As formas aparentes das crises em Marx
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- Juan Domingues Quintanilha
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1 Apresentação de Iniciação Científica - 23º SIICUSP Bolsista: Bruno Miller Theodosio Orientador: Prof. Dr. Eleutério Fernando da Silva Prado
2 Sumário Introdução Crise: as respostas do marxismo Questão de pesquisa e hipóteses Método: Dialética Materialista Dinâmica histórica Exposição dos resultados Conclusão
3 [...] toda a ciência seria supérflua, se a forma de aparecimento e a essência das coisas coincidissem imediatamente (Karl Marx, C. Vol. III, p. 271)
4 Contradições do capitalismo
5 A Lei Geral da Acumulação Capitalista A acumulação da riqueza num pólo é, portanto, ao mesmo tempo, a acumulação de miséria, tormento de trabalho, escravidão, ignorância, brutalização e degradação moral no pólo oposto, isto é, do lado da classe que produz seu próprio produto como capital. (Karl Marx, C. Vol. I, p. 210)
6 Introdução Realidade: Crises gerais: 1870, 1929, 2007,... Teoria Econômica: Economia Política Lei de Say Ciência Econômica Lei de Walras
7 As respostas do marxismo MARXISMO TÍPICO (MARXISMO POSITIVISTA) Leitura empírico-positivista Subconsumo, desproporção, finanças: causa Causa: Aparência DIALÉTICA MATERIALISTA Leitura dialética Contradição: forma de manifestação Causa: Essência Circulação Paul Sweezy, David Harvey, F. Chesnais Produção Ruy Fausto, Jorge Grespan
8 Questão de pesquisa e hipóteses Subconsumo, desproporções intersetoriais e problemas na esfera financeira são causas das crises? Hipóteses: Causas são formas de manifestação Contradição da lógica do capital instaura a crise Capital põe as barreiras à valorização Logicamente: Lei da queda tendencial da taxa de lucro (LQTTL) é essência/causa da crise
9 Método - Dialética Materialista Lógica expositiva e graus de abstração: Método cientificamente exato: elevação do abstrato ao concreto Relação-capital - sujeito contraditório: Valor que se valoriza Trabalho morto que se vivifica vampirescamente enquanto suga trabalho vivo Relação social MP D M... P... M D FT
10 O Capital Livro 1 Todo começo é difícil; isso vale para qualquer ciência. (Karl Marx, Prefácio, p.11)
11 Circulação Simples de mercadorias: MM aa DD MM bb Crise abstrata Mercadoria: valor de uso x valor Dinheiro: equivalente geral Medida dos valores (padrão dos preços) Meio de circulação Entesouramento e meio de pagamento (crédito) Crise: Interrupção do circuito crise monetária possibilidade formal (falta o fundamento)
12 Fetichismo e reificação Relação social de coisas: fetiche da mercadoria fetiche do dinheiro fetiche do capital Coisificação das relações humanas Mercadoria força de trabalho Realidade aparece invertida Aparência Essência
13 O que falta? Circulação Produção Pôr o que estava pressuposto: o capital e as classes Circulação Simples de Mercadorias: MM DD MM Fórmula geral do capital: DD MM DD MP Capital constante (c) FT Capital variável (v) (m) Capital adiantado: (c + v) Valor: w = (c + v + m) Aparência Essência Mais-valor = ΔDD = DD DD
14 Trabalho e valorização Jornada de trabalho: a c Tempo de trabalho necessário: a b v = salário Tempo de trabalho excedente b c m Luta de classes: regulação do tempo Mais-valor absoluto: limite extensivo Mais-valor relativo: aumento de produtividade a b c v m Taxa de mais-valor: mm vv Crise: produção consumo crise de superprodução Desmedida pp = mm (cc+vv) = (mm/vv) (cc/vv)+1
15 O Capital Livro 2 Produção e circulação: unidade externa
16 As três figuras de capital Ciclos do capital: Ciclo do Capital Monetário: D M... P... M D Acúmulo de tesouro (crise monetária) Ciclo do Capital Produtivo: P... M D M... P Fatores de produção ociosos Ciclo do Capital-Mercadoria: M D M... P... M Crise de realização O ciclo global é a unidade de suas três formas Movimento ideal é passagem fluida: fim de um ciclo é o início de outro Crise: rompimento das metamorfoses Desmedida entre produção e consumo do capital social
17 Capital fixo e capital circulante Figuras materiais Materiais de trabalho (fábricas e máquinas) Meios de trabalho (matérias primas e insumos) Força de trabalho Processo de Valorização (esfera da produção) Capital Constante Capital Variável Processo de Circulação (esfera da circulação) Capital Fixo Capital Circulante Crise: ausência do fundo de reserva para reposição do capital para manutenção da proporção entre as metamorfoses na circulação desmedida
18 Os esquemas de reprodução: a medida do (des)equilíbrio SSSSSSSSSS 1: ccc + vv1 + mmmmm = pp1 SSSSSSSSSS 2: ccc + vvv + mmmmm = ppp Em que: 1 é o setor de produção de meios de produção e p1 seu produto 2 é setor de produção de meios de consumo e p2 seu produto cccc é o capital constante do setor i, i = 1,2 vvvv é o capital variável do setor i, i = 1,2 mmmmm é o mais-valor do setor i, i = 1,2 Recolocação da importância qualitativa do valor de uso
19 Desproporção intersetorial e subconsumo: a desmedida ppp = ccc + ccc ppp = vv1 + mmmmm + vv2 + mmmm2 Reprodução Simples ccc = vvv + mmmmm Equilíbrio se dá ex post: oferta e demanda Reprodução Ampliada (capitalização do lucro) ccc < vvv + mmmmm Crise: Desproporção intersetorial: Subconsumo: [ccc < vvv + mmmmm] [ccc > vvv + mmmmm] Desmedida como perda da medida recíproca entre os setores
20 Desproporção intersetorial e subconsumo: formas aparentes Desproporção intersetorial: Subconsumo: [ccc < vvv + mmmmm] [ccc > vvv + mmmmm] Problemas da esfera da circulação Abstração da concorrência (Produção e Circulação como nexo externo) Formas aparentes da crise
21 O Capital Livro 3 Capitalismo e concorrência: o capital como totalidade O capital em sua multiplicidade Preço e lucro fundamento: valor e maisvalor
22 Mais-valor e lucro TAXA DE MAIS-VALOR Taxa de mais-valor = mm/vv TAXA DE LUCRO Chamando a taxa de lucro de p, e capital global de C, temos que, pp = mm CC, São duas medições diferentes da mesma grandeza que, devido à diversidade das escalas, expressam ao mesmo tempo proporções ou relações diferentes da mesma grandeza. C, III, p.34 Como CC = cc + vv. pp = mm (cc+vv)
23 Formação da taxa média de lucro e transformação dos valores em preços de produção m mais-valor (calculamos o mais-valor sabendo que a taxa de mais-valor (mm/vv) é de 100%) Preço de custo (PPPP) capital adiantado pelo capitalista na compra de capital constante e capital variável PPPPPPPPP dddd cccccccccc = cc + vv Valor valor da produção = cc + vv + mm Composição orgânica do capital (CCCCCC) Relação de valor entre capital constante e capital variável CCCCCC = cc/vv Taxa de lucro pp = mm cc + vv Taxa média de lucro PP = mm (cc+vv) = MM CC Preço de Produção PPPP = PPPP + PP(PPPP) = PPPP (1 + PP)
24 Composição orgânica do capital e produtividade Tendência histórica do capitalismo: acumulação (desenvolvimentos das forças produtivas) produtividade do trabalho: menos trabalhadores são demandados relativamente à massa de meios de trabalho CTC (física) COK (valor) Maior participação de tecnologias poupadoras de trabalho Desemprego Forma-se: exército industrial de reserva (pressão baixista nos salários)
25 Lei da Queda Tendencial da Taxa de Lucro (LQTTL): essência da crise pp = mm (cc+vv) dividindo-se todos os termos do lado direito pelo capital variável tem-se: AAAAAAAAAAaaccc mmmmmmmmmmmmmmmmmmm: pp = pp mm vv ; cc vv coeteris paribus: pp [mm/vv] > 0 ; pp [cc/vv] < 0 DDDDDDDDDDDDDDDDD mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm:.. cc/vv > mm/vv pp = mm vv cc vv + 1 LLLLLLLLLL: eeeeeeeeeeeeeee dddd cccccccccc
26 LQTTL e crise: desmedida Desmedida plenamente determinada: pp = mm vv cc vv + 1 LQTTL: derivada da própria natureza contraditória da relação-capital sob concorrência Causa da crise Lei tendencial: fatores contra-atuantes possibilista
27 Natureza da crise: sobreacumulação Acumulação: Produção de mercadorias como meio de valorização superprodução de capital (sobreacumulação): crise em meio à abundância Saída temporária da crise: Desvalorização/destruição do estoque de capital existente Exportação geográfica da crise Dilatação dos efeitos da crise no tempo
28 Divisão do lucro Divisão do lucro: disputa intra-classe no polo do capital DD MM DDD
29 O capital portador de juros e as finanças Capitalista monetário pode utilizar o dinheiro que funciona como capital de duas formas DD DDD Ganho empresarial Juro
30 Autonomização financeira e capital fictício: crise Esfera financeira: circulação do dinheiro que gera mais dinheiro sem estar, em si, diretamente (ou explicitamente) aplicado à produção Autonomização relativa Produção-Finanças A oposição capital-trabalho se esconde sob a luta distributiva entre ganho empresarial e juro Capitalização: rendimento monetário de um capital que não existe, mas que caso existisse, renderia este fluxo monetário como juro (i.e. títulos da dívida pública, ações, ativos comerciais, etc.) capital fictício Crise: tentativa de autonomização do capital portador de juros e capital fictício desmedida como quebra de um vínculo inquebrantável Precedência lógica da LQTTL à divisão do lucro: desmedida financeira é mais uma determinação da crise
31 Hipóteses e resultados HIPÓTESES LANÇADAS Desproporção intersetorial, subconsumo e problemas nas finanças são não são causas da crise e sim formas de manifestação Capital põe as barreiras à valorização Contradição da lógica do capital instaura a crise Lei da queda tendencial da taxa de lucro (LQTTL) é essência/causa da crise CONFIRMAÇÃO DAS HIPÓTESES Desproporção intersetorial, subconsumo e problemas nas finanças são barreias à valorização que aparecem (formas de manifestação) como desmedida (perda de autorreferência do próprio processo capitalista), contrariando a lógica expansiva do valor e instaurando a crise, sendo, pois, a LQTTL a causa da crise pois é derivada da própria relaçãocapital sob concorrência
32 À Guisa de conclusão: as formas de manifestação e a essência da crise FORMAS APARENTES Desmedida Separação entre produção e consumo Não fluidez das figuras de capital em seus ciclos na circulação Inexistência de um fundo de reserva para reposição do capital Desproporção intersetorial Subconsumo Autonomização das finanças ante o sistema LQTTL ESSÊNCIA/CAUSA Expressa a lógica da relação-capital plenamente desenvolvida sob concorrência
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