUSTÃO PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 CHAMAS PRÉ MISTURADAS 2 DEFINIÇÃO Uma chama é pré misturada quando o oxidante e o combustível já estão misturados antes
Sistemas de Queima. Sistemas de queima de. Combustíveis sólidos Combustíveis líquidos Combustíveis gasosos
Sistemas de Queima Sistemas de queima de Combustíveis sólidos Combustíveis líquidos Combustíveis gasosos Sistema de queima Cada tipo de combustível apresenta vantagens e inconvenientes relativos. O mesmo
Combustão Industrial
Combustão Industrial JOSÉ EDUARDO MAUTONE BARROS Professor Adjunto da Universidade Federal de Minas Gerais Coordenador do Laboratório de Combustíveis e Combustão Doutor em Engenharia Mecânica - Térmica
Combustão. Objetivos. O Professor Responsável. J M C Mendes Lopes
Combustão Objetivos Objetivo de ordem geral: Integrar num assunto específico os conhecimentos adquiridos em disciplinas a montante (termodinâmica, química, mecânica de fluidos, transmissão de calor e de
Maquinas Termicas - Fornalha
Máquinas Térmicas: Fornalhas Combustão 1 Fornalha Converte energia química do combustível em energia térmica. De acordo com o tipo e a qualidade do combustível disponível, a queima pode ser em suspensão,
Química Aplicada. QAP0001 Licenciatura em Química Prof a. Dr a. Carla Dalmolin
Química Aplicada QAP0001 Licenciatura em Química Prof a. Dr a. Carla Dalmolin [email protected] [email protected] Combustíveis Reações de Combustão Reação química entre uma substância (combustível)
5. Conclusões e Perspectivas
5. Conclusões e Perspectivas Neste estudo experimental foram apresentados resultados da caracterização de chamas turbulentas não pré-misturadas de spray de etanol e ar. Para realização deste estudo foi
COMBUSTÍVEIS E COMBUSTÃO
COMBUSTÍVEIS E COMBUSTÃO PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 INFLAMABILIDADE DEFINIÇÃO O significado de limite de inflamabilidade é o seguinte: se um dado conjunto de condições permite
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 GERADOR DE GASES 2 GERADOR DE GASES O conjunto gerador de gases é composto basicamente de três componentes: compressor,
Caracterização das Chamas:
Caracterização das Chamas: A combustão da mistura ar/combustível dentro do cilindro é um dos processos que controlam a potência, eficiência e emissões dos motores. Os processos de combustão são diferentes
Fornalha. Aparelho de combustão Câmara de combustão. Atmosfera: Local onde se queima o combustível
FORNALHAS Fornalha Local onde se queima o combustível Aparelho de combustão Câmara de combustão Atmosfera: Uma boa combustão se processa sempre com excesso de ar. A atmosfera de uma fornalha é oxidante.
Curso Engenharia de Energia
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS - UFGD FACULDADE DE ENGENHARIA Curso Engenharia de Energia Prof. Dr. Omar Seye [email protected] Disciplina: COMBUSTÃO E COMBUSTÍVEIS A queima direta, ou combustão,
Desenvolvimento e Caracterização de um Injetor Blurry Plano
Desenvolvimento e Caracterização de um Injetor Blurry Plano RIOS JR, J.O. 1, COSTA, F.S. 2 1,2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Cachoeira Paulista, SP, Brasil 1 Aluno de Mestrado do Curso de
h coeficiente local de transferência de calor por convecção h coeficiente médio de transferência de calor por convecção para toda a superfície
\CONVECÇÃO FORÇADA EXTERNA " Fluxo térmico: q h(tsup T ) h coeficiente local de transferência de calor por convecção Taxa de transferência de calor q ha sup (T sup T ) h coeficiente médio de transferência
MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA I
Departamento de Engenharia de Biossistemas ESALQ/USP MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA I LEB0332 Mecânica e Máquinas Motoras Prof. Leandro M. Gimenez 2017 TÓPICOS Motores de combustão interna I Aspectos teóricos,
Velocidade de propagação Notas sobre estabilização de chamas e velocidade de propagação.
Notas sobre estabilização de chamas e velocidade de propagação. Estabilização de chamas de pré-mistura em diversas situações: A estabilização da chama pode ser efectuada quer pela variação da velocidade
TRANSFORMAÇÕES TERMODINÂMICAS. Alterações das grandezas termodinâmicas.
CAPÍTULO 2 - CICLOS DE AR/COMBUSTÍVEL Um ciclo de A/C é definido aqui como um processo termodinâmico idealizado, assemelhando-se ao que ocorre em algum tipo particular de motor usando como meio de trabalho
Apêndice E Alguns outros conceitos interessantes: temperatura adiabática da chama; velocidade de chama; estabilização de chamas; a zona luminosa;
Apêndice E Alguns outros conceitos interessantes: temperatura adiabática da chama; velocidade de chama; estabilização de chamas; a zona luminosa; teoria de Mallard e Lê Chatelier para a velocidade de chama.
MOTORES TÉRMICOS AULA MCI: COMBUSTÃO EM MOTORES ALTERNATIVOS
MOTORES TÉRMICOS AULA 22-23 MCI: COMBUSTÃO EM MOTORES ALTERNATIVOS PROF.: KAIO DUTRA Combustão Normal Nesses tipos de motores, a mistura é comprimida e durante esse processo promove-se a vaporização e
SECAGEM E TAMISAÇÃO MOAGEM - ETAPAS NA PREPARAÇÃO DOS PÓS: 1. operações preliminares (SECAGEM) 2. operações principais (moagem)
SECAGEM E TAMISAÇÃO Lembrando MOAGEM - ETAPAS NA PREPARAÇÃO DOS PÓS: 1. operações preliminares (SECAGEM) 2. operações principais (moagem) 3. operações acessórias (TAMISAÇÃO) TAMISAÇÃO NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
Secagem em spray dryer: fundamentos e aplicações na indústria alimentícia. Nathânia Mendes
Secagem em spray dryer: fundamentos e aplicações na indústria alimentícia Nathânia Mendes Transformação de um fluido em um material sólido, atomizando-o na forma de pequenas gotas em um meio de secagem
Motores Térmicos. 8º Semestre 4º ano
Motores Térmicos 8º Semestre 4º ano Aula 17 - Formação da Mistura nos Motores Diesel Introdução Estágios da combustão em motores Diesel Requisitos do Sistema de Injecção Elementos do Sistema de Alimentação
MOTORES TÉRMICOS AULA MISTURAS REAGENTES E COMBUSTÃO
MOTORES TÉRMICOS AULA 13-17 MISTURAS REAGENTES E COMBUSTÃO PROF.: KAIO DUTRA Nas reações de combustão, a rápida oxidação dos elementos combustíveis do combustível resulta em uma liberação de energia à
Reações Heterogêneas - Sólido / Fluido
Reações Heterogêneas - Sólido / Fluido MODELOS Modelo 1: Núcleo Não Reagido: SÓLIDOS DENSOS Partícula de Tamanho Constante Camada Limite Gasosa Camada de Cinza Reação Química Partícula em Diminuição de
C + 2H 2 CH 4. 3 o LISTA DE EXERCÍCIOS DE TRANSFERÊNCIA DE MASSA. Prof. Dr. Gilberto Garcia Cortez
3 o LIST DE EXEÍIOS DE TNSFEÊNI DE MSS 1- Em um reator catalítico, partículas de carbono em forma de cilindro são consumidas pela passagem de um fluxo de hidrogênio para formar metano através da seguinte
FENÔMENOS DE TRANSPORTES
FENÔMENOS DE TRANSPORTES AULA 3 CLASSIFICAÇÃO DE ESCOAMENTOS PROF.: KAIO DUTRA Descrição e Classificação dos Movimentos de Fluido A mecânica dos fluidos é uma disciplina muito vasta: cobre desde a aerodinâmica
Transferência de Calor
Transferência de Calor Escoamento Cruzado Sobre Cilindros e Esferas Filipe Fernandes de Paula [email protected] Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica Faculdade de Engenharia Universidade
DDS Tipos de Incêndios Responsabilidades sobre os Equipamentos de Proteção Individual
DDS Tipos de Incêndios Responsabilidades sobre os Equipamentos de Proteção Individual Conceito de fogo Fogo é um processo químico de transformação. Podemos também defini-lo como o resultado de uma reação
h coeficiente local de transferência de calor por convecção h coeficiente médio de transferência de calor por convecção para toda a superfície
CONVECÇÃO FORÇADA EXTERNA " Fluo térmico: q h(tsup T ) h coeficiente local de transferência de calor por convecção Taa de transferência de calor q ha sup (T sup T ) h coeficiente médio de transferência
Unimonte, Engenharia Física Aplicada, Prof. Marco Simões Transferência de calor, exercícios selecionados do Sears & Zemansky, cap.
Unimonte, Engenharia Física Aplicada, Prof. Marco Simões Transferência de calor, exercícios selecionados do Sears & Zemansky, cap. 17 17.65) Suponha que a barra da figura seja feita de cobre, tenha 45,0
Caldeiras Flamotubulares. Não apropriadas para combustíveis sólidos
Reações Químicas Caldeiras Flamotubulares Não apropriadas para combustíveis sólidos Caldeiras Aquatubulares Ciclo Termodinâmico de Geração de Eletricidade Combustíveis Todo material que pode ser queimado
Lista de exercícios Caps. 7 e 8 TMEC-030 Transferência de Calor e Massa Período especial 2017/2
Lista de exercícios Caps. 7 e 8 TMEC-030 Transferência de Calor e Massa Período especial 2017/2 1. (Incropera et al., 6 ed., 7.2) Óleo de motor a 100ºC e a uma velocidade de 0,1 m/s escoa sobre as duas
UFABC Fenômenos Térmicos Prof. Germán Lugones. Aula 11: Máquinas de combustão interna
UFABC Fenômenos Térmicos Prof. Germán Lugones Aula 11: Máquinas de combustão interna Máquinas de combustão interna O motor a gasolina usado em automóveis e em outras máquinas é um tipo familiar de máquina
A importância do tamanho de Gota
A importância do tamanho de Gota Por que o tamanho de gota é fundamental para uma pulverização precisa? A importância da informação sobre o tamanho de gota cresceu consideravelmente na última década. Ter
12 AVALIAÇÃO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E LOCALIZAÇÃO DE PERDAS
12 AVALIAÇÃO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E LOCALIZAÇÃO DE PERDAS EFICIÊNCIA (η) pode ser usada para converter o TRABALHO IDEAL, ou uma variação de energia ideal, para TRABALHO REAL, ou variação de energia
3 Introdução à Transferência de Massa. 7a. Aula
3 Introdução à Transferência de Massa 7a. Aula Transporte Molecular Transporte de Energia (condução) Transporte de Massa (difusão) Exemplo: vidro de perfume aberto numa sala com ar parado Transporte Molecular
BOLA DE FOGO (FIREBALL)
(FIREBALL) Origem: Rompimento de um vaso Formação de nuvem de vapor Erupção de líquido em chamas Explosão de explosivos (FIREBALL) Origem: Caso de interesse, predomina o momento gerado pela ruptura. Rompimento
Profa. Dra. Milena Araújo Tonon Corrêa. Turma Farmácia- 4º Termo
Profa. Dra. Milena Araújo Tonon Corrêa Turma Farmácia- 4º Termo A Mecânica dos Fluidos é a parte da mecânica aplicada que estuda o comportamento dos fluidos em repouso e em movimento A fluidização é empregada
Prof. Dr. Félix Monteiro Pereira
OPERACÕES UNITÁRIAS II Evaporadores Prof. Dr. Félix Monteiro Pereira Evaporação A evaporação é a operação de se concentrar uma solução mediante a eliminação do solvente por ebulição (McCabe, 1982). O objetivo
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 EFICIÊNCIA NA UTILIZAÇÃO DE VAPOR 3 2 Há muitos caminhos para otimizar o uso de vapor. Tudo depende
Equipamentos e Técnicas de Pré, Pós-Aquecimento e Tratamento Térmico
Equipamentos e Técnicas de Pré, Pós-Aquecimento e Tratamento Térmico Neste texto são apresentadas as técnicas e equipamentos utilizados nos processos de pré e pós-aquecimento e no tratamento térmico. São
Introdução. Definição
Introdução Definição O carvão vegetal é um subproduto florestal resultante da pirólise da madeira, também conhecida como carbonização ou destilação seca da madeira. É um método destrutivo. No processo
Convecção (natural e forçada) Prof. Dr. Edval Rodrigues de Viveiros
Convecção (natural e forçada) Prof. Dr. Edval Rodrigues de Viveiros Convecção natural Convecção forçada Convecção natural A transmissão de calor por convecção natural ocorre sempre quando um corpo é
Catálise heterogênea. Catalisador sólido. Reação na interface sólido-fluido
Catálise heterogênea Catalisador sólido Reação na interface sólido-fluido Tipos de catalisadores Poroso: elevada área superficial Tipos de catalisadores Peneiras moleculares: capacidade de distinção entre
Prof. MSc. David Roza José 1/26
1/26 Mecanismos Físicos A condensação ocorre quando a temperatura de um vapor é reduzida para abaixo da temperatura de saturação. Em equipamentos industriais o processo normalmente decorre do contato entre
ESTE Aula 1- Introdução à convecção. A camada limite da convecção
Universidade Federal do ABC ESTE013-13 Aula 1- Introdução à convecção. A camada limite da convecção Convecção Definição: Processo de transferência de calor entre uma superfície e um fluido adjacente, quando
CORROSÃO ATMOSFÉRICA. É extremamente dependente das condições no local de exposição.
CORROSÃO ATMOSFÉRICA Ocorre sob um filme fino de eletrólito adsorvido à superfície do metal É extremamente dependente das condições no local de exposição. CORROSÃO ATMOSFÉRICA Classificação das atmosferas:
Sumário. Apresentação... IX Prefácio... XI Minicurrículo do Autor... XIII
Sumário Apresentação... IX Prefácio... XI Minicurrículo do Autor... XIII Capítulo 1 CÁLCULOS, CONCEITOS E DEFINIÇÕES... 1 1.1 Cálculos de Combustão.... 1 1.1.1 Introdução... 1 1.1.2 Ar de combustão...
Proteção e combate a incêndio
Proteção e combate a incêndio Conceito de fogo Fogo é um processo químico de transformação. Podemos também defini-lo como o resultado de uma reação química que desprende luz e calor devido à combustão
SUMÁRIO. Parte I. Agradecimentos Resumo Abstract. Página. Capítulo 1 Introdução e objetivos Introdução 1.2. Objetivos
SUMÁRIO Parte I Agradecimentos Resumo Abstract Página Capítulo 1 Introdução e objetivos 1.1. Introdução 1.2. Objetivos 1 4 Capítulo 2 Revisão bibliográfica 2.1. Introdução 2.2. Aspectos históricos 2.2.1.
Universidade Federal do ABC. EN 2411 Aula 10 Convecção Livre
Universidade Federal do ABC EN 2411 Aula 10 Convecção ivre Convecção ivre Convecção natural (ou livre): transferência de calor que ocorre devido às correntes de convecção que são induzidas por forças de
QUI 072 Química Analítica V. Aula 5 - Espectrometria de absorção atômica
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Instituto de Ciências Exatas Depto. de Química QUI 072 Química Analítica V Aula 5 - Espectrometria de absorção atômica Julio C. J. Silva Juiz de Fora, 2014 Métodos
ENERGIA = ENTALPIA (H)
Cinética Química ENERGIA = ENTALPIA (H) Reações Endotérmicas: absorvem calor do meio ambiente, onde a entalpia dos produtos é maior que a dos reagentes. Quando ocorre absorção de energia, a quantidade
EM34B Transferência de Calor 2
EM34B Transferência de Calor 2 Prof. Dr. André Damiani Rocha [email protected] Convecção Forçada Escoamento Externo Parte II 2 Convecção Forçada: Escoamento Externo Cilindro em escoamento cruzado Um
DR.BELL APPARATEBAU GMBH
SISTEMA DE IGNIÇÃO IMPULSE Série: BZL 250 CONTEÚDO Informações Gerais 02 Funcionamento 02 Montagem 03 Instalação 03 Manutenção 04 Procedimentos de segurança 04 Especificações 04 Caracteristicas 05 Ilustração
TURBINAS. Engenharia Elétrica Especializada. Eng. Vlamir Botelho Ferreira 1 INTRODUÇÃO
1 TURBINAS Eng. Vlamir Botelho Ferreira 1 INTRODUÇÃO Turbinas são equipamentos mecânicos que transformam energia de algum fluido (água, vento, gás, etc) que se move através dela, convertendo ou a energia
Fundamentos da Combustão
Fundamentos da Combustão based on the works of Stephen Turns An Introduction to Combustion and Francisco Domingues de Sousa Curso de Combustão Combustão de Sólidos 1 Fundamentos da Combustão Etapas da
MÁQUINAS TÉRMICAS Prof. Dr. Charles Assunção
MÁQUINAS TÉRMICAS Prof. Dr. Charles Assunção APLICAÇÃO DO ESTUDO DE MÁQUINAS TÉRMICAS Fonte: Wylen; Sonntag; Borgnakke. Fundamentos da termodinâmica. Blucher. APLICAÇÃO DO ESTUDO DE MÁQUINAS TÉRMICAS Fonte:
MOTORES TÉRMICOS AULA MCI: NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO PROF.: KAIO DUTRA
MOTORES TÉRMICOS AULA 18-19 MCI: NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO PROF.: KAIO DUTRA Motores As máquinas térmicas são dispositivos que permitem transformar calor em trabalho. A obtenção de trabalho é ocasionada
DR.BELL APPARATEBAU GMBH
SISTEMA DE IGNIÇÃO IMPULSE SÉRIE:BH CONTEÚDO Informações Gerais 02 Funcionamento 02 Montagem 03 Instalação 03 Manutenção 03 Procedimentos de Segurança 04 Especificação 04 Conexões 04 Características 04
QUI 154 Química Analítica V. Aula 3 - Espectrometria de absorção atômica (AAS)
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Instituto de Ciências Exatas Depto. de Química QUI 154 Química Analítica V Aula 3 - Espectrometria de absorção atômica (AAS) Julio C. J. Silva Juiz de Fora,
SOLDAGEM Mig/Mag (GMAW) FCAW - Aula 05. Faculdade Pitágoras Núcleo de Engenharias Engenharia Mecânica 8º e 9º Período Barreiro, Setembro 2016
SOLDAGEM Mig/Mag (GMAW) FCAW - Aula 05 Faculdade Pitágoras Núcleo de Engenharias Engenharia Mecânica 8º e 9º Período Barreiro, Setembro 2016 PROCESSO DE SOLDAGEM MIG/MAG - GMAW FUNDAMENTOS E CARACTERÍSTICAS
LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 4
LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 4 Questões 1) Materiais A, B e C são sólidos que estão em suas temperaturas de fusão. O material A requer 200J para fundir 4kg, o material B requer 300J para fundir 5kg e o material
ESTE Aula 2- Introdução à convecção. As equações de camada limite
Universidade Federal do ABC ESTE013-13 Aula - Introdução à convecção. As equações de camada limite EN 41: Aula As equações de camada limite Análise das equações que descrevem o escoamento em camada limite:
Estabilização de chama
Estabilização de chama ( 7.8-9 do livro Combustão ) É possível estabilizar uma chama num escoamento (ver bico de Busen) A sua posição e geometria são determinados pela condição de equilíbrio: em cada ponto
ATIVIDADES DE ESTUDO. Camadas da Terra
Atividade de Ciências 4º ano Nome: ATIVIDADES DE ESTUDO Camadas da Terra O que é importante saber: A crosta é a camada mais fina. É nela que se desenvolve a vida do nosso planeta: plantas, animais, microorganismos.
MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA JONEY CAPELASSO-TLJH GE-OPE/OAE-UTE-LCP/O&M
MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA JONEY CAPELASSO-TLJH GE-OPE/OAE-UTE-LCP/O&M 853-3275 Histórico O princípio de funcionamento das máquinas motoras de combustão interna é conhecido a cerca de mais de 300 anos.
FENÔMENOS DOS TRANSPORTES. Definição e Conceitos Fundamentais dos Fluidos
Definição e Conceitos Fundamentais dos Fluidos Matéria Sólidos Fluidos possuem forma própria (rigidez) não possuem forma própria; tomam a forma do recipiente que os contém Fluidos Líquidos Gases fluidos
Frequentemente é necessário separar os componentes de uma mistura em frações individuais.
Frequentemente é necessário separar os componentes de uma mistura em frações individuais. As frações podem diferenciar-se pelo tamanho de partículas, estado físico e composição química. Asoperaçõesdeseparaçãosãodeduasclasses:
SECAGEM. Profa. Marianne Ayumi Shirai. Secagem
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Londrina Departamento Acadêmico de Alimentos SECAGEM Profa. Marianne Ayumi Shirai Secagem Aplicação de calor sob condições controladas para remover, por
4ª LISTA DE EXERCÍCIOS POTENCIAL ELÉTRICO
4ª LISTA DE EXERCÍCIOS POTENCIAL ELÉTRICO 1. As condições típicas relativas a um relâmpago são aproximadamente as seguintes: (a) Diferença de potencial entre os pontos de descarga igual a 10 9 V; (b) Carga
Escoamento completamente desenvolvido
Escoamento completamente desenvolvido A figura mostra um escoamento laminar na região de entrada de um tubo circular. Uma camada limite desenvolve-se ao longo das paredes do duto. A superfície do tubo
HIDROLOGIA ENGENHARIA AMBIENTAL. Aula 06
HIDROLOGIA ENGENHARIA AMBIENTAL Aula 06 EVAPORAÇÃO E TRANSPIRAÇÃO 2 Definição Evaporação: é o processo natural pelo qual a água, de uma superfície livre (líquida) ou de uma superfície úmida, passa para
Lista de Exercícios - Máquinas Térmicas
DISCIPLINA: MÁQUINAS TÉRMICAS - 2017/02 PROF.: MARCELO COLAÇO PREPARADO POR GABRIEL ROMERO ([email protected]) 4. Motores de combustão interna: Os calores específicos são constantes para todos os exercícios
Física. 28)Para exemplificar pares de forças, segundo o princípio da ação-reação, são apresentadas as seguintes situações:
Física 26) De um determinado local da superfície da Terra um objeto é lançado verticalmente para cima Considerando as seguintes grandezas físicas envolvidas nesse experimento: 1 velocidade inicial de lançamento,
DIAGRAMA ESQUEMÁTICO DO CICLO ATMOSFÉRICO DE UM POLUENTE
DIAGRAMA ESQUEMÁTICO DO CICLO ATMOSFÉRICO DE UM POLUENTE ESPÉCIES EMITIDAS EM UM COMPARTIMENTO AMBIENTAL ENTRARÃO EM OUTRO, A MENOS QUE SEJAM CUIDADOSAMENTE CONTROLADAS! Transformações via seca Mistura
EFEITOS FÍSICOS E ANÁLISE DE VULNERABILIDADE
EFEITOS FÍSICOS E ANÁLISE DE VULNERABILIDADE 1. INTRODUÇÃO A metodologia da análise de vulnerabilidade consiste no conjunto de modelos e técnicas usados para estimativa das áreas potencialmente sujeitas
Combustão Industrial
Combustão Industrial JOSÉ EDUARDO MAUTONE BARROS Professor Adjunto da Universidade Federal de Minas Gerais Coordenador do Laboratório de Combustíveis e Combustão Doutor em Engenharia Mecânica - Térmica
ENGENHARIA BIOLÓGICA INTEGRADA II
ENGENHARIA BIOLÓGICA INTEGRADA II AGITAÇÃO EM TANQUES INDUSTRIAIS Helena Pinheiro Torre Sul, Piso 8, Gabinete 8.6.19 Ext. 3125 [email protected] & Luis Fonseca ENGENHARIA BIOLÓGICA INTEGRADA
Espectrometria de Absorção Atômica. Prof. Luiz Carlos Farmácia UNIP
Espectrometria de Absorção Atômica Prof. Luiz Carlos Farmácia UNIP Conceito Técnica baseada na atomização de amostras para detecção de elementos químicos individuais. Envolve a medida da absorção de uma
COMBUSTÃO COMBUSTÍVEL + COMBURENTE (O2)
SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR SARGENTO NADER ALVES DOS SANTOS SÉRIE/ANO: 3º TURMA(S):
Processos Pré-Extrativos
Universidade Federal do Pará Instituto de Tecnologia Tecnologia Metalúrgica Prof. Dr. Jorge Teófilo de Barros Lopes Campus de Belém Curso de Engenharia Mecânica 24/05/2018 08:16 TECNOLOGIA METALÚRGICA
Curso Engenharia de Energia
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS - UFGD FACULDADE DE ENGENHARIA Curso Engenharia de Energia Prof. Dr. Omar Seye [email protected] Disciplina: COMBUSTÃO E COMBUSTÍVEIS A analise energética é fundamental
Física Geral e Experimental III. Exercícios Temperatura e Dilatação
Física Geral e Experimental III Exercícios Temperatura e Dilatação 1. Em um dia quando a temperatura alcança 50ºF, qual é a temperatura em graus Celsius e Kelvins? R: 10ºC; 283 K. 2. O ouro tem um ponto
Filtros de Mangas Com Limpeza Por Jato Pulsante. Comparação Entre o Injetor "Coanda" e Injeção Central (Método Tradicional)
Índice 1. INTRODUÇÃO - O SISTEMA JATO PULSANTE 3 2. O SISTEMA DE LIMPEZA COM INJEÇÃO CENTRAL 6 3. O SISTEMA DE LIMPEZA COM INJETOR "COANDA" 7 4. DADOS TÉCNICO DE VÁRIOS SISTEMAS DE LIMPEZA 9 5. LIMPANDO
ITA / IME. 2º LABORATÓRIO/2015 FÍSICA (Prof. Elder) Nome: Matrícula:
ITA / IME 2º LABORATÓRIO/2015 FÍSICA (Prof. Elder) Nome: Matrícula: G:\2015\REPROGRAFIA\Geral\Espelho.doc CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN 2º LABORATÓRIO/ ITA-IME Questão
Processos Pré-Extrativos
Universidade Federal do Pará Instituto de Tecnologia Tecnologia Metalúrgica Prof. Dr. Jorge Teófilo de Barros Lopes Campus de Belém Curso de Engenharia Mecânica 12:03 TECNOLOGIA METALÚRGICA Processos Pré-Extrativos
SOLDAGEM. Engenharia Mecânica Prof. Luis Fernando Maffeis Martins
08 SOLDAGEM Engenharia Mecânica Prof. Luis Fernando Maffeis Martins Solda oxi-acetileno Solda oxi-acetileno Combustão: É a reação exotérmica entre uma substância (combustível) e um gás (corburente), geralmente
