Controlo da velocidade em eixos rodoviários
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- Luiz Nathan Domingos Festas
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1 Controlo da velocidade em eixos rodoviários Definição de soluções combinadas de acalmia de tráfego Sílvia SANTOS 1 ; Ana BASTOS SILVA 2 Departamento de Engenharia Civil Universidade de Coimbra Rua Luís Reis Santos - Pólo II da Universidade, Coimbra, Portugal , [email protected] , [email protected] (autor correspondente) Palavras chave: Controlo de velocidade, acalmia de tráfego, atravessamentos de localidades, segurança rodoviária, desenho urbano Introdução Desde os tempos ancestrais que as estradas representam a espinha dorsal do ordenamento do território. Os trechos de atravessamento de localidades por parte de estradas nacionais e regionais, assumem um papel fundamental no desenvolvimento da malha urbana, designadamente das pequenas povoações integradas em espaços rurais ou de habitação dispersa. Na óptica da qualidade do serviço oferecido por esses eixos rodoviários, os trechos de atravessamento representam as zonas críticas em termos de segurança e funcionalidade, pois conjugam, no mesmo espaço, exigências de mobilidade ligadas ao tráfego de atravessamento e de resposta às actividades e acessibilidade local [1, 2]. O aumento da densidade habitacional e o desordenamento do território em espaços rurais tem vindo a justificar o aumento da sinistralidade rodoviária nestes eixos, sendo que actualmente em Portugal, 17% das vítimas desses acidentes são peões. Na maioria das situações, os conflitos são fruto de um traçado extremamente rectilíneo agravado pela disponibilização de perfis transversais alargados, resultantes de múltiplas vias de circulação ladeadas por bermas, normalmente largas. A inexistência de infraestruturas pedonais aliada à falta de formalização de lugares de estacionamento e do ordenamento do espaço marginal à via, resultam em trechos extremamente inseguros onde operam diferentes interesses, dificilmente conciliáveis entre si. De facto, as características prevalecentes do traçado tendem a induzir à prática de velocidades elevadas as quais, quando associadas a níveis elevados de tráfego automóvel, tendem a revelar-se incompatíveis com as actividades locais que aí se desenvolvem. A necessidade de controlar a velocidade adoptada pelos condutores, particularmente na presença de outros utilizadores, tem vindo a afirmar-se como medida essencial à segurança rodoviária. A simples imposição de limites máximos legais de velocidade tem-se revelado ineficiente, já que não controlam fisicamente o comportamento do condutor, resultando em níveis de acatamento extremamente baixos [2]. Proceedings of 7VCT, Lisbon, Portugal, October
2 Objectivos e objecto do trabalho As medidas de acalmia de tráfego têm vindo a afirmar-se como soluções extremamente eficazes no controlo dos comportamentos e, em particular das velocidades de circulação, sendo que os trechos de atravessamento de localidades se revelam como locais privilegiados para a sua aplicação. Impondo alterações físicas à infraestrutura, estas medidas restringem os comportamentos erráticos, contribuindo de forma significativa para a compatibilização do uso do mesmo espaço por diferentes utilizadores [1,2,3]. Importa ainda ter presente que um trecho de atravessamento de localidade representa para muitos aglomerados, a rua principal onde a maioria dos serviços e comércio conflui, podendo a actividade local ser seriamente afectada quando sujeita a volumes de tráfego elevados. Abrem-se assim, complementarmente às medidas de controlo de velocidade, perspectivas de aplicação de medidas voltadas para o controlo dos volumes de tráfego e para a requalificação e vivificação urbana [1]. É expectável que cada tratamento constitua uma solução global única tendo em conta as condicionantes e especificidades físicas locais, assim como as características e hábitos da população envolvida. No entanto, importa definir soluções globais que contribuam para a uniformização de soluções aplicáveis e que possam ser replicados em outros locais que apresentem problemas e características gerais semelhantes. Nesse contexto, o presente artigo resulta de trabalhos desenvolvidos no âmbito do projecto de investigação SAFESPEED - "Estratégias de gestão da velocidade: um instrumento para a implementação de soluções de gestão rodoviária seguras e eficientes, centrado na definição de soluções combinadas de acalmia de tráfego aplicadas ao tratamento de trechos de atravessamentos de localidades por parte de estradas nacionais e regionais. Resultados Foram definidas três zonas para cada trecho de atravessamento de localidade: zona de aproximação, de transição e urbana [3]. A solução final tende a ser condicionada por diversos factores como os volumes de procura de tráfego existentes, o tipo de uso do solo nos espaços marginais à via, tradições e hábitos locais, existência de condicionalismos de espaço, etc. Alguns desses factores são fáceis de quantificar, contudo outros assentam em medições qualitativas. As soluções apresentadas assentam na valorização do factor volume de tráfego motorizado, por ser facilmente quantificável e ainda por se considerar que é o factor que mais condiciona a solução global a adoptar, quer do ponto de vista da fluidez, quer do ponto de vista do grau de conflituosidade que este impõe aos espaços atravessados. Esta repartição justificou a segregação das soluções em 3 tipologias independentes,apresentando-se soluções combinadas de acalmia de tráfego compatíveis com níveis de tráfego elevado (15000<TMDa>25000), médio (6000<TMDa>15000) e baixo (TMDa<6000). 252 Proceedings of 7VCT, Lisbon, Portugal, October 2011
3 Consideraram-se adicionalmente dois factores justificativos de soluções globais diferenciadas: a extensão da localidade e as condicionantes de espaço canal. A primeira tende a condicionar o desenvolvimento das soluções longitudinalmente e, em particular, a eventual necessidade de recorrer às diferentes zonas de tratamento. Por sua vez, disponível a segunda condiciona significativamente a definição do perfil transversal tipo a adoptar. As soluções padrão concebidas assentam na definição de tipologia de intersecções, atravessamentos pedonais, paragens BUS, complementadas por um conjunto de soluções ligadas ao desenho urbano, iluminação pública, plantio de vegetação, etc. O estudo integrou a definição de perfis transversais tipo de referência para adopção no atravessamento urbano, os quais incorporam gamas possíveis de variação para cada um dos seus elementos constituintes, baseados no valor de referência e nos mínimos desejáveis e absolutos. Estudo de caso O desenvolvimento do estudo de caso procurou testar e avaliar a praticabilidade dos conceitos e das soluções padrão propostas, numa aplicação a um caso real [3]. O local seleccionado recaiu sobre o atravessamento da localidade de Joane, pertencente ao município de Famalicão, atravessada pela EN 206, ligando Famalicão a Guimarães. O trecho apresenta uma extensão de 2,8 km e um TMD a de veículos. A selecção deste local foi balizada pelos troços em estudo integrados no projecto de investigação SAFESPEED, seleccionado-se o trecho de atravessamento de localidade com maior número de acidentes ao longo dos últimos 5 anos. A solução foi desenvolvida não tendo sido ainda construída. O trabalho incidiu, numa primeira fase, no diagnóstico da situação suportado por observações locais, historial de acidentes, contagens de tráfego e registo da distribuição de velocidades. O trecho caracteriza-se por apresentar um traçado maioritariamente rectilíneo, uma rede pedonal deficiente e descontínua, e diversos conflitos entre o tráfego de atravessamento e o tráfego local. Segundo dados oficiais (ANSR) foram registadas 6 ocorrências (4 colisões e 2 atropelamentos) em 2007 e 7 acidentes (5 colisões e 2 despistes) em 2008, com uma distribuição bastante repartida ao longo de todo o troço em estudo (Figura 1). Proceedings of 7VCT, Lisbon, Portugal, October
4 Figura 1 - Localização geográfica dos principais locais de ocorrência de acidentes Os histogramas das velocidades, registados em regime livre de circulação (Figura 2) durante o período diurno nas zonas de aproximação e urbana, revelam uma sistemática violação dos limites legais, atendendo a que, em ambos os locais, esse limite é de 50 km/h. Registe-se ainda o facto das velocidades máximas registadas em ambos os locais excederem os 100 km/h. a) b) V média [km/h] 42,2 V 85 [km/h] 55,0 V máx [km/h] 104,0 V média [km/h] 63,7 V 85 [km/h] 74,0 V máx [km/h] 119,0 Figura 2: Histograma de velocidades na N206: a) zona urbana; b) zona de aproximação A segunda fase dos trabalhos centrou-se no desenvolvimento de uma solução global baseada no reordenamento físico de todo o trecho de atravessamento e na aplicação das soluções combinadas anteriormente desenvolvidas, contribuindo para a alteração do ambiente rodoviário através da transformação da estrada em rua, dando principal importância è beneficiação da rede pedonal. A gama de variação atribuída a cada parâmetro de projecto permitiu adaptar devidamente a solução global às exigências e 254 Proceedings of 7VCT, Lisbon, Portugal, October 2011
5 condicionantes locais. As propostas do tratamento de ambas as entradas na povoação são apresentadas nas Figuras 3 (planta) e na 4 (perfil). a) b) Figura 3 - Portões de entrada: a) Lado de Famalicão; b) Lado de Guimarães a) b) Figura 4 - Perfis transversais tipo: a) Perfil A-A ; b) Perfil D-D O espaço urbano mereceu igualmente atenção, adaptando as soluções às características e exigências do local, sendo necessário incluir uma plataforma elevada por restrições de espaço canal (Figura 5). Proceedings of 7VCT, Lisbon, Portugal, October
6 a) b) Figura 5 - Plataforma elevada: a) Vista em planta: b) Perfil C-C Agradecimentos Agradece-se a colaboração da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), pela cedência da base de dados sobre sinistralidade e à Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), pelo financiamento do projecto de investigação SAFESPEED. Referências [1] Santos, S. M. F., (2010), O Controlo da Velocidade em Estradas Inseridas em Meio Rural O Problema dos Atravessamentos de Localidades, Tese de Mestrado Integrado em Engenharia Civil pela FCTUC, Edição FCTUC, Julho [2] Seco, A.J.M. et al., (2010) Soluções de Acalmia de Tráfego, Fascículo integrado no Manual do Planeamento de Acessibilidades e Transportes, Fascículo com 51 pp. - Editado pela CCRDN. [3] Bastos Silva, et al., (2004) Potencialidades das técnicas de acalmia de tráfego na regulação do atravessamento de localidades 3º Congresso Rodoviário Português LNEC Lisboa, Portugal, 24 a 26 de Novembro. 256 Proceedings of 7VCT, Lisbon, Portugal, October 2011
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