O que se pensa sobre surdez...
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- Fernando Fortunato Araújo
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1 Prof. Dr. Felipe Venâncio Barbosa O que se pensa sobre surdez... História da surdez, modelos de abordagem das deficiências e filosofias educacionais para pessoas surdas Linguagem como condição de humanização do indivíduo (Aristóteles). Audição Fala Linguagem Pensamento Aprendizagem Privação dos direitos legais A Igreja considerava os surdos sem salvação não falavam os sacramentos. Visão preceptorial 1
2 IDADE MODERNA Primeira alusão à possibilidade de aprender a Língua de Sinais (Século XVI) Início da verdadeira educação de surdos, iniciando também os primórdios da reabilitação. Contesta-se a hipótese da Idade Média sobre a capacidade dos surdos. Abbé de L Epée: início da valorização da Língua de Sinais. Todo Surdo-mudo enviado a nós já tem uma linguagem... Ele tem o hábito de usá-la e compreende os outros que o fazem. Com ela ele expressa suas necessidades, desejos, dúvidas, dores, etc. e não erra quando os outros se expressam da mesma forma. Nós desejamos instruí-los e assim ensiná-los o Francês. Qual é o método mais simples e mais curto? Não seria nos expressando na sua língua? Adotando sua língua e fazendo com que ela se adapte a regras claras, nós não seríamos capazes de conduzir a sua instrução como desejamos? (L Epée, 1776; Lane, op. cit) 2
3 MAIS TARDE... Uso da Língua de Sinais na Educação do Surdo. Thomas Gallaudet e Laurent Clerc. Evolução do Oralismo e a erradicação da Língua de Sinais. O Congresso de Milão (1880). Século XX: insucessos do Oralismo e descobertas sobre a Língua de Sinais. Thomas Hopkins Gallaudet Interessou-se pela surdez ao conhecer a filha de um vizinho: Alice Cogswell. Foi para Europa para estudar sobre surdez e abrir uma escola nos Estados Unidos. Na Inglaterra, um educador de renome internacional (Braidwood) não quis revelar seu método. Gallaudett foi para a França e foi orientado por Laurent Clerc. 3
4 Laurent Clerc Surdo educado no instituto sob o método de L Epée. Tornou-se um dos professores mais importantes deste instituto. Com Gallaudet, abriram a primeira escola de Surdos dos estados Unidos O Asilo de Connecticut para a Educação e Instrução das Pessoas Surdas e Mudas. Os professores contratados aprendiam a Língua de Sinais Francesa. Alexander Graham Bell Casado com uma surda (Mabel), que foi educada oralmente e não gostava de surdos. Defensor do oralismo e, segundo o presidente da Associação Nacional de Surdos dos Estados Unidos, foi o pior inimigo dos surdos. Na tentativa de criar algum aparelho que fizesse a fala mais visível ou que a amplificasse, inventou o telefone. Era contra o uso da Língua de Sinais. 4
5 Clerc Graham Bell Surdez como diferença Modelo social Surodos: expectativa da aceitação da cultura e língua Objetivo educacional: satisfação pessoal Professor surdo: modelo Minoria lingüística Mérito das congregaçãoes de surdo Bilingüismo Surdez como desvio Modelo Médico Surdez como incapacidade física que pode ser aliviada Objetivo educacional: integrar à comunidade ouvinte Surdos: classe de deficientes Língua deficitária Congregação de surdos seria nociva. Monolingüismo Congresso de Milão 6 de setembro de 1880, em Milão, na Itália. Supostamente convocado para discutir os temas construção de escolas, ensino e métodos. Os dois primeiros temas foram ignorados. Instauração do Programa Oral e proibição do uso de Língua de Sinais. Participantes organizando-se por razões políticas. Edward Gallaudet defendeu o uso dos sistemas combinados, mas não foi ouvido. 5
6 Resoluções do Congresso de Milão Dada a superioridade incontestável da fala sobre os sinais para reintegrar os Surdos-Mudos na vida social e para dar-lhes maior facilidade de linguagem... (este congresso) declara que o método de articulação deve ter preferência sobre o de sinais na instrução e educação dos surdos e mudos. O método oral puro deve ser preferido porque o uso simultâneo de sinais e fala tem a desvantagem de prejudicar a fala, a leitura orofacial e a precisão de ideias. Manuais Língua de Sinais Oralistas
7 HOJE Língua de sinais como línguas naturais Empoderamento Leis que regulam uso e difusão das línguas de sinais Desenvolvimento científico e educacional (???) Novo oralismo Os Modelos de Abordagem das Deficiências Rieser (1996) 7
8 MODELO MÉDICO Hospitais Fisioterapeutas Departamentos de Serviço Social Terapia Ocupacional Emprego com Tutoria INCAPACIDADE Pessoa Transporte especial Escolas Especiais Agências de Benefícios Moradia com Tutoria Caridade MODELO SOCIAL Falta na Educação Caridade Imagem ofensiva da pessoa com deficiência INCAPACIDADE Falta de Independência Financeira Atitudes Rótulo Lingüístico Mitos Sociais Pessoa Isolamento Falta de Acesso Segregação Famílias superprotetoras Medo Ignorância Preconceito Falta de Emprego Moradia adaptada Guetificação Falta na Legislação antidiscriminação 8
9 O ORALISMO Baseado no Modelo Médico de Abordagem das Deficiências. Tentativa de normalização da pessoa com a perda auditiva. Valorização da fala e da reabilitação auditiva. Recusa da Língua de Sinais no processo de reabilitação. Visão da Surdez como patologia única. A COMUNICAÇÃO TOTAL Filosofia que incorpora as formas de comunicação auditivas, manuais e orais apropriadas para assegurar uma comunicação efetiva com as pessoas surdas. (Schindler, 1988) Língua de Sinais como uma possibilidade de atuação. Utilização de toda e qualquer forma de comunicação,sem ênfase ou omissão de uma específica. Apresentou alguns progressos em comparação ao Oralismo. 9
10 Bilinguismo A Língua de Sinais Brasileira á uma língua natural. A Língua de Sinais deve ser a primeira língua do Surdo e língua de instrução. A comunidade de Surdos que usa a Língua de Sinais possui uma cultura própria. A Língua de Sinais otimiza o desenvolvimento da linguagem. 10
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