Fundamentos da Combustão
|
|
|
- Ester Canejo de Oliveira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Fundamentos da Combustão based on the works of Stephen Turns An Introduction to Combustion and Francisco Domingues de Sousa Curso de Combustão Combustão de Sólidos 1
2 Fundamentos da Combustão Etapas da Combustão de Sólidos Partículas de Combustível Sólido Queimador Aquecimento e Pirólise. Perda dos voláteis Início da Combustão dos Voláteis Zona Luminosa Início da Combustão da Fuligem Aumento da concentração dos voláteis Início da combustão dos voláteis. Aumento da concentração das cinzas Partículas de coque (combustível sem material volátil). Nesta região, ocorre a queima das partículas de coque Produtos de combustão carregando partículas de coque (fuligem). Essas partículas serão consumidas até a saída da zona de alta temperatura 2
3 Fundamentos da Combustão Não necessitam de oxigênio Etapa Aquecimento Pirólise liberação de material volátil Hidrocarbonetos, CO e alcatrões Combustão de Material Volátil Combustão de resíduo carbonoso partícula sem o material volátil coque do combustível Necessitam de oxigênio 3
4 Representa apenas 10% da massa SemTec Curitiba Fundamentos da Combustão Etapas da Combustão de Sólidos Tempos estimados para cada fase da combustão de sólidos em um forno de clinquer: Combustível: petcoke Temperatura do forno: 2000 C Tamanho da partícula: 45 μm Etapa Tempo Observações Aquecimento 0.1 s De 800 C a 2000 C Pirólise 0.2 s Ocorre simultaneamente ao aquecimento Combustão de Partículas Sólidas (coque) TOTAL 2.0 s Reações heterogêneas entre C e O2 2.2 s FASE LIMITANTE representa 90% da massa e demora 90% do tempo 4
5 Fundamentos da Combustão Circuito Elétrico Equivalente para a Combustão de Sólidos. m c Taxa de Reação. m c = (Y O2, - 0) R kin + R dif Y O2 =0 Y O2 =Y O2,s Y O2 =Y O2, R Kinetics R Diffusion. m O2 Coeficiente da Reação: C+O 2 CO 2 Determinado pela equação de Arrhenius: Aumenta exponencialmente com a elevação de temperatura Onde: R kin = R dif = v 1 *R*T s 4*π*r s2 *M mixt *k c *P V 1 +Y O2,s 4*π*r s *ρ*d - k c = A*e E 1 R * T s Difusão de O2 na mistura de gases: CO 2, N 2 e O 2 É proporcional a T s segundo a equação: D = α T s 1,5 5
6 Fundamentos da Combustão Tempo de Queima Regime Misto Diffusion-Kinetics Kinetic Mixture Tempo Queima v v = 1 *R*T s 1 +Y O2,s ρ * r rs 2 c s + * * M mist *k c *P 2*ρ*D Y O2, Como diminuir o tempo queima? Aumentando a temperature da partícula Aumentando a Turbulência Diminuindo o diâmetro da partícula Aumentando a concentração de oxigênio 6
7 Fundamentos da Combustão Temperatura e Tempo de Queima (partícula de carvão ~Ø 0,5 mm) 7
8 Fundamentos da Combustão Teor de Oxigênio e Tempo de Queima (partícula de carvão ~Ø 0,5 mm) 8
9 Amount of fuel cosumed (%) SemTec Curitiba Fundamentos da Combustão Influência da Granulometria 100,0 90,0 80,0 Combustion of pulverised coal and sawdust 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 Coke 88 Sawdust 200 Sawdust 400 Sawdust 600 Sawdust 800 Sawdust 1000 Sawdust ,0 0, Distance from burner nozzle (m) 9
10 Resumindo SemTec Curitiba Fundamentos da Combustão Os Conceitos da Combustão mostram que o projeto do Queimador pode interferir na qualidade da combustão da seguinte forma: Temperatura Promovendo recirculações internas Possibilitando a entrada de ar secundário - entrainment (ar quente) MAIORES TEMPERATURAS DE CHAMA Difusão de oxigênio nos demais gases em direção à partícula sólida Difusão de CO 2 para longe da partícula sólida Mecanismos de mistura mais eficiente que a Difusão Possibilitando melhor MISTURA Traz ar para próximo das partículas TURBULÊNCIA Aumento da concentração de oxigênio próximo da partícula Promovendo a entrada de ar secundário TURBULÊNCIA 10
11 Fundamentos da Combustão Fenômenos importantes a serem maximizados no projeto do queimador Aspiração de Ar Secundário Turbulência 11
12 Queimadores para Fornos de Clinquer Aspiração do Ar Secundário ENTRAINMENT do Ar Secundário Perfil de Pressões Vetores de Velocidade Os Fluxos de Ar Primário criam uma Zona de Baixa Pressão Aspiração de Ar Secundário 12
13 Queimadores para Fornos de Clinquer Um NOVO CONCEITO: EFICIÊNCIA DO IMPULSO *...+ To compare different possible axial tip configurations, a new criterion was established: the impulse efficiency. This characterizes the ratio between the relative amount of secondary air that is absorbed within the first 2 m of the flame (kg/s) and the axial momentum (N/MW). (Gael Le Piver, Fives Pillard, World Cement, Novembro/2012) Energia Gasta Potência do Ventilador de Ar Primário Principal Função do Queimador Principal 13
14 Queimadores para Fornos de Clinquer Superfície que circunda o fluxo de Ar de Transporte + Coque de Petróleo O fluxo de ar que atravessa esta superfície vem de onde? Cabeça de Queima 14
15 Queimadores para Fornos de Clinquer 15
16 Queimadores para Fornos de Clinquer 16
17 Impacto da Geometria da Cabeça de Queima Aspiração mais tardia e menor 17
18 Impacto da Geometria da Cabeça de Queima Linhas de corrente de ar secundário que atravessam a superfície ao redor do canal de sólidos 18
19 Impacto da Geometria da Cabeça de Queima D-Flame Anular 19
20 Sumário Maximização da MISTURA de Ar Secundário com Combustível TURBULÊNCIA Altas VELOCIDADES de Injeção Elevada PRESSÃO nos fluxos de Ar Primário Menor ÂNGULO do Ar Tangencial Maiores FLUXOS de Ar Tangencial CABEÇA DE QUEIMA Injeções DISCRETAS de Ar Deixar CAMINHOS para a entrada de Ar Secundário 20
21 Conclusão: SemTec Curitiba Queimadores para Fornos de Clinquer Áreas de injeção Diâmetro de furos Distância entre furos Ângulo de rotação do Swirl A GEOMETRIA da Cabeça de Queima é FUNDAMENTAL 21
22 QUEIMADORES D-FLAME Melhorias no Processo: Menores tamanhos dos cristais de C3S Maior purga de enxofre Aumento da vida do revestimento refratário 22
23 QUEIMADORES D-FLAME Cristais de C3S: ~14% menores 23
24 QUEIMADORES D-FLAME Aumento na produtividade do Moinho de Cimento: diminuição do consumo específico elétrico de 55,7 kwh/ton em dez/15 para 51,6 kwh/ton em fev/16 24
Curso Engenharia de Energia
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS - UFGD FACULDADE DE ENGENHARIA Curso Engenharia de Energia Prof. Dr. Omar Seye [email protected] Disciplina: COMBUSTÃO E COMBUSTÍVEIS A queima direta, ou combustão,
Introdução. Definição
Introdução Definição O carvão vegetal é um subproduto florestal resultante da pirólise da madeira, também conhecida como carbonização ou destilação seca da madeira. É um método destrutivo. No processo
SUMÁRIO. Parte I. Agradecimentos Resumo Abstract. Página. Capítulo 1 Introdução e objetivos Introdução 1.2. Objetivos
SUMÁRIO Parte I Agradecimentos Resumo Abstract Página Capítulo 1 Introdução e objetivos 1.1. Introdução 1.2. Objetivos 1 4 Capítulo 2 Revisão bibliográfica 2.1. Introdução 2.2. Aspectos históricos 2.2.1.
Curso Engenharia de Energia
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS - UFGD FACULDADE DE ENGENHARIA Curso Engenharia de Energia Prof. Dr. Omar Seye [email protected] Disciplina: COMBUSTÃO E COMBUSTÍVEIS A analise energética é fundamental
Maquinas Termicas - Fornalha
Máquinas Térmicas: Fornalhas Combustão 1 Fornalha Converte energia química do combustível em energia térmica. De acordo com o tipo e a qualidade do combustível disponível, a queima pode ser em suspensão,
Fluxograma parcial de uma usina integrada até o Alto Forno
Fluxograma parcial de uma usina integrada até o Alto Forno alto forno: primeiro estágio na produção de aço a partir dos óxidos de ferro primeiros altos fornos >>século 14 >> 1 tonelada de ferro gusa /
A maximização do uso de combustíveis alternativos
- São Paulo/SP A maximização do uso de combustíveis alternativos Estratégia de sobrevivência em fortes crises Tiago Couto Densit do Brasil Ltda Luiz Felipe de Pinho Dynamis Engenharia e Comércio Ltda Realização
Combustão. Objetivos. O Professor Responsável. J M C Mendes Lopes
Combustão Objetivos Objetivo de ordem geral: Integrar num assunto específico os conhecimentos adquiridos em disciplinas a montante (termodinâmica, química, mecânica de fluidos, transmissão de calor e de
Sumário. Apresentação... IX Prefácio... XI Minicurrículo do Autor... XIII
Sumário Apresentação... IX Prefácio... XI Minicurrículo do Autor... XIII Capítulo 1 CÁLCULOS, CONCEITOS E DEFINIÇÕES... 1 1.1 Cálculos de Combustão.... 1 1.1.1 Introdução... 1 1.1.2 Ar de combustão...
Estudo e Levantamento das Melhores Soluções Técnicas para uma Unidade de Valorização de Biomassa como Combustível
Estudo e Levantamento das Melhores Soluções Técnicas para uma Unidade de Valorização de Biomassa como Combustível 1. Enquadramento De acordo com a prestação de serviços para o Desenvolvimento de uma unidade
Modelagem e Monitoramento das Emissões Atmosféricas
Programa do Curso Módulo I - Introdução e Histórico da do Estudo da Poluição do Ar Módulo II - Fundamentos Principais de Controle da Poluição do Ar Módulo III Equipamentos de Controle da Poluição do Ar
Combustão Industrial
Combustão Industrial JOSÉ EDUARDO MAUTONE BARROS Professor Adjunto da Universidade Federal de Minas Gerais Coordenador do Laboratório de Combustíveis e Combustão Doutor em Engenharia Mecânica - Térmica
6 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
79 6 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 6.1. Amostra O spent potliner, estudado neste trabalho, foi fornecido pela Valesul Alumínio S.A., empresa que produz e comercializa alumínio primário e ligas para a indústria
Para o desenvolvimento do projeto de uma caldeira flamotubular os requisitos de projeto deverão estar definidos conforme a Tabela 1.
1. Dimensionamento Caldeiras 1.1. Requisitos de Projeto Para o desenvolvimento do projeto de uma caldeira flamotubular os requisitos de projeto deverão estar definidos conforme a Tabela 1.1 Tabela 1.1
ALGLASS TM. O queimador a oxigênio para fusão de vidro.
ALGLASS TM O queimador a oxigênio para fusão de vidro www.airliquide.com.br ALGLASS TM, queimadores flexíveis de alto desempenho. Se excelência operacional é a sua prioridade: máxima produtividade, melhoria
Votorantim Metais do niquel para o ácido sulfurico. Fernando Braghini - Vmetais FM Thomas Bartoneck - Combustion Solutions Mario Beer MB Consultores
Votorantim Metais do niquel para o ácido sulfurico Fernando Braghini - Vmetais FM Thomas Bartoneck - Combustion Solutions Mario Beer MB Consultores 1 Grupo Votorantim 96 anos de história Empresas do grupo:
Estudo do uso de carvão vegetal de resíduos de biomassa no sistema de aquecimento dos fornos de produção do clínquer de cimento portland.
Estudo do uso de carvão vegetal de resíduos de biomassa no sistema de aquecimento dos fornos de produção do clínquer de cimento portland. Aluno: Bruno Damacena de Souza Orientador: Francisco José Moura
PQI-2321 Tópicos de Química para Engenharia Ambiental I
PQI-2321 Tópicos de Química para Engenharia Ambiental I Combustão Aula 01 Prof. Moisés Teles [email protected] Departamento de Engenharia Química Escola Politécnica da USP Motivação: combustão e Engenharia
Sistemas de Queima. Sistemas de queima de. Combustíveis sólidos Combustíveis líquidos Combustíveis gasosos
Sistemas de Queima Sistemas de queima de Combustíveis sólidos Combustíveis líquidos Combustíveis gasosos Sistema de queima Cada tipo de combustível apresenta vantagens e inconvenientes relativos. O mesmo
COMBUSTÍVEIS E COMBUSTÃO
COMBUSTÍVEIS E COMBUSTÃO PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 COMBUSTÃO DE LÍQUIDOS 2 INTRODUÇÃO A Queima de uma Gota de Combustível em um Ambiente Estacionário Na queima de uma gota
Combustíveis e Redutores ENERGIA PARA METALURGIA
Combustíveis e Redutores ENERGIA PARA METALURGIA Energia para Metalurgia Principal fonte energética: Carbono Carvão mineral e carvão vegetal C + O 2 >> CO 2 + energia Portanto, carbono é redutor, usado
Máquinas Térmicas. Transferência de Calor na Caldeira
Máquinas Térmicas Transferência de Calor na Caldeira Dimensionamento térmico Objetivo: minimizar investimentos em material e buscar o aproveitamento racional da eneria. Abordaem: combinação de fundamentos
Caracterização das Chamas:
Caracterização das Chamas: A combustão da mistura ar/combustível dentro do cilindro é um dos processos que controlam a potência, eficiência e emissões dos motores. Os processos de combustão são diferentes
Combustão. Problemas para as aulas práticas
Combustão Problemas para as aulas práticas ª aula - sexta-feira 5 e terça-feira 9 de Março Problema Escreva a fórmula química e represente esquematicamente a molécula dos seguintes combustíveis: metano,
Fornalha. Aparelho de combustão Câmara de combustão. Atmosfera: Local onde se queima o combustível
FORNALHAS Fornalha Local onde se queima o combustível Aparelho de combustão Câmara de combustão Atmosfera: Uma boa combustão se processa sempre com excesso de ar. A atmosfera de uma fornalha é oxidante.
Injeção eletrônica de combustíveis
Injeção eletrônica de combustíveis É um sistema de dosagem de combustível nos motores ciclo Otto com o objetivo de controlar a relação estequiométrica (ar/combustível) de forma que a mesma seja sempre
ALTO FORNO E ACIARIA. Curso: Engenharia Mecânica Disciplina: Tecnologia Metalúrgica Período: Prof. Ms. Thayza Pacheco dos Santos Barros
ALTO FORNO E ACIARIA Curso: Engenharia Mecânica Disciplina: Tecnologia Metalúrgica Período: 2017.1 Prof. Ms. Thayza Pacheco dos Santos Barros 1 Alto forno Serve para produzir o ferro gusa, que é uma forma
Apêndice E Alguns outros conceitos interessantes: temperatura adiabática da chama; velocidade de chama; estabilização de chamas; a zona luminosa;
Apêndice E Alguns outros conceitos interessantes: temperatura adiabática da chama; velocidade de chama; estabilização de chamas; a zona luminosa; teoria de Mallard e Lê Chatelier para a velocidade de chama.
Recuperador de Ouro. T: (31) W:
Recuperador de Ouro MacroBurn Recuperador de Ouro C100 e C150 O design inovador da Macrotec revolucionou o modo de recuperação de ouro em finos de carvão ativado. Este design obteve sucesso global, com
COMBUSTÍVEIS E REDUTORES
COMBUSTÍVEIS E REDUTORES Combustíveis e redutores usados em metalugia são as matérias primas responsáveis pelo fornecimento de energia, e pela redução dos minérios oxidados a metal A origem destas matéria
PÓS EXPLOSIVOS AUTOR NICOLAU BELLO
[email protected] PÓS EXPLOSIVOS 1 MECANISMO DE EXPLOSÕES DE PÓS A) PÓS COMBUSTÍVEIS, DISPERSOS NO AR QUE AO QUEIMAR-SE EXPLODEM, DEVIDO A UMA COMBUSTÃO MUITO VIOLENTA. B) EFEITO EM SÉRIE: A EXPLOSÃO
Cinética Química 17/04/17. V m h. Prof. Xuxu. Velocidade das reações químicas. Velocidade das reações químicas. Velocidade Média. Hora da saída: 11:45
Seja Bem-indo a Goiânia elocidade Média Cinética Química Hora da saída: 11:45 Δd 40km m 40 km Δt 1h h Distância Hidrolândia: 40 km Seja Bem-indo a Hidrolândia Prof. Xuxu Hora da chegada: 12:45 elocidade
Energia para metalurgia
Energia para metalurgia Consumo energético brasileiro Consumo Energético Brasileiro 2006: 190.000.000 tep/ano Outros 19% Transporte 28% Industrial 41% Residencial 12% Metalurgia 35% da industria e 14,7
A INFLUÊNCIA DA GEOMETRIA DO ESPARGIDOR NA INJEÇÃO E QUEIMA DE BAGAÇO DE CANA DE AÇÚCAR
A INFLUÊNCIA DA GEOMETRIA DO ESPARGIDOR NA INJEÇÃO E QUEIMA DE BAGAÇO DE CANA DE AÇÚCAR J. H. SOSA ARNAO 1, D. J. O. FERREIRA 2, C. G. SANTOS 1, J. E. ALAVAREZ- JÁCOBO 1, L. P. RANGEL 3 e S. W. PARK 2
Máquinas Térmicas. Transferência de Calor na Caldeira
Máquinas érmicas ransferência de Calor na Caldeira Dimensionamento térmico Objetivo: minimizar investimentos em material e buscar o aproveitamento racional da eneria. Abordaem: combinação de fundamentos
Explosão de pó. Explosão. Como sucedem as explosões. 5ª Edição Maio / 2016
Explosão de pó O objetivo do presente boletim consiste em demonstrar o risco de explosão de pó em silos de armazenamento, bem como indicar as medidas preventivas. Explosão Uma explosão é um processo caracterizado
CFD ANALYSIS OF THE PULVERIZED COAL COMBUSTION IN A BOILER USING DIFFERENT BRAZILIAN MANUFACTURED COALS: CE3100 AND CE4500
CFD ANALYSIS OF THE PULVERIZED COAL COMBUSTION IN A BOILER USING DIFFERENT BRAZILIAN MANUFACTURED COALS: CE3100 AND CE4500 Ac. Luís Carlos Lazzari [email protected] Departamento de Engenharia e
Processos Metalúrgicos AULA 2 PRODUÇÃO DO FERRO GUSA: ALTO -FORNO
Processos Metalúrgicos AULA 2 PRODUÇÃO DO FERRO GUSA: ALTO -FORNO PROF.: KAIO DUTRA O alto-fomo constitui o principal aparelho utilizado na metalurgia do ferro. A partir dos primeiros fomos, dos tipos
BONS SELOS REDUZEM CUSTOS SIGNIFICATIVOS. Daniel Barbosa: Eng. Comercial - Densit do Brasil Ltda
BONS SELOS REDUZEM CUSTOS SIGNIFICATIVOS Daniel Barbosa: [email protected] Eng. Comercial - Densit do Brasil Ltda SEMTEC - Curitiba, 18 de Maio de 2017 Consequências de um selo deficiente no Forno SELO
Propriedades da madeira para fins de energia. Poder Calorífico
Propriedades da madeira para fins de energia Poder Calorífico Tópicos já abordados: Umidade Densidade Composição química elementar Composição química imediata Poder calorifico é a quantidade de calor liberada
Avaliação da queima de serragem em fornalha
Avaliação da queima de serragem em fornalha Adriano Divino Lima Afonso 1, Helton Aparecido Rosa 2, Gustavo Veloso 2, Danilo Bonini de Souza 2, Cledemar Busnello 2 37 1 Eng. Agrícola, Prof. Doutor Departamento
Modelagem e Monitoramento das Emissões Atmosféricas
Módulo V Modelagem e Monitoramento das Emissões Atmosféricas Controle da Poluição do Ar 1 Importância Inventário das Fontes de Emissão Monitoramento (medição) Modelos de estimativa de emissão Fiscalização
Tratamento térmico da biomassa. Patrick ROUSSET (Cirad)
Tratamento térmico da biomassa Patrick ROUSSET (Cirad) Contexto : Limitations of biomass as fuel Comparada com combustíveis fósseis: Baixa densidade a granel. Alto teor de umidade. Natureza hidrofílica.
Energia para Metalurgia
Energia para Metalurgia Energia para Metalurgia Principal fonte energética: Carbono Carvão mineral e carvão vegetal C + O 2 CO 2 + energia Carbono é combustível, usado para gerar energia reagindo com oxigênio
CINÉTICA DE EVAPORAÇÃO DO ÓXIDO DE ZINCO. N. Duarte 1, W.B. Ferraz 2, A.C.S.Sabioni 3. Universidade Federal de Ouro Preto Ouro Preto, Brasil
CINÉTICA DE EVAPORAÇÃO DO ÓXIDO DE ZINCO N. Duarte 1, W.B. Ferraz 2, A.C.S.Sabioni 3 1 Departamento de Metalurgia / EM / UFOP Universidade Federal de Ouro Preto 35400-000 Ouro Preto, Brasil 2 Centro de
Velocidade de propagação Notas sobre estabilização de chamas e velocidade de propagação.
Notas sobre estabilização de chamas e velocidade de propagação. Estabilização de chamas de pré-mistura em diversas situações: A estabilização da chama pode ser efectuada quer pela variação da velocidade
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA GERADORES DE VAPOR Prof. Dr. Ramón Silva - 2015 O objetivo dessa aula apresentar e classificar os diversos tipos de geradores de vapor. Prof. Dr. Ramón Silva - 2015 2 Gerador
A B EQUILÍBRIO QUÍMICO. H 2 + 2ICl I 2 + 2HCl. % Ach
A B EQUILÍBRIO QUÍMICO H 2 + 2ICl I 2 + 2HCl!. % % Ach. Ac 1 Equilíbrio Químico - Reversibilidade de reações químicas A B Exemplo: N 2 (g) + 3H 2 (g) 2NH 3 (g) equilíbrio dinâmico aa + bb yy + zz Constante
Fluxograma parcial de uma usina integrada até o Alto Forno
Alto Forno Parte 1 Fluxograma parcial de uma usina integrada até o Alto Forno alto forno: primeiro estágio na produção de aço a partir dos óxidos de ferro primeiros altos fornos >>século 14 >> 1 tonelada
KRcontrol. Sistemas de Flare. Desenvolvimento Tecnológico Parte 1. Sistema de Flare. 1- Objetivo : Flare : palavra de
Sistema de Flare Flare : palavra de origem inglesa que significa chama instável, na qual sujeita a variações bruscas de forma e intensidade. 1- Objetivo : Aplicação em plantas industriais : on-shore, off
COMBUSTÍVEIS E COMBUSTÃO
COMBUSTÍVEIS E COMBUSTÃO PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 CHAMAS PRÉ MISTURADAS 2 DEFINIÇÃO Uma chama é pré misturada quando o oxidante e o combustível já estão misturados antes
Combustão Industrial
Combustão Industrial JOSÉ EDUARDO MAUTONE BARROS Professor Adjunto da Universidade Federal de Minas Gerais Coordenador do Laboratório de Combustíveis e Combustão Doutor em Engenharia Mecânica - Térmica
Avaliação Cinética da Gaseificação com CO 2 do Bagaço de Maçã
Avaliação Cinética da Gaseificação com CO 2 do Bagaço de Maçã M. F. P. ROSA, D. SOARES, M. D. DOMENICO, T. R. PACIONI, R. F. P. M. MOREIRA, H. J. JOSÉ Universidade Federal de Santa Catarina, Departamento
Equipamentos e Técnicas de Pré, Pós-Aquecimento e Tratamento Térmico
Equipamentos e Técnicas de Pré, Pós-Aquecimento e Tratamento Térmico Neste texto são apresentadas as técnicas e equipamentos utilizados nos processos de pré e pós-aquecimento e no tratamento térmico. São
Processos de Redução Direta de Minério de Ferro
Processos de Redução Direta de Minério de Ferro Características do processo em Alto-Forno alta escala de produção ( maior que 1.5 Mt/ano) necessidade de aglomeração do minério necessidade de coque metalúrgico
5 Tecnologia de auto-redução
44 5 Tecnologia de auto-redução O setor siderúrgico está caracterizado por uma forte competição internacional, motivo pelo qual, as empresas estão comprometidas a realizar contínuos planejamentos estratégicos
Dr. André Gimenes. Gaseificação de Biomassa para Produção de Energia em Pequena Escala: Atendimento a Comunidades Isoladas
Gaseificação de Biomassa para Produção de Energia em Pequena Escala: Atendimento a Comunidades Isoladas Dr. André Gimenes [email protected] Ciclo Temático: Civilização da Biomassa 20 de Março de 2007 Grupo
Melhorias no processo de pirólise da biomassa para produção de carvão vegetal
Melhorias no processo de pirólise da biomassa para produção de carvão vegetal Alfredo NAPOLI Sumário I Contexto II Os processos de pirólise III Os principais caminhos de melhoria IV Alguns exemplos de
Materiais constituintes do Concreto. Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira
Materiais constituintes do Concreto Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Cimento Portland Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Fonte: Egydio Herve Neto Dario Dafico Silvia Selmo P.K. Mehta and P.J.M. Monteiro Eletrobras
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 GERADOR DE GASES 2 GERADOR DE GASES O conjunto gerador de gases é composto basicamente de três componentes: compressor,
Soluções usadas em escala industrial ou escala ampliada
Soluções usadas em escala industrial ou escala ampliada Produção de açúcar e álcool (e eletricidade) (produz açúcar estocado nas células de parênquima da planta, além de etanol por fermentação de sacarose.
PROJETO DE PLANTA DE PELETIZAÇÃO DE BIOMASSA
PROJETO DE PLANTA DE PELETIZAÇÃO DE BIOMASSA MISSÃO FORNECER SOLUÇÕES MECATRÔNICAS DE BAIXO IMPACTO AMBIENTAL E VALOR SUPERIOR PERCEBIDO PARA MOVIMENTAÇÃO SEGURA DE PRODUTOS E PROCESSAMENTO DE MATERIAIS,
Reações Heterogêneas - Sólido / Fluido
Reações Heterogêneas - Sólido / Fluido MODELOS Modelo 1: Núcleo Não Reagido: SÓLIDOS DENSOS Partícula de Tamanho Constante Camada Limite Gasosa Camada de Cinza Reação Química Partícula em Diminuição de
JOSÉ EDUARDO MAUTONE BARROS
Combustão JOSÉ EDUARDO MAUTONE BARROS Professor Adjunto da Universidade Federal de Minas Gerais Coordenador do Laboratório de Combustíveis e Combustão Doutor em Engenharia Mecânica - Térmica (UFMG) Doutor
Matemática. ProfªRegiane Cruz.
Matemática ProfªRegiane Cruz [email protected] Tópicos importantes: Interpretação Regra de Três Simples Porcentagem Perímetro Área Teorema de Pitágoras Trigonometria https://agrcanelas.edu.pt/blogs/expressojovem/2018/02/05/piadas-de-mat/
CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA
CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA 1) Uma casa possui uma parede composta com camadas de madeira, isolamento à base de fibra de vidro e gesso, conforme indicado na figura. Em um dia frio
Professor Haroldo. Equilíbrio Químico
Professor Haroldo Equilíbrio Químico - Irreversibilidade de Processos: Um processo irreversível é aquele que só ocorre em um sentido. A B Exemplo: Papel cinzas. - Reversibilidade de Processos: Um processo
LIGANTES HIDRÓFILOS. Hidráulicos. Aplicações argamassas e betões. resistem à água. - cal hidráulica - cimento. aéreos. não resistem à água
Aplicações argamassas e betões aéreos Hidráulicos não resistem à água resistem à água - cal hidráulica - cimento - cal aérea - gesso 1 CIMENTO Classificação Constituição Propriedades no desempenho Cimentos
Fluxograma da Metalurgia Primária
Fluxograma da Metalurgia Primária Fluxograma parcial de uma usina integrada até o Alto Forno alto forno: primeiro estágio na produção de aço a partir dos óxidos de ferro primeiros altos fornos >>século
Estabilização de chama
Estabilização de chama ( 7.8-9 do livro Combustão ) É possível estabilizar uma chama num escoamento (ver bico de Busen) A sua posição e geometria são determinados pela condição de equilíbrio: em cada ponto
CINÉTICA QUÍMICA PROFª SIMONE
elocidade das reações e os fatores que a influenciam CINÉTICA QUÍMICA PROFª SIMONE 2 NaN 3(s) 2 Na (s) + 3 N 2(g) 2 Fe (s) + 3/2 O 2(g) Fe 2 O 3 (s) Gás que infla o airbag ELOCIDADE MÉDIA Ferrugem Tempo=
METALURGIA EXTRATIVA DOS NÃO FERROSOS
METALURGIA EXTRATIVA DOS NÃO FERROSOS PMT 2509 PMT 3409 Flávio Beneduce COQUEIFICAÇÃO COQUEIFICAÇÃO Pirólise de carvão: aquecimento na ausência de ar O carvão coqueificável é o betuminoso O ciclo pode
O combustível e a Combustão
CAPITULO 3 O combustível e a Combustão Motores a GASOLINA / ÁLCOOL com ignição por centelha Volvo Powertrain Julio Lodetti Revisão sobre as características gerais A COMBUSTÃO consiste na etapa essencial
Balanço Energético Global 2016
Balanço Energético Global 2016 Usina Ouro Branco/MG Gerência de Utilidades Balanço Energético Global 2016 (1) Eder Quental de Araújo (2) RESUMO É apresentado o Balanço Energético Global da Gerdau Ouro
CAPITULO 11. Curvas características de um motor - Influencia dos parâmetros de regulagem, de uso e concepção
CAPITULO 11 Curvas características de um motor - Influencia dos parâmetros de regulagem, de uso e concepção Curvas características de um motor - Influencia dos parâmetros de regulagem, de uso e concepção
EFEITO DA TORREFAÇÃO NA GASEIFICAÇÃO DE SERRAGEM COM VAPOR DE ÁGUA
EFEITO DA TORREFAÇÃO NA GASEIFICAÇÃO DE SERRAGEM M VAPOR DE ÁGUA M. F. P. ROSA 1, T. R. PACIONI 1, M. D. DOMENI 2, D. SOARES 1, M. F. M. NOGUEIRA 3, H. J. JOSÉ 1 1 Universidade Federal de Santa Catarina,
Construção de uma fornalha para a combustão de sólidos pulverulentos
Construção de uma fornalha para a combustão de sólidos pulverulentos Adriano Divino Lima Afonso 1, João Batista Guerra Júnior 2, Marcelo José da Silva 2 69 1 Professor Adjunto da Universidade Estadual
Influência da composição química na permeabilidade em massas de porcelanato esmaltado
Influência da composição química na permeabilidade em massas de porcelanato esmaltado Ana Virgínia Lot*, Vanessa L. Gallo*, Leidy J. J. Nieves*, Suelen Nastri*, Murilo Inocentinni***, Vitor Malaguti***,
Funcionamentos Sonda lambda
Linea 1.4 16v Turbo Funcionamnetos 10-020 - SONDA LAMBDA Características De tipo "planar", estão montadas a montante e a jusante do catalisador e informam a centralina de injeção sobre o andamento da combustão
COMBUSTÃO DEFINIÇÃO COMBUSTÍVEL - COMBURENTE - TEMPERATURA
COMBUSTÃO DEFINIÇÃO COMBUSTÍVEL - COMBURENTE - TEMPERATURA Quadro 1 - Entalpia de combustão ( H), a 25ºC, de algumas substâncias encontradas nos principais combustíveis utilizados. Componente. g/mol kj/mol
ESTUDO PRÉVIO DA TAXA DE QUEIMA DE CARVÃO DE CORTIÇA EM LEITO FLUIDIZADO BORBULHANTE
CIBIM 1, Oporto, Portugal, ESTUDO 211 PRÉVIO DA TAXA DE QUEIMA DE CARVÃO DE CORTIÇA EM LEITO FLUIDIZADO CIBEM 1, Porto, BORBULHANTE Portugal, 211 RM Natal Jorge, JMRS Tavares, JL Alexandre, AJM Ferreira,
ProIn I. Cap 2a Beneficiamento do Aço. Prof. Henrique Cezar Pavanati, Dr. Eng
Instituto Federal de Santa Catarina Campus de Florianópolis Departamento Acadêmico de Metal-Mecânica Curso Técnico de Mecânica Industrial ProIn II Cap 2a ProIn I Prof. Henrique Cezar Pavanati, Dr. Eng
Lista de exercícios Caps. 7 e 8 TMEC-030 Transferência de Calor e Massa Período especial 2017/2
Lista de exercícios Caps. 7 e 8 TMEC-030 Transferência de Calor e Massa Período especial 2017/2 1. (Incropera et al., 6 ed., 7.2) Óleo de motor a 100ºC e a uma velocidade de 0,1 m/s escoa sobre as duas
