Apresentação. Instituto Oncoclínicas
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- Adelina Braga Camarinho
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1 PÓS
2 Destaques ASCO 2017
3 Apresentação A Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) foi fundada em 1964 e, desde então, tornou-se a principal organização voltada para profissionais que lidam diariamente com o câncer em todo o mundo. Sua missão é promover o combate à doença, habilitando seus membros a oferecer o que existe de melhor em termos de tratamento para o seus pacientes. Para isso, investe maciçamente em pesquisa e é reconhecida por promover educação continuada de alto nível. Todos os anos, a ASCO organiza seu Congresso, reunindo os mais renomados profissionais do mundo em todas as áreas da Oncologia. O contato direto com profissionais de destaque, o intenso compartilhamento de informações, assim como a troca de experiências cotidianas criam um ambiente favorável para o aprendizado. O Grupo Oncoclínicas não poderia deixar de estar presente nesse evento, trazendo para seus pacientes e parceiros todas as novidades apresentadas. Em linha com nosso objetivo de nos transformar no melhor grupo de Oncologia do país, estivemos presentes com mais de 80 Oncologistas em Chicago, coletando os principais e mais atualizados dados científicos. E por meio do Instituto Oncoclínicas conseguimos compilar as informações mais relevantes, transformando-as em um slide kit didático, versátil e inovador. É com prazer que disponibilizamos a vocês, nossos parceiros, o Melhor da ASCO Instituto Oncoclínicas
4 DESTAQUES ASCO 2017 CÂNCER COLORRETAL
5 CONFLITOS DE INTERESSE Esses slides estão isentos de conflitos de interesses e possuem finalidade essencialmente educacional.
6 ROTEIRO 1.COLABORAÇÃO IDEA - IDEA FRANCE - TOSCA TRIAL - SCOT STUDY - ANÁLISE COMBINADA 2. CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS 3. NOVAS ESTRATÉGIAS TERAPÊUTICAS PARA A DOENÇA METASTÁTICA - SWOG S 1406 USO DO VEMURAFENIBE PARA MUTAÇÃO DO BRAF - SUNSHINE: SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D - FOXFIRE: RADIOTERAPIA SELETIVA INTERNA (SIRT) - FRESCO TRIAL: SEGURANÇA E EFICÁCIA DO FRUQUINTINIBE
7 DESTAQUES ASCO 2017 CÂNCER COLORRETAL COLABORAÇÃO IDEA
8 COLABORAÇÃO IDEA Câncer colorretal estádio III Quimioterapia adjuvante baseada em oxaliplatina por 6 meses é o tratamento padrão atual (FOLFOX, CAPOX). Oxaliplatina no tratamento adjuvante 1/3 do benefício absoluto de sobrevida. Associada a neuropatia cumulativa dose-dependente e residual: 12,5% de neuropatia grau 3 em 6 meses de FOLFOX
9 COLABORAÇÃO IDEA Colaboração acadêmica internacional (12 países) entre membros de seis estudos clínicos randomizados. Objetivo: avaliar a não inferioridade de 3 vs. 6 meses de tratamento adjuvante com quimioterapia baseada em oxaliplatina através de uma análise combinada dos seis ECR s.
10 COLABORAÇÃO IDEA IDEA FRANCE
11 COLABORAÇÃO IDEA IDEA FRANCE Resultados
12 COLABORAÇÃO IDEA IDEA FRANCE Resultados
13 COLABORAÇÃO IDEA IDEA FRANCE Desfecho primário
14 COLABORAÇÃO IDEA IDEA FRANCE Análises de subgrupo exploratórias
15 COLABORAÇÃO IDEA IDEA FRANCE Análises de subgrupo exploratórias
16 COLABORAÇÃO IDEA IDEA FRANCE Análises de subgrupo exploratórias T1-3 N1
17 COLABORAÇÃO IDEA IDEA FRANCE Análises de subgrupo exploratórias
18 COLABORAÇÃO IDEA IDEA FRANCE Segurança
19 COLABORAÇÃO IDEA IDEA FRANCE Conclusões 6 meses de tratamento com quimioterapia adjuvante baseada em oxaliplatina é superior a 3 meses em relação a sobrevida livre de doença (90% da população tratada com FOLFOX6). SLD 3 vs. 6 meses: 72% vs. 76%. p=0,011 Análises de subgrupo (pacientes tratados com FOLFOX 6). T1-3 N1: benefício absoluto de 2% para 6 meses de tratamento (SLD 83% vs. 81% p=ns) deve ser balanceado contra um maior risco de neuropatia periférica. T4 e/ou N2: benefício absoluto de 8% para 6 meses de tratamento sugere manutenção do tratamento padrão atual
20 COLABORAÇÃO IDEA TOSCA TRIAL
21 COLABORAÇÃO IDEA TOSCA TRIAL Características do estudo
22 COLABORAÇÃO IDEA TOSCA TRIAL Resultados
23 COLABORAÇÃO IDEA TOSCA TRIAL Toxicidade
24 COLABORAÇÃO IDEA TOSCA TRIAL Desfecho primário
25 COLABORAÇÃO IDEA TOSCA TRIAL Desfecho primário
26 COLABORAÇÃO IDEA TOSCA TRIAL Desfecho primário
27 COLABORAÇÃO IDEA TOSCA TRIAL Desfecho primário: o efeito estádio dependente é confiável? NÃO! Pouca plausibilidade Ausência de consistência externa Poucos eventos (78 vs. 105) Teste de interação por estádio não significante SIM! Dado de uma análise prospectiva pré-planejada Estádio II.. Biologia diferente?
28 COLABORAÇÃO IDEA TOSCA TRIAL Desfecho primário
29 COLABORAÇÃO IDEA TOSCA TRIAL Conclusões Não inferioridade não foi demonstrada HR 1.14 ( ) Diferença absoluta de SLD em 3 anos é muito pequena (1,9%) Curvas de SLD idênticas para o estádio III Diferença observada no subgrupo do estádio II. Curvas de SLD idênticas para o esquema CAPOX Diferença observada no subgrupo do FOLFOX. Toxicidade muito inferior no braço de 3 meses de tratamento.
30 COLABORAÇÃO IDEA SCOT STUDY
31 COLABORAÇÃO IDEA SCOT STUDY Características do estudo
32 COLABORAÇÃO IDEA SCOT STUDY Resultados
33 COLABORAÇÃO IDEA SCOT STUDY Resultados
34 COLABORAÇÃO IDEA SCOT STUDY Toxicidade
35 COLABORAÇÃO IDEA SCOT STUDY Toxicidade
36 COLABORAÇÃO IDEA SCOT STUDY Desfecho primário
37 COLABORAÇÃO IDEA SCOT STUDY Desfecho primário
38 COLABORAÇÃO IDEA SCOT STUDY Desfecho primário
39 COLABORAÇÃO IDEA SCOT STUDY Desfecho primário
40 COLABORAÇÃO IDEA SCOT STUDY Desfecho primário
41 COLABORAÇÃO IDEA SCOT STUDY Desfecho primário
42 COLABORAÇÃO IDEA SCOT STUDY Desfecho primário
43 COLABORAÇÃO IDEA SCOT STUDY Conclusões O estudo atingiu seu o desfecho de não inferioridade previamente estabelecido na comparação 3 vs. 6 meses de tratamento na população global. Tratamento por 3 meses é menos tóxico e melhor tolerado. 3 meses de CAPOX foi não inferior a 6 meses de CAPOX. 3 meses de FOLFOX não foi não inferior a 6 meses de FOLFOX. Estádio III de baixo risco (T1-3 N1): 3m não inferior a 6m. Estádio III de alto risco (T4 e/ou N2): 3m inferior a 6m.
44 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA
45 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Características do estudo
46 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Características do estudo
47 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Características do estudo
48 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Resultados
49 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Resultados
50 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Toxicidade
51 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Desfecho primário
52 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Desfecho primário
53 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Desfecho primário Grande diferença de prognóstico observado entre grupos T1-3N1 vs. T4 e/oun2: 20% δ em SLD 3 anos. Análise "post ad-hoc entre estes grupos. Dois regimens distintos utilizados: XELOX e FOFLOX. Análise "ad hoc 3m vs. 6m por regime. Análise pos hoc entre regimes.
54 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Desfecho primário
55 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Desfecho primário
56 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Desfecho primário
57 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Desfecho primário
58 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Desfecho primário
59 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Conclusões 3m vs. 6m: maior conformidade no tratamento; redução na toxicidade. Desfecho primário na população geral não alcançado Análises secundárias de acordo com risco e regime de tratamento podem estabelecer subgrupos de efetividade. Duração de tratamento: balanço entre potencial perda de efetividade em SLD em 3 anos e redução da neurotoxicidade. SLD em 3 anos é um desfecho substitutivo validado para sobrevida global nesta população
60 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Conclusões
61 COLABORAÇÃO IDEA ANÁLISE COMBINADA Críticas ao estudo Análise combinada de 6 estudos independentes heterogêneos 3 estudos (ACHIEVE, CALGB 80702, HORG) ainda sem apresentação de dados finais. Pacientes com MSI-H não foram excluídos. Resultados ainda não publicados. SG imatura.
62 DESTAQUES ASCO 2017 CÂNCER COLORRETAL CALGB/SWOG 80405
63 CALGB/SWOG Desenho original e resultado final
64 CALGB/SWOG Análises exploratórias indicaram que a lateralidade é prognóstica e preditiva.
65 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS
66 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS ABSTRACT 3503 Lateralidade persiste prognóstica mesmo quando ajustada pelas características avaliadas.
67 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS ABSTRACT 3504 Mutação do BRAF: fortemente prognóstica mas não é preditiva.
68 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS ABSTRACT 3504 Instabilidade de microsatélites: não é prognóstica mas pode ser preditiva.
69 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS ABSTRACT 3504 Carga mutacional
70 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS ABSTRACT 3504 Carga mutacional em pacientes com fenótipo de estabilidade de microsatélites pode ser prognóstica mas não é preditiva.
71 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS ABSTRACT 3511 Consenso de Subtipos Moleculares do Câncer de Cólon (CMS)
72 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS ABSTRACT 3511 Consenso de Subtipos Moleculares do Câncer de Cólon (CMS)
73 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS ABSTRACT 3511 Consenso de Subtipos Moleculares do Câncer de Cólon (CMS)
74 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS ABSTRACT 3511 CMS e lateralidade
75 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS ABSTRACT 3511 A classificação do CMS é altamente prognóstica
76 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS ABSTRACT 3511 A classificação do CMS pode ser preditiva
77 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS CONCLUSÕES
78 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS CONCLUSÕES
79 CALGB/SWOG ANÁLISES TRANSLACIONAIS E CORRELATIVAS CONCLUSÕES
80 DESTAQUES ASCO 2017 CÂNCER COLORRETAL METASTÁTICO NOVAS ESTRATÉGIAS TERAPÊUTICAS
81 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS Mutação BRAF V600E é presente em 7% dos pacientes com CCR metastático. Ativação constitucional da via de sinalização MAPK-quinase. Associado a biologia agressiva e refratariedade aos tratamentos disponíveis.
82 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SWOG S 1406 USO DO VEMURAFENIBE PARA MUTAÇÃO DO BRAF Vemurafenibe é um inibidor específico da mutação do BRAF V600E Atividade limitada como agente isolado Efeito sinérgico quando associado ao anti-egfr e irinotecano
83 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SWOG S 1406 USO DO VEMURAFENIBE PARA MUTAÇÃO DO BRAF Desenho do estudo
84 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SWOG S 1406 USO DO VEMURAFENIBE PARA MUTAÇÃO DO BRAF Desenho do estudo
85 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SWOG S 1406 USO DO VEMURAFENIBE PARA MUTAÇÃO DO BRAF Resultados
86 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SWOG S 1406 USO DO VEMURAFENIBE PARA MUTAÇÃO DO BRAF Toxicidade
87 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SWOG S 1406 USO DO VEMURAFENIBE PARA MUTAÇÃO DO BRAF Desfecho Primário
88 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SWOG S 1406 USO DO VEMURAFENIBE PARA MUTAÇÃO DO BRAF Desfecho Primário
89 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SWOG S 1406 USO DO VEMURAFENIBE PARA MUTAÇÃO DO BRAF Desfecho Secundário
90 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SWOG S 1406 USO DO VEMURAFENIBE PARA MUTAÇÃO DO BRAF Desfecho Secundário
91 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SWOG S 1406 USO DO VEMURAFENIBE PARA MUTAÇÃO DO BRAF Desfecho Secundário
92 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SWOG S 1406 USO DO VEMURAFENIBE PARA MUTAÇÃO DO BRAF Conclusões
93 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SUNSHINE: SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D Vitamina D tem propriedades anti-neoplásicas. As células de CCR expressam o receptor de vitamina D. Modelos pré-clínicos evidenciam atividade anti-proliferativa. Altos níveis plasmáticos de vitamina D são associados a aumento de sobrevida no CCR.
94 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SUNSHINE: SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D Desenho do estudo
95 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SUNSHINE: SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D Desenho do estudo
96 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SUNSHINE: SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D Resultados
97 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SUNSHINE: SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D Segurança
98 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SUNSHINE: SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D Desfecho primário
99 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SUNSHINE: SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D Desfecho primário
100 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SUNSHINE: SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D Desfecho secundário
101 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS SUNSHINE: SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D Conclusões
102 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FOXFIRE: RADIOTERAPIA SELETIVA INTERNA (SIRT)
103 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FOXFIRE: RADIOTERAPIA SELETIVA INTERNA (SIRT) Desenho do estudo
104 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FOXFIRE: RADIOTERAPIA SELETIVA INTERNA (SIRT) Desenho do estudo
105 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FOXFIRE: RADIOTERAPIA SELETIVA INTERNA (SIRT) Resultados
106 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FOXFIRE: RADIOTERAPIA SELETIVA INTERNA (SIRT) Desfecho Primário
107 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FOXFIRE: RADIOTERAPIA SELETIVA INTERNA (SIRT) Desfecho Secundário
108 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FOXFIRE: RADIOTERAPIA SELETIVA INTERNA (SIRT) Desfecho Secundário
109 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FOXFIRE: RADIOTERAPIA SELETIVA INTERNA (SIRT) Segurança
110 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FOXFIRE: RADIOTERAPIA SELETIVA INTERNA (SIRT) Conclusões
111 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FRESCO TRIAL: SEGURANÇA E EFICÁCIA DO FRUQUINTINIBE
112 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FRESCO TRIAL: SEGURANÇA E EFICÁCIA DO FRUQUINTINIBE Desenho do estudo
113 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FRESCO TRIAL: SEGURANÇA E EFICÁCIA DO FRUQUINTINIBE Desenho do estudo
114 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FRESCO TRIAL: SEGURANÇA E EFICÁCIA DO FRUQUINTINIBE Resultados
115 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FRESCO TRIAL: SEGURANÇA E EFICÁCIA DO FRUQUINTINIBE Desfecho primário
116 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FRESCO TRIAL: SEGURANÇA E EFICÁCIA DO FRUQUINTINIBE Desfecho secundário
117 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FRESCO TRIAL: SEGURANÇA E EFICÁCIA DO FRUQUINTINIBE Desfecho secundário
118 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FRESCO TRIAL: SEGURANÇA E EFICÁCIA DO FRUQUINTINIBE Segurança
119 CCR METASTÁTICO: NOVAS ESTRATÉGIAS FRESCO TRIAL: SEGURANÇA E EFICÁCIA DO FRUQUINTINIBE Conclusões
120 PÓS
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