Prof. Dr. João Batista de Almeida e Silva
|
|
|
- Ricardo Salvado Klettenberg
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Prof. Dr. João Batista de Almeida e Silva [email protected] [email protected]
2 INTRODUÇÃO CERVEJA Decreto de 4 de junho de 2009: Cerveja é a bebida obtida pela fermentação alcoólica lica do mosto cervejeiro oriundo do malte de cevada e água potável, por ação a da levedura, com adição de lúpulol pulo Parte do malte de cevada poderá ser substituído por cereais maltados ou não, e por carboidratos de origem vegetal transformados ou não. COMPOSIÇÃO NUTRICIONAL Álcool; Aminoácidos; Carbohidratos (glucosa, maltosa, dextrinas,, etc); minerais diversos (calcio( calcio,, fósforo, f silicio,, etc); Proteínas; Vitaminas do complexo B; Compostos fenólicos Fibras solúveis
3
4 INTRODUÇÃO ORIGEM IDADE MEDIA: Elaboração era considerada uma arte, um mistério e servia como moeda de troca
5 Monges: Utilização do lúpulo Reinheitsgebot (Lei da Pureza) Cerveja=Agua+malte de cevada+lúpulo+leveduras
6 1808: BRASIL 1888: Brahma 1891: Antartica 2000: AmBev 2004: InBev 2008: Anheuser-Busch InBev Capacidade Total: Cerveja: 100 MM Hl Soft Drinks: 43 MM Hl Número de Plantas: Cerveja: 10 Soft Drinks: 4 Plantas Mixtas: 13 Malte: 1 Concentrado: 1 rolhas: 1 Vidro: 1 Plantas de cerveja Sof Drinks Plant Outros negocios: Malte, Extratos,
7 AMERICA LATINA Capacidade Total: La Paz La Paz (1.130) Cochabamba Taquiña (553) Huari CBN Santa Cruz Cruz (48 Santa Ducal Cruz (706) Manantial Manantial (18.930) Acheral(700) Córdoba (17.540) Ypané (2.13 Corrientes Mendoza (2.000) Montevideo Zárate Santiago Zárate (4.400) Luján Llavallol (2.200) Sur Montegrande Quilmes Tres Arroyos Trelew Cerveja: 20 MM Hl Soft Drinks: 10 MM Hl Número de Plantas: Cerveja: 12 Soft Drinks: 5 Planta cerveja Sof Drinks Plantas Outros negocios: Planta de malte
8 AMERICA LATINA Guatemala Rep. Dominicana Venezuela Rep. Dominicana: 1 de cerveja 1 de soft drink Ecuador Guatemala: 1 de cerveja Ecuador: 1 de cerveja Peru Peru: 1 mista 3 de soft drink
9 MUNDO MAIOR GRUPO CERVEJEIRO Volume de produção: 270 milhões de hectolitros 60% a frente do segundo grupo
10
11 MUNDO PRINCIPAL GRUPO CERVEjEIRO Volume de produção: 460 milhões de hectolitros Empregados: Presença: em 30 países
12 MUNDO Maiores Produtores de Cerveja Posicão País Produção (bilhões de litros) 1 China 35,0 2 Estados Unidos 23,6 3 Alemanha 10,7 4 Russia 10,3 Fonte: Engarrafador Moderno, 2008
13 Consumo anual per cápita de cerveja (L/hab) em países latino e centroamericanos. Países Posição (2006) Posição (2005) Venezuela ,53 86,14 Mexico ,85 55,52 Panamá ,13 40,93 Brasil ,93 49,00 Rep. Dominicana ,32 46,58 Colombia ,89 36,75 Argentina ,95 36,04 Paraguai ,21 34,27 Costa Rica ,37 31,01 Bolívia ,31 25,91 Chile ,71 29,32 Perú ,04 21,90 Equador ,54 27,90 Uruguai ,78 20,23 Honduras ,27 14,33 Nicarágua ,79 13,33 Guatemala ,53 8,65 El Salvador ,60 11,25
14 MERCADO BRASILEIRO Petrópolis 8,1% Femsa 8,0% Outras 3,3% Cintra 1,1% Schincariol 12,3% AmBev 67,2% Figura 1. Distribução do mercado cervejeiro nacional por empresas (Abril de 2007). Fonte: Parra, 2007.
15 PROCESSO CERVEJEIRO CONVENCIONAL
16 MATERIAS PRIMAS
17 MATERIAS PRIMAS Adjuntos Arroz Trigo Milho Centeio Aveia Triticale Sorgo Adjuntos não Convencionais Aromatizantes
18 MATERIAS PRIMAS AGUA Em quantidade, é o componente principal da cerveja
19 MATERIAS PRIMAS MALTE (Gramineae genus Hordeum) Produto da germinação dos grãos de cevada Obtido a partir de diferentes tipos de cevada
20 MATERIAS PRIMAS ADJUNTOS GRITZ: Principais Análises: (Granulometria,, Umidade, Rendimento, Tempo de Sacarificação, Materia Graxa) ACÚCARES: CARES: (Umidade, Rendimento, Teor de Cinzas, Teor de SO 2, Floculação)
21 MATERIAS PRIMAS LÚPULO ( (Familia Cannabinaceae, genero Humulus Lupulus) Planta trepadeira cujas flores femeninas apresentam grande quantidade de resinas amargas e óleos essenciais, os quais proporcionam a cerveja sabor amargo e aroma característico da bebida. O principal aditivo de aroma e paladar e contribui para sua estabilidade microbiológica e físicof sico- química. Pellets Extratos Folhas
22 MATERIAS PRIMAS LÚPULO: TEOR DE ALFA-ÁCIDOS (Humolona( Humolona, Cohumolona, Adumolona, Postumolona, Prejumolona) TEOR DE BETA-ÁCIDOS (Lupolona( Lupolona, Colupolona, Adupulona)
23 MATERIAS PRIMAS LEVADURAS (Saccharomyces Cerevisiae) Responsáveis pela transformação de ACÚCAR CAR EM ÁLCOOL E CO 2
24 PROCESO GERAL Tratamento de Agua Tratamento de Efluentes Beneficiamento da Materia Prima Consumo Elaboração do Mosto Envase da cerveja Fermentação do Mosto Adega de Pressão Maturação da cerveja Filtração da cerveja
25 ARROZ NEGRO
26 Composición de diferentes variedades de arroz Producto (%) Proteína (%) Gordura (%) Fibra (%) Cenizas (%) Carhohidrato (%) Valor Calórico (Kcal) Compuestos Fenólicos (mm/trolox/g) Hierro (mg/100g) Arroz Bruto 6,7-8,9 1,7-2,7 8,4-12,0 3,4-6, nd nd nd Arroz Integral 8,3-9,6 1,9-3,2 0,7-1,1 1,1-1, ,25 91,8 1,0 Arroz Pulido 7,3-8,2 0,3-0,6 0,2-0,6 0,3-0, ,05-0,7 Farelo de Arroz 13,1-17,3 17,4-22,8 8,1-13,2 7,7-11, nd nd nd Cascara de Arroz 2,3-3,2 0,3-1,0 40,1-53,4 15,3-24, nd Nd nad Arroz Prieto 10,7 1,83 2,20 1,4 83,90 395, nd
27 PROCESO COM ARROZ NEGRO Arroz (9 Kg) + Farinha (1,40Kg) + Água (41L) Moagem grãos de Arroz Preto Cozimento e Liquefação Água (80L) Lúpulo extrato (28g) + Lúpulo peletes (80g) Moagem grãos de Malte de Cevada Malte (19,32Kg) + Água (80L) Mosto Misto Extrato 11,3 ºP (182,62 Kg) Mosturação Filtração Fervura Mosto Apronte Extrato 12 ºP (167,39 Kg) Fermentação Maturação Clarificação Torta do Mosto (31 Kg) Envase
28 Moagem do Malte MOSTURAÇÃO
29 Cozimento do Arroz MOSTURAÇÃO
30 MOSTURAÇÃO
31 AÇÃO ENZIMÁTICA MOSTURAÇÃO Enzimas Temperatura ótima (ºC) ph óptimo Substrato Hemicelulases 40 a 45 4,5 a 4,7 Hemicelulosa Exopeptidases 40 a 50 5,2 a 8,2 Proteínas Endopeptidases 50 a 60 5,0 Proteínas Dextrinase 55 a 60 5,1 Amido Beta-amilase 60 a 65 5,4 a 5,6 Amido Alfa-amilases 70 a 75 5,6 a 5,8 Amido
32 MOSTURAÇÃO Gráfico de Mosturação Temperatura (ºC ) Minutos Malte Arroz
33 MOSTURAÇÃO FILTRAÇÃO DO MOSTO ÃO DO MOSTO
34 MOSTURAÇÃO Cozimento: Esterilização do mosto Concentrãção ão por evaporação Fim das atividades enzimáticas Coagulação de proteínas e taninos Descomposição de compostos voláteis indesejáveis Extração de polifenóis is e óleos essenciais α y β-ácidos cidos são isomerizados proporcionando amargor Proteínas coagulam formando o trub
35 MOSTURAÇÃO TRUB ESFRIAMENTO DO MOSTO MOSTO
36 MOSTURAÇÃO Características Físico-Químicas do mosto Análises Medias e desvíos Extrato (ºP) 12,36±0,02 Atenuação Limite (ºP) 2,7±0,04 ph 5,20±0,01 Color (EBC) 107±0,85 ART (g/l) 125,25±1,1 Polifenois Totales (mg/l) 40±0,07
37 Concentração (g/l) de carboidratos encontrados no mosto. acúcar MOSTURAÇÃO Tempo de Retenção (min) Concentração (g/l) Maltotriose ,30±0,07 Maltose ,47±0,99 Glicose ,548 17,28±0,04 Frutose ,24±0,00 Dextrinas e Outros * - 17,95 Total 125,24
38 PROPAGAÇÃO FERMENTACÃO
39 FERMENTAÇÃO
40 FERMENTAÇÃO Inóculo 10 7 Células/ml Levedura de cerveja deve permanecer em suspensão durante a fase ativa da fermentação Se a levadura flocula irá ao fundo da dorna dando origem a fermentação Lager ou de Baixa Se não flocula subirão para a superfície dando origem a fermentação Ale ou de Alta.
41 FERMENTAÇÃO FERMENTAÇÃO LAGER Saccharomyces cerevisiae (carlsbergensis e uvarum) Temperatura 9-18 o C Tempo de Fermentação 6 a 20 días Maturação 13 dias a meses Tipo: Pilsen, Bock FERMENTAÇÃO ALE Saccharomyces cerevisiae Temperatura o C Tempo de Fermentação 3 a 6 días Maturação 15 días a semanas Tipo: Stout, Posters, Weissbier Temperatura: 15 o C Tempo: hs
42 MATURAÇÃO Temperatura: 0 o C Tempo: 10 Días
43 FILTRAÇÃO
44 BEBIDA Características físico-químicas da cerveja Análisis Médias y desvíos analíticos Álcool (% v/v) 4,70±0,685 Extrato Real (%p/p) 5,05±0,176 Extrato Aparente ºP 3,20±0,134 Fermentabilidade Real (EU) % 61,69±0,254 Fermentabilidade Aparente % 74,23±0,360 ph 3,81±0,007 Cor (EBC) 26,33±0,410 ART (g/l) 29,10±0,622 Polifenois Totais (mg/l) 261,99±0,579 Rendimento Fermentação (%) 53,78±1,273 Produtividade (g/l.h) 0,46±0,010
45 BEBIDA O consumo moderado tem os seguintes efeitos: Estimula as funções digestivas; Tem ação benéfica nas personas sujeitas a enfermidades da pele; Melhora a função renal, eliminando resíduos de sínteses de proteína, e sais como urato, oxalatos; Redução de enfermidades coronarias devido ação de piridoxinas, folatos e polifenois que também tem efeito quimiopreventivo; Prevenção de anemia, pela ação de ácidos fólicos e de outras vitaminas do complexo B; Reducção dos níveis de colesterol e glicose no sangue pela ação das fibras solúveis veis; Prevenção da osteoporose pela presença de silício
46 BEBA MÁS S COM MODERAÇÃO
47
48 FONTE: BEBIDAS 1. CERVEJA. DRAGONE, G., ALMEIDA e SILVA, J.B. Capítulo 2. p , PRODUÇÃO DE CERVEJA PELO PROCESSO CONTÍNUO. DRAGONE, G., BRÁNYIK, T., TEIXEIRA, J.A., ALMEIDA e SILVA, J.B. Capítulo 3. p.51-67, CERVEJA SEM ÁLCOOL. SILVA, D.P., BRÁNYIK, T., TEIXEIRA, J.A., ALMEIDA e SILVA, J.B. Capítulo 4. p.69-84, UÍSQUE. DRAGONE, G., FLOREZ, M.D.G., GARCIA, M.A.V., ALMEIDA e SILVA, J.B. Capítulo 20. p , 2010
49
50
CERVEJA. Prof. Dr. João Batista de Almeida e Silva
CERVEJA Prof. Dr. João Batista de Almeida e Silva [email protected] [email protected] INTRODUÇÃO CERVEJA Decreto 6.871 de 4 de junho de 2009: Cerveja é a bebida obtida pela fermentação
LAN1616 TECNOLOGIA DE BEBIDAS.
LAN1616 TECNOLOGIA DE BEBIDAS [email protected] História Resquícios arqueológicos apontam para domínio da fabricação em 6.000 a.c.; Origem no Oriente Médio ou no Egito (?); Processo semelhante à
CERVEJA. Prof. Dr. João Batista de Almeida e Silva [email protected] [email protected]
CERVEJA Prof. Dr. João Batista de Almeida e Silva [email protected] [email protected] INTRODUÇÃO CERVEJA Decreto 6.871 de 4 de junho de 2009: Cerveja é a bebida obtida pela fermentação
Centro de Tecnologia de Alimentos e Bebidas Tecnologia Cervejeira Módulo: Adjuntos cervejeiros
Centro de Tecnologia de Alimentos e Bebidas Tecnologia Cervejeira Módulo: Adjuntos cervejeiros SENAI / Vassouras Adjuntos Definição: Matéria-prima que substitui parcialmente o malte de cevada como fonte
Provável que os egípcios tenham sido os primeiros na elaboração de uma cerveja sem álcool 4000 anos atrás
CERVEJAS SEM ÁLCOOL Daiana P. P. Silva NºUSP 8562687 Isabela Costa N USP 856270 Vitoria Bagarollo Veiga N USP 8562815 Monalisa L. Nepomoceno N USP 8562652 Histórico e Conceito Provável que os egípcios
MOSTURAÇÃO PARA CERVEJA COM MALTE E FARINHA DE ARROZ ASSOCIADOS AO MALTE DE CEVADA 1. INTRODUÇÃO
MOSTURAÇÃO PARA CERVEJA COM MALTE E FARINHA DE ARROZ ASSOCIADOS AO MALTE DE CEVADA SOUZA, Jarbas Luiz Lima de 1 ; SANTOS, Marco Aurélio Ziemann dos 2 ; ANTUNES, Pedro Luiz 3 ; DIAS, Alvaro Renato Guerra
Teor Alcoólico (%v/v)
CERVEJA Prof. Dr. João Batista de Almeida e Silva Planta Piloto de Bebidas Departamento de Biotecnologia Escola de Engenharia de Lorena Universidade de São Paulo LEGISLAÇÃO Extrato Primitivo (%m/m) Cor
O Processo de fabricação da cerveja
O Processo de fabricação da cerveja Éverton S. Estracanholli Bacharel em Física Mestre em ciências aplicadas Doutorando Universidade de São Carlos - IFSC História 5000 a.c. Sumérios e egípcios 4000 a.c.
Mostura. Jornada Cervejeira Módulo Brassagem. Lígia Marcondes CTS Alimentos e bebidas
Mostura Jornada Cervejeira Módulo Brassagem Lígia Marcondes CTS Alimentos e bebidas Mostura Mistura de malte e água com outros adjuntos sólidos ou aditivos (enzimas e sais) em temperaturas controladas
PRODUÇÃO DE CERVEJAS
PRODUÇÃO DE CERVEJAS Prof. Dr. João Batista de Almeida e Silva Planta Piloto de Bebidas Departamento de Biotecnologia Escola de Engenharia de Lorena Universidade de São Paulo [email protected] DEFINIÇÃO
Fervura e Tratamento do Mosto
Fervura e Tratamento do Mosto Jornada Cervejeira Módulo Brassagem Lígia Marcondes CTS Alimentos e Bebidas Fervura do mosto Objetivos: Evaporação da água excedente Floculação proteica (trub) Transferência
Tecnologia da Fabricação de Etanol
Tecnologia da Fabricação de Etanol Matérias prima e preparo do mosto para produção de etanol A. Matéria prima e preparo do mosto 3 Sacarinas (açúcares) Amiláceas (amido) Celulósicas (2ª geração) 4 Mandioca
Mosturação. inicial/malte de 4L / Kg de malte. O que é grau Platô?
Mosturação Mosturação Neste processo o malte moído é misturado com água para formar o mosto cervejeiro. Para a obtenção de mostos com concentrações convencionais (10-12 P) é utilizada geralmente uma relação
Tecnologia de Bebidas Fermentadas. Thiago Rocha dos Santos Mathias
Tecnologia de Bebidas Fermentadas Thiago Rocha dos Santos Mathias [email protected] Tópicos Introdução aos Bioprocessos Tecnologia da cerveja Tecnologia do vinho Tecnologia da cachaça Introdução
Review. Processos Químicos Industriais II
Review Processos Químicos Industriais II Sacarose > 15% Extração de 94 a 97 % da sacarose gerando bagaço com umidade final de 50%. Concentrar o caldo decantado, através da retirada de água, elevando
Tecnologia da Cerveja. Thiago Rocha dos Santos Mathias
Tecnologia da Cerveja Thiago Rocha dos Santos Mathias [email protected] História 2 Histórico Origem exata desconhecida Produção artesanal cerca de 8 mil anos a.c Egito (6000 a.c.) primeira cervejaria
Química Aplicada. QAP0001 Licenciatura em Química Prof a. Dr a. Carla Dalmolin Bebidas Fermentadas
Química Aplicada QAP0001 Licenciatura em Química Prof a. Dr a. Carla Dalmolin [email protected] [email protected] Bebidas Fermentadas Histórico A utilização de processos fermentativos para
Produção de Cervejas Concentradas. Engenharia Bioquímica
Produção de Cervejas Concentradas Engenharia Bioquímica É uma bebida carbonatada de baixo teor alcoólico, preparada a partir da fermentação de malte de cevada contendo lúpulo e água de boa qualidade e
Ponto de Partida Potabilidade. Portaria 2914/11 do Ministério da Saúde
Água Cervejeira Lígia Marcondes Rodrigues dos Santos Química UFRJ Técnica Cervejeira SENAI-Vassouras Mestre Cervejeira pela World Brewing Academy Instrutora Especializada do SENAI-Vassouras [email protected]
2 Discente de Tecnologia em Alimentos Instituto Federal do Maranhão IFMA;
DETERMINAÇÃO DO EXTRATO REAL E PRIMITIVO DE CERVEJAS PASTEURIZADAS DO TIPO PILSEN COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE SÃO LUÍS-MA Jorge Fagner Rodrigues Araújo 1 Claudson Henrique Coelho Costa 2 José Ailson Leite
Funções dos Ingredientes na Panificação
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE AGROINDUSTRIAL DISCIPLINA DE TECNOLOGIA DE PANIFICAÇÃO E PRODUÇÃO DE AMIDO Funções dos Ingredientes na Panificação Prof. ª Elessandra
BIOQUÍMICA DOS ALIMENTOS: AMIDO RESISTENTE E FIBRAS (aula 2) Patricia Cintra
BIOQUÍMICA DOS ALIMENTOS: AMIDO RESISTENTE E FIBRAS (aula 2) Patricia Cintra Fibra alimentar - definição No Brasil, o Ministério da Saúde, pela portaria 41 de 14 de janeiro de 1998, da Agência Nacional
Coprodutos e subprodutos agroindustriais na alimentação de bovinos
Sorgo (Sorghum bicolor L. Moench ou Sorghum vulgare Pers) Farelo de sorgo Mistura do pericarpo com fragmentos do grão (endosperma e gérmen); Composição depende da proporção de pericarpo, endosperma e gérmen;
PREFEITURA MUNICIPAL DE VENDA NOVA DO IMIGRANTE
Lote LOTE 001 Item(*) Código Especificação Unidade Marca/Modelo Unitário Valor Total 00001 00026059 Lote LOTE 002 ACHOCOLATADO EM PO 01KG - INSTANTANEO COM VITAMINAS CONTENDO AÇÚCAR, CACAU, EXTRATO DE
A cevada é uma das principais matérias primas usadas na produção da cerveja, segundo Kunze (2006). A tabela 5 mostra a composição da cevada.
PROCESSO DE PRODUÇÃO DA CERVEJA A cerveja é uma bebida de ampla produção e consumo no mundo. Ela pode ser definida como uma bebida de baixo teor alcoólico, sendo preparada pela via fermentativa, usando
ELABORAÇÃO DE UMA CERVEJA ARTESANAL DE BAIXO TEOR ALCOÓLICO Cristine Vogel ( 1 ) Milena Araujo Rossoni ( 2 ) Gustavo Henrique Fidelis dos Santos ( 3 )
ELABORAÇÃO DE UMA CERVEJA ARTESANAL DE BAIXO TEOR ALCOÓLICO Cristine Vogel ( 1 ) Milena Araujo Rossoni ( 2 ) Gustavo Henrique Fidelis dos Santos ( 3 ) Resumo Define-se cerveja como uma bebida obtida pela
Produção de Cerveja. Processos Químicos Industriais II
Produção de Cerveja Processos Químicos Industriais II É uma bebida carbonatada de baixo teor alcoólico, preparada a partir da fermentação de malte de cevada contendo lúpulo e água de boa qualidade e pode
Fontes de Microrganismos
Fontes de Microrganismos Os microrganismos de Interesse Industrial pode ser obtidos: Isolamento de recursos naturais: (solo, água, plantas, etc); Compra em coleções de cultura: (Agricultural Research Service
CERVEJA: Classificações e Processo Industrial
CERVEJA: Classificações e Processo Industrial Franciane Letícia da Silva Graduanda em Tecnologia em Processos Químicos, Faculdades Integradas de Três Lagoas FITL/AEMS Willian Pereira Gomes Químico, Mestre
MESTRE JAIME PEREIRA FILHO
MESTRE JAIME PEREIRA FILHO AULA 1 AULA 2 AULA 3 AULA 4 AULA 5 AULA 6 ENGENHARIA E ARQUITETURA DA CERVEJA E INÍCIO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO: PARTE I PROCESSO DE PRODUÇÃO: PARTE II CONFERINDO
CONTROLE DE QUALIDADE CERVEJAS
CONTROLE DE QUALIDADE CERVEJAS PRINCIPAIS ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS DA CERVEJA MATÉRIAS-PRIMAS ÁGUA MALTE CEREAIS (ARROZ E MILHO) LÚPULO EXTRATO DE ALTA MALTOSE AÇÚCAR ADITIVOS Água - Sabor - Odor - Cor
Coprodutos e subprodutos agroindustriais na alimentação de bovinos
1/9 Coprodutos da indústria cervejeira /9 Cevada é o principal grão. Em 011 foram produzidos 180 milhões de toneladas de cerveja, gerando de 35-40 milhões de toneladas de resíduos; É um concentrado de
CONTROLE DE QUALIDADE DE GRÃO DE MALTE E MOSTO DE CERVEJA ARTESANAL DE BAIXO TEOR ALCÓOLICO
CONTROLE DE QUALIDADE DE GRÃO DE MALTE E MOSTO DE CERVEJA ARTESANAL DE BAIXO TEOR ALCÓOLICO K.C.G. Campos 1, T. S. F. Silva 2, R. C. Martinelli 3, D. L. M. G. Costa 4, D. F. L. C. Cavenaghi 5, W. M. Barros
PRODUÇÃO DE CERVEJA ARTESANAL
PRODUÇÃO DE CERVEJA ARTESANAL ORGANOGRAMA DA CERVEJA FASE QUENTE FASE FRIA ANTES Moagem DURANTE Mostura Fervura Resfriamento DEPOIS Fermentação Maturação Envase INGREDIENTES 1.Água; 2.Malte; 3.Lúpulo;
CERVEJARIA A Prozyn oferece soluções completas e inovadoras para a indústria cervejeira.
CERVEJARIA A Prozyn oferece soluções completas e inovadoras para a indústria cervejeira. Com amplo portfólio de enzimas e outros bioingredientes, nosso time de especialistas desenvolve soluções sob a ótica
PRODUTOS LNF PARA PRODUÇÃO DE ETANOL E ÁLCOOL POTÁVEL A PARTIR DE CEREAIS ENZIMAS PARA HIDRÓLISE DE AMIDO (ÁLCOOL POTÁVEL)
PRODUTOS LNF PARA PRODUÇÃO DE ETANOL E ÁLCOOL POTÁVEL A PARTIR DE CEREAIS A LNF Latino Americana conta com uma linha completa de produtos para produção de etanol e álcool potável a partir de fontes de
Naladi/SH 96 ARGENTINA BOLÍVIA BRASIL CHILE COLÔMBIA CUBA EQUADOR MÉXICO PARAGUAI PERU URUGUAI VENEZUELA E E E E E E E
Naladi/SH 96 ARGENTINA BOLÍVIA BRASIL CHILE COLÔMBIA CUBA EQUADOR MÉXICO PARAGUAI PERU URUGUAI VENEZUELA 01011100 E 01011910 E E E 01011990 E E E 01012000 E 01021000 E 01029000 E E E 01031000 E 01039100
CERVEJARIAS. Otimização de processo e alto padrão de qualidade
ALIMENTOS & BEBIDAS CERVEJARIAS Otimização de processo e alto padrão de qualidade o Maior recuperação de mosto o Maior velocidade de extração o Economia de energia o Melhor formação do trub o Maior capacidade
Refermentação em garrafa Marcelo G. Cerdán CERVECON 2016 Blumenau, Brasil
Refermentação em garrafa Marcelo G. Cerdán CERVECON 2016 Blumenau, Brasil Fermentis - All rights reserved. Introdução a refermentação Cálculo da carbonatação Impacto sensorial Fermentis - All rights reserved.
COMO AS ENZIMAS COLABORAM PARA UMA USINA MAIS LUCRATIVA. Marcelo Vieira Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento
COMO AS ENZIMAS COLABORAM PARA UMA USINA MAIS LUCRATIVA Marcelo Vieira Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento AGENDA Prozyn; Desafios técnicos da indústria; Como as enzimas colaboram para uma usina mais
Processo de Produção de Cerveja
Processo de Produção de Cerveja MACERAÇÃO ou MOSTURAÇÃO Diferentes Tipos de Mostura Objetivos da Maceração ou Mosturação Dissolução dos compostos solubilizados durante o processo (açúcares simples, dextrinas,
Uma análise das diferentes fontes de carboidratos para obtenção do bioetanol. Silvio Roberto Andrietta BioContal
Uma análise das diferentes fontes de carboidratos para obtenção do bioetanol Silvio Roberto Andrietta BioContal Matéria prima O etanol pode ser obtido de diferentes matérias primas: Amido Sacarose Material
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ETANOL À PARTIR DA MANDIOCA
AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ETANOL À PARTIR DA MANDIOCA Juniele Gonçalves Amador 1 ; Ronaldo da Silva Maciel 2 ; Charles Souza Da Silva 3 ; Monique Virães Barbosa dos Santos 4 ;Cristian Jacques Bolner De
Cerveja sem Glúten Um mercado promissor
Cerveja sem Glúten Um mercado promissor DANIEL LOPES Sebrae Minas / Feira do Empreendedor 2017 empatia Daniel Lopes Músico e Designer de Interação Aprendiz de Mestre Cervejeiro, autor do blog cervejasemgluten.net
Objetivo: Proporcionar ao pessoal não cervejeiro conhecimentos básicos sobre a elaboração da cerveja.
Objetivo: Proporcionar ao pessoal não cervejeiro conhecimentos básicos sobre a elaboração da cerveja. 1 Programa: História da Cerveja Matérias-primas Fabricação de mosto Fermentação/Maturação Filtração
Fabricação de Bebidas Cerveja
Fabricação de Bebidas Cerveja Processos Químicos Industriais II 01/12/2011 1 Bebidas Fermentadas & Destiladas A fabricação de bebidas fermentadas evoluiu de uma concepção artesanal para um processo contendo
VODKA. Ac. Lucas Miguel Altarugio Ac. Kim Fohlz Ac. Jadiel Aguiar Ac. Orlando Lucato Neto
VODKA Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz VODKA Ac. Lucas Miguel Altarugio Ac. Kim Fohlz Ac. Jadiel Aguiar Ac. Orlando Lucato Neto SUMÁRIO 1. Introdução: a. O que é
CARACTERÍSTICAS USOS
Produção de Etanol CARACTERÍSTICAS líquido incolor cheiro característico, volátil, inflamável e solúvel em água ponto de ebulição: 78ºC baixo ponto de fusão: -144,1ºC USOS solvente na fabricação de tintas,
MP para produção de 1. etanol
MP para produção de 1 etanol ESALQ / USP PROF. SANDRA 2 Açúcar 37,7 milhões toneladas Etanol 27,5 bilhões litros Leveduras 22 mil t 653 milhões toneladas processadas Source: UNICA, 2014 120 mil toneladas
PRODUÇÃO DE CERVEJA LIGHT SEGUNDO A LEI DE PUREZA ALEMÃ Jaquelyne Rodrigues ( 1 ) Gerhard Kater ( 2 ) Jörg Wikert ( 3 )
Resumo PRODUÇÃO DE CERVEJA LIGHT SEGUNDO A LEI DE PUREZA ALEMÃ Jaquelyne Rodrigues ( 1 ) Gerhard Kater ( 2 ) Jörg Wikert ( 3 ) A lei de pureza alemã instituiu que, para produzir cerveja é permitido usar
Fabricação Artesanal de Produtos Derivados do Mel
Fabricação Artesanal de Produtos Derivados do Mel Samir Moura Kadri Mestrando do Curso de Pós Graduação em Zootecnia Departamento de Produção Animal Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia UNESP
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA MATHEUS HENRIQUE SEABRA ROSA Produção artesanal de uma cerveja tipo Pilsen e análise da etapa de fermentação visando à identificação de possíveis
IREKS aroma, sabor e cor: produtos de malte
Setembro/Outubro 2016 IREKS aroma, sabor e cor: produtos de malte O malte é um produto natural com grande tradição e cada vez mais valorizado na indústria da panificação. Desde meados do século XIX que
TRANSFORMAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE ENERGIA PELOS SERES VIVOS
Prof. Ana Rita Rainho TRANSFORMAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE ENERGIA PELOS SERES VIVOS Fermentação www.biogeolearning.com 1 Fluxo de energia nos sistemas biológicos A energia radiante é captada pelos seres fotossintéticos
Produção de cerveja com baixo teor alcoólico
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA RICARDO HENRIK KINOUTI COSTA Produção de cerveja com baixo teor alcoólico Lorena 2016 RICARDO HENRIK KINOUTI COSTA Produção de cerveja com baixo
AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE UTILIZAÇÃO DE CHÁ VERDE COMO SUBSTITUTO PARCIAL OU TOTAL DE LÚPULO EM CERVEJA TIPO PILSNER
AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE UTILIZAÇÃO DE CHÁ VERDE COMO SUBSTITUTO PARCIAL OU TOTAL DE LÚPULO EM CERVEJA TIPO PILSNER Guilherme Lorencini Schuina 1 João Olavo Figueiredo Quelhas 2 Joyce de Freitas Grasselli
Pode ser polimerizada, estocada, transportada e liberada rapidamente quando o organismo precisa de energia ou para compor estruturas especiais
Pode ser polimerizada, estocada, transportada e liberada rapidamente quando o organismo precisa de energia ou para compor estruturas especiais Precursor de intermediários metabólicos em várias reações
ARROZ INTEGRAL SEM GLÚTEN. SEM LACTOSE. SEM OVOS. SEM TRANSGÊNICOS.
ARROZ INTEGRAL SEM GLÚTEN. SEM LACTOSE. SEM OVOS. SEM TRANSGÊNICOS. Arroz Integral Uma das variedades preferidas pelas pessoas adeptas de um estilo de vida saudável, o arroz integral é muito nutritivo.
Perspectivas de Mercado para Pellets de Cana-de-açúcar
Perspectivas de Mercado para Pellets de Cana-de-açúcar Fenasucro 2017 23 de Agosto, 2017 Ribeirão Preto/SP Christian Furlan O que é pellet? O que é pellet? Combustível natural, resultante da compressão
Portfólio de Maltes. MCV Comércio Internacional Ltda. Rua Padre Raposo, 219 Móoca, São Paulo/SP. Contato: (11) / (11)
Portfólio de Maltes MCV Comércio Internacional Ltda Rua Padre Raposo, 219 Móoca, São Paulo/SP Contato: (11) 99799-0681 / (11) 98221-5346 www.mcvimport.com / [email protected] Sobre a MCV A MCV Comércio
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA DISCIPLINA DE BIOQUÍMICA DOS ALIMENTOS (Prof. Dr. Tiago André Kaminski) EXERCÍCIOS PARA 2ª PROVA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA DISCIPLINA DE BIOQUÍMICA DOS ALIMENTOS (Prof. Dr. Tiago André Kaminski) EXERCÍCIOS PARA 2ª PROVA BIOQUÍMICA DOS OVOS 1) Complete as sentenças. a) A membrana da casca protege
PROCESSAMENTO DE SAKÊ
PROCESSAMENTO DE SAKÊ Índice História História História Introdução Origem chinesa: nas margens do Rio Yangtze por volta de 4800 AC. Origem Japonesa: kuchikami no sakê, ou sakê mastigado na boca já que
SABES O QUE ESTÁS A COMER?
SABES O QUE ESTÁS A COMER? Interpretar RÓTULOS de produtos alimentares Conhecer os INGREDIENTES dos PRODUTOS ALIMENTARES Descobrir o significado de DDR Saber a diferença entre produto alimentar MAGRO e
I.TERMINOLOGIA TÉCNICA
I.TERMINOLOGIA TÉCNICA CANA-DE-AÇÚCAR definição industrial: Matéria-prima industrial constituída por colmos de cana-deaçúcar e por impurezas que acompanham (restos de folhas, raízes, terra, pedras, etc)
Tecnologia da Cachaça. Thiago Rocha dos Santos Mathias
Tecnologia da Cachaça Thiago Rocha dos Santos Mathias [email protected] História Definição Matérias primas Agente de fermentação Processo Fermentativo Destilação Qualidade da bebida Definição
BRUNO GONÇALVES BOTELHO. Perfil e teores de aminas bioativas e características físico-químicas em cervejas
BRUNO GONÇALVES BOTELHO Perfil e teores de aminas bioativas e características físico-químicas em cervejas Faculdade de Farmácia, UFMG Belo Horizonte, MG 2009 Livros Grátis http://www.livrosgratis.com.br
PROCESSOS FERMENTATIVOS
PROCESSOS FERMENTATIVOS AULA 2 TÓPICOS EM BIOPROCESSOS PPGPVBA 1. INTRODUÇÃO - Microrganismos decompositores de alimentos; fermentação de alimentos e bebidas. - Vinho e vinagre 10.000 AC; - Cerveja 5.000
ESTUDO DA ADIÇÃO DE PITAYA NA PRODUÇÃO DE CERVEJA
ESTUDO DA ADIÇÃO DE PITAYA NA PRODUÇÃO DE CERVEJA Rosa, Carolina Tomaz 1 Micheletti, Isabela Neves 2 Córdova, Katielle Rosalva Voncik 3 Dalla Santa, Osmar Roberto 4 Resumo Cerveja é a bebida obtida pela
IREKS aroma, sabor e cor: massas madre e produtos de malte
IREKS aroma, sabor e cor: massas e produtos de malte IREKS O seu parceiro em aroma, sabor e cor Massas Massas IREKS: o acréscimo de qualidade decisivo Durante décadas, a IREKS acumulou uma ampla experiência
Capítulo 1 CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A PRODUÇÃO DE RAÇÕES, INGREDIENTES E PARÂMETROS DE QUALIDADE
1.1 Introdução Capítulo 1 CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A PRODUÇÃO DE RAÇÕES, INGREDIENTES E PARÂMETROS DE QUALIDADE 1.2 Cadeia Produtiva Animal Globalizada 1.3 Cadeia Produtiva Brasileira 1.4 Situação da
Biomassa de Banana Verde Polpa - BBVP
Biomassa de Banana Verde Polpa - BBVP INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS Porção de 100g (1/2 copo) Quantidade por porção g %VD(*) Valor Energético (kcal) 91 4,55 Carboidratos 21,4 7,13 Proteínas 2,1 2,80 Gorduras
ÁGUA MINERAL PARA A PRODUÇÃO DE CERVEJA CASEIRA: ESTAMOS USANDO O QUE OS RÓTULOS INDICAM?
ÁGUA MINERAL PARA A PRODUÇÃO DE CERVEJA CASEIRA: ESTAMOS USANDO O QUE OS RÓTULOS INDICAM? Carlos Henrique Pessôa de Menezes e Silva Diretor Técnico CETAN (Centro Tecnológico de Análises, Vila Velha/ES)
CEREAIS E DERIVADOS Cereais:
CEREAIS CEREAIS E DERIVADOS Cereais:... são as sementes ou grãos comestíveis das gramíneas, tais como: trigo, arroz, centeio, aveia. milho (Zea mays) trigo(triticum aestivum, T.durum) arroz(oriza sativa)
9º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DE- SENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS
9º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DE- SENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS TÍTULO DO TRABALHO: Processo de fabricação da cerveja do tipo Ale e Lager a partir do software BEERSMITH AUTORES: Felipe Abreu
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA RAQUEL AIZEMBERG
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA RAQUEL AIZEMBERG Emprego do caldo de cana e do melado como adjunto de malte de cevada na produção de cervejas LORENA 2015 RAQUEL AIZEMBERG Emprego
ELABORAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DE CERVEJA ARTESANAL TIPO PILSEN COM ADIÇÃO DE MEL DE ENGENHO
ELABORAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DE CERVEJA ARTESANAL TIPO PILSEN COM ADIÇÃO DE MEL DE ENGENHO R.K.L.C. Lopes 1, E.P. Coutinho 2, A.F. Vilela 3, M.B. Muniz 4, H.D. Holanda 5, L.F.S. Araújo 6,
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA EDUARDO SCANDINARI MANZOLLI. Produção de cerveja utilizando laranja como adjunto de malte
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA EDUARDO SCANDINARI MANZOLLI Produção de cerveja utilizando laranja como adjunto de malte LORENA 2015 EDUARDO SCANDINARI MANZOLLI Produção de cerveja
Resumo. Videira. 2 Docentes do Curso de Engenharia de Alimentos, Biotecnologia Industrial, Nutrição e Farmacia e
ELABORAR UMA CERVEJA ARTESANAL SCHWARZBIER, A BASE DO MALTE PILSEN E BLACK COM TRÊS LEVEDURAS DIFERENTES AVALIANDO AS CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS E A SUA ACEITABILIDADE SENSORIAL Jaiane Souza 1 Vinicius
Produção de Açúcar. Processos Químicos Industriais II
Produção de Açúcar Processos Químicos Industriais II Energia Brasil Moagem de cana de açúcar da safra 2013/2014 acumulada até 01/06/2013 somou aproximadamente 105 milhões de toneladas. Ainda de acordo
O que faz uma cerveja ser especial?
O que faz uma cerveja ser especial? A definição mais básica de cerveja é a fermentação de cereais, que resulta numa bebida alcoólica e com gás. Mas a cerveja é muito mais do que isso. A maneira como os
METABOLISMO DE CARBOIDRATOS PELAS LEVEDURAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS Centro de Ciências Agrárias campus Araras II CURSO DE MONITORAMENTO TEÓRICO E PRÁTICO DA FERMENTAÇÃO ETANÓLICA. UNESP - UFSCAR METABOLISMO DE CARBOIDRATOS PELAS LEVEDURAS
TÉCNICA DIETÉTICA I. Prof. Msc. Isabelle Oliveira
TÉCNICA DIETÉTICA I Prof. Msc. Isabelle Oliveira 1 Cereais Alimentos de origem vegetal, amplamente consumidos. O nome deriva da deusa grega, Ceres, deusa da agricultura e da colheita. São grãos que provém
O que são as duas reações abaixo?
O que são as duas reações abaixo? 6 CO 2 + 6 H 2 O Glicose + 6 O 2 Glicose + 6 O 2 6 CO 2 + 6 H 2 O Pode ser polimerizada, estocada, transportada e liberada rapidamente quando o organismo precisa de energia
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA EEL/USP THAÍS DE ALBUQUERQUE RODRIGUES
1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA EEL/USP THAÍS DE ALBUQUERQUE RODRIGUES Análise de Perigo e Pontos Críticos de Controle (APPCC) na Indústria Cervejeira Lorena, 2015 2 THAÍS DE
Tecnologia Cervejeira Módulo: O lúpulo
Centro de Tecnologia de Alimentos e Bebidas Tecnologia Cervejeira Módulo: O lúpulo SENAI / Vassouras 1. História Conhecido há + de 5.000 anos a. C., como planta têxtil e medicinal, no Egito e na Babilônia;
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA RAQUEL DE ALMEIDA BATISTA Produção e Avaliação Sensorial de Cerveja com Pinhão (Araucaria angustifolia) Lorena 2014 RAQUEL DE ALMEIDA BATISTA Produção
O papel das fibras nos alimentos. Mestrando: Joel Pimentel de Abreu
O papel das fibras nos alimentos Mestrando: Joel Pimentel de Abreu O que é fibra alimentar As fibras alimentares são compostos vegetais presentes na dieta, como celulose, hemicelulose, pectinas, gomas,
