PRODUÇÃO DE CERVEJA ARTESANAL
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- Benedito Izabel de Andrade Amaral
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1 PRODUÇÃO DE CERVEJA ARTESANAL
2 ORGANOGRAMA DA CERVEJA
3 FASE QUENTE FASE FRIA ANTES Moagem DURANTE Mostura Fervura Resfriamento DEPOIS Fermentação Maturação Envase
4 INGREDIENTES 1.Água; 2.Malte; 3.Lúpulo; 4.Fermento.
5 PRODUÇÃO DA CERVEJA
6 PRODUÇÃO Moagem Mosturação Clarificação Fervura Fermentação Maturação
7 Moagem Não triturar Expor os grãos Fase importantíssima
8 1.Comprar malte moído ou 2.Comprar moedor de três ou dois rolos 3.Borrifar o malte antes pode ajudar 4.Expor o máximo do interior sem prejudicar o exterior(a casca)
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13 MOSTURAÇÃO
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15 Proporção malte/água 4 litros de água para cada quilo de grão. Se a receita usar 5kg de malte, colocar 20L de água.
16 DICAS Seja muito atento nas medições de temperatura. Ao desligar o aquecimento fique alguns minutos agitando o mosto. Agite a panela sempre que a chama estiver acesa.
17 Nas rampas de temperatura tente subir vagarosamente a temperatura (1 a 2 C por minuto) para evitar passar do ponto sem querer. Gaste pelo menos 1 hora na etapa da sacarificação.
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19 RAMPA 1 Repouso proteico C por 15 minutos; - As enzimas atuantes nessa faixa de temperatura agem nos cereais ricos em proteína: trigo, aveia, centeio e outros grãos não maltados - Fundamental para grãos não maltados: aveia, centeio, trigo... - OBS: essa rampa ajuda a clarificar a cerveja, mas se feita em excesso prejudica a retenção de espuma.
20 RAMPA 2 Beta-amilase pelo menos 40 minutos entre C; Converte o amido em moléculas menores de carboidrato (maltose);
21 RAMPA 3 Alfa-amilase Converte parte do amido em dextrinas (açúcares de cadeia maior e não fermentáveis); Cerca de 20 minutos entre 70-72ºC,
22 RAMPA 4 Mash-out C sem parada; Inativa enzimas: Etapa que tem como única função parar a atuação das enzimas e preparar o mosto para a filtragem.
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25 * Problema: Má Conversão do amido. O teste do iodo é uma boa forma de fazer a prova real para saber se a brassagem terminou ou se ainda tem amido presente no mosto que não foi convertido em açúcares pelas enzimas. Fazer o teste antes do Mash-out.
26 Incompleto Incompleto Completo
27 CLARIFICAÇÃO
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29 RECIRCULAÇÃO/LAVAGEM/FILTRAGEM Objetivo: separar o mosto (parcela líquida) do bagaço (parcela sólida) e extrair os açúcares nele presentes de forma a maximizar a eficiência.
30 82º
31 1- Recirculação Destina-se à clarificação; Espere uns 10 minutos para o bagaço assentar no fundo da panela; Jarra + escumadeira.
32 Temperatura da água de Lavagem 82 C. Abaixo de 70 C perde-se eficiência na extração dos açúcares; Acima de 80 C existe o risco de arraste de taninos.
33 4- Fluxo ou vazão lavagem e filtragem beeeem lentamente (sugiro 20 no mínimo de duração); dica: manter a mesma vazão entre a água e mosto; sempre deixar uns 2 dedos de água sobre o bagaço.
34 5- Quantidade Na média: 3 litros de água de lavagem para cada quilo de grão usado na receita; não fique preso a essa fórmula; Ex.: um estilo mais forte e alcoólico certamente deve ter uma lavagem menor para não diluir tanto a cerveja.
35 6- Densidade * OBS: Sempre interrompa a filtragem/lavagem quando o mosto saindo estiver com a densidade abaixo de 1010.
36 FERVURA
37 Funções 1. Esterilização do mosto; 2. Isomerização do lúpulo; 3. Ativação de Especiarias; 4. Evaporação de substâncias indesejadas; 5. Concentração do mosto.
38 Controlando a sua fervura! 1- Duração: entre 60 e 90 minutos. 2- Taxa de Evaporação: Não há consenso. Em torno de 10%;
39 3- Intensidade: Uma boa fervura deve ser intensa e vigorosa, mas não é vulcão! 4- Lupulagem e IBU: Uma boa lupulagem deve levar em conta 2 fatores: amargor e aroma.
40 VAMU PLANTÁ LÚPULO?
41 Problema: Boil-Over boil-over = o mosto sobe e transborda; quando a fervura está para começar (ou já começou) uma espuma aparece no topo da panela(hot break); Remover esse material.
42 Se não retirar espuma, o lúpulo irá se acondicionar na espuma, inibindo a diluição no mosto; Normalmente nos 10min iniciais da fervura a espuma se acumula, após isso já poderemos iniciar a lupulagem de amargor; Se suspeitar de um boil-over iminente diminua a temperatura do fogão ou simplesmente borrife um pouco de água no mosto.
43 Durante a fervura, pode-se utilizar de agentes clarificadores do mosto. O mais comum são pastilhas chamadas Whirlfloc. Deve-se usar uma pastilha para cada 20 litros
44 RESFRIAMENTO
45 FUNÇÕES Separação do trub; Adequar temperatura: para inoculação do fermento. A faixa ideal é inferior a 25 C; Não colocar o fermento acima de 32º, pois ele começa a morrer.
46 PROCEDIMENTOS 1. Faltando uns 10 minutos para o final da fervura coloque o chiller na panela para esterilizá-lo. 2. Fazer o Whirlpool(redemoinho) 3. o resfriamento deve durar menos de 45 minutos.
47 whirlpool Antes resfriamento 1) Fazer whirlpool por 1 2) esperar minutos e aí resfriar.
48 Dicas O mosto em altas temperaturas começa a gerar DMS = aromas de vegetais e de milho verde/cozido. Após a fervura o mosto fica extremamente suscetível a contaminação. Cuidado! O ideal: serpentina de cobre para o chiller; Chiller de placa.
49 AERAÇÃO
50 Procedimento Não há necessidade de adquirir equipamentos, basta usar o método que apelidamos de Splash & Shake. Ou seja, simplesmente deixe o mosto cair até o fermentador após resfriado (Splash) e depois sacuda o balde/bombona onde ele será fermentado vigorosamente por cerca de 1 minuto (Shake).
51 DICAS 1. Cervejas mais alcoólicas necessitam de uma aeração maior; 2.Fermentos secos já vêem aerados de fábrica. Não há necessidade de qualquer aeração extra com a exceção de se tratar da produção de uma cerveja muito alcoólica;
52 FERMENTAÇÃO
53 Introdução etapa em que os açúcares do mosto são transformados em CO2 e álcool pelas leveduras; diversos aromas (ésteres) são produzidos e certos compostos indesejados são eliminados; Primeiras 48h, ocorre a multiplicação de células; Para isso, é função do cervejeiro propiciar um ambiente aprazível para nossas parceiras leveduras.
54 FASES DA FERMENTAÇÃO Aeróbica Ou Adaptação Anaeróbica Ou Primária Sedimentação Ou Secundária
55 Inoculação do fermento Quantidade: regra geral = 1 sachê para cada 20 litros de ALE ou 2 sachês para uma LAGER. Hidratação: Em geral basta adicionar água previamente esterilizada levemente aquecida, agitar e esperar 30 minutos.
56 Temperaturas padrão ALE LAGER 18º - 24º 8-12 C
57 Conduzindo uma fermentação 1. Inoculação: adicione o fermento já dentro da temperatura indicada para o tipo da levedura; 2. Controle de temperatura e densidade: Em geral Ales fermentam em 5-7 dias e Lagers em até 2 semanas;
58 4. Verifique a densidade para averiguar se a cerveja atenuou até a FG desejada. Após 2 dias faça uma nova verificação. Se a densidade estabilizou, a fermentação está concluída. 5. OBS: Cuidado para JAMAIS interromper a fermentação com açúcares ainda por fermentar.
59 Duração da Fermentação - (média) ALES LAGERS 5 7 dias 2 semanas
60 Parada do Diacetil: Terminada a fermentação suba a temperatura uns 2 graus por 48h (principalmente para Lagers). Dessa forma iremos naturalmente eliminar o diacetil, um composto que deixa a cerveja com aroma de manteiga; Purga/trasfega: Após a parada do diacetil baixe a temperatura para o mais próximo de 0 C possível para estimular a decantação do fermento e aguarde mais 48 horas.
61 MATURAÇÃO
62 Introdução Após a fermentação a cerveja já é... cerveja! No entanto, ela ainda está muito turva e o sabor não está redondo ; É como uma fruta verde; Por isso a etapa da maturação é MUITO importante; Ao deixarmos a cerveja descansar em baixas temperaturas ela tem sua aparência e até seu perfil aromático aprimorados.
63 Benefícios da Maturação Camuflar defeitos e polimento do paladar: durante a maturação as leveduras restantes na cerveja metabolizam certos compostos amenizando ou até eliminando tais defeitos. Adição de ingredientes: Podemos, nessa etapa, adicionar especiarias, frutas ou outros flavorings para conferir complexidade e sabor à cerveja.
64 Clarificação Após o término da fermentação a maior parte do fermento já foi purgada; A maturação ajuda a complementar esse processo bem como auxilia a remoção de outros compostos turvadores (polifenóis e proteínas); Um longo período de maturação em temperaturas baixas colaboram significativamente para a clarificação.
65 Temperatura x Tempo Sugiro um tempo mínimo de 10 dias de maturação para toda e qualquer cerveja; A temperatura indicada é de 0 a 3 C; Sugiro 2ºC Quanto mais baixa a temperatura melhor será a qualidade da maturação
66 ENVASE / PRIMING
67 Priming? O método caseiro de carbonatar cerveja; Basicamente adicionamos uma solução com açúcar na cerveja antes do envase para que, dentro da garrafa, uma nova fermentação ocorra e mais CO2 seja produzido; É vital usar a quantidade certa de açúcar! Se usar menos do que devia terá uma cerveja com má formação de espuma. Se exagerar corre o risco de as garrafas explodirem.
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69 Calculando Priming Eu uso 6g/L para cervejas inglesas, 8g/L para belgas, 8-9g/L para cervejas de trigo... Engarrafe e mantenha em temperatura ambiente por 14 dias.
70 DICAS Cuidado com oxidação (off-flavor que remete a sabor metálico ou de papelão). Sempre evite chacoalhar a cerveja após a fermentação e minimize seu contato com o ar;
71 as cervejas não tem validade infinita; após a carbonatação é indicado guardar as cervejas refrigeradas (geladeira) para aumentar em até 10x sua durabilidade; Fora da geladeira elas vão decaindo rapidamente e oxidam (off-flavor que dá sabor de papelão ou metálico) após alguns meses; Cervejas mais alcoólicas e lupuladas agüentam mais tempo e até se beneficiam com essa guarda adicional.
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