UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
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- Maria Vidal Mirandela
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1 UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
2 espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo Poder Público com objetivo de conservação e limite definido, sob regime especial de administração ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção. Definição dada pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação - SNUC (BRASIL, 2000) Lei no 9.985, de 18 de julho de 2000
3 Convenção Sobre Diversidade Biológica (CBD) - propõe regras para assegurar a conservação da biodiversidade, o seu uso sustentável e a justa repartição dos benefícios provenientes do uso econômico dos recursos genéticos, com valorização dos conhecimentos tradicionais respeitada a soberania de cada nação sobre o patrimônio existente em seu território. Objetivo: proteger 10% de todas as regiões ecológicas até 2010 Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) sobre a Diversidade Biológica
4 Preservação torna o uso restrito. Se associa a medidas e políticas de proteção que buscam maior rigidez. Conservação considera além da proteção a manutenção, o uso sustentável, a restauração e a recuperação do ambiente natural. Proteção, como conservação reflete o valor intrínseco, desde que garantam a integridade física, ecológica, institucional e política, sem perda de suas características naturais. SNUC: proteção com o adjetivo integral Proteção Integral: manutenção dos ecossistemas livres de alterações causadas por interferência humana, admitido apenas o uso indireto dos atributos naturais (art. 2, VI)
5 Áreas Protegidas: áreas de terra e/ou mar especialmente dedicadas à proteção e manutenção da diversidade biológica, e de seus recursos naturais e culturais associados, manejadas por meio de instrumentos legais ou outros meios efetivos.... é destinada, ou regulamentada, e administrada para alcançar objetivos específicos de conservação (CDB, 1992, art. 2).
6 Áreas Protegidas no Brasil Unidades de Conservação Terras Indígenas Reservas Legais Áreas de Preservação Permanente Corredores Ecológicos Nomenclatura adotada nas três esferas de governo (federal, estadual e municipal)
7 Corredores Ecológicos
8 Entre 2003 e 2009, 74% do incremento de áreas protegidas em todo o mundo concentrou-se no Brasil, principalmente na região amazônica (Joppa et al., 2010)
9 241 UC na região Sudeste do Brasil 3,5% do Estado de São Paulo Número de Ucs existentes na região Sudeste do Brasil
10 Categorias das Unidades de Conservação Unidades de Conservação Objetivo UNIDADES DE PROTEÇÃO INTEGRAL preservar a natureza, sendo admitido apenas o uso indireto dos seus recursos naturais, ou seja, atividades educacionais, científicas e recreativas UNIDADES DE USO SUSTENTÁVEL compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável de parcela dos seus recursos naturais.
11 UC ZA* EE RDS Categoria de manejo (IUCN) V Ia VI Objetivo principal Minimizar os impactos negativos sobre uma AP. Preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas, sendo proibida a permanência da comunidade e a visitação pública, exceto quando com objetivo educacional. Conservar a natureza e, ao mesmo tempo, assegurar as condições necessárias para a continuidade do modo de vida das populações tradicionais.
12 território nacional 2,6% = unidades de proteção integral 5,5% = unidades de uso sustentável (APA) Outras UC APA Carste Lagoa Santa
13 Estação Ecológica Reserva Biológica Parque Nacional Monumento Natural Refúgio de Vida Silvestre UNIDADES DE PROTEÇÃO INTEGRAL Tem como objetivo a preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas. É de posse e domínio públicos. Tem como objetivo a proteção integral da biota e demais tributos naturais existentes em seus limites, sem interferência humana direta ou modificações ambientais, excetuando-se as medidas de recuperação de seus ecossistemas alterados e as ações de manejo necessárias para recuperar e preservar o equilíbrio natural, a diversidade biológica e os processos ecológicos naturais. É de posse e domínio públicos. Tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico. É de posse e domínio públicos. Tem como objetivo básico preservar sítios naturais raros, singulares ou de grande beleza cênica. Pode ser constituído por áreas particulares. Tem como objetivo proteger ambientes naturais onde se asseguram condições para a existência ou reprodução de espécies ou comunidades da flora local e da fauna residente ou migratória
14 UNIDADES DE USO SUSTENTÁVEL Área de Proteção Ambiental (APA) Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) Floresta Nacional (FLONA) Reserva Extrativista (RESEX) Reserva de Fauna Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Área extensa, certo grau de ocupação humana, possui atributos abióticos, bióticos, estéticos ou culturais importantes para a qualidade de vida e o bem-estar das populações humanas. Objetivo é proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais. Constituída por terras públicas ou privadas. Área em geral de pequena extensão, pouca ou nenhuma ocupação humana, características naturais extraordinárias ou que abriga exemplares raros da biota regional. Objetivo é manter os ecossistemas naturais de importância regional ou local e regular o uso admissível dessas áreas, de modo a compatibilizá-lo com os objetivos de conservação da natureza. É constituída por terras públicas ou privadas. Área com cobertura florestal de espécies predominantemente nativas. Objetivo é o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais e a pesquisa científica, com ênfase em métodos para exploração sustentável de florestas nativas. É de posse e domínio públicos Área utilizada por populações extrativistas tradicionais, cuja subsistência baseia-se no extrativismo e, complementariamente, na agricultura de subsistência e na criação de animais de pequeno porte. Ojetivo é proteger os meios de vida e a cultura dessas populações, e assegurar o uso sustentável dos recursos naturais da unidade. É de domínio público com seu uso concedido às populações extrativistas tradicionais. Área natural com populações animais de espécies nativas, terrestres ou aquáticas, residentes ou migratórias, adequadas para estudos técnico-científicos sobre manejo econômico sustentável de recursos faunísticos. É de posse e domínio públicos. Área natural que abriga populações tradicionais, cuja existência baseia-se em sistemas sustentáveis de exploração dos recursos naturais, desenvolvidos ao longo de gerações e adaptados às condições ecológicas locais e que desempenham um papel fundamental na proteção da natureza e na manutenção da diversidade biológica. É de domínio público. Área privada, gravada com perpeituidade, com o objetivo de conservar a diversidade biológica.
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16 Temáticas exploradas na avaliação da efetividade de conservação (ERVIN, 2003): Design da UC e representatividade da biota protegida Avaliação do manejo e administração Avaliação dos processos e pressões sobre a UC Aspectos legais e a restrição do uso e ocupação da UC (LIU et. al, 2001, HAYES, 2002; CURRAN et. al, 2004; MORA 2005; ROMAN-CUESTA & MARTINEZ- VILALTA, 2006; TOLE, 2002; FIGUEROA, 2008; BRAY et. al, 2008).
17 . grandes problemas : Total de área protegida por bioma é insuficiente para a conservação da biodiversidade As áreas já criadas ainda não atingiram plenamente os objetivos que motivaram sua criação. 50% das UC federais não foram completamente criadas ou regularizadas (SILVA, 2005) 77% das UC federais não tem um Conselho executivo atuante (SILVA, 2005) Extração ou interferências constantes sobre os recursos naturais (NOBLE & DIRZO,1997; RENDÓN-CARMONS et al.; 2009; NELSON et al., 2008) Ocorrem falhas de efetividade em 80% das UC federais brasileiras (WWF- Brasil, 2007). Faltam insumos humanos e financeiros, gestão adequada, amparo legal, regularização fundiária, fiscalização e/ou delimitação adequada
18 Exercício Você está recebendo um conjunto de mapas que retratam as características ambientais de uma área municipal hipotética. Baseando-se na sobreposição desses mapas e sabendo que a área tem terrenos tanto da iniciativa privada (82%) como de domínio público (18%), defina as categoria adequadas de áreas protegidas. Use como base o SNUC e o novo roteiro (2010) para definição e tombamento de áreas protegidas. Defina as vantagens e limitações de sua proposta, considerando os fatos observáveis por meio dos mapas. Destaque, pelo menos, um programa de gestão que na sua opinião seria imprescindível para o sucesso da implementação da categoria.
19 uso da terra ao longo do tempo (GASTON et. al, 2006), Não há uma metodologia unificada para realizar essa análise. No desenvolvimento acadêmico dos métodos de avaliação da efetividade de conservação, ERVIN (2003) observa três tendências principais de métodos que permitem a avaliação da efetividade de UC em aspectos essencialmente complementares: (a) a avaliação do design da UC, que permite a representação da biodiversidade componente na rede de conservação (WIERSMA & NUDDS, 2009); (b) a avaliação do processo de manejo, focando na detecção dos desafios e falhas do manejo, incluindo a administração da parte financeira, as atividades de planejamento desenvolvidas (LINKIE et al., 2004; WWF, 2004; LU et al., 2005; WWF-IBAMA, 2007); e (c) a avaliação da integridade ecológica, dos processos e do funcionamento, viabilidade de espécies e na magnitude das ameaças e pressões sobre a área protegida, geralmente empregando a análise de mudança de uso da terra (MENDOZA & DIRZO, 1999; LIU et al., 2001; HAYES et. al, 2002; MAS, 2005; NEPSTAD et al., 2005; ROMAN-CUESTA et al., 2005; BRADY et. al, 2008; LINKIE et al., 2008; LIU & LI, 2008). No caso de uma área protegida, é particularmente importante analisar seu histórico de mudança de uso da terra sob o ponto de vista de seu principal vetor de mudança, que é a incidência de atos legais que restringem o uso e ocupação em seu interior (LIU et. al, 2001, HAYES, 2002; CURRAN et. al, 2004; MORA 2005; ROMAN-CUESTA & MARTINEZ-VILALTA, 2006; TOLE, 2002; FIGUEROA, 2008; BRAY et. al, 2008). Dessa forma, unindo a análise quantitativa de uso da terra com a análise das direções de mudanças condicionadas pela intervenção legal, pode-se tanto correlacionar o impacto dessas determinações na mudança de uso da terra quanto avaliar sua força enquanto medida política. É esperado que se tenha a resposta sobre: quando, como, quanto e por que ocorreram as mudanças.
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