Legionella e risco em saúde pública
|
|
|
- Elza Tuschinski Penha
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Legionella e risco em saúde pública Workshop Prevenção e Controlo de Legionella nos Sistemas de Água Lisboa, 30 de janeiro de 2013 Teresa Marques Hospital de Egas Moniz, CHLO Faculdade de Ciências Médicas, UNL
2 História Bellevue Stratford Hotel Philadelphia 1976 Epidemia de pneumonia numa Convenção da Legião Americana, em Filadélfia 29 mortes em 182 casos de doença registados (Fraser et al, N. Engl. J. Med. 297: ) 1977 Isolamento do agente (Mc Dade et al) 1979 Legionella pneumophila-novo género, nova espécie (Brenner et al)
3 História Mas a história tinha começado muito antes E continuou Casos isolados ou surtos epidémicos Infeção da Comunidade Infeção Nosocomial (Infeção Associada a Cuidados de Saúde) Infeção no Viajante EWGLI
4 Características do género Legionella Bacilo de Gram negativo, pleomórfico, aeróbio, móvel Ubíquo na água doce ambiente, associado a biofilmes e parasita intracelular de protozoários (amibas e outros) Necessita de ferro e cisteína para o seu metabolismo; temperatura ótima : 22ºC 45ºC Por via inalatória (micro aerossóis), pode provocar infeção sistémica no homem, com localização predominantemente pulmonar Fatores de virulência: gene mip (MIP- 24 kda), gene pil E, citotoxinas, metaloproteases, fosfolipases
5 Patogénese: ciclo de vida da Legionella nas amibas (hospedeiro natural) e nos macrófagos humanos (hospedeiro acidental) Amibas parasitadas por Legionella Legionella nos macrófagos alveolares T. Baptista-Fernandes, Microbiologia, HEM-CHLO Diana Malhado, in tese de licenciatura
6 D. dos Legionários doença da civilização? Bactéria ubíqua da água ambiente Reservatórios artificiais, criados pelo homem, que amplificam o inóculo Rede predial de águas (depósitos centrais, chuveiros e torneiras) Torres arrefecimento de sistemas de climatização; Condensadores evaporativos Humidificadores Equipamento de terapia respiratória Instalações termais Piscinas; jacuzzis Fontes decorativas; Sistemas de rega Aerossóis Hospedeiro suscetível
7 Epidemiologia A infeção depende de: Nível de contaminação da água (dimensão do inóculo infetante) Virulência da bactéria Eficácia da formação e disseminação de aerossóis (direção do vento, humidade relativa do ar) Tempo de exposição Fatores de risco do hospedeiro
8 Fatores de risco do hospedeiro Diminuição da imunidade celular Sexo masculino, idade superior a 50 anos DPOC, tabagismo Diabetes, insuficiência renal Transplantação de órgãos sólidos -TC e TR Imunossupressão (incluindo corticoterapia) Neoplasias do foro hematológico
9 Clínica Doença dos Legionários - pneumonia sem sinais patognomónicos, com período de incubação de 2 a 10 dias (febre, cefaleias, mialgias, tosse frequentemente não produtiva, hiponatrémia, diarreia, alterações SNC, insuficiência respiratória grave). Febre de Pontiac infeção brônquica, autolimitada, com período de incubação de algumas horas a 2 dias (febre, cefaleias, mialgias). Não existe transmissão homem a homem
10 Diagnóstico Laboratorial 1. Pesquisa direta de antigénio em amostras respiratórias, por IFD (TR+TC) 2. Isolamento em Cultura em BCYE-, BMPA ou de GVPC (Gold standard ) 3. Pesquisa de antigénio na urina - L. pneumophila sg1 Método + usado: 80% dos casos notificados na europa em Pesquisa de anticorpos no soro por IFI 5. Pesquisa de ácido nucleico (PCR, RT - PCR) ainda não padronizada para amostras biológicas
11 Tipificação de estirpes A tipificação permite comparar estirpes isoladas de doentes com as estirpes isoladas na água ambiente, durante uma investigação epidemiológica Métodos fenotípicos: MAbs IFA - Painel de Dresden (screening) Epitopo de virulência Monoclonal 3/1 Métodos genotípicos: SBT Sequence based typing (EWGLI) Sete alelos: flaa, pile, asd, mip, momps, proa, neua (Gaia et al. 2005; Ratzow et al. 2007)
12 Prevenção Apesar da IMPOSSIBILIDADE DE ERRADICAR as múltiplas fontes de infeção (...) é possível REDUZIR O RISCO Desenho adequado de canalizações Limpeza e desinfeção periódicas de instalações e manutenção de equipamentos produtores de aerossóis Aplicação de biocidas apropriados Controlo de temperatura da água (abaixo de 20ºC e acima de 60ºC) Outras medidas
13 Doença dos Legionários na Europa Grupo europeu de estudos ESGLI Rede de vigilância EWGLINET Rede de vigilância nos viajantes 2010 ELDSNet, integrada no TESSy, The European Surveillance Network - ECDC Direção Geral da Saúde e Hospital Egas Moniz, CHLO
14 ELDSNet members are the epidemiologists and microbiologists from the 27 EU countries, Iceland and Norway, who were nominated for Legionnaires disease surveillance at European level by their designated national authorities ( competent bodies according to Regulation (EC) No 851/2004, Article 2a Portugal Directorate General of Health Alameda D. Afonso Henriques, 45 PT Lisboa Hospital de Egas Moniz CHLO Rua da Junqueira, 126 PT Lisboa
15
16 Reducing the risk (the 14 point checklist) The risk of Legionnaires disease can be minimised. Any hotel that does not have an active programme to control the growth of the bacteria is negligent in ensuring the safety of its guests. This programme should include the following: Have one named person responsible for Legionella control. Ensure the named person is trained in the control of Legionella and other staff are trained to be aware of the importance of their role in controlling Legionella. Keep hot water hot and circulating at all times: 50oC 60oC (too hot to put hands into or under for more than a few seconds)3 Keep cold water cold at all times throughout the system: it should be maintained at temperatures below 25oC2. Run all taps and showers: in guest rooms run for several minutes at least once a week if they are unoccupied and always prior to occupation. Keep shower heads, hoses and taps clean and free from scale. Clean and disinfect cooling towers and associated pipes used in air conditioning systems regularly: at least twice a year. Clean and disinfect water heaters (calorifiers) and hot water storage tanks at least once a year. Disinfect the hot water system with a high level (50mg/l) of chlorine for 2 4 hours after work on water heaters and before the beginning of every season. Clean and disinfect all water filters regularly: every one to three months. Inspect water storage tanks, cooling towers and visible pipe-work monthly. Ensure that all lids and insulation are intact and firmly in place. Inspect the inside of cold water tanks at least once a year and clean. If they contain a deposit or are otherwise dirty, disinfect with 50mg/l chlorine for a minimum of 1 hour. Ensure that system modifications or new installations do not create pipe-work with intermittent or no water flow or insufficient capacity to cope with surges in requirement. If there is a spa pool (synonyms: whirlpool spa, JacuzziTM, spa bath, hot tub) ensure that: it is continuously treated with a minimum of 2 3mg/l chlorine or bromine and the ph is maintained at and the levels are monitored at least three times a day; at least half of the water is replaced each day; sand or diatomaceous earth filters are back-washed daily; the whole system, including the balance tank, is cleaned and disinfected once a week; and daily records are kept of all water treatment readings, such as temperature, ph and chlorine concentrations and ensure that any measurements that are outside of those specified have been acted upon and are checked regularly by the manager. Further advice about specific controls should be sought from experts in this field who can carry out a full risk assessment of the hotel site.
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26 Doença dos Legionários em Portugal Um problema de saúde pública mal conhecido e sub-diagnosticado 1999 Direcção Geral de Saúde : D. Legionários D.D.O Programa de Vigilância Epidemiológica Integrada da Doença dos Legionários (VigLab D. Legionários)
27 VigLab Portugal, 2004 Fluxograma HEM-CHLO
28 Programa VigLab - D. dos Legionários DGS, Portugal, Distribuição dos casos de acordo com a sua classificação Ano de início da doença Confirmados Prováveis Classificação desconhecida TOTAL Óbitos Total
29 Doença dos Legionários A verdadeira incidência está longe de ser conhecida. Depende da sensibilização dos clínicos (se não colocarem como hipótese de diagnóstico o laboratório não pesquisa ), dos métodos de diagnóstico laboratorial aplicados e dos programas de vigilância implementados
30 Bibliografia Legionella and Legionnaires Disease: 25 Years of Investigation. Barry S. Fields,* Robert F. Benson, and Richard E. Besser. Clinical Microbiology Reviews, July 2002: A propósito do lançamento do Programa de Vigilância Epidemiológica Integrada da Doença dos Legionários. Teresa Marques. Revista Portuguesa de Doenças Respiratórias, 2005, 1: Doença dos Legionários. Procedimentos de controlo nos empreendimentos turísticos. Ed. Direção-Geral da Saúde e Direção-Geral do Turismo, Activities >Surveillance > ELDSNet
Legionella um risco em saúde pública
Legionella um risco em saúde pública Teresa Marques, MD, PhD Consultora da Direção Geral da Saúde Coordenadora do Programa de Vigilância Epidemiológica Integrada da Doença dos Legionários Workshop Prevenção
Legionella e risco em saúde pública
Legionella e risco em saúde pública Workshop Prevenção e Controlo de Legionella nos Sistemas de Água Porto, 24 de outubro de 2013 Teresa Marques Hospital de Egas Moniz, CHLO Faculdade de Ciências Médicas,
A LEGIONELLA E O HOMEM
A LEGIONELLA E O HOMEM 2ª CONFERÊNCIA DE CONTROLO DE PRAGAS URBANAS 14 Outubro 2011 Laboratório de Microbiologia Unidade de Água e Solo Departamento de Saúde Ambiental Centro de Saúde Pública Doutor Gonçalves
Doença dos Legionários: Avaliação de riscos e a problemática hospitalar
Doença dos Legionários: Avaliação de riscos e a problemática hospitalar O presente artigo incide sobre os principais aspectos associados à avaliação de risco associado à ocorrência da bactéria do género
Legionella hospitalar
Universidade de São Paulo Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias Legionella hospitalar Anna Sara Levin Coordenadora do Grupo de controle de Infecção Hospitalar do HC- FM USP Legionelose É
INVESTIGAÇÃO DE FOCOS DE LEGIONELA NO SISTEMA DE AR CONDICIONADO EM DOIS HOSPITAIS DA GRANDE FLORIANÓPOLIS - SC
I CONGRESSO BAIANO DE ENGENHARIA AMBIENTAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental INVESTIGAÇÃO DE FOCOS DE LEGIONELA NO SISTEMA DE AR CONDICIONADO EM DOIS
Amostragem e Análise de Legionella em Sistemas de Água
Amostragem e Análise de Legionella em Sistemas de Água Cristina Pizarro ([email protected]) Raquel Rodrigues ([email protected]) SUMÁRIO Introdução teórica; Amostragem:
Apresentação do Guia da CS04/IPQ Prevenção e Controlo de Legionella nos sistemas de água
Apresentação do Guia da CS04/IPQ Prevenção e Controlo de Legionella nos sistemas de água Ana Luisa Fernando Universidade Nova de Lisboa/FCT 1 Guia Preparado pela Comissão Sectorial para Água, CS/04 Ministério
LEGIONELLA COMO MINIMIZAR RISCOS. Marcos d Avila Bensoussan SETRI Consultoria em Sustentabilidade
LEGIONELLA COMO MINIMIZAR RISCOS Marcos d Avila Bensoussan SETRI Consultoria em Sustentabilidade SUSTENTABILIDADE PESSOAS PLANETA - PRODUTIVIDADE Ter práticas sustentáveis, também é prover menos riscos
SURTO DE DOENÇA DOS LEGIONÁRIOS EM VILA FRANCA DE XIRA DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO SURTO
SURTO DE DOENÇA DOS LEGIONÁRIOS EM VILA FRANCA DE XIRA DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO SURTO Direção-Geral da Saúde Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP Administração Regional de Saúde de Lisboa e
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DOENÇA DOS LEGIONÁRIOS
Departamento de Saúde Pública e Planeamento da ARS Algarve, I.P. Joaquim Bodião e Alexandra Monteiro Workshop "Prevenção e Controlo de Legionella nos Sistemas de Água" 16 Maio 2014 Auditório da AHETA Albufeira
DOENÇA POR LEGIONELLA
SESSÃO CLÍNICA DOENÇA POR LEGIONELLA DIVA TRIGO, JOANA BATISTA, PATRÍCIA PACHECO S.INFECCIOLOGIA 13 NOVEMBRO 2014 Doença por Legionella 12-11-2014 3º maior surto na Europa 302 casos 49 UCI 9 óbitos Doença
INTRODUÇÃO AOS ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS E AMBIENTAIS DA DOENÇA A DOS LEGIONÁRIOS.
INTRODUÇÃO AOS ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS E AMBIENTAIS DA DOENÇA A DOS LEGIONÁRIOS. 1 História inicial. Epidemia de casos de pneumonia. Convenção da Legião Americana, na cidade de Filadélfia lfia, no ano
Controlo de Legionella em Hotelaria
Controlo de Legionella em Hotelaria Dra. Núria Adroer André Travancas Porto - 24 de outubro de 2013 WORKSHOP Prevenção e Controlo de Legionella nos Sistemas de Água Objetivos Problemas das instalações
Prevenção e Controlo de Legionella nos Sistemas de Água
Prevenção e Controlo de Legionella nos Sistemas de Água Medidas de Prevenção de Legionella em Sistemas Prediais o caso da Hotelaria Delfim Filho Director Regional de Operações Norte GRUPO HOTI HOTÉIS AGENDA
1. Definição de Caso1: Sarampo
Digitally signed by Francisco Henrique Moura George Francisco DN: c=pt, o=ministério da Saúde, ou=direcção-geral da Henrique Saúde, cn=francisco Henrique Moura George Moura George Date: 2011.06.08 12:41:12
Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica
ETAPA DE MINIMIZAÇÃO Diagnóstico, vigilância e tratamento Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica O Plano de Contingência dos Açores para a Pandemia da Gripe (PCA) prevê mecanismos para garantir
Simpósio Ambiente e Saúde Legionella species
Simpósio Ambiente e Saúde Legionella species Cristina Pizarro ([email protected]) Raquel Rodrigues ([email protected]) Referência histórica 1976 Surto inexplicável de pneumonia
Amostragem e Análise de Legionella em Sistemas de Água
Amostragem e Análise de Legionella em Sistemas de Água Cristina Pizarro ([email protected]) Raquel Rodrigues ([email protected]) SUMÁRIO Introdução teórica; Amostragem:
Legionella pneumophila em ambientes aquáticos
Legionella pneumophila em ambientes aquáticos Joana Costa AHETA 16 maio 2014 Workshop "Prevenção e Controlo de Legionella nos Sistemas de Água" Legionela de organismo ambiental a agente patogénico acidental
Sistemas artificiais de água e a problemática de Legionella
QUALIDADE AMBIENTAL EM UNIDADES DE SAÚDE E INFEÇÕES ASSOCIADAS APH (ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE INFEÇÃO HOSPITALAR) Sistemas artificiais de água e a problemática de Legionella - Riscos Associados e Sua Prevenção
PREVENÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DA LEGIONELLA EM PISCINAS E SPAS
PREVENÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DA LEGIONELLA EM PISCINAS E SPAS Paulo Diegues Direção-Geral da Saúde Divisão de Saúde Ambiental e Ocupacional CS04 Encontro Legionella Associação Hoteleira do Algarve 16 maio
75, 8.º DTO 1250-068 LISBOA
EAbrief: Medida de incentivo ao emprego mediante o reembolso da taxa social única EAbrief: Employment incentive measure through the unique social rate reimbursement Portaria n.º 229/2012, de 03 de Agosto
DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA
Universidade do Minho 2007 Vigilância Epidemiológica de Doenças Transmissíveis DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA RIA Fernando Costa Silva UOSP - Braga Definição Monitorizar Sistema dinâmico que permite
Mesa - redonda. Programas Nacionais. Programa Nacional da Prevenção das Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde
Mesa - redonda Programas Nacionais Programa Nacional da Prevenção das Infecções Associadas Cuidados de Saúde Cristina Costa Programa Nacional de Prevenção das Resistências antimicrobianos Ana Leça Moderadora
A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da
2 A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da inflamação, o que dificulta a realização das trocas gasosas.
IN RE: GUARDIAN ADVOCATE OF/ REF: CURATELA ESPECIAL DE
IN THE CIRCUIT COURT FOR ORANGE COUNTY, FLORIDA PROBATE DIVISION IN RE: GUARDIAN ADVOCATE OF/ REF: CURATELA ESPECIAL DE Case No / N o do Caso: ANNUAL GUARDIAN ADVOCATE REPORT ANNUAL GUARDIAN ADVOCATE PLAN
Boletim Epidemiológico Volume 01, Nº 2, 04 de Julho 2013.
Boletim Epidemiológico Volume 0, Nº 2, 04 de Julho 20. Influenza O controle da Influenza no país continua sendo feito por monitoramento - vigilância de Síndrome Gripal (SG) e da Síndrome Respiratória Aguda
NORMAS DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS DE LÍNGUAS (TURMAS REGULARES E INTENSIVAS) 2015/2016
NORMAS DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS DE LÍNGUAS (TURMAS REGULARES E INTENSIVAS) 2015/2016 1. Tipos de turma e duração: O CLECS oferece dois tipos de turma: regular e intensivo. Além destas turmas, o CLECS
Surto de Doença dos Legionários de Vila Franca de Xira, Portugal, 2014
Surto de Doença dos Legionários de Vila Franca de Xira, Portugal, 2014 Cátia Sousa Pinto, MD Divisão de Epidemiologia e Vigilância Direção-geral da Saúde 2015 Identificação do surto 7 Novembro2014: 18
WORKSHOP Prevenção e Controlo da Legionella nos sistemas de água IPQ, Covilhã 11/04/2018
WORKSHOP Prevenção e Controlo da Legionella nos sistemas de água IPQ, Covilhã 11/04/2018 Gestão de surtos em Saúde Pública João Pedro Pimentel Departamento de Saúde Pública da Administração Regional de
Inalação de aerossóis
Legionella Bacilos aeróbios gram-negativos, 18 espécies (L. pneumophila serogrupo 1,2 e 6 mais frequentemente implicada) Agente comum de pneumonia adquirida na comunidade 1,2 (6-9%), nosocomial 3 e associada
Hotéis Dom Pedro. Lara Lamas de Oliveira (+351) 91 8822798 [email protected]
Hotéis Dom Pedro (+351) 91 8822798 [email protected] 2 Palace Lisboa Marina Baia Garajau Madeira Dom Pedro Algarve Golf Resort Portobelo Meia Praia 3 Pressão /Exigências dos Operadores Turísticos Riscos
Métodos laboratoriais para a pesquisa e identificação de Legionella spp
Métodos laboratoriais para a pesquisa e identificação de Legionella spp Raquel Rodrigues ([email protected]) SUMÁRIO Introdução teórica; Amostragem: Norma ISO 19458:2006, Water quality-
RISCOS ASSOCIADOS À PROLIFERAÇÃO DA LEGIONELA EM EQUIPAMENTOS DE ARREFECIMENTO EVAPORATIVO POR CONTACTO
RISCOS ASSOCIADOS À PROLIFERAÇÃO DA LEGIONELA EM EQUIPAMENTOS DE ARREFECIMENTO EVAPORATIVO POR CONTACTO 1. Introdução A presente informação limita-se a examinar os riscos relacionados com a propagação
Metodologias de Análise de Legionella em Sistemas de Água
Metodologias de Análise de Legionella em Sistemas de Água Cristina Pizarro ([email protected]) Raquel Rodrigues ([email protected]) SUMÁRIO Introdução teórica; Amostragem:
INFORME TÉCNICO FEBRE MACULOSA BRASILEIRA
SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E AMBIENTAL COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DIVISÃO DE TRANSMISSÍVEIS E IMUNOPREVINÍVEIS GERENCIA DE DOENÇAS
Boletim Epidemiológico
Secretaria Municipal de Saúde de Janaúba - MG Edição Julho/ 2015 Volume 04 Sistema Único de Saúde TUBERCULOSE VIGILÂNCIA Notifica-se, apenas o caso confirmado de tuberculose (critério clinico-epidemiológico
Legionella: FACTOS ESSENCIAIS E INFORMAÇÕES PRÁTICAS
Legionella: FACTOS ESSENCIAIS E INFORMAÇÕES PRÁTICAS A Legionella A Legionella é uma bactéria (bacilo de Gram-negativo) que se encontra dispersa no ambiente, especialmente em ambientes aquáticos (por exemplo,
Informe Técnico Sarampo nº 9 - ALERTA SARAMPO. Novos casos confirmados de sarampo (Genótipo D4), residentes no Estado de São Paulo.
INFORME TÉCNICO Nº 9 (Outubro) ALERTA SARAMPO 2011 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROF. ALEXANDRE
NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE RESUMOS PARA A VI JORNADA CIENTÍFICA DO HOSPITAL DE DOENÇAS TROPICAIS HDT/HAA
NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE RESUMOS PARA A VI JORNADA CIENTÍFICA DO HOSPITAL DE DOENÇAS TROPICAIS HDT/HAA Período de envio dos resumos: 08/10/15 à 10/11/15. Envio dos resumos: os resumos deverão ser enviados
Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações
Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações 1. Introdução A evolução da epidemia causada pelo vírus da gripe pandémica (H1N1) 2009 implica que as medidas sejam adaptadas
Cultural Identity of Young Volunteers Differences and understanding Empowering People. Volunteer Profile Questionnaire
Volunteer Profile Questionnaire 1 Índice 1 VOLUNTEER PROFILE QUESTIONNAIRE... 1.1 Country... 1. AGE... 1. GENDER... 1..1 GENDER vs... 1. Qualification... 1..1 QUALIFICATION GREECE VS PORTUGAL... 1. Are
Clostridium difficile: quando valorizar?
Clostridium difficile: quando valorizar? Sofia Bota, Luís Varandas, Maria João Brito, Catarina Gouveia Unidade de Infecciologia do Hospital D. Estefânia, CHLC - EPE Infeção a Clostridium difficile Diarreia
1. Programa Sanitário
Com metodologia baseada nos princípios da Medicina Veterinária Preventiva, este plano de trabalho foi estruturado para a implantação do Monitoramento Sanitário para Tilapicultura. 1. Programa Sanitário
em ambientes climatizados RE-09 Bióloga Maria José Silveira Especialista em Microbiologia CRBio 18.098-01
Contaminantes Microbiológicos em ambientes climatizados RE-09 Bióloga Maria José Silveira Especialista em Microbiologia CRBio 18.098-01 Como podemos avaliar a qualidade do ar ambiental Como avaliar se
Informe Técnico - SARAMPO nº2 /2010 Atualização da Situação Epidemiológica
1 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROF. ALEXANDRE VRANJAC Av. Dr. Arnaldo, 351-6º andar SP/SP CEP: 01246-000 Fone: (11)3082-0957 Fax:
ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica, Setembro 2014:
ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica, Setembro 2014: O Estado de São Paulo reforça a recomendação para que todos os GVE mantenham os municípios de sua área de abrangência em TOTAL ALERTA
Dossier Legionella TÉCNICA LEGIONELOSE QUADRO CLÍNICO
Dossier Legionella Autor: Eng. os O problema Legionella é, de facto, ainda hoje caracterizado (pelo menos no nosso país) por muitas incertezas e indeterminações. E esta situação pode colocar seriamente
PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA
PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA Grupo Águas de Portugal PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA Grupo Águas de Portugal Instituto Português da Qualidade Ministério
um inimigo que se respira A LEGIONELOSE: PROCESSO DE CONTAMINAÇÃO
DOENÇA DOS LEGIONÁRIOS Leg ionela um inimigo que se respira É hóspede indesejável dos sistemas de climatização, duches e outras fontes de vapor de água ou de aerossol, mas apenas é detectada em casos graves.
Boletim Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 37 de 2015
Boletim Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 37 de 2015 A vigilância da influenza no Brasil é composta pela vigilância
NORMAS PARA AUTORES. As normas a seguir descritas não dispensam a leitura do Regulamento da Revista Portuguesa de Marketing, disponível em www.rpm.pt.
NORMAS PARA AUTORES As normas a seguir descritas não dispensam a leitura do Regulamento da Revista Portuguesa de Marketing, disponível em www.rpm.pt. COPYRIGHT Um artigo submetido à Revista Portuguesa
O QUE VOCÊ PRECISA SABER
DIAGNÓSTICO DE INFLUENZA E OUTROS VIRUS RESPIRATÓRIOS NO HIAE. O QUE VOCÊ PRECISA SABER Maio de 2013 Laboratório Clínico Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Apenas para lembrar alguns aspectos das
ALERTA SARAMPO nº 11 Retorno das férias de julho, 2012
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROF. ALEXANDRE VRANJAC DIVISÃO DE DOENÇAS DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA
Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa
Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Programa de Vigilância Epidemiológica Integrada da Doença dos Legionários: Notificação Clínica e Laboratorial de Casos Nº: 05/DEP
Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico
Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico Gripe Perguntas Frequentes Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal O que é a
Passos para a prática de MBE Elaboração de uma pergunta clínica Passos para a prática de MBE
Passos para a prática de MBE Elaboração de uma pergunta clínica Dr. André Deeke Sasse 1. Formação da pergunta 2. Busca de melhor evidência resposta 3. Avaliação crítica das evidências 4. Integração da
A VISÃO DO REGULADOR INDICADORES DE QUALIDADE DE SERVIÇO, GPI E PNUEA
A VISÃO DO REGULADOR INDICADORES DE QUALIDADE DE SERVIÇO, GPI E PNUEA Conferência Alteração do Paradigma nos Serviços de Águas em Portugal - CANTANHEDE Julho de 2013 Centro Empresarial Torres de Lisboa
PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA
PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA Grupo Águas de Portugal PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA Grupo Águas de Portugal Instituto Português da Qualidade Ministério
Serviços - pressão de Inverno
Serviços - pressão de Inverno Data: 11/08/2004 Autor: Cláudia Conceição ([email protected]) Este documento procura mostrar, a partir de publicações que, pelo menos para alguns serviços, parece haver
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITETURA
SCHOOL YEAR 01/013 1 ST EXAM 013/01/16 08h00 DURATION: h00 THEORY QUESTIONS (maximum 45 minutes) 1. In a pumped trunk main system explain why the smallest technically viable diameter may not be the least
ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica Estado de São Paulo, Maio 2014:
ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica Estado de São Paulo, Maio 2014: Definição de caso suspeito de sarampo: Todo paciente que, independente da idade e da situação vacinal, apresentar febre
A Legionella e seus riscos
A Legionella e seus riscos O tema sob três pontos de vista: acadêmico, jurídico e do avaliador de risco Fernando Henrique Bensoussan Pinto da Fonseca e Prof. Dr. Dario Simões Zamboni: investigando os riscos
Situação epidemiológica e medidas de preparação. Jarbas Barbosa da Silva Jr. Secretário de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde
Situação epidemiológica e medidas de preparação Jarbas Barbosa da Silva Jr. Secretário de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Vírus Ebola Família Filoviridae, gênero Ebolavirus A primeira espécie de
O Enfoque Comportamental na Gestão de Riscos
O Enfoque Comportamental na Gestão de Riscos Ricardo Paulo dos Santos Engenharia de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente ECOSORB AGENDA Por quê Gerenciar Riscos? Gerenciamento de Risco: Uma visão integrada;
Boletim de Vigilância Epidemiológica da Gripe. Época 2015/2016 Semana 41 - de 05/10/2015 a 11/10/2015. Ausência de atividade gripal
Resumo Ausência de atividade gripal Na semana 41 de 215 (5 de outubro a 11 de outubro), a taxa de incidência de síndrome gripal foi de, por 1. habitantes, encontrando-se na zona de atividade basal. Na
ANÁLISE ECONÔMICA E ETIOLÓGICA DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA E COMPLICAÇÕES RENAIS
ANÁLISE ECONÔMICA E ETIOLÓGICA DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA E COMPLICAÇÕES RENAIS MARTOS, Natália Martinez; HALBE, Ricardo [email protected] Centro de Pós-Graduação Oswaldo Cruz Resumo: O número
PROFILAXIA CIRÚRGICA. Valquíria Alves
PROFILAXIA CIRÚRGICA Valquíria Alves INFECÇÃO DO LOCAL CIRÚRGICO (ILC) Placeholder for your own subheadline A infecção do local cirúrgico (ILC) é uma complicação comum da cirurgia, com taxas de incidência
Prevenção e Controlo da LEGIONELLA
AÇÃO FORMATIVA Prevenção e Controlo da LEGIONELLA CLIENTE: REAL ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE VIZELA MORADA: Avenida dos Bombeiros Voluntários, n.º 336 4815-901 Vizela TELEFONE 253
Country Houses. Historic Village Wine Hotel. Eco Friendly SPA FICHA TÉCNICA
Country Houses. Historic Village Wine Hotel. Eco Friendly SPA FICHA TÉCNICA As Casas do Côro existem desde o ano 2000 sempre em permanente investimento em novas casas e complementaridades. Em 2014 sete
ALERTA SARAMPO VACINAR, VACINAR e VACINAR ATUALIZAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA, ABRIL DE 2015
ALERTA SARAMPO VACINAR, VACINAR e VACINAR ATUALIZAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA, ABRIL DE 2015 O estado de São Paulo não apresenta circulação endêmica do vírus do sarampo desde 2000, mas a doença continua ocorrendo
UNIVERSITY OF CAMBRIDGE INTERNATIONAL EXAMINATIONS International General Certificate of Secondary Education
UNIVERSITY OF CAMBRIDGE INTERNATIONAL EXAMINATIONS International General Certificate of Secondary Education *5148359301* PORTUGUESE 0540/03 Paper 3 Speaking Role Play Card One 1 March 30 April 2013 No
Caracterização dos doentes toxicodependentes observados pela equipa de Psiquiatria de Ligação - análise comparativa dos anos de 1997 e 2004
Caracterização dos doentes toxicodependentes observados pela equipa de Psiquiatria de Ligação - análise comparativa dos anos de 1997 e 2004 Joana Alexandre *, Alice Luís ** Resumo Analisaram-se as características
MAUS TRATOS NA POPULAÇÃO IDOSA INSTITUCIONALIZADA
Universidade de Lisboa Faculdade de Medicina de Lisboa MAUS TRATOS NA POPULAÇÃO IDOSA INSTITUCIONALIZADA Catarina Isabel Fonseca Paulos Mestrado em Medicina Legal e Ciências Forenses 2005 Esta dissertação
A AUSTERIDADE CURA? A AUSTERIDADE MATA?
A AUSTERIDADE CURA? A AUSTERIDADE MATA? 29.Nov.2013 Financiamento Sector público é a principal fonte de financiamento de cuidados de saúde. Apenas EUA e México apresentam menos de 50% de financiamento
Coxiella. Bactéria Gram-negativa intracelular obrigatória
Coxiella burnetti Coxiella Bactéria Gram-negativa intracelular obrigatória Família Legionellaceae Gênero Coxiella 2 espécies: C. cheratii C. burnetii (humanos) Agente etiologico da febre Q Coxiella burnetii
Segurança do Paciente e Vigipos
14º Encontro Nacional da Rede Sentinela Fórum Internacional de Gestão de Risco e Segurança do Paciente 8 a 10 de outubro de 2013 Segurança do Paciente e Vigipos Geni Neumann N. de Lima Camara Unidade de
SABADOR. Apresentadora: Renée Sarmento de Oliveira Membro da equipe de Cardiologia/Coronária HBD. Professora de Clínica Médica da UNIRIO
SABADOR Prevenção Primária: em quem devemos usar estatina e aspirina em 2015? Apresentadora: Renée Sarmento de Oliveira Membro da equipe de Cardiologia/Coronária HBD Professora de Clínica Médica da UNIRIO
Gripe. Responsável por elevada morbilidade e aumento da mortalidade
Da Gripe Sazonal à Gripe Pandémica Gripe Doença a respiratória ria aguda transmissível Carácter epidémico Responsável por elevada morbilidade e aumento da mortalidade O Vírus V da Gripe 3 tipos: A, B,
MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE PARA A COMUNIDADE ESCOLAR. INFLUENZA A H1N1 junho de 2011
CENTRO ESTADUAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE PARA A COMUNIDADE ESCOLAR INFLUENZA A H1N1 junho de 2011 Medidas de prevenção: Higienizar as mãos com água e sabonete/sabão antes
Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD Núcleo Municipal de Controle de Infecção Hospitalar - NMCIH
Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD ALERTA EPIDEMIOLÓGICO I Influenza Suína ABRIL 2009 Definição de caso 1-Caso suspeito de infecção humana pelo vírus da influenza suína A (H1N1). Apresentar
PASSOS PARA A PRÁTICA DE MBE. ELABORAÇÃO DE UMA PERGUNTA CLÍNICA André Sasse [email protected] PASSOS PARA A PRÁTICA DE MBE ELABORAÇÃO DA PERGUNTA
PASSOS PARA A PRÁTICA DE MBE Curso Avançado MBE ELABORAÇÃO DE UMA PERGUNTA CLÍNICA André Sasse [email protected] 1. Formação da pergunta 2. Busca de melhor evidência resposta 3. Avaliação crítica das
Paulo Diegues. Direção-Geral da Saúde Divisão de Saúde Ambiental e Ocupacional
RISCOS DE EM SISTEMAS PREDIAIS Paulo Diegues Direção-Geral da Saúde Divisão de Saúde Ambiental e Ocupacional Workshop Prevenção e Controlo de Legionella nos Sistemas de Água Covilhã UBI 11 abril de 2018
GESTÃO DE ÁGUAS DE LIMPEZA CENTRAIS FOTOVOLTAICAS
Página 1 de 6 0 CONTROLO DE REVISÕES... 2 1 OBJECTIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO... 2 2 REFERÊNCIAS... 2 3 DEFINIÇÕES... 2 4 ABREVIATURAS... 3 5 PROCEDIMENTO... 3 6 RESPONSIBILIDADES... 5 7 FORMULÁRIOS... 6
UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO
UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO EMENTAS DISCIPLINAS MATRIZ 3 1º AO 3º PERÍODO 1 º Período C.H. Teórica: 90 C.H. Prática: 90 C.H. Total: 180 Créditos: 10
O que um estudante de medicina deve saber? Edvaldo Souza
O que um estudante de medicina deve saber? Edvaldo Souza Sumário Definição História Epidemiologia Etiologia Modos de transmissão Quadro Clínico Diagnóstico laboratorial Diagnóstico diferencial Tratamento
Project Management Activities
Id Name Duração Início Término Predecessoras 1 Project Management Activities 36 dias Sex 05/10/12 Sex 23/11/12 2 Plan the Project 36 dias Sex 05/10/12 Sex 23/11/12 3 Define the work 15 dias Sex 05/10/12
PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA
PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA Instituto Português da Qualidade Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento
TUBERCULOSE REGISTO DOS CASOS E MONITORIZAÇÃO DOS RESULTADOS
Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: SISTEMA DE INFORMAÇÃO INTRÍNSECO AO PROGRAMA DE TUBERCULOSE REGISTO DOS CASOS E MONITORIZAÇÃO DOS RESULTADOS Nº 8/DT Data: 9/05/00
