OS RECURSOS PISCÍCOLAS
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- Dalila Morais Eger
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1 1 OS RECURSOS PISCÍCOLAS
2 16 9, ,7 27,8 7,8 8,2 6,6 21,1 Contributo do pescado na dieta alimentar (% do total de proteínas animais) Mundo Europa Oriental Europa Ocidental Ásia do sul e sudeste Ásia Oriental Médio Oriente América Latina América do Norte Africa
3 Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas ficaram por casar Para que fosses nosso, ó mar! O mar português Fernando Pessoa Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quere passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abysmo deu, Mas nelle é que espelhou o céu. 3
4 AS GRANDES CONCENTRAÇÕES DE RECURSOS PISCÍCOLAS 4
5 GRANDES CONCENTRAÇÕES DE RECURSOS PISCÍCOLAS: Plataforma continental - zona do fundo do mar adjacente aos continentes e que se considera, do ponto de vista geológico, um seu prolongamento. A sua profundidade é reduzida, nunca ultrapassa os 200 m, possui um declive pouco acentuado, e a sua largura é 5 extremamente variável.
6 Mar Territorial área costeira que pode atingir as 12 milhas marítimas = 20km. ZEE- Zona Económica Exclusiva- faixa marítima relativamente à qual o estado costeiro tem direitos de soberania para fins de exploração, conservação e gestão dos recursos naturais. Estende-se até às 200 milha marítimas = 370km. 6
7 ZEE DE PORTUGAL PORTUGAL 5º A NÍVEL EXTENSÃO KM² 7
8 PLÂNCTON: CONJUNTO HETEROGÉNEO DE ORGANISMOS QUE VIVEM EM SUSPENSÃO NA ÁGUAS DOS OCEANOS, LAGOS E RIOS, E QUE ESTÃO NA BASE DA CADEIA ALIMENTAR DOS OCEANOS. COMO SÃO INCAPAZES DE SE MOVER, ESTÃO À MERCÊ DAS CORRENTES MARÍTIMAS. PODEM DIVIDIR-SE EM DOIS GRUPOS PRINCIPALES: Fitoplâncton: Designação que abrange um conjunto de vegetais microscópicos. Zooplâncton: Composto por animais igualmente microscópicos, mas que apresentam dimensões maiores do que o fitoplâncton. 8
9 Cadeia alimentar dos oceanos Fitoplâncton Zooplâncton Peixes de menor dimensão Peixes de maior dimensão Matéria orgânica e mineral Mamíferos marinhos 9
10 Plâncton Factores: GRANDES CONCENTRAÇÕES DE RECURSOS PISCÍCOLAS: AS PLATAFORMAS CONTINENTAIS Profundidade reduzida: Maior oxigenação das águas Maior penetração de luz Fenómeno Upwelling Afluência de grandes quantidades de matéria orgânica e mineral proveniente dos rios Reduz a salinidade Aumenta a agitação marinha 10
11 16
12 17
13 AS GRANDES CONCENTRAÇÕES DE RECURSOS PISCÍCOLAS 18
14 AS GRANDES CONCENTRAÇÕES DE RECURSOS PISCÍCOLAS: As correntes marítimas 19
15 20
16 Imagem de satélite da zona de convergência da corrente do Lavrador ( a azul) e da corrente do Golfo ( a vermelho vivo) 21
17 Grandes concentrações de recursos piscícolas: AS CORRENTES MARÍTIMAS Factores: Convergência de correntes marítimas Concentração de espécies adaptadas a diferentes temperatura e salinidades. Transporte de nutrientes/plâncton oriundos de zonas diferentes. 22
18 23
19 AS GRANDES ZONAS PESQUEIRAS Pacifico Norte Atlântico norte Pacifico Norte 24
20 25
21 OS PRINCIPAIS PAÍSES EXPLORADORES DE PESCADO 26
22 A atividade piscatória ESCA ARTESANAL PESCA INDUSTRIAL
23 PESCA TRADICIONAL/ARTESANAL 28
24 PESCA MODERNA/INDUSTRIAL 29
25 A atividade piscatória ALGUMAS TÉCNICAS UTILIZADAS NA PESCA INDUSTRIAL ARRASTO REDE DE DERIVA CERCO
26 pesca Indistrial ou Moderna e pesca Tradicional ou artesanal. Características Pesca Industrial Pesca Artesanal Tipo de países onde predomina Tipos de Embarcações Mão de obra Duração / local Destino Técnicas Países desenvolvidos Grande dimensão, equipadas com radares, sonares e redes muito potentes. Os navios são autênticas fábricas. Elevada com tendência a diminuir Longos períodos de tempo no mar alto. Mercados nacionais e internacionais. Técnicas sofisticadas (arrasto, sucção, redes de deriva) Países em desenvolvimento e nas zonas costeiras dos países desenvolvidos. Pequena dimensão, por vezes, desprovidas de motor. reduzida Algumas horas junto à costa. Autoconsumo e mercado local. Técnicas rudimentares (linhas, anzóis e redes)
27 A atividade piscatória
28 OS IMPACTES DA PESCA INDUSTRIAL Sobreexploração dos recursos piscícolas (devido à pesca desmesurada e às técnicas reprováveis de malhagem indevida), constituindo-se como uma ameaça à ruptura dos stocks; Pesca indiscriminada até de espécies que não se pretendem pescar como golfinhos, tubarões, etc.; Extinção das espécies piscícolas porque os pescadores não têm atenção ao ciclo de renovação das espécies, pescando indiscriminadamente e sem ter atenção às regras instituídas relativamente à malhagem tamanho e peso do pescado; Poluição por hidrocarbonetos oriundos dos tanques de gasolina dos navios, pelos desastres ecológicos como as marés negras;
29 AQUI(A)CULTURA : O QUE É? Trata-se da criação de espécies aquáticas (marinhas e fluviais) em ambientes artificias controlados pelo Homem (viveiros). Intensiva Extensiva
30 AQUACULTURA: Procura resolver o problema de sobreexploração e extinção das espécies causado pela pesca industrial; Permite colmatar algumas deficiências no fornecimento de pescado e de algumas espécies; DESVANTAGENS VANTAGENS E DESVANTAGENS Os peixes vivem em habitats VANTAGENS artificiais; Os peixes são alimentados à base de rações que colocam em perigo a segurança da saúde humana e a qualidade nutritiva destes produtos alimentares; Utilização de antibióticos e outros químicos para prevenir a difusão de doenças e potenciar o crescimento Forte poluição provocada pela concentração de espécies
31 FIM 36
OS RECURSOS PISCÍCOLAS
1 OS RECURSOS PISCÍCOLAS 16 9,7 12 21,7 27,8 7,8 8,2 6,6 21,1 Contributo do pescado na dieta alimentar (% do total de proteínas animais) Mundo Europa Oriental Europa Ocidental Ásia do sul e sudeste Ásia
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