PERCEPÇÃO DA AUTOIMAGEM E AUTOESTIMA: REVISÃO SISTEMÁTICA
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- Maria das Graças Borja Galvão
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1 PERCEPÇÃO DA AUTOIMAGEM E AUTOESTIMA: REVISÃO SISTEMÁTICA Karla Belisia Stancke 1 Cynthia Maria Rocha Dutra² 1-Acadêmica do curso de Tecnologia em Estética e Imagem Pessoal da Universidade Tuiuti do Paraná (Curitiba, PR); 2- Professora de Educação Física e Fisioterapeuta, Profª. Msc. Universidade Tuiuti do Paraná (Curitiba, PR). Endereço para correspondência: [email protected] RESUMO: A imagem pessoal é construída através de diversos fatores sendo eles: culturais, psicológicos, sociais e neurológicos. A busca de uma imagem corporal, adequada aos anseios estereotipados de corpo, é um dos fenômenos mais impressionantes na sociedade atual. Para discutir a influência da percepção da autoimagem na manutenção da autoestima realizou-se uma revisão da literatura. Artigos selecionados nas bases PubMed, Lilás e SciELO no período entre 2000 até 2010, utilizando os descritores: "percepção da imagem corporal", saúde e autoestima. Após as analises realizadas os dados encontrados mostraram que a imagem corporal favorável torna-se muito importante na sociedade atual e que esta recebe influência da mídia promovendo divergências e descontentamentos em relação a autoestima. Palavras-chave: percepção da imagem corporal, saúde, autoestima. ABSTRACT: The self-image is constructed by several factors namely: cultural, psychological, social and neurological. The search for body image, suitable to the wishes of stereotyped body, is one of the most striking phenomena in society today. To evaluate the influence of the perception of self-image in the maintenance of self-esteem carried out a review of the literature. Selected articles in PubMed, Lilás and SciELO, from 2000 to 2010, using the keywords: "perception of body image", "health" and "self-esteem". After the analysis performed showed that the data found favorable body image becomes very important in today's society and that this is influenced by the media promoting differences and grievances in relation to self-esteem. Keywords: perception of body image, health, self-esteem. 1
2 1. INTRODUÇÃO A imagem corporal é a percepção da figura do corpo que o indivíduo projeta de si mesmo, ou seja, como ele percebe seu próprio corpo. Uma estrutura formada através das sensações providas de diversas formas e que chegam à consciência mental. Ela pode se desenvolver por meio de pensamentos, sentimentos e percepções acerca da própria aparência geral definida como um estado de espírito que não se refere necessariamente ao reflexo do corpo no espelho, sendo estes fatores construídos e reconstruídos constantemente. 1,2 A preocupação com a imagem pessoal surgiu com a influência da mídia e das cobranças dos meios sociais com a autoimagem. Padrões impostos pela televisão, revistas, moda e cobranças do meio em que vivem; não levando em consideração a diversidade das constituições físicas que frequentemente são adequadas para saúde. As pessoas que se veem fora desse padrão se sentem insatisfeitas, demonstrando que nem sempre a satisfação corporal esta relacionada ao um organismo saudável. A autoimagem é a forma de como o corpo se apresenta. 2,3 Desta forma, o conflito da imagem corporal juntamente com a satisfação/insatisfação pode resultar em distúrbio nutricional (obesidade) e/ou em distúrbios psicológicos (bulimia e anorexia). Concomitante a literatura relata que a imagem corporal sofre alterações no decorrer da vida das pessoas. Sendo que, a sociedade em que vivemos é grande contribuinte para a formação do corpo ideal. 3,4 Desta forma, profissionais da área da saúde, como os Tecnólogos em Estética e Cosmética constituem-se importantes profissionais para a manuntenção da imagem pessoal. Isso pode realizado atrevés de protocolos associados como: o índice de massa corporal (IMC), dobras cutâneas, pelo índice da medida da circunferência abdominal, bem como as escalas de silhuetas para avaliação da percepção da imagem corporal. 5 Este presente trabalho tem como objetivo retratar a influência da percepção da autoimagem na manutenção da autoestima. 2
3 1.1 Imagem Pessoal A imagem pessoal pode ser definida como uma construção multidimensional, que é representada pela forma de pensar e agir das pessoas a respeito de seus atributos físico. Confirmando a imagem corporal pode ser conceituada como a estrutura pelo qual a pessoa pensa sobre o seu próprio corpo, sendo que a percepção desta imagem reflete a forma como as pessoas veem e percebem seu próprio corpo, que é influenciada por diversos fatores de origem física, psicológica e cultural. 6 A literatura apresenta que todo o ser humano tem uma visão da sua imagem corporal. Essa visão nunca é fixa e sim está em constante modificação, pois é dependente do sistema neurológico e sensorial, bem como das relações sociais, econômicas e culturais. Ao mesmo tempo estudos, apresentam que a autoestima é desenvolvida e reavaliada continuamente ao longo da vida, tendo por base a interação com o meio ambiente. 7,1 Atualmente a sociedade tem sido caracterizada por uma cultura que elege o corpo como sendo a identidade da pessoa. A mídia mostra imagens de corpos ideais, que atinge indivíduos de todas as idades, resultando à busca de uma figura perfeita, levando as pessoas a se distanciarem cada vez mais da sua forma e identidade real. Com essa perspectiva as pessoas pensam que para serem aceitas pela sociedade precisam estar nos padrões de beleza estabelecidos pela mídia. Em consequência disto as pessoas ficam insatisfeitas e distorcem sua própria imagem, com o corpo, causando ate mesmo patologias graves. 3,1 A imagem corporal é formada por quatro dimensões: cognitiva, afetiva, comportamental e perceptiva. Na área da saúde a dimensão perceptiva é usada frequentemente na tentativa de avaliar como o indivíduo avalia sua própria imagem. 5 Torna-se evidente a preocupação com o peso e aparência. Para os homens o corpo ideal seria um corpo forte e musculoso, e para as mulheres um corpo magro e com curvas acentuadas como o de modelos e atrizes. 2 O autoconceito pode ser influenciado pela família, amigos, trabalho e grupos sociais. A ideia de autoconceito possui um papel importante em todas as áreas da vida de um individuo. 2,4 3
4 Levando a entender que a imagem corporal é definida como a figuração do próprio corpo ou de que maneira o corpo se apresenta para si próprio Saúde A saúde é conceituada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como não apenas a ausência da doença, mas como um perfeito funcionamento do bem estar físico, mental e social. A satisfação com a imagem pessoal contribui para uma situação de perfeito bem estar. 6,7 Define-se obesidade como o excesso de gordura acumulada no tecido adiposo, que coloca em risco a saúde. As pessoas com obesidade são diferenciadas não somente pelo peso, mas também com a forma que essa gordura esta distribuída. Essa distribuição indica as diferentes patologias que podem estar associadas, sendo a mais perigosa á gordura localizada na região abdominal, identificado como biótipo andróide, e a que apresenta menos risco, onde a gordura é distribuída perifericamente em todo corpo, sendo o biótipo genoíde. 8 Para definir o excesso de peso, com a obesidade e assim definir o que ela pode provocar utiliza-se o Índice de Massa Corporal (IMC) que é um indicador onde classifica baixo peso, sobrepeso e obesidade em adultos. Esse índice é obtido pela equação de peso (em quilogramas) dividido pela altura (em metros) elevado ao quadrado (kg/m 2 ). É um indicador muito utilizado por ter fácil acesso e baixo custo que pode ser relacionado à Escala de Silhuetas (teste onde se apresentam todos os tamanhos de silhuetas e o individuo identifica qual a mais próxima do seu perfil, e qual ele gostaria de ter). Na classificação do IMC são utilizados parâmetros da OMS, assim designados: IMC de 18,49 Kg/m 2 magreza, normais ou eutróficos pessoas com IMC de 18,50 á 24,99 Kg/m 2, sobrepeso com IMC 25 e 29,99 Kg/m 2, e obesos com IMC de 30 Kg/m 2. O IMC é um bom indicador, mas não está totalmente relacionado com a gordura corporal, pois não distingue massa gordurosa de massa magra. Não reflete a distribuição de gordura, pois indivíduos com o mesmo IMC podem ter diferentes níveis de massa gordurosa visceral. A OMS recomenda uma avaliação combinada, associando o método da medida de circunferência abdominal com o IMC, o que pode resultar na diminuição das limitações de cada uma das avaliações isoladas. 6,7,8 4
5 As informações sobre a real percepção do próprio corpo é uma das estratégias que são utilizadas frequentemente como prevenção dessa incidência de desses distúrbios Modificações Corporais Em busca de um corpo perfeito, a sociedade vai à busca de seus limites, partindo de uma ideia de que tudo pode ser realizável; isso devido ao grande espaço que a saúde associada à beleza está tendo. Esta crescendo muito o espaço das propagandas voltadas á beleza; de novos tratamentos estéticos; dietas milagrosas com apresentação de modelos cada vez mais magras. Concomitantemente cresce também a indústria da cirurgia plástica, mostrando a ideia de um resultado rápido, onde o corpo é reconstruído sem muitos sacrifícios. 4,8 O culto ao corpo ganhou expansão social a partir da segunda metade do século XX. A mídia alcançou enorme poder de domínio sobre os indivíduos e, a paixão pela moda tornou-se comum. O mercado da beleza desenvolveu e se democratizou. A maquiagem tornou-se objeto essencial, surgiu à preocupação com os distúrbios tegumentares (fibroedemagilóide) e com as rítides. O consumo de produtos de beleza cresceu, tornando a aparência uma dimensão essencial da identidade para um maior número de mulheres e homens. 9 Uma pesquisa realizada por Damasceno, foi revelado que cerca de metade das mulheres com peso normal classificam-se com excesso de peso, o mesmo ocorrendo com quase 20% dos homens. Já entre pessoas com peso abaixo do esperado, 40% das mulheres e 10% dos homens se julgam com peso normal. 8,9 Apesar das mulheres possuírem maior tendência a ter uma imagem corporal negativa, os homens não são, de forma alguma, inatingíveis às questões de imagem corporal. As mulheres verbalizam com maior constância suas preocupações com sua imagem. Ter dificuldades com a imagem ameaça a masculinidade do homem. As mulheres, geralmente, são mais incentivadas pela comunidade a estimar seu valor pessoal como dependente de sua atração física. Estudos científicos apresentam que quanto mais as pessoas investem na aparência, mais frágeis se convertem a uma imagem corporal negativa e as inquietações a elas relacionadas. 5,7 5
6 2. METODOLOGIA O presente artigo caracteriza se como um estado descritivo de revisão de literatura, elaborado no período entre julho e novembro de O acervo científico investigado constituiu por livros e artigos científicos, que abordam tema como autoimagem e autoestima encontrados em bases de dados como Scielo, Lilács e Google acadêmico. 3. DISCUSSÃO A exaltação da magreza na sociedade moderna, com corpos tão esguios quanto inatingíveis pela maioria da população, resulta numa constante e estável insatisfação pessoal. Podemos observar que quanto maior o IMC, menor a satisfação com o corpo, isso ressalta quanto á imagem principalmente da mulher continua associada á beleza, tornando a sociedade cada vez mais intolerante aos desvios nos padrões estéticos estabelecidos pela sociedade ressaltam que tomando-se a gordura como estigma da feiura a exclusão vivida pelas pessoas que estão acima do peso Certamente essa distorção da imagem corporal encontra raízes nos meios de comunicação de massa que privilegiam modelos de beleza que possuem pesos para estatura próximos ou mesmo semelhantes a pacientes portadores de distúrbios alimentares como anorexia nervosa e bulimia. 12 As mulheres com sobrepeso estão provavelmente sujeitas a maior sofrimento psicológico quando comparada ás eutróficas ou mesmo obesas, conforme sugerem os resultados de um questionário sobre a imagem corporal. As médias dos escores significativamente maiores dessas mulheres poderiam levar à sugestão de maior preocupação e desconforto com o corpo delas. Da mesma maneira, levam a maior fragilidade emocional, considerando-se que as emoções podem afetar a construção e constante reconstrução da própria imagem. Elas podem ser consideradas um grupo mais suscetível às intervenções e orientações do estado nutricional. 9,12 6
7 A sociedade deveria promover a importância de um ambiente focado na saúde, na atividade física e no bem estar, e não focar tanto na redução do peso, na tentativa de diminuir comportamentos potencialmente causadores de danos, tais como controle de peso insalubres e compulsão alimentar. Uma forma de fortalecer á relação positiva com o próprio corpo é a prática de exercícios físicos que alimenta as experiências de competência física e bem estar, beneficiando assim a autoimagem e a saúde mental como um todo. Outra forma de melhorar a imagem pessoal e prevenir os transtornos alimentares é mudar o ideal de beleza atual de extrema magreza e isto já é defendido pelos especialistas. 11,13 Assim enquanto a moda atual investe na postura de "ser saudável" e adota a estética do manequim esquelético, milhares de pessoas sofrem com o peso excessivo, que juntamente com a obesidade são considerados problemas de saúde pública no Brasil. 14 Levando em cosideração a relevância dos grupos, segmentos e tribos que pode depender de diversos fatores como a vida social, hábitos e costumes, varia de indivíduo para indivíduo, de sociedade para sociedade, de país para país é única e mutável para cada ser humano CONSIDERAÇÕES FINAIS Verificou-se através da revisão sistemática deste tema que o ideal de corpo, imposto pela sociedade, ainda prevalece entre as silhuetas menores e que a prevalência de insatisfação com a imagem corporal está presente em ambos os gêneros, independente de idade. É importante que estudos deste tipo continuem a ser realizado para que o assunto possa ser aprofundado e, desta forma sugere-se a realização de estudos de caráter quantitativo na de se conhecer a epidemiologia e as etiologias da insatisfação corporal. 7
8 Acredita-se também na importância do trabalho multidisciplinar entre os profissionais da área da saúde, como por exemplo, tecnólogos em estética, nutricionistas, psicólogos e educadores físicos; para atenderem as diferentes necessidades e oferecerem um conjunto de soluções na busca da saúde e satisfação corporal. 8
9 5. REFERÊNCIAS 1. DAMASCENO, V.O. et al. Imagem corporal e corpo Ideal. Revista Brasileira de Ciência e Movimento. v.14, n.2, p.81-94, GALINDO, E. M. C.; CARVALHO, A. M. P. Tradução, adaptação e avaliação da consistência interna do eating behaviours and body imagem test para uso com criança do sexo feminino. Revista de Nutrição. v.20, n.1, p.47-54, RECH, C. R.; ARAUJO, E. D. S.; VANAT, J. R. Autopercepção da imagem corporal em estudantes do curso de educação física. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte. v. 24, n. 2, p , SOUSA, Carolina Zampa de; TAVARES, Daniel Oliveira Pereira. Monografia Nível de satisfação corporal em atletas de ginástica de Trampolim. Juiz de Fora. Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Educação Física e desportos. 21p. 5. KAKESHITA, I. S.; ALMEIDA, S. S. Relação entre índice de massa corporal e a percepção da autoimagem em universitários. Revista de Saúde Pública. v. 40, n. 3, p , CAMPANA, A. N.N. B. et al. Avaliação da imagem corporal: instrumentos e diretrizes para a pesquisa. São Paulo: Phorte, p. 7. CAMPAGNA, V. N.; SOUZA, A. S. l. Corpo e imagem corporal no início da adolescência feminina. Bol. Psicol. v. 56, n. 124, p. 9-35, PUHL, R.; HEURT, C. The sigma of obesity: a review and update. Obesity. p CASTILHO, S. M. A imagem corporal. 1.ed. São Paulo: ESETec Editores Associados, p. 10. SECCHI, KENNY; CAMARGO, VIZEU BRIGIDO; BERTOLDO, BOHN RAQUEL. Percepção da imagem corporal e representações sócias do corpo. Psicologia: teoria e pesquisa. Abr jun 2009, vol. 25 n.2, pp NOVAES, J. V., & VILHENA,J (2003). De Cinderela à moura torta: sobre a relação mulher, beleza e feiura. Revista Interações, p. 8, PORTINARI, D.B. A invasão dos belos corpos: corpo, técnica e fantasia na cena contemporânea. Psicologia Clínica, Rio de janeiro, v.12, p , SCHILDER, PF. A imagem do corpo. As energias construtivas da psique. 3ª ed. São Paulo. Martins Fontes, PEREIRA, M.G. Epidemiologia Teórica Prática. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan; HART, EA. Avaliando a Imagem Corporal. In: Medidas e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow & McGee. São Paulo: Ed. 9
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