ÍNDICE. Trabalhista... 3 FGTS... 12
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- Ana Vitória Beppler Tavares
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1 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação MANUAL DE Procedimentos 39 Destaques Destacamos nesta edição: Matéria sobre acordo de compensação de horas, onde destacamos: compensação da jornada de trabalho, jornada espanhola, acordo de compensação de horas, limite de horário, funções proibidas de celebrar acordo de compensação, jornada 12 x 36. Procedimento sobre expedição das Certidões de Infrações Trabalhistas, de Débito Salarial e de Infrações Trabalhistas à Legislação de Proteção à Criança e ao Adolescente, para o Estado de São Paulo. Tabela Única de Atualizações de Débitos Trabalhistas Outubro/2009. Tabela para Atualização Diária de Débitos Trabalhistas Setembro/2009. Cenofisco BD Legislação Ligia Bianchi Gonçalves Rosânia de Lima Costa Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia. Acesse e confira agora este benefício. ÍNDICE Trabalhista... 3 Acordo de Compensação de Horas Considerações Certidões de Infrações Trabalhistas, de Débito Salarial e de Infrações Trabalhistas à Legislação de Proteção à Criança e ao Adolescente Estado de São Paulo FGTS Coeficientes de JAM Créditos nas Contas Vinculadas em 10/09/2009 Justiça do Trabalho Tabela Única de Atualizações de Débitos Trabalhistas Outubro/2009 Tabela para Atualização Diária de Débitos Trabalhistas Setembro/2009 Jurisprudência e Outros Hora Extra e Prêmio por Cumprimento de Sobrejornada Natureza Diversa Horas Extras e Acordo de Compensação Horas Extras Banco de Horas Necessidade de Previsão pela Via da Negociação Coletiva Banco de Horas Implementação Sem Participação do Sindicato de Classe Inválido continua
2 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação Manual de Procedimentos ÍNDICE CONTINUAÇÃO Consultoria Cenofisco Auxílio-Doença Conceito Auxílio-Doença Direito Auxílio-Doença Carência Auxílio-Doença Cessação ou Encerramento Auxílio-Doença Documentos Legislação FGTS Comunicado s/nº/09 Edital Eletrônico do FGTS Recolhimento em Atraso JAM Contas Vinculadas Coeficientes Crédito em 10/09/2009 Previdência Social Decreto nº 6.957/09 Fator Acidentário de Prevenção (FAP) Alteração do Regulamento da Previdência Social Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Manual de procedimentos : trabalho, previdência e legislação. Curitiba, PR : Cenofisco Editora, ISBN Jurisprudência 2. Justiça do trabalho Brasil 3. Previdência social Leis e legislação Brasil 4. Trabalho Leis e legislação Brasil I. Título: Trabalho, previdência e legislação CDU-34:336.2 (81) Índices para catálogo sistemático: 1. Brasil: Direito fiscal 34:336.2 (81) 2 N o 39/09 Setembro 4 a semana
3 Manual de Procedimentos TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação TRABALHISTA Acordo de Compensação de Horas Considerações SUMÁRIO 1. Introdução 2. Compensação da Jornada de Trabalho 2.1. Jornada espanhola 3. Acordo de Compensação de Horas 3.1. Anotação em ficha ou livro de registro de empregados 4. Falta de Termo Escrito 5. Limite de Horário 6. Acordos de Compensação e de Prorrogação Simultâneos 7. Atividade Insalubre Licença Prévia Necessidade Imprescindível 8. Funções Proibidas de Celebrar Acordo de Compensação 9. Jornada 12 x Horário Flexível 11. Atrasos e Faltas Injustificadas Empregado Submetido a Acordo de Compensação de Horas 12. Feriado Sábado Compensado 13. Cumprimento de Aviso Prévio Trabalhado 14. Banco de Horas 15. Quadro Sinótico 16. Penalidade 17. Modelo de Acordo de Compensação de Horas 1. Introdução A Constituição Federal, em seu art. 7º, inciso XIII, ao dispor sobre os direitos dos trabalhadores, limitou a duração normal do trabalho em 8 horas diárias e 44 horas semanais, facultada a compensação de horários mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. A CLT estabelece em seu art. 59, caput, que a duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente a duas, mediante acordo escrito entre empregador e empregado ou por meio de contrato coletivo de trabalho. É necessário verificarmos alguns conceitos focalizados a seguir. Jornada de trabalho diz respeito ao número de horas diárias de trabalho que o trabalhador presta à empresa. Horário de trabalho é o espaço de tempo em que o empregado presta serviços ao empregador, contando do momento que se inicia até seu término, não se computando o intervalo para alimentação e repouso (art. 71 da CLT). O legislador, contudo, não fixa a carga horária mensal, somente limita a diária (8 horas) e a semanal (44 horas). Assim, a partir dessas limitações, a carga horária mensal é determinada da seguinte forma: 44 horas semanais: 6 dias = 7, (equivale a 7 horas e 20 minutos no relógio). 7, x 30 (dias do mês) = 219,99999 = 220 horas mensais. Sendo o mês de 31 dias, temos: 7, x 31 (dias do mês) = 227, (equivale a 227 horas e 20 minutos no relógio). Em se tratando de empresa que trabalha com uma jornada de 40 horas semanais, temos o seguinte: 40 horas semanais: 6 dias = 6, x 30 = = 199, = 200 horas mensais. Nota Cenofisco: A dízima 0, é a equivalência em hora de 20 minutos, ou seja, são os décimos da hora normal, obtidos pela regra de três 0, x 60 minutos = 19, que, arredondando, será 20 minutos. 2. Compensação da Jornada de Trabalho A compensação da jornada de trabalho ocorre quando o excesso de horas de um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia, ou seja, o empregado trabalha mais horas em determinado dia para prestar serviços em número menor de horas em outro dia ou não prestá-las em certo dia da semana, a exemplo do sábado que é normalmente compensado, ou ainda de dias-pontes entre feriados e fins de semana. O acordo de compensação também pode ser firmado para compensar as horas que seriam trabalhadas nos dias de Carnaval, Natal e Ano Novo. Assim, o acordo de compensação e o de prorrogação podem ser celebrados, simultaneamente, desde que a jornada de trabalho Setembro 4 a semana N o 39/09 3
4 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação normal seja acrescida de até duas horas, observado o limite de 10 horas diárias, da seguinte forma: de 2ª a 6ª feira 8 horas e 48 minutos; de 2ª a 5ª feira 9 horas e 6ª feira 8 horas; de 2ª a 6ª feira 8 horas e Sábado 4 horas. Nota Cenofisco: Lembramos que os dias em que se comemora o Carnaval não se encontram discriminados entre os feriados oficiais, exceto para o Estado do Rio de Janeiro que, considera a terça-feira de Carnaval como feriado (Lei nº de 14/05/2008). Assim, poderá haver expediente normal nesses dias ou a compensação das horas correspondentes Jornada espanhola O Tribunal Superior do Trabalho, por intermédio da Orientação Jurisprudencial nº 323 veio consolidar o entendimento já expresso em outras decisões do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que dispunham sobre a compensação de horário, inclusive com uso da semana espanhola, nos seguintes termos: Acordo de compensação de jornada. Semana Espanhola. Validade. É válido o sistema de compensação de horário quando a jornada adotada é a denominada semana espanhola, que alterna a prestação de 48 horas em uma semana e 40 horas em outra, não violando os arts. 59, parágrafo 2º, da CLT, e 7º, XIII, da CF/88 o seu ajuste mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. Essa orientação jurisprudencial, demonstra que o sistema de compensação pode implicar em trabalho semanal além da 44 horas semanais, quando há compensação nas semanas seguintes e desde que no período compreendido pela compensação, não seja extrapolada a soma das jornadas semanais. Lembramos que o entendimento do TST manifestado por meio da Orientação Jurisprudencial nº 323 tem por finalidade primeira nortear as decisões em âmbito judicial, não lhe sendo atribuídas as mesmas características e efeitos da lei, a fim de que seja exigido o seu cumprimento. Por outro lado, as decisões contidas nas Orientações Jurisprudenciais constituem uma das fontes do direito, que podem até mesmo ser consideradas como normas coercitivas, quando não houver ato legal que regulamente o assunto objeto de sua publicação. 3. Acordo de Compensação de Horas A Constituição Federal estabeleceu por meio do referido art. 7º, inciso XIII, que o acordo de compensação de horas fosse celebrado mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho, gerando Manual de Procedimentos controvérsia no tocante a possibilidade desse acordo ser firmado individualmente ou não, visto que o art. 59, caput, da CLT, prevê esse procedimento. Em face dessa divergência, o Ministério do Trabalho entendeu, por meio da Instrução Normativa SRT nº 1, de 12/10/1988, ser possível a celebração de acordo individual com empregados maiores de idade. Tratando-se, entretanto, de menores, o acordo será efetuado com a assistência da entidade sindical. Nesse mesmo sentido, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) por intermédio da Súmula TST nº 85, transcrita a seguir, firmou entendimento, de que o acordo individual para compensação de horas é válido, salvo se houver norma coletiva em sentido contrário. Depreendemos, do todo exposto que, pode a empresa firmar o acordo de compensação de horas, individualmente, com cada empregado, sem a necessidade de intervenção do respectivo sindicato da categoria, salvo, no caso de, empregados menores. Súmula nº 85 Compensação de jornada. (incorporadas as Orientações Jurisprudenciais nºs 182, 220 e 223 DA SDI-1 Res.129/05) I A compensação de jornada de trabalho deve ser ajustada por acordo individual escrito, acordo coletivo ou convenção coletiva. (ex-súmula nº 85 primeira parte Res 121/2003, DJ ) II O acordo individual para compensação de horas é válido, salvo se houver norma coletiva em sentido contrário. (ex-oj nº 182 Inserida em ) III O mero não-atendimento das exigências legais para a compensação de jornada, inclusive quando encetada mediante acordo tácito, não implica a repetição do pagamento das horas excedentes à jornada normal diária, se não dilatada a jornada máxima semanal, sendo devido apenas o respectivo adicional. (ex- Súmula nº 85 -segunda parte- Res 121/2003, DJ ) IV A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação de jornada. Nesta hipótese, as horas que ultrapassarem a jornada semanal normal deverão ser pagas como horas extraordinárias e, quanto àquelas destinadas à compensação, deverá ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário. (ex-oj nº 220 Inserida em ) 3.1. Anotação em ficha ou livro de registro de empregados O horário de trabalho será anotado em ficha ou livro de registro de empregados com a indicação de acordos ou contratos coletivos. 4. Falta de Termo Escrito A falta de instrumento escrito, individual ou coletivo, salvo se houver norma coletiva em sentido contrário, descaracteriza a com- 4 N o 39/09 Setembro 4 a semana
5 Manual de Procedimentos TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação pensação e, consequentemente, será devido o adicional de horas extras de, no mínimo, 50%, nos termos do item III da Súmula TST nº Limite de Horário Permite-se prorrogar a jornada, para fins de compensação, até o máximo de duas horas diárias, respeitando-se a duração normal de 44 horas semanais e o limite de 10 horas por dia. A compensação pode ocorrer tanto no início quanto no encerramento do expediente, ou seja, o empregado pode começar a sua jornada de trabalho mais cedo ou terminar mais tarde, conforme o estabelecido no acordo coletivo de trabalho, firmado para compensação de horas. 6. Acordos de Compensação e de Prorrogação Simultâneos Nada impede que se firme acordos de compensação e de prorrogação, simultaneamente, desde que a soma dessas prorrogações não ultrapasse o limite de 10 horas diárias. Qualquer que seja a jornada de trabalho prevista em lei, a prorrogação não deverá exceder ao limite de duas horas. Assim, temos: Acordo de Compensação Acordo de Prorrogação Total de Horas de 2ª a 6ª feira 8 horas e 48 minutos de 2ª a 6ª feira 1 hora e 12 minutos 10 horas diárias de 2ª a 5ª feira 9 horas 6ª feira 8 horas de 2ª a 5ª feira 1 hora 6ª feira 2 horas 10 horas diárias de 2ª a 6ª feira 8 horas Sábado 4 horas de 2ª a 6ª feira 2 horas Sábado 2 horas 10 horas diárias de 2ª a 6ª feira e, Sábado 6 horas 7. Atividade Insalubre Licença Prévia Necessidade Imprescindível Nas atividades insalubres, quaisquer prorrogações só podem ser acordadas mediante licença prévia das autoridades competentes em matéria de medicina do trabalho, as quais, para esse efeito, procederão aos necessários exames locais e à verificação dos métodos e processos de trabalho, quer diretamente, quer por intermédio de autoridades sanitárias federais, estaduais ou municipais, com quem entrarão em entendimento para esse fim (art. 60 da CLT). O Tribunal Superior do Trabalho (TST) uniformizou a jurisprudência atinente ao assunto editando a Súmula TST nº 349, que assim dispõe: A validade de acordo coletivo ou convenção coletiva de compensação de jornada de trabalho em atividade insalubre prescinde da inspeção prévia da autoridade competente em matéria de higiene do trabalho (art. 7º, XIII, da CF/1988; art; 60 da CLT). 8. Funções Proibidas de Celebrar Acordo de Compensação Não podem celebrar acordos de compensação de horário de trabalho as seguintes profissões: a) ascensoristas (Lei nº 3.270/57); b) telefonistas (art. 227, caput, da CLT); c) empregado que exerça atividade incompatível com a fixação de horário, devendo tal condição ser anotada em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e no registro de empregados (art. 62, inciso I, da CLT); d) os gerentes, assim considerados os exercentes de cargos de gestão, aos quais se equiparam, para efeito das normas relativas à jornada de trabalho, os diretores e os chefes de departamento ou filial (art. 62, inciso II, da CLT). 9. Jornada 12 x 36 O regime de trabalho de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso, adotado em determinadas áreas, tais como nos setores de saúde e vigilância, normalmente, vem estabelecido em norma coletiva da categoria. Todavia, referido regime de trabalho, por falta de previsão legal, tem gerado polêmica. Os Tribunais do Trabalho têm manifestado entendimentos divergentes sobre a matéria, havendo decisões nos seguintes sentidos: o regime de 12 horas por 36 horas pode ser adotado, desde que previsto em norma coletiva da categoria e a jornada de trabalho semanal não exceda o limite legal; Setembro 4 a semana N o 39/09 5
6 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação é devido apenas o adicional de horas extras relativamente às horas trabalhadas após a 8ª hora; são devidas as horas de trabalho excedentes da 8ª diária, por violar norma de ordem pública. Diante da falta de previsão legal, caberá a empresa adotar ou não esta jornada de trabalho, lembrando que, poderá o empregado, caso se sinta prejudicado, ingressar com reclamação trabalhista, cabendo ao Poder Judiciário a decisão sobre a questão. 10. Horário Flexível Horário flexível é aquele que permite uma elasticidade quanto ao início ou término da jornada de trabalho, conforme a conveniência do empregado. Trata-se, portanto, de espécie de compensação eventual, elaborada de comum acordo entre empregadores e empregados, sendo obrigatória a assistência do respectivo sindicato profissional. É comum a adoção desse tipo de jornada como uma forma de evitar atrasos ou saídas antecipadas pelo empregado que, muitas vezes, necessita de algum período para a resolução de problemas particulares. Cumpre-nos observar, entretanto, que inexiste na legislação trabalhista vigente permissão para a adoção dessa flexibilidade de horário. Não obstante, tem essa modalidade sido aceita atualmente, uma vez estando prevista em acordo coletivo e observadas as seguintes recomendações: a) o empregador deverá, primeiramente, verificar em qual departamento ou setor de seu estabelecimento será conveniente a adoção de horário flexível; b) uma vez estipulado o departamento a ser beneficiado, deverá ser elaborado um contrato coletivo (empregador, empregados e sindicato da categoria), contendo o referido departamento ou setor para o qual será adotada a flexibilização do horário, bem como o período que será flexibilizado; c) no quadro de horário de trabalho e nos cartões de ponto dos empregados abrangidos por este sistema deverá ser colocada uma observação mencionando a existência do acordo coletivo e a correspondente flexibilização ajustada; d) a flexibilização acordada deverá ser informada aos trabalhadores envolvidos, para que fiquem cientes do que foi ajustado. Esta comunicação deverá ser efetuada por escrito, esclarecendo os procedimentos a serem observados para o cumprimento do horário. Manual de Procedimentos Salientamos que a flexibilização poderá ser adotada somente no início ou final da jornada de trabalho, não sendo recomendável sua adoção no intervalo para repouso ou refeição. 11. Atrasos e Faltas Injustificadas Empregado Submetido a Acordo de Compensação de Horas Ocorrendo atrasos ou faltas injustificadas ao serviço, a legislação vigente prevê que a empresa poderá descontar da remuneração do empregado, dentre outros, a importância correspondente ao tempo que este deixou de trabalhar. Dessa forma, desde que não haja previsão em contrário no acordo de compensação firmado, considerando que, quando o empregado falta injustificadamente ao serviço, deixa, inclusive, de trabalhar a fração diária do sábado compensado, poderá, ter o desconto no seu salário calculado, computando-se a jornada normal acrescida do tempo de compensação de horas. Exemplos 1) Empregado que trabalha 9 horas de 2ª a 5ª feira e 8 horas na 6ª feira, para compensar o sábado, perfazendo um total de 44 horas semanais. Se o empregado faltar injustificadamente ao trabalho na 4ª feira serão descontadas 9 horas de seu salário. 2) Se o empregado tem uma jornada de trabalho estipulada em 7 horas e 20 minutos, mas trabalha de segunda a sexta-feira 8 horas e 48 minutos para compensar o sábado, havendo falta injustificada ao trabalho no decorrer da semana, o desconto poderá ser de 8 horas e 48 minutos. Não obstante o anteriormente exposto, poderão as partes acordar no sentido de redistribuir entre os demais dias da semana o período de compensação que deixou de ser cumprido no dia da falta ao serviço, situação em que o desconto corresponderá apenas às horas relativas à jornada normal de trabalho, sem o acréscimo do tempo de compensação. 12. Feriado Sábado Compensado Em caso de feriado que recaia no sábado e, havendo acordo firmado de compensação deste e quando não houver nada dispondo a respeito, o empregador poderá adotar uma das soluções a seguir, lembrando que o assunto é controvertido, pois não há legislação específica e a doutrina e a jurisprudência não são uniformes a respeito: 1) as horas trabalhadas a mais durante a semana devem ser remuneradas como horas extras, com o consequente acréscimo de, no mínimo, 50% sobre a hora normal; ou 6 N o 39/09 Setembro 4 a semana
7 Manual de Procedimentos 2) deve-se remunerar em dobro o feriado que recaiu em um sábado já compensado. Situação diversa ocorre, ainda, em feriado durante a semana (2ª a 6ª feira), quando o empregado não compensa as horas correspondentes ao sábado. O seguinte procedimento poderá se adotado pela empresa, se não houver cláusula em documento coletivo de trabalho que discipline o assunto: quando o feriado recai num sábado, o empregador paga as horas excedentes trabalhadas durante a semana, sem acréscimo salarial, como faz habitualmente, e, em troca, o empregado percebe as horas normais mais as compensadas, quando o feriado recai em qualquer outro dia da semana (de 2ª a 6ª feira). As empresas, para evitar os problemas anteriormente citados, poderão, quando do acordo ou convenção coletiva que vise o sábado livre, programar-se para excluir da compensação feriados que ocorram aos sábados ou não realizar compensação na semana que precede o sábado feriado. 13. Cumprimento de Aviso Prévio Trabalhado Quando o empregado estiver cumprindo aviso prévio, o empregador deverá observar que o empregado na última semana do aviso prévio não poderá realizar compensação de dia que seja posterior ao término do referido aviso, senão será desconsiderado e anulado o aviso prévio. Assim, por exemplo, o empregado compensa o sábado, durante a semana da seguinte forma: de 2ª a 6ª feira 8 horas e 48 minutos. Foi concedido aviso prévio trabalhado, o qual terminará na 6ª feira. Assim, na última semana trabalhada, esse empregado não poderá compensar o sábado e, portanto deverá cumprir uma jornada de trabalho de 8 horas diárias e, não, 8 horas e 48 minutos. 14. Banco de Horas Banco de horas é o mecanismo que possibilita a compensação do excesso de horas trabalhadas em um dia com a correspondente diminuição em outro, sem o pagamento de horas extras. TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação O referido banco de horas foi introduzido pela Lei nº 9.601/98 com a alteração do 2º e instituição do 3º do art. 59 da CLT, que passaram a ter a seguinte redação:... Art º Poderá ser dispensado o acréscimo de salário se, por força de acordo ou convenção coletiva de trabalho, o excesso de horas de um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia, de maneira que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais previstas, nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias. 3º Na hipótese de rescisão do contrato de trabalho sem que tenha havido a compensação integral da jornada extraordinária, na forma do parágrafo anterior, fará o trabalhador jus ao pagamento das horas extras não compensadas, calculadas sobre o valor da remuneração na data da rescisão.... Tais dispositivos legalizam a criação de um acúmulo de horas trabalhadas extraordinariamente, ficando a empresa dispensada do pagamento do acréscimo de no mínimo 50%, previstos no art. 7º, inciso XVI, da CF. Esta prática já vinha sendo adotada por muitas empresas, porém restritamente, dentro de uma mesma semana. Com a publicação da referida lei, dilatou o espaço de tempo para compensação do acúmulo de horas, de semanal para anual. Dependendo da função e das características das atividades empresariais, em determinados períodos do ano, estas têm maior necessidade de utilização de mão de obra (picos de produção) e em outras épocas uma morosidade produtiva que gera a ociosidade dos empregados. Salientamos que não há a possibilidade de realizar banco de horas negativo, ou seja, o empregado primeiro falta ao trabalho para, depois compensar. O banco de horas, deve ser firmado obrigatoriamente com a participação do sindicato representativo da categoria profissional, independentemente dos empregados serem maiores ou menores. Nesse documento devem constar as cláusulas e as condições para seu cumprimento. O sistema pode variar dependendo do que for negociado, mas o limite será sempre 10 horas diárias trabalhadas, não podendo ultrapassar, no prazo de 12 meses, a soma das jornadas semanais previstas. 15. Quadro Sinótico Tipos Horas Adicional mínimo Observações Acordo de compensação (art. 59, 2º, da CLT) Até o limite de duas horas diárias Valor da hora normal sem acréscimo a) Permitido a menor com assistência do sindicato (art. 413 da CLT); e b) Não permitido a ascensoristas, telefonista ou trabalhadores que, nos termos da lei, não estejam sujeitos à jornada de trabalho. Setembro 4 a semana N o 39/09 7
8 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação Manual de Procedimentos 16. Penalidade Os infratores dessas normas ficarão sujeitos à multa variável de R$ 40,25 a R$ 4.025,33, por infração aos arts. 57 a 74 da CLT, conforme a extensão da infração e a intenção de quem a praticou, aplicada em dobro nos casos de reincidência e oposição à fiscalização ou desacato à autoridade. 17. Modelo de Acordo de Compensação de Horas Acordo de Compensação de Horas Entre a (EMPRESA)..., estabelecida à Rua..., n..., com ramo de..., e o seu empregado..., portador da CTPS de nº..., fica convencionado de acordo com o disposto do art. 59, 2º, da CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº de 01/05/1943), que o Horário Normal do Trabalho será o seguinte: (estabelecer os critérios de compensação de horas), perfazendo total de 44 horas semanais. E, por estarem de pleno acordo, as partes contratantes assinam o presente acordo em duas vias, o qual vigorará por prazo indeterminado. Local e data Empregado Empregador Certidões de Infrações Trabalhistas, de Débito Salarial e de Infrações Trabalhistas à Legislação de Proteção à Criança e ao Adolescente Estado de São Paulo SUMÁRIO 1. Introdução 2. Requerimento da Certidão Formalização 2.1. Aceitação do pedido 3. Certidões 3.1. Validade 3.2. Emissão 4. Certidões Modalidades 5. Certidão de Débito Salarial Não Cabimento 6. Seção de Multas e Recursos 7. Modelo de Declaração e Certidão 7.1. Declaração de inexistência de débito salarial 7.2. Declaração de cumprimento do disposto no inciso XXXII do art. 7º da Constituição Federal 7.3. Certidão negativa de débito salarial 7.4. Certidão positiva de débito salarial 7.5. Certidão negativa de infrações trabalhistas 7.6. Certidão positiva de infrações trabalhistas 7.7. Certidão de infrações trabalhistas positiva com efeito de negativa 7.8. Certidão negativa de infrações trabalhistas à legislação de proteção à criança e ao adolescente 7.9. Certidão positiva de infrações trabalhistas à legislação de proteção à criança e ao adolescente Certidão de infrações trabalhistas à legislação de proteção à criança e ao adolescente positiva com efeito de negativa 1. Introdução Por meio da Portaria MTE/SRTE/SP nº 43/09, de 24/08/2009 (DOU de 27/08/2009), a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em São Paulo, considerando a necessidade de estabelecer procedimentos para a expedição das Certidões de Infrações Trabalhistas, de Débito Salarial e de Infrações Trabalhistas à Legislação de Proteção à Criança e ao Adolescente, fornecerá aos interessados legitimados (art. 9º da Lei nº 9.784/99) informações contidas no sistema informatizado do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio de certidões. Nota Cenofisco: Transcrevemos a seguir, o art. 9º da Lei nº 9.784/99:... Art. 9º São legitimados como interessados no processo administrativo: I pessoas físicas ou jurídicas que o iniciem como titulares de direitos ou interesses individuais ou no exercício do direito de representação; II aqueles que, sem terem iniciado o processo, têm direitos ou interesses que possam ser afetados pela decisão a ser adotada; III as organizações e associações representativas, no tocante a direitos e interesses coletivos; IV as pessoas ou as associações legalmente constituídas quanto a direitos ou interesses difusos Requerimento da Certidão Formalização O requerimento da certidão deverá ser formalizado perante a Superintendência Regional ou na Gerência Regional da circunscrição onde se situe o estabelecimento indicado no requerimento. A solicitação deverá ser formalizada em requerimento onde constem as certidões a serem requeridas. O requerimento deverá conter, obrigatoriamente, a razão social, CNPJ/CPF/CEI e endereço da empresa requerente, a referência expressa à certidão requerida, os fins e as razões do pedido e a assinatura do interessado ou de preposto/procurador devidamente habilitado Aceitação do pedido A aceitação do pedido fica condicionada ao fornecimento de dados cadastrais corretos, que possibilitem a realização das diligências necessárias. 8 N o 39/09 Setembro 4 a semana
9 Manual de Procedimentos Ao requerimento, deverão ser anexados cópia do cartão do CNPJ/CPF/CEI, bem como cópia dos atos constitutivos do requerente (Contrato Social, Ata de Assembleia). 3. Certidões Serão emitidas as seguintes certidões: a) Certidão de Débitos Salariais; b) Certidão de Infrações Trabalhistas; c) Certidão de Infrações Trabalhistas à Legislação de Proteção à Criança e ao Adolescente. Tratando-se das certidões previstas nas letras a e c, o requerente firmará declaração acerca da regularidade de suas obrigações de natureza salarial com relação aos seus empregados e/ou de regularidade de suas obrigações em relação a criança e ao adolescente, que deverá acompanhar o requerimento (conforme modelos nos itens 7.1 e 7.2) Validade As certidões terão validade por 180 dias. Não será emitida certidão antes do final do prazo de validade da anteriormente emitida Emissão A certidão de débitos salariais será emitida pelo Setor de Fiscalização do Trabalho, e expedida após a conclusão das diligências necessárias; já a certidão de infrações trabalhistas e a certidão de infrações trabalhistas à legislação de proteção à criança e ao adolescente serão emitidas pelo Chefe da Seção de Multas e Recursos, mediante consulta ao sistema informatizado do MTE, no prazo de 15 dias, a contar da formalização da solicitação ou da regularização dos dados mencionados no item 2.1. Nas Gerências Regionais do Trabalho e Emprego (GRTEs), a responsabilidade pela emissão das certidões será dos Gerentes Regionais, que as expedirão após as diligências necessárias (letra a do item 3), ou após consulta ao sistema informatizado do MTE (letras b e c do item 3). 4. Certidões Modalidades Para fins de emissão das certidões de infrações trabalhistas e de infrações trabalhistas à legislação de proteção à criança e ao adolescente, considerar-se-á: a) Negativa: quando os respectivos processos administrativos tiverem sido arquivados por recolhimento da multa, quitação do débito para com o FGTS, insubsistência ou TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação prescrição dos processos originários de Autos de Infração e Levantamento de Débito (modelos nos itens 7.3, 7.5 e 7.8); b) Positiva nos demais casos (modelos nos itens 7.4, 7.6 e 7.9). c) Positiva com efeito de negativa, somente nos casos das letras b e c do item 3. (modelos nos itens 7.7 e 7.10) 5. Certidão de Débito Salarial Não Cabimento Quando não for cabível a emissão da Certidão de Débito Salarial, o pedido será indeferido. Caso a empresa manifeste interesse, será expedida Certidão Positiva de Débito Salarial. (modelo no item 7.4) 6. Seção de Multas e Recursos As certidões serão retiradas na Seção de Multas e Recursos, pelo signatário do requerimento, representante legal devidamente habilitado ou por portador autorizado, devendo o documento de autorização ser juntado ao processo. A Portaria MTE/SRTE/SP nº 43/09 entrou em vigor em 27/08/2009, data de sua publicação, revogando a Portaria DRT nº 144, de 18/07/ Modelo de Declaração e Certidão 7.1. Declaração de inexistência de débito salarial Declaração de Inexistência de Débito Salarial Eu,, (nacionalidade), (estado civil), RG nº, e CPF nº, na condição de procurador/preposto da empresa, inscrita no CNPJ sob o nº, Declaro, sob as penas da lei*, que a pessoa jurídica acima nominada encontra-se em situação regular com todas as obrigações trabalhistas de natureza salarial (pagamento de salários, décimo-terceiro, rescisões, e depósito do FGTS) para com seus empregados na presente data. Por ser esta uma declaração da verdade, firmo a presente para os efeitos pretendidos, especialmente para comprovação de regularidade de pagamento salarial junto ao Sistema Federal de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego., (local) (data) (assinatura) *Código Penal, art. 299 Setembro 4 a semana N o 39/09 9
10 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação 7.2. Declaração de cumprimento do disposto no inciso XXXII do art. 7º da Constituição Federal Declaração de Cumprimento do Disposto no Inciso XXXII do artigo 7º da Constituição Federal Eu,, (nacionalidade), (estado civil), RG nº, e CPF nº, na condição de procurador/preposto da empresa as penas da lei*, que a pessoa jurídica acima nominada encontra-se em situação regular quanto ao cumprimento do disposto no inciso XXXIII do artigo 7º da Constituição Federal. Por ser esta uma declaração da verdade, firmo a presente para os efeitos pretendidos, especialmente para comprovação de regularidade quanto ao cumprimento da norma constitucional de proteção ao trabalho do menor e do adolescente junto ao Sistema Federal de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego., (local) (data) (assinatura) *Código Penal, art. 299 Manual de Procedimentos 7.4. Certidão positiva de débito salarial Nº Certidão Positiva de Débito Salarial Certifico, atendendo a requerimento protocolizado nesta Superintendência/Gerência Regional do Trabalho e Emprego, sob o nº, que existe débito quanto aos salários devidos aos empregados de (nome do empregador solicitante), cujo estabelecimento está situado à bairro, município de, inscrito no CNPJ sob o nº, conforme informações do relatório de fiscalização baseado na documentação solicitada e exibida pelo empregador. Esta certidão tem prazo de validade de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da data de sua expedição. E, para constar, eu (nome) (nome), matrícula SIAPE nº, lavrei a presente certidão que vai por mim rubricada e assinada pelo Chefe do Setor de Fiscalização do Trabalho/Gerente Regional do Trabalho e Emprego em Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo. (local e data) Certidão negativa de débito salarial Nº Certidão Negativa de Débito Salarial Certifico, atendendo a requerimento protocolizado nesta Superintendência/Gerência Regional do Trabalho e Emprego, sob o nº, que inexiste débito quanto aos salários devidos aos empregados de, cujo estabelecimento está situado à, nº, bairro, neste município, inscrito no CNPJ sob o nº, conforme informações do relatório de fiscalização baseado na documentação solicitada e exibida pelo empregador. Esta certidão tem prazo de validade de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da data de sua expedição. E, para constar, eu, (nome), matrícula SIAPE nº, lavrei a presente certidão, assinada pelo Chefe do Setor de Fiscalização do Trabalho / Gerente Regional do Trabalho e Emprego em Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo. São Paulo,. Nada mais Certidão negativa de infrações trabalhistas Nº Certidão Negativa de Infrações Trabalhistas Certifico, atendendo a requerimento protocolizado nesta Superintendência/Gerência Regional do Trabalho e Emprego, sob o nº, e após pesquisa no sistema informatizado do Ministério do Trabalho e Emprego, que inexistem tramitando, nesta data, processos originários de multas trabalhistas e levantamentos de débito lavrados contra, cujo estabelecimento está situado (endereço, cidade e Estado), inscrito no CNPJ sob o nº. Esta certidão tem prazo de validade de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da data de sua expedição. E, para constar, eu (nome), matrícula SIAPE nº, lavrei a presente certidão que vai por mim rubricada e assinada pelo Chefe da Seção de Multas e Recursos / Gerente Regional do Trabalho e Emprego em Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo. (local e data) 10 N o 39/09 Setembro 4 a semana
11 Manual de Procedimentos 7.6. Certidão positiva de infrações trabalhistas Certidão Positiva de Infrações Trabalhistas Nº Certifico, atendendo a requerimento protocolizado nesta Superintendência/Gerência Regional do Trabalho e Emprego, sob o nº, e após pesquisa no sistema informatizado do Ministério do Trabalho e Emprego, que existe(m) tramitando, nesta data, o(s) seguinte(s) processo(s) originário(s) de multa(s) trabalhista(s) e levantamento(s) de débito lavrado(s) contra (nome do empregador solicitante), cujo estabelecimento está situado à (endereço, cidade e Estado), inscrito no CNPJ/CPF/CEI, sob o nº (número de inscrição): (número do processo, número do auto/notificação, dispositivo infringido e situação do processo). Esta certidão tem prazo de validade de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da data de sua expedição. E, para constar, eu (nome), matrícula SIAPE nº, lavrei a presente certidão que vai por mim rubricada e assinada pelo Chefe da Seção de Multas e Recursos/ Gerente Regional do Trabalho e Emprego em, Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo. (Local e data) Certidão de infrações trabalhistas positiva com efeito de negativa Certidão de Infrações Trabalhistas Positiva com Efeito de Negativa Nº Certifico, atendendo a requerimento protocolizado nesta Superintendência/Gerência Regional do Trabalho e Emprego, sob o nº (nº do Protocolo CPROD), e após pesquisa no sistema informatizado do Ministério do Trabalho e Emprego, que existe(m) tramitando, nesta data, pendente(s) de decisão administrativa, o(s) seguinte(s) processo(s) originário(s) de multa(s) trabalhista(s) e levantamento(s) de débito, lavrado(s) contra (nome do empregador solicitante), cujo estabelecimento está situado à (endereço, cidade e estado), inscrito no CNPJ/CPF/CEI, sob o nº (número de inscrição ): (número do processo, número do auto/notificação, dispositivo infringido), o qual se encontra pendente de. Esta certidão tem prazo de validade de 180 (cento e oitenta) dias. E, para constar, eu (nome), matrícula SIAPE nº, lavrei a presente certidão que vai por mim rubricada e assinada pelo Chefe da Seção de Multas e Recursos/ Gerente Regional do Trabalho e Emprego em Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo. (Local e data). TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação 7.8. Certidão negativa de infrações trabalhistas à legislação de proteção à criança e ao adolescente Certidão Negativa de Infrações Trabalhistas à Legislação de Proteção à Criança e ao Adolescente Nº Certifico, atendendo a requerimento protocolizado nesta Superintendência/Gerência Regional do Trabalho e Emprego, sob o nº, e após pesquisa no sistema informatizado do Ministério do Trabalho e Emprego, que inexiste(m) tramitando, nesta data, processos administrativos originários de multa trabalhistas referentes ao Capítulo IV do Título III da Consolidação das Leis do Trabalho, que trata da proteção do trabalho do menor, lavrados contra (nome do empregador solicitante), cujo estabelecimento está situado à (endereço, cidade e Estado), inscrito no CNPJ/CPF/CEI, sob o nº (número de inscrição ). Esta certidão tem prazo de validade de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da data de sua expedição. E, para constar, eu (nome), matrícula SIAPE nº, lavrei a presente certidão que vai por mim rubricada e assinada pelo Chefe da Seção de Multas e Recursos/Gerente Regional do Trabalho e Emprego em, Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo. (Local e data) 7.9. Certidão positiva de infrações trabalhistas à legislação de proteção à criança e ao adolescente Certidão Positiva de Infrações Trabalhistas à Legislação de Proteção à Criança e ao Adolescente Nº Certifico, atendendo a requerimento protocolizado nesta Superintendência/Gerência Regional do Trabalho e Emprego, sob o nº, e após pesquisa no sistema informatizado do Ministério do Trabalho e Emprego, que existe(m) tramitando, nesta data, o(s) seguinte(s) processo(s) administrativo(s) originário(s) de multa(s) trabalhista(s) referente(s) ao Capítulo IV do Título III da Consolidação das Leis do Trabalho, que trata da proteção do trabalho do menor, lavrado(s) contra (nome do empregador solicitante), cujo estabelecimento está situado (endereço, cidade e Estado), inscrito no CNPJ/CPF/CEI, sob o nº : (número do processo, número do auto/notificação, dispositivo infringido e situação do processo), conforme print em anexo, parte integrante desta certidão. Esta certidão tem prazo de validade de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da data de sua expedição. E, para constar, eu (nome), matrícula SIAPE nº, lavrei a presente certidão que vai por mim rubricada e assinada pelo Chefe da Seção de Multas e Recursos desta Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo. (Local e data). Setembro 4 a semana N o 39/09 11
12 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação Manual de Procedimentos Certidão de infrações trabalhistas à legislação de proteção à criança e ao adolescente positiva com efeito de negativa Certidão de Infrações Trabalhistas à Legislação de Proteção à Criança e ao Adolescente Positiva com Efeito de Negativa Nº Certifico, atendendo a requerimento protocolizado nesta Superintendência/Gerência Regional do Trabalho e Emprego, sob o nº, e após pesquisa no sistema informatizado do Ministério do Trabalho e Emprego, que existe(m) tramitando, nesta data, o(s) seguinte(s) processo(s) administrativo(s) originário(s) de multa(s) trabalhista(s) referente(s) ao Capítulo IV do Título III da Consolidação das Leis do Trabalho, que trata da proteção do trabalho do menor, lavrado(s) contra (nome do empregador solicitante), cujo estabelecimento está situado à (endereço, cidade e Estado), inscrito no CNPJ/CPF/CEI, sob o nº (número de inscrição ): (número do processo, número do auto/notificação, dispositivo infringido), o qual se encontra pendente de. Esta certidão tem prazo de validade de 180 (cento e oitenta) dias. E, para constar, eu (nome), matrícula SIAPE nº, lavrei a presente certidão que vai por mim rubricada e assinada pelo Chefe da Seção de Multas e Recursos / Gerente Regional do Trabalho e Emprego em Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo.(Local e data). Chefe da Seção de Multas e Recursos /SRTE/SP Gerente Regional do Trabalho e Emprego FGTS Coeficientes de JAM Créditos nas Contas Vinculadas em 10/09/2009 O Comunicado s/nº da Caixa Econômica Federal, publicado na Seção 3 do DOU de 10/09/2009, a seguir transcrito, baixa o Edital Eletrônico do FGTS, com validade para o período de 10/09/2009 a 09/10/2009, bem como divulga os coeficientes de JAM creditados nas contas vinculadas do FGTS em 10/09/2009. Superintendência Nacional do FGTS COMUNICADO A Caixa Econômica Federal torna público que, em conformidade com a Lei nº 8.036, de 11 de maio de 1990, com redação dada pela Lei nº 9.964, de 10/04/2000 e com a Lei Complementar nº 110, de 29/06/2001, foi baixado Edital Eletrônico do FGTS, com validade para o período de 10/09/2009 a 09/10/2009. Estão disponíveis as seguintes informações: 1 Orientações aplicação, com recurso de auto-apresentação, que descreve os coeficientes próprios do FGTS, as respectivas finalidades e forma de utilização, com destaque para aqueles necessários à efetivação dos recolhimentos em atraso, em consonância com as Circulares CAIXA relativas. 2 Coeficientes de Remuneração de Conta Vinculada: JAM mensal; JAM acumulado. 2.1 Os coeficientes de JAM a serem creditados nas contas vinculadas do FGTS em 10/09/2009, conforme tabela abaixo, incidindo sobre os saldos existentes em 10/08/2009, deduzidas as movimentações ocorridas no período de 11/08/2009 a 09/09/2009: (3% a.a.) 0, (4% a.a.) 0, (5% a.a.) 0, (6% a. a.) 0, conta referente a empregado não optante, optante a partir de 23/09/1971 (mesmo que a opção tenha retroagido), trabalhador avulso e optante até 22/09/1971 durante os dois primeiros anos de permanência na mesma empresa; conta referente a empregado optante até 22/09/1971, do terceiro ao quinto ano de permanência na mesma empresa; conta referente a empregado optante até 22/09/1971, do sexto ao décimo ano de permanência na mesma empresa; conta referente a empregado optante até 22/09/1971, a partir do décimo primeiro ano de permanência na mesma empresa. 3 Coeficientes para recolhimento em atraso: para recolhimento mensal, a ser efetuado através de GRF Guia de Recolhimento do FGTS, por data de pagamento; o arquivo de índices a ser utilizado pelo aplicativo SEFIP, de uso obrigatório para o recolhimento mensal, encontra-se disponível para download em opção própria do Edital Eletrônico; para recolhimento rescisório, a ser realizado por meio de GRRF Guia de Recolhimento Rescisório do FGTS. 4 Coeficientes adicionais: depósito e JAM acumulado; correção monetária. O referido Edital encontra-se disponível no site da Rede Mundial de Computadores internet, em versão eletrônica, ou, alternativamente, nas agências da CAIXA em todo território nacional. Joaquim Lima de Oliveira Superintendente 12 N o 39/09 Setembro 4 a semana
13 Manual de Procedimentos TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação JUSTIÇA DO TRABALHO Tabela Única de Atualizações de Débitos Trabalhistas Outubro/2009 Publicamos a seguir a Tabela Única para Atualização e Conversão de Débitos Trabalhistas extraída do site do TRT da 2ª Região ( Poder Judiciário Federal Justiça do Trabalho Tabela Única para Atualização e Conversão de Débitos Trabalhistas até 30/09/2009 para 01/10/2009* TR prefixada de 01/09/2009 a 01/10/2009 (Banco Central) = 0,00000% p ( ), ( ) JAN 0, , , , , , , , , , FEV 0, , , , , , , , , , MAR 0, , , , , , , , , , ABR 0, , , , , , , , , , MAI 0, , , , , , , , , , JUN 0, , , , , , , , , , JUL 0, , , , , , , , , , AGO 0, , , , , , , , , , SET 0, , , , , , , , , , OUT 0, , , , , , , , , , , NOV 0, , , , , , , , , , , DEZ 0, , , , , , , , , , , JAN 0, , , , , , , , , , , FEV 0, , , , , , , , , , , MAR 0, , , , , , , , , , , ABR 0, , , , , , , , , , , MAI 0, , , , , , , , , , , JUN 0, , , , , , , , , , , JUL 0, , , , , , , , , , , AGO 0, , , , , , , , , , , SET 0, , , , , , , , , , , OUT 0, , , , , , , , , , , NOV 0, , , , , , , , , , , DEZ 0, , , , , , , , , , , JAN 0, , , , , , , , , , , FEV 0, , , , , , , , , , , MAR 0, , , , , , , , , , , ABR 0, , , , , , , , , , , MAI 0, , , , , , , , , , , JUN 0, , , , , , , , , , , JUL 0, , , , , , , , , , , AGO 0, , , , , , , , , , , SET 0, , , , , , , , , , , OUT 0, , , , , , , , , , , NOV 0, , , , , , , , , , , DEZ 0, , , , , , , , , , , JAN 1, , , , , , , , , , , FEV 1, , , , , , , , , , , MAR 1, , , , , , , , , , , ABR 1, , , , , , , , , , , MAI 1, , , , , , , , , , , JUN 1, , , , , , , , , , , JUL 1, , , , , , , , , , , AGO 1, , , , , , , , , , , SET 1, , , , , , , , , , , OUT 1, , , , , , , , , , , NOV 1, , , , , , , , , , DEZ 1, , , , , , , , , , * Usando os coeficientes desta tabela, os débitos trabalhistas são corrigidos desde o primeiro dia do mês/ano indicado: até 30/09/2009, ou seja, para 01/10/2009 (pagamento). Setembro 4 a semana N o 39/09 13
14 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação Manual de Procedimentos Tabela para Atualização Diária de Débitos Trabalhistas Setembro/2009 Publicamos para o mês de setembro/2009 a Tabela para Atualização Diária de Débitos Trabalhistas extraída do site do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região ( Tabela para Atualização Diária de Débitos Trabalhistas Ano Taxa Pro Taxa Coeficiente 2009 Rata Die Acumulada Acumulado (%) (%) 01/09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 1, /09 0,000000% 1, /09 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 1, /09 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, Ano Taxa Pro Taxa Coeficiente 2009 Rata Die Acumulada Acumulado (%) (%) 17/09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 1, /09 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 1, /09 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /09 0,000000% 0,000000% 1, /10 0,000000% 1, Observação: A TR de setembro/2009 foi zero. Isso significa, na prática, que o principal calculado para 01/09/2009 fica igual até 01/10/2009 (incidem somente juros de mora). 14 N o 39/09 Setembro 4 a semana
15 Manual de Procedimentos TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação JURISPRUDÊNCIA E OUTROS HORA EXTRA E PRÊMIO POR CUMPRIMENTO DE SOBREJORNADA NATUREZA DIVERSA O pagamento de prêmio ou de gratificação ao empregado, como recompensa pelo esforço em cumprir horas extras, não dá direito ao empregador de pedir posteriormente a compensação dos valores. A hora extra é salário, resultado do trabalho do empregado. O prêmio é um plus que a empresa dá a título de incentivo, pela atitude participativa. Não têm a mesma natureza e não são compensáveis, sob pena de se admitir que o empregador agiu de má-fé, enganando o empregado com premiação falsa ao invés de lhe pagar as horas extras efetivamente trabalhadas. (TRT/SP RO Ac. 9ª T Rel. Luiz Edgar Ferraz de Oliveira DOE 20/01/2006) HORAS EXTRAS E ACORDO DE COMPENSAÇÃO Havendo elementos nos autos que demonstrem a marcação irregular da jornada de trabalho da autora, pois havia somente a marcação do horário contratual, deve ser afastada qualquer possibilidade de acolhimento da alegação de existência de banco de compensação de horas, pois não é possível compensar-se horas extraordinárias que não foram anotadas, mormente quando não há autos nenhuma prova de celebração de acordo neste sentido, restando inviável a aplicação da Súmula nº 85 do TST. (Acórdão nº: , Processo nº: , Ano: 2008, Turma: 12ª TRT, Data de Publicação: 10/07/2009) HORAS EXTRAS BANCO DE HORAS NECESSIDADE DE PREVISÃO PELA VIA DA NEGOCIAÇÃO COLETIVA Embora haja previsão legal que autorize compensação dos excessos de jornada pelo período de até um ano, (art. 59, 2º da CLT) é imprescindível a prova inequívoca da existência de acordo ou convenção coletivos a tratar da matéria. O acordo individual não satisfaz a exigência legal. A existência de negociação coletiva expressa a autorizar este procedimento é pressuposto de validade do acordo de compensação que legitima o banco de horas, sob pena de serem remuneradas como extraordinários os serviços. (TRT/SP RO Ac. 4ª T Rel. Paulo Augusto Camara DOE 13/01/2006) BANCO DE HORAS IMPLEMENTAÇÃO SEM PARTICIPAÇÃO DO SINDICATO DE CLASSE INVÁLIDO A adoção de sistema amplo de compensação horária (banco de horas), sem qualquer participação do sindicato, efetivamente ofende a dispositivos legal e convencional, resultando inválida. Inteligência o art. 59, parágrafo 2º, a CLT. Horas extras devidas. (TRT/SP RO Ac. 4ª T Rel. Ricardo Artur Costa e Trigueiros DOE 17/10/2008) CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS Auxílio-Doença Conceito Quando será devido o auxílio-doença? Nos termos do art. 71 do Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048/99, o auxílio-doença será devido ao segurado que, após cumprida, quando for o caso, a carência exigida, ficar incapacitado para o seu trabalho ou para a sua atividade habitual por mais de 15 dias consecutivos. Setembro 4 a semana N o 39/09 15
16 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação Manual de Procedimentos Auxílio-Doença Direito Quem tem direito ao auxílio-doença? Terá direito ao benefício do auxílio-doença: a) o segurado empregado que ficar incapacitado para o trabalho por mais de 15 dias consecutivos, observada a carência, quando for o caso; b) os segurados, empregado doméstico, trabalhador avulso, contribuinte individual, especial e facultativo que ficarem incapacitados para suas atividades habituais, observada a carência, quando for o caso. Neste sentido, será devido o benefício do auxílio-doença: a) a contar do 16º dia do afastamento da atividade, para o segurado empregado, exceto o doméstico; b) a contar da data de início da incapacidade, para os demais segurados; c) a contar da data de entrada do requerimento, quando requerido após o 30º dia do afastamento da atividade, para todos os segurados. Importante lembrar que não tem direito ao auxílio-doença quem, ao se filiar à Previdência Social, já tiver doença ou lesão que geraria o benefício, a não ser quando a incapacidade resulta do agravamento da enfermidade. Auxílio-Doença Carência Qual a carência exigida para o auxílio-doença? O trabalhador que contribuir para a Previdência Social por, no mínimo, 12 meses, fará jus ao benefício do auxílio-doença. Não haverá exigência de carência quando: a) a doença resultar de acidente de qualquer natureza ou causa, ou ainda, quando o segurado, após filiação à Previdência Social, contrair alguma das doenças constantes de lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e da Previdência e Assistência Social; b) para os segurados especiais, desde que comprovem o exercício de atividade rural no período de 12 meses imediatamente anteriores à data de início da incapacidade. Auxílio-Doença Cessação ou Encerramento Quando cessa ou encerra o auxílio-doença? Será cessado ou encerrado o benefício quando: a) o segurado recupera a capacidade para o trabalho; b) não recuperando a capacidade para o trabalho, o auxílio-doença é transformado em aposentadoria por invalidez; c) ficando alguma sequela decorrente de acidente de qualquer natureza ou causa, que reduza a capacidade para o trabalho que o segurado exercia habitualmente, o auxílio-doença é transformado em auxílio-acidente. Esta hipótese somente se aplica ao segurado empregado, exceto o doméstico, ao trabalhador avulso, ao segurado especial e ao médico-residente. Auxílio-Doença Documentos Quais os documentos exigidos para a concessão do auxílio-doença? Serão exigidos os seguintes documentos: a) Documento de identificação do segurado (carteira de identidade, carteira de trabalho ou outro documento com foto); 16 N o 39/09 Setembro 4 a semana
17 Manual de Procedimentos TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação b) Procuração se for o caso; c) Cadastro de Pessoa Física (CPF) obrigatório; d) Carteira de trabalho ou outro documento que comprove o exercício de atividade anterior a julho/1994; e) PIS/PASEP; f) Requerimento de benefício por incapacidade, preenchido pela empresa, com as informações referentes ao afastamento do trabalho e de dependentes para fins de salário família, somente para empregado. Documentação complementar para períodos anteriores a julho/1994, de acordo com os vínculos com a Previdência Social, tais como: a) Cartão de Inscrição de Contribuinte Individual (CICI); b) Documento de Cadastramento do Contribuinte Individual (DCT-CI); c) Comprovantes de recolhimento à Previdência Social; d) Contrato Social (sócio de empresa ou de firma individual); e) Comprovantes de cadastro no INCRA; f) Contrato de arrendamento, parceria ou comodato rural; g) Bloco de notas e/ou notas fiscais de venda por produtor rural; h) Declaração de sindicato de trabalhador rural, sindicato de pescadores, de colônia de pescadores, do IBAMA, do Ministério da Agricultura ou de sindicato rural; i) Declaração da FUNAI; j) Outros previstos em regulamentação. LEGISLAÇÃO A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. FGTS COMUNICADO S/Nº DOU de 10/09/2009 Edital Eletrônico do FGTS Recolhimento em Atraso JAM Contas Vinculadas Coeficientes Crédito em 10/09/2009 Sinopse: A Caixa Econômica Federal, por intermédio da Superintendência Nacional do FGTS, expede o Comunicado s/nº, publicado no DOU de 10/09/2009 Seção 3, tornando pública a baixa do Edital Eletrônico do FGTS, com validade para o período de 10/09/2009 a 09/10/2009. Previdência Social DECRETO Nº 6.957, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Fator Acidentário de Prevenção (FAP) Alteração do Regulamento da Previdência Social Sinopse: Por meio do Decreto nº 6.957/09 foi alterado o Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 06/05/1999, no tocante à aplicação, acompanhamento e avaliação do Fator Acidentário de Prevenção (FAP). Setembro 4 a semana N o 39/09 17
18 IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação MANUAL DE Procedimentos 39 Destaques Nesta edição examinaremos as normas relativas à incidência do PIS/PASEP-Importação e a COFINS-Importação no âmbito do Regime de Tributação Unificada (RTU). Constam, também desta edição a tributação de rendimentos recebidos por pessoa física, quando não classificados como rendimentos do trabalho assalariado ou não assalariado. Benedita Bernardes Nepomuceno Carleto Renata Joyce Theodoro ÍNDICE IR/CSLL/COFINS/PIS/PASEP... 3 Incidência das Contribuições para o PIS/PASEP-Importação e a COFINS-Importação no âmbito do Regime de Tributação Unificada (RTU) CNPJ PGD CNPJ Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica Versão 2.6 (PGD CNPJ/Cadastro Sincronizado 2.7) e PGD CNPJ Versão Web Imposto de Renda Outros Rendimentos Recebidos por Pessoa Física Tributação Jurisprudência e Outros Aferição da Liquidez e Certeza de Eventuais Indébitos Compensação de Prejuízos Empresas em Liquidação Extrajudicial IRPF Acréscimo Patrimonial a Descoberto Juros de Mora Liquidação Extrajudicial de Instituição Financeira PIS Repetição de Indébito Decadência Direito de Repetir/Compensar Presunções Legais Relativas Distribuição do Ônus da Prova Cenofisco BD Legislação Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia. Acesse e confira agora este benefício. continua
19 IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação ÍNDICE CONTINUAÇÃO Legislação Ato Declaratório Executivo COSIT nº 26/09 IR Pessoas Físicas Ganho de Capital na Alienação de Moeda Estrangeira Ato Declaratório Executivo COSIT nº 27/09 Divulga Taxas de Câmbio para Fins de Elaboração do Balanço Relativo ao Mês de Agosto de 2009 Decreto nº 6.956/09 Regime de Tributação Unificada (RTU) na Importação Manual de Procedimentos Instrução Normativa RFB nº 966/09 Programa Gerador de Documentos do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, versão 2.7 (PGD CNPJ/Cadastro Sincronizado 2.7) e o Programa Gerador de Documentos do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (PGD CNPJ versão web) Aprovação Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Imposto de renda : PIS, COFINS, CSLL e Legislação. Curitiba, PR : Cenofisco Editora, ISBN COFINS (Contribuição para financiamento da Seguridade Social) Leis e legislação Brasil 2. CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) Leis e legislação Brasil 3. Imposto de renda Leis e legislação Brasil 4. PIS (Programa de Integração Social) Leis e legislação Brasil 5. Tributos Leis e legislação Brasil I. Título : PIS, COFINS, CSLL e legislação CDU-34:336.2 (81) Índices para catálogo sistemático : 1. Brasil : Direito fiscal 34:336.2 (81) 2 N o 39/09 Setembro 4 a semana
20 Manual de Procedimentos IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação IR/CSLL/COFINS/PIS/PASEP Incidência das Contribuições para o PIS/PASEP-Importação e a COFINS- Importação no âmbito do Regime de Tributação Unificada (RTU) SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Regime de Tributação Unificada (RTU) 3. Opção pelo Regime de Tributação Unificada (RTU) 3.1. Prazo para opção pelo RTU 4. Impostos e Contribuições Alcançados 4.1. Possibilidade de inclusão do IOF e do 4.2. Alíquotas aplicáveis 5. Obrigações Acessórias 6. Anexo 1. Considerações Iniciais O Decreto nº 6.956/09 regulamenta o disposto na Lei nº /09, que institui o Regime de Tributação Unificada (RTU) na importação, por via terrestre, de mercadorias procedentes do Paraguai. 2. Regime de Tributação Unificada (RTU) O Regime de Tributação Unificada (RTU), na importação, será aplicado às mercadorias relacionadas no Anexo ao referido Decreto estampada ao final deste texto. É vedada a importação ao amparo do RTU de quaisquer mercadorias que não sejam destinadas ao consumidor final, bem como de armas e munições, fogos de artifícios, explosivos, bebidas, inclusive alcoólicas, cigarros, veículos automotores em geral e embarcações de todo tipo, inclusive suas partes e peças, medicamentos, pneus, bens usados e bens com importação suspensa ou proibida no Brasil. Deverão ser observados, na importação de mercadorias ao amparo do RTU, os limites, por habilitado, a seguir relacionados: I R$ ,00, para o primeiro e segundo trimestrescalendário; II R$ ,00, para o terceiro e quarto trimestres-calendário; e III R$ ,00, por ano calendário. 3. Opção pelo Regime de Tributação Unificada (RTU) Somente poderá optar pelo RTU a Microempresa, optante pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (SIMPLES Nacional), previamente habilitada pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, observado o seguinte: Compete à Secretaria da Receita Federal do Brasil estabelecer os termos, requisitos e condições para: I habilitação do ponto de fronteira para entrada e do recinto alfandegado para despacho das mercadorias ao amparo do RTU; II habilitação do transportador que conduzirá as mercadorias estrangeiras, sob controle aduaneiro, da cidade estrangeira limítrofe até o recinto especial onde ocorra o desembaraço aduaneiro; e III credenciamento de representantes dos beneficiários do RTU. A Secretaria da Receita Federal do Brasil, no âmbito de sua competência, regulamentará os procedimentos relativos ao RTU e estabelecerá os documentos exigidos para aplicação do regime, bem como sua forma de emissão, transmissão, recepção e retificação Prazo para opção pelo RTU A opção pelo RTU poderá ser exercida até o último dia útil do mês, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do mês subsequente ao da opção. A opção pelo RTU alcança todos os estabelecimentos da pessoa jurídica optante, abrangendo todos os produtos de que trata o Anexo a este Decreto por ela importados, por via terrestre e adquiridos em município fronteiriço no Paraguai. A Secretaria da Receita Federal do Brasil divulgará, por meio do seu sítio na Internet, o nome das pessoas jurídicas optantes na forma deste artigo, bem como a data de início da respectiva opção. 4. Impostos e Contribuições Alcançados O RTU implica o pagamento dos seguintes impostos e contribuições federais incidentes na importação: I Imposto de Importação; Setembro 4 a semana N o 39/09 3
21 IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação Manual de Procedimentos II Imposto sobre Produtos Industrializados; III Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social devida pelo Importador de Bens Estrangeiros ou Serviços do Exterior COFINS-Importação; e IV Contribuição para o PIS/PASEP-Importação. Os referidos impostos e contribuições serão pagos na data do registro da Declaração de Importação. A pessoa jurídica optante pelo RTU não fará jus a qualquer benefício fiscal de isenção ou de redução dos impostos e contribuições, bem como de redução de suas alíquotas ou bases de cálculo Possibilidade de inclusão do IOF e do Importa ressaltar que o RTU poderá incluir o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação () devido pelo optante, desde que o Estado ou o Distrito Federal venha a aderir ao RTU mediante convênio Alíquotas aplicáveis Os impostos e contribuições federais devidos por optante pelo RTU serão calculados pela aplicação da alíquota única de 25% sobre o preço de aquisição das mercadorias importadas, à vista da fatura comercial ou documento de efeito equivalente, observados os valores de referência mínimos estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, sem prejuízo da possibilidade de inclusão do IOF e do no regime. A alíquota de 25%, relativamente a cada imposto ou contribuição federal, corresponde a: I 7,88%, a título de Imposto de Importação; II 7,87%, a título de Imposto sobre Produtos Industrializados; III 7,6%, a título de COFINS-Importação; e IV 1,65%, a título de Contribuição para o PIS/PASEP-Importação. 5. Obrigações Acessórias O documento fiscal de venda emitido por optante pelo RTU, em conformidade com a legislação específica, deverá conter a expressão Regime de Tributação Unificada na Importação e a indicação do dispositivo legal correspondente. 6. Anexo NCM DESCRIÇÃO 8470 Máquinas de calcular e máquinas de bolso que permitam gravar, reproduzir e visualizar informações, com função de cálculo incorporada; máquinas de contabilidade, máquinas de franquear, de emitir bilhetes e máquinas semelhantes, com dispositivo de cálculo incorporado; caixas registradoras Calculadoras eletrônicas capazes de funcionar sem fonte externa de energia elétrica e máquinas de bolso com função de cálculo incorporada que permitam gravar, reproduzir e visualizar informações Outras máquinas de calcular eletrônicas: Com dispositivo impressor incorporado Outras Outras máquinas de calcular 8471 Máquinas automáticas para processamento de dados e suas unidades, leitores magnéticos ou ópticos, máquinas para registrar dados em suporte sob forma codificada e máquinas para processamento desses dados, não especificadas nem compreendidas em outras posições Máquinas automáticas para processamento de dados, portáteis, de peso não superior a 10kg, contendo pelo menos uma unidade central de processamento, um teclado e uma tela Capazes de funcionar sem fonte externa de energia De peso inferior a 350g, com teclado alfanumérico de no mínimo 70 teclas e com uma tela de área não superior a 140cm Outras Outras máquinas automáticas para processamento de dados: Contendo, no mesmo corpo, pelo menos uma unidade central de processamento e, mesmo combinadas, uma unidade de entrada e uma unidade de saída De peso inferior a 750g, sem teclado, com reconhecimento de escrita, entrada de dados e de comandos por meio de uma tela de área inferior a 280cm Outras Outras, apresentadas sob a forma de sistemas Unidades de entrada ou de saída, po- 4 N o 39/09 Setembro 4 a semana
22 Manual de Procedimentos IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação NCM DESCRIÇÃO NCM DESCRIÇÃO dendo conter, no mesmo corpo, unidades de memória Unidades de entrada Teclados Indicadores ou apontadores (mouse e track-ball, por exemplo) Mesas digitalizadoras Outras 8472 Outras máquinas e aparelhos de escritório (por exemplo, duplicadores hectográficos ou a estêncil, máquinas para imprimir endereços, distribuidores automáticos de papel-moeda, máquinas para selecionar, contar ou empacotar moedas, máquinas para apontar lápis, perfuradores ou grampeadores) Máquinas para apontar lápis, perfuradores, grampeadores e desgrampeadores Trituradores e misturadores de alimentos; espremedores de frutas ou de produtos hortícolas Liquidificadores Batedeiras Moedores de carne Extratores centrífugos de sucos Aparelhos de funções múltiplas, providos de acessórios intercambiáveis, para processar alimentos Outros Outros aparelhos Outros 8510 Aparelhos ou máquinas de barbear, máquinas de cortar o cabelo ou de tosquiar e aparelhos de depilar, de motor elétrico incorporado Aparelhos ou máquinas de barbear Máquinas de cortar o cabelo ou de tosquiar 8506 Pilhas e baterias de pilhas elétricas De óxido de prata Com volume exterior não superior a 300cm³ Outras De lítio Com volume exterior não superior a 300cm³ Outras De ar-zinco Com volume exterior não superior a 300cm³ Outras 8508 Aspiradores Com motor elétrico incorporado: De potência não superior a 1.500W e cujo volume do reservatório não exceda 20 litros Outros Aparelhos de depilar 8512 Aparelhos elétricos de iluminação ou de sinalização (exceto os da posição 85.39), limpadores de para-brisas, degeladores e desembaçadores (desembaciadores) elétricos, dos tipos utilizados em ciclos e automóveis Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual dos tipos utilizados em bicicletas Outros aparelhos de iluminação ou de sinalização visual Aparelhos de iluminação Faróis Outros Aparelhos de sinalização visual Luzes fixas Luzes indicadoras de manobras Caixas de luzes combinadas Outros Outros aspiradores 8509 Aparelhos eletromecânicos de motor elétrico incorporado, de uso doméstico, exceto os aspiradores da posição Lanternas elétricas portáteis destinadas a funcionar por meio de sua própria fonte de energia (por exemplo, de pilhas, de acumuladores, de magnetos), excluídos os aparelhos de iluminação da posição Setembro 4 a semana N o 39/09 5
23 IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação Manual de Procedimentos NCM DESCRIÇÃO NCM DESCRIÇÃO Lanternas Manuais Outras 8516 Aquecedores elétricos de água, incluídos os de imersão; aparelhos elétricos para aquecimento de ambientes, do solo ou para usos semelhantes; aparelhos eletrotérmicos para arranjos do cabelo (por exemplo, secadores de cabelo, frisadores, aquecedores de ferros de frisar) ou para secar as mãos; ferros elétricos de passar; outros aparelhos eletrotérmicos para uso doméstico; resistências de aquecimento, exceto as da posição Aquecedores elétricos de água, incluídos os de imersão Aparelhos elétricos para aquecimento de ambientes, do solo ou para usos semelhantes: Radiadores de acumulação Outros Aparelhos eletrotérmicos para arranjos do cabelo ou para secar as mãos: Secadores de cabelo Outros aparelhos para arranjos do cabelo Aparelhos para secar as mãos 8517 Aparelhos telefônicos, incluídos os telefones para redes celulares e para outras redes sem fio; outros aparelhos para transmissão ou recepção de voz, imagens ou outros dados, incluídos os aparelhos para comunicação em redes por fio ou redes sem fio (tal como um rede local (LAN) ou uma rede de área estendida (WAN)), exceto os aparelhos das posições 84.43, 85.25, ou Aparelhos telefônicos, incluídos os telefones para redes celulares e para outras redes sem fio: Aparelhos telefônicos por fio com unidade auscultador-microfone sem fio Telefones para redes celulares e para outras redes sem fio: De radiotelefonia, analógicos Fixos, sem fonte própria de energia, monocanais Móveis, do tipo dos utilizados em veículos automóveis Outros De sistema troncalizado (trunking) Portáteis Fixos, sem fonte própria de energia Do tipo dos utilizados em veículos automóveis Outros De redes celulares, exceto por satélite Outros fornos, fogões de cozinha, fogareiros (incluídas as chapas de cocção), grelhas e assadeiras Outros aparelhos eletrotérmicos: Aparelhos para preparação de café ou de chá Torradeiras de pão Outros Panelas Fritadoras Outros Resistências de aquecimento Para aparelhos da presente posição Outras Portáteis Fixos, sem fonte própria de energia Do tipo dos utilizados em veículos automóveis Outros De telecomunicações por satélite Digitais, operando em banda C, Ku, L ou S Outros Outros Outros Interfones Telefones públicos Outros Não combinados com outros aparelhos Outros 6 N o 39/09 Setembro 4 a semana
24 Manual de Procedimentos IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação NCM DESCRIÇÃO NCM DESCRIÇÃO Outros aparelhos para transmissão ou recepção de voz, imagem ou outros dados, incluídos os aparelhos de comunicação em rede com ou sem fio (tais como uma rede local (LAN) ou uma rede de área estendida (WAN)): Receptores pessoais de radiomensagens com apresentação alfanumérica da mensagem em visor (display) Outros receptores pessoais de radiomensagens 8518 Microfones e seus suportes; alto-falantes, mesmo montados nos seus receptáculos; fones de ouvido, mesmo combinados com um microfone, e conjuntos ou sortidos constituídos por um microfone e um ou mais alto-falantes; amplificadores elétricos de audiofrequência; aparelhos elétricos de amplificação de som Fones de ouvido, mesmo combinados com microfone, e conjuntos ou sortidos constituídos por um microfone e um ou mais alto-falantes Amplificadores elétricos de audiofrequência Aparelhos elétricos de amplificação de som 8519 Aparelhos de gravação de som; aparelhos de reprodução de som; aparelhos de gravação e de reprodução de som Aparelhos de som que funcionem por introdução de moedas, papel-moeda, cartões de banco, fichas ou por outros meios de pagamento Toca-discos, sem dispositivos de amplificação de som Secretárias eletrônicas Outros aparelhos: Outros 8521 Aparelhos videofônicos de gravação ou de reprodução, mesmo incorporando um receptor de sinais videofônicos De fita magnética Gravador-reprodutor, sem sintonizador Outros, para fitas de largura inferior a 19,05mm (¾ ) Em cassete, de largura de fita igual a 12,65mm (½ ) Outros Outros, para fitas de largura superior ou igual a 19,05mm (¾ ) Outros Gravador-reprodutor e editor de imagem e som, em discos, por meio magnético, óptico ou optomagnético 8523 Discos, fitas, dispositivos de armazenamento não volátil de dados à base de semicondutores, cartões inteligentes (smart cards) e outros suportes para gravação de som ou para gravações semelhantes, mesmo gravados, incluídos as matrizes e moldes galvânicos para fabricação de discos, exceto os produtos do Capítulo Suportes magnéticos: Cartões com tarja magnética Não gravados Gravados Outros Discos magnéticos Dos tipos utilizados em unidades de discos rígidos Outros Fitas magnéticas, não gravadas De largura não superior a 4mm em cassetes De largura superior a 4mm, mas inferior ou igual a 6,5mm De largura superior a 6,5mm mas inferior ou igual a 50,8mm (2 ), em rolos ou carretéis De largura superior a 6,5mm, em cassetes para gravação de vídeo Outras Fitas magnéticas, gravadas Para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem De largura não superior a 4mm, em cartuchos ou cassetes, exceto as do subitem De largura superior a 6,5mm, exceto as do subitem Setembro 4 a semana N o 39/09 7
25 IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação Manual de Procedimentos NCM DESCRIÇÃO NCM DESCRIÇÃO Outras Outros Suportes ópticos Gravados Para reprodução apenas do som Para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem Outros Suportes semicondutores: Dispositivos de armazenamento não volátil de dados à base de semicondutores Cartões de memória (memory cards) Outros Cartões inteligentes (smart cards) Outros Cartões e etiquetas de acionamento por aproximação Outros Outros Aparelhos receptores de radiodifusão que só funcionam com fonte externa de energia, dos tipos utilizados em veículos automóveis: Combinados com um aparelho de gravação ou de reprodução de som Com toca-fitas Outros Outros Outros: Combinados com um aparelho de gravação ou de reprodução de som Com toca-fitas e gravador Com toca-fitas, gravador e toca-discos Não combinados com um aparelho de gravação ou de reprodução de som, mas combinados com um relógio Outros Amplificador com sintonizador (receiver) Outros 8525 Aparelhos transmissores (emissores) para radiodifusão ou televisão, mesmo incorporando um aparelho receptor ou um aparelho de gravação ou de reprodução de som; câmeras de televisão, câmeras fotográficas digitais e câmeras de vídeo Câmeras de televisão, câmeras fotográficas digitais e câmeras de vídeo Câmeras de televisão Com três ou mais captadores de imagem Com sensor de imagem a semicondutor tipo CCD, de mais de 490 x 580 elementos de imagem (pixels) ativos, sensíveis a intensidades de iluminação inferiores a 0,20lux Outras Câmeras fotográficas digitais e câmeras de vídeo Com três ou mais captadores de imagem 8527 Aparelhos receptores para radiodifusão, mesmo combinados num mesmo invólucro, com um aparelho de gravação ou de reprodução de som, ou com um relógio Monitores e projetores, que não incorporem aparelho receptor de televisão; aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou um aparelho de gravação ou de reprodução de som ou de imagens Monitores com tubo de raios catódicos: Dos tipos utilizados exclusiva ou principalmente com uma máquina automática para processamento de dados da posição Monocromáticos Policromáticos Outros Monocromáticos Policromáticos Com dispositivos de seleção de varredura (under-scanning) e de retardo de sincronismo horizontal ou vertical (H/V delay ou pulse cross) Outros Outros monitores: Dos tipos utilizados exclusiva ou principalmente com uma máquina automática para processamento de dados da posição N o 39/09 Setembro 4 a semana
26 Manual de Procedimentos IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação NCM DESCRIÇÃO NCM DESCRIÇÃO Monocromáticos Outros Monocromáticos Projetores: Dos tipos exclusiva ou principalmente utilizados num sistema automático para processamento de dados da posição Outros Aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou um aparelho de gravação ou reprodução de som ou de imagens: Não concebidos para incorporar um dispositivo de visualização (visual display) ou uma tela de vídeo Receptor-decodificador integrado (IRD) de sinais digitalizados de vídeo codificados Sem saída de radiofrequência (RF) modulada nos canais 3 ou 4, com saídas de áudio balanceadas com impedância de 600 Ohms, próprio para montagem em racks e com saída de vídeo com conector BNC Outros, em preto e branco ou em outros monocromos 9006 Câmeras fotográficas; aparelhos e dispositivos, incluídas as lâmpadas e tubos, de luz-relâmpago (flash), para fotografia, exceto as lâmpadas e tubos de descarga da posição Câmeras fotográficas dos tipos utilizados para preparação de clichês ou cilindros de impressão Câmeras fotográficas especialmente concebidas para fotografia submarina ou aérea, para exame médico de órgãos internos, para laboratórios de medicina legal ou para investigação judicial Câmeras fotográficas para filmes de revelação e copiagem instantâneas Outras câmeras fotográficas: Com visor de reflexão através da objetiva (reflex), para filmes, em rolos, de largura não superior a 35mm Outras, para filmes em rolos, de largura inferior a 35mm Outras, para filmes em rolos, de 35mm de largura De foco fixo De foco ajustável Outras De foco fixo De foco ajustável Para obtenção de negativos de 45mm x 60mm ou de dimensões superiores Outras Aparelhos e dispositivos, incluídas as lâmpadas e tubos, de luz-relâmpago (flash) para fotografia: Aparelhos de tubo de descarga para produção de luz-relâmpago (flashes eletrônicos) Outros Câmeras e projetores, cinematográficos, mesmo com aparelhos de gravação ou de reprodução de som incorporados Câmeras: Para filmes de largura inferior a 16mm ou para filmes duplo-8mm Outras Projetores Para filmes de largura inferior a 16mm Outros Para filmes de largura superior ou igual a 35mm mas inferior ou igual a 70mm Outros 9008 Aparelhos de projeção fixa; câmeras fotográficas, de ampliação ou de redução Projetores de diapositivos Leitores de microfilmes, microfichas e de outros microformatos, mesmo permitindo a obtenção de cópias Leitores de microfilmes Outros Outros projetores de imagens fixas Câmeras fotográficas de ampliação ou de redução Setembro 4 a semana N o 39/09 9
27 IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação Manual de Procedimentos CNPJ PGD CNPJ Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica Versão 2.6 (PGD CNPJ/Cadastro Sincronizado 2.7) e PGD CNPJ Versão Web 1. Aprovação dos Programas Geradores A Instrução Normativa RFB nº 966/09 aprovou o Programa Gerador de Documentos do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, versão 2.7 (PGD CNPJ/Cadastro Sincronizado 2.7) e o Programa Gerador de Documentos do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (PGD CNPJ versão web). Esses programas adotam, para efeito de codificação das atividades econômicas, a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e possibilitam a geração dos seguintes documentos: I Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica (FCPJ); II Quadro de Sócios e Administradores (QSA); III Ficha Específica, de interesse do órgão convenente; e IV Documento Básico de Entrada (DBE) ou Protocolo de Transmissão da FCPJ Demais programas aprovados Foram também aprovados: I o Aplicativo Classificador do Objeto Social (versão web); II o Aplicativo Visualizador de Atos Cadastrais do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (versão web); III o Aplicativo Visualizador das Juntas Comerciais (versão web); IV o Aplicativo Consulta de Remessa (versão web); e V o Aplicativo Deferidor de Convenentes (versão web). O aplicativo referido no número I deste subtópico possibilita a identificação da CNAE com base na descrição do objeto social, previamente à solicitação cadastral, para o convenente que assim o definir. Os aplicativos a que se referem os números II, IV e V deste subtópico são de acesso e uso da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e dos entes conveniados, mediante utilização de certificação digital ou de senha específica. O aplicativo referido no número III deste subtópico é de acesso e uso da RFB e das Juntas Comerciais conveniadas, mediante utilização de certificação digital ou de senha específica. Os programas e aplicativos aprovados pela Instrução Normativa RFB nº 966/09 são de livre reprodução e estão disponíveis no sítio da RFB na internet, no endereço < gov.br>. Nota Cenofisco: As instruções de preenchimento e os modelos relativos aos programas e aplicativos constam da Instrução Normativa RFB nº 748/07 (veja textos publicados nos Manuais de Procedimentos Cenofisco nºs 30 e 31/07,sob o título Procedimentos para Inscrição Alteração e Baixa Nova Disciplina ). 10 N o 39/09 Setembro 4 a semana
28 Manual de Procedimentos IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação IMPOSTO DE RENDA Outros Rendimentos Recebidos por Pessoa Física Tributação SUMÁRIO 1. Rendimentos Tributáveis 2. Indenizações 2.1. Indenização por morte 2.2. Indenização por danos morais 2.3. Indenizações pagas a título de incentivo de adesão ao PDV 2.4. Indenização recebida por representante comercial autônomo 2.5. Indenização paga por rescisão de contrato de trabalho 3. Encargo de Doação Modal 4. Rendimentos de Empréstimos 5. Rendimentos Pagos em Cumprimento de Decisão Judicial 5.1. Precatórios 6. Pecúlio 7. Seguro por Inatividade Temporária 8. Rendimentos Recebidos por Pessoa Física Portadora de Doença Grave 8.1. Rendimentos recebidos de fonte situadas no exterior 8.2. Rendimentos recebidos acumuladamente 9. Resgate de Previdência em Decorrência de Adesão ao PDV 10. Rendimentos de Sócio ou Titular de Empresa Conceito de pro-labore e lucro distribuído Tratamento tributário dado aos lucros ou dividendos distribuídos Dividendos, bonificações em dinheiro e lucros apurados em 1994 e Rendimentos recebidos por pessoa física em decorrência de locação de pool hoteleiro Lucros distribuídos apurados na liquidação da massa falida 11. Auxílios e Complementação Previdenciária 12. Pensão Paga por Acordo ou Decisão Judicial Pensão recebida acumuladamente Pensão paga por meio de imóvel 1. Rendimentos Tributáveis Neste texto analisaremos rendimentos tributáveis pela legislação do imposto de renda que não são enquadrados com rendimentos do trabalho assalariado ou não assalariado. 2. Indenizações 2.1. Indenização por morte Os juros produzidos por quantia correspondente à indenização por morte, cujos valores ficam bloqueados até a maioridade do beneficiário deverá ser observado o seguinte tratamento tributário: o crédito dos juros em conta de depósito configura a disponibilidade jurídica, para os efeitos do imposto sobre a renda, devendo ser tributados exclusivamente na fonte, exceto quando se tratar de caderneta de poupança, cujos juros estão isentos (art. 55 do RIR/99) Indenização por danos morais De acordo com o art. 718 do RIR/99, a indenização recebida por danos morais, paga por pessoa física ou jurídica, em virtude de acordo ou decisão judicial, é rendimento tributável sujeito à incidência do imposto sobre a renda na fonte e na declaração de ajuste Indenizações pagas a título de incentivo de adesão ao PDV As verbas especiais pagas a título de PDV por pessoa jurídica de direito público a servidor público civil são isentas do imposto sobre a renda na fonte e na declaração de ajuste. A Instrução Normativa SRF nº 165/98 em seu art. 1º dispensou, a partir de 31/12/1998, a constituição de créditos da Fazenda Nacional relativos à incidência do imposto sobre a renda na fonte sobre as verbas indenizatórias, pagas em decorrência de Programas de Desligamento Voluntário (PDV), independentemente de a fonte pagadora ser pessoa jurídica de direito público. Assim sendo, os valores pagos por pessoa jurídica a seus empregados a título de PDV não se sujeitam à incidência do imposto sobre a renda na fonte nem na Declaração de Ajuste Anual. Não se incluem no conceito de verbas especiais indenizatórias recebidas a título de adesão ao PDV ( 9º e inciso XIX do art. 39 do RIR/99): a) as verbas rescisórias previstas na legislação trabalhista em casos de rescisão de contrato de trabalho, tais como: décimo terceiro salário, saldo de salário, salário vencido, férias proporcionais ou vencidas, abono e gratificação de férias, gratificações e demais remunerações provenientes de trabalho prestado, remuneração indireta, aviso prévio trabalhado, participação dos empregados nos lucros ou resultados da empresa; e b) os valores recebidos em função de direitos adquiridos, anteriormente à adesão ao PDV, em decorrência do vínculo empregatício, a exemplo do resgate de contribuições efetuadas à previdência privada em virtude de desligamento do plano de previdência. Setembro 4 a semana N o 39/09 11
29 IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação 2.4. Indenização recebida por representante comercial autônomo As importâncias recebidas a título de indenização e aviso prévio pelo representante comercial autônomo de acordo com o disposto no art. 27, j, e parágrafo único, e no art. 34 da Lei nº 4.886/65, estão sujeitas à tributação na fonte e na declaração de ajuste. Somente as indenizações previstas no Decreto-Lei nº 5.452/43 Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) (arts. 477 a 499) e na legislação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) estão isentas do imposto sobre a renda (Parecer Normativo CST nº 52/76). Nota Cenofisco: Lei nº 4.886/65: Art. 27. Do contrato de representação comercial, além dos elementos comuns e outros a juízo dos interessados, constarão obrigatoriamente: (Redação dada pela Lei nº 8.420/92)... j) indenização devida ao representante pela rescisão do contrato fora dos casos previstos no art. 35, cujo montante não poderá ser inferior a 1/12 (um doze avos) do total da retribuição auferida durante o tempo em que exerceu a representação. (Redação dada pela Lei nº 8.420/92) Art. 34. A denúncia, por qualquer das partes, sem causa justificada, do contrato de representação, ajustado por tempo indeterminado e que haja vigorado por mais de seis meses, obriga o denunciante, salvo outra garantia prevista no contrato, à concessão de préaviso, com antecedência mínima de trinta dias, ou ao pagamento de importância igual a um têrço (1/3) das comissões auferidas pelo representante, nos três meses anteriores Indenização paga por rescisão de contrato de trabalho De acordo com o inciso XX do art. 39 do RIR/99, são isentas as indenizações pagas por despedida ou rescisão de contrato de trabalho até o limite garantido pela Lei Trabalhista (CLT) ou por dissídio coletivo e convenções trabalhistas homologados pela Justiça do Trabalho, bem como o montante recebido pelos empregados e diretores, ou respectivos beneficiários, referente aos depósitos, juros e correção monetária creditados em contas vinculadas, nos termos da legislação do FGTS. Vale lembrar que o valor referente ao salário é tributável na fonte e na declaração de ajuste. 3. Encargo de Doação Modal A doação modal ou onerosa é aquela que traz consigo um encargo para o donatário. Os valores recebidos, em bens ou direitos, em função desse encargo são tributáveis e estão sujeitos ao recolhimento mensal (carnê-leão), se recebidos de pessoa física ou, na fonte, se pagos por pessoa jurídica, e na declaração de ajuste (arts. 106 a 112 do RIR/99). Manual de Procedimentos 4. Rendimentos de Empréstimos Os rendimentos recebidos por pessoa física decorrentes de empréstimos a pessoa jurídica estão sujeitos à incidência do imposto sobre a renda, exclusivamente na fonte, às alíquotas de: a) 22,5%, com prazo de até seis meses; b) 20%, com prazo de seis meses e um dia até doze meses; c) 17,5%, com prazo de doze meses e um dia até vinte e quatro meses; d) 15%, com prazo acima de vinte e quatro meses. Se recebidos de pessoa física, os juros recebidos estão sujeitos ao recolhimento mensal (carnê-leão) e à tributação na Declaração de Ajuste Anual (art. 5º da Lei nº 9.779/99 com a redação dada pela Lei nº /04 e arts. 729 e 730 do RIR/99). 5. Rendimentos Pagos em Cumprimento de Decisão Judicial Os rendimentos pagos em cumprimento de decisão judicial são tributados conforme examinado neste tópico. Estão sujeitos ao imposto sobre a renda na fonte, pela tabela progressiva mensal, os rendimentos pagos em cumprimento de decisão judicial, cuja retenção é efetuada pela pessoa física ou jurídica obrigada ao pagamento no momento em que, por qualquer forma, se tornem disponíveis para o beneficiário. Fica dispensada a soma dos rendimentos pagos no mês, para aplicação da alíquota correspondente, nos casos de: I Juros e indenizações por lucros cessantes; e II Honorários advocatícios e remuneração pela prestação de serviços no curso do processo judicial, tais como: serviços de engenharia, médico, contador, perito, assistente técnico, avaliador, leiloeiro, síndico, testamenteiro, liquidante (art. 718 do RIR/99, Instrução Normativa SRF nº 15/01 e Instrução Normativa SRF nº 491/05) Precatórios O imposto de renda sobre os rendimentos pagos, em cumprimento de decisão da Justiça Federal, mediante precatório ou requisição de pequeno valor, será retido na fonte pela instituição financeira responsável pelo pagamento e incidirá à alíquota de 3% sobre o montante pago, sem quaisquer deduções, no momento do pagamento ao beneficiário ou seu representante legal. Vale ressaltar que o valor retido na fonte (3%) não é definitivo. O imposto retido será considerado antecipação do imposto apurado, 12 N o 39/09 Setembro 4 a semana
30 Manual de Procedimentos IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação ou seja, o contribuinte deverá informar por ocasião da declaração de ajuste anual, o valor dos rendimentos recebidos pelo precatório e respectiva antecipação, para fins de apuração do imposto sobre a renda. Importa observar que a retenção do imposto é dispensada, quando o beneficiário declarar à instituição financeira responsável pelo pagamento que os rendimentos recebidos são isentos ou não tributáveis (art. 27 da Lei nº /03). 6. Pecúlio O valor relativo ao pecúlio recebido por pessoas físicas é tributável quando pago, na demissão ou retirada, por ex-empregador, institutos, caixas de aposentadoria ou entidades governamentais em decorrência de emprego, cargo ou função exercido no passado, independentemente da denominação empregada, tal como pecúlio-resgate, pecúlio-restituição, pecúlio-patrimônio, pecúlio-reserva de poupança, pecúlio-devolução. É isento quando pago por intermédio de (inciso XIII do art. 6º da Lei nº 7.713/88): a) companhia de seguro, por morte do segurado; b) INSS, correspondente às contribuições pagas ou descontadas dos aposentados que tenham voltado a trabalhar até 15/04/1994, quer seja o pecúlio recebido pelo segurado ou por seus dependentes, após sua morte (art. 39, inciso XXX do RIR/99, Instrução Normativa SRF nº 15/01); c) entidade de previdência privada, fechada ou aberta, quando se tratar de prestação única e o pagamento decorrer de falecimento ou invalidez permanente do participante (inciso VII, art. 6º da Lei nº 7.713/88). 7. Seguro por Inatividade Temporária Os valores pagos por companhia seguradora a autônomo que faz seguro para ter garantido o seu rendimento mensal em caso de inatividade temporária, em razão de acidente pessoal são tributáveis, não se enquadrando entre as isenções previstas no art. 39 do RIR/99, nem em qualquer outro dispositivo legal de isenção. 8. Rendimentos Recebidos por Pessoa Física Portadora de Doença Grave São isentos apenas os valores a título proventos de aposentadoria, reforma ou pensão recebidos por portador de doença grave tais como: os proventos de aposentadoria ou reforma motivada por acidente em serviço e os percebidos pelos portadores de moléstia profissional, tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla, neoplasia maligna, cegueira, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, hepatopatia grave, estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante), contaminação por radiação, síndrome da imunodeficiência adquirida, com base em conclusão da medicina especializada, mesmo que a doença tenha sido contraída depois da aposentadoria ou reforma (art. 6º, inciso XIV da Lei nº 7.713/88 com a redação dada pela Lei nº /04 e incisos XXXI e XXXIII do art. 39 do RIR/99). Também é isenta a pensão judicial, inclusive alimentos provisionais, recebida por beneficiário portador de doença grave. Os demais rendimentos de outra natureza recebidos pelo contribuinte são tributados Rendimentos recebidos de fonte situadas no exterior Os rendimentos de aposentadoria recebidos de fonte situada no exterior por portador de moléstia grave estão sujeitos ao recolhimento mensal obrigatório (carnê-leão), e ao ajuste na declaração anual, observado os acordos, tratados e convenções internacionais (art. 16 da Instrução Normativa SRF nº 208/02) Rendimentos recebidos acumuladamente Para definir qual o tratamento tributário, deve-se verificar a natureza dos rendimentos recebidos; tratando-se de rendimentos do trabalho assalariado, são tributáveis; entretanto se tratarem de proventos de aposentadoria, reforma ou pensão, são isentos, ainda que se refiram a período anterior à data em que foi contraída a moléstia, desde que recebidos após a data da emissão do laudo ou após a data constante do laudo que confirme a partir de que data foi contraída a doença (art. 5º, 3º da Instrução Normativa SRF nº 15/01). Vale lembrar que o valor referente ao salário é tributável na fonte e na declaração de ajuste. 9. Resgate de Previdência em Decorrência de Adesão ao PDV Ainda que sejam recebidos por ocasião de adesão a Programa de Demissão Voluntária (PDV), os resgates de previdência privada, estão sujeitos à incidência do imposto sobre a renda na fonte e na Declaração de Ajuste Anual, quando não optante pela tributação exclusiva. Entretanto, exclui-se da incidência o valor do resgate das contribuições, cujo ônus tenha sido da pessoa física, Setembro 4 a semana N o 39/09 13
31 IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação recebido por ocasião de seu desligamento do plano de benefícios da entidade de previdência privada, que corresponder às parcelas de contribuições efetuadas no período de 01/01/1989 a 31/12/1995 (inciso XXXVIII do art. 39 e art. 74 do RIR/99 e ADN COSIT nº 9/99). 10. Rendimentos de Sócio ou Titular de Empresa Conceito de pro-labore e lucro distribuído O pro-labore refere-se à remuneração pela prestação de serviços à empresa, pelos sócios, e sujeita-se à incidência do imposto sobre a renda na fonte e na declaração de ajuste. O lucro distribuído refere-se à remuneração do capital. Quanto à forma de tributação, depende da legislação vigente no período de formação do lucro que está sendo distribuído Tratamento tributário dado aos lucros ou dividendos distribuídos Os lucros ou dividendos distribuídos aos sócios ou titular de empresas calculados com base nos resultados apurados a partir de 01/01/96, pagos ou creditados pelas pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, presumido ou arbitrado, não estão sujeitos à incidência do imposto sobre a renda na fonte nem integram a base de cálculo do imposto do beneficiário. São tributáveis os valores que ultrapassarem o resultado contábil e aos lucros acumulados e reservas de lucros de anos anteriores, observada a legislação vigente à época da formação dos lucros (art. 10 da Lei nº 9.249/95) Dividendos, bonificações em dinheiro e lucros apurados em 1994 e 1995 Os dividendos, bonificações em dinheiro e lucros apurados na escrituração comercial em 1994 e 1995, distribuídos aos sócios em 2008 por pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real estão sujeitos à incidência do imposto sobre a renda na fonte à alíquota de 15%. Esse imposto que deve ser descontado na fonte será deduzido do imposto devido na declaração de ajuste do beneficiário, assegurada a opção pela tributação exclusiva (inciso I do art. 656 do RIR/99). Manual de Procedimentos De acordo com o Ato Interpretativo SRF nº 14/04, no sistema de locação conjunta de unidades imobiliárias denominado de pool hoteleiro, constitui-se, independente de qualquer formalidade, Sociedade em Conta de Participação (SCP) com o objetivo de lucro comum, onde a administradora (empresa hoteleira) é a sócia ostensiva e os proprietários das unidades imobiliárias integrantes do pool são os sócios ocultos. As SCP são equiparadas às pessoas jurídicas pela legislação do Imposto sobre a Renda, e, como tais, são contribuintes do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ), da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). Portanto, os rendimentos recebidos pelas pessoas físicas em decorrência da locação de unidade imobiliária em sistema denominado de pool hoteleiro seguem as normas gerais aplicáveis aos pagamentos efetuados por pessoa jurídica aos seus sócios, ou seja deverão ser observadas as normas aplicáveis à distribuição de lucros e dividendos Lucros distribuídos apurados na liquidação da massa falida Os lucros distribuídos apurados na liquidação da massa falida de pessoa jurídica sujeitam-se às mesmas normas de tributação de distribuição de lucros aplicáveis às demais pessoas jurídicas ( 2º do art. 146 do RIR/99). 11. Auxílios e Complementação Previdenciária São tributáveis na fonte e na declaração de ajuste anual os valores ressarcidos ou pagos pelas empresas a título de complementação de rendimento, tais como seguro-desemprego, auxíliocreche, auxílio-doença, auxílio-funeral, auxílio pré-escolar, gratificações por quebra de caixa, indenização adicional por acidente de trabalho. Importa ressaltar que são isentos apenas os rendimentos pagos pela previdência oficial da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, ainda que pagos pelo empregador por força de convênios com órgãos previdenciários, e pelas entidades de previdência privada, decorrentes de seguro-desemprego, auxílio-natalidade, auxílio-doença, auxílio-funeral e auxílio-acidente (inciso XLII do art. 39 do RIR/99) Rendimentos recebidos por pessoa física em decorrência de locação de pool hoteleiro 12. Pensão Paga por Acordo ou Decisão Judicial O rendimento recebido a título de pensão alimentícia quando em cumprimento de acordo homologado judicialmente ou quando 14 N o 39/09 Setembro 4 a semana
32 Manual de Procedimentos IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação realizado por escritura pública está sujeito ao recolhimento mensal (carnê-leão) e à tributação na Declaração de Ajuste Anual. O beneficiário deve efetuar o recolhimento do carnê-leão até o último dia útil do mês seguinte ao do recebimento. Os rendimentos sujeitos ao recolhimento mensal recebidos por pessoas consideradas dependentes do contribuinte na Declaração de Ajuste Anual são submetidos à tributação como se fossem próprios do contribuinte. Se a opção for pela declaração em separado, os rendimentos são tributados em nome de cada beneficiário (Instrução Normativa SRF nº 15/01) Pensão recebida acumuladamente De acordo com a Instrução Normativa RFB nº 806/07, com a redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 867/08, os rendimentos recebidos acumuladamente em cumprimento de decisão judicial, ou ainda por escritura pública, são tributados no momento em que se tornam disponíveis para o beneficiário e na declaração de ajuste. O imposto de renda será calculado com base nos valores da tabela progressiva mensal, observado seguinte: a) se recebidos de pessoas jurídicas ou pessoas físicas com vínculo empregatício, são tributados na fonte; b) se recebidos de pessoas físicas sem vínculo empregatício, são tributados sob a forma de carnê-leão Pensão paga por meio de imóvel A pensão alimentícia paga em imóvel deverá observar o seguinte tratamento tributário (art. 54 do RIR/99): a) não está sujeita à tributação sob a forma de carnê-leão, pelo beneficiário, por não ter sido efetuada em dinheiro; b) o alimentando que recebeu o imóvel deve incluí-lo na declaração de ajuste considerando como custo de aquisição o valor relativo à pensão alimentícia; c) o alimentante deve apurar o ganho de capital relativo ao imóvel dado em pagamento, considerando como valor de alienação o valor da pensão alimentícia. JURISPRUDÊNCIA E OUTROS AFERIÇÃO DA LIQUIDEZ E CERTEZA DE EVENTUAIS INDÉBITOS Cabe a SRF, com base no que restar decidido em instância administrativa, verificar a certeza e liquidez dos valores que se postula repetição. Recurso voluntário parcialmente provido. ( Acórdão nº , da 4ª Câmara do Segundo Conselho de Contribuintes. Relator: Jorge Freire. DOU de 01/03/07, pág. 56) COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS EMPRESAS EM LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL A jurisprudência do Conselho que afasta a limitação só alcança a compensação feita na declaração final de extinção. Negado provimento ao recurso. (Acórdão nº , da 1ª Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes. Relatora: Sandra Maria Faroni. DOU de 23/02/07, pág. 30) Setembro 4 a semana N o 39/09 15
33 IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação Manual de Procedimentos IRPF ACRÉSCIMO PATRIMONIAL A DESCOBERTO Sujeita-se à tributação a variação patrimonial apurada,não justificada por rendimentos declarados/comprovados, por caracterizar omissão de rendimentos. Somente a apresentação de provas inequívocas é capaz de elidir uma presunção legal de omissão de rendimentos invocada pela autoridade lançadora. Recurso parcialmente provido. ( Acórdão nº , da 6ª Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes. Relator: Luiz Antonio de Paula. DOU de 09/03/07, pág. 31) JUROS DE MORA LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL DE INSTITUIÇÃO FINANCEIRA Existe previsão legal expressa quanto à incidência de juros de mora sobre débitos de qualquer natureza, para com a Fazenda Nacional (art. 9º da Lei 8.177/1991, com redação da Lei 8.218/1991). Negado provimento ao recurso. (Acórdão nº , da 1ª Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes. Relatora: Sandra Maria Faroni. DOU de 23/02/07, pág. 30) PIS REPETIÇÃO DE INDÉBITO DECADÊNCIA DIREITO DE REPETIR/COMPENSAR A decadência do direito de pleitear a compensação/restituição tem como prazo inicial, na hipótese dos autos, a data da publicação da Resolução do Senado que retira a eficácia da lei declarada inconstitucional (Resolução do Senado Federal nº 49, de 09/10/95, publicada em 10/10/95). Assim, a partir da publicação, conta-se 05 (cinco) anos até a data do protocolo do pedido (termo final). In casu, não ocorreu a decadência do direito postulado. Recurso voluntário parcialmente provido. ( Acórdão nº , da 4ª Câmara do Segundo Conselho de Contribuintes. Relator: Jorge Freire. DOU de 01/03/07, pág. 56) PRESUNÇÕES LEGAIS RELATIVAS DISTRIBUIÇÃO DO ÔNUS DA PROVA As presunções legais relativas obrigam a autoridade fiscal a comprovar, tão-somente, a ocorrência das hipóteses sobre as quais se sustentam às referidas presunções, atribuindo ao contribuinte o ônus de provar que os fatos concretos não ocorreram na forma como presumidos pela lei. Recurso parcialmente provido. (Acórdão nº , da 6ª Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes. Relator: Luiz Antonio de Paula. DOU de 09/03/07, pág. 31) LEGISLAÇÃO A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO COSIT Nº 26, DE 03/09/2009 DOU de 08/09/2009 IR Pessoas Físicas Ganho de Capital na Alienação de Moeda Estrangeira Sinopse: Por meio do Ato Declaratório Executivo COSIT nº 26/09, foi divulgada a cotação média do dólar dos Estados Unidos da América no mês de agosto/2009, para efeito da apuração do ganho de capital na alienação de moeda estrangeira mantida em espécie no valor de R$ 1,8444 para compra e de R$ 1,8452 para venda. 16 N o 39/09 Setembro 4 a semana
34 Manual de Procedimentos IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO COSIT Nº 27, DE 09/09/2009 Divulga Taxas de Câmbio para Fins de Elaboração do Balanço Relativo ao Mês de Agosto de 2009 Sinopse: Por meio do Ato Declaratório Executivo COSIT nº 27/09 foram divulgadas as cotações das principais moedas a serem utilizadas na elaboração do balanço relativo ao mês de agosto/09: Moeda Cotação Compra R$ Venda R$ Dólar dos Estados Unidos 1, ,88640 Euro 2, ,70100 Franco Suíço 1, ,77932 Iene Japonês 0, , Libra Esterlina 3, ,06751 DECRETO Nº 6.956, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Regime de Tributação Unificada (RTU) na Importação Sinopse: O Decreto nº 6.956/09 regulamenta o disposto na Lei nº /09, que institui o Regime de Tributação Unificada (RTU) na importação, por via terrestre, de mercadorias procedentes do Paraguai. INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 966, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Programa Gerador de Documentos do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, versão 2.7 (PGD CNPJ/Cadastro Sincronizado 2.7) e o Programa Gerador de Documentos do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (PGD CNPJ versão web) Aprovação Sinopse: Por meio da Instrução Normativa RFB nº 966/09 foram aprovados o Programa Gerador de Documentos do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, versão 2.7 (PGD CNPJ/Cadastro Sincronizado 2.7), o Programa Gerador de Documentos do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (PGD CNPJ versão web), o Aplicativo Classificador do Objeto Social (versão web), o Aplicativo Visualizador de Atos Cadastrais do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (versão web), o Aplicativo Visualizador das Juntas Comerciais (versão web), o Aplicativo Consulta de Remessa (versão web) e o Aplicativo Deferidor de Convenentes (versão web). T A Tabela de Incidência do T Cenofisco é um produto que permite a obtenção confiável das classificações fiscais de cada produto (NCM e NBM/SH) e das alíquotas de incidência do imposto federal sobre produtos industrializados, de modo prático e rápido. Setembro 4 a semana N o 39/09 17
35 CONTABILIDADE ASSUNTOS DIVERSOS e Legislação MANUAL DE Procedimentos 39 Destaques Nesta edição, a seção Contabilidade trata das considerações gerais e dos procedimentos para registro contábil dos resultados apurados em operações back to back. Também nessa seção apresentamos um breve estudo sobre os registros contábeis de constituição e de mudanças no capital social da entidade. Benedita Bernardes Nepomuceno Carleto Renata Joyce Theodoro ÍNDICE Contabilidade... 3 Operações Back to Back Lançamentos Contábeis de Constituição e de Mudanças na Sociedade Legislação Ato Declaratório Executivo COSIT nº 27/09 Taxas de Câmbio para Elaboração do Balanço Comunicados BACEN nºs /09, /09, /09 e /09 Taxa Básica Financeira (TBF), Redutor (R) e Taxa Referencial (TR) do Período de 03/09/2009 a 09/09/2009 Instrução CVM nº 478/09 Alteração na Legislação que Trata dos Fundos de Investimento Imobiliário Cenofisco BD Legislação Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia. Acesse e confira agora este benefício.
36 CONTABILIDADE ASSUNTOS DIVERSOS e Legislação Manual de Procedimentos Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Manual de procedimentos : contabilidade, assuntos diversos e legislação. Curitiba, PR : Cenofisco Editora, ISBN Contabilidade Leis e legislação Brasil 2. Tributos Leis e legislação Brasil I. Título: Contabilidade, assuntos diversos e legislação CDU 34 : (81) Índices para catálogo sistemático: 1. Brasil : Direito fiscal 34 : (81) 2 N o 39/09 Setembro 4 a semana
37 Manual de Procedimentos CONTABILIDADE ASSUNTOS DIVERSOS e Legislação CONTABILIDADE Operações Back to Back SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Definição da Operação Back to Back Credits 3. Aplicações Legais 3.1. Tratamento do Imposto de Renda (IR), da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e do preço de transferência 4. Exemplos de Registros Contábeis 1. Considerações Iniciais A realidade comercial aponta um aumento considerável do intercâmbio internacional realizado por pessoas jurídicas estabelecidas em território brasileiro. A referida prática tem sido acompanhada por contadores, controllers, analistas fiscais e de comércio exterior de rotinas relacionadas a exportações e importações. Essa realidade também evidencia um cenário de disputa, o que obriga as empresas a marcar presença em um mercado de relevância para as suas atividades. A possibilidade de se estabelecer relações comerciais com o restante do mundo conflita com o peso que a estrutura alfandegáriatributária, decorrente de anos de isolamento, apresenta. Por meio de um estudo elaborado pelo Banco Mundial, o Brasil apresenta um considerável número de dias para a liberação de mercadorias ou desembaraço de importações e exportações em comparação a alguns países asiáticos, como China ou Índia. 2. Definição da Operação Back to Back Credits A operação back to back credits, ou conhecida apenas como back to back, representa uma relação comercial triangular, onde uma empresa estabelecida no Brasil vende a um terceiro mercadorias adquiridas de um determinado país. A mercadoria adquirida de um país e vendida àquele terceiro não transita pelo território brasileiro. Nota Cenofisco: A operação back to back não deve ser confundida com a de drawback, caracterizada pela importação de insumos destinados a produtos com finalidade de exportação e que gozam da isenção de impostos. De forma sucinta, na operação back to back a empresa brasileira assume a função de intermediadora entre o fornecedor e o cliente, que muitas vezes pertence ao mesmo grupo econômico que o seu, e os compradores estrangeiros. 3. Aplicações Legais Conforme mencionado anteriormente, as mercadorias objeto das operações back to back não circulam em território nacional. Dessa forma, não ocorre o fato gerador dos impostos elencados a seguir: a) Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (), com base no art. 12 da Lei Complementar nº 87/96 e art. 2º do R-SP/00; b) Imposto sobre Produtos Industrializados (), com base no art. 46, I e II, da Lei nº 5.172/66 (Código Tributário Nacional CTN) e art. 34 do R/02; c) Imposto sobre a Importação (II), com base no art. 19 da Lei nº 5.172/66 (Código Tributário Nacional CTN); e d) Imposto sobre a Exportação (IE), com base no art. 23 da Lei nº 5.172/66 (Código Tributário Nacional CTN). Ademais, cumpre-se destacar a redação conferida aos 1º e 2º do art. 113 da Lei nº 5.172/66 (Código Tributário Nacional CTN), que afasta a ocorrência de qualquer obrigação principal (recolhimento do tributo) ou acessória (emissão de notas fiscais, escrituração de livros, etc.) na ausência de fato gerador de determinado tributo. Em contrapartida, a receita originada do exterior e decorrente da operação back to back não é considerada receita decorrente da exportação de mercadorias, razão pela qual não goza da isenção das contribuições para o PIS-PASEP e COFINS de que trata o artigo 14 da Medida Provisória nº /2001. Nesse sentido, a Solução de Consulta nº 202, de 16 de outubro de 2003, órgão Disit 08, afasta a isenção daquelas contribuições, conforme transcrição a seguir: MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL Solução De Consulta nº 202 de 16 de Outubro de 2003 Assunto: Contribuição para o PIS/PASEP Setembro 4 a semana N o 39/09 3
38 CONTABILIDADE ASSUNTOS DIVERSOS e Legislação Ementa: Isenção. A receita decorrente de operação de back to back credits, termo este utilizado para definir a operação de natureza cambial destinada a amparar a compra e venda de produto estrangeiro, realizada no exterior por empresa estabelecida no Brasil, sem que a mercadoria transite fisicamente pelo território brasileiro, não caracteriza exportação. Portanto, não cabe a aplicação da isenção da contribuição para o PIS relativa à exportação de mercadorias. MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL Solução de Consulta nº 202 de 16 de Outubro de 2003 Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social COFINS Ementa: Isenção. A receita decorrente de operação de back to back credits, termo este utilizado para definir a operação de natureza cambial destinada a amparar a compra e venda de produto estrangeiro, realizada no exterior por empresa estabelecida no Brasil, sem que a mercadoria transite fisicamente pelo território brasileiro, não caracteriza exportação. Portanto, não cabe a aplicação da isenção da Cofins relativa à exportação de mercadorias. Dessa forma, a empresa intermediadora e situada no Brasil deverá emitir unicamente duas faturas, conhecidas como Commercial Invoices, informando as condições relativas a formas e prazos de pagamento, fretes, etc. A primeira Commercial Invoice, correspondente à compra dos insumos, é emitida pelo fornecedor deles contra a intermediária. A segunda Commercial Invoice, correspondente à venda dos produtos, é emitida pela empresa brasileira intermediária contra o cliente estrangeiro. A operação back to back se sujeita, para a sua realização, de prévia autorização concedida pelo Banco Central do Brasil (BACEN), uma vez que se caracteriza como operação de intermediação financeira. Nota Cenofisco: A obrigatoriedade da autorização prévia concedida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) foi extinta desde 28/05/2003, conforme notícia relatada pelo Sistema Integrado de Comércio Exterior (SISCOMEX 23). A celebração de contratos de fechamento de câmbio por empresa brasileira depende da autorização prévia concedida pelo departamento de capitais estrangeiros e câmbio do BACEN. Referida obrigatoriedade da concessão de autorização pelo órgão supramencionado tem por finalidade garantir a entrada líquida Manual de Procedimentos de divisas no país, sem que ocorram operações com prejuízo ou margem de lucro negativa, desde que observadas algumas peculiaridades, das quais destacamos: a) deverá ser providenciada pelo cliente estrangeiro, por meio de instituição financeira de renome, carta de crédito irrevogável a favor da empresa brasileira; b) a empresa brasileira deverá solicitar à instituição financeira em que possui conta aberta a emissão de carta de crédito a favor do fornecedor dos insumos, em valor inferior à carta de crédito emitida, citada no item a ; c) o contrato de compra tipo 1 (exportação) deverá apresentar valor superior ao contrato de venda tipo 2 (importação). Referido valor do primeiro contrato deverá exceder ao somatório do valor apresentado pelo segundo e do contrato de remessa (comissões), quando houver; d) os prazos de pagamento e recebimento não devem exceder o decurso de 180 dias do embarque das mercadorias; e e) prazo máximo de 90 dias entre o recebimento da venda e o pagamento da compra, ambas realizadas no exterior Tratamento do Imposto de Renda (IR), da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e do preço de transferência Por intermédio da Lei nº 9.430/96, foi introduzido o conceito de Transfer Price ou Preço de Transferência, bem como fixados os critérios de sua apuração. Considera-se preço de transferência o método utilizado para identificar os controles a que estão sujeitas as operações comerciais ou financeiras realizadas entre partes relacionadas, sediadas em diferentes jurisdições tributárias, ou quando uma das partes está sediada em paraíso fiscal. Em razão das circunstâncias peculiares existentes nas operações realizadas entre essas pessoas, o preço praticado nessas operações pode ser artificialmente estipulado e, consequentemente, divergir do preço de mercado negociado por empresas independentes, em condições análogas. Nas operações back to back com empresa vinculada domiciliada no exterior persiste sempre a dificuldade de como enquadrá-la nos critérios de preço de transferência. Nota Cenofisco: São consideradas pessoas vinculadas, para apuração do preço de transferência, aquelas relacionadas pelo art. 2º da Instrução Normativa SRF nº 243/02. O art. 241 do Decreto nº 3.000/99 (RIR/99), cuja redação foi dada pelo art. 18 da Lei nº 9.430/96, trata da dedução na determinação do lucro real dos valores relativos a custos, despesas e encargos relativos a bens, serviços e direitos, constantes dos 4 N o 39/09 Setembro 4 a semana
39 Manual de Procedimentos CONTABILIDADE ASSUNTOS DIVERSOS e Legislação documentos de importação ou de aquisição, nas operações efetuadas com pessoa vinculada. Para referida dedução, o valor dos custos, despesas e encargos supramencionados não podem exceder ao preço determinado por quaisquer dos métodos de que tratam os dispositivos legais citados. Muito se discute também sobre a possibilidade de a empresa brasileira, intermediária da operação back to back optar pelo regime de tributação do lucro presumido, verificadas as restrições quanto à forma de apuração do imposto. O art. 246 do Decreto nº 3.000/99 (RIR/99) trata das pessoas jurídicas obrigadas ao regime de tributação pelo lucro real, conforme relação que segue: a) cuja receita total, no ano-calendário anterior, seja superior ao limite de R$ ,00, ou proporcional ao número de meses do período, quando inferior a 12 meses; b) cujas atividades sejam de bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades de crédito imobiliário, sociedades corretoras de títulos, valores mobiliários e câmbio, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguros privados e de capitalização e entidades de previdência privada aberta; c) que tiverem lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior; d) que, autorizadas pela legislação tributária, usufruam de benefícios fiscais relativos à isenção ou redução do imposto; e) que, no decorrer do ano-calendário, tenham efetuado pagamento mensal pelo regime de estimativa; f) que explorem as atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, compras de direitos creditórios resultante de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring). As pessoas jurídicas mencionadas nos itens a, c, d e e podem optar pelo regime de tributação do lucro presumido quando tiverem aderido ao Programa de Recuperação Fiscal (REFIS), conforme dispõe o art. 4º da Lei nº 9.964/00. Pela redação conferida ao dispositivo legal mencionado, persiste ainda a dúvida quanto a assertiva do item c no que se refere à possibilidade de tributação da pessoa jurídica pelo regime do lucro presumido. Os lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior representam resultados de participações societárias decorrentes de investimentos, aplicações financeiras e saldo remanescente entre o valor de alienação e custo de aquisição de ativos alienados. Dessa forma, as pessoas jurídicas que realizam operações back to back não estão obrigadas à apuração do lucro real em razão da redação conferida ao item c anteriormente mencionado, uma vez que, o lucro é auferido em território nacional. Por fim, as pessoas jurídicas intermediárias das operações back to back e tributadas pelo lucro presumido estão sujeitas à adoção do percentual de 32% para determinação da sua base de cálculo, conforme dispõe o art. 591, 1º, III, b, do Decreto nº 3.000/99 (RIR/99). Também, para fins de classificação perante o Banco Central do Brasil das atividades de intermediação financeira, e conforme dispõe o art. 710 e seguintes da Lei nº /02 (Código Civil), a operação back to back deve ser considerada como atividade de intermediação de negócios ou de representação comercial. Nota Cenofisco: A caracterização da operação back to back como atividade de intermediação de negócios é confirmada pela Solução de Consulta SF/DEJUG nº 1, de 26/01/2009, DOM-SP de 07/03/2009. Na operação back to back o lucro da empresa brasileira intermediária é representado pela diferença entre o valor de venda e o custo de compra, cuja única peculiaridade consiste no fato da mercadoria não transitar fisicamente em território nacional. 4. Exemplos de Registros Contábeis As pessoas jurídicas com atividades mercantis de compra e venda devem efetuar o registro contábil de seus resultados. Contudo, persiste a dúvida de como fazê-lo uma vez que as entidades sujeitas às operações back to back não estão obrigadas à emissão de documentos fiscais. Por intermédio da NBC T 2.2 Da Documentação Contábil, aprovada pela Resolução CFC nº 597/85, conceitua-se documento contábil e sua idoneidade para fins de registro contábil dos resultados apurados pela pessoa jurídica. Setembro 4 a semana N o 39/09 5
40 CONTABILIDADE ASSUNTOS DIVERSOS e Legislação Manual de Procedimentos Dessa forma, considera-se documento contábil, estrito-senso, aquele que comprova os atos e fatos que originam lançamento(s) na escrituração contábil da entidade. A Documentação Contábil será considerada hábil quando revestida das características intrínsecas ou extrínsecas essenciais, definidas na legislação, na técnica-contábil ou aceitas pelos usos e costumes. Nota Cenofisco: O Parecer Normativo CST nº 10/76 define o que é considerado documento hábil e idôneo para fins das demonstrações contábeis praticadas pela entidade. Dessa forma, os contratos de câmbio e Commercial Invoices são documentos que atendem a legislação federal vigente para fins de registro contábil dos resultados auferidos pela pessoa jurídica, uma vez que comprovam os atos, são reconhecidos pelas autoridades e aceitos pelos costumes vinculados às operações de comércio exterior. As demonstrações contábeis devem exprimir com clareza a situação do patrimônio da companhia e as mutações ocorridas no exercício, conforme dispõe o art. 176 da Lei nº 6.404/76. Para as operações back to back deverão ser registradas contabilmente as duas operações mercantis que ocorrem, e não apenas a diferença entre elas. A entidade não deverá se abster de registrar contabilmente as duas etapas que compõem a operação back to back com receio de eventuais efeitos tributários dela decorrentes, uma vez que a legislação federal vigente a justifica. A contabilização da operação back to back, conforme será demonstrado a seguir, não possui nenhuma peculiaridade. O diferencial está apenas nos efeitos tributários suportados pelas partes envolvidas na operação objeto de nosso presente estudo. Para os registros contábeis a seguir sugeridos, consideremos que numa operação back to back celebrada em 31/08/2009 no valor de US$ ,00, com mark up de 30%, para vencimento em 31/10/2009 e taxa de câmbio a R$ 5,00/US$. Registros Contábeis em 31/08/2009: a) Pela compra (US$ ,00 x R$ 5,00): Contas Contábeis Débito Crédito CMV (Conta de Resultado) ,00 Fornecedores (Passivo Circulante) ,00 b) Pela revenda {[US$ ,00 x R$ 1,20] x R$ 5,00}: Contas Contábeis Débito Crédito Clientes (Ativo Circulante) ,00 Receitas com operações back to back (Conta de Resultado) ,00 c) Pelo recebimento da venda: Contas Contábeis Débito Crédito Caixa ou Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) ,00 Obrigações com Terceiros no Exterior (Passivo Circulante) ,00 d) Pela apropriação da receita pela prestação de serviço de intermediação: Contas Contábeis Débito Crédito Clientes no Exterior (Ativo Circulante) ,00 Receita de Prestação de Serviços (Conta de Resultado) ,00 6 N o 39/09 Setembro 4 a semana
41 Manual de Procedimentos CONTABILIDADE ASSUNTOS DIVERSOS e Legislação e) Pela remessa ao vendedor: Contas Contábeis Débito Crédito Obrigações com Terceiros no Exterior (Passivo Circulante) ,00 Clientes no Exterior (Ativo Circulante) ,00 Caixa ou Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) ,00 Pelo registro dos lançamentos anteriormente sugeridos, foi apurado um resultado bruto de R$ ,00. Registros Contábeis em 30/09/2009: Para os registros contábeis sugeridos a seguir, consideremos hipoteticamente para essa data uma taxa de câmbio de R$ 5,05/US$. f) Pela atualização do saldo de fornecedores {[R$ ,00 x R$ 5,05] - R$ ,00}: Contas Contábeis Débito Crédito Variações Cambiais Passivas (Conta de Resultado) ,00 Fornecedores (Passivo Circulante) ,00 g) Pela atualização do saldo de clientes {[R$ ,00 x R$ 5,05] - R$ ,00}: Contas Contábeis Débito Crédito Clientes (Ativo Circulante) ,00 Variações Cambiais Ativas (Conta de Resultado) ,00 Registros Contábeis em 31/10/2009: Para os registros contábeis sugeridos a seguir, consideremos hipoteticamente que na data de liquidação a taxa de câmbio esteja cotada em R$ 5,10. h) Pela atualização do saldo de fornecedores {[R$ ,00 x R$ 5,10] - R$ ,00 - R$ ,00}: Contas Contábeis Débito Crédito Variações Cambiais Passivas (Conta de Resultado) ,00 Fornecedores (Passivo Circulante) ,00 i) Pela atualização do saldo de clientes {[R$ ,00 x R$ 5,10] - R$ ,00 - R$ ,00}: Contas Contábeis Débito Crédito Clientes (Ativo Circulante) ,00 Variações Cambiais Ativas (Conta de Resultado) ,00 j) Pelo pagamento (R$ ,00 x R$ 5,10): Contas Contábeis Débito Crédito Fornecedores (Passivo Circulante) ,00 Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) ,00 Setembro 4 a semana N o 39/09 7
42 CONTABILIDADE ASSUNTOS DIVERSOS e Legislação Manual de Procedimentos k) Pelo recebimento (R$ ,00 x R$ 5,10): Contas Contábeis Débito Crédito Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) ,00 Clientes (Ativo Circulante) ,00 A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) para a operação back to back exemplificada, seria: Entidade ABC DRE no período de 01/08/2009 a 31/10/2009 Receitas com operações back to back R$ ,00 CMV (R$ ,00) Resultados com operações back to back R$ ,00 Outras despesas R$ 4.200,00 Variações Cambiais Ativas R$ ,00 Variações Cambiais Passivas (R$ ,00) Lucro antes do Imposto de Renda R$ ,00 A incidência do IRPJ e da CSLL sobre o resultado apontado anteriormente permanece inalterada, sujeita à aplicação da legislação federal vigente que versa sobre o assunto. Lançamentos Contábeis de Constituição e de Mudanças na Sociedade A seguir, apresentaremos modelos de lançamentos contábeis necessários para registrar a constituição de empresas e as mudanças na sociedade. Subscrição do Capital Social Foi decidido por João Augusto Cintomeu, Marcos Antonio Fagundes e Fábio Dagoberto Oliveira constituir a Natal Ind. e Com. Ltda., conforme registro na Junta Comercial, sendo que o capital social subscrito é de R$ ,00, dividido da seguinte maneira: Sócio Participação em quotas Participação em R$ João R$ ,00 R$ ,00 Marcos R$ ,00 R$ ,00 Fábio R$ ,00 R$ ,00 Total R$ ,00 R$ ,00 Ficou definido que cada sócio integralizará 30% das quotas subscritas no ato da constituição da empresa e após 60 dias será o restante integralizado. Contas Contábeis Débito Crédito Capital a Integralizar (Patrimônio Líquido) ,00 Capital Social Subscrito (Patrimônio Líquido) ,00 Integralização (Realização) do Capital Social Conforme vimos anteriormente, foi constituída a empresa Natal Ind. e Com. Ltda., e em decorrência foi feito o lançamento contábil da subscrição das quotas do capital social. 8 N o 39/09 Setembro 4 a semana
43 Manual de Procedimentos CONTABILIDADE ASSUNTOS DIVERSOS e Legislação Agora vejamos o lançamento da integralização, em dinheiro, do capital social, que se dará em duas parcelas, por meio de depósito na conta-corrente bancária da empresa. a) Pela integralização de 30% das quotas no momento da constituição da empresa: Contas Contábeis Débito Crédito Banco Carioca S/A (Ativo Circulante) ,00 Capital Social a Integralizar (Patrimônio Líquido) ,00 b) Pela integralização da parcela restante (lançamento a ser efetuado no momento da efetiva integralização): Contas Contábeis Débito Crédito Banco Carioca S/A (Ativo Circulante) ,00 Capital Social a Integralizar (Patrimônio Líquido) ,00 Aumento do Capital Social A sociedade Natal Ind. e Com. Ltda. resolveu aumentar o capital social, utilizando o saldo da conta reserva de correção monetária do capital que consta no balanço da empresa, no valor de R$ ,00. Contas Contábeis Débito Crédito Reservas de Correção Monetária do Capital (Patrimônio Líquido) ,00 Capital Social Subscrito (Patrimônio Líquido) ,00 Redução do Capital Social A sociedade, composta por dois sócios (Matias Galileu e André Files) resolveu reduzir o capital social, restituindo imediatamente aos sócios a quantia reduzida, obedecendo à participação de cada um. (+) Capital Social R$ ,00 (-) Redução do Capital (Restituição aos Sócios) R$ ,00 (=) Capital Social Atual R$ ,00 Contas Contábeis Débito Crédito Capital Social Subscrito (Patrimônio Líquido) ,00 Banco Carioca S/A (Ativo Circulante) ,00 Redução do Capital com Incidência de IRRF Em determinadas circunstâncias a legislação (conforme redação conferida ao art. 685 do Decreto nº 3.000/99 (RIR/99) exige a retenção de imposto de renda na redução do capital que vier a ser restituído aos sócios. Vamos considerar que a empresa tenha dois sócios (Marcelo Albuquerque e Antunes Farila), tendo-se decidido pela redução do capital social: (+) Capital Social R$ ,00 (+) Capital Social R$ ,00 (-) Redução do Capital (Restituição aos Sócios) R$ ,00 (=) Capital Social Atual R$ ,00 Setembro 4 a semana N o 39/09 9
44 CONTABILIDADE ASSUNTOS DIVERSOS e Legislação Manual de Procedimentos O valor da redução (R$ ,00), a ser restituído aos sócios, conforme prevê a legislação do imposto de renda, está sujeito à retenção do imposto de renda no valor de R$ ,00, sendo que a empresa decidiu restituir aos sócios o valor devido a seguir: (+) Valor bruto a ser restituído R$ ,00 (-) Imposto de Renda Retido na Fonte R$ ,00 (=) Valor líquido a ser pago aos sócios R$ ,00 Contas Contábeis Débito Crédito Capital social subscrito (Patrimônio Líquido) ,00 Imposto de Renda Retido na Fonte a Recolher (Passivo Circulante) ,00 Banco Carioca S/A (Ativo Circulante) ,00 Ações ou Quotas em Tesouraria O art. 30 da Lei nº 6.404/76 dispõe sobre as regras aplicáveis às ações ou quotas em tesouraria. Como ações ou quotas em tesouraria devem ser entendidas as ações ou quotas da empresa adquiridas por ela mesma. As ações ou quotas próprias adquiridas devem ser contabilizadas pelo valor efetivamente pago, não importando qual é o seu valor nominal ou patrimonial. Vamos a seguir dar um exemplo de lançamento contábil de Ações em Tesouraria, sendo cabível também às sociedades limitadas, em que receberia o título de Quotas em Tesouraria. Consideremos que a empresa resolveu adquirir ações de seu próprio capital, ficando tais ações em tesouraria para posterior alienação. O valor total pago pelas ações próprias foi de R$ 5.000,00. Inicialmente se faz necessária a abertura no plano de contas de uma conta redutora própria, no Patrimônio Líquido, de Ações em Tesouraria. Contas Contábeis Débito Crédito Ações em Tesouraria (Patrimônio Líquido) 5.000,00 Banco Carioca S/A (Ativo Circulante) 5.000,00 LEGISLAÇÃO A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. Taxas de Câmbio para Elaboração do Balanço ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO COSIT Nº 27, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo COSIT nº 27/09 divulga as taxas de câmbio para fins de elaboração do balanço relativo ao mês de agosto/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
45 Manual de Procedimentos CONTABILIDADE ASSUNTOS DIVERSOS e Legislação COMUNICADOS BACEN Taxa Básica Financeira (TBF), Redutor (R) e Taxa Referencial (TR) do Período de 03/09/2009 a 09/09/2009 Sinopse: O Banco Central do Brasil (BACEN), por meio dos comunicados a seguir relacionados, divulgou a Taxa Básica Financeira (TBF), o Redutor (R) e a Taxa Referencial (TR), relativos aos mencionados períodos: Período TBF (%) Redutor (R) TR (%) Comunicados BACEN nºs 03/09/2009 a 03/10/2009 0,6571 1,0065 0, /09/2009 a 04/10/2009 0,6466 1,0065 0, /09/2009 a 05/10/2009 0,6114 1,0064 0, /09/2009 a 06/10/2009 0,6437 1,0065 0, /09/2009 a 07/10/2009 0,6760 1,0066 0, /09/2009 a 08/10/2009 0,7051 1,0066 0, /09/2009 a 09/10/2009 0,7268 1,0067 0, INSTRUÇÃO CVM Nº 478, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Alteração na Legislação que Trata dos Fundos de Investimento Imobiliário Sinopse: A Instrução CVM nº 478/09 altera a Instrução CVM nº 472, de 31/10/2008, que dispõe sobre a constituição, a administração, o funcionamento, a oferta pública de distribuição de cotas e a divulgação de informações dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII). Novo Telefone Suporte Técnico Cenofisco (11) Nossos profissionais continuam à sua disposição para esclarecer qualquer dúvida sobre instalação e operação dos produtos eletrônicos Cenofisco. Atendimento de 2ª a 6ª feira, das 8h30 às 18h. T A Tabela de Incidência do T Cenofisco é um produto que permite a obtenção confiável das classificações fiscais de cada produto (NCM e NBM/SH) e das alíquotas de incidência do imposto federal sobre produtos industrializados, de modo prático e rápido. Setembro 4 a semana N o 39/09 11
46 CONTABILIDADE ASSUNTOS DIVERSOS e Legislação MANUAL DE Procedimentos Diretoria Diretor-Presidente: Copyright 2009 Carlos Sérgio Serra [email protected] Diretor de Conteúdo: Antonio Carlos Medeiros Nunes Diretor Comercial: Lourival Medeiros de Campos Diretor Administrativo: Nelson Domingos Colete Conselho Editorial: Jorge Lobão Assessoria de Imprensa: Deleón Comunicações Equipe Técnica Coordenador Editorial: Fábio Gomes da Silva Coordenador Consultoria: Sebastião Guedes de Araujo IR e Contabilidade Benedita Bernardes Nepomuceno Carleto, Camila Medeiros de Campos, Edenilson José Medeiros de Souza, Fauler Lanzo Pedrecca, Gilmar Apolinário, Gustavo S. Ferreira, João Carlos Ribeiro Martins, João Marani, Jonas Lourenço Lage, Juarez Rodrigues de Souza, Juracy Francisco de Sousa, Lázaro Rosa da Silva, Marco Aurélio Teixeira de Oliveira, Marcos Barbosa dos Santos, Olinda Motta, Patrícia Bortolucci, Renata Boronski Gonçalves da Silva, Renata Joyce Theodoro, Terezinha Massambani, Valmir Bezerra de Brito e Vitor Anderson Rubio, Yuri Narciso Volcov Trabalho e Previdência Agda Mari Ramos, Alexandre Matias Silva, Alexandre Moreira de Medeiros, Andre Barroso L. Moura Ferraz, Anara Valéria Terbeck, Carlos Henrique de Assis, Carlos Sereno, Carolina Rodrigues, Claudia Garcia de Camargo Pedro, Daniela Mesquita Barbosa, Elaine da Silveira Assis Matos, Jeronimo José Carvalho Barbosa, José Pereira Vicente, Juarez Rodrigo de Sousa, Ligia Bianchi Gonçalves, Lourival Firmino Leite, Márcia Cristina Pereira Barbosa, Maria Augusta Guerrero Meigger, Renata Tiveron de Assis Berriel, Rosânia de Lima Costa, Sandra Carrancho, e ISS Andrea Andrade, Carlos Alberto Fiorim, Carmen Renata Ingles Fernandes, Christiane Nóvoa Aracema, Cleuza Marchi Teixeira, Elenice Dinardi, Everson Luiz Paiva Hilário, Fernando Henrique Silva Santana, Gilia Helena Garcia Menta, Gilmara Coelho Maia, Graziela Cristina da Silva, Jaderson Fernandes Dozzi, Jorge Luiz de Almeida, José Valério Medeiros Jr., Klayton Teixeira Turrin, Kelly Luciene dos Santos, Luiz Guidorizzi, Márcia Lablonski, Marcos Ferreira Barros, Marianita Ribeiro Diniz, Marcia Cristina Borges, Marcio Romano, Marley Lima de Oliveira Mota, Monalise Bayram de Souza, Patrícia Rufino do Nascimento, Priscylla Ferreira de Almeida, Rebeca Teixeira Pires, Ricardo Borges Lacerda, Ricardo Vicente Correa de Oliveira, Robson Satiro de Almeida, Rodrigo José de Almeida, Rodrigo Macedo, Samuel Torres de Oliveira, Sérgio Juarez de Haan Porto, Sônia Maria de Andrade Santos, Tania Cristina Pryplotski Souza, Terezinha do Valle Adamo, Valdir José Esteves Pereira Equipe de Produção Editorial Analista de Sistemas: Sonia Teles Diagramação: Gutimberg Leme, Jonilson Lima Rios, Luiz Roberto de Paiva e Raimundo Brasileiro Editoração Eletrônica: Darcio Duarte de Oliveira, Juliana Salum e Rafael Cogo Revisão: Alessandra Alves Denani, Juliana V. V. Lopes e Silvia Pinheiro B. dos Santos Lucro Real Suporte Técnico: Claudio Figueira, Maria Fernanda dos Reis Grabe, Rafael Siqueira, Rogério Pacheco e Vanessa Alves TODOS OS DIREITOS RESERVADOS Nos termos da Lei que resguarda os direitos autorais, é proibida a reprodução total ou parcial, bem como a produção de apostilas a partir desta publicação, de qualquer forma ou por qualquer meio eletrônico ou mecânico, inclusive por processos xerográficos, de fotocópia e de gravação sem permissão, por escrito, do Editor. 12 N o 39/09 Setembro 4 a semana Impresso no Brasil Printed in Brazil Manual de Procedimentos Fale com o Cenofisco Nossos Endereços e Telefones São Paulo SP Rua da Consolação, 77 CEP: Tels.: (11) Comercial: Cursos: (11) (*) Consultoria: (11) Trabalho/Previdência (11) IR/PIS/COFINS (11) //ISS s: [email protected] [email protected] Belo Horizonte MG Rua dos Guajajaras, º andar Salas a Centro CEP: Tel.: (31) Fax: (31) Comercial: (31) Cursos: (*) Consultoria: s: [email protected] [email protected] Brasília DF SCS Quadra 2 Edifício Serra Dourada Sala 210 CEP: Tel.: (61) (*) Consultoria: /4122/4123/4124 e (67) s: [email protected] [email protected] Campo Grande MS/Cuiabá MT Porto Velho RO/Rio Branco AC Rua Dr. Arthur Jorge, 48 Jd. 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47 BA MANUAL DE Procedimentos 39 Destaques 2ª parte do trabalho que visa abordar as alterações trazidas pela Resolução CGSN nº 61/09 à Resolução CGSN nº 51/08, a partir de 01/08/2009, relacionadas ao cálculo do devido por substituição tributária pela empresa optante do SIMPLES Nacional. Comentário sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil. Marcos Barros Sebastião Guedes de Araújo ÍNDICE... 3 Substituição Tributária Optantes pelo SIMPLES Nacional Novas Regras para Cálculo do Retido a partir de 01/08/2009 2ª Parte... 6 Consignação Mercantil Jurisprudência e Outros... 8 Superior Tribunal de Justiça (STJ) Cadastro de Contribuintes Indeferimento de Inscrição Legalidade Consultoria Cenofisco... 8 ISSQN Serviço de Avaliação de Bens e Serviços de Qualquer Natureza Comex Aduaneiras... 9 O Bom-Senso e o Crédito Documentário Cenofisco BD Legislação Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia. Acesse e confira agora este benefício. Legislação Federal Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Despacho CONFAZ nº 303/09 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Despacho CONFAZ nº 315/09 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação continua
48 BA Manual de Procedimentos ÍNDICE CONTINUAÇÃO Protocolos nºs 104 a 110/09 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Protocolo nº 111/09 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Protocolo nº 112/09 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Protocolo nº 113/09 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Importação Decreto nº 6.956/09 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Solução de Consulta nº 322/09 Regime Aduaneiro Importação/Exportação Portaria SECEX nº 27/09 Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Imposto de Importação Solução de Consulta nº 316/09 Equipamentos Aeroportuários Isenção Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 14/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 Zona Franca de Manaus Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resolução CZPE nº 5/09 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Resolução CZPE nº 7/09 Resoluções do Conselho Revogação Legislação Estadual Decreto nº /09 Alterações no Regulamento Extrato da Instrução Normativa SAT nº 45/09 Base de Cálculo para Operações com Café Cru em Grãos Extrato da Instrução Normativa SAT nº 46/09 Pauta Fiscal de Cereais Base de Cálculo Portaria SEFAZ nº 330/09 Descarte de Documentos Relativos a Contribuintes com Inscrição no CAD- Baixada ou Cancelada 2 N o 39/09 Setembro 4 a semana
49 Manual de Procedimentos BA Substituição Tributária Optantes pelo SIMPLES Nacional Novas Regras para Cálculo do Retido a partir de 01/08/2009 2ª Parte SUMÁRIO 5. Substituição Tributária Operações Interestaduais 5.1. Sujeito passivo por substituição tributária 5.2. Mercadoria destinada a não contribuinte 5.3. Mercadoria destinada a contribuinte usuário final 5.4. Mercadoria destinada à industrialização 5.5. Mercadoria destinada à comercialização 5.6. Cálculo do imposto devido por substituição tributária a partir de 01/08/ Exemplos 6. Escrituração Fiscal 7. Prazo e Forma do Recolhimento do Imposto Dando continuidade ao tema, nesta 2ª parte, abordaremos os procedimentos fiscais adotados nas operações interestaduais, com aplicação do regime de substituição tributária. 5. Substituição Tributária Operações Interestaduais O art. 9º da Lei Complementar nº 87/96 dispõe que a aplicação do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados e pelo Distrito Federal no Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ). Esses acordos são denominados Convênios e Protocolos. Convênios são atos assinados por todos os representantes de cada um dos Estados e do Distrito Federal, que deliberam sobre a concessão de benefícios, incentivos fiscais e regimes de tributação que terão aplicação no âmbito interno de cada ente federativo e também no âmbito interestadual. Protocolos são atos assinados apenas por alguns dos Estados, para determinar a aplicação de benefícios, incentivos fiscais e regimes de tributação, nas operações e prestações internas e interestaduais. Assim, para que o regime de substituição tributária seja aplicado nas operações interestaduais, deve existir a celebração de Convênio ou Protocolo no âmbito do CONFAZ, determinando as regras para atribuição do referido regime, tais como definição do sujeito passivo por substituição tributária, disciplina para recolhimento do imposto devido por substituição em favor de outra Unidade de Federação de destino, e outras regras relacionadas ao regime. Lembramos que o imposto devido, relativo à operação própria por remetente optante pelo SIMPLES Nacional, será recolhido em conformidade com as tabelas de partilha do SIMPLES Sujeito passivo por substituição tributária O sujeito passivo por substituição é aquele definido como tal no Protocolo ou no Convênio que trata do regime de substituição tributária aplicável à mercadoria (parágrafo único da cláusula quinta do Convênio nº 81/93) Mercadoria destinada a não contribuinte Na operação interestadual praticada pelo contribuinte substituto tributário optante pelo SIMPLES Nacional, com destino a não contribuinte, não caberá a aplicação da substituição tributária Mercadoria destinada a contribuinte usuário final Nas operações interestaduais alcançadas pelo regime de substituição tributária, que destinem mercadorias a contribuinte usuário final, a responsabilidade do remetente, na condição de contribuinte substituto, consistirá apenas no cálculo, retenção e recolhimento do imposto correspondente ao diferencial de alíquotas, se assim exigido nos respectivos Convênios ou Protocolos regulamentares Mercadoria destinada à industrialização Nas operações interestaduais, cuja finalidade do adquirente é o emprego de mercadorias em processo de industrialização, entre os Estados signatários de Convênios ou Protocolos, não se aplica o regime de substituição tributária (cláusula quinta do Convênio nº 81/93) Mercadoria destinada à comercialização Nas saídas de mercadorias de estabelecimento baiano optante pelo SIMPLES Nacional com destino a contribuinte estabelecido em outra Unidade da Federação, cuja aquisição se destine à saída posterior, caberá, em regra, ao remetente a responsabilidade pela retenção e pelo recolhimento do imposto incidente por ocasião de Setembro 4 a semana N o 39/09 3
50 BA Manual de Procedimentos operações subsequentes a favor do Estado destinatário. Essa responsabilidade somente será atribuída ao contribuinte baiano, na hipótese de haver Convênio ou Protocolo estabelecendo essa obrigatoriedade de que sejam signatários o Estado da Bahia e o Estado destinatário Cálculo do imposto devido por substituição tributária a partir de 01/08/2009 O cálculo será efetuado de modo a se apurar a diferença entre o valor do imposto calculado, mediante aplicação da alíquota interna vigente no Estado destinatário sobre a base de cálculo da substituição tributária, e o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual de 7% ou 12%, conforme o caso, sobre o valor da operação própria do remetente ( 9º do art. 3º da Resolução CGSN nº 51/08, alterada pela Resolução CGSN nº 61/09) Exemplos Cálculo do imposto retido Na hipótese de inexistência de preço máximo de venda a varejo fixado pela autoridade competente ou sugerido pelo fabricante, ou aplicado sobre o preço a consumidor usualmente praticado, o sujeito passivo por substituição tributária optante pelo SIMPLES Nacional calculará o valor do devido por substituição tributária, mediante aplicação da fórmula a seguir: Imposto devido = [base de cálculo x (1,00 + MVA) x alíquota interna] - dedução Onde: a) base de cálculo é o valor da operação própria realizada pela empresa optante pelo SIMPLES Nacional; b) MVA é a Margem de Valor Agregado divulgada pelo Estado; Nota Cenofisco: Em alguns textos legais a expressão MVA (Margem de Valor Agregado) é substituída pela equivalente IVA-ST (Índice de Valor Acrescido Substituição Tributária). c) alíquota interna é o percentual determinado pelos Estados e pelo Distrito Federal a ser aplicado sobre a base de cálculo do imposto; d) dedução é o valor a que se refere o 9º do art. 3º da Resolução CGSN nº 51/08, alterada pela Resolução CGSN nº 61/09. Supondo que determinado estabelecimento industrial optante pelo SIMPLES Nacional, localizado neste Estado, promova a venda de duas unidades do produto w a estabelecimento localizado em Estado signatário de Convênio ou Protocolo, destinadas à comercialização, o imposto devido por substituição tributária será calculado na forma exemplificada a seguir: Valor da operação... R$ 100,00 MVA hipotético... 50,24% Alíquota interestadual (destinatário localizado no Estado de MG)... 12% Alíquota interna no Estado destinatário (MG)... 18% Valor da Dedução ( 9º do art. 3º da Resolução CGSN nº 51/08 alterada pela Resolução CGSN nº 61/09) R$ 100,00 x 12% = R$ 12,00 Retido R$ 100, ,24%... R$ 150,24 R$ 150,24 x 18%... R$ 27,04 Imposto Retido (R$ 27,04 - R$ 12,00)... R$ 15,04 Valor total da nota fiscal (R$ 100,00 + R$ 15,04)... R$ 115,04 4 N o 39/09 Setembro 4 a semana
51 Manual de Procedimentos Nota fiscal BA Com base nos valores exemplificados no subitem anterior, vejamos como ficará a nota fiscal emitida pelo substituto tributário optante pelo SIMPLES Nacional com destino a comerciante localizado no Estado de Minas Gerais (MG): NOTA FISCAL N SAÍDA ENTRADA EMITENTE: Nome / Razão Social: MFB Indústria Endereço: xxxxxxxxx Município:xxxxxxxx Fone / Fax: Bairro / Distrito: UF: BA CEP: xxxxx-xxx CNPJ xx.xxx.xxx/xxxx-xx 1ª VIA DESTINATÁRIO/ REMETENTE NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de produção do estabelecimento CFOP INSCRIÇÃO ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx DATA LIMITE PARA EMISSÃO DESTINATÁRIO / REMETENTE NOME / RAZÃO SOCIAL Comércio PEX ENDEREÇO Xxxxxxxxxxxxxxx MUNICÍPIO xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx FATURA FONE / FAX CNPJ / CPF DATA DA EMISSÃO 24/08/2009 BAIRRO / DISTRITO CEP DATA DA SAÍDA / ENTRADA 24/08/2009 UF MG INSCRIÇÃO ESTADUAL HORA DA SAÍDA 11:00 DADOS DO PRODUTO CÓDIGO DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS PRODUTO CLASSIFICAÇÃO FISCAL Produto w 1 SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA UNIDADE QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL 090 Unid 02 50,00 100,00 ALÍQUOTAS VALOR DO CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO DO VALOR DO BASE DE CÁLCULO SUBSTITUIÇÃO 150,24 VALOR DO SUBSTITUIÇÃO 15,04 VALOR TOTAL DOS PRODUTOS 100,00 VALOR DO FRETE VALOR DO SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO VALOR TOTAL DA NOTA 115,04 TRANSPORTADOR / VOLUMES TRANSPORTADOS NOME / RAZÃO SOCIAL FRETE POR CONTA PLACA DO VEÍCULO UF CNPJ / CPF 1 EMITENTE 2 DESTINATÁRIO ENDEREÇO MUNICÍPIO UF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS (1) Documento emitido por ME ou EPP optante pelo SIMPLES Nacional Não gera direito a crédito fiscal de ISS e Valores de cada mercadoria: B.C. Retido: (R$ 150,24 : 2) = R$ 75,12 Retido (R$ 15,04 : 2) = R$ 7,52 DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RESERVADO AO FISCO N DE CONTROLE DO FORMULÁRIO RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO DATA DO RECEBIMENTO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR NOTA FISCAL N Setembro 4 a semana N o 39/09 5
52 BA Manual de Procedimentos 6. Escrituração Fiscal A Microempresa (ME) e a Empresa de Pequeno Porte (EPP) não estão obrigadas a escriturar o Livro Registro de Saídas, nos termos do art. 3º da Resolução CGSN nº 10/07, que determina quais as obrigações acessórias que devem ser cumpridas pelas empresas optantes pelo SIMPLES Nacional. Contudo, entendemos que não há nenhuma objeção à sua utilização, desde que se destine exclusivamente para fins de controle interno do estabelecimento. O Livro Registro de Entradas, ao contrário do Livro Registro de Saídas, continua sendo exigida sua escrituração pelas empresas optantes pelo SIMPLES Nacional, conforme disposto no inciso III do art. 3º da Resolução CGSN nº 10/ Prazo e Forma do Recolhimento do Imposto De acordo com a legislação baiana a empresa optante pelo SIMPLES Nacional, em regra, recolhe o valor relativo ao devido por substituição tributária até o último dia útil da primeira quinzena do mês subsequente ao da saída. O valor do imposto devido pela empresa optante pelo SIMPLES Nacional, relativo à operação própria, deverá ser apurado por meio do Programa Gerador do Documento de Arrecadação do SIMPLES Nacional (PGDAS), disponível no site: no Portal do Simples Nacional. Consignação Mercantil SUMÁRIO 1. Introdução 2. Remessa 2.1. Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) 3. Reajuste de Preço 3.1. Providências do consignante 3.2. Providência do consignatário 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação 4.1. Providências do consignante 4.2. Providências do consignatário 5. Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil 1. Introdução Nesta oportunidade, comentaremos sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil, segundo o art. 423 e seguintes do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº 4.544/ Remessa Por ocasião das saídas dos produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil: a) o consignante emitirá nota fiscal com destaque do imposto, se devido, indicando como natureza da operação: Remessa em Consignação ; e b) o consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) São os seguintes Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP) a serem utilizados na operação de consignação mercantil: a) Saídas: 5.113/6.113 Vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação mercantil; 5.114/6.114 Vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil; 5.115/6.115 Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. b) Entradas: 1.917/2.917 Entradas de mercadorias recebidas a título de consignação mercantil; 1.113/2.113 Compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. 6 N o 39/09 Setembro 4 a semana
53 Manual de Procedimentos 3. Reajuste de Preço 4.2. Providências do consignatário BA Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 3.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal complementar, com destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Reajuste de Preço do Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o valor do reajuste Providência do consignatário O consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação Quando da venda do produto remetido a título de consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 4.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal sem destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Venda ; b) o valor da operação, que será aquele correspondente ao preço do produto efetivamente vendido, neste incluído, quando for o caso, o valor relativo ao reajuste do preço; c) a expressão Simples Faturamento de Mercadoria em Consignação NF nº..., de.../.../... (e, se for o caso) Reajuste de Preço NF nº..., de.../.../.... O consignatário deverá: a) emitir nota fiscal, indicando como natureza da operação: Venda de Mercadoria Recebida em Consignação ; e b) escriturar a nota fiscal de que trata a letra a no Livro Registro de Entradas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Compra em Consignação NF nº..., de.../.../.... O consignante escriturará a nota fiscal a que se refere a letra a do subtópico 4.1, no Livro Registro de Saídas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Venda em Consignação NF nº..., de.../.../ Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil Na devolução de produto remetido em consignação mercantil: a) o consignatário emitirá nota fiscal indicando: a.1) a natureza da operação: Devolução de Produto Recebido em Consignação ; a.2) o valor do produto efetivamente devolvido, sobre o qual foi pago o imposto; a.3) o valor do imposto, destacado por ocasião da remessa em consignação; e a.4) a expressão: Devolução (Parcial ou Total, conforme o caso) de Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o consignante escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas, creditando-se do valor do imposto de acordo com os arts. 169 e 170 do R/02. Base legal: citada no texto. Novo Telefone Suporte Técnico Cenofisco (11) Nossos profissionais continuam à sua disposição para esclarecer qualquer dúvida sobre instalação e operação dos produtos eletrônicos Cenofisco. Atendimento de 2ª a 6ª feira, das 8h30 às 18h. Setembro 4 a semana N o 39/09 7
54 BA Manual de Procedimentos JURISPRUDÊNCIA E OUTROS SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) CADASTRO DE CONTRIBUINTES INDEFERIMENTO DE INSCRIÇÃO LEGALIDADE Recurso Ordinário em Mandado de Segurança n 24769/SE Relator: Ministro Herman Benjamin Órgão Julgador: Segunda Turma Data do Julgamento: 25/08/2009 Data da Publicação: 31/08/2009 Ementa Administrativo. Recurso Ordinário em Mandado de Segurança.. Indeferimento de Inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Sergipe (CACESE) irregularidades fiscais do novo sócio. Resolução 152 do R. Legalidade. Ausência de direito líquido e certo. 1. É legítimo o indeferimento da inscrição (atualização) no Cadastro de Contribuintes do Estado de Sergipe (CACESE), se um dos sócios da empresa possuir débito na Fazenda Pública Estadual (art. 152, V, h, do Regulamento do ). 2. Impossível desviar-se a recusa da inscrição, por ser ato administrativo vinculado, do disposto em lei (neste caso, do Regulamento do ). Sendo este cumprido, não se vislumbra direito líquido e certo da recorrente. 3. Recurso Ordinário não provido. Acórdão Vistos, relatados e discutidos os autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça: A Turma por unanimidade, negou provimento ao recurso ordinário, nos termos do voto do(a) Sr(a). Ministro(a)-Relator(a). Os Srs. Ministros Mauro Campbell Marques, Eliana Calmon, Castro Meira e Humberto Martins votaram com o Sr. Ministro Relator. CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS ISSQN Serviço de Avaliação de Bens e Serviços de Qualquer Natureza Os serviços de avaliação de bens e serviços de qualquer natureza constituem fato gerador do ISSQN? Sim. Em conformidade com o disposto no subitem da lista de serviço anexa à Lei Complementar nº 116/03, os serviços de avaliação de bens e serviços de qualquer natureza constituem fato gerador do ISSQN. Base legal: citada no texto. 8 N o 39/09 Setembro 4 a semana
55 Manual de Procedimentos BA COMEX ADUANEIRAS O Bom-Senso e o Crédito Documentário Angelo Luiz Lunardi Não é só de UCP 600 que se faz um Crédito Documentário: é indispensável muito senso comum experiência do dia a dia. Bom-senso e senso comum quase que se fundem. Semelhantemente parece pensar a CCI em suas Commonsense Rules e seu Guide to Documentary Operations. O Crédito Documentário completa, com êxito, um compromisso comercialmente aceitável entre interesses conflitantes de comprador e vendedor, unindo um prazo de pagamento das mercadorias com o prazo de sua entrega. Ele faz isso, no entanto, contra documentos que representam as mercadorias em vez de contra as próprias mercadorias. Um Crédito compromisso irrevogável de um banco (e, quando necessário, sendo confirmado) pode ser um excelente instrumento de pagamento. Também, quando são exigidos documentos apropriados, e desde que se possa depositar confiança na integridade do vendedor, ele pode ser um meio efetivo de se obter a entrega das mercadorias. Não obstante, ele é um instrumento de precisão e, assim, deve ser tratado por todos os interessados. Ambos, comprador e vendedor, devem observar certas regras de bom-senso. Comprador Primeira Regra Suas instruções ao emitente devem ser claras, corretas e precisas, livres de excessivo detalhamento. Não pode ser esperado que o banco adivinhe o que ele quer; tampouco pode o banco avaliar especificações complexas e, frequentemente, técnicas. Segunda Regra A finalidade do crédito é de pagar por sua compra e não de policiar a transação comercial. Seus termos e condições, bem como os documentos exigidos, devem, portanto, estar de acordo com o contrato de compra e venda das mercadorias ou serviços ao qual o crédito pode estar baseado, muito embora tais contratos não se refiram aos bancos. Terceira Regra Qualquer exame das mercadorias, antes ou no momento do embarque, deve ser evidenciado, sempre, por um documento. A natureza precisa, o seu emitente, bem como os dados de tal documento devem estar declarados no crédito. Quarta Regra O crédito não deve exigir documentos que o vendedor não pode fornecer, nem estabelecer condições que ele não pode satisfazer. Vendedor Primeira Regra Embora um tempo considerável possa decorrer entre o aviso (recebimento) do crédito e a sua utilização, ele não deve demorar para analisá-lo e solicitar ao comprador as emendas necessárias, quando for o caso. Segunda Regra Ele deve convencer-se de que os termos, as condições e os documentos exigidos estão de acordo com o contrato de venda, embora os bancos não façam parte de tais contratos. O exame dos documentos levará em consideração somente os termos do crédito e de quaisquer emendas já aceitas, bem como a UCP e a ISBP. Terceira Regra Quando for o momento de apresentar os documentos, ele deve: 1º. apresentar os documentos solicitados exatamente como exigidos pelo crédito (os documentos devem estar em conformidade com os termos e condições do crédito e, em sua face, não podem ser conflitantes entre si); 2º. apresentar os documentos ao banco tão rapidamente quanto possível e, em todos os casos, dentro da validade do crédito e, dentro do prazo, após a data do embarque ou de emissão do documento de transporte, conforme o caso, e sempre observando as disposições do art. 14 da UCP 600. Quarta Regra Ele precisa lembrar-se que o não cumprimento dos termos do crédito ou irregularidades nos documentos discrepâncias levam o banco a recusar a documentação. Comprador e Vendedor É, portanto, importante para todas as partes no crédito, saber, precisamente, que documentos são solicitados e quais são os seus termos e condições. E, finalizando, um alerta: fazer operações com Crédito Documentário sem conhecer profundamente os seus mecanismos é como portar uma arma sem saber manuseá-la: ela pode ser utilizada contra você! Setembro 4 a semana N o 39/09 9
56 BA Manual de Procedimentos LEGISLAÇÃO FEDERAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. ATO COTEPE/PMPF Nº 17, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Protocolo nº 105/09 Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Sinopse: O Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 aprova o Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) de combustíveis para vigorar a partir de 16/09/2009. DESPACHO CONFAZ Nº 303, DE 03/09/2009 DOU de 08/09/2009 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 303/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 104 a 111/09. Protocolo nº 106/09 Protocolo nº 107/09 Protocolo nº 108/09 Protocolo nº 109/09 Protocolo nº 110/09 Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bebidas quentes. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. DESPACHO CONFAZ Nº 315, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 PROTOCOLO Nº 111, DE 31/08/2009 DOU de 08/09/2009 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 315/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 112 e 113/09. PROTOCOLOS NºS 104 A 110, DE 10/08/2009 DOU de 08/09/2009 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Sinopse: Os Protocolos nºs 104 a 110/09 aprovaram vários assuntos relacionados com as operações sujeitas ao regime de substituição tributária. A seguir um resumo dos citados atos: Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Sinopse: O Protocolo nº 111/09 dispõe sobre a cessão, sem ônus, pelo Estado de Santa Catarina, de cópia do Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF), de sua propriedade, para ser exclusivamente utilizado e aperfeiçoado pelo Estado do Espírito Santo. PROTOCOLO Nº 112, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Protocolo nº 104/09 Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Sinopse: O Protocolo nº 112/09 altera o Protocolo nº 10/07, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. 10 N o 39/09 Setembro 4 a semana
57 Manual de Procedimentos BA PROTOCOLO Nº 113, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 316, DE 18/08/2009 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Sinopse: O Protocolo nº 113/09 altera o Protocolo nº 68/07, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Importação DECRETO Nº 6.956, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Sinopse: O Decreto nº 6.956/09 regulamenta o disposto na Lei nº , de 08/01/2009, que institui o Regime de Tributação Unificada (RTU) na importação, por via terrestre, de mercadorias procedentes do Paraguai. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 322, DE 20/08/2009 Importação Regime Aduaneiro Sinopse: A Solução de Consulta nº 322/09 esclarece que só está amparada pelo RECOF a importação feita diretamente por empresa habilitada no regime, o que não é o caso das importações por encomenda ou por conta e ordem realizadas via trading company não habilitada no RECOF. PORTARIA SECEX Nº 27, DE 10/09/2009 Importação/Exportação Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Sinopse: A Portaria SECEX nº 27/09 altera a Portaria SECEX nº 25, de 27/11/2008, que dispõe sobre as operações de comércio exterior e revoga as portarias que menciona. Imposto de Importação Equipamentos Aeroportuários Isenção Sinopse: A Solução de Consulta nº 316/09 esclarece que encontra-se revogada a isenção do Imposto de Importação (I.I.) na importação de equipamentos de terra, tais como tratores com dispositivos especiais para manobras de aeronaves e reboques para uso em aeroportos. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 6, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 7, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 9, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Setembro 4 a semana N o 39/09 11
58 BA Manual de Procedimentos ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 12, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP 14, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP 14/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 24, DE 09/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 35, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 36, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
59 Manual de Procedimentos BA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 37, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 40, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 41, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 42, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SC Nº 79, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Setembro 4 a semana N o 39/09 13
60 BA Manual de Procedimentos ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 137, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Zona Franca de Manaus PORTARIA INTERMINISTERIAL MDIC/MCT Nº 174, DE 09/09/2009 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Sinopse: A Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 estabelece processo produtivo básico para o produto televisor com tela de plasma. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) RESOLUÇÃO CZPE Nº 5, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Sinopse: A Resolução CZPE nº 5/09 dispõe sobre as atribuições e as responsabilidades das Administradoras das Zonas de Processamento de Exportação. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resoluções do Conselho Revogação RESOLUÇÃO CZPE Nº 7, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: A Resolução CZPE nº 7/09 revoga as Resoluções do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) nºs 10, de 04/01/1990, 15, de 28/09/1993, 17, de 18/03/1994, e 18, de 16/05/1995. LEGISLAÇÃO ESTADUAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. DECRETO Nº , DE 08/09/2009 DOE-BA de 09/09/2009 Alterações no Regulamento Sinopse: O Decreto nº /09 promoveu diversas alterações no R-BA/97, dentre as quais destacamos: a) a isenção do nas saídas internas de geladeira efetuadas pela Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (COELBA), no âmbito do projeto Geladeiras para População de Baixa Renda na Bahia e do Programa de Venda Subsidiada de Refrigeradores para Comunidades Populares Baixa Renda; b) novos procedimentos na operação de venda à ordem; c) redução de base de cálculo das operações internas com concentrado de cobre, de forma que a carga tributária incidente corresponda a 12%. 14 N o 39/09 Setembro 4 a semana
61 Manual de Procedimentos BA EXTRATO DA INSTRUÇÃO NORMATIVA SAT Nº 45, DE 01/09/2009 DOE-BA de 03/09/2009 Base de Cálculo para Operações com Café Cru em Grãos Sinopse: O Extrato da Instrução Normativa SAT nº 45/09 fixa os valores de base de cálculo para operações interestaduais com café cru em grãos, para o período de 07 a 13/09/2009, nos termos dos Convênios nºs 15/90 e 78/90. Pauta Fiscal de Cereais Base de Cálculo EXTRATO DA INSTRUÇÃO NORMATIVA SAT Nº 46, DE 01/09/2009 DOE-BA de 04/09/2009 Sinopse: A Instrução Normativa SAT nº 46/09 alterou os valores do produto milho, constante no item 1.1 Cereais da Instrução Normativa SAT nº 4/09. PORTARIA SEFAZ Nº 330, DE 03/09/2009 DOE-BA de 04/09/2009 Descarte de Documentos Relativos a Contribuintes com Inscrição no CAD- Baixada ou Cancelada Sinopse: A Portaria SEFAZ nº 330/09 alterou a Portaria SEFAZ nº 536/01, que dispõe sobre descarte de documentos relativos a contribuintes com inscrição no CAD- baixada ou cancelada, de processos administrativos fiscais e de notas fiscais avulsas. A referida alteração estabelece que a autoridade administrativa responsável pela destruição dos documentos deverá promover sua execução com os cuidados e controles necessários à preservação do sigilo fiscal. Setembro 4 a semana N o 39/09 15
62 ES MANUAL DE Procedimentos 39 Destaques Materia que trata das formalidades para celebração de Convênios entre os Estados. Comentário sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil. Rebeca Pires Sebastião Guedes de Araújo ÍNDICE... 3 Convênios Concessão de Benefícios Formalidades... 6 Consignação Mercantil ISSQN Municipio de Vitória... 7 ISSQN Base de Cálculo Destaque na Nota Fiscal Jurisprudência e Outros... 8 Superior Tribunal de Justiça (STJ) Elevadores Venda a Empresas de Construção Civil Alíquota Interestadual Descabimento Recurso Especial Convênio nº 71/1989 Consultoria Cenofisco... 8 Substituição Tributária Autopeças Comex Aduaneiras O Bom-Senso e o Crédito Documentário Cenofisco BD Legislação Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia. Acesse e confira agora este benefício. Legislação Federal Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 continua
63 ES ÍNDICE CONTINUAÇÃO Despacho CONFAZ nº 303/09 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Despacho CONFAZ nº 315/09 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação Protocolos nºs 104 a 110/09 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Protocolo nº 111/09 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Protocolo nº 112/09 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Protocolo nº 113/09 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Importação Decreto nº 6.956/09 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Solução de Consulta nº 322/09 Regime Aduaneiro Importação/Exportação Portaria SECEX nº 27/09 Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Imposto de Importação Solução de Consulta nº 316/09 Equipamentos Aeroportuários Isenção Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 Manual de Procedimentos Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 14/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 Zona Franca de Manaus Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resolução CZPE nº 5/09 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Resolução CZPE nº 7/09 Resoluções do Conselho Revogação 2 N o 39/09 Setembro 4 a semana
64 Manual de Procedimentos ES Convênios Concessão de Benefícios Formalidades SUMÁRIO 1. Introdução 2. Celebração de Convênios 3. Benefícios Fiscais Concessão, Prorrogação ou Revogação 3.1. Convênios autorizativos e impositivos 4. Vigência e Formalidades Legais 4.1. Publicação no Diário Oficial da União (DOU) 4.2. Ratificação estadual 4.3. Ratificação nacional 4.4. Início de vigência 5. Aplicação das Normas pelos Estados 6. Princípio da Anterioridade e os Convênios Inaplicabilidade 1. Introdução De acordo com o que determina o art. 155, 2º, inciso XII, alínea g, da CF/88, cabe à Lei Complementar regular a forma como, mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos ou revogados. Em complemento, o art. 34, 5º, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias assegura a aplicação da legislação anterior, a partir da vigência do atual Sistema Tributário Nacional (01/03/1989), desde que não seja incompatível com o referido sistema (princípio da recepção das leis). Em virtude de a Lei Complementar nº 24/75 já existir na época da promulgação da Constituição Federal e de suas disposições não serem incompatíveis com o Sistema Tributário Nacional vigente, ela foi recepcionada pela CF/88, ou seja, a celebração de Convênios entre as Unidades da Federação, para fins de concessão ou revogação de incentivos fiscais no âmbito do, submeteu-se às formalidades fixadas pela citada Lei Complementar. 2. Celebração de Convênios Segundo o art. 2º da Lei Complementar nº 24/75, os Convênios serão celebrados em reuniões para as quais tenham sido convocados representantes de todos os Estados e do Distrito Federal, sob a presidência de representantes do Governo Federal, observando o seguinte: a) as reuniões realizar-se-ão com a presença de representantes da maioria das Unidades da Federação; b) a concessão de benefícios dependerá sempre de decisão unânime dos Estados representados; entretanto, sua revogação total ou parcial dependerá de aprovação de pelo menos 4/5 dos representantes presentes; c) dentro de 10 dias, contados a partir da data final da reunião, a resolução nela adotada será publicada no Diário Oficial da União. 3. Benefícios Fiscais Concessão, Prorrogação ou Revogação As isenções do só poderão ser concedidas ou revogadas por meio de Convênios celebrados entre os Estados e o Distrito Federal. A citada regra também se aplica (art. 1º da Lei Complementar nº 24/75): a) à redução da base de cálculo; b) à devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não, do tributo ao contribuinte, a responsável ou a terceiros; c) à concessão de créditos presumidos; d) a quaisquer outros incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos com base no Imposto de Circulação de Mercadorias (ICM), dos quais resulte redução ou eliminação direta ou indireta do respectivo ônus. Importa notar que não cabe ao governo do Estado, isoladamente, conceder ou revogar qualquer tipo de isenção do ou de benefícios fiscais ou financeiro-fiscais, sem a devida apreciação da matéria em Convênio, com a participação das demais Unidades Federadas. Portanto, a concessão dos benefícios acima transcritos só se podem dar por meio de Convênios formalmente celebrados entre representantes das Unidades da Federação, tornando-se ilegal a tomada de qualquer outro caminho que não seja esse, conforme atesta o Pleno do Supremo Tribunal Federal, ao julgar Recurso Extraordinário (nº SP), cuja ementa diz que a revogação de isenção decorrente de Convênio não se pode dar por meio de Decreto Estadual deliberadamente baixado, sem fundamento em Convênio Convênios autorizativos e impositivos Os Convênios podem ser autorizativos ou impositivos. Na primeira hipótese (Convênios autorizativos), a adoção ou não da medida nele consignada fica a critério do Poder Executivo de cada Unidade Federada, tendo em vista que o ato apenas autoriza Setembro 4 a semana N o 39/09 3
65 ES Manual de Procedimentos os Estados e o Distrito Federal a conceder o benefício nele previsto não determinando, portanto, que se conceda tal benefício. Na segunda hipótese (Convênios impositivos), a medida nele prevista deve ser, obrigatoriamente, adotada por todas as Unidades da Federação, já que sua redação foi atribuída de forma impositiva Convênio impositivo A título de exemplo reproduziremos, a seguir, o Convênio nº 23/07, cujo benefício fiscal é impositivo (expressa: fica isenta do ), logo a medida nele prevista deve ser, obrigatoriamente, adotada por todas as Unidades da Federação. Convênio nº 23, de 30 de Março de 2007 Isenta o na saída de reagente para diagnóstico da doença de chagas destinada a órgão ou entidade da administração pública direta, suas autarquias e fundações. O Conselho Nacional de Política Fazendária CONFAZ, na sua 125ª reunião ordinária, realizada em Natal, RN, no dia 30 de março de 2007, tendo em vista o disposto na Lei Complementar nº 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte: C o n v ê n i o Cláusula primeira: Fica isenta do a saída do seguinte reagente destinada a órgão ou entidade da administração pública direta, suas autarquias e fundações: Descrição do produto: Reagente para diagnóstico da Doença de Chagas pela técnica de enzimaimunoesai (ELISA) em microplacas utilizando uma mistura de Antígenos Recombinantes e Antígenos lisados purificados, para detecção simultânea qualitativa e semi-quantitativa de anticorpos IgG e IgM anti Trypanosoma cruzi em soro ou plasma humano NCM/SH: Parágrafo único. A isenção de que trata o caput fica condicionada: I ao desconto no preço, do valor equivalente ao imposto dispensado; II à indicação, no respectivo documento fiscal, do valor do desconto. Cláusula segunda Não será exigido o estorno de crédito fiscal de que trata o art. 21 da Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de Cláusula terceira O disposto neste convênio não se aplica ao Distrito Federal. Cláusula quarta Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional, produzindo efeitos até 31 de dezembro de Convênio autorizativo Em seguida, reproduziremos o Convênio nº 96/07, cuja adoção ou não de suas medidas fica por conta do Poder Executivo de cada Estado. Isso porque o citado ato apenas autoriza os Estados a concederem o benefício da isenção nele previsto (expressa: ficam os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina autorizados a conceder ): Convênio nº 96, de 6 de julho de 2007 Autoriza os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina a conceder crédito presumido na aquisição de serviço de telecomunicação. O Conselho Nacional de Política Fazendária CONFAZ, na sua 126ª reunião ordinária, realizada em Domingos Martins, ES, no dia 6 de julho de 2007, tendo em vista na Lei Complementar nº 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte: C o n v ê n i o Cláusula primeira Ficam os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina autorizados a conceder crédito presumido de até 3% (três por cento) sobre o valor dos serviços de telecomunicação prestados no segundo mês anterior àquele em que for realizado o crédito. Parágrafo único. Atendidos os requisitos previstos na legislação estadual, o benefício será utilizado exclusivamente para liquidação de débitos relativos a serviços de telecomunicação tomados pelos Estados até a data de ratificação nacional deste convênio. Cláusula segunda Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. 4. Vigência e Formalidades Legais Os convênios devem seguir, antes de entrarem em vigor, algumas formalidades legais, as quais observaremos a seguir (art. 3º da Lei Complementar nº 24/75) Publicação no Diário Oficial da União (DOU) Dentro de 10 dias, contados a partir da data final da reunião, a resolução nela adotada deverá ser publicada no Diário Oficial da União (art. 2º, 3º da Lei Complementar nº 24/75). 4 N o 39/09 Setembro 4 a semana
66 Manual de Procedimentos ES 4.2. Ratificação estadual Conforme o art. 4º da Lei Complementar nº 24/75, dentro do prazo de 15 dias, contados a partir da publicação dos Convênios no Diário Oficial da União, e independentemente de qualquer outra comunicação, o Poder Executivo de cada Unidade da Federação publicará Decreto ratificando ou não os Convênios celebrados, considerando-se ratificação tácita dos Convênios a falta de manifestação no citado prazo. Note-se ainda que: a) o disposto neste subitem aplica-se também às Unidades da Federação cujos representantes não tenham comparecido à reunião em que tenham sido celebrados os Convênios; b) será considerado rejeitado o Convênio que não for expressa ou tacitamente ratificado pelo Poder Executivo de todas as Unidades da Federação ou, pelo Poder Executivo de no mínimo 4/5 das Unidades da Federação, nos casos de revogação Ratificação nacional A ratificação nacional ocorrerá no prazo de até 25 dias após a publicação no Diário Oficial da União, ou seja, até 10 dias depois de findo o prazo de ratificação do Convênio pelos Estados e pelo Distrito Federal (art. 5º da Lei Complementar nº 24/75). Será publicado, no Diário Oficial da União, Ato do Secretário- Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), que ratificará ou rejeitará o Convênio (Regimento CONFAZ, art. 5º, X) Início de vigência Segundo o art. 6º da Lei Complementar nº 24/75, os Convênios entrarão em vigor no 30º dia após sua ratificação nacional, salvo disposição em contrário. Essa ressalva quer dizer que o próprio Convênio poderá estabelecer a data de início para a sua vigência. No caso de ocorrer silêncio, a sua vigência começará no citado 30º dia após a ratificação nacional. Por fim, como regra geral, os Convênios fixam a data da ratificação nacional como início de sua vigência, hipótese em que, sendo o Convênio impositivo, a partir desta data, suas disposições, estão produzindo efeitos (ainda que elas não sejam expressamente incorporadas na Legislação local). 5. Aplicação das Normas pelos Estados Nos termos do art. 7º da Lei Complementar nº 24/75, os Convênios ratificados obrigam todas as Unidades da Federação, inclusive as que, regularmente convocadas, não se tenham feito representar na reunião. Contudo, vale observar que determinados Convênios são celebrados e têm como finalidade um determinado Estado. Ocorrendo tal situação, as disposições por ele aprovadas serão aplicadas tão somente à Unidade da Federação envolvida. A título de exemplo, podemos mencionar o Convênio nº 81/07, a seguir reproduzido. Convênio nº 81, de 6 de julho de 2007 Autoriza o Estado de Pernambuco a revogar isenção do prevista no Convênio 70/90, que dispõe sobre o tratamento tributário nas operações de saída de bens ou produtos que tenham sido adquiridos para integrar o ativo imobilizado ou para consumo. O Conselho Nacional de Política Fazendária CONFAZ, na sua 126ª reunião ordinária, realizada em Domingos Martins, no dia 6 de julho de 2007, tendo em vista o disposto na Lei Complementar nº 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte: C o n v ê n i o Cláusula primeira Fica o Estado de Pernambuco autorizado a revogar a isenção do nas operações internas de saídas entre estabelecimentos de uma mesma empresa, de bens integrados ao ativo imobilizado, prevista no inciso I da cláusula primeira do Convênio 70/90, de 12 de dezembro de Cláusula segunda Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. 6. Princípio da Anterioridade e os Convênios Inaplicabilidade O princípio constitucional da anterioridade (art. 150, inciso III, alínea b da CF) dispõe que nenhum tributo será exigido ou aumentado no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que o instituiu ou aumentou. Contudo, esse princípio não se aplica à revogação de isenção do, conforme entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal à época em que vigoravam o ICM e a CF/69, a seguir transcrito, por meio da Súmula nº 615 (DJU de 29/10/1984): Súmula 615 O princípio constitucional da anualidade ( 29 do art. 153 da CF) não se aplica à revogação de isenção do ICM. Nota Cenofisco: O princípio da anualidade existiu em nosso ordenamento jurídico na vigência da Constituição Federal de 1946 e deixou de existir com a promulgação da CF/88, passando a ser adotado tão somente o princípio da anterioridade. Setembro 4 a semana N o 39/09 5
67 ES Manual de Procedimentos Consignação Mercantil SUMÁRIO 1. Introdução 2. Remessa 2.1. Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) 3. Reajuste de Preço 3.1. Providências do consignante 3.2. Providência do consignatário 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação 4.1. Providências do consignante 4.2. Providências do consignatário 5. Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil 1. Introdução Nesta oportunidade, comentaremos sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil, segundo o art. 423 e seguintes do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº 4.544/ Remessa Por ocasião das saídas dos produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil: a) o consignante emitirá nota fiscal com destaque do imposto, se devido, indicando como natureza da operação: Remessa em Consignação ; e b) o consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) São os seguintes Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP) a serem utilizados na operação de consignação mercantil: a) Saídas: 5.113/6.113 Vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação mercantil; 5.114/6.114 Vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil; 5.115/6.115 Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. b) Entradas: 1.917/2.917 Entradas de mercadorias recebidas a título de consignação mercantil; 1.113/2.113 Compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. 3. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 3.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal complementar, com destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Reajuste de Preço do Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o valor do reajuste Providência do consignatário O consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação Quando da venda do produto remetido a título de consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 4.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal sem destaque do imposto, indicando: 6 N o 39/09 Setembro 4 a semana
68 Manual de Procedimentos ES a) a natureza da operação: Venda ; b) o valor da operação, que será aquele correspondente ao preço do produto efetivamente vendido, neste incluído, quando for o caso, o valor relativo ao reajuste do preço; c) a expressão Simples Faturamento de Mercadoria em Consignação NF nº..., de.../.../... (e, se for o caso) Reajuste de Preço NF nº..., de.../.../ Providências do consignatário O consignatário deverá: a) emitir nota fiscal, indicando como natureza da operação: Venda de Mercadoria Recebida em Consignação ; e b) escriturar a nota fiscal de que trata a letra a no Livro Registro de Entradas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Compra em Consignação NF nº..., de.../.../.... O consignante escriturará a nota fiscal a que se refere a letra a do subtópico 4.1, no Livro Registro de Saídas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Venda em Consignação NF nº..., de.../.../ Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil Na devolução de produto remetido em consignação mercantil: a) o consignatário emitirá nota fiscal indicando: a.1) a natureza da operação: Devolução de Produto Recebido em Consignação ; a.2) o valor do produto efetivamente devolvido, sobre o qual foi pago o imposto; a.3) o valor do imposto, destacado por ocasião da remessa em consignação; e a.4) a expressão: Devolução (Parcial ou Total, conforme o caso) de Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o consignante escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas, creditando-se do valor do imposto de acordo com os arts. 169 e 170 do R/02. Base legal: citada no texto. ISSQN MUNICÍPIO DE VITÓRIA ISSQN Base de Cálculo Destaque na Nota Fiscal O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) tem como fato gerador a prestação de serviços constantes da lista de serviços anexa à Lei nº 6.075/03, ainda que estes não se constituam como atividade preponderante do prestador. A incidência de ISSQN independe da denominação dada ao serviço prestado, sua destinação, existência de estabelecimento fixo, resultado financeiro do efetivo exercício da atividade e cumprimento de quaisquer exigências legais, regulamentares ou administrativas (art. 2º do Decreto nº /07, que aprovou o RISSQN do município de Vitória). O imposto é parte integrante e indissociável do preço do serviço, constituindo o seu destaque nos documentos fiscais mera indicação, para fins de controle e esclarecimento do prestador ou do tomador de serviços ( 5º do art. 4º do RISSQN/07). O valor do imposto, quando cobrado em separado, integrará a sua base de cálculo ( 6º do art. 4º do RISSQN/07). Setembro 4 a semana N o 39/09 7
69 ES Manual de Procedimentos JURISPRUDÊNCIA E OUTROS SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) ELEVADORES VENDA A EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL ALÍQUOTA INTERESTADUAL DESCABIMENTO RECURSO ESPECIAL CONVÊNIO Nº 71/1989 Ementa Tributário Processo Civil Elevadores Venda a empresas de Construção Civil Alíquota Interestadual Descabimento Recurso Especial Convênio 71/1989 Cabimento Divergência Jurisprudencial Ausência de cotejo analítico. 1. Cabível Recurso Especial com fundamento em violação em Convênio normativo de quando se revestir do caráter de norma nacional, como na espécie caracteriza-se o Convênio n 71, de 1989, que versa sobre aplicação de alíquota interestadual entre os Estados-membros, regulamentando e uniformizando a aplicação do art. 155, 2º, VII, da Constituição Federal. 2. A alíquota interestadual é aplicável nas operações interestaduais de venda de bens ou mercadorias com empresas de construção civil quando estas aplicam os bens ou mercadorias em obras realizadas sob sua supervisão ou quando revendem as mercadorias a terceiros. No mesmo sentido é o art. 7º, 2º, I, da Lei Complementar n 116/ O quadro fático delineado no acórdão recorrido demonstra que a aquisição de elevadores se deu para aplicação em obra própria, caracterizando o consumo e desnaturando a qualidade de contribuinte do imposto. 4. Divergência jurisprudencial não evidenciada ante a ausência do necessário cotejo analítico, técnica processual empregada para evidenciar a semelhança fática e a conclusão jurídica diversa entre o acórdão recorrido e o(s) acórdão(s) indicado(s) como paradigma(s). 5. Recurso especial conhecido em parte e, nessa parte, não provido. Acórdão Vistos, relatados e discutidos os autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça A Turma, por unanimidade, conheceu em parte do recurso e, nessa parte, negou-lhe provimento, nos termos do voto do(a) Sr(a). Ministro(a)-Relator(a). Os Srs. Ministros Castro Meira, Humberto Martins, Herman Benjamin e Mauro Campbell Marques votaram com a Sra. Ministra Relatora. CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS Substituição Tributária Autopeças Como será efetuado o cálculo da substituição tributária para autopeças? O art. 194 do R-ES dispõe sobre a base de cálculo da substituição tributária; o art. 63, sobre a base de cálculo das operações normais no Estado do Espírito Santo. 8 N o 39/09 Setembro 4 a semana
70 Manual de Procedimentos ES A base de cálculo da substituição tributária será obtida pelo somatório das seguintes parcelas: a) o valor da operação ou da prestação própria realizadas pelo substituto tributário ou pelo substituído intermediário; b) o montante dos valores de seguro, de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis ao adquirente ou a tomadores de serviço; e c) a margem de valor agregado, inclusive lucro, relativa às operações ou às prestações subsequentes. Em se tratando de mercadoria ou de serviço cujo preço final, único ou máximo, a consumidor é fixado por órgão público competente, a base de cálculo do imposto, para fins de substituição tributária, será o preço estabelecido por esse órgão. Na falta desse valor, o contribuinte utilizar-se-á das margens de valor agregadas previstas nos Anexos V e VI do R-ES. Tomemos como exemplo os seguintes valores para cálculo da substituição tributária: a) valor da mercadoria... R$ 4.000,00 b) valor do (15%) (R$ 4.000,00 + R$ 500,00 + R$ 300,00)... R$ 720,00 c) valor do frete... R$ 500,00 d) valor do seguro... R$ 300,00 Base de cálculo Operação Própria (BC OP) = a + c + d (art. 63 do R-ES): OP = mercadoria (a) + frete (c) + seguro (d) x alíquota interna (19%) OP = x 19% OP = x 19% OP = 912,00 Base de cálculo -ST (art. 194 do R-ES): Base de Cálculo -ST = Operação Própria + Frete + Seguro + + Encargos + MVA BC -ST = (MVA 40% - Anexo V do R-ES) BC -ST = 7.728,00 -ST = base de cálculo -ST x alíquota interna - Operação Própria -ST = x 19% - 912,00 -ST = 1.468,32-912,00 -ST = 556,32 Base legal: arts. 63, 194 e Anexo V do R-ES. Setembro 4 a semana N o 39/09 9
71 ES Manual de Procedimentos COMEX ADUANEIRAS O Bom-Senso e o Crédito Documentário Angelo Luiz Lunardi Não é só de UCP 600 que se faz um Crédito Documentário: é indispensável muito senso comum experiência do dia a dia. Bom-senso e senso comum quase que se fundem. Semelhantemente parece pensar a CCI em suas Commonsense Rules e seu Guide to Documentary Operations. O Crédito Documentário completa, com êxito, um compromisso comercialmente aceitável entre interesses conflitantes de comprador e vendedor, unindo um prazo de pagamento das mercadorias com o prazo de sua entrega. Ele faz isso, no entanto, contra documentos que representam as mercadorias em vez de contra as próprias mercadorias. Um Crédito compromisso irrevogável de um banco (e, quando necessário, sendo confirmado) pode ser um excelente instrumento de pagamento. Também, quando são exigidos documentos apropriados, e desde que se possa depositar confiança na integridade do vendedor, ele pode ser um meio efetivo de se obter a entrega das mercadorias. Não obstante, ele é um instrumento de precisão e, assim, deve ser tratado por todos os interessados. Ambos, comprador e vendedor, devem observar certas regras de bom-senso. Comprador Primeira Regra Suas instruções ao emitente devem ser claras, corretas e precisas, livres de excessivo detalhamento. Não pode ser esperado que o banco adivinhe o que ele quer; tampouco pode o banco avaliar especificações complexas e, frequentemente, técnicas. Segunda Regra A finalidade do crédito é de pagar por sua compra e não de policiar a transação comercial. Seus termos e condições, bem como os documentos exigidos, devem, portanto, estar de acordo com o contrato de compra e venda das mercadorias ou serviços ao qual o crédito pode estar baseado, muito embora tais contratos não se refiram aos bancos. Terceira Regra Qualquer exame das mercadorias, antes ou no momento do embarque, deve ser evidenciado, sempre, por um documento. A natureza precisa, o seu emitente, bem como os dados de tal documento devem estar declarados no crédito. Quarta Regra O crédito não deve exigir documentos que o vendedor não pode fornecer, nem estabelecer condições que ele não pode satisfazer. Vendedor Primeira Regra Embora um tempo considerável possa decorrer entre o aviso (recebimento) do crédito e a sua utilização, ele não deve demorar para analisá-lo e solicitar ao comprador as emendas necessárias, quando for o caso. Segunda Regra Ele deve convencer-se de que os termos, as condições e os documentos exigidos estão de acordo com o contrato de venda, embora os bancos não façam parte de tais contratos. O exame dos documentos levará em consideração somente os termos do crédito e de quaisquer emendas já aceitas, bem como a UCP e a ISBP. Terceira Regra Quando for o momento de apresentar os documentos, ele deve: 1º. apresentar os documentos solicitados exatamente como exigidos pelo crédito (os documentos devem estar em conformidade com os termos e condições do crédito e, em sua face, não podem ser conflitantes entre si); 2º. apresentar os documentos ao banco tão rapidamente quanto possível e, em todos os casos, dentro da validade do crédito e, dentro do prazo, após a data do embarque ou de emissão do documento de transporte, conforme o caso, e sempre observando as disposições do art. 14 da UCP 600. Quarta Regra Ele precisa lembrar-se que o não cumprimento dos termos do crédito ou irregularidades nos documentos discrepâncias levam o banco a recusar a documentação. 10 N o 39/09 Setembro 4 a semana
72 Manual de Procedimentos ES Comprador e Vendedor É, portanto, importante para todas as partes no crédito, saber, precisamente, que documentos são solicitados e quais são os seus termos e condições. E, finalizando, um alerta: fazer operações com Crédito Documentário sem conhecer profundamente os seus mecanismos é como portar uma arma sem saber manuseá-la: ela pode ser utilizada contra você! LEGISLAÇÃO FEDERAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. ATO COTEPE/PMPF Nº 17, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 PROTOCOLOS NºS 104 A 110, DE 10/08/2009 DOU de 08/09/2009 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Sinopse: O Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 aprova o Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) de combustíveis para vigorar a partir de 16/09/2009. Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Sinopse: Os Protocolos nºs 104 a 110/09 aprovaram vários assuntos relacionados com as operações sujeitas ao regime de substituição tributária. A seguir um resumo dos citados atos: DESPACHO CONFAZ Nº 303, DE 03/09/2009 DOU de 08/09/2009 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 303/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 104 a 111/09. DESPACHO CONFAZ Nº 315, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 315/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 112 e 113/09. Protocolo nº 104/09 Protocolo nº 105/09 Protocolo nº 106/09 Protocolo nº 107/09 Protocolo nº 108/09 Protocolo nº 109/09 Protocolo nº 110/09 Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bebidas quentes. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. Setembro 4 a semana N o 39/09 11
73 ES PROTOCOLO Nº 111, DE 31/08/2009 DOU de 08/09/2009 Manual de Procedimentos SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 322, DE 20/08/2009 Importação Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Sinopse: O Protocolo nº 111/09 dispõe sobre a cessão, sem ônus, pelo Estado de Santa Catarina, de cópia do Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF), de sua propriedade, para ser exclusivamente utilizado e aperfeiçoado pelo Estado do Espírito Santo. PROTOCOLO Nº 112, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Sinopse: O Protocolo nº 112/09 altera o Protocolo nº 10/07, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. Regime Aduaneiro Sinopse: A Solução de Consulta nº 322/09 esclarece que só está amparada pelo RECOF a importação feita diretamente por empresa habilitada no regime, o que não é o caso das importações por encomenda ou por conta e ordem realizadas via trading company não habilitada no RECOF. PORTARIA SECEX Nº 27, DE 10/09/2009 Importação/Exportação Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Sinopse: A Portaria SECEX nº 27/09 altera a Portaria SECEX nº 25, de 27/11/2008, que dispõe sobre as operações de comércio exterior e revoga as portarias que menciona. PROTOCOLO Nº 113, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Sinopse: O Protocolo nº 113/09 altera o Protocolo nº 68/07, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Importação DECRETO Nº 6.956, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Sinopse: O Decreto nº 6.956/09 regulamenta o disposto na Lei nº , de 08/01/2009, que institui o Regime de Tributação Unificada (RTU) na importação, por via terrestre, de mercadorias procedentes do Paraguai. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 316, DE 18/08/2009 Imposto de Importação Equipamentos Aeroportuários Isenção Sinopse: A Solução de Consulta nº 316/09 esclarece que encontra-se revogada a isenção do Imposto de Importação (I.I.) na importação de equipamentos de terra, tais como tratores com dispositivos especiais para manobras de aeronaves e reboques para uso em aeroportos. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 6, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
74 Manual de Procedimentos ES ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 7, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 9, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 12, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP 14, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP 14/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 24, DE 09/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Setembro 4 a semana N o 39/09 13
75 ES Manual de Procedimentos ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 35, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 36, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 37, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 40, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 41, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
76 Manual de Procedimentos ES ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 42, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SC Nº 79, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 137, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Zona Franca de Manaus PORTARIA INTERMINISTERIAL MDIC/MCT Nº 174, DE 09/09/2009 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Sinopse: A Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 estabelece processo produtivo básico para o produto televisor com tela de plasma. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) RESOLUÇÃO CZPE Nº 5, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Sinopse: A Resolução CZPE nº 5/09 dispõe sobre as atribuições e as responsabilidades das Administradoras das Zonas de Processamento de Exportação. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resoluções do Conselho Revogação RESOLUÇÃO CZPE Nº 7, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: A Resolução CZPE nº 7/09 revoga as Resoluções do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) nºs 10, de 04/01/1990, 15, de 28/09/1993, 17, de 18/03/1994, e 18, de 16/05/1995. Setembro 4 a semana N o 39/09 15
77 DF/GO MANUAL DE Procedimentos 39 Destaques Tributos Distrital Matéria que aborda os procedimentos fiscais a serem regulamentados na Taxa de Segurança para Eventos (TSE). GO 2ª parte do trabalho que visa abordar as alterações trazidas pela Resolução CGSN nº 61/09 à Resolução CGSN nº 51/08, a partir de 01/08/2009, relacionadas ao cálculo do devido por substituição tributária pela empresa optante do SIMPLES Nacional. Comentário sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil. Klayton Teixeira Turrin Márcia Cristina Borges Marcos Barros Marley Lima de Oliveira Mota Sebastião Guedes de Araújo ÍNDICE Tributos Distrital... 3 Taxa de Segurança para Eventos (TSE) Conceito Procedimentos Jurisprudência e Outros... 4 Superior Tribunal de Justiça (STJ) Mandado de Segurança Autoridade Coatora Ilegitimidade Passiva Consultoria Cenofisco... 4 ISSQN Serviço de Decoração e Jardinagem Incidência do Imposto GO... 5 Substituição Tributária Optantes pelo SIMPLES Nacional Novas Regras para Cálculo do Retido a partir de 01/08/2009 (2ª Parte) Jurisprudência e Outros... 8 Superior Tribunal de Justiça (STJ) Cadastro de Contribuintes Indeferimento de Inscrição Legalidade Cenofisco BD Legislação Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia. Acesse e confira agora este benefício. Consultoria Cenofisco... 9 ISS Serviços Prestados por Hotéis, Motéis, Pensões e Estabelecimentos Similares Base de Cálculo do Imposto continua
78 DF/GO Manual de Procedimentos ÍNDICE CONTINUAÇÃO Legislação Estadual... 9 Instrução Normativa SAT nº 97/09 Farinha de Trigo e Gado Asinino Valores de Referência para Fins de Base de Cálculo do Imposto Instrução Normativa SAT nº 98/09 Gado Suíno e Trigo Valores de Referência para Fins de Base de Cálculo do Imposto Consignação Mercantil Comex Aduaneiras O Bom-Senso e o Crédito Documentário Legislação Federal Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Despacho CONFAZ nº 303/09 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Despacho CONFAZ nº 315/09 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação Protocolos nºs 104 a 110/09 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Protocolo nº 111/09 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Protocolo nº 112/09 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Protocolo nº 113/09 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Importação Decreto nº 6.956/09 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Solução de Consulta nº 322/09 Regime Aduaneiro Importação/Exportação Portaria SECEX nº 27/09 Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Imposto de Importação Solução de Consulta nº 316/09 Equipamentos Aeroportuários Isenção Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 14/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 Zona Franca de Manaus Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resolução CZPE nº 5/09 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Resolução CZPE nº 7/09 Resoluções do Conselho Revogação 2 N o 39/09 Setembro 4 a semana
79 Manual de Procedimentos DF/GO TRIBUTOS DISTRITAL Taxa de Segurança para Eventos (TSE) Conceito Procedimentos SUMÁRIO 1. Introdução 2. Recolhimento 3. Requerimento 4. Pagamento 5. Valor 6. Destinação dos Recursos 7. Administração do Fundo 1. Introdução Com base no Decreto nº /98, regulamentada pela Lei nº 1.732/97, nesta oportunidade, abordaremos os procedimentos fiscais a serem regulamentados na Taxa de Segurança para Eventos (TSE). Esclarecemos que a taxa, tratada nesta matéria, é espécie do gênero tributo. A taxa é um tributo vinculado, isto é, tributo que somente será devido pelo contribuinte se houver contraprestação, por parte do ente federativo que a instituiu, referenciada ao contribuinte. 2. Recolhimento O recolhimento da taxa será em separado para cada órgão de segurança pública envolvida no evento, conforme a necessidade de emprego dos mesmos (art. 1º do Decreto nº /98). Em relação aos serviços prestados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o recolhimento será a parte conforme os critérios estabelecidos. 3. Requerimento De acordo com o disposto no art. 2º do Decreto nº /98, o promotor do evento deverá protocolizar o requerimento de autorização para a sua realização e fixação do valor da respectiva taxa, no prazo mínimo de 15 dias úteis antes da realização do evento, sob pena de indeferimento do pedido. O modelo do requerimento será instruído com todas as informações necessárias, acerca da realização do evento, suficientes para o planejamento do esquema de segurança, tais como natureza do evento, estimativa aproximada de público e local de realização. A autorização para a realização do evento ficará condicionada à prévia comprovação do atendimento das exigências de ordem técnica baixadas por ato do Secretário de Segurança Pública. 4. Pagamento O pagamento da Taxa de Segurança para Eventos relativo a cada órgão de segurança pública será efetuado no Banco de Brasília (BRB), até cinco dias úteis antes da realização do evento. A SSP/DF expedirá Guias de Recolhimento a serem preenchidas para que se realize o pagamento em contas especificas de cada órgão. Para fins de execução dos serviços, será comprovado o recolhimento da taxa relativa a cada órgão mediante a apresentação a SSP/DF dos respectivos comprovantes de pagamento, dentro do prazo de cinco dias, sob pena da não autorização da realização do evento (art. 3º 1º e 2º do Decreto nº /98). 5. Valor O valor da Taxa de Segurança para Eventos fica fixado em 8,50 Unidades Fiscais de Referência (UFIR) por Homem, para cada hora ou fração de hora prevista para o emprego de cada órgão envolvido no evento. 6. Destinação dos Recursos Os recursos provenientes da cobrança da Taxa de Segurança para Eventos constituem receita adicional do Fundo de Reenquipamento dos Órgãos Integrantes da Segurança do Distrito Federal, criado pela Lei nº 1.026/96 e regulamento pelo Decreto nº /97 (art. 5º do Decreto nº /98). 7. Administração do Fundo Fica delegada ao Diretor-Geral da PCDF, ao Comandante- Geral da PMDF e ao Diretor-Geral do DETRAN/DF na gestão financeira, orçamentária é contábil dos recursos oriundos da arrecadação destinados a cada um desses órgãos, bem como o desempenho de outros atos necessários ao seu fiel cumprimento (art. 6º do Decreto nº /98). Setembro 4 a semana N o 39/09 3
80 DF/GO JURISPRUDÊNCIA E OUTROS Manual de Procedimentos SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) MANDADO DE SEGURANÇA AUTORIDADE COATORA ILEGITIMIDADE PASSIVA Recurso Ordinário em Mandado de Segurança: 2009/ /RJ Relator: Benedito Gonçalves Órgão Julgador: Primeira Turma Data do Julgamento: 06/08/2009 Data da Publicação: 19/08/2009 Ementa Processual Civil. Recurso Ordinário em Mandado de Segurança.. Alteração da Alíquota e da Base de Cálculo. Energia Elétrica. Ilegitimidade Passiva Ad Causam da Autoridade Apontada como Coatora. Ausência de Encampação. Art. 267, VI, do CPC. 1. No caso, a recorrente impetrou mandado de segurança contra o Secretário de Estado da Fazenda do Rio de Janeiro, autoridade que, à luz do Decreto Estadual nº /2007, que dispõe sobre a estrutura organizacional da Secretaria de Estado da Fazenda SEFAZ, não está legitimada a integrar o pólo passivo da ação mandamental em que se objetivam as alterações da alíquota e da base de cálculo do incidente sobre o serviços de fornecimento de energia elétrica. 2. Não há falar em legitimidade passiva ad causam de autoridade que, apontada como coatora, não defende o mérito do ato atacado. Ausência dos pressupostos de aplicação da Teoria da Encampação. 3. Recurso ordinário não provido. Acórdão Vistos, relatados e discutidos os autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça, por unanimidade, negar provimento ao recurso ordinário em mandado de segurança, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Luiz Fux, Teori Albino Zavascki e Denise Arruda (Presidenta) votaram com o Sr. Ministro Relator. Ausente, justificadamente, o Sr. Ministro Francisco Falcão. CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS ISSQN Serviço de Decoração e Jardinagem Incidência do Imposto Os serviços de decoração e jardinagem estão sujeitos à incidência do imposto? Sim. Os serviços de decoração e jardinagem, inclusive corte e poda de árvores, sem fornecimento de mercadorias, ficam sujeitos à incidência do ISSQN, conforme subitem 7.11 da lista de serviço anexa à Lei Complementar nº 116/03. Base legal: citada no texto. 4 N o 39/09 Setembro 4 a semana
81 Manual de Procedimentos DF/GO GO Substituição Tributária Optantes pelo SIMPLES Nacional Novas Regras para Cálculo do Retido a partir de 01/08/2009 (2ª Parte) SUMÁRIO 5. Substituição Tributária Operações Interestaduais 5.1. Sujeito passivo por substituição tributária 5.2. Mercadoria destinada a não contribuinte 5.3. Mercadoria destinada a contribuinte usuário final 5.4. Mercadoria destinada à industrialização 5.5. Mercadoria destinada à comercialização 5.6. Cálculo do Imposto devido por substituição tributária, a partir de 01/08/ Exemplos 6. Escrituração Fiscal 7. Prazo e Forma do Recolhimento do Imposto Dando continuidade ao tema, nesta 2ª parte abordaremos os procedimentos fiscais nas operações interestaduais com aplicação do regime de substituição tributária. 5. Substituição Tributária Operações Interestaduais O art. 9º da Lei Complementar nº 87/96 dispõe que a aplicação do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados e pelo Distrito Federal no Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ). Esses acordos são denominados Convênios e Protocolos. Convênios são atos assinados por todos os representantes de cada um dos Estados e do Distrito Federal, que deliberam sobre a concessão de benefícios, incentivos fiscais e regimes de tributação que terão aplicação no âmbito interno de cada ente federativo e também no âmbito interestadual. Protocolos são atos assinados apenas por alguns dos Estados, para determinar a aplicação de benefícios, incentivos fiscais e regimes de tributação, nas operações e prestações internas e interestaduais. Assim, para que o regime de substituição tributária seja aplicado nas operações interestaduais, deve existir a celebração de Convênio ou Protocolo no âmbito do CONFAZ, determinando as regras para atribuição do referido regime, tais como definição do sujeito passivo por substituição tributária, disciplina para recolhimento do imposto devido por substituição em favor de outra Unidade de Federação de destino, e outras regras relacionadas ao regime. Lembramos que o imposto devido relativo à operação própria por remetente optante pelo SIMPLES Nacional, será recolhido em conformidade com as tabelas de partilha do SIMPLES Sujeito passivo por substituição tributária O sujeito passivo por substituição é aquele definido como tal no Protocolo ou Convênio que trata do regime de substituição tributária aplicável à mercadoria (parágrafo único da cláusula quinta do Convênio nº 81/93) Mercadoria destinada a não contribuinte Na operação interestadual praticada pelo contribuinte substituto tributário, optante pelo SIMPLES Nacional com destino a não contribuinte não caberá a aplicação da substituição tributária Mercadoria destinada a contribuinte usuário final Nas operações interestaduais alcançadas pelo regime de substituição tributária, que destinem mercadorias a contribuinte usuário final, a responsabilidade do remetente, na condição de contribuinte substituto, consistirá apenas no cálculo, retenção e recolhimento do imposto correspondente ao diferencial de alíquotas, se assim exigido nos respectivos Convênios ou Protocolos regulamentares Mercadoria destinada à industrialização Nas operações interestaduais cuja finalidade do adquirente seja o emprego em processo de industrialização, com os Estados signatários de Convênios ou Protocolos, não se aplica o regime de substituição tributária (cláusula quinta do Convênio nº 81/93) Mercadoria destinada à comercialização Nas saídas de mercadorias de estabelecimento goiano optante pelo SIMPLES Nacional com destino a contribuinte estabelecido em outra Unidade da Federação cuja aquisição se destine à saída posterior, caberá em regra ao remetente a responsabilidade pela retenção e pelo recolhimento do imposto incidente pelas operações subsequentes a favor do Estado destinatário. Essa responsabilidade somente será atribuída ao contribuinte Setembro 4 a semana N o 39/09 5
82 DF/GO Manual de Procedimentos goiano na hipótese em que haja Convênio ou Protocolo em que sejam signatários o Estado de Goiás e o Estado destinatário estabelecendo essa obrigatoriedade Cálculo do imposto devido por substituição tributária, a partir de 01/08/2009 O cálculo será efetuado de modo a se apurar a diferença entre o valor do imposto calculado, mediante aplicação da alíquota interna vigente no Estado destinatário, sobre a base de cálculo da substituição tributária e o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual de 12%, conforme o caso, sobre o valor da operação própria do remetente ( 9º do art. 3º da Resolução CGSN nº 51/08 alterado pela Resolução CGSN nº 61/09) Exemplos Cálculo do imposto retido Na hipótese de inexistência de preço máximo de venda a varejo fixado pela autoridade competente ou sugerido pelo fabricante, ou sobre o preço a consumidor usualmente praticado, o sujeito passivo por substituição tributária optante pelo SIMPLES Nacional calculará o valor do devido por substituição tributária mediante aplicação da fórmula a seguir: Imposto devido = [base de cálculo x (1,00 + MVA) x alíquota interna] - dedução Onde: a) base de cálculo é o valor da operação própria realizada pela empresa optante pelo SIMPLES Nacional; b) MVA é a Margem de Valor Agregado divulgada pelo Estado; Nota Cenofisco: Em alguns textos legais a expressão MVA (Margem de Valor Agregado) é substituída pela equivalente IVA-ST (Índice de Valor Acrescido Substituição Tributária). c) alíquota interna é o percentual determinado pelos Estados e pelo Distrito Federal a ser aplicado sobre a base de cálculo do imposto; d) dedução é o valor a que se refere o 9º do art. 3º da Resolução CGSN nº 51/08, alterado pela Resolução CGSN nº 61/09. Supondo que determinado estabelecimento industrial optante pelo SIMPLES Nacional, localizado neste Estado, promova a venda de duas unidades do produto w para estabelecimento localizado em Estado signatário de Convênio ou Protocolo, destinado à comercialização, o imposto devido por substituição tributária será calculado na forma exemplificada a seguir: Valor da operação... R$ 100,00 MVA hipotético... 50,24% Alíquota interestadual (destinatário localizado no Estado de MG)... 12% Alíquota interna no Estado destinatário (MG)... 18% Valor da Dedução ( 9º do art. 3º da Resolução CGSN nº 51/08 alterado pela Resolução CGSN nº 61/09) R$ 100,00 x 12% = R$ 12,00 Retido R$ 100, ,24%... R$ 150,24 R$ 150,24 x 18%... R$ 27,04 Imposto Retido (R$ 27,04 - R$ 12,00)... R$ 15,04 Valor total da nota fiscal (R$ 100,00 + R$ 15,04)... R$ 115,04 6 N o 39/09 Setembro 4 a semana
83 Manual de Procedimentos Nota fiscal DF/GO Com base nos valores exemplificados no subitem anterior, vejamos como ficará a nota fiscal emitida pelo substituto tributário optante pelo SIMPLES Nacional com destino a comerciante localizado no Estado de Minas Gerais (MG): NOTA FISCAL N SAÍDA ENTRADA EMITENTE: Nome / Razão Social: MFB Indústria Endereço: xxxxxxxxx Município:xxxxxxxx Fone / Fax: Bairro / Distrito: UF: GO CEP: xxxxx-xxx CNPJ xx.xxx.xxx/xxxx-xx 1ª VIA DESTINATÁRIO/ REMETENTE NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de produção do estabelecimento CFOP INSCRIÇÃO ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx DATA LIMITE PARA EMISSÃO DESTINATÁRIO REMETENTE NOME / RAZÃO SOCIAL Comércio PEX ENDEREÇO Xxxxxxxxxxxxxxx MUNICÍPIO xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx FATURA FONE / FAX CNPJ / CPF DATA DA EMISSÃO 24/08/2009 BAIRRO / DISTRITO CEP DATA DA SAÍDA / ENTRADA 24/08/2009 UF MG INSCRIÇÃO ESTADUAL HORA DA SAÍDA 11:00 DADOS DO PRODUTO CÓDIGO PRODUTO DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CLASSIFICAÇÃO FISCAL Produto w 1 SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA UNIDADE QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL 090 Unid 02 50,00 100,00 ALÍQUOTAS VALOR DO CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO DO VALOR DO BASE DE CÁLCULO SUBSTITUIÇÃO 150,24 VALOR DO SUBSTITUIÇÃO 15,04 VALOR TOTAL DOS PRODUTOS 100,00 VALOR DO FRETE VALOR DO SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO VALOR TOTAL DA NOTA 115,04 TRANSPORTADOR / VOLUMES TRANSPORTADOS NOME / RAZÃO SOCIAL FRETE POR CONTA PLACA DO UF CNPJ / CPF 1 EMITENTE 2 DESTINATÁRIO VEÍCULO ENDEREÇO MUNICÍPIO UF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS (1) Documento emitido por ME ou EPP optante pelo SIMPLES Nacional Não gera direito a crédito fiscal de ISS e Valores de cada mercadoria: B.C. Retido: (R$ 150,24 : 2) = R$ 75,12 Retido (R$ 15,04 : 2) = R$ 7,52 DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RESERVADO AO FISCO N DE CONTROLE DO FORMULÁRIO RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO DATA DO RECEBIMENTO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR NOTA FISCAL N Setembro 4 a semana N o 39/09 7
84 DF/GO Manual de Procedimentos 6. Escrituração Fiscal A Microempresa (ME) e a Empresa de Pequeno Porte (EPP) não estão obrigadas a escriturar o Livro Registro de Saídas, nos termos do art. 3º da Resolução CGSN nº 10/07, que determina quais as obrigações acessórias que devem ser cumpridas pelas empresas optantes pelo SIMPLES Nacional. Contudo, entendemos que não há nenhuma objeção de sua utilização, desde que se destine exclusivamente para fins de controle interno do estabelecimento. O Livro Registro de Entradas, ao contrário do Livro Registro de Saídas, continua sendo exigido sua escrituração pelas empresas optantes pelo SIMPLES Nacional, conforme disposto no inciso III do art. 3º da Resolução CGSN nº 10/ Prazo e Forma do Recolhimento do Imposto Perante a legislação goiana, em regra, a empresa optante pelo SIMPLES Nacional recolhe o valor relativo ao devido por substituição tributária até o último dia útil da primeira quinzena do mês subsequente ao da saída. O valor do imposto devido pela empresa optante pelo SIMPLES Nacional relativo à operação própria, deverá ser apurado por meio do Programa Gerador do Documento de Arrecadação do SIMPLES Nacional (PGDAS), disponível no site: no Portal do Simples Nacional. JURISPRUDÊNCIA E OUTROS SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) CADASTRO DE CONTRIBUINTES INDEFERIMENTO DE INSCRIÇÃO LEGALIDADE Recurso Ordinário em Mandado de Segurança 24769/SE Relator: Ministro Herman Benjamin Órgão Julgador: Segunda Turma Data do Julgamento: 25/08/2009 Data da Publicação: 31/08/2009 Ementa Administrativo. Recurso ordinário em mandado de segurança.. Indeferimento de inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Sergipe (CACESE) irregularidades fiscais do novo sócio. Resolução 152 do R. Legalidade. Ausência de direito líquido e certo. 1. É legítimo o indeferimento da inscrição (atualização) no Cadastro de Contribuintes do Estado de Sergipe (CACESE), se um dos sócios da empresa possuir débito na Fazenda Pública Estadual (art. 152, V, h, do Regulamento do ). 2. Impossível desviar-se a recusa da inscrição, por ser ato administrativo vinculado, do disposto em lei (neste caso, do Regulamento do ). Sendo este cumprido, não se vislumbra direito líquido e certo da recorrente. 3. Recurso Ordinário não provido. Acórdão Vistos, relatados e discutidos os autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça: A Turma por unanimidade, negou provimento ao recurso ordinário, nos termos do voto do(a) Sr(a). Ministro(a)-Relator(a). Os Srs. Ministros Mauro Campbell Marques, Eliana Calmon, Castro Meira e Humberto Martins votaram com o Sr. Ministro Relator. 8 N o 39/09 Setembro 4 a semana
85 Manual de Procedimentos DF/GO CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS ISS Serviços Prestados por Hotéis, Motéis, Pensões e Estabelecimentos Similares Base de Cálculo do Imposto Qual a base de cálculo do imposto incidente sobre os serviços prestados por hotéis, motéis, pensões e estabelecimentos similares? Estabelece o art. 161 do Regulamento do Código Tributário Municipal, que a base de cálculo do imposto incidente sobre os serviços prestados por hotéis, motéis, pensões e estabelecimentos similares é: a) o preço cobrado pela hospedagem e/ou estadia, incluindo os serviços de barbearia, lavanderia, transporte e toda e qualquer importância debitada ao hóspede a qualquer título, excetuadas as despesas meramente reembolsadas por aquele; b) o preço das refeições, alimentos e bebidas, quando incluídos na diária. Cabe salientar que excetuam-se dos dispostos citados anteriormente, os estabelecimentos que tiverem o imposto calculado sob a forma de estimativa. Base legal: citada no texto. LEGISLAÇÃO ESTADUAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. INSTRUÇÃO NORMATIVA SAT Nº 97, DE 28/08/2009 DOE-GO de 01/09/2009 Farinha de Trigo e Gado Asinino Valores de Referência para Fins de Base de Cálculo do Imposto Sinopse: A Instrução Normativa SAT nº 97/09 divulga e adota valores correntes a serem considerados como base de cálculo do imposto para as operações com farinha de trigo e gado asinino, da pauta de mercadorias do Anexo I da Instrução Normativa SAT nº 53/09. INSTRUÇÃO NORMATIVA SAT Nº 98, DE 02/09/2009 DOE-GO de 04/09/2009 Gado Suíno e Trigo Valores de Referência para Fins de Base de Cálculo do Imposto Sinopse: A Instrução Normativa SAT nº 98/09 divulga e adota valores correntes a serem considerados como base de cálculo do imposto para as operações com gado suíno e trigo, da pauta de mercadorias do Anexo I da Instrução Normativa SAT nº 53/09. Setembro 4 a semana N o 39/09 9
86 DF/GO Manual de Procedimentos Consignação Mercantil SUMÁRIO 1. Introdução 2. Remessa 2.1. Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) 3. Reajuste de Preço 3.1. Providências do consignante 3.2. Providência do consignatário 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação 4.1. Providências do consignante 4.2. Providências do consignatário 5. Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil 1. Introdução Nesta oportunidade, comentaremos sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil, segundo o art. 423 e seguintes do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº 4.544/ Remessa Por ocasião das saídas dos produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil: a) o consignante emitirá nota fiscal com destaque do imposto, se devido, indicando como natureza da operação: Remessa em Consignação ; e b) o consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) São os seguintes Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP) a serem utilizados na operação de consignação mercantil: a) Saídas: 5.113/6.113 Vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação mercantil; 5.114/6.114 Vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil; 5.115/6.115 Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. b) Entradas: 1.917/2.917 Entradas de mercadorias recebidas a título de consignação mercantil; 1.113/2.113 Compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. 3. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 3.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal complementar, com destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Reajuste de Preço do Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o valor do reajuste Providência do consignatário O consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação Quando da venda do produto remetido a título de consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 4.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal sem destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Venda ; 10 N o 39/09 Setembro 4 a semana
87 Manual de Procedimentos DF/GO b) o valor da operação, que será aquele correspondente ao preço do produto efetivamente vendido, neste incluído, quando for o caso, o valor relativo ao reajuste do preço; c) a expressão Simples Faturamento de Mercadoria em Consignação NF nº..., de.../.../... (e, se for o caso) Reajuste de Preço NF nº..., de.../.../ Providências do consignatário O consignatário deverá: a) emitir nota fiscal, indicando como natureza da operação: Venda de Mercadoria Recebida em Consignação ; e b) escriturar a nota fiscal de que trata a letra a no Livro Registro de Entradas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Compra em Consignação NF nº..., de.../.../.... O consignante escriturará a nota fiscal a que se refere a letra a do subtópico 4.1, no Livro Registro de Saídas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Venda em Consignação NF nº..., de.../.../ Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil Na devolução de produto remetido em consignação mercantil: a) o consignatário emitirá nota fiscal indicando: a.1) a natureza da operação: Devolução de Produto Recebido em Consignação ; a.2) o valor do produto efetivamente devolvido, sobre o qual foi pago o imposto; a.3) o valor do imposto, destacado por ocasião da remessa em consignação; e a.4) a expressão: Devolução (Parcial ou Total, conforme o caso) de Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o consignante escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas, creditando-se do valor do imposto de acordo com os arts. 169 e 170 do R/02. Base legal: citada no texto. COMEX ADUANEIRAS O Bom-Senso e o Crédito Documentário Angelo Luiz Lunardi Não é só de UCP 600 que se faz um Crédito Documentário: é indispensável muito senso comum experiência do dia a dia. Bom-senso e senso comum quase que se fundem. Semelhantemente parece pensar a CCI em suas Commonsense Rules e seu Guide to Documentary Operations. O Crédito Documentário completa, com êxito, um compromisso comercialmente aceitável entre interesses conflitantes de comprador e vendedor, unindo um prazo de pagamento das mercadorias com o prazo de sua entrega. Ele faz isso, no entanto, contra documentos que representam as mercadorias em vez de contra as próprias mercadorias. Um Crédito compromisso irrevogável de um banco (e, quando necessário, sendo confirmado) pode ser um excelente instrumento de pagamento. Também, quando são exigidos documentos apropriados, e desde que se possa depositar confiança na integridade do vendedor, ele pode ser um meio efetivo de se obter a entrega das mercadorias. Não obstante, ele é um instrumento de precisão e assim deve ser tratado por todos os interessados. Ambos, comprador e vendedor, devem observar certas regras de bom-senso. Comprador Primeira Regra Suas instruções ao emitente devem ser claras, corretas e precisas, livres de excessivo detalhamento. Não pode ser esperado que o banco adivinhe o que ele quer; tampouco pode o banco avaliar especificações complexas e, frequentemente, técnicas. Segunda Regra A finalidade do crédito é de pagar por sua compra e não de policiar a transação comercial. Seus termos e condições, bem como os documentos exigidos, devem, portanto, estar de acordo com o contrato de compra e venda das mercadorias ou serviços ao qual o crédito pode estar baseado, muito embora tais contratos não se refiram aos bancos. Terceira Regra Qualquer exame das mercadorias, antes ou no momento do embarque, deve ser evidenciado, sempre, Setembro 4 a semana N o 39/09 11
88 DF/GO Manual de Procedimentos por um documento. A natureza precisa, o seu emitente, bem como os dados de tal documento devem estar declarados no crédito. Quarta Regra O crédito não deve exigir documentos que o vendedor não pode fornecer, nem estabelecer condições que ele não pode satisfazer. Vendedor Primeira Regra Embora um tempo considerável possa decorrer entre o aviso (recebimento) do crédito e a sua utilização, ele não deve demorar para analisá-lo e solicitar ao comprador as emendas necessárias, quando for o caso. Segunda Regra Ele deve convencer-se de que os termos, as condições e os documentos exigidos estão de acordo com o contrato de venda, embora os bancos não façam parte de tais contratos. O exame dos documentos levará em consideração somente os termos do crédito e de quaisquer emendas já aceitas, bem como a UCP e a ISBP. Terceira Regra Quando for o momento de apresentar os documentos, ele deve: 1º. apresentar os documentos solicitados exatamente como exigidos pelo crédito (os documentos devem estar em conformidade com os termos e condições do crédito e, em sua face, não podem ser conflitantes entre si); 2º. apresentar os documentos ao banco tão rapidamente quanto possível e, em todos os casos, dentro da validade do crédito e, dentro do prazo, após a data do embarque ou de emissão do documento de transporte, conforme o caso, e sempre observando as disposições do art. 14 da UCP 600. Quarta Regra Ele precisa lembrar-se que o não cumprimento dos termos do crédito ou irregularidades nos documentos discrepâncias levam o banco a recusar a documentação. Comprador e Vendedor É, portanto, importante para todas as partes no crédito, saber, precisamente, que documentos são solicitados e quais são os seus termos e condições. E, finalizando, um alerta: fazer operações com Crédito Documentário sem conhecer profundamente os seus mecanismos é como portar uma arma sem saber manuseá-la: ela pode ser utilizada contra você! LEGISLAÇÃO FEDERAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. ATO COTEPE/PMPF Nº 17, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Sinopse: O Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 aprova o Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) de combustíveis para vigorar a partir de 16/09/2009. Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação DESPACHO CONFAZ Nº 303, DE 03/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 303/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 104 a 111/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
89 Manual de Procedimentos DF/GO Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação DESPACHO CONFAZ Nº 315, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 315/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 112 e 113/09. PROTOCOLOS NºS 104 A 110, DE 10/08/2009 DOU de 08/09/2009 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Sinopse: Os Protocolos nºs 104 a 110/09 aprovaram vários assuntos relacionados com as operações sujeitas ao regime de substituição tributária. A seguir um resumo dos citados atos: Protocolo nº 104/09 Protocolo nº 105/09 Protocolo nº 106/09 Protocolo nº 107/09 Protocolo nº 108/09 Protocolo nº 109/09 Protocolo nº 110/09 Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bebidas quentes. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. PROTOCOLO Nº 111, DE 31/08/2009 DOU de 08/09/2009 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Sinopse: O Protocolo nº 111/09 dispõe sobre a cessão, sem ônus, pelo Estado de Santa Catarina, de cópia do Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF), de sua propriedade, para ser exclusivamente utilizado e aperfeiçoado pelo Estado do Espírito Santo. PROTOCOLO Nº 112, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Sinopse: O Protocolo nº 112/09 altera o Protocolo nº 10/07, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. Setembro 4 a semana N o 39/09 13
90 DF/GO Manual de Procedimentos PROTOCOLO Nº 113, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Sinopse: O Protocolo nº 113/09 altera o Protocolo nº 68/07, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Importação DECRETO Nº 6.956, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Sinopse: O Decreto nº 6.956/09 regulamenta o disposto na Lei nº , de 08/01/2009, que institui o Regime de Tributação Unificada (RTU) na importação, por via terrestre, de mercadorias procedentes do Paraguai. Importação Regime Aduaneiro SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 322, DE 20/08/2009 Sinopse: A Solução de Consulta nº 322/09 esclarece que só está amparada pelo RECOF a importação feita diretamente por empresa habilitada no regime, o que não é o caso das importações por encomenda ou por conta e ordem realizadas via trading company não habilitada no RECOF. Importação/Exportação PORTARIA SECEX Nº 27, DE 10/09/2009 Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Sinopse: A Portaria SECEX nº 27/09 altera a Portaria SECEX nº 25, de 27/11/2008, que dispõe sobre as operações de comércio exterior e revoga as portarias que menciona. Imposto de Importação Equipamentos Aeroportuários Isenção SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 316, DE 18/08/2009 Sinopse: A Solução de Consulta nº 316/09 esclarece que encontra-se revogada a isenção do Imposto de Importação (I.I.) na importação de equipamentos de terra, tais como tratores com dispositivos especiais para manobras de aeronaves e reboques para uso em aeroportos. 14 N o 39/09 Setembro 4 a semana
91 Manual de Procedimentos DF/GO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 6, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 7, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 9, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 12, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP 14, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP 14/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 24, DE 09/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Setembro 4 a semana N o 39/09 15
92 DF/GO Manual de Procedimentos ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 35, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 36, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 37, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 40, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 41, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 42, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
93 Manual de Procedimentos DF/GO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SC Nº 79, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 137, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Zona Franca de Manaus PORTARIA INTERMINISTERIAL MDIC/MCT Nº 174, DE 09/09/2009 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Sinopse: A Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 estabelece processo produtivo básico para o produto televisor com tela de plasma. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) RESOLUÇÃO CZPE Nº 5, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Sinopse: A Resolução CZPE nº 5/09 dispõe sobre as atribuições e as responsabilidades das Administradoras das Zonas de Processamento de Exportação. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resoluções do Conselho Revogação RESOLUÇÃO CZPE Nº 7, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: A Resolução CZPE nº 7/09 revoga as Resoluções do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) nºs 10, de 04/01/1990, 15, de 28/09/1993, 17, de 18/03/1994, e 18, de 16/05/1995. Setembro 4 a semana N o 39/09 17
94 MG MANUAL DE Procedimentos 39 Destaques Materia que traz disposições relativas à emissão de documentos fiscais por Processamento Eletrônico de Dados. Comentário sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil. Jorge Luiz de Almeida Sebastião Guedes de Araújo Klayton Teixeira Turrin ÍNDICE... 3 Notas Fiscais Emissão por Processamento Eletrônico de Dados (PED) Autorização de Carregamento e Transporte Número de Vias e Destino... 6 Consignação Mercantil Jurisprudência e Outros... 7 Conselho de Contribuintes do Estado de Minas Gerais (TJMG) Exportação Descaracterização Consultoria Cenofisco... 8 ISSQN Serviço de Avaliação de Bens e Serviços de Qualquer Natureza Comex Aduaneiras... 9 O Bom-senso e o Crédito Documentário Legislação Federal Cenofisco BD Legislação Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia. Acesse e confira agora este benefício. Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Despacho CONFAZ nº 303/09 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Despacho CONFAZ nº 315/09 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação continua
95 MG Manual de Procedimentos ÍNDICE CONTINUAÇÃO Protocolos nºs 104 a 110/09 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Protocolo nº 111/09 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Protocolo nº 112/09 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Protocolo nº 113/09 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Importação Decreto nº 6.956/09 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Solução de Consulta nº 322/09 Regime Aduaneiro Importação/Exportação Portaria SECEX nº 27/09 Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Imposto de Importação Solução de Consulta nº 316/09 Equipamentos Aeroportuários Isenção Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 14/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 Zona Franca de Manaus Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resolução CZPE nº 5/09 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Resolução CZPE nº 7/09 Resoluções do Conselho Revogação Legislação Estadual Consulta Tributária DOET nº 189/09 Incidência Prestação de Serviço de Reparo ou Conserto Aplicação de Partes e Peças Consulta Tributária DOET nº 190/09 Documento Fiscal Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Obrigatoriedade Preparação de Subprodutos do Abate Consulta Tributária DOET nº 191/09 Crédito de Produto Intermediário Óleo Diesel Mineradora Consulta Tributária DOET nº 192/09 Documento Fiscal Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Obrigatoriedade Consulta Tributária DOET nº 193/09 Documento Fiscal Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Obrigatoriedade Consulta Tributária DOET nº 194/09 Substituição Tributária Base de Cálculo Medicamentos Consulta Tributária DOET nº 195/09 SIMPLES Nacional Crédito Industrialização sob Encomenda Consulta Tributária DOET nº 196/09 Diferimento Ativo Imobilizado Consulta Tributária DOET nº 197/09 Documento Fiscal Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Obrigatoriedade Recuperação de Materiais Metálicos Consulta Tributária DOET nº 198/09 Documento Fiscal Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Obrigatoriedade Comércio Atacadista de Autopeças Consulta Tributária DOET nº 199/09 Documento Fiscal Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Obrigatoriedade Comércio Atacadista de Produtos Alimentícios Resolução SEF nº 4.144/09 Carimbo Administrativo Disposições Alteração Legislação Municipal Município de Belo Horizonte Lei nº 9.740/09 Utilidade Pública Atendimento Preferencial a Gestantes, Mães com Crianças de Colo, Idosos e Pessoas Portadoras de Deficiência 2 Nº 39/09 Setembro 4 a semana
96 Manual de Procedimentos MG Notas Fiscais Emissão por Processamento Eletrônico de Dados (PED) SUMÁRIO 1. Introdução 2. Disposições Relativas aos Documentos Fiscais 2.1 Autorização de uso do sistema de Processamento Eletrônico de Dados 2.2 Emissão dos documentos fiscais 2.3 Numeração dos documentos 2.4 Impossibilidade técnica Procedimentos 2.5 Arquivo magnético 2.6 Encadernação 2.7 Formulários 2.8 Validade dos documentos 2.9 Formulários inutilizados 2.10 Contribuinte com mais de um estabelecimento Formulários com numeração única 2.11 Observações gerais 3. Nota Fiscal, Modelo 1 ou 1-A, e Nota Fiscal de Produtor 3.1 Utilização de mais de um formulário para a mesma nota fiscal 3.2 Dados do transportador e data de saída 1. Introdução Com base nas disposições do Anexo VII do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº /02, comentaremos sobre as disposições relativas à emissão de documentos fiscais por Processamento Eletrônico de Dados. O pedido para uso, alteração, recadastramento e cessação de uso de PED será feito mediante protocolização, na Administração Fazendária (AF) a que o estabelecimento requerente estiver circunscrito, do formulário Pedido/Comunicação de Uso de Sistema de Processamento Eletrônico de Dados, modelo , disponível no site da Secretaria de Estado da Fazenda ( preenchido de acordo com as instruções contidas no Manual de Orientação, em 3 vias, que, após a decisão, terão a seguinte destinação: a) 1ª via será arquivada na AF a que o requerente estiver circunscrito; b) 2ª via será devolvida ao requerente para entrega à Divisão de Tecnologia e Informações da Delegacia da Receita Federal a que estiver subordinado o contribuinte; c) 3ª via será devolvida e arquivada pelo requerente como comprovante da autorização Emissão dos documentos fiscais Os documentos fiscais serão emitidos no estabelecimento que promover a operação ou a prestação e deverão conter todos os requisitos previstos na legislação do, na forma do R-MG Numeração dos documentos O número do documento fiscal será gerado e impresso por PED, em ordem numérica sequencial consecutiva, por estabelecimento, independentemente da numeração tipográfica do formulário. 2. Disposições Relativas aos Documentos Fiscais 2.1. Autorização de uso do sistema de Processamento Eletrônico de Dados Os contribuintes do poderão adotar o sistema de Processamento Eletrônico de Dados (PED) para emissão e/ou escrituração de documentos e livros fiscais, devendo o interessado formalizar pedido de autorização de uso à Secretaria da Fazenda (arts. 1º, 2º e 14 da Parte 1 do Anexo VII do R-MG) Impossibilidade técnica Procedimentos No caso de impossibilidade técnica para a emissão de documento fiscal por PED, o contribuinte deverá utilizar bloco do respectivo documento fiscal. Os documentos fiscais emitidos nessa hipótese deverão possuir série ou subsérie distintas, e seus dados deverão compor o arquivo eletrônico exigido pela legislação para manutenção dos registros das operações e prestações realizadas pelo contribuinte (art. 15 da Parte 1 do Anexo VII do R-MG) Arquivo magnético O arquivo magnético será composto com o registro da totalidade das operações e prestações ocorridas em cada mês de Setembro 4 a semana N o 39/09 3
97 MG Manual de Procedimentos apuração, devendo ser remetido à Secretaria da Fazenda do Estado de Minas Gerais até o dia 15 do mês subsequente, por meio do site na internet (art. 11 da Parte 1 do Anexo VII do R-MG). O arquivo magnético será gerado com base nas informações constantes do art. 10 da Parte 1 do Anexo VII do R-MG Encadernação As vias dos documentos fiscais que ficarão em poder do estabelecimento emitente serão encadernadas em grupos de até 500, obedecida sua ordem numérica sequencial (art. 16 da Parte 1 do Anexo VII do R-MG) Formulários Os formulários destinados à emissão de documento fiscal por PED (art. 17 da Parte 1 do Anexo VII do R-MG): a) serão numerados tipograficamente, por modelo de documento fiscal e, se for o caso, por série ou subsérie, em ordem consecutiva de a , reiniciada a numeração quando atingido este limite; b) conterão, impressos tipograficamente: b.1) a indicação da série e da subsérie do documento fiscal; b.2) o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ do estabelecimento emitente; b.3) a razão social, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ do impressor do formulário, a data da impressão, a quantidade impressa, os números de ordem do primeiro e do último formulários impressos, o número e a data da AIDF relativa ao formulário, a identificação da repartição fazendária que a houver concedido e, quando for o caso, a data-limite para sua utilização, consignando-se a seguinte expressão: DATA-LIMITE PARA EMISSÃO: / /. Relativamente à indicação de que trata o item b.1, será facultada, mediante prévia autorização pela Administração Fazendária (AF) a que o contribuinte estiver circunscrito, a impressão por meio de PED Prazo O prazo para utilização dos formulários destinados à emissão dos documentos fiscais é de três anos, conforme dispõe o art. 130 da Parte Geral do R-MG Validade dos documentos Para todos os efeitos legais, considera-se documento fiscal o formulário numerado tipograficamente. Essa disposição não se aplica aos formulários destinados à emissão de Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica, modelo 6, e de Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações, modelo 22, quando dispensados de Autorização para Impressão de Documentos Fiscais (AIDF), hipótese em que serão considerados documentos fiscais, desde que numerados por PED, independentemente de numeração tipográfica Formulários inutilizados Os formulários, quando inutilizados antes de se transformarem num documento fiscal, serão enfeixados, com todas as vias, em grupos uniformes de até 200 jogos, em ordem numérica sequencial, permanecendo em poder do estabelecimento emitente pelo prazo de cinco anos, contados do encerramento do exercício em que ocorreu o fato (art. 18 da Parte 1 do Anexo VII do R-MG). Na hipótese de inutilização por defeito de impressão de formulário já numerado por PED, o contribuinte deverá promover o seu cancelamento, alternativamente: a) como formulário, hipótese em que o documento fiscal será reimpresso no formulário seguinte com a mesma numeração dada pelo sistema ao documento constante do formulário inutilizado; b) como documento fiscal, hipótese em que deverá ser impresso um novo documento com numeração sequencial Contribuinte com mais de um estabelecimento Formulários com numeração única Ao contribuinte que possua mais de um estabelecimento no Estado é permitido o uso de formulários com numeração tipográfica única, desde que destinados à emissão de documentos fiscais do mesmo modelo (art. 19 da Parte 1 do Anexo VII do R-MG). Nessa hipótese, será solicitada à Administração Fazendária (AF) fiscal a que o estabelecimento matriz no Estado estiver circunscrito autorização para impressão de documentos fiscais contendo: a) a quantidade total dos formulários a serem impressos e utilizados em comum; b) os dados cadastrais dos estabelecimentos usuários; c) os números de ordem dos formulários destinados a cada estabelecimento usuário. 4 Nº 39/09 Setembro 4 a semana
98 Manual de Procedimentos AIDF b) relativamente ao último formulário: MG O Chefe da AF a que o estabelecimento matriz no Estado estiver circunscrito deverá, para a emissão da AIDF, consultar as demais Administrações Fazendárias a que estiver circunscrito cada estabelecimento usuário. Na hipótese de o estabelecimento matriz no Estado não figurar entre os estabelecimentos usuários, a AIDF será emitida em nome de um deles, conforme autorizado pela AF. O controle de distribuição e utilização do formulário será exercido nos estabelecimentos usuários, devendo ser objeto de registro nos seus respectivos livros Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências (RUDFTO) Observações gerais Na hipótese de eventuais mudanças na destinação indicada na letra c do subtópico 2.10, as alterações deverão ser comunicadas previamente à AF a que o estabelecimento matriz no Estado estiver circunscrito. O disposto no subtópico 2.10 poderá ser estendido a outro estabelecimento do mesmo titular não relacionado na correspondente autorização, desde que previamente aprovado pelo Chefe da AF a que o estabelecimento matriz no Estado estiver circunscrito. 3. Nota Fiscal, Modelo 1 ou 1-A, e Nota Fiscal de Produtor A Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, e a Nota Fiscal de Produtor, modelo 4, emitidas por PED, deverão conter todos os requisitos previstos na legislação do imposto (art. 20 da Parte 1 do Anexo VII do R-MG) Utilização de mais de um formulário para a mesma nota fiscal O contribuinte poderá utilizar mais de um formulário para uma mesma nota fiscal quando a quantidade de itens de mercadorias não puder ser discriminada em um único formulário, desde que seja adotado o seguinte procedimento: a) relativamente aos formulários que antecedem o último: a.1) no campo Informações Complementares do quadro Dados Adicionais, deverá constar a expressão Folha XX/NN Continua, sendo XX o número que representa a sequência da folha no conjunto total utilizado e NN o total de folhas utilizadas; a.2) os campos referentes ao quadro Cálculo de Imposto deverão ser preenchidos com asteriscos; a.3) os campos referentes a Transportador/Volumes Transportados deverão permanecer em branco; b.1) no campo Informações Complementares, deverá constar a expressão Folha XX/NN ; b.2) os campos referentes aos quadros Cálculo do Imposto e Transportador/Volumes Transportados serão preenchidos; c) fica limitada a 990 a quantidade de itens de mercadoria por nota fiscal emitida Dados do transportador e data de saída Na hipótese de serem desconhecidas as indicações referentes ao transportador e à data da efetiva saída da mercadoria do estabelecimento, no momento da emissão do documento por PED, pode-se registrá-las mediante a utilização de qualquer meio gráfico indelével. Autorização de Carregamento e Transporte Número de Vias e Destino A Autorização de Carregamento e Transporte será emitida antes do início da prestação do serviço em, no mínimo, seis vias, as quais terão a seguinte destinação: a) 1ª via acompanhará o transporte e retornará ao emitente para emissão do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas (CTRC), devendo ser arquivada juntamente com a via fixa desse documento; b) 2ª via acompanhará o transporte e será recolhida pelo Fisco, que visará a 1ª via; c) 3ª via será entregue ao destinatário; d) 4ª via será entregue ao remetente; e) 5ª via acompanhará o transporte, para controle do Fisco do Estado de destino; f) 6ª via presa ao bloco. Nas prestações de serviço de transporte de mercadoria alcançada por benefício fiscal com destino à Zona Franca de Manaus ou às Áreas de Livre Comércio, havendo necessidade de utilização de via adicional da autorização de carregamento, esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento, a qual substituirá o CTRC, para os efeitos do inciso V do caput do art. 272 da Parte 1 do Anexo IX do R-MG. Base legal: art. 119 da Parte 1 do Anexo V do R-MG. Setembro 4 a semana N o 39/09 5
99 MG Manual de Procedimentos Consignação Mercantil SUMÁRIO 1. Introdução 2. Remessa 2.1. Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) 3. Reajuste de Preço 3.1. Providências do consignante 3.2. Providência do consignatário 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação 4.1. Providências do consignante 4.2. Providências do consignatário 5. Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil 1. Introdução Nesta oportunidade, comentaremos sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil, segundo o art. 423 e seguintes do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº 4.544/ Remessa Por ocasião das saídas dos produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil: a) o consignante emitirá nota fiscal com destaque do imposto, se devido, indicando como natureza da operação: Remessa em Consignação ; e b) o consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) São os seguintes Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP) a serem utilizados na operação de consignação mercantil: a) Saídas: 5.113/6.113 Vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação mercantil; 5.114/6.114 Vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil; 5.115/6.115 Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. b) Entradas: 1.917/2.917 Entradas de mercadorias recebidas a título de consignação mercantil; 1.113/2.113 Compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. 3. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 3.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal complementar, com destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Reajuste de Preço do Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o valor do reajuste Providência do consignatário O consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação Quando da venda do produto remetido a título de consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 4.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal sem destaque do imposto, indicando: 6 Nº 39/09 Setembro 4 a semana
100 Manual de Procedimentos MG a) a natureza da operação: Venda ; b) o valor da operação, que será aquele correspondente ao preço do produto efetivamente vendido, neste incluído, quando for o caso, o valor relativo ao reajuste do preço; c) a expressão Simples Faturamento de Mercadoria em Consignação NF nº..., de.../.../... (e, se for o caso) Reajuste de Preço NF nº..., de.../.../ Providências do consignatário O consignatário deverá: a) emitir nota fiscal, indicando como natureza da operação: Venda de Mercadoria Recebida em Consignação ; e b) escriturar a nota fiscal de que trata a letra a no Livro Registro de Entradas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Compra em Consignação NF nº..., de.../.../.... O consignante escriturará a nota fiscal a que se refere a letra a do subtópico 4.1, no Livro Registro de Saídas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Venda em Consignação NF nº..., de.../.../ Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil Na devolução de produto remetido em consignação mercantil: a) o consignatário emitirá nota fiscal indicando: a.1) a natureza da operação: Devolução de Produto Recebido em Consignação ; a.2) o valor do produto efetivamente devolvido, sobre o qual foi pago o imposto; a.3) o valor do imposto, destacado por ocasião da remessa em consignação; e a.4) a expressão: Devolução (Parcial ou Total, conforme o caso) de Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o consignante escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas, creditando-se do valor do imposto de acordo com os arts. 169 e 170 do R/02. Base legal: citada no texto. JURISPRUDÊNCIA E OUTROS CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS (TJMG) EXPORTAÇÃO DESCARACTERIZAÇÃO Acórdão: /09/1ª Rito: Ordinário PTA/AI: Origem: DF/Sete Lagoas Ementa Exportação Descaracterização Falta de Recolhimento do Constatação de saídas de ferro gusa para o mercado interno como se fosse remessa com o fim específico de exportação, ao abrigo indevido da não incidência do, uma vez que a mercadoria não foi destinada diretamente a recinto alfandegado ou REDEX, conforme disposto no art. 253-A, inc. I, alínea b, itens 1 a 3, Anexo IX, do R/02. Exige-se e multa de revalidação. Entretanto, devem ser excluídos das exigências, os valores correspondentes à nota fiscal de devolução apresentada pela Impugnante. Lançamento parcialmente procedente. Decisão unânime. Setembro 4 a semana N o 39/09 7
101 MG Manual de Procedimentos Relatório A autuação trata da constatação de que a Autuada deixou de recolher o, no período de janeiro a junho de 2008, em virtude de ter efetuado venda de ferro-gusa para o mercado interno, como se fosse remessa com fim específico de exportação, ao abrigo indevido da não incidência do, uma vez que a mercadoria não foi remetida diretamente a recinto alfandegado ou REDEX, nos termos do disposto no art. 253-A, inc. I, alínea b, itens 1 a 3, Anexo IX, do Regulamento do de 2002 (R/02). Foi emitida apenas uma nota fiscal para cada operação com o CFOP 5.501, sem emissão da respectiva nota fiscal de simples remessa com o CFOP e sem constar o local de entrega, recinto alfandegário ou REDEX. Exige-se o devido e a respectiva Multa de Revalidação (50%), prevista no art. 56, inciso II, da Lei nº 6.763/75. O processo encontra-se instruído com o Auto de Início de Ação Fiscal (fls. 02/03); Auto de Infração AI (fls. 04/05); Demonstrativo de Correção Monetária e Multas DCMM (fls. 06); Recomposição da Conta Gráfica contendo o demonstrativo do crédito tributário (fls. 07); Planilha com a relação das notas fiscais objeto da autuação (fls. 08/17); cópia do livro Registro de Saídas (fls. 28/103) e, cópias das notas fiscais de saídas de ferro gusa, objeto da autuação, às fls. 104/313. Acórdão Diante do exposto, acorda a 1ª Câmara de Julgamento do CC/MG, à unanimidade, em julgar parcialmente procedente o lançamento para excluir do crédito tributário o valor da Nota Fiscal de Devolução nº , de fls. 649, nos termos do parecer da Assessoria do CC/MG. Participaram do julgamento, além dos signatários, os Conselheiros Edélcio José Cançado Ferreira (Revisor) e Luciana Mundim de Mattos Paixão. Sala das Sessões, 04 de agosto de Mauro Heleno Galvão Presidente Maria de Lourdes Medeiros Relatora CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS ISSQN Serviço de Avaliação de Bens e Serviços de Qualquer Natureza Os serviços de avaliação de bens e serviços de qualquer natureza constituem fato gerador do ISSQN? Sim. Em conformidade com o disposto no subitem da lista de serviço anexa à Lei Complementar nº 116/03, os serviços de avaliação de bens e serviços de qualquer natureza constituem fato gerador do ISSQN. Base legal: citada no texto. 8 Nº 39/09 Setembro 4 a semana
102 Manual de Procedimentos MG COMEX ADUANEIRAS O Bom-senso e o Crédito Documentário Angelo Luiz Lunardi Não é só de UCP 600 que se faz um Crédito Documentário: é indispensável muito senso comum experiência do dia a dia. Bom-senso e senso comum quase que se fundem. Semelhantemente parece pensar a CCI em suas Commonsense Rules e seu Guide to Documentary Operations. O Crédito Documentário completa, com êxito, um compromisso comercialmente aceitável entre interesses conflitantes de comprador e vendedor, unindo um prazo de pagamento das mercadorias com o prazo de sua entrega. Ele faz isso, no entanto, contra documentos que representam as mercadorias em vez de contra as próprias mercadorias. Um Crédito compromisso irrevogável de um banco (e, quando necessário, sendo confirmado) pode ser um excelente instrumento de pagamento. Também, quando são exigidos documentos apropriados, e desde que se possa depositar confiança na integridade do vendedor, ele pode ser um meio efetivo de se obter a entrega das mercadorias. Não obstante, ele é um instrumento de precisão e assim deve ser tratado por todos os interessados. Ambos, comprador e vendedor, devem observar certas regras de bom-senso. Comprador Primeira Regra Suas instruções ao emitente devem ser claras, corretas e precisas, livres de excessivo detalhamento. Não pode ser esperado que o banco adivinhe o que ele quer; tampouco pode o banco avaliar especificações complexas e, frequentemente, técnicas. Segunda Regra A finalidade do crédito é de pagar por sua compra e não de policiar a transação comercial. Seus termos e condições, bem como os documentos exigidos, devem, portanto, estar de acordo com o contrato de compra e venda das mercadorias ou serviços ao qual o crédito pode estar baseado, muito embora tais contratos não se refiram aos bancos. Terceira Regra Qualquer exame das mercadorias, antes ou no momento do embarque, deve ser evidenciado, sempre, por um documento. A natureza precisa, o seu emitente, bem como os dados de tal documento devem estar declarados no crédito. Quarta Regra O crédito não deve exigir documentos que o vendedor não pode fornecer, nem estabelecer condições que ele não pode satisfazer. Vendedor Primeira Regra Embora um tempo considerável possa decorrer entre o aviso (recebimento) do crédito e a sua utilização, ele não deve demorar para analisá-lo e solicitar ao comprador as emendas necessárias, quando for o caso. Segunda Regra Ele deve convencer-se de que os termos, as condições e os documentos exigidos estão de acordo com o contrato de venda, embora os bancos não façam parte de tais contratos. O exame dos documentos levará em consideração somente os termos do crédito e de quaisquer emendas já aceitas, bem como a UCP e a ISBP. Terceira Regra Quando for o momento de apresentar os documentos, ele deve: 1º. apresentar os documentos solicitados exatamente como exigidos pelo crédito (os documentos devem estar em conformidade com os termos e condições do crédito e, em sua face, não podem ser conflitantes entre si); 2º. apresentar os documentos ao banco tão rapidamente quanto possível e, em todos os casos, dentro da validade do crédito e, dentro do prazo, após a data do embarque ou de emissão do documento de transporte, conforme o caso, e sempre observando as disposições do art. 14 da UCP 600. Quarta Regra Ele precisa lembrar-se que o não cumprimento dos termos do crédito ou irregularidades nos documentos discrepâncias levam o banco a recusar a documentação. Comprador e Vendedor É, portanto, importante para todas as partes no crédito, saber, precisamente, que documentos são solicitados e quais são os seus termos e condições. E, finalizando, um alerta: fazer operações com Crédito Documentário sem conhecer profundamente os seus mecanismos é como portar uma arma sem saber manuseá-la: ela pode ser utilizada contra você! Setembro 4 a semana N o 39/09 9
103 MG Manual de Procedimentos LEGISLAÇÃO FEDERAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. ATO COTEPE/PMPF Nº 17, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Sinopse: O Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 aprova o Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) de combustíveis para vigorar a partir de 16/09/2009. DESPACHO CONFAZ Nº 303, DE 03/09/2009 DOU de 08/09/2009 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 303/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 104 a 111/09. Protocolo nº 104/09 Protocolo nº 105/09 Protocolo nº 106/09 Protocolo nº 107/09 Protocolo nº 108/09 Protocolo nº 109/09 Protocolo nº 110/09 Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bebidas quentes. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. DESPACHO CONFAZ Nº 315, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 315/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 112 e 113/09. PROTOCOLOS NºS 104 A 110, DE 10/08/2009 DOU de 08/09/2009 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Sinopse: Os Protocolos nºs 104 a 110/09 aprovaram vários assuntos relacionados com as operações sujeitas ao regime de substituição tributária. A seguir um resumo dos citados atos: PROTOCOLO Nº 111, DE 31/08/2009 DOU de 08/09/2009 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Sinopse: O Protocolo nº 111/09 dispõe sobre a cessão, sem ônus, pelo Estado de Santa Catarina, de cópia do Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF), de sua propriedade, para ser exclusivamente utilizado e aperfeiçoado pelo Estado do Espírito Santo. PROTOCOLO Nº 112, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Sinopse: O Protocolo nº 112/09 altera o Protocolo nº 10/07, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. 10 Nº 39/09 Setembro 4 a semana
104 Manual de Procedimentos MG PROTOCOLO Nº 113, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 316, DE 18/08/2009 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Sinopse: O Protocolo nº 113/09 altera o Protocolo nº 68/07, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Importação DECRETO Nº 6.956, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Sinopse: O Decreto nº 6.956/09 regulamenta o disposto na Lei nº , de 08/01/2009, que institui o Regime de Tributação Unificada (RTU) na importação, por via terrestre, de mercadorias procedentes do Paraguai. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 322, DE 20/08/2009 Importação Regime Aduaneiro Sinopse: A Solução de Consulta nº 322/09 esclarece que só está amparada pelo RECOF a importação feita diretamente por empresa habilitada no regime, o que não é o caso das importações por encomenda ou por conta e ordem realizadas via trading company não habilitada no RECOF. PORTARIA SECEX Nº 27, DE 10/09/2009 Importação/Exportação Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Sinopse: A Portaria SECEX nº 27/09 altera a Portaria SECEX nº 25, de 27/11/2008, que dispõe sobre as operações de comércio exterior e revoga as portarias que menciona. Imposto de Importação Equipamentos Aeroportuários Isenção Sinopse: A Solução de Consulta nº 316/09 esclarece que encontra-se revogada a isenção do Imposto de Importação (I.I.) na importação de equipamentos de terra, tais como tratores com dispositivos especiais para manobras de aeronaves e reboques para uso em aeroportos. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 6, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 7, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 9, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Setembro 4 a semana N o 39/09 11
105 MG Manual de Procedimentos ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 12, DE 09/09/2009 ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 36, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP 14, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP 14/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 37, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 24, DE 09/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 40, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 35, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 41, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/ Nº 39/09 Setembro 4 a semana
106 Manual de Procedimentos MG ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 42, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SC Nº 79, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 137, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Zona Franca de Manaus PORTARIA INTERMINISTERIAL MDIC/MCT Nº 174, DE 09/09/2009 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Sinopse: A Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 estabelece processo produtivo básico para o produto televisor com tela de plasma. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) RESOLUÇÃO CZPE Nº 5, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Sinopse: A Resolução CZPE nº 5/09 dispõe sobre as atribuições e as responsabilidades das Administradoras das Zonas de Processamento de Exportação. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resoluções do Conselho Revogação RESOLUÇÃO CZPE Nº 7, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: A Resolução CZPE nº 7/09 revoga as Resoluções do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) nºs 10, de 04/01/1990, 15, de 28/09/1993, 17, de 18/03/1994, e 18, de 16/05/1995. Setembro 4 a semana N o 39/09 13
107 MG Manual de Procedimentos LEGISLAÇÃO ESTADUAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. CONSULTA TRIBUTÁRIA DOET Nº 189, DE 25/08/2009 DOE-MG de 26/08/2009 Incidência Prestação de Serviço de Reparo ou Conserto Aplicação de Partes e Peças Sinopse: A Consulta Tributária DOET nº 189/09 dispõe que a atividade de reparo ou conserto prestada a consumidor final encontra-se no campo de incidência do ISSQN porque listada no item da lista de serviços anexa à Lei Complementar nº 116/03; contudo, o incide sobre o valor das partes e peças aplicadas no serviço. CONSULTA TRIBUTÁRIA DOET Nº 190, DE 25/08/2009 DOE-MG de 26/08/2009 Documento Fiscal Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Obrigatoriedade Preparação de Subprodutos do Abate Sinopse: A Consulta Tributária DOET nº 190/09 dispõe que o contribuinte enquadrado no código /02 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) Preparação de subprodutos do abate estará obrigado à emissão de Nota Fiscal Eletrônica a partir de 01/04/2010, conforme a cláusula primeira do Protocolo nº 42/09. CONSULTA TRIBUTÁRIA DOET Nº 191, DE 25/08/2009 DOE-MG de 26/08/2009 Crédito de Produto Intermediário Óleo Diesel Mineradora Sinopse: A Consulta Tributária DOET nº 191/09 dispõe que poderá ser apropriado, sob a forma de crédito, o valor do imposto retido por substituição tributária nas aquisições interestaduais de óleo diesel, na proporção em que for utilizado em processo produtivo como produto intermediário, observado o disposto no inciso V do art. 66 do R/02 e na Instrução Normativa SLT nº 1/01, desde que atendidas as demais condições estabelecidas na legislação tributária. CONSULTA TRIBUTÁRIA DOET Nº 192, DE 25/08/2009 DOE-MG de 26/08/2009 Documento Fiscal Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Obrigatoriedade Sinopse: A Consulta Tributária DOET nº 192/09 dispõe que o contribuinte enquadrado no código /99 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) Comércio atacadista de outros equipamentos e artigos de uso pessoal e doméstico não especificados anteriormente estará obrigado à emissão de Nota Fiscal Eletrônica a partir de 01/04/2010, conforme previsto na cláusula primeira do Protocolo nº 42/09. CONSULTA TRIBUTÁRIA DOET Nº 193, DE 25/08/2009 DOE-MG de 26/08/2009 Documento Fiscal Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Obrigatoriedade Sinopse: A Consulta Tributária DOET nº 193/09 dispõe que o contribuinte enquadrado no código /99 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) Comércio atacadista de outros equipamentos e artigos de uso pessoal e doméstico não especificados anteriormente estará obrigado à emissão de Nota Fiscal Eletrônica a partir de 01/04/2010, conforme previsto na cláusula primeira do Protocolo nº 42/09. CONSULTA TRIBUTÁRIA DOET Nº 194, DE 27/08/2009 DOE-MG de 28/08/2009 Substituição Tributária Base de Cálculo Medicamentos Sinopse: A Consulta Tributária DOET nº 194/09 dispõe que, na remessa de medicamentos promovida por estabelecimento atacadista com destino a contribuinte situado em território mineiro, para determinação da base de cálculo do devido por substituição tributária, deverá ser observado o disposto no inciso II, art. 59, Parte 1 do Anexo XV do R/02. Consulta declarada inepta por versar sobre disposição claramente expressa na legislação tributária, em conformidade com o inciso I, caput, e inciso II, parágrafo único, ambos do art. 43 do RPTA, aprovado pelo Decreto nº / Nº 39/09 Setembro 4 a semana
108 Manual de Procedimentos MG CONSULTA TRIBUTÁRIA DOET Nº 195, DE 27/08/2009 DOE-MG de 28/08/2009 SIMPLES Nacional Crédito Industrialização sob Encomenda Sinopse: A Consulta Tributária DOET nº 195/09 dispõe que a apropriação de crédito relativo à aquisição de mercadoria de contribuinte enquadrado no regime do SIMPLES Nacional destinada a comercialização ou industrialização pelo destinatário que apura o imposto por débito e crédito aplica-se, também, na hipótese de industrialização sob encomenda e está limitada ao valor do efetivamente devido pela Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte. CONSULTA TRIBUTÁRIA DOET Nº 196, DE 27/08/2009 DOE-MG de 28/08/2009 Diferimento Ativo Imobilizado Sinopse: A Consulta Tributária DOET nº 196/09 dispõe que o diferimento de que trata a alínea b, item 41, Parte 1 do Anexo II do R/02 não se aplica à importação de bem do Ativo Imobilizado que não atue diretamente na produção de mercadorias ou serviços tributados pelo. CONSULTA TRIBUTÁRIA DOET Nº 197, DE 27/08/2009 DOE-MG de 28/08/2009 Documento Fiscal Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Obrigatoriedade Recuperação de Materiais Metálicos Sinopse: A Consulta Tributária DOET nº 197/09 dispõe que o contribuinte enquadrado no código /99 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) Recuperação de materiais metálicos, exceto alumínio estará obrigado à emissão de Nota Fiscal Eletrônica a partir de 01/10/2010, conforme previsto no Anexo Único do Protocolo nº 42/09. CONSULTA TRIBUTÁRIA DOET Nº 198, DE 27/08/2009 DOE-MG de 28/08/2009 Documento Fiscal Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Obrigatoriedade Comércio Atacadista de Autopeças Sinopse: A Consulta Tributária DOET nº 198/09 dispõe que o contribuinte enquadrado no código /01 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) Comércio atacadista de autopeças estará obrigado à emissão de Nota Fiscal Eletrônica a partir de 01/04/2010, conforme relação contida no Anexo Único do Protocolo nº 42/09. CONSULTA TRIBUTÁRIA DOET Nº 199, DE 27/08/2009 DOE-MG de 28/08/2009 Documento Fiscal Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Obrigatoriedade Comércio Atacadista de Produtos Alimentícios Sinopse: A Consulta Tributária DOET nº 199/09 dispõe que, conforme disposto na cláusula quinta do Protocolo nº 42/09, ficam mantidas as obrigações e os prazos previstos no Protocolo nº 10/07. Assim, os atacadistas de mercadoria em geral, com predominância de produtos alimentícios, estão obrigados à emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) desde 01/09/2009. RESOLUÇÃO SEF Nº 4.144, DE 09/09/2009 DOE-MG de 10/09/2009 Carimbo Administrativo Disposições Alteração Sinopse: A Resolução SEF nº 4.144/09 altera o art. 3º da Resolução SEF nº 4.037/08, que dispõe sobre o carimbo administrativo de que trata o inciso XXXIII do art. 131 do R-MG. LEGISLAÇÃO MUNICIPAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. Município de Belo Horizonte LEI Nº 9.740, DE 11/09/2009 DOM-BH de 12/09/2009 Utilidade Pública Atendimento Preferencial a Gestantes, Mães com Crianças de Colo, Idosos e Pessoas Portadoras de Deficiência Sinopse: A Lei nº 9.740/09 altera a Lei nº 7.317/97, que dispõe sobre o atendimento preferencial a gestantes, mães com crianças de colo, idosos e pessoas portadoras de deficiência em estabelecimentos do Município e dá outras providências. Setembro 4 a semana N o 39/09 15
109 Manual de Procedimentos MS/MT/RO/AC MS/MT/RO/AC MANUAL DE Procedimentos 39 Destaques MS Esse trabalho visa abordar as alterações trazidas pela Resolução CGSN nº 61/09 à Resolução CGSN nº 51/08, a partir de 01/08/2009, relacionadas ao cálculo do devido por substituição tributária pela empresa optante do SIMPLES Nacional. MT Matéria que dispõe sobre a forma, os prazos, as condições e os procedimentos para regularização das operações acobertadas por Nota Fiscal, Modelo 1 ou 1-A, emitidas por contribuintes obrigados ao uso de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). RO Tratamos nesta matéria sobre o procedimento de emissão do documento fiscal pela empresa optante pelo SIMPLES Nacional. AC Matéria que trata sobre o Cadastro de Produtor Rural. Comentário sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil. Marcia Cristina Borges Marley Lima de Oliveira Mota Marcos Barros Sebastião Guedes Cenofisco BD Legislação Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia. Acesse e confira agora este benefício. ÍNDICE MS... 3 Substituição Tributária Optantes pelo SIMPLES Nacional Novas Regras para Cálculo do Retido a partir de 01/08/2009 Parte I Jurisprudência e Outros... 7 Superior Tribunal de Justiça (STJ) ISS Sociedade Uniprofissional Inaplicabilidade do Art. 166 do Código Tributário Nacional (CTN) Consultoria Cenofisco... 8 Insumos Adquiridos de Estabelecimento Comercial Atacadista Crédito do Imposto MT... 9 Regularização na Emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Jurisprudência e Outros Conselho Administrativo Tributário de Mato Grosso (CAT-MT) Crédito Utilização Indevida Aquisição de Uso e Consumo Consultoria Cenofisco Ressarcimento de Imposto Prazo Legislação Estadual Decreto nº 2.132/09 Garantido Integral Substituição Tributária Alteração Decreto nº 2.136/09 Operações com Gado em Pé Alteração continua Setembro 4 a semana N o 39/09 1
110 MS/MT/RO/AC Manual de Procedimentos ÍNDICE CONTINUAÇÃO Decreto nº 2.137/09 Consulta Tributária Alteração Portaria SEFAZ nº 152/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Regularização na Emissão Portaria SEFAZ nº 157/09 Regime de Estimativa Segmentada Veículos Usados RO Emissão de Documento Fiscal pela Empresa Optante pelo SIMPLES Nacional Procedimento Jurisprudência e Outros Tribunal Administrativo Tributário de Rondônia (TATE-RO) Pagamnto do Imposto com Cheques sem Provisão de Fundos Consultoria Cenofisco Formação de Consórcio pelas Empresas Optantes pelo SIMPLES Nacional AC Cadastro de Produtor Rural Consultoria Cenofisco Serviço de Transporte de Pessoas Consignação Mercantil Comex Aduaneiras O Bom-Senso e o Crédito Documentário Legislação Federal Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Despacho CONFAZ nº 303/09 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Despacho CONFAZ nº 315/09 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação Protocolos nºs 104 a 110/09 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Protocolo nº 111/09 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Protocolo nº 112/09 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Protocolo nº 113/09 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Importação Decreto nº 6.956/09 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Solução de Consulta nº 322/09 Regime Aduaneiro Importação/Exportação Portaria SECEX nº 27/09 Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Imposto de Importação Solução de Consulta nº 316/09 Equipamentos Aeroportuários Isenção Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 14/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 Zona Franca de Manaus Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resolução CZPE nº 5/09 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Resolução CZPE nº 7/09 Resoluções do Conselho Revogação 2 N o 39/09 Setembro 4 a semana
111 Manual de Procedimentos MS MS/MT/RO/AC Substituição Tributária Optantes pelo SIMPLES Nacional Novas Regras para Cálculo do Retido a partir de 01/08/2009 Parte I SUMÁRIO 1. Introdução 2. Conceitos 2.1. Substituição tributária 2.2. Modalidades 2.3. Contribuinte substituto e substituído 3. Substituto Tributário Optante pelo SIMPLES Nacional 4. Substituição Tributária Operações Internas 4.1. Mercadoria destinada a não contribuinte 4.2. Mercadoria destinada a contribuinte usuário final 4.3. Mercadoria destinada à industrialização 4.4. Mercadoria destinada à comercialização 4.5. Cálculo do imposto retido 4.6. Exemplos 1. Introdução Neste texto abordaremos as mudanças trazidas pela Lei Complementar nº 128/08, a partir de 01/01/2009, relacionadas ao cálculo do devido por substituição tributária pela empresa optante do SIMPLES Nacional, conforme disciplina estabelecida na Resolução CGSN nº 51/08, que foi alterada pela Resolução CGSN nº 61/09. Salientamos que este trabalho será apresentado em duas partes, tendo em vista a extensão do tema. Na primeira parte trataremos dos aspectos gerais relativos aos conceitos sobre modalidades do regime, substituto tributário, cálculo do imposto, bem como o cálculo do imposto retido nas operações internas. 2. Conceitos Para efeito de aplicação do regime de substituição tributária, o contribuinte deverá levar em consideração os conceitos trazidos pelo legislador. Veja nos subtópicos a seguir os citados conceitos Substituição tributária A substituição tributária do consiste em atribuir a terceiro a responsabilidade pelo recolhimento do imposto devido em operação ou prestação, realizada no campo de incidência do imposto, da qual decorre o fato gerador. Assim, determinado contribuinte poderá ser responsabilizado por recolher o incidente em relação à operação ou à prestação praticada por outro contribuinte Modalidades A substituição tributária pode ocorrer nas modalidades descritas a seguir: a) antecedente (para trás), consiste na postergação do pagamento do imposto, ou seja, o imposto será pago por uma terceira pessoa, em momento futuro, relativamente a fato gerador já ocorrido. É o que ocorre nas operações com previsão de aplicação do diferimento do imposto; b) subsequente (para frente), consiste na retenção e antecipação do recolhimento do imposto pelas operações subsequentes que serão praticadas pelos demais contribuintes até a operação com o consumidor final; c) concomitante, consiste na atribuição da responsabilidade pelo pagamento do a outro contribuinte, não àquele que esteja realizando a operação/prestação, concomitante à ocorrência do fato gerador. Neste trabalho, a modalidade abordada é de substituição tributária com retenção e antecipação do recolhimento do imposto pelas operações subsequentes (para frente) Contribuinte substituto e substituído Na substituição tributária na modalidade subsequente (para frente), o sujeito passivo por substituição tributária é o contribuinte eleito como responsável pela retenção e pelo recolhimento do devido em operações subsequentes, tais como o fabricante ou o importador. O contribuinte substituído é aquele que sofre a retenção do imposto por parte do substituto, ou seja, recebe a mercadoria com o imposto já retido e promove sua subsequente saída, tais como o atacadista ou o varejista. Setembro 4 a semana N o 39/09 3
112 MS/MT/RO/AC Manual de Procedimentos 3. Substituto Tributário Optante pelo SIMPLES Nacional O recolhimento unificado dos tributos, a que o contribuinte optante pelo SIMPLES Nacional está sujeito, não exclui a sua responsabilidade do recolhimento do devido nas operações sujeitas ao regime de substituição tributária (alínea a do inciso XIII do 1º do art. 13 da Lei Complementar nº 123/06). Vamos visualizar a cadeia de circulação da mercadoria sujeita à substituição tributária por meio do gráfico a seguir: Indústria optante pelo SIMPLES Nacional Atacadista Varejista Consumidor Final Recolhe o -ST devido pelas operações subsequentes por meio de GARE-, e o imposto devido pela sua própria operação por meio do Anexo II da Lei Complementar nº 123/06 na redação dada pela Lei Com- plementar nº 128/08, por meio do DAS. 4. Substituição Tributária Operações Internas 4.1. Mercadoria destinada a não contribuinte Na operação interna praticada pelo contribuinte substituto tributário optante pelo SIMPLES Nacional, com destino a não contribuinte, não caberá a aplicação da substituição tributária Mercadoria destinada a contribuinte usuário final Na operação interna praticada pelo contribuinte substituto tributário optante pelo SIMPLES Nacional, com destino a contribuinte usuário final, não caberá a aplicação da substituição tributária, tendo em vista que não haverá operação subsequente com a mercadoria neste Estado, pois trata-se de aquisição para uso final Mercadoria destinada à industrialização Na operação interna cuja finalidade do adquirente seja o emprego em processo de industrialização, não se aplica o regime de substituição tributária, e o imposto devido, relativo à operação própria, pelo remetente optante pelo SIMPLES Nacional será recolhido em conformidade com as tabelas de partilha do SIMPLES Nacional Mercadoria destinada à comercialização O contribuinte substituto tributário optante pelo SIMPLES Nacional, que promover a saída de mercadoria destinada à comercialização pelo estabelecimento adquirente ficará responsável pela retenção e pelo recolhimento do imposto incidente pelas operações subsequentes neste Estado Cálculo do imposto retido O cálculo do imposto devido por substituição tributária pelo estabelecimento optante pelo SIMPLES Nacional se diferencia daquele efetuado por empresas sujeitas ao Regime Normal de Apuração, pelo fato de que não era permitido o abatimento do imposto relativo à operação própria. 4 N o 39/09 Setembro 4 a semana
113 Manual de Procedimentos MS/MT/RO/AC Com o advento da Lei Complementar nº 128/08, em razão de disciplina estabelecida nos 7º a 12 do art. 3º da Resolução CGSN nº 51/08, a partir de 01/01/2009, a empresa optante pelo SIMPLES Nacional, na condição de substituto tributário, passa a tributar o relativo à sua própria operação em conformidade com as tabelas de partilha do SIMPLES Nacional, enquanto o imposto devido por substituição tributária deve ser pago por meio de documento de arrecadação do Estado em separado. O valor do imposto a ser recolhido a título de sujeição passiva por substituição, a partir de então, passou a ser o resultado da multiplicação da alíquota interna do produto sobre a base de cálculo acrescida do IVA-ST, ou sobre o preço fixado ao consumidor, ambos estabelecidos por meio de legislação específica, deduzido o valor resultante da aplicação da alíquota de 7% sobre o valor da operação própria do substituto tributário. Contudo, com a publicação da Resolução CGSN nº 61/09, que altera o inciso II do 9º do art. 3º da Resolução CGSN nº 51/08, com efeitos a partir de 01/08/2009, a dedução correspondente à alíquota de 7%, de que trata o parágrafo anterior, passará a corresponder à alíquota incidente na operação determinada na legislação do dos Estados e do Distrito Federal. Nota Cenofisco: No Estado do Mato Grosso do Sul, as alíquotas do imposto são previstas no art. 41 do R-MS/98. Conforme já mencionado anteriormente, o contribuinte optante pelo SIMPLES Nacional, quando se encontrar na figura do sujeito passivo por substituição (substituto tributário), ficará responsável pelo recolhimento do devido pelas operações subsequentes até a operação com o consumidor final. Assim, o valor do imposto devido por substituição tributária corresponderá à diferença entre: a) o valor resultante da aplicação da alíquota interna dos Estados e do Distrito Federal sobre o preço máximo de venda a varejo fixado pela autoridade competente ou sugerido pelo fabricante, ou sobre o preço a consumidor usualmente praticado; e b)o valor resultante da aplicação da alíquota interna sobre o valor da operação própria do substituto tributário Exemplos Cálculo do imposto devido por substituição tributária a partir de 01/08/2009 Na hipótese de inexistência de preço máximo de venda a varejo fixado pela autoridade competente ou sugerido pelo fabricante ou sobre o preço a consumidor usualmente praticado, o sujeito passivo por substituição tributária optante pelo SIMPLES Nacional calculará o valor do devido por substituição tributária mediante aplicação da fórmula a seguir: Imposto devido = [base de cálculo x (1,00 + MVA) x alíquota interna] - dedução Onde: a) Base de Cálculo é o valor da operação própria realizada pela empresa optante pelo SIMPLES Nacional; b) MVA é a Margem de Valor Agregado divulgada pelo Estado; Nota Cenofisco: Em alguns textos legais a expressão Margem de Valor Agregado (MVA) é substituída pela equivalente Índice de Valor Acrescido Substituição Tributária (IVA-ST). c) Alíquota Interna é o percentual determinado pelos Estados e pelo Distrito Federal a ser aplicado sobre a base de cálculo do imposto; d) Dedução é o valor a que se refere o 9º do art. 3º da Resolução CGSN nº 51/08, alterado pela Resolução CGSN nº 61/09. Supondo que determinado estabelecimento industrial optante pelo SIMPLES Nacional promova a venda de duas unidades do produto y a estabelecimento comercial, ambos localizados neste Estado, o cálculo do imposto devido por substituição tributária ficará na forma exemplificada a seguir: Valor da operação... R$ 100,00 IVA-ST (hipotético)... 40% Alíquota interna MS... 17% Dedução (R$ 100,00 x 17%)... R$ 17,00 Imposto devido = [base de cálculo x (1,00 + MVA) x alíquota interna] - dedução Imposto devido = [R$ 100,00 x 1,40 x 17% - R$ 17,00] Imposto devido = R$ 6,80 Importante observar que, no cálculo dos tributos devidos no SIMPLES Nacional, não será computado como receita de venda ou revenda de mercadorias o valor do imposto devido por substituição tributária ( 11 do art. 3º da Resolução CGSN nº 51/08) Nota fiscal Com base nos valores exemplificados no subitem anterior, vejamos como ficará a nota fiscal emitida pelo substituto tributário optante pelo SIMPLES Nacional: Setembro 4 a semana N o 39/09 5
114 MS/MT/RO/AC Manual de Procedimentos EMITENTE: Nome / Razão Social : MFB Indústria Endereço: xxxxxxxxx Município:xxxxxxxx Fone / Fax: NOTA FISCAL N SAÍDA ENTRADA 1ª VIA Bairro / Distrito: UF: MS CEP: xxxxx-xxx CNPJ xx.xxx.xxx/xxxx-xx DESTINATÁRIO/ REMETENTE NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de produção do estabelecimento CFOP INSCRIÇÃO ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx DATA LIMITE PARA EMISSÃO DESTINATÁRIO REMETENTE NOME / RAZÃO SOCIAL KTT Comércio ENDEREÇO Xxxxxxxxxxxxxxx MUNICÍPIO xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx FATURA FONE / FAX CNPJ / CPF DATA DA EMISSÃO 24/08/2009 BAIRRO / DISTRITO CEP DATA DA SAÍDA/ ENTRADA 24/08/2009 UF INSCRIÇÃO ESTADUAL HORA DA SAÍDA MS 11:00 DADOS DO PRODUTO CÓDIGO PRODUTO DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CLASSIFICAÇÃO FISCAL SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA UNIDADE QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL ALÍQUOTAS VALOR DO Produto y Unid 02 50,00 100,00 CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO DO VALOR DO BASE DE CÁLCULO SUBSTITUIÇÃO 140,00 VALOR DO SUBSTITUIÇÃO 6,80 VALOR TOTAL DOS PRODUTOS 100,00 VALOR DO FRETE VALOR DO SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO VALOR TOTAL DA NOTA 106,80 TRANSPORTADOR / VOLUMES TRANSPORTADOS NOME / RAZÃO SOCIAL FRETE POR CONTA PLACA DO UF CNPJ / CPF 1 EMITENTE 2 DESTINATÁRIO VEÍCULO ENDEREÇO MUNICÍPIO UF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS (1) Documento emitido por ME ou EPP optante pelo SIMPLES Nacional Não gera direito a crédito fiscal de ISS e Valores de cada mercadoria: B.C. Retido: (R$ 140,00 : 2) = R$ 70,00 Retido (R$ 6,80 : 2) = R$ 3,40 RESERVADO AO FISCO N DE CONTROLE DO FORMULÁRIO DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO DATA DO RECEBIMENTO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR NOTA FISCAL N N o 39/09 Setembro 4 a semana
115 Manual de Procedimentos MS/MT/RO/AC JURISPRUDÊNCIA E OUTROS SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) ISS SOCIEDADE UNIPROFISSIONAL INAPLICABILIDADE DO ART. 166 DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL (CTN) Agravo Regimental no Recurso Especial n 2007/ /RJ Relator: Ministro Mauro Campbell Marques Órgão Julgador: Segunda Turma Data do Julgamento: 04/08/2009 Publicação: 17/08/2009 Ementa Tributário. Agravo Regimental. ISS. Ação de Repetição de Indébito. Prestação de Serviços de Contabilidade. Sociedade Uniprofissional. Art. 9º, 1º e 3º, do Decreto-Lei nº 406/68. Prova da não Repercussão. Art. 166 do CTN. Inaplicabilidade. 1 A recorrente demonstra mero inconformismo em seu agravo regimental que não se mostra capaz de alterar os fundamentos da decisão agravada. 2 Tratando-se de uma sociedade uniprofissional, qualquer que seja o conteúdo de seu contrato social, goza do tratamento tributário diferenciado previsto no art. 9º, 1º e 3º, do Decreto-Lei n 406/68 não recolhendo o ISS com base no seu faturamento bruto, mas sim no valor fixo anual calculado de acordo com o número de profissionais que a integra, de maneira que não ocorre o repasse do encargo a terceiros a exigir o cumprimento do disposto no artigo 166 do Código Tributário Nacional nas ações de repetição de indébito da exação em comento (EREsp n /RJ, Rel. Min José Delgado, Primeira Turma, DJ de ). 3 Agravo regimental não provido. Acórdão Vistos, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas, por unanimidade, negar provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Eliana Calmon, Castro Meira, Humberto Martins e Herman Benjamin votaram com o Sr. Ministro Relator. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Humberto Martins. Novo Telefone Suporte Técnico Cenofisco (11) Nossos profissionais continuam à sua disposição para esclarecer qualquer dúvida sobre instalação e operação dos produtos eletrônicos Cenofisco. Atendimento de 2ª a 6ª feira, das 8h30 às 18h. Setembro 4 a semana N o 39/09 7
116 MS/MT/RO/AC Manual de Procedimentos CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS Insumos Adquiridos de Estabelecimento Comercial Atacadista Crédito do Imposto O estabelecimento que adquiri insumos de estabelecimento comercial atacadista poderá creditar-se do imposto? O art. 165 do R Decreto 4.544/02 dispõe que os estabelecimentos industriais e os que lhes são equiparados, poderão creditarse do imposto relativo a MP, PI e ME, adquiridos de comerciante atacadista não contribuinte. Esse crédito será calculado pelo adquirente, mediante aplicação da alíquota à que estiver sujeito o produto, sobre 50% do seu valor, constante da respectiva nota fiscal. Esse dispositivo legal aplica-se quando o estabelecimento industrial ou equiparado a industrial adquirir mercadorias de atacadista não contribuinte do, mas destiná-las ao processo industrial de mercadorias que serão posteriormente comercializadas com a incidência do referido imposto. Por exemplo, na aquisição de mercadoria no valor de R$ 1.000,00 e sendo a alíquota do produto de 10%, o valor para crédito seria de R$ 50,00. Vejamos: R$ 1.000,00 x 10% = R$ 100,00 R$ 100,00 2 = R$ 50,00 (que corresponde a 50% do valor do imposto que seria destacado e que o estabelecimento poderá aproveitar). Base legal: citada no texto. 8 N o 39/09 Setembro 4 a semana
117 Manual de Procedimentos MS/MT/RO/AC MT Regularização na Emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) 1. Introdução 2. Regularização 3. Procedimento 4. Prazo 5. Condições 1. Introdução SUMÁRIO Ocorreu o termo início da obrigatoriedade do uso da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para diversas categorias de contribuintes, especialmente os enquadrados nas hipóteses arroladas nos 3º, 3º-A e 3º-B do art. 198-A do Regulamento do, aprovado pelo Decreto n 1.944/89. Contudo, muitos contribuintes não adotaram a utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), visando a necessidade de buscar solução alternativa a fim de permitir ao contribuinte a regularização das operações praticadas sem a observância do uso do documento fiscal válido e, ao mesmo tempo, atenuar o impacto negativo com a perda das informações que poderiam ser coletadas com a emissão da NF-e, por meio da Portaria SEFAZ nº 145/09, a partir de 01/09/2009, em caráter excepcional, o Fisco Estadual estabelece procedimento para a regularização na emissão do referido documento. cujos valores sejam declarados ao Fisco no período da respectiva ocorrência, mediante transmissão da GIA- Eletrônica correspondente; cujo montante do imposto decorrente integre a apuração do valor do devido no período, inclusive por substituição tributária. A autorização prevista nesta portaria não alcança os contribuintes obrigados ao uso da NF-e, enquadrados em CNAE arrolada no Anexo Único da Portaria SEFAZ nº 145/09, a partir das datas assinaladas no referido Anexo. Fica dispensado da observância do preconizado nesta portaria o contribuinte que, embora enquadrado em hipótese prevista nos 3º, 3º-A ou 3º-B do art. 198-A do R-MT, tenha iniciado o uso em data posterior à fixada no parágrafo correspondente, em decorrência de autorização concedida pela Secretaria de Estado de Fazenda para postergação da respectiva obrigatoriedade. 3. Procedimento O contribuinte obrigado ao uso da NF-e deverá registrar as operações acobertadas por Notas Fiscais modelo 1 ou 1-A no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais, instituído nos termos do art. 216-L do Regulamento do. O registro deverá ser efetuado independentemente da natureza, da finalidade, ou do tratamento tributário previsto para a operação. 2. Regularização Poderão ser objeto de regularização, exclusivamente, as operações: em relação às quais houve a emissão de Nota Fiscal, Modelo 1 ou 1-A, bem como o respectivo registro nos livros fiscais correspondentes; 4. Prazo O contribuinte, conforme o termo de início da obrigatoriedade de uso da NF-e e a data da emissão da Nota Fiscal, Modelo 1 ou 1-A, deverá observar os seguintes prazos: 1 contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/04/2008, excluídos os arrolados nos itens 1 a 8 do Anexo Único da Portaria SEFAZ nº 145/09: T A Tabela de Incidência do T Cenofisco é um produto que permite a obtenção confiável das classificações fiscais de cada produto (NCM e NBM/SH) e das alíquotas de incidência do imposto federal sobre produtos industrializados, de modo prático e rápido. Setembro 4 a semana N o 39/09 9
118 MS/MT/RO/AC Manual de Procedimentos Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01/04 a 31/07/ /09/2009 b) 01/08 a 30/11/ /10/2009 c) 01/12/2008 a 30/04/ /11/2009 d) 01/05 a 31/08/ /12/ contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/05/2008, excluídos os arrolados nos itens 1 a 8 do Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01/04 a 31/07/ /09/2009 b) 01/08 a 30/11/ /10/2009 c) 01/12/2008 a 30/04/ /11/2009 d) 01/05 a 31/08/ /12/ contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/06/2008, excluídos os arrolados nos itens 1 a 8 do Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01/06 a 31/07/ /09/2009 b) 01/08 a 30/11/ /10/2009 c) 01/12/2008 a 30/04/ /11/2009 d) 01/05 a 31/08/ /12/ contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/07/2008, excluídos os arrolados nos itens 1 a 8 do Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01/07 a 30/09/ /09/2009 b) 01/10 a 31/12/ /10/2009 c) 01/01 a 30/04/ /11/2009 d) 01/05 a 31/08/ /12/ contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/08/2008, excluídos os arrolados nos itens 1 a 8 do Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01/08 a 30/09/ /09/2009 b) 01/10 a 31/12/ /10/2009 c) 01/01 a 30/04/ /11/2009 d) 01/05 a 31/08/ /12/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
119 Manual de Procedimentos MS/MT/RO/AC 6 contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/09/2008, excluídos os arrolados nos itens 1 a 42 do Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01/09 a 30/11/ /09/2009 b) 01/10 a 31/12/ /10/2009 c) 01/01 a 30/04/ /11/2009 d) 01/05 a 31/08/ /12/ contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/10/2008, excluídos os arrolados nos itens 1 a 42 do Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01/10 a 31/12/ /09/2009 b) 01/01 a 31/03/ /10/2009 c) 01/04 a 30/06/ /11/2009 d) 01/07/ a 31/08/ /12/ contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/11/2008, excluídos os arrolados nos itens 1 a 42 do Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01/11 a 31/12/ /09/2009 b) 01/01 a 31/03/ /10/2009 c) 01/04 a 30/06/ /11/2009 d) 01/07 a 31/08/ /12/ contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/12/2008, excluídos os arrolados nos itens 1 a 42 do Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação a) 01/12/2008 a 31/01/ /09/2009 b) 01/02 a 31/03/ /10/2009 c) 01/04 a 30/06/ /11/2009 d) 01/07 a 31/08/ /12/2009 Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais 10 contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/01/2009, excluídos os arrolados nos itens 1 a 42 do Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01/01 a 28/02/ /09/2009 b) 01/03 a 30/04/ /10/2009 c) 01/05 a 30/06/ /11/2009 d) 01/07 a 31/08/ /12/2009 Setembro 4 a semana N o 39/09 11
120 MS/MT/RO/AC Manual de Procedimentos 11 contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/02/2009, excluídos os arrolados nos itens 1 a 42 do Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01/02 a 31/03/ /09/2009 b) 01/04 a 31/05/ /10/2009 c) 01/06 a 31/07/ /11/2009 d) 01/08 a 31/08/ /12/ contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/03/2009, excluídos os arrolados nos itens 1 a 42 do Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01/03 a 30/04/ /09/2009 b) 01/05 a 30/06/ /10/2009 c) 01/07 a 31/07/ /11/2009 d) 01/08 a 31/08/ /12/ contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/04/2009, excluídos os arrolados no Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01/04 a 31/05/ /09/2009 b) 01 a 30/06/ /10/2009 c) 01 a 31/07/ /11/2009 d) 01 a 31/08/ /12/ contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/05/2009, excluídos os arrolados no Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01 a 31/05/ /09/2009 b) 01 a 30/06/ /10/2009 c) 01 a 31/07/ /11/2009 d) 01 a 31/08/ /12/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
121 Manual de Procedimentos MS/MT/RO/AC 15 contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/06/2009, excluídos os arrolados no Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01 a 30/06/ /09/2009 b) 01 a 31/07/ /10/2009 c) 01 a 31/08/ /11/ contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/07/2009, excluídos os arrolados no Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01 a 31/07/ /09/2009 b) 01 a 31/08/ /10/ contribuintes obrigados ao uso da NF-e a partir de 01/08/2009, excluídos os arrolados no Anexo Único desta Portaria: Data de ocorrência da operação Data limite para registro da Nota Fiscal no Sistema de Informações de Notas Fiscais de Saída e de Outros Documentos Fiscais a) 01 a 31/08/ /09/ Condições Cabe ressaltar que a regularização da operação: 1 condiciona-se ao início do uso efetivo da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) pelo contribuinte desde 01/09/2009; 2 tem seus efeitos restritos ao correspondente documento fiscal utilizado para acobertar a operação, não implicando o reconhecimento da regularidade da mesma, quanto aos respectivos destinatários, valores, espécie e quantidade de mercadorias ou a qualquer outro elemento ou efeito dela decorrente. A não regularização nos termos desta portaria implicará o reconhecimento da inidoneidade da operação, nos termos do 5º do art. 198-A do Regulamento do, sem prejuízo da aplicação das penalidades cabíveis à espécie. Setembro 4 a semana N o 39/09 13
122 MS/MT/RO/AC Manual de Procedimentos JURISPRUDÊNCIA E OUTROS CONSELHO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO DE MATO GROSSO (CAT-MT) CRÉDITO UTILIZAÇÃO INDEVIDA AQUISIÇÃO DE USO E CONSUMO Ementa nº: 026/2005 Processo nº: 193/1999-CAT AIIM nº: Decisão/Acordão: Única Decisão/Acordão nº: 026/2005 Data Decisão/Acordão: 22/02/2005 Nome do Relator: Elizete Araújo Ramos Revisor: Cons. Walcemir de Azevedo de Medeiros Resolução nº: 03/2005-CAT D.O.E. 01/04/2005 Ementa Crédito Indevido sobre Aquisição de Material de Uso ou Consumo Recurso Voluntário com Alegação de que Havia Consulta Formulada e de Inconstitucionalidade Improvimento. O autuado não negou a ocorrência dos fatos a ele imputados. Ao contrário, expressamente confirmou-os. Confirmou não só que realmente utilizara os créditos, como também que eram eles provenientes de material de consumo, de uso vedado pelo artigo 67, II, do R. Limitouse a recorrente, quanto aos fatos, a alegar em sua defesa que se encontrava protegida pelo impedimento de início de procedimento relacionado à matéria decorrente de consulta por ela protocolizada junto à SEFAZ. Todavia, embora provocado, o contribuinte não comprovou que realmente tenha formalizado a referida consulta. Comprovou-se, aliás, justamente o contrário: a Superintendência Adjunta de Tributação, órgão competente para tal, foi categórica ao atestar a inexistência de qualquer processo de consulta formulada pela autuada. Deixou-se de apreciar as questões alusivas a eventuais inconstitucionalidades em virtude da vedação expressa contida no artigo 45, p.u. da Lei nº 7.609/01. À unanimidade, em consonância com parecer da Representante Fiscal, conheceu-se e negou-se provimento ao recurso voluntário para, nos termos do voto revisor, manter inalterada a decisão monocrática que julgou procedente a ação fiscal. CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS Ressarcimento de Imposto Prazo Qual o prazo para apresentar os documentos de arrecadação na hipótese de ressarcimento do imposto pago antecipadamente? As cópias dos Documentos de Arrecadação Modelo DAR-1/AUT relativos às operações interestaduais, que geraram o direito ao ressarcimento, serão apresentadas à Agência Fazendária do domicílio tributário do contribuinte, no prazo máximo de 10 dias após o pagamento. Base legal: art. 296-B, 5º, do R-MT. 14 N o 39/09 Setembro 4 a semana
123 Manual de Procedimentos MS/MT/RO/AC LEGISLAÇÃO ESTADUAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. DECRETO Nº 2.132, DE 03/09/2009 DOE-MT de 03/09/2009 Garantido Integral Substituição Tributária Alteração Sinopse: O Decreto nº 2.132/09 introduz alterações no Regulamento do, no tocante aos tratamentos decorrentes do Programa Garantido Integral e do Regime de Substituição Tributária por contribuintes optantes pelo SIMPLES Nacional, e dá outras providências. Operações com Gado em Pé Alteração DECRETO Nº 2.136, DE 04/09/2009 DOE-MT de 04/09/2009 Sinopse: O Decreto nº 2.136/09 altera o Decreto n 1.907/09, que dispõe sobre o ajuste no tratamento relativo as operações interestaduais com gado em pé, e dá outras providências. Consulta Tributária Alteração DECRETO Nº 2.137, DE 04/09/2009 DOE-MT de 04/09/2009 Sinopse: O Decreto nº 2.137/09 introduz alterações no Regulamento do, e dá outras providências. Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Regularização na Emissão PORTARIA SEFAZ Nº 152, DE 27/08/2009 DOE-MT de 02/09/2009 Sinopse: A Portaria SEFAZ nº 152/09 renumera artigos da Portaria SEFAZ n 145/09, que dispõe sobre a forma, os prazos, as condições e os procedimentos para regularização das operações acobertadas por Nota Fiscal, Modelo 1 ou 1-A, emitidas por contribuintes obrigados ao uso de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), e dá outras providências. Regime de Estimativa Segmentada Veículos Usados PORTARIA SEFAZ Nº 157, DE 01/09/2009 DOE-MT de 03/09/2009 Sinopse: A Portaria SEFAZ nº 157/09 introduz alterações no Anexo Único da Portaria SEFAZ nº 18/09, e dá outras providências. Setembro 4 a semana N o 39/09 15
124 MS/MT/RO/AC RO Manual de Procedimentos Emissão de Documento Fiscal pela Empresa Optante pelo SIMPLES Nacional Procedimento SUMÁRIO 1. Introdução 2. Norma Aplicável à Emissão de Documentos Fiscais pelas Empresas Optantes Pelo SIMPLES Nacional 3. Procedimento para Emissão de Documento Fiscal 3.1. Empresas prestadoras de serviço sujeitas ao ISS 3.2. Inutilização do campo destinado à base de cálculo e ao imposto 1. Introdução Trataremos nesta matéria do procedimento de emissão do documento fiscal pela empresa optante pelo SIMPLES Nacional. 2. Norma Aplicável à Emissão de Documentos Fiscais pelas Empresas Optantes pelo SIMPLES Nacional A Resolução nº 10/07 do Comitê Gestor do SIMPLES Nacional regulamenta as obrigações acessórias das Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (SIMPLES Nacional), referentes à emissão de documentos fiscais, bem como à escrituração de livros fiscais e contábeis. Trataremos nesta matéria sobre o procedimento aplicável à emissão dos documentos fiscais. 3. Procedimento para Emissão de Documento Fiscal As ME e as EPP optantes pelo SIMPLES Nacional utilizarão, conforme as operações e prestações que realizarem, os documentos fiscais, inclusive os emitidos por meio eletrônico, autorizados pelos entes federativos onde possuírem estabelecimento Empresas prestadoras de serviço sujeitas ao ISS Relativamente à prestação de serviços sujeita ao Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) as ME e as EPP optantes pelo SIMPLES Nacional utilizarão a Nota Fiscal de Serviços, conforme modelo aprovado e autorizado pelo Município, ou Distrito Federal, ou outro documento fiscal autorizado conjuntamente pelo Estado e pelo Município da sua circunscrição fiscal. Na prestação de serviço sujeita ao ISS, cujo imposto for de responsabilidade do tomador, o emitente fará a indicação alusiva à base de cálculo e ao imposto devido no campo próprio ou, em sua falta, no corpo do documento fiscal utilizado na prestação Inutilização do campo destinado à base de cálculo e ao imposto A utilização dos documentos fiscais fica condicionada à inutilização dos campos destinados à base de cálculo e ao imposto destacado, de obrigação própria, sem prejuízo do disposto no art. 11 da Resolução CGSN n 4/07, constando, no campo destinado às informações complementares ou, em sua falta, no corpo do documento, por qualquer meio gráfico indelével, as expressões: a) Documento Emitido por ME ou EPP Optante pelo SIMPLES Nacional ; e b) Não Gera Direito a Crédito Fiscal de Empresa que superar o sublimite Na hipótese de o estabelecimento da ME ou EPP estar impedido de recolher o e o ISS pelo SIMPLES Nacional, em decorrência de haver extrapolado o sublimite estabelecido, em face do disposto no 1º do art. 20 da Lei Complementar nº 123/06: a) não se aplica a inutilização dos campos mencionados no tópico 3.2 desta matéria; b) o contribuinte deverá consignar, no campo destinado às informações complementares ou, em sua falta, no corpo do documento, por qualquer meio gráfico indelével, as expressões: b.1) Estabelecimento Impedido de Recolher o /ISS pelo SIMPLES Nacional, nos Termos do 1º do art. 20 da Lei Complementar nº 123/06 b.2) Não Gera Direito a Crédito Fiscal de Empresa substituta tributária Quando a ME ou a EPP revestir-se da condição de responsável, inclusive de substituto tributário, fará a indicação alusiva à base 16 N o 39/09 Setembro 4 a semana
125 Manual de Procedimentos MS/MT/RO/AC de cálculo e ao imposto retido no campo próprio ou, em sua falta, no corpo do documento fiscal utilizado na operação ou prestação Devolução de mercadoria Na hipótese de devolução de mercadoria a contribuinte não optante pelo SIMPLES Nacional, a ME e a EPP farão a indicação no campo Informações Complementares, ou no corpo da Nota Fiscal Modelo 1, 1-A, ou Avulsa, da base de cálculo, do imposto destacado, e do número da nota fiscal de compra da mercadoria devolvida Estabelecimento usuário de equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) Relativamente ao equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), deverão ser observadas as normas estabelecidas nas legislações dos entes federativos. Ressaltamos que o Estado de Rondônia não publicou norma complementar relativa ao ECF Transferência de crédito ao adquirente A ME ou EPP optante pelo SIMPLES Nacional que emitir nota fiscal com direito ao crédito estabelecido no 1º do art. 23 da Lei Complementar nº 123/06, consignará no campo destinado às informações complementares ou, excepcionalmente, em caso de insuficiência de espaço, no quadro Dados do Produto, a expressão: Permite o Aproveitamento do Crédito de no Valor de R$...; Correspondente à Alíquota de...%, nos Termos do art. 23 da Lei Complementar nº 123/06. Ressaltamos que a alíquota aplicável ao cálculo do crédito corresponderá: a) ao percentual previsto na coluna nos Anexos I ou II da Lei Complementar nº 123/06 para a faixa de receita bruta a que ela estiver sujeita no mês anterior ao da operação, assim considerada: a.1) a receita bruta acumulada nos 12 meses que antecederem o mês anterior ao da operação; a.2) a média aritmética da receita bruta total dos meses que antecederem o mês anterior ao da operação, multiplicada por 12, na hipótese de a empresa ter iniciado suas atividades há menos de 13 meses da operação. Alertamos que na hipótese de a operação ocorrer no mês de início de atividades da ME ou EPP optante pelo SIMPLES Nacional, ao percentual de referente à menor alíquota prevista nos Anexos I ou II da Lei Complementar nº 123/06. No caso de redução concedida pelo Estado ou Distrito Federal nos termos do 20 do art. 18 da Lei Complementar nº 123/06, a alíquota para efeito de cálculo do crédito será aquela considerando a respectiva redução Não transfere crédito ao adquirente A ME ou EPP optante pelo SIMPLES Nacional não poderá consignar no documento fiscal a expressão mencionada no subitem desta matéria, ou caso já consignada, deverá inutilizá-la, quando: a) a ME ou EPP estiver sujeita à tributação do no SIMPLES Nacional por valores fixos mensais; b) tratar-se de operação de venda ou revenda de mercadorias em que o não é devido pelo SIMPLES Nacional; c) houver isenção estabelecida pelo Estado ou Distrito Federal nos termos do 20 do art. 18 da Lei Complementar nº 123/06, que abranja a faixa de receita bruta a que a ME ou EPP estiver sujeita no mês da operação; d) a operação for imune ao ; e) a ME ou EPP considerar, por opção, que a base de cálculo sobre a qual serão calculados os valores devidos no SIMPLES Nacional será representada pela receita recebida no mês, na forma da Resolução CGSN nº 38/08. f) tratar-se de prestação de serviço de comunicação, de transporte interestadual ou de transporte intermunicipal Vedação do crédito ao destinatário O adquirente da mercadoria não poderá se creditar do consignado em nota fiscal emitida por ME ou EPP optante pelo SIMPLES Nacional, de que trata o art. 2º-A da Resolução CGSN nº 38/08, quando: a) a alíquota não for informada na nota fiscal; b) a mercadoria adquirida não se destinar à comercialização ou industrialização; c) a operação enquadrar-se em situações previstas nas alíneas a a f do subitem anteriormente mencionado. Na hipótese de utilização de crédito de forma indevida ou a maior, o destinatário da operação estornará o crédito respectivo em conformidade com o estabelecido na legislação de cada ente, sem prejuízo de eventuais sanções ao emitente nos termos da legislação do SIMPLES Nacional. Setembro 4 a semana N o 39/09 17
126 MS/MT/RO/AC Manual de Procedimentos Na hipótese de concessão pelo Estado ou Distrito Federal às pessoas jurídicas e àquelas a elas equiparadas pela legislação tributária, não optantes pelo SIMPLES Nacional, de crédito correspondente ao incidente sobre os insumos utilizados nas mercadorias adquiridas de indústria optante pelo SIMPLES Nacional, nos termos do 5º do art. 23 da Lei Complementar nº 123/06 deverão ser observadas as disposições estabelecidas unilateralmente pelo ente federativo instituidor. JURISPRUDÊNCIA E OUTROS TRIBUNAL ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO DE RONDÔNIA (TATE-RO) PAGAMENTO DO IMPOSTO COM CHEQUES SEM PROVISÃO DE FUNDOS Processo: nº Recurso: de Ofício nº 241/05 Acórdão: nº 149/09/1ª Câmara/TATE/SEFIN Ementa Antecipação Pagamento do Imposto com Cheques sem Provisão de Fundos. Correta é a decisão monocrática que julgou improcedente o crédito tributário baseado no pressuposto de que o sujeito passivo efetuou pagamento do imposto através de cheques sem provisão de fundos, quando ficar comprovado nos autos que o contribuinte efetuou corretamente o pagamento do através DARE, antes da autuação, recolhimento este efetuado na Rede Bancária de seu domicílio, conforme se observa os documentos de fls. 05 e 06 do PAT. Ação fiscal improcedente. Recurso Oficial Desprovido. Decisão Unânime. CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS Formação de Consórcio pelas Empresas Optantes pelo SIMPLES Nacional As empresas optantes pelo SIMPLES Nacional podem constituir consórcio simples? Qual a norma aplicável? As Microempresas e as Empresas de Pequeno Porte optantes pelo SIMPLES Nacional poderão constituir consórcio simples, por tempo indeterminado, tendo como objeto a compra e venda de bens e serviços para os mercados nacional e internacional. A Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte não poderão participar simultaneamente de mais de um consórcio simples. O consórcio simples não poderá ser concomitantemente de venda e de compra, salvo no caso de compra de insumos para industrialização. Aplica-se ao caso o art. 56 da Lei Complementar nº 123, de 14/12/2006 e o Decreto nº 6.451/09. Base legal: citada no texto. 18 N o 39/09 Setembro 4 a semana
127 Manual de Procedimentos AC MS/MT/RO/AC Cadastro de Produtor Rural 1. Introdução 2. Cadastro de Produtor Rural 2.1. Documentos necessários para cadastro 3. Revalidação da Inscrição Estadual 4. Crédito do Produtor Rural 5. Área Rural que Abrange mais de um Município SUMÁRIO 1. Introdução A pessoa física ou jurídica que exerça atividade de produtor, seja proprietário, usufrutuário, arrendatário ou possuidor, a qualquer título, de imóvel rural, deverá individualmente inscrever-se como contribuinte na repartição fazendária da situação do imóvel, por meio do preenchimento e entrega do formulário Declaração de Produtor Rural, conforme o modelo aprovado pela SEFAZ. 2. Cadastro de Produtor Rural Para fins de cadastramento, os imóveis do produtor situados no mesmo município, serão considerados como estabelecimento único, devendo ser objeto de declaração conjunta, recebendo um só numero de inscrição. Na hipótese de ser exercido paralelamente, em um mesmo estabelecimento produtor, atividade industrial ou comercial, será obrigatória a inscrição para cada atividade Documentos necessários para cadastro São documentos necessários para inscrição de Produtor Rural: a) formulário Declaração de Produtor Rural, devidamente preenchido; b) prova de inscrição no INCRA; c) prova de inscrição no CPF ou CGC, se pessoa física ou jurídica; d) prova da propriedade ou da existência de documento que atribua a posse ou a exploração do imóvel; e) prova de recolhimento da taxa de expediente devida pela inscrição de contribuinte. Após o recebimento do documento referido na letra a deste subitem e verificado a exatidão dos demais, será fornecida ao produtor a ficha de inscrição. 3. Revalidação da Inscrição Estadual O produtor cadastrado deverá revalidar anualmente a sua inscrição, mediante a entrega do formulário Declaração do Produtor Rural. A falta de revalidação da inscrição do produtor, implica para os efeitos legais, no cancelamento ex-ofício da referida inscrição. Setembro 4 a semana N o 39/09 19
128 MS/MT/RO/AC Manual de Procedimentos 4. Crédito do Produtor Rural O produtor rural entregará à repartição fiscal, a que estiver subordinado, todos os documentos que possam gerar crédito do, os quais serão relacionados em impressos próprios, sob pena de não lhe ser permitido o aproveitamento posterior, quando for o caso. 5. Área Rural que Abrange mais de um Município Para efeito do cadastramento o imóvel rural cuja área abrange mais de um Município, será cadastrado naquele em que se encontrar a sede e inexistente esta, naquele onde estiver a maior área. Se o imóvel se estender a outro Estado, o produtor promoverá o seu cadastramento relativamente à área situada em território acreano, ainda que, a maior parte da área do imóvel ou sua sede se encontre no Estado limítrofe. Base legal: arts. 110 a 114 do Decreto nº 8/98 R-AC. CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS Serviço de Transporte de Pessoas Para efeito da legislação estadual o que constitui serviço de transporte de pessoas? Constitui serviço de transporte de pessoas aquele efetuado mediante preço, percurso, horário pré-fixado ou não, assim como qualquer outra forma contratual por autônomo, particular ou empresa transportadora. Base legal: art. 324 do R-AC/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
129 Manual de Procedimentos MS/MT/RO/AC Consignação Mercantil SUMÁRIO 1. Introdução 2. Remessa 2.1. Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) 3. Reajuste de Preço 3.1. Providências do consignante 3.2. Providência do consignatário 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação 4.1. Providências do consignante 4.2. Providências do consignatário 5. Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil 1. Introdução Nesta oportunidade, comentaremos sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil, segundo o art. 423 e seguintes do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº 4.544/ Remessa Por ocasião das saídas dos produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil: a) o consignante emitirá nota fiscal com destaque do imposto, se devido, indicando como natureza da operação: Remessa em Consignação ; e b) o consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) São os seguintes Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP) a serem utilizados na operação de consignação mercantil: a) Saídas: 5.113/6.113 Vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação mercantil; 5.114/6.114 Vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil; 5.115/6.115 Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. b) Entradas: 1.917/2.917 Entradas de mercadorias recebidas a título de consignação mercantil; 1.113/2.113 Compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. 3. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 3.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal complementar, com destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Reajuste de Preço do Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o valor do reajuste Providência do consignatário O consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação Quando da venda do produto remetido a título de consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 4.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal sem destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Venda ; b) o valor da operação, que será aquele correspondente ao preço do produto efetivamente vendido, neste incluído, quando for o caso, o valor relativo ao reajuste do preço; Setembro 4 a semana N o 39/09 21
130 MS/MT/RO/AC Manual de Procedimentos c) a expressão Simples Faturamento de Mercadoria em Consignação NF nº..., de.../.../... (e, se for o caso) Reajuste de Preço NF nº..., de.../.../ Providências do consignatário O consignatário deverá: a) emitir nota fiscal, indicando como natureza da operação: Venda de Mercadoria Recebida em Consignação ; e b) escriturar a nota fiscal de que trata a letra a no Livro Registro de Entradas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Compra em Consignação NF nº..., de.../.../.... O consignante escriturará a nota fiscal a que se refere a letra a do subtópico 4.1, no Livro Registro de Saídas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Venda em Consignação NF nº..., de.../.../ Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil Na devolução de produto remetido em consignação mercantil: a) o consignatário emitirá nota fiscal indicando: a.1) a natureza da operação: Devolução de Produto Recebido em Consignação ; a.2) o valor do produto efetivamente devolvido, sobre o qual foi pago o imposto; a.3) o valor do imposto, destacado por ocasião da remessa em consignação; e a.4) a expressão: Devolução (Parcial ou Total, conforme o caso) de Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o consignante escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas, creditando-se do valor do imposto de acordo com os arts. 169 e 170 do R/02. Base legal: citada no texto. COMEX ADUANEIRAS O Bom-Senso e o Crédito Documentário Angelo Luiz Lunardi Não é só de UCP 600 que se faz um Crédito Documentário: é indispensável muito senso comum experiência do dia a dia. Bom-Senso e senso comum quase que se fundem. Semelhantemente parece pensar a CCI em suas Commonsense Rules e seu Guide to Documentary Operations. O Crédito Documentário completa, com êxito, um compromisso comercialmente aceitável entre interesses conflitantes de comprador e vendedor, unindo um prazo de pagamento das mercadorias com o prazo de sua entrega. Ele faz isso, no entanto, contra documentos que representam as mercadorias em vez de contra as próprias mercadorias. 22 N o 39/09 Setembro 4 a semana
131 Manual de Procedimentos MS/MT/RO/AC Um Crédito compromisso irrevogável de um banco (e, quando necessário, sendo confirmado) pode ser um excelente instrumento de pagamento. Também, quando são exigidos documentos apropriados, e desde que se possa depositar confiança na integridade do vendedor, ele pode ser um meio efetivo de se obter a entrega das mercadorias. Não obstante, ele é um instrumento de precisão e assim deve ser tratado por todos os interessados. Ambos, comprador e vendedor, devem observar certas regras de bom-senso. Comprador Primeira Regra Suas instruções ao emitente devem ser claras, corretas e precisas, livres de excessivo detalhamento. Não pode ser esperado que o banco adivinhe o que ele quer; tampouco pode o banco avaliar especificações complexas e, frequentemente, técnicas. Segunda Regra A finalidade do crédito é de pagar por sua compra e não de policiar a transação comercial. Seus termos e condições, bem como os documentos exigidos, devem, portanto, estar de acordo com o contrato de compra e venda das mercadorias ou serviços ao qual o crédito pode estar baseado, muito embora tais contratos não se refiram aos bancos. Terceira Regra Qualquer exame das mercadorias, antes ou no momento do embarque, deve ser evidenciado, sempre, por um documento. A natureza precisa, o seu emitente, bem como os dados de tal documento devem estar declarados no crédito. Quarta Regra O crédito não deve exigir documentos que o vendedor não pode fornecer, nem estabelecer condições que ele não pode satisfazer. Vendedor Primeira Regra Embora um tempo considerável possa decorrer entre o aviso (recebimento) do crédito e a sua utilização, ele não deve demorar para analisá-lo e solicitar ao comprador as emendas necessárias, quando for o caso. Segunda Regra Ele deve convencer-se de que os termos, as condições e os documentos exigidos estão de acordo com o contrato de venda, embora os bancos não façam parte de tais contratos. O exame dos documentos levará em consideração somente os termos do crédito e de quaisquer emendas já aceitas, bem como a UCP e a ISBP. Terceira Regra Quando for o momento de apresentar os documentos, ele deve: 1º apresentar os documentos solicitados exatamente como exigidos pelo crédito (os documentos devem estar em conformidade com os termos e condições do crédito e, em sua face, não podem ser conflitantes entre si); 2º apresentar os documentos ao banco tão rapidamente quanto possível e, em todos os casos, dentro da validade do crédito e, dentro do prazo, após a data do embarque ou de emissão do documento de transporte, conforme o caso, e sempre observando as disposições do art. 14 da UCP 600. Quarta Regra Ele precisa lembrar-se que o não cumprimento dos termos do crédito ou irregularidades nos documentos discrepâncias levam o banco a recusar a documentação. Comprador e Vendedor É, portanto, importante para todas as partes no crédito, saber, precisamente, que documentos são solicitados e quais são os seus termos e condições. E, finalizando, um alerta: fazer operações com Crédito Documentário sem conhecer profundamente os seus mecanismos é como portar uma arma sem saber manuseá-la: ela pode ser utilizada contra você! Setembro 4 a semana N o 39/09 23
132 MS/MT/RO/AC Manual de Procedimentos LEGISLAÇÃO FEDERAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. ATO COTEPE/PMPF Nº 17, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Sinopse: O Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 aprova o Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) de combustíveis para vigorar a partir de 16/09/2009. DESPACHO CONFAZ Nº 303, DE 03/09/2009 DOU de 08/09/2009 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 303/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 104 a 111/09. Protocolo nº 104/09 Protocolo nº 105/09 Protocolo nº 106/09 Protocolo nº 107/09 Protocolo nº 108/09 Protocolo nº 109/09 Protocolo nº 110/09 Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bebidas quentes. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. DESPACHO CONFAZ Nº 315, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 PROTOCOLO Nº 111, DE 31/08/2009 DOU de 08/09/2009 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 315/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 112 e 113/09. PROTOCOLOS NºS 104 A 110, DE 10/08/2009 DOU de 08/09/2009 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Sinopse: Os Protocolos nºs 104 a 110/09 aprovaram vários assuntos relacionados com as operações sujeitas ao regime de substituição tributária. A seguir um resumo dos citados atos: Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Sinopse: O Protocolo nº 111/09 dispõe sobre a cessão, sem ônus, pelo Estado de Santa Catarina, de cópia do Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF), de sua propriedade, para ser exclusivamente utilizado e aperfeiçoado pelo Estado do Espírito Santo. PROTOCOLO Nº 112, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Sinopse: O Protocolo nº 112/09 altera o Protocolo nº 10/07, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. 24 N o 39/09 Setembro 4 a semana
133 Manual de Procedimentos MS/MT/RO/AC PROTOCOLO Nº 113, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 316, DE 18/08/2009 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Sinopse: O Protocolo nº 113/09 altera o Protocolo nº 68/07, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Importação DECRETO Nº 6.956, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Sinopse: O Decreto nº 6.956/09 regulamenta o disposto na Lei nº , de 08/01/2009, que institui o Regime de Tributação Unificada (RTU) na importação, por via terrestre, de mercadorias procedentes do Paraguai. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 322, DE 20/08/2009 Importação Regime Aduaneiro Sinopse: A Solução de Consulta nº 322/09 esclarece que só está amparada pelo RECOF a importação feita diretamente por empresa habilitada no regime, o que não é o caso das importações por encomenda ou por conta e ordem realizadas via trading company não habilitada no RECOF. PORTARIA SECEX Nº 27, DE 10/09/2009 Importação/Exportação Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Sinopse: A Portaria SECEX nº 27/09 altera a Portaria SECEX nº 25, de 27/11/2008, que dispõe sobre as operações de comércio exterior e revoga as portarias que menciona. Imposto de Importação Equipamentos Aeroportuários Isenção Sinopse: A Solução de Consulta nº 316/09 esclarece que encontra-se revogada a isenção do Imposto de Importação (I.I.) na importação de equipamentos de terra, tais como tratores com dispositivos especiais para manobras de aeronaves e reboques para uso em aeroportos. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 6, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 7, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 9, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Setembro 4 a semana N o 39/09 25
134 MS/MT/RO/AC Manual de Procedimentos ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 12, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 36, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP 14, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP 14/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 37, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 24, DE 09/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 40, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 35, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 41, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
135 Manual de Procedimentos MS/MT/RO/AC ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 42, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SC Nº 79, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 137, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Zona Franca de Manaus PORTARIA INTERMINISTERIAL MDIC/MCT Nº 174, DE 09/09/2009 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Sinopse: A Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 estabelece processo produtivo básico para o produto televisor com tela de plasma. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) RESOLUÇÃO CZPE Nº 5, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Sinopse: A Resolução CZPE nº 5/09 dispõe sobre as atribuições e as responsabilidades das Administradoras das Zonas de Processamento de Exportação. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resoluções do Conselho Revogação RESOLUÇÃO CZPE Nº 7, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: A Resolução CZPE nº 7/09 revoga as Resoluções do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) nºs 10, de 04/01/1990, 15, de 28/09/1993, 17, de 18/03/1994, e 18, de 16/05/1995. Setembro 4 a semana N o 39/09 27
136 PR MANUAL DE Procedimentos 39 Destaques Trabalho que focaliza os aspectos relativos ao controle e à fiscalização do contribuinte. Comentário sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil. Rebeca Pires Márcia Iablonski Sebastião Guedes de Araújo ÍNDICE... 3 Controle e Fiscalização Considerações Circulação de Medicamentos Adquiridos pelo Ministério da Saúde Procedimentos... 5 Consignação Mercantil Jurisprudência e Outros... 6 Secretaria de Estado da Fazenda Conselho Estadual de Contribuintes Pleno Utilização da SELIC no Cálculo dos Juros Consultoria Cenofisco... 7 Cupom Fiscal Nota Fiscal Resumo ISS Serviço de Transporte Local de Recolhimento Comex Aduaneiras... 7 O Bom-Senso e o Crédito Documentário Cenofisco BD Legislação Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia. Acesse e confira agora este benefício. Legislação Federal... 8 Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 continua
137 PR ÍNDICE CONTINUAÇÃO Despacho CONFAZ nº 303/09 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Despacho CONFAZ nº 315/09 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação Protocolos nºs 104 a 110/09 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Protocolo nº 111/09 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Protocolo nº 112/09 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Protocolo nº 113/09 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Importação Decreto nº 6.956/09 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Solução de Consulta nº 322/09 Regime Aduaneiro Importação/Exportação Portaria SECEX nº 27/09 Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Imposto de Importação Solução de Consulta nº 316/09 Equipamentos Aeroportuários Isenção IP I Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 Manual de Procedimentos Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 14/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 Zona Franca de Manaus Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resolução CZPE nº 5/09 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Resolução CZPE nº 7/09 Resoluções do Conselho Revogação Legislação Estadual Norma de Procedimento Fiscal nº 78/09 Taxa de Juros Recolhimento em Atraso Norma de Procedimento Fiscal nº 79/09 Pedido de Utilização e Transferência de Créditos Acumulados Projetos de Investimento Norma de Procedimento Fiscal nº 80/09 Exclusão de Acréscimos Financeiros Vendas a Prazo Norma de Procedimento Fiscal nº 81/09 Café Cru em Grãos Operações Interestaduais 2 N o 39/09 Setembro 4 a semana
138 Manual de Procedimentos PR Controle e Fiscalização Considerações SUMÁRIO 1. Introdução 2. Fiscalização e Orientação Competência 3. Auxílio de Força Policial 4. Fiscalização em Trânsito 5. Livros e Documentos Exibição à Fiscalização 6. Estabelecimentos, Cofres, Arquivos, Veículos e Documentos Fiscalização 7. Extravio de Livros e Documentos Fiscais Comprovação da Operação ou Prestação 8. Documentos Extraviados Procedimentos 9. Levantamento Fiscal 10. Diligências de Fiscalização 1. Introdução Esta matéria aborda os aspectos relativos ao controle e à fiscalização, conforme normas estabelecidas nos arts. 636 a 640 do R-PR, aprovado pelo Decreto nº 1.980/ Fiscalização e Orientação Competência A fiscalização e orientação fiscal relativa ao compete à Secretaria da Fazenda. Os Auditores Fiscais incumbidos de realizar tarefas de fiscalização devem identificar-se por meio de documento de identidade funcional expedido pela Secretaria da Fazenda. 3. Auxílio de Força Policial A autoridade fiscal poderá requisitar o auxílio de força policial quando vítima de embaraço ou desacato no exercício de suas funções, ou quando for necessária a efetivação de medidas acauteladoras de interesse do Fisco, ainda que não se configure fato definido em lei como crime ou contravenção. 4. Fiscalização em Trânsito Até 29/04/2009 era obrigatória a parada de veículos de carga e quaisquer outros veículos, quando transportando bens ou mercadorias, em postos de fiscalização fixos da Secretaria da Fazenda. A partir de 30/04/2009, deixou de ser atividade permanente nos postos fiscais a fiscalização de mercadorias em trânsito. Assim, não há mais obrigatoriedade de parada nos postos para obter carimbo nas vias das notas fiscais, nem para entregar vias dessas notas. Entretanto, poderá ocorrer fiscalização em operações volantes, as quais serão realizadas por Auditores Fiscais da Receita Estadual devidamente identificados. 5. Livros e Documentos Exibição à Fiscalização As pessoas físicas ou jurídicas contribuintes, responsáveis ou intermediários de negócios, sujeitos ao, não poderão escusar-se de exibir à fiscalização os livros e documentos de sua escrituração. Conforme o art. 110, 2º, do R-PR, constituem instrumentos auxiliares de fiscalização os documentos, livros e demais elementos de contabilidade dos contribuintes ou responsáveis pelo recolhimento do. Nota Cenofisco: Conforme a Súmula nº 439 do STF, estão sujeitos à fiscalização tributária ou previdenciária quaisquer livros comerciais, limitado o exame aos pontos objetos de investigação. 6. Estabelecimentos, Cofres, Arquivos, Veículos e Documentos Fiscalização Ao Auditor Fiscal não poderá ser negado o direito de examinar estabelecimentos, depósitos e dependências, cofres, arquivos, inclusive magnéticos ou eletrônicos, veículos e demais meios de transporte, mercadorias, livros, documentos, correspondências e outros efeitos comerciais ou fiscais dos contribuintes e responsáveis definidos no R-PR. No caso de recusa, a fiscalização poderá lacrar os móveis ou depósitos onde possivelmente estejam os documentos, livros e arquivos, inclusive magnéticos ou eletrônicos, lavrando termo desse procedimento, do qual deixará cópia ao recusante, solicitando de imediato à autoridade administrativa a que estiver subordinado providências para que se faça a exibição judicial. Setembro 4 a semana N o 39/09 3
139 PR Manual de Procedimentos 7. Extravio de Livros e Documentos Fiscais Comprovação da Operação ou Prestação Quando ocorrer a perda ou o extravio de livros e/ou demais documentos fiscais, poderá a autoridade fiscal intimar o contribuinte a comprovar o montante das operações e prestações escrituradas, ou que deveriam ter sido escrituradas, nos referidos livros, para efeito de verificação do pagamento do tributo. Caso o contribuinte se recuse a fazer a comprovação, ou não possa fazê-la, bem como nos casos em que a comprovação seja considerada insuficiente, o montante das operações e prestações será arbitrado pela autoridade fiscal, pelos meios ao seu alcance, deduzindo-se, para efeito de apuração da diferença do imposto, os recolhimentos devidamente comprovados pelo contribuinte ou pelos registros da repartição fiscal. 8. Documentos Extraviados Procedimentos Sempre que forem extraviados, perdidos, furtados, roubados ou, por qualquer forma, danificados ou destruídos livros ou documentos fiscais relacionados direta ou indiretamente com o imposto, o contribuinte deverá: a) comunicar o fato por escrito à repartição fiscal a que estiver vinculado, juntando laudo pericial ou certidão da autoridade competente, discriminando as espécies e os números de ordem dos livros ou documentos fiscais, apontando se estes estavam em branco, total ou parcialmente utilizados, indicando os períodos a que se referiam e também o montante (mesmo que aproximado) das operações ou prestações cujo imposto ainda não havia sido pago, se for o caso; b) providenciar a reconstituição da escrituração fiscal, quando possível, em novos livros e, se for o caso, a impressão de novos documentos fiscais, respeitada sempre a sequência da numeração, como se os livros e documentos fiscais perdidos tivessem sido utilizados. 9. Levantamento Fiscal No levantamento fiscal poderão ser usados quaisquer meios indiciários, bem como aplicados coeficientes médios de lucro bruto, ou de valor acrescido e de preços unitários, considerados em cada atividade econômica, observadas a localização e a categoria do estabelecimento. 10. Diligências de Fiscalização A autoridade fiscal que proceder a quaisquer diligências de fiscalização lavrará os termos necessários para que se documente o início do procedimento e fixará prazo máximo para sua conclusão (art. 196 do Código Tributário Nacional). Será também lavrado termo fiscal quando o Agente Fiscal retirar do estabelecimento do contribuinte livros, documentos fiscais e outros papéis relacionados com o imposto. Circulação de Medicamentos Adquiridos pelo Ministério da Saúde Procedimentos Na aquisição direta, pelo Ministério da Saúde, de medicamentos de laboratório farmacêutico em que a entrega deva ser efetuada diretamente em hospitais públicos, fundações públicas, postos de saúde e Secretarias de Saúde, o remetente deverá: a) no faturamento dos medicamentos, emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, com destaque do imposto, se devido, que contenha, além dos demais requisitos previstos na legislação, a indicação: do Ministério da Saúde como destinatário das mercadorias; no campo Informações Complementares, do nome, CNPJ e endereço dos recebedores das mercadorias, bem como do número da nota de empenho. b) na remessa das mercadorias, para acompanhar o trânsito destas até o destinatário, emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, sem destaque do imposto, que contenha, além dos demais requisitos previstos na legislação, a indicação: do estabelecimento informado pelo Ministério da Saúde (destinatário das mercadorias); Remessa por conta e ordem de terceiros (natureza da operação); no campo Informações Complementares, o número da nota fiscal referida a letra a. Base legal: art. 635-A do R-PR. 4 N o 39/09 Setembro 4 a semana
140 Manual de Procedimentos PR Consignação Mercantil SUMÁRIO 1. Introdução 2. Remessa 2.1. Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) 3. Reajuste de Preço 3.1. Providências do consignante 3.2. Providência do consignatário 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação 4.1. Providências do consignante 4.2. Providências do consignatário 5. Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil 1. Introdução Nesta oportunidade, comentaremos sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil, segundo o art. 423 e seguintes do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº 4.544/ Remessa Por ocasião das saídas dos produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil: a) o consignante emitirá nota fiscal com destaque do imposto, se devido, indicando como natureza da operação: Remessa em Consignação ; e b) o consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) São os seguintes Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP) a serem utilizados na operação de consignação mercantil: a) Saídas: 5.113/6.113 Vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação mercantil; 5.114/6.114 Vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil; 5.115/6.115 Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. b) Entradas: 1.917/2.917 Entradas de mercadorias recebidas a título de consignação mercantil; 1.113/2.113 Compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. 3. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 3.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal complementar, com destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Reajuste de Preço do Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o valor do reajuste Providência do consignatário O consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação Quando da venda do produto remetido a título de consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 4.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal sem destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Venda ; Setembro 4 a semana N o 39/09 5
141 PR Manual de Procedimentos b) o valor da operação, que será aquele correspondente ao preço do produto efetivamente vendido, neste incluído, quando for o caso, o valor relativo ao reajuste do preço; c) a expressão Simples Faturamento de Mercadoria em Consignação NF nº..., de.../.../... (e, se for o caso) Reajuste de Preço NF nº..., de.../.../ Providências do consignatário O consignatário deverá: a) emitir nota fiscal, indicando como natureza da operação: Venda de Mercadoria Recebida em Consignação ; e b) escriturar a nota fiscal de que trata a letra a no Livro Registro de Entradas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Compra em Consignação NF nº..., de.../.../.... O consignante escriturará a nota fiscal a que se refere a letra a do subtópico 4.1, no Livro Registro de Saídas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Venda em Consignação NF nº..., de.../.../ Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil Na devolução de produto remetido em consignação mercantil: a) o consignatário emitirá nota fiscal indicando: a.1) a natureza da operação: Devolução de Produto Recebido em Consignação ; a.2) o valor do produto efetivamente devolvido, sobre o qual foi pago o imposto; a.3) o valor do imposto, destacado por ocasião da remessa em consignação; e a.4) a expressão: Devolução (Parcial ou Total, conforme o caso) de Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o consignante escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas, creditando-se do valor do imposto de acordo com os arts. 169 e 170 do R/02. Base legal: citada no texto. JURISPRUDÊNCIA E OUTROS SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA CONSELHO ESTADUAL DE CONTRIBUINTES PLENO UTILIZAÇÃO DA SELIC NO CÁLCULO DOS JUROS Acórdão...: 2243/2008 Pleno P.A.F...: Data Publicação: 05/01/2009 Data Circulação: 19/01/2009 Num. D.O.E...: 7882 A cobrança de juros calculados pelos percentuais da SELIC está prevista no art. 38 da Lei nº /1996, tendo sido reconhecida sua utilização em matéria tributária pelos tribunais superiores. Ademais, afastada a aplicação da correção monetária, quando exigida cumulativamente com a SELIC, por conta do disposto na Lei nº /2007. Recurso de Reconsideração da Fazenda provido por unanimidade. Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Vogais do Pleno do CCRF, Wilson Thiesen, Homero de Arruda Córdova, Everton Calamucci, Jorge Naoto Okido, Gilberto Gilberti, Rose Mairie Rodriguez Heidemann, Cláudia de Souza Arzua, Maristela Deggerone, Lídio Franco Samways e Gilberto Calixto, acompanhando o voto da Relatora, em dar provimento ao Recurso de Reconsideração da Fazenda por decisão unânime. Moacir José Soares Presidente Cleonice Stefani Salvador Relator 6 N o 39/09 Setembro 4 a semana
142 Manual de Procedimentos PR CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS Cupom Fiscal Nota Fiscal Resumo É possível emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, para resumo dos cupons fiscais emitidos por ECF? A legislação somente permite a emissão de Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, pelo estabelecimento varejista de combustível, para fins de resumo das saídas acobertadas por cupom fiscal. A nota fiscal resumo relativa aos fornecimentos efetuados para um mesmo adquirente deverá englobar todas as saídas acobertadas por cupom fiscal realizadas em período que não exceda ao de apuração do. A nota fiscal será individualizada por tipo de combustível e deverá conter o número dos cupons fiscais agrupados por placas de veículos e dos ECFs que os emitiram. Também é necessário fazer constar, além dos demais requisitos exigidos na legislação, a expressão Procedimento autorizado art. 635-I do R/08. Base legal: art. 635-I do R-PR. ISS Serviço de Transporte Local de Recolhimento Para qual Município deverá ser recolhido o ISS no caso da prestação de serviço de transporte de que trata o subitem da lista de serviços anexa à Lei Complementar nº 116/03? Primeiramente, transcrevemos o subitem da lista de serviços: Serviços de transporte de natureza municipal. O serviço de transporte de natureza municipal é aquele que tem início e término dentro dos limites do Município, daí ser chamado intramunicipal. Conforme o art. 3º, XIX, da Lei Complementar nº 116/03, o ISS é devido no Município onde o serviço de transporte é prestado. Base legal: citada no texto. COMEX ADUANEIRAS O Bom-Senso e o Crédito Documentário Angelo Luiz Lunardi Não é só de UCP 600 que se faz um Crédito Documentário: é indispensável muito senso comum experiência do dia a dia. Bom-senso e senso comum quase que se fundem. Semelhantemente parece pensar a CCI em suas Commonsense Rules e seu Guide to Documentary Operations. O Crédito Documentário completa, com êxito, um compromisso comercialmente aceitável entre interesses conflitantes de comprador e vendedor, unindo um prazo de pagamento das mercadorias com o prazo de sua entrega. Ele faz isso, no entanto, contra documentos que representam as mercadorias em vez de contra as próprias mercadorias. Um Crédito compromisso irrevogável de um banco (e, quando necessário, sendo confirmado) pode ser um excelente instrumento de pagamento. Também, quando são exigidos documentos apropriados, e desde que se possa depositar confiança na integridade do vendedor, ele pode ser um meio efetivo de se obter a entrega das mercadorias. Não obstante, ele é um instrumento de precisão e assim deve ser tratado por todos os interessados. Ambos, comprador e vendedor, devem observar certas regras de bom-senso. Comprador Primeira Regra Suas instruções ao emitente devem ser claras, corretas e precisas, livres de excessivo detalhamento. Não pode ser esperado que o banco adivinhe o que ele quer; tampouco pode o banco avaliar especificações complexas e, frequentemente, técnicas. Segunda Regra A finalidade do crédito é de pagar por sua compra e não de policiar a transação comercial. Seus termos e condições, bem como os documentos exigidos, devem, portanto, Setembro 4 a semana N o 39/09 7
143 PR Manual de Procedimentos estar de acordo com o contrato de compra e venda das mercadorias ou serviços ao qual o crédito pode estar baseado, muito embora tais contratos não se refiram aos bancos. Terceira Regra Qualquer exame das mercadorias, antes ou no momento do embarque, deve ser evidenciado, sempre, por um documento. A natureza precisa, o seu emitente, bem como os dados de tal documento devem estar declarados no crédito. Quarta Regra O crédito não deve exigir documentos que o vendedor não pode fornecer, nem estabelecer condições que ele não pode satisfazer. Vendedor Primeira Regra Embora um tempo considerável possa decorrer entre o aviso (recebimento) do crédito e a sua utilização, ele não deve demorar para analisá-lo e solicitar ao comprador as emendas necessárias, quando for o caso. Segunda Regra Ele deve convencer-se de que os termos, as condições e os documentos exigidos estão de acordo com o contrato de venda, embora os bancos não façam parte de tais contratos. O exame dos documentos levará em consideração somente os termos do crédito e de quaisquer emendas já aceitas, bem como a UCP e a ISBP. Terceira Regra Quando for o momento de apresentar os documentos, ele deve: 1º. apresentar os documentos solicitados exatamente como exigidos pelo crédito (os documentos devem estar em conformidade com os termos e condições do crédito e, em sua face, não podem ser conflitantes entre si); 2º. apresentar os documentos ao banco tão rapidamente quanto possível e, em todos os casos, dentro da validade do crédito e, dentro do prazo, após a data do embarque ou de emissão do documento de transporte, conforme o caso, e sempre observando as disposições do art. 14 da UCP 600. Quarta Regra Ele precisa lembrar-se que o não cumprimento dos termos do crédito ou irregularidades nos documentos discrepâncias levam o banco a recusar a documentação. Comprador e Vendedor É, portanto, importante para todas as partes no crédito, saber, precisamente, que documentos são solicitados e quais são os seus termos e condições. E, finalizando, um alerta: fazer operações com Crédito Documentário sem conhecer profundamente os seus mecanismos é como portar uma arma sem saber manuseá-la: ela pode ser utilizada contra você! LEGISLAÇÃO FEDERAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. ATO COTEPE/PMPF Nº 17, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Sinopse: O Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 aprova o Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) de combustíveis para vigorar a partir de 16/09/2009. DESPACHO CONFAZ Nº 315, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 315/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 112 e 113/09. DESPACHO CONFAZ Nº 303, DE 03/09/2009 DOU de 08/09/2009 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 303/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 104 a 111/09. PROTOCOLOS NºS 104 A 110, DE 10/08/2009 DOU de 08/09/2009 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Sinopse: Os Protocolos nºs 104 a 110/09 aprovaram vários assuntos relacionados com as operações sujeitas ao 8 N o 39/09 Setembro 4 a semana
144 Manual de Procedimentos PR regime de substituição tributária. A seguir um resumo dos citados atos: PROTOCOLO Nº 113, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolo nº 104/09 Protocolo nº 105/09 Protocolo nº 106/09 Protocolo nº 107/09 Protocolo nº 108/09 Protocolo nº 109/09 Protocolo nº 110/09 Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bebidas quentes. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Sinopse: O Protocolo nº 113/09 altera o Protocolo nº 68/07, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Importação DECRETO Nº 6.956, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Sinopse: O Decreto nº 6.956/09 regulamenta o disposto na Lei nº , de 08/01/2009, que institui o Regime de Tributação Unificada (RTU) na importação, por via terrestre, de mercadorias procedentes do Paraguai. PROTOCOLO Nº 111, DE 31/08/2009 DOU de 08/09/2009 SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 322, DE 20/08/2009 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Sinopse: O Protocolo nº 111/09 dispõe sobre a cessão, sem ônus, pelo Estado de Santa Catarina, de cópia do Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF), de sua propriedade, para ser exclusivamente utilizado e aperfeiçoado pelo Estado do Espírito Santo. Importação Regime Aduaneiro Sinopse: A Solução de Consulta nº 322/09 esclarece que só está amparada pelo RECOF a importação feita diretamente por empresa habilitada no regime, o que não é o caso das importações por encomenda ou por conta e ordem realizadas via trading company não habilitada no RECOF. PROTOCOLO Nº 112, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Sinopse: O Protocolo nº 112/09 altera o Protocolo nº 10/07, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. PORTARIA SECEX Nº 27, DE 10/09/2009 Importação/Exportação Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Sinopse: A Portaria SECEX nº 27/09 altera a Portaria SECEX nº 25, de 27/11/2008, que dispõe sobre as operações de comércio exterior e revoga as portarias que menciona. Setembro 4 a semana N o 39/09 9
145 PR Manual de Procedimentos SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 316, DE 18/08/2009 Imposto de Importação Equipamentos Aeroportuários Isenção Sinopse: A Solução de Consulta nº 316/09 esclarece que encontra-se revogada a isenção do Imposto de Importação (I.I.) na importação de equipamentos de terra, tais como tratores com dispositivos especiais para manobras de aeronaves e reboques para uso em aeroportos. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 12, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 6, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP 14, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP 14/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 7, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 24, DE 09/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 9, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 35, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
146 Manual de Procedimentos PR ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 36, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 37, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 40, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 41, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 42, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Setembro 4 a semana N o 39/09 11
147 PR Manual de Procedimentos ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SC Nº 79, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 137, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Zona Franca de Manaus PORTARIA INTERMINISTERIAL MDIC/MCT Nº 174, DE 09/09/2009 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Sinopse: A Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 estabelece processo produtivo básico para o produto televisor com tela de plasma. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) RESOLUÇÃO CZPE Nº 5, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Sinopse: A Resolução CZPE nº 5/09 dispõe sobre as atribuições e as responsabilidades das Administradoras das Zonas de Processamento de Exportação. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resoluções do Conselho Revogação RESOLUÇÃO CZPE Nº 7, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: A Resolução CZPE nº 7/09 revoga as Resoluções do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) nºs 10, de 04/01/1990, 15, de 28/09/1993, 17, de 18/03/1994, e 18, de 16/05/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
148 Manual de Procedimentos PR LEGISLAÇÃO ESTADUAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. NORMA DE PROCEDIMENTO FISCAL Nº 78, DE 31/08/2009 DOE-PR de 03/09/2009 NORMA DE PROCEDIMENTO FISCAL Nº 80, DE 01/09/2009 DOE-PR de 04/09/2009 Taxa de Juros Recolhimento em Atraso Sinopse: A Norma de Procedimento Fiscal nº 78/09 divulga a taxa de juros incidente no recolhimento de créditos tributários em atraso. NORMA DE PROCEDIMENTO FISCAL Nº 79, DE 31/08/2009 DOE-PR de 08/09/2009 Pedido de Utilização e Transferência de Créditos Acumulados Projetos de Investimento Sinopse: A Norma de Procedimento Fiscal nº 79/09 estabelece os procedimentos para efetuar pedido de utilização e transferência de créditos acumulados em projetos de investimento. Exclusão de Acréscimos Financeiros Vendas a Prazo Sinopse: A Norma de Procedimento Fiscal nº 80/09 fixa os percentuais para fins de exclusão dos acréscimos financeiros cobrados nas vendas a prazo realizadas por estabelecimento varejista para consumidor final pessoa física. NORMA DE PROCEDIMENTO FISCAL Nº 81, DE 01/09/2009 DOE-PR de 03/09/2009 Café Cru em Grãos Operações Interestaduais Sinopse: A Norma de Procedimento Fiscal nº 81/09 divulga a tabela de valores por saca de café cru em grãos para cobrança de crédito do nas operações interestaduais. Setembro 4 a semana N o 39/09 13
149 RJ MANUAL DE Procedimentos 39 Destaques Trabalho que aborda a possibilidade de extinção total ou parcial das multas reclamadas em auto de infração mediante compensação do valor de aquisição de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), conforme tratado pela Resolução SEFAZ nº 230/09. Comentário sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil. ISS Competência para legislar sobre benefícios de isenção ou anistia fiscal. Jorge Lobão Monalise Bayram de Souza Rodrigo José de Almeida Sebastião Guedes de Araújo ÍNDICE... 3 Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) Falta de Utilização Extinção Total ou Parcial das Multas SIMPLES Nacional Novas Regras para Cálculo do Devido sobre o Estoque... 5 Consignação Mercantil ISSQN Município do Rio de Janeiro... 7 Isenção Competência Jurisprudência e Outros... 7 Conselho de Contribuintes do Estado do Rio de Janeiro Base de Cálculo Venda de Mercadorias com Instalação dos Equipamentos Exclusão da Autuação dos Valores Correspondentes aos Serviços de Treinamento Recurso Parcialmente Provido Conselho de Contribuintes do Município do Rio de Janeiro ISS Sociedade Uniprofissional Comprovado o Enquadramento, Assegurar o Tratamento Privilegiado para Fins de Incidência do ISS de que Trata o Art. 29 da Lei nº 691/84 Cenofisco BD Legislação Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia. Acesse e confira agora este benefício. Consultoria Cenofisco... 8 SIMPLES Nacional Escrituração do Livro Registro de Entradas pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte ISS Autônomo Emissão de RPA Base de Cálculo continua
150 RJ ÍNDICE CONTINUAÇÃO Comex Aduaneiras... 9 O Bom-Senso e o Crédito Documentário Legislação Federal Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Despacho CONFAZ nº 303/09 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Despacho CONFAZ nº 315/09 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação Protocolos nºs 104 a 110/09 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Protocolo nº 111/09 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Protocolo nº 112/09 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Protocolo nº 113/09 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Importação Decreto nº 6.956/09 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Solução de Consulta nº 322/09 Regime Aduaneiro Importação/Exportação Portaria SECEX nº 27/09 Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Imposto de Importação Solução de Consulta nº 316/09 Equipamentos Aeroportuários Isenção Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 14/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 Manual de Procedimentos Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 Zona Franca de Manaus Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resolução CZPE nº 5/09 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Resolução CZPE nº 7/09 Resoluções do Conselho Revogação Legislação Estadual Lei nº 5.533/09 Cesta Básica Inclusão de Produtos PORTARIA SSER nº 14/09 SIMPLES Nacional Empreendedor Individual Retificação Portaria SSER nº 15/09 SIMPLES Nacional Substituição Tributária Levantamento de Estoque das Novas Mercadorias Disciplina Portaria SSER Nº 15/09 SIMPLES Nacional Substituição Tributária Levantamento de Estoque das Novas Mercadorias Retificação Portaria ST nº 595/09 Café Cru Operações Interestaduais Base de Cálculo Valores para o Período de 07/09 a 13/09/2009 Portaria ST nº 596, de 10/09/2009 Café Cru Operações Interestaduais Base de Cálculo Valores para o Período de 14/09 a 20/09/2009 Resolução SEFAZ nº 228/09 Avaliação Periódica do Comportamento da Arrecadação e Coleta de Informações Junto a Contribuintes Disciplina Resolução SEFAZ nº 229/09 SIMPLES Nacional Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Escrituração do Livro Registro de Entradas Disciplina Resolução SEFAZ nº 230/09 Falta de Utilização do Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) Extinção Total ou Parcial de Multas Disciplina 2 N o 39/09 Setembro 4 a semana
151 Manual de Procedimentos RJ Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) Falta de Utilização Extinção Total ou Parcial das Multas SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Obrigatoriedade de Uso do Emissor de Cupom Fiscal (ECF) 2.1. Inaplicabilidade 3. Impossibilidade de Emissão do Documento Fiscal pelo Emissor de Cupom Fiscal (ECF) 4. Não Obrigatoriedade de Uso do Emissor de Cupom Fiscal (ECF) 5. Extinção Total ou Parcial da Penalidade 6. Requisitos para a Extinção da Penalidade 7. Apresentação do Requerimento 1. Considerações Iniciais Primeiramente cabe esclarecer que, entende-se como Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) aquele com automação comercial com capacidade de emitir documentos fiscais e realizar controles de natureza fiscal, referentes a operações de circulação de mercadorias ou prestações de serviços. Neste trabalho, abordaremos a possibilidade de extinção total ou parcial de multas reclamadas em auto de infração mediante compensação do valor de aquisição de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), conforme tratado na Resolução SEFAZ nº 230/ Obrigatoriedade de Uso do Emissor de Cupom Fiscal (ECF) É obrigado ao uso de ECF, o estabelecimento que exerça a atividade de venda ou revenda de mercadorias ou bens, o restaurante e estabelecimento similar, ou prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não contribuinte do Inaplicabilidade Existem casos em que não se aplica o uso do ECF. São eles: operação com veículo sujeito a licenciamento por órgão oficial; operação realizada fora do estabelecimento, inclusive as vendas em veículos e as realizadas em feiras e exposições; operação realizada por concessionárias ou permissionárias de serviço público relacionadas com fornecimento de energia e de gás canalizado e com distribuição de água; prestações de serviços de comunicação, serviços de transporte de carga e de valores; quando for solicitada a emissão de Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, ou Nota Fiscal de Produtor, modelo 4, pelo adquirente que, embora inscrito no CADERJ, não seja contribuinte do imposto ou seja órgão público; operação interestadual, quando o estabelecimento emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, por sistema eletrônico de processamento de dados; operação de saída de mercadoria adquirida por passageiro em viagem internacional, contrapagamento em moeda estrangeira conversível, promovida por loja franca autorizada a funcionar por ato da Secretaria da Receita Federal em zona primária de portos e aeroportos alfandegados. 3. Impossibilidade de Emissão do Documento Fiscal pelo Emissor de Cupom Fiscal (ECF) Nos casos fortuitos ou de força maior, tais como: falta de energia elétrica, quebra ou furto do equipamento, em que o contribuinte esteja impossibilitado de emitir pelo ECF o respectivo documento fiscal, será permitida a emissão por qualquer outro meio, inclusive o manual, de Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, ou Bilhete de Passagem, devendo ser anotado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências (RUDFTO), modelo 6: a) motivo e data da ocorrência; b) números, inicial e final, dos documentos emitidos. 4. Não Obrigatoriedade de Uso do Emissor de Cupom Fiscal (ECF) É desobrigado do uso de ECF o contribuinte, pessoa física ou jurídica, com receita bruta anual de até R$ ,00, sem estabelecimento fixo ou permanente que, portando o seu estoque Setembro 4 a semana N o 39/09 3
152 RJ Manual de Procedimentos de mercadorias, com ou sem utilização de veículos, exerça atividade comercial na condição de barraqueiro, ambulante, feirante, mascate, tenda e similares. 5. Extinção Total ou Parcial da Penalidade O contribuinte que não utilizar o ECF, quando obrigado pela legislação fica sujeito a multa prevista no inciso XXXIV do art. 59 da Lei nº 2.657/96. Nota Cenofisco: É considerada como penalidade, o valor da multa reclamada no auto de infração, atualizada monetariamente e acrescida dos juros moratórios devidos na data de apresentação do requerimento tratado no tópico 7 deste trabalho. Porém, o referido contribuinte cujo auto de infração tenha sido lavrado até 23/12/2008, poderá ter a penalidade extinta, total ou parcialmente, até o montante pago na aquisição do respectivo Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), sendo vedada qualquer restituição ou compensação de valores anteriormente pagos, conforme disciplina a Resolução SEFAZ nº 230/09. Nota Cenofisco: Considera-se o montante pago na aquisição do ECF: a) o valor de aquisição do Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), não abrangendo acessórios e programas aplicativos; b) o somatório dos valores de aquisição dos equipamentos Emissores de Cupom Fiscal (ECF) adquiridos para utilização exclusivamente no estabelecimento autuado. Na hipótese de o valor da multa ser: a) superior ao valor do ECF, a diferença deverá ser paga no prazo de até 120 dias contado a partir de 09/09/2009; Nota Cenofisco: O pagamento da multa deverá ser efetuado exclusivamente por meio do Documento de Arrecadação do Estado do Rio de Janeiro (DARJ) emitido pela repartição fiscal da circunscrição do estabelecimento autuado. b) inferior ao valor do ECF, a diferença não será objeto de restituição ou compensação. 6. Requisitos para a Extinção da Penalidade Para que a penalidade seja extinta, é necessário que seja observado o seguinte: a) o equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) deve: a.1) atender aos requisitos definidos no Convênio nº 85/01, e alterações posteriores; a.2) possuir Memória de Fita-Detalhe (MFD); a.3) estar registrado na COTEPE/; e a.4) constar da relação de ECF autorizáveis no Estado do Rio de Janeiro. b) a nota fiscal deve ser emitida em nome do estabelecimento que foi autuado e em que será utilizado, descrevendo o equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), marca, modelo, versão do software básico e número de fabricação. 7. Apresentação do Requerimento Para extinção da multa, é necessário ainda a apresentação pelo contribuinte do requerimento à repartição fiscal de sua circunscrição no prazo mencionado na letra a do tópico 5, acompanhado dos documentos a seguir: a) Nota Fiscal de Aquisição do ECF; b) Certificado de Autorização de Uso de ECF emitido pelo sistema ECF; e c) Cópia do auto de infração relativo ao crédito tributário a ser extinto. SIMPLES Nacional Novas Regras para Cálculo do Devido sobre o Estoque Com a advento do Decreto nº /09, que altera o R-RJ, foram fixadas novas regras a serem observadas no recolhimento do devido no levantamento do estoque de mercadorias na ocasião de ingresso de produtos no regime de substituição tributária. Na nova redação dada ao art. 36 do Livro II do R-RJ, destacamos as seguintes disposições aplicáveis para os optantes do SIMPLES Nacional: a) estes não poderão aproveitar créditos de decorrentes de suas aquisições para abatimento do devido no levantamento do estoque; b) para apuração do devido, a ME ou EPP optante pelo SIMPLES Nacional, deverá aplicar a alíquota prevista para a mercadoria em operações internas somente sobre o valor obtido por meio da aplicação da Margem de Valor Agregado (MVA) prevista no Anexo I do Decreto nº /09 sobre o valor do estoque das referidas mercadorias em 31/08/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
153 Manual de Procedimentos RJ Para uma melhor compreensão e entendimento, exemplificamos a nova sistemática: Cálculo a partir de 02/09/2009 (Decreto nº /09): Saldo do Estoque: R$ ,00 Alíquota interna: 19% MVA: 30% -ST: X 30% = Valor adicionado: X 19% = R$ 570,00 -ST = R$ 570,00 No tocante ao parcelamento, foi mantida a possibilidade de pagamento em até seis parcelas, bem como as regras para a solicitação do parcelamento. Na hipótese de pagamento em cota única, foi esclarecido que o prazo para o referido pagamento será o mesmo fixado para o pagamento de 1ª parcela, na hipótese de pagamento parcelado. Assim, nos termos da Resolução SER nº 213/05, que dispõe sobre o parcelamento de débitos do relativos ao levantamento de estoque para fins de substituição tributária, os prazos são: a) pedido de parcelamento O contribuinte deverá requerer na repartição fiscal, o parcelamento do devido, até 20 dias após a data-limite para efetuar o levantamento de estoque, estabelecida no decreto que determinar a inclusão dos produtos no regime de substituição tributária. b) pagamento O vencimento das parcelas será sempre no dia 20, vencendo a primeira no mês subsequente ao pedido de parcelamento. Diante do exposto, conclui-se: a) 20/09/2009: Data-limite para pedido de parcelamento. b) 20/10/2009: Pagamento do em cota única ou 1ª parcela, na hipótese de pagamento parcelado. Base legal: citada no texto. Consignação Mercantil SUMÁRIO 1. Introdução 2. Remessa 2.1. Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) 3. Reajuste de Preço 3.1. Providências do consignante 3.2. Providência do consignatário 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação 4.1. Providências do consignante 4.2. Providências do consignatário 5. Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil 1. Introdução Nesta oportunidade, comentaremos sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil, segundo o art. 423 e seguintes do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº 4.544/ Remessa Por ocasião das saídas dos produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil: a) o consignante emitirá nota fiscal com destaque do imposto, se devido, indicando como natureza da operação: Remessa em Consignação ; e b) o consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) São os seguintes Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP) a serem utilizados na operação de consignação mercantil: a) Saídas: 5.113/6.113 Vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação mercantil; Setembro 4 a semana N o 39/09 5
154 RJ 1.917/2.917 Entradas de mercadorias recebidas a título de consignação mercantil; 1.113/2.113 Compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. Manual de Procedimentos 4.2. Providências do consignatário O consignatário deverá: a) emitir nota fiscal, indicando como natureza da operação: Venda de Mercadoria Recebida em Consignação ; e 3. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 3.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal complementar, com destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Reajuste de Preço do Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o valor do reajuste Providência do consignatário O consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação Quando da venda do produto remetido a título de consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 4.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal sem destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Venda ; b) o valor da operação, que será aquele correspondente ao preço do produto efetivamente vendido, neste incluído, quando for o caso, o valor relativo ao reajuste do preço; c) a expressão Simples Faturamento de Mercadoria em Consignação NF nº..., de.../.../... (e, se for o caso) Reajuste de Preço NF nº..., de.../.../.... b) escriturar a nota fiscal de que trata a letra a no Livro Registro de Entradas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Compra em Consignação NF nº..., de.../.../.... O consignante escriturará a nota fiscal a que se refere a letra a do subtópico 4.1, no Livro Registro de Saídas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Venda em Consignação NF nº..., de.../.../ Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil Na devolução de produto remetido em consignação mercantil: a) o consignatário emitirá nota fiscal indicando: a.1) a natureza da operação: Devolução de Produto Recebido em Consignação ; a.2) o valor do produto efetivamente devolvido, sobre o qual foi pago o imposto; a.3) o valor do imposto, destacado por ocasião da remessa em consignação; e a.4) a expressão: Devolução (Parcial ou Total, conforme o caso) de Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o consignante escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas, creditando-se do valor do imposto de acordo com os arts. 169 e 170 do R/02. Base legal: citada no texto. T A Tabela de Incidência do T Cenofisco é um produto que permite a obtenção confiável das classificações fiscais de cada produto (NCM e NBM/SH) e das alíquotas de incidência do imposto federal sobre produtos industrializados, de modo prático e rápido. 6 N o 39/09 Setembro 4 a semana
155 Manual de Procedimentos ISSQN MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO RJ Isenção Competência Verifica-se ao longo dos nossos trabalhos a existência de dúvidas sobre quem deve ou não tomar decisões de ordem tributária e em especial sobre a concessão de isenção ou anistia fiscal. A Lei Orgânica, Carta Magna do Município do Rio de Janeiro, estabelece em seu art. 44 que é da competência da Câmara Municipal, que exerce o poder legislativo, os atos que versem sobre o sistema tributário, sua arrecadação e aplicação dos recursos, assim como a concessão de isenções e anistias fiscais, com a sanção do Senhor Prefeito, que exerce o poder Executivo. Dessa forma, não pode o poder executivo, na figura do prefeito, conceder benefício de qualquer ordem. Pode, contudo sim, mandar mensagens à Câmara Municipal com conteúdo dessa natureza, que será convertida em projeto de lei para, e por ela ser apreciado. Veja a seguir o texto da lei Orgânica: Do Poder Legislativo Seção II das Atribuições da Câmara Municipal Art. 44 Cabe à Câmara Municipal, com a sanção do Prefeito, legislar sobre todas as matérias de competência do Município e especialmente sobre: I sistema tributário, arrecadação e aplicação de rendas; V concessão de isenções e anistias fiscais e remissão de dívidas de créditos tributários. JURISPRUDÊNCIA E OUTROS CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO BASE DE CÁLCULO VENDA DE MERCADORIAS COM INSTALAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS EXCLUSÃO DA AUTUAÇÃO DOS VALORES CORRESPONDENTES AOS SERVIÇOS DE TREINAMENTO RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO Decisão proferida na 1.701ª Sessão Ordinária do dia 04/02/2009 Recurso nº: (21.230) Processo nº: E-04/ /1999 Inscrição Estadual: Recorrente: (...) Recorrida: Fazenda Estadual Relator: Conselheiro Eduardo Caetano Garcia Redator: Conselheiro Ronaldo Redenschi Ementa Base de Cálculo Venda de Mercadorias com Instalação dos Equipamentos Recurso Parcialmente Provido Exclusão da Autuação dos Valores Correspondentes aos Serviços de Treinamento. Decisão Por maioria de votos, dado provimento parcial ao recurso, nos termos do voto do Conselheiro Ronaldo Redenschi, designado Redator. Vencidos os Conselheiros Eduardo Caetano Garcia e Rubens Nora Chammas, que negavam provimento, e Antonio Silva Duarte, Ricardo Garcia de Araujo Jorge, Luciana Dornelles do Espírito Santo e Marcello Tournillon Ramos, que davam provimento. Acórdão nº Setembro 4 a semana N o 39/09 7
156 RJ Manual de Procedimentos CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO ISS SOCIEDADE UNIPROFISSIONAL COMPROVADO O ENQUADRAMENTO, ASSEGURAR O TRATAMENTO PRIVILEGIADO PARA FINS DE INCIDÊNCIA DO ISS DE QUE TRATA O ART. 29 DA LEI Nº 691/84 Processo nº 04/ /2004 Acórdão nº Requerente: Fazenda Pública Municipal Requerido: Conselho de Contribuintes do Município do Rio de Janeiro Interessado: (...) Relator: Conselheiro Alfredo Lopes de Souza Junior Representante da Fazenda: Ivan Dalton Ascher Ascheroff Publicação: 01/09/2009 Ementa ISS Sociedade Uniprofissional Reconhecimento Comprovado que a Recorrida atende aos requisitos para enquadrar-se como sociedade uniprofissional de médicos, forçoso é lhe assegurar o tratamento privilegiado para fins de incidência do ISS de que trata o art. 29 da Lei nº 691/84. Pedido de reconsideração da Fazenda indeferido. Decisão por maioria. Imposto sobre Serviços. Decisão Acorda o Conselho de Contribuintes, por maioria, indeferir os pedidos de reconsideração da Fazenda, nos termos do voto vencedor do Conselheiro Relator. Vencidas as Conselheiras Lucia Rosa Dutra Cid Cruz e Vera Lucia Ferreira de Mello Henriques que deferiam os pedidos, nos termos do voto da primeira. Vencido o Conselheiro Fernando da Costa Guimarães que deferia os pedidos, nos temos do seu voto. CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS SIMPLES Nacional Escrituração do Livro Registro de Entradas pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte A Microempresa e a Empresa de Pequeno Porte optante pelo SIMPLES Nacional deve escriturar a coluna Valores Fiscais do livro Registro de Entradas, modelo 1 ou 1-A? Não, de acordo com o art. 1º da Resolução SEFAZ nº 229/09, a Microempresa (ME) e a Empresa de Pequeno Porte (EPP) optante pelo SIMPLES Nacional, de que trata a Lei Complementar nº 123/06, quando contribuinte do, está dispensada da escrituração da coluna Valores Fiscais do livro Registro de Entradas, modelo 1 ou 1-A. Porém, cabe esclarecer que a ME/EPP optante pelo SIMPLES Nacional deverá escriturar normalmente os demais livros fiscais previstos no art. 3º da Resolução CGSN nº 10/07. Base legal: citada no texto. 8 N o 39/09 Setembro 4 a semana
157 Manual de Procedimentos RJ ISS Autônomo Emissão de RPA Base de Cálculo Para o Município do Rio de Janeiro, um profissional autônomo que emita RPA, é contribuinte do ISS? Qual a base legal? Quanto ele recolhe? O Município do Rio de Janeiro concede isenção de ISS para a prestação de serviços de profissionais não estabelecidos, conforme preceitua o art. 5º, inciso XVI, do Decreto nº /91. Por outro lado, o mesmo dispositivo legal, em seu art.16a estabelece a base de cálculo mensal para os autônomos estabelecidos. Dessa forma, se o profissional que emitiu o RPA não for estabelecido, estará isento do ISS, contrário senso, ficará sujeito ao ISS fixo mensal como segue: Para os efeitos do ISS, entende-se por profissional autônomo, todo aquele que fornecer o próprio trabalho, sem vínculo empregatício, com o auxílio de, no máximo, três empregados que não possuam a mesma habilitação profissional do empregador. Para o ano de 2009, a base de cálculo mensal do Imposto Sobre Serviços (ISS) para o profissional autônomo estabelecido é de R$ 2.427,38, a qual se aplicando a alíquota de 2% resulta no imposto a pagar de R$ 48,54 por mês, por atividade constante no cartão de inscrição municipal. O valor devido a cada mês será cobrado em uma única guia trimestral, totalizando R$ 145,62 por trimestre, sendo o vencimento nas datas a seguir relacionadas: Autônomos Localizados Calendário de Pagamentos do ISS para o Exercício de 2009 (Decreto nº , de 12/12/2008) Competência 2009 Vencimento 1º trimestre 07/04/2009 2º trimestre 07/07/2009 3º trimestre 07/10/2009 4º trimestre 08/01/2010 Base legal: citada no texto. COMEX ADUANEIRAS O Bom-Senso e o Crédito Documentário Angelo Luiz Lunardi Não é só de UCP 600 que se faz um Crédito Documentário: é indispensável muito senso comum experiência do dia a dia. Bom-senso e senso comum quase que se fundem. Semelhantemente parece pensar a CCI em suas Commonsense Rules e seu Guide to Documentary Operations. O Crédito Documentário completa, com êxito, um compromisso comercialmente aceitável entre interesses conflitantes de comprador e vendedor, unindo um prazo de pagamento das mercadorias com o prazo de sua entrega. Ele faz isso, no entanto, contra documentos que representam as mercadorias em vez de contra as próprias mercadorias. Um Crédito compromisso irrevogável de um banco (e, quando necessário, sendo confirmado) pode ser um excelente instrumento de pagamento. Também, quando são exigidos documentos apropriados, e desde que se possa depositar confiança na integridade do vendedor, ele pode ser um meio efetivo de se obter a entrega das mercadorias. Não obstante, ele é um instrumento de precisão e assim deve ser tratado por todos os interessados. Ambos, comprador e vendedor, devem observar certas regras de bom-senso. Comprador Primeira Regra Suas instruções ao emitente devem ser claras, corretas e precisas, livres de excessivo detalhamento. Não pode ser esperado que o banco adivinhe o que ele quer; tampouco pode o banco avaliar especificações complexas e, frequentemente, técnicas. Segunda Regra A finalidade do crédito é de pagar por sua compra e não de policiar a transação comercial. Seus termos e condições, bem como os documentos exigidos, devem, portanto, estar de acordo com o contrato de compra e venda das mercadorias ou serviços ao qual o crédito pode estar baseado, muito embora tais contratos não se refiram aos bancos. Terceira Regra Qualquer exame das mercadorias, antes ou no momento do embarque, deve ser evidenciado, sempre, por um documento. A natureza precisa, o seu emitente, bem como os dados de tal documento devem estar declarados no crédito. Setembro 4 a semana N o 39/09 9
158 RJ Manual de Procedimentos Quarta Regra O crédito não deve exigir documentos que o vendedor não pode fornecer, nem estabelecer condições que ele não pode satisfazer. Vendedor Primeira Regra Embora um tempo considerável possa decorrer entre o aviso (recebimento) do crédito e a sua utilização, ele não deve demorar para analisá-lo e solicitar ao comprador as emendas necessárias, quando for o caso. Segunda Regra Ele deve convencer-se de que os termos, as condições e os documentos exigidos estão de acordo com o contrato de venda, embora os bancos não façam parte de tais contratos. O exame dos documentos levará em consideração somente os termos do crédito e de quaisquer emendas já aceitas, bem como a UCP e a ISBP. Terceira Regra Quando for o momento de apresentar os documentos, ele deve: 1º. apresentar os documentos solicitados exatamente como exigidos pelo crédito (os documentos devem estar em conformidade com os termos e condições do crédito e, em sua face, não podem ser conflitantes entre si); 2º. apresentar os documentos ao banco tão rapidamente quanto possível e, em todos os casos, dentro da validade do crédito e, dentro do prazo, após a data do embarque ou de emissão do documento de transporte, conforme o caso, e sempre observando as disposições do art. 14 da UCP 600. Quarta Regra Ele precisa lembrar-se que o não cumprimento dos termos do crédito ou irregularidades nos documentos discrepâncias levam o banco a recusar a documentação. Comprador e Vendedor É, portanto, importante para todas as partes no crédito, saber, precisamente, que documentos são solicitados e quais são os seus termos e condições. E, finalizando, um alerta: fazer operações com Crédito Documentário sem conhecer profundamente os seus mecanismos é como portar uma arma sem saber manuseá-la: ela pode ser utilizada contra você! LEGISLAÇÃO FEDERAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. ATO COTEPE/PMPF Nº 17, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Sinopse: O Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 aprova o Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) de combustíveis para vigorar a partir de 16/09/2009. Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação DESPACHO CONFAZ Nº 303, DE 03/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 303/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 104 a 111/09. Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação DESPACHO CONFAZ Nº 315, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 315/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 112 e 113/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
159 Manual de Procedimentos RJ PROTOCOLOS NºS 104 A 110, DE 10/08/2009 DOU de 08/09/2009 PROTOCOLO Nº 112, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Sinopse: Os Protocolos nºs 104 a 110/09 aprovaram vários assuntos relacionados com as operações sujeitas ao regime de substituição tributária. A seguir um resumo dos citados atos: Protocolo nº 104/09 Protocolo nº 105/09 Protocolo nº 106/09 Protocolo nº 107/09 Protocolo nº 108/09 Protocolo nº 109/09 Protocolo nº 110/09 Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bebidas quentes. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. PROTOCOLO Nº 111, DE 31/08/2009 DOU de 08/09/2009 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Sinopse: O Protocolo nº 111/09 dispõe sobre a cessão, sem ônus, pelo Estado de Santa Catarina, de cópia do Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF), de sua propriedade, para ser exclusivamente utilizado e aperfeiçoado pelo Estado do Espírito Santo. Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Sinopse: O Protocolo nº 112/09 altera o Protocolo nº 10/07, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. PROTOCOLO Nº 113, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Sinopse: O Protocolo nº 113/09 altera o Protocolo nº 68/07, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Importação DECRETO Nº 6.956, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Sinopse: O Decreto nº 6.956/09 regulamenta o disposto na Lei nº , de 08/01/2009, que institui o Regime de Tributação Unificada (RTU) na importação, por via terrestre, de mercadorias procedentes do Paraguai. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 322, DE 20/08/2009 Importação Regime Aduaneiro Sinopse: A Solução de Consulta nº 322/09 esclarece que só está amparada pelo RECOF a importação feita diretamente por empresa habilitada no regime, o que não é o caso das importações por encomenda ou por conta e ordem realizadas via trading company não habilitada no RECOF. Setembro 4 a semana N o 39/09 11
160 RJ Manual de Procedimentos PORTARIA SECEX Nº 27, DE 10/09/2009 Importação/Exportação Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Sinopse: A Portaria SECEX nº 27/09 altera a Portaria SECEX nº 25, de 27/11/2008, que dispõe sobre as operações de comércio exterior e revoga as portarias que menciona. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 316, DE 18/08/2009 Imposto de Importação Equipamentos Aeroportuários Isenção Sinopse: A Solução de Consulta nº 316/09 esclarece que encontra-se revogada a isenção do Imposto de Importação (I.I.) na importação de equipamentos de terra, tais como tratores com dispositivos especiais para manobras de aeronaves e reboques para uso em aeroportos. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 9, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 12, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 6, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP 14, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP 14/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 7, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 24, DE 09/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
161 Manual de Procedimentos RJ ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 35, DE 09/09/2009 ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 41, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 36, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 42, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 37, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SC Nº 79, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 40, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 137, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Setembro 4 a semana N o 39/09 13
162 RJ Manual de Procedimentos PORTARIA INTERMINISTERIAL MDIC/MCT Nº 174, DE 09/09/2009 Zona Franca de Manaus Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Sinopse: A Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 estabelece processo produtivo básico para o produto televisor com tela de plasma. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) RESOLUÇÃO CZPE Nº 5, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Sinopse: A Resolução CZPE nº 5/09 dispõe sobre as atribuições e as responsabilidades das Administradoras das Zonas de Processamento de Exportação. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resoluções do Conselho Revogação RESOLUÇÃO CZPE Nº 7, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: A Resolução CZPE nº 7/09 revoga as Resoluções do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) nºs 10, de 04/01/1990, 15, de 28/09/1993, 17, de 18/03/1994, e 18, de 16/05/1995. LEGISLAÇÃO ESTADUAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. LEI Nº 5.533, DE 02/09/2009 DOE-RJ de 03/09/2009 a Resolução SEFAZ Nº 223/09, que disciplina sobre o empreendedor individual com receita bruta anual de até R$ ,00, optante pelo SIMPLES Nacional. Cesta Básica Inclusão de Produtos Sinopse: A Lei nº 5.533/09 acrescenta dispositivos à Lei nº 4.892/06, que dispõe sobre os produtos que compõem a cesta básica no âmbito do Estado do Rio de Janeiro. PORTARIA SSER Nº 15, DE 04/09/2009 DOE-RJ de 08/09/2009 PORTARIA SSER Nº 14, DE 02/09/2009 DOE-RJ de 04/09/2009, retificada no DOE-RJ de 11/09/2009 SIMPLES Nacional Empreendedor Individual Retificação Sinopse: Foi retificada no DOE-RJ de 11/09/2009 a Portaria SSER nº 14/09, que dá normas complementares SIMPLES Nacional Substituição Tributária Levantamento de Estoque das Novas Mercadorias Disciplina Sinopse: A Portaria SSER nº 15/09 disciplina sobre o levantamento de estoque das novas mercadorias submetidas ao regime de substituição tributária e pagamento do pelas empresas enquadradas no SIMPLES Nacional. 14 N o 39/09 Setembro 4 a semana
163 Manual de Procedimentos RJ PORTARIA SSER Nº 15 DE 04/09/2009 DOE-RJ de 08/09/2009, retificada no DOE-RJ de 11/09/2009 RESOLUÇÃO SEFAZ Nº 228, DE 04/09/2009 DOE-RJ de 08/09/2009 SIMPLES Nacional Substituição Tributária Levantamento de Estoque das Novas Mercadorias Retificação Sinopse: Foi retificada no DOE-RJ de 11/09/2009 a Portaria SSER nº 15/09, que disciplina sobre o levantamento de estoque das novas mercadorias submetidas ao regime de substituição tributária e pagamento do pelas empresas enquadradas no SIMPLES Nacional. PORTARIA ST Nº 595, DE 03/09/2009 DOE-RJ de 08/09/2009 Café Cru Operações Interestaduais Base de Cálculo Valores para o Período de 07/09 a 13/09/2009 Sinopse: A Portaria ST nº 595/09 divulga os valores, em dólares, para fins de obtenção da base de cálculo do nas operações interestaduais com café cru no período de 07/09 a 13/09/2009. PORTARIA ST Nº 596, DE 10/09/2009 DOE-RJ de 14/09/2009 Café Cru Operações Interestaduais Base de Cálculo Valores para o Período de 14/09 a 20/09/2009 Sinopse: A Portaria ST nº 596/09 divulga os valores, em dólares, para fins de obtenção da base de cálculo do nas operações interestaduais com café cru no período de 14/09 a 20/09/2009. Avaliação Periódica do Comportamento da Arrecadação e Coleta de Informações Junto a Contribuintes Disciplina Sinopse: A Resolução SEFAZ nº 228/09 disciplina sobre a avaliação periódica do comportamento da arrecadação e a coleta de informações junto a contribuintes. RESOLUÇÃO SEFAZ Nº 229, DE 04/09/2009 DOE-RJ de 09/09/2009 SIMPLES Nacional Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Escrituração do Livro Registro de Entradas Disciplina Sinopse: Resolução SEFAZ nº 229/09 disciplina sobre a escrituração do Livro Registro de Entradas pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes do SIMPLES Nacional. RESOLUÇÃO SEFAZ Nº 230, DE 04/09/2009 DOE-RJ de 09/09/2009 Falta de Utilização do Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) Extinção Total ou Parcial de Multas Disciplina Sinopse: A Resolução SEFAZ nº 230/09 disciplina o art. 6º da Lei nº 5.356/08, que trata da extinção total ou parcial de multas reclamadas em auto de infração mediante compensação do valor de aquisição de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). Novo Telefone Suporte Técnico Cenofisco (11) Nossos profissionais continuam à sua disposição para esclarecer qualquer dúvida sobre instalação e operação dos produtos eletrônicos Cenofisco. Atendimento de 2ª a 6ª feira, das 8h30 às 18h. Setembro 4 a semana N o 39/09 15
164 RS MANUAL DE Procedimentos 39 Destaques Matéria que aborda os conceitos de contribuinte e de responsáveis pelo pagamento de imposto. Comentário sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil. Rebeca Pires Sebastião Guedes de Araújo Sérgio Juarez de Haan Porto ÍNDICE... 3 Contribuintes e Responsáveis Considerações... 5 Consignação Mercantil ISSQN Município de Porto Alegre... 6 Cadastro de Prestadores de Serviços de Outros Municípios (CPOM) Jurisprudência e Outros... 7 Superior Tribunal de Justiça (STJ) ISSQN Não Incidência Sobre Locação de Bem Móvel Consultoria Cenofisco... 8 Substituição Tributária Pagamento Antecipado Comex Aduaneiras... 8 O Bom-Senso e o Crédito Documentário Cenofisco BD Legislação Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia. Acesse e confira agora este benefício. Legislação Federal... 9 Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Despacho CONFAZ nº 303/09 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Despacho CONFAZ nº 315/09 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação continua
165 RS Manual de Procedimentos ÍNDICE CONTINUAÇÃO Protocolos nºs 104 a 110/09 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Protocolo nº 111/09 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Protocolo nº 112/09 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Protocolo nº 113/09 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Importação Decreto nº 6.956/09 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Solução de Consulta nº 322/09 Regime Aduaneiro Importação/Exportação Portaria SECEX nº 27/09 Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Imposto de Importação Solução de Consulta nº 316/09 Equipamentos Aeroportuários Isenção Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 14/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 Zona Franca de Manaus Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resolução CZPE nº 5/09 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Resolução CZPE nº 7/09 Resoluções do Conselho Revogação Legislação Estadual Decreto nº /09 Isenção e Diferimento do Imposto Alteração no Regulamento 2 N o 39/09 Setembro 4 a semana
166 Manual de Procedimentos RS Contribuintes e Responsáveis Considerações SUMÁRIO 1. Introdução 2. Contribuinte 2.1. Autonomia 2.2. Estabelecimento do mesmo titular 3. Responsabilidade de Terceiros 3.1. Armazém-geral e depositário 3.2. Transportador 3.3. Documento inidôneo 3.4. Isenção 3.5. Leiloeiro 4. Responsabilidade Solidária 5. Responsabilidade por Substituição Tributária 2.1. Autonomia É autônomo cada estabelecimento do mesmo titular (art. 8, II, do Livro I do R-RS). Considera-se também estabelecimento autônomo o veículo usado no comércio ambulante ou na captura de pescado, salvo se exercidos em conexão e sob dependência de estabelecimento fixo localizado neste Estado, caso em que o veículo será considerado como prolongamento do estabelecimento (art. 8, III, do Livro I do R-RS) Estabelecimento do mesmo titular Respondem pelo crédito tributário todos os estabelecimentos do mesmo titular (art. 8º, IV, do Livro I do R-RS). 1. Introdução Matéria que aborda o conceito de contribuinte, bem como sua responsabilidade pelo pagamento do imposto, com fundamento no Regulamento do -RS, aprovado pelo Decreto nº / Contribuinte Contribuinte é qualquer pessoa física ou jurídica que realize, com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior (art. 12 e parágrafo único do Livro I do R-RS). É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que, mesmo sem habitualidade: a) importe mercadorias do exterior, ainda que as destine a consumo ou ao ativo permanente do estabelecimento; b) seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior; c) adquira, em licitação, mercadorias apreendidas ou abandonadas; d) adquira petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e energia elétrica oriundos de outra Unidade da Federação, quando não destinados à comercialização ou à industrialização. 3. Responsabilidade de Terceiros 3.1. Armazém-geral e depositário São responsáveis pelo pagamento do imposto devido e dos acréscimos legais o armazém-geral e o depositário a qualquer título (art. 13, I e II, do Livro I do R-RS): a) que receberem para depósito ou derem saída à mercadoria em desacordo com a legislação tributária; b) pela saída que realizarem de mercadorias que tenham recebido de estabelecimento localizado em outra Unidade da Federação Transportador O transportador é responsável pelo pagamento do imposto em relação à mercadoria que (art. 13, III, do Livro I do R-RS): a) entregar a destinatário ou em endereço diversos dos indicados no documento fiscal, salvo se comunicar à Fiscalização de Tributos Estaduais, de imediato, o nome e o endereço do recebedor; b) transportar desacompanhada de documento fiscal idôneo Documento inidôneo É responsável pelo pagamento do imposto e dos acréscimos legais (art. 13, IV e V, do Livro I do R-RS): Setembro 4 a semana N o 39/09 3
167 RS Manual de Procedimentos a) o contribuinte que tenha recebido mercadoria desacompanhada de documento fiscal idôneo; b) o contribuinte que tenha utilizado serviço de transporte ou de comunicação, prestado sem a emissão do documento fiscal idôneo Isenção É responsável pelo pagamento do imposto e dos acréscimos legais o contribuinte recebedor de mercadoria ou que tenha utilizado serviço de transporte ou de comunicação, com isenção condicionada, quando não se verificar a condição prevista neste texto (art. 13, VI, do Livro I do R-RS) Leiloeiro O leiloeiro é responsável pelo pagamento do imposto e dos acréscimos legais, na hipótese de arrematação, em leilão, de equino de qualquer raça, que tenha controle genealógico oficial e idade superior a três anos (art. 13, VII, do Livro I do R-RS). 4. Responsabilidade Solidária Respondem solidariamente, com o sujeito passivo, pelo pagamento do imposto devido e dos acréscimos legais (art. 14, I a XI, do Livro I do R-RS): a) os leiloeiros, em relação à mercadoria vendida por seu intermédio e cuja saída não esteja acompanhada de documento fiscal idôneo; b) as pessoas que tenham interesse comum na situação que constitua o fato gerador da obrigação principal, ou terceiros a ela vinculados; c) o liquidante das sociedades, nos atos em que intervier ou pelas omissões de que for responsável; d) os estabelecimentos gráficos que imprimirem documentos fiscais em desacordo com a legislação tributária, em relação à lesão, decorrente da utilização desses documentos, causada ao erário; e) as empresas e os empreiteiros e subempreiteiros de construção civil, obras hidráulicas e outras obras semelhantes, inclusive serviços auxiliares e complementares, os condomínios e os incorporadores, em relação às mercadorias que fornecerem para obras a seu cargo ou que nelas as empreguem, ou que, para esse fim, adquiram, em desacordo com a legislação tributária; f) o contribuinte substituído que receber mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária previsto no Livro III do R-RS, em desacordo com a legislação tributária; g) o Banco do Brasil S/A, nas vendas de mercadorias efetuadas em Bolsa de Mercadorias ou de Cereais por produtor agropecuário, com a intermediação do referido banco; h) os diretores, gerentes ou representantes do sujeito passivo, em relação à infração à legislação tributária ocorrida no período em que forem responsáveis pela administração; i) os fabricantes de equipamentos emissores de documento fiscal e as empresas credenciadas para lacrá-los, em relação à lesão causada ao Erário pelos usuários desses equipamentos, sempre que contribuírem para o uso desses equipamentos em desacordo com a legislação tributária; j) os cedentes de créditos fiscais, relativamente ao imposto devido pelos respectivos cessionários, em decorrência de valores recebidos por transferência de saldo credor em desacordo com a legislação tributária; k) as empresas que atuem como centrais de armazenamento de dados e estabelecimentos similares, que armazenem informações fiscais relativas a operações ou prestações realizadas pelos usuários de seus serviços, em relação à lesão que estes causarem ao Erário. 5. Responsabilidade por Substituição Tributária A responsabilidade por substituição tributária, em relação às operações ou prestações antecedentes, concomitantes ou subsequentes, inclusive ao valor decorrente da diferença entre as alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final, localizado neste Estado, que seja contribuinte do imposto, obedecerá ao disposto no Livro III do R-RS (art. 15 do Livro I do R-RS). T A Tabela de Incidência do T Cenofisco é um produto que permite a obtenção confiável das classificações fiscais de cada produto (NCM e NBM/SH) e das alíquotas de incidência do imposto federal sobre produtos industrializados, de modo prático e rápido. 4 N o 39/09 Setembro 4 a semana
168 Manual de Procedimentos RS Consignação Mercantil SUMÁRIO 1. Introdução 2. Remessa 2.1. Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) 3. Reajuste de Preço 3.1. Providências do consignante 3.2. Providência do consignatário 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação 4.1. Providências do consignante 4.2. Providências do consignatário 5. Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil 1. Introdução Nesta oportunidade, comentaremos sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil, segundo o art. 423 e seguintes do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº 4.544/ Remessa Por ocasião das saídas dos produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil: a) o consignante emitirá nota fiscal com destaque do imposto, se devido, indicando como natureza da operação: Remessa em Consignação ; e b) o consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) São os seguintes Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP) a serem utilizados na operação de consignação mercantil: a) Saídas: 5.113/6.113 Vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação mercantil; 5.114/6.114 Vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil; 5.115/6.115 Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. b) Entradas: 1.917/2.917 Entradas de mercadorias recebidas a título de consignação mercantil; 1.113/2.113 Compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. 3. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 3.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal complementar, com destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Reajuste de Preço do Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o valor do reajuste Providência do consignatário O consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação Quando da venda do produto remetido a título de consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 4.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal sem destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Venda ; Setembro 4 a semana N o 39/09 5
169 RS Manual de Procedimentos b) o valor da operação, que será aquele correspondente ao preço do produto efetivamente vendido, neste incluído, quando for o caso, o valor relativo ao reajuste do preço; c) a expressão Simples Faturamento de Mercadoria em Consignação NF nº..., de.../.../... (e, se for o caso) Reajuste de Preço NF nº..., de.../.../ Providências do consignatário O consignatário deverá: a) emitir nota fiscal, indicando como natureza da operação: Venda de Mercadoria Recebida em Consignação ; e b) escriturar a nota fiscal de que trata a letra a no Livro Registro de Entradas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Compra em Consignação NF nº..., de.../.../.... O consignante escriturará a nota fiscal a que se refere a letra a do subtópico 4.1, no Livro Registro de Saídas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Venda em Consignação NF nº..., de.../.../ Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil Na devolução de produto remetido em consignação mercantil: a) o consignatário emitirá nota fiscal indicando: a.1) a natureza da operação: Devolução de Produto Recebido em Consignação ; a.2) o valor do produto efetivamente devolvido, sobre o qual foi pago o imposto; a.3) o valor do imposto, destacado por ocasião da remessa em consignação; e a.4) a expressão: Devolução (Parcial ou Total, conforme o caso) de Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o consignante escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas, creditando-se do valor do imposto de acordo com os arts. 169 e 170 do R/02. Base legal: citada no texto. ISSQN MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE Cadastro de Prestadores de Serviços de Outros Municípios (CPOM) Em atendimento ao disposto no inciso XX do art. 1º da Lei Complementar Municipal nº 306/93, as pessoas jurídicas estabelecidas no Município de Porto Alegre, ainda que imunes ou isentas, são responsáveis pelo pagamento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), devendo reter na fonte o seu valor, quando tomarem ou intermediarem serviços previstos na Lista de Serviços, anexa à Lei Complementar Municipal nº 7/73, executados por prestadores de serviços não inscritos no CPOM, que emitam nota fiscal de serviço autorizada por outro município (art. 5º do Decreto nº /09). As pessoas jurídicas responsáveis pelo pagamento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) terão acesso ao CPOM por meio da internet, podendo verificar a situação cadastral do prestador de serviços na forma e demais condições estabelecidas pela Secretaria Municipal da Fazenda. A pessoa jurídica que prestar serviço a tomador estabelecido no Município de Porto Alegre e emitir nota fiscal de serviços, ou documento fiscal equivalente, autorizada por outro município, fica sujeita à inscrição no Cadastro de Prestadores de Serviços de Outros Municípios (CPOM) (art. 1º da Instrução Normativa SMF nº 1/09). Essa obrigação somente será considerada cumprida após terem sido fornecidas as informações, e recepcionados os documentos exigidos pela legislação (art. 2º da Instrução Normativa SMF nº 1/09). Estão excluídas desta obrigatoriedade as prestações de serviços: a) provenientes do exterior do País ou cuja prestação tenha-se iniciado no exterior do País; b) previstos nos subitens 3.05, 4.03, 4.17, 5.02, 5.03, 6.05, 7.02, 7.04, 7.05, 7.09, 7.10, 7.11, 7.12, 7.16, 7.17, 7.18, 7.19, 8.01, 8.02, 9.01, 11.01, 11.02, 11.04, 12.01, 12.02, 12.03, 12.04, 12.05, 12.06, 12.07, 12.08, 12.09, 12.10, 12.11, 12.12, 12.14, 12.15, 12.16, 12.17, 16.01, 17.05, 17.10, 20.01, e N o 39/09 Setembro 4 a semana
170 Manual de Procedimentos RS Cabe ressaltar que o indeferimento do pedido de inscrição, qualquer que seja o seu fundamento, poderá ser objeto de recurso, no prazo máximo de 15 dias, contados a partir da data da publicação no Diário Oficial do Município de Porto Alegre. O recurso deverá ser interposto uma única vez, na forma e demais condições estabelecidas pela Secretaria Municipal da Fazenda. A Secretaria Municipal da Fazenda poderá, a qualquer tempo, proceder à atualização dos dados cadastrais, bem como promover de ofício o cancelamento da inscrição do prestador de serviços no cadastro, caso verifique qualquer irregularidade na inscrição. JURISPRUDÊNCIA E OUTROS SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) ISSQN NÃO INCIDÊNCIA SOBRE LOCAÇÃO DE BEM MÓVEL AgRg no Ag n /RS Relator(a) Ministro Mauro Campbell Marques Órgão Julgador T2 Segunda Turma Data do Julgamento 23/06/2009 Data da Publicação/Fonte DJe de 06/08/2009 Ementa Processual Civil. Agravo Regimental. Tributário. ISSQN. Não incidência sobre locação de bem móvel. Violação do art. 110 do CTN. Acórdão recorrido que possui cunho eminentemente constitucional. Competência do Supremo Tribunal Federal. Alteração da fundamentação da decisão agravada. Manutenção dos efeitos práticos. 1. É cediço que o ISSQN tem seu conceito constitucionalmente inscrito no art. 156, inciso III, da Constituição Federal. Dessa forma, não é possível a esta Corte fazer incursões no sentido de conceituar serviço para determinar se a hipótese é ou não daquelas que caracterizam fato gerador da exação, nem mesmo a pretexto de violação do art. 110 do CTN. 2. O acórdão recorrido decidiu a demanda ao fundamento de que não há conflito entre o item 79 da LC n 56/87 e o art. 110 do CTN, e mesmo que houvesse, estaria preservado, pelo princípio da especialidade, o referido item da LC n 56/87, concluindo, ainda, que o art. 156, III, da CF, salvo quanto ao art. 155, II, do mesmo diploma legal, não é excludente de qualquer atividade que envolva serviço, bastando que seja listado em lei complementar (fl. 56). 3. Tendo em vista que a matéria de fundo tem cunho eminentemente constitucional, de forma que até mesmo eventuais questões infraconstitucionais estão atreladas à norma constitucional, não é possível a esta Corte infirmar o acórdão recorrido, sob pena de usurpar-se da competência do Supremo Tribunal Federal. 4. Agravo regimental não provido. Acórdão Vistos, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas, por unanimidade, negar provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Eliana Calmon, Castro Meira, Humberto Martins e Herman Benjamin votaram com o Sr. Ministro Relator. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Humberto Martins. Setembro 4 a semana N o 39/09 7
171 RS Manual de Procedimentos CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS Substituição Tributária Pagamento Antecipado Se o contribuinte receber mercadoria prevista no Apêndice II, Seções II e III de outro Estado, sem substituição tributária, de quem será a responsabilidade? Nos termos do art. 53-A do Capítulo I do Título III do Livro III do R-RS, na hipótese de estabelecimento receber de outra Unidade da Federação mercadoria relacionada no Apêndice II, Seções II e III, sem substituição tributária, o imposto relativo às operações subsequentes é devido no momento da entrada da mercadoria no território deste Estado, ocasião em que deverá comprovar seu pagamento, mediante a apresentação de guia de recolhimento ou comprovante de pagamento autoatendimento. Isso significa dizer que a responsabilidade pelo recolhimento do imposto será do estabelecimento destinatário. O imposto deverá ser pago em separado, utilizando guia de recolhimento ou a modalidade autoatendimento. Todavia, essa obrigatoriedade não se aplica: a) às hipóteses previstas nos arts. 35, 101, 116, 121 e 182 do Livro III do R-RS, que tratam da não aplicabilidade do regime de substituição tributária em operações interestaduais; b) à carne verde de gado vacum, ovino e bufalino e produtos comestíveis resultantes da matança desse gado, submetidos à salga, secagem ou desidratação, relacionados no Apêndice II, Seção II, item I do R-RS; c) aos combustíveis, lubrificantes e outros produtos relacionados no Apêndice II, Seção III, item IV do R-RS; d) aos produtos farmacêuticos relacionados no Apêndice II, Seção III, item VI do R-RS, recebidos por estabelecimento distribuidor; e) à energia elétrica relacionada no Apêndice II, Seção III, item XVII do R-RS. Base legal: citada no texto. COMEX ADUANEIRAS O Bom-Senso e o Crédito Documentário Angelo Luiz Lunardi Não é só de UCP 600 que se faz um Crédito Documentário: é indispensável muito senso comum experiência do dia a dia. Bom-senso e senso comum quase que se fundem. Semelhantemente parece pensar a CCI em suas Commonsense Rules e seu Guide to Documentary Operations. O Crédito Documentário completa, com êxito, um compromisso comercialmente aceitável entre interesses conflitantes de comprador e vendedor, unindo um prazo de pagamento das mercadorias com o prazo de sua entrega. Ele faz isso, no entanto, contra documentos que representam as mercadorias em vez de contra as próprias mercadorias. Um Crédito compromisso irrevogável de um banco (e, quando necessário, sendo confirmado) pode ser um excelente instrumento de pagamento. Também, quando são exigidos documentos apropriados, e desde que se possa depositar confiança na integridade do vendedor, ele pode ser um meio efetivo de se obter a entrega das mercadorias. Não obstante, ele é um instrumento de precisão e, assim, deve ser tratado por todos os interessados. Ambos, comprador e vendedor, devem observar certas regras de bom-senso. Comprador Primeira Regra Suas instruções ao emitente devem ser claras, corretas e precisas, livres de excessivo detalhamento. Não pode ser esperado que o banco adivinhe o que ele quer; tampouco pode o banco avaliar especificações complexas e, frequentemente, técnicas. 8 N o 39/09 Setembro 4 a semana
172 Manual de Procedimentos RS Segunda Regra A finalidade do crédito é de pagar por sua compra e não de policiar a transação comercial. Seus termos e condições, bem como os documentos exigidos, devem, portanto, estar de acordo com o contrato de compra e venda das mercadorias ou serviços ao qual o crédito pode estar baseado, muito embora tais contratos não se refiram aos bancos. Terceira Regra Qualquer exame das mercadorias, antes ou no momento do embarque, deve ser evidenciado, sempre, por um documento. A natureza precisa, o seu emitente, bem como os dados de tal documento devem estar declarados no crédito. Quarta Regra O crédito não deve exigir documentos que o vendedor não pode fornecer, nem estabelecer condições que ele não pode satisfazer. Vendedor Primeira Regra Embora um tempo considerável possa decorrer entre o aviso (recebimento) do crédito e a sua utilização, ele não deve demorar para analisá-lo e solicitar ao comprador as emendas necessárias, quando for o caso. Segunda Regra Ele deve convencer-se de que os termos, as condições e os documentos exigidos estão de acordo com o contrato de venda, embora os bancos não façam parte de tais contratos. O exame dos documentos levará em consideração somente os termos do crédito e de quaisquer emendas já aceitas, bem como a UCP e a ISBP. Terceira Regra Quando for o momento de apresentar os documentos, ele deve: 1º. apresentar os documentos solicitados exatamente como exigidos pelo crédito (os documentos devem estar em conformidade com os termos e condições do crédito e, em sua face, não podem ser conflitantes entre si); 2º. apresentar os documentos ao banco tão rapidamente quanto possível e, em todos os casos, dentro da validade do crédito e, dentro do prazo, após a data do embarque ou de emissão do documento de transporte, conforme o caso, e sempre observando as disposições do art. 14 da UCP 600. Quarta Regra Ele precisa lembrar-se que o não cumprimento dos termos do crédito ou irregularidades nos documentos discrepâncias levam o banco a recusar a documentação. Comprador e Vendedor É, portanto, importante para todas as partes no crédito, saber, precisamente, que documentos são solicitados e quais são os seus termos e condições. E, finalizando, um alerta: fazer operações com Crédito Documentário sem conhecer profundamente os seus mecanismos é como portar uma arma sem saber manuseá-la: ela pode ser utilizada contra você! LEGISLAÇÃO FEDERAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. ATO COTEPE/PMPF Nº 17, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Sinopse: O Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 aprova o Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) de combustíveis para vigorar a partir de 16/09/2009. Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação DESPACHO CONFAZ Nº 303, DE 03/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 303/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 104 a 111/09. Setembro 4 a semana N o 39/09 9
173 RS DESPACHO CONFAZ Nº 315, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Manual de Procedimentos Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF), de sua propriedade, para ser exclusivamente utilizado e aperfeiçoado pelo Estado do Espírito Santo. Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 315/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 112 e 113/09. PROTOCOLO Nº 112, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 PROTOCOLOS NºS 104 A 110, DE 10/08/2009 DOU de 08/09/2009 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Sinopse: Os Protocolos nºs 104 a 110/09 aprovaram vários assuntos relacionados com as operações sujeitas ao regime de substituição tributária. A seguir um resumo dos citados atos: Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Sinopse: O Protocolo nº 112/09 altera o Protocolo nº 10/07, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. PROTOCOLO Nº 113, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolo nº 104/09 Protocolo nº 105/09 Protocolo nº 106/09 Protocolo nº 107/09 Protocolo nº 108/09 Protocolo nº 109/09 Protocolo nº 110/09 Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bebidas quentes. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Sinopse: O Protocolo nº 113/09 altera o Protocolo nº 68/07, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Importação DECRETO Nº 6.956, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Sinopse: O Decreto nº 6.956/09 regulamenta o disposto na Lei nº , de 08/01/2009, que institui o Regime de Tributação Unificada (RTU) na importação, por via terrestre, de mercadorias procedentes do Paraguai. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 322, DE 20/08/2009 PROTOCOLO Nº 111, DE 31/08/2009 DOU de 08/09/2009 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Sinopse: O Protocolo nº 111/09 dispõe sobre a cessão, sem ônus, pelo Estado de Santa Catarina, de cópia do Importação Regime Aduaneiro Sinopse: A Solução de Consulta nº 322/09 esclarece que só está amparada pelo RECOF a importação feita diretamente por empresa habilitada no regime, o que não é o caso das importações por encomenda ou por conta e ordem realizadas via trading company não habilitada no RECOF. 10 N o 39/09 Setembro 4 a semana
174 Manual de Procedimentos RS PORTARIA SECEX Nº 27, DE 10/09/2009 Importação/Exportação Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Sinopse: A Portaria SECEX nº 27/09 altera a Portaria SECEX nº 25, de 27/11/2008, que dispõe sobre as operações de comércio exterior e revoga as portarias que menciona. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 9, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 316, DE 18/08/2009 Imposto de Importação Equipamentos Aeroportuários Isenção Sinopse: A Solução de Consulta nº 316/09 esclarece que encontra-se revogada a isenção do Imposto de Importação (I.I.) na importação de equipamentos de terra, tais como tratores com dispositivos especiais para manobras de aeronaves e reboques para uso em aeroportos. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 12, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 6, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP 14, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP 14/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 7, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 24, DE 09/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Setembro 4 a semana N o 39/09 11
175 RS Manual de Procedimentos ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 35, DE 09/09/2009 ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 41, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 36, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 37, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 42, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SC Nº 79, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 40, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 137, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
176 Manual de Procedimentos RS PORTARIA INTERMINISTERIAL MDIC/MCT Nº 174, DE 09/09/2009 Zona Franca de Manaus Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Sinopse: A Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 estabelece processo produtivo básico para o produto televisor com tela de plasma. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) RESOLUÇÃO CZPE Nº 5, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Sinopse: A Resolução CZPE nº 5/09 dispõe sobre as atribuições e as responsabilidades das Administradoras das Zonas de Processamento de Exportação. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resoluções do Conselho Revogação RESOLUÇÃO CZPE Nº 7, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: A Resolução CZPE nº 7/09 revoga as Resoluções do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) nºs 10, de 04/01/1990, 15, de 28/09/1993, 17, de 18/03/1994, e 18, de 16/05/1995. LEGISLAÇÃO ESTADUAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. Isenção e Diferimento do Imposto Alteração no Regulamento DECRETO Nº , DE 01/09/2009 DOE-RS de 02/09/2009 Sinopse: O Decreto nº /09 acrescentou novos dispositivos no Livro I do R-RS, que trata da isenção do imposto, para saídas internas de carne e demais produtos comestíveis frescos, resfriados e congelados, resultantes do abate de suínos produzidos neste Estado, no período de 01/09/2009 a 30/11/2009; e para saídas interestaduais de suínos vivos, no período de 01/09 a 30/11/2009. A referida norma dispõe, ainda, sobre a exclusão da responsabilidade pelo pagamento do imposto diferido, relativamente a entradas de suínos vivos produzidos no Estado, que, no mesmo estado ou submetidos a processo de industrialização, venham a sair com a isenção prevista no Livro I, art. 9º, CLIV ou CLV. Setembro 4 a semana N o 39/09 13
177 SC MANUAL DE Procedimentos 39 Destaques Neste trabalho publicamos a primeira parte da matéria que trata das operações com Armazém- Geral. Comentário sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil. Rebeca Pires Sebastião Guedes de Araújo ÍNDICE... 3 Armazém-Geral (1ª Parte)... 9 Consignação Mercantil ISSQN Município de Florianópolis Acréscimos Legais nos Recolhimentos em Atraso Jurisprudência e Outros Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina (TJSC) Adesão ao REFIS Confissão Irrevogável e Irretratável dos Débitos Fiscais Consolidados Consultoria Cenofisco Carnes Frescas, Resfriadas ou Congeladas de Suínos Benefício Fiscal ISS Inscrição no Cadastro Municipal Formalização Comex Aduaneiras O Bom-Senso e o Crédito Documentário Cenofisco BD Legislação Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia. Acesse e confira agora este benefício. Legislação Federal Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 continua
178 SC ÍNDICE CONTINUAÇÃO Despacho CONFAZ nº 303/09 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Despacho CONFAZ nº 315/09 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação Protocolos nºs 104 a 110/09 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Protocolo nº 111/09 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Protocolo nº 112/09 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Protocolo nº 113/09 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Importação Decreto nº 6.956/09 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Solução de Consulta nº 322/09 Regime Aduaneiro Importação/Exportação Portaria SECEX nº 27/09 Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Imposto de Importação Solução de Consulta nº 316/09 Equipamentos Aeroportuários Isenção Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 Manual de Procedimentos Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 14/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 Zona Franca de Manaus Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resolução CZPE nº 5/09 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Resolução CZPE nº 7/09 Resoluções do Conselho Revogação Legislação Estadual Ato DIAT nº 79/09 Cerveja, Chope, Refrigerante e Bebida Hidroeletrolítica e Energética Substituição Tributária Preços Médios Ponderados Alterações Medida Provisória nº 158/09 Combustível Fiscalização e Coibição da Comercialização Irregular Disciplina 2 N o 39/09 Setembro 4 a semana
179 Manual de Procedimentos SC Armazém-Geral (1ª Parte) SUMÁRIO 1. Considerações 2. Remessa e Retorno Operações Internas 2.1. Procedimentos 3. Remessa e Retorno Operações Interestaduais 4. Saídas do Armazém-Geral com Destino a Outro Estabelecimento, ainda que da Mesma Empresa 4.1. Hipótese em que o armazém-geral e o depositante estejam situados no Estado de Santa Catarina 4.2. Hipótese em que o armazém-geral e o depositante estejam situados em Unidades da Federação diversas 5. Saídas do Fornecedor para Entrega no Armazém-Geral por Conta e Ordem do Estabelecimento Destinatário (Depositante) 5.1. Hipótese em que o armazém-geral e o estabelecimento destinatário estejam na mesma Unidade da Federação 5.2. Hipótese em que o armazém-geral esteja localizado em Unidade da Federação diversa da do estabelecimento destinatário 1. Considerações Esta matéria trata dos procedimentos aplicáveis nas operações com armazém-geral, de acordo com o que determina o R-SC, aprovado pelo Decreto nº 2.870/ Remessa e Retorno Operações Internas As operações internas de remessa e de retorno de armazémgeral estão amparadas pela suspensão do, de acordo com o que determina o art. 26, inciso IV, do Anexo 2 do R-SC Procedimentos Remessa De acordo com o art. 58 do Anexo 6 do R-SC, na saída de mercadoria para depósito em armazém-geral localizado no Estado, o remetente deverá emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, consignando, além dos demais requisitos exigidos, os seguintes: a) o valor da mercadoria; b) o CFOP (5.905); c) a natureza da operação ( Outras saídas remessa para depósito ); d) o dispositivo legal que prevê a suspensão do imposto, qual seja, o art. 26, inciso IV, do Anexo 2 do R-SC. Nota Cenofisco: Na hipótese de o depositante ser produtor inscrito no Registro Sumário de Produtor (RSP), deverá ser emitida Nota Fiscal de Produtor (parágrafo único do art. 58 do Anexo 6 do R-SC) Retorno No retorno da mercadoria remetida ao estabelecimento depositante, nos termos do subitem 2.1.1, o armazém-geral deverá emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, consignando, além dos demais requisitos exigidos, os seguintes (art. 59 do Anexo 6 do R-SC): a) o valor da mercadoria; b) a natureza da operação ( Outras saídas retorno de mercadoria depositada ); c) o CFOP (5.906); d) o dispositivo legal que prevê a suspensão do imposto, qual seja, o art. 26, inciso IV, do Anexo 2 do R-SC. 3. Remessa e Retorno Operações Interestaduais As operações interestaduais de remessa e retorno de armazém-geral não estão ao abrigo da suspensão do ; portanto, serão normalmente tributadas. Quanto à emissão das notas fiscais, poderá ser observado o subitem relativamente à remessa, observando-se que deverá ser utilizado o CFOP aplicável às operações interestaduais, qual seja, 6.905, bem como deverá ser destacado o relativo às mercadorias remetidas. No retorno, a nota fiscal será emitida nos termos descritos no subitem 2.1.2, com utilização do CFOP e destaque do, conforme dissemos anteriormente. 4. Saídas do Armazém-Geral com Destino a Outro Estabelecimento, ainda que da Mesma Empresa 4.1. Hipótese em que o armazém-geral e o depositante estejam situados no Estado de Santa Catarina Estando o depositante e o armazém-geral situados em Santa Catarina, na saída de mercadoria depositada em armazém-geral com destino a outro estabelecimento, ainda que da mesma empre- Setembro 4 a semana N o 39/09 3
180 SC Manual de Procedimentos sa, o depositante emitirá Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, em nome do destinatário, consignando, além dos demais requisitos exigidos, o que segue (art. 60 do Anexo 6 do R-SC): a) o valor da operação; b) a natureza da operação; c) o CFOP (5.105/6.105; 5.106/6.106; 5.155/6.155; 5.156/6.156); d) o destaque do imposto, se devido; e) a indicação, no campo Informações Complementares, de que a mercadoria será retirada do armazém-geral, mencionando o endereço e os números de inscrição deste no CC e no CNPJ. No ato da saída da mercadoria, o armazém-geral emitirá Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, em nome do estabelecimento depositante, sem destaque do imposto, consignando, além dos demais requisitos exigidos, as seguintes indicações (art. 60, 1º, do Anexo 6 do R-SC): a) o valor da mercadoria, que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém-geral; b) o número, a série e a data da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante; c) a natureza da operação ( Outras saídas retorno simbólico de mercadoria depositada ); d) o CFOP (5.907); e) o nome, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ do estabelecimento a que se destinar a mercadoria. O armazém-geral indicará no verso da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, nas vias que deverão acompanhar a mercadoria, a data de sua efetiva saída, bem como o número, a série e a data da nota fiscal de retorno simbólico que emitiu (art. 60, 2º, do Anexo 6 do R-SC). A nota fiscal emitida pelo armazém-geral deverá ser enviada ao estabelecimento depositante, que a registrará em seu Livro Registro de Entradas (LRE) dentro de 5 dias contados da saída efetiva da mercadoria do armazém-geral (art. 60, 3º, do Anexo 6 do R-SC). A nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante servirá para acompanhar o transporte da mercadoria (art. 60, 4º, do Anexo 6 do R-SC) Depositante produtor inscrito no RSP Caso o depositante seja produtor inscrito no Registro Sumário de Produtor (RSP), será emitida Nota Fiscal de Produtor em nome do estabelecimento destinatário, consignando-se, além dos demais requisitos exigidos, os seguintes (art. 61 do Anexo 6 do R-SC): a) o valor da operação; b) a natureza da operação; c) o CFOP (5.105/6.105; 5.106/6.106; 5.155/6.155; 5.156/6.156); d) o dispositivo legal que prevê imunidade, isenção, suspensão ou diferimento do imposto, se for o caso; e) o número e a data do documento de arrecadação e a identificação do órgão arrecadador, caso o produtor deva recolher o imposto; f) a declaração de que o imposto será recolhido pelo estabelecimento destinatário, se for o caso; g) a indicação, no campo Informações Complementares, de que a mercadoria será retirada do armazém-geral, mencionando-se o endereço e os números de inscrição deste no CC e no CNPJ. No momento da saída da mercadoria, o armazém-geral deverá emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, em nome do estabelecimento destinatário, consignando, além dos demais requisitos exigidos, as seguintes indicações (art. 61, 1º, do Anexo 6 do R-SC): a) o valor da operação, que corresponderá ao da Nota Fiscal de Produtor emitida conforme descrito anteriormente; b) o CFOP (5.949/6.949); c) a natureza da operação ( Outras saídas remessa por conta e ordem de terceiros ); d) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor, emitida na forma anteriormente descrita, o nome e o endereço do produtor, bem como seu número de inscrição no RSP; e) o número e a data do documento de arrecadação do imposto recolhido pelo produtor e a identificação do respectivo órgão arrecadador, quando for o caso. A mercadoria será acompanhada no seu transporte pela Nota Fiscal de Produtor e pela nota fiscal emitida pelo armazém-geral anteriormente referida (art. 61, 2º, do Anexo 6 do R-SC). O estabelecimento destinatário, ao receber a mercadoria, deverá emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, para fins de entrada, 4 N o 39/09 Setembro 4 a semana
181 Manual de Procedimentos SC consignando, além dos demais requisitos exigidos, as seguintes indicações (art. 61, 3º, do Anexo 6 do R-SC): a) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor, emitida na forma do caput; b) o número e a data do documento de arrecadação do imposto anteriormente referido, quando for o caso; c) o número, a série e a data da nota fiscal emitida pelo armazém-geral, bem como o nome, o endereço e os números de inscrição deste no CC e no CNPJ Hipótese em que o armazém-geral e o depositante estejam situados em Unidades da Federação diversas Na hipótese de saída de mercadoria depositada em armazém-geral com destino a outro estabelecimento, ainda que da mesma empresa, estando o estabelecimento depositante e o armazém-geral situados em Unidades da Federação diversas, o depositante deverá emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, sem destaque do imposto, consignando, além dos demais requisitos exigidos, os seguintes (art. 62 do Anexo 6 do R-SC): a) o valor da operação; b) a natureza da operação; c) o CFOP (5.105/6.105; 5.106/6.106; 5.155/6.155; 5.156/6.156); d) a indicação, no campo Informações Complementares, de que a mercadoria será retirada do armazém-geral, mencionando-se o endereço deste, assim como seus números de inscrição estadual e no CNPJ. No momento da saída da mercadoria, o armazém-geral emitirá Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A (art. 62, 1º, do Anexo 6 do R-SC): a) em nome do estabelecimento destinatário, na qual consignará, além dos demais requisitos exigidos, as seguintes indicações: a.1) o valor da operação, que corresponderá ao da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, conforme descrito anteriormente; a.2) a natureza da operação ( Outras saídas remessa por conta e ordem de terceiros ); a.3) o CFOP (5.949/6.949); a.4) o número, a série e a data da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, o nome e o endereço deste, bem como seus números de inscrição estadual e no CNPJ; a.5) o destaque do imposto, se devido, com a declaração O recolhimento do é de responsabilidade do armazém-geral, se for o caso; b) em nome do estabelecimento depositante, sem destaque do imposto, consignando, além dos demais requisitos exigidos, as seguintes indicações: b.1) o valor da mercadoria, que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém-geral; b.2) a natureza da operação ( Outras saídas retorno simbólico de mercadoria depositada ); b.3) o CFOP (6.907); b.4) o número, a série e a data da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, o nome e o endereço deste, bem como seus números de inscrição estadual e no CNPJ; b.5) o nome, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ do estabelecimento destinatário, e o número, a série e a data da nota fiscal emitida pelo armazém-geral em nome do estabelecimento destinatário. A mercadoria será acompanhada no seu transporte pelas notas fiscais emitidas pelo depositante e pelo armazém-geral em nome do destinatário (art. 62, 2º, do Anexo 6 do R-SC). A nota fiscal emitida pelo armazém-geral em nome do estabelecimento depositante deverá ser a este enviada e por este registrada em seu Livro Registro de Entradas (LRE) dentro de 5 dias, contados a partir da saída efetiva da mercadoria do armazém-geral (art. 62, 3º, do Anexo 6 do R-SC). O estabelecimento destinatário, ao receber a mercadoria, deverá registrar em seu Livro Registro de Entradas (LRE) a nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, acrescentando, na coluna Observações, o número, a série e a data da nota fiscal emitida pelo armazém-geral, bem como os dados identificadores deste: nome, endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ. Lançará, ainda, nas colunas próprias, quando for o caso, o crédito do imposto pago pelo armazém-geral (art. 62, 4º, do Anexo 6 do R-SC) Depositante produtor inscrito no RSP Na hipótese de o depositante ser produtor inscrito no Registro Sumário de Produtor (RSP), será emitida Nota Fiscal de Produtor, Setembro 4 a semana N o 39/09 5
182 SC Manual de Procedimentos em nome do estabelecimento destinatário, consignando-se, além dos demais requisitos exigidos, os seguintes (art. 63 do Anexo 6 do R-SC): a) o valor da operação; b) a natureza da operação; c) o CFOP (5.105/6.105; 5.106/6.106; 5.155/6.155; 5.156/6.156); d) a declaração de que o imposto, se devido, será recolhido pelo armazém-geral; e) a indicação, no campo Informações Complementares, de que a mercadoria será retirada do armazém-geral, mencionando-se o endereço deste, bem como seus números de inscrição estadual e no CNPJ. No momento da saída da mercadoria, o armazém-geral emitirá Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, em nome do estabelecimento destinatário, consignando, além dos demais requisitos exigidos, as seguintes indicações (art. 63, 1º, do Anexo 6 do R-SC): a) o valor da operação, que corresponderá ao da Nota Fiscal de Produtor emitida conforme descrito anteriormente; b) a natureza da operação ( Outras saídas remessa por conta e ordem de terceiros ); c) o CFOP (5.949/6.949); d) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida, o nome e o endereço do produtor, bem como seu número de inscrição no RSP; e) o destaque do imposto, se devido, com a declaração O recolhimento do é de responsabilidade do armazémgeral, se for o caso. A mercadoria será acompanhada no seu transporte pela Nota Fiscal de Produtor anteriormente referida e pela nota fiscal emitida pelo armazém-geral (art. 63, 2º, do Anexo 6 do R-SC). Ao receber a mercadoria, o estabelecimento destinatário deverá emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, para fins de entrada, consignando, além dos demais requisitos exigidos, as seguintes indicações (art. 63, 3º, do Anexo 6 do R-SC): a) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor; b) o número e a série da nota fiscal emitida pelo armazémgeral, o endereço deste, bem como seus números de inscrição estadual e no CNPJ; c) o valor do imposto destacado na nota fiscal emitida pelo armazém-geral em nome do destinatário, se for o caso. 5. Saídas do Fornecedor para Entrega no Armazém-Geral por Conta e Ordem do Estabelecimento Destinatário (Depositante) 5.1. Hipótese em que o armazém-geral e o estabelecimento destinatário estejam na mesma Unidade da Federação Na saída de mercadoria para entrega a armazém-geral situado na mesma Unidade da Federação do destinatário, o remetente (fornecedor) deverá emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, em nome do estabelecimento destinatário, considerado depositante da mercadoria, consignando, além dos demais requisitos exigidos, as seguintes indicações (art. 64 do Anexo 6 do R-SC): a) o valor da operação; b) a natureza da operação e o CFOP; c) o endereço do armazém-geral (local da entrega), bem como seus números de inscrição estadual e no CNPJ; d) o destaque do imposto, se devido. O armazém-geral registrará em seu Livro Registro de Entradas (LRE) a nota fiscal emitida pelo remetente, anteriormente descrita, e deverá remetê-la ao estabelecimento depositante com a indicação da data da entrada efetiva da mercadoria (art. 64, 1º, do Anexo 6 do R-SC). O estabelecimento depositante deverá (art. 64, 2º, do Anexo 6 do R-SC): a) registrar em seu Livro Registro de Entradas (LRE) a nota fiscal emitida pelo remetente, dentro de 5 dias contados da data da entrada efetiva da mercadoria no armazém-geral; b) emitir, na forma do art. 58 do Anexo 6 do R-SC, nota fiscal relativa à saída simbólica, dentro de 5 dias contados da data da entrada efetiva da mercadoria no armazémgeral, mencionando o número e a data do documento fiscal emitido pelo remetente (veja subitem 2.1.1); c) remeter a nota fiscal referida na letra b (remessa simbólica) ao armazém-geral, dentro de 5 dias contados da data da sua emissão. O armazém-geral deverá acrescentar na coluna Observações de seu Livro Registro de Entradas (LRE), relativamente ao lançamento da nota fiscal emitida pelo remetente, o número, a série e a data da nota fiscal de remessa simbólica emitida pelo estabelecimento depositante (art. 64, 3º, do Anexo 6 do R-SC). O crédito do, quando cabível, somente será conferido ao estabelecimento depositante da mercadoria (art. 64, 4º, do Anexo 6 do R-SC). 6 N o 39/09 Setembro 4 a semana
183 Manual de Procedimentos SC Remetente produtor inscrito no RSP Na hipótese de o remetente ser produtor inscrito no Registro Sumário de Produtor (RSP), deverá ser emitida Nota Fiscal de Produtor, consignando-se, além dos demais requisitos exigidos, os seguintes (art. 65 do Anexo 6 do R-SC): a) o estabelecimento depositante (destinatário); b) o valor da operação; c) a natureza da operação e o CFOP; d) o endereço do armazém-geral (local da entrega), bem como seus números de inscrição estadual e no CNPJ; e) o dispositivo legal que prevê imunidade, isenção, suspensão ou diferimento do imposto, se for o caso; f) o número e a data do documento de arrecadação e a identificação do respectivo órgão arrecadador, na hipótese de obrigatoriedade de o produtor recolher o imposto; g) a declaração de que o será recolhido pelo estabelecimento destinatário, se for o caso. O armazém-geral registrará, em seu Livro Registro de Entradas (LRE), a nota fiscal emitida pelo remetente e a remeterá ao estabelecimento depositante com a indicação da data da entrada efetiva da mercadoria (art. 65, 1º, do Anexo 6 do R-SC). Por seu turno, o estabelecimento depositante deverá (art. 65, 2º, do Anexo 6 do R-SC): a) emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, para fins de entrada, na qual consignará, além dos demais requisitos exigidos, os seguintes: a.1) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor, emitida na forma descrita anteriormente; a.2) o número e a data do documento de arrecadação do imposto, quando for o caso; a.3) a indicação, no campo Informações Complementares, de que a mercadoria foi entregue no armazémgeral, mencionando o endereço deste, bem como seus números de inscrição estadual e no CNPJ; b) emitir, na forma do art. 58 do Anexo 6 do R-SC, nota fiscal relativa à saída simbólica, dentro de 5 dias contados da data da entrega efetiva da mercadoria no armazém-geral, mencionando, também, números e datas da Nota Fiscal de Produtor e da nota fiscal emitida para fins de entrada (veja subitem 2.1.1); c) remeter a nota fiscal referida anteriormente (remessa simbólica) ao armazém-geral, dentro de 5 dias contados da data da sua emissão. O armazém-geral acrescentará na coluna Observações de seu Livro Registro de Entradas (LRE), relativamente ao lançamento da nota fiscal emitida pelo remetente, o número, a série e a data da nota fiscal de remessa simbólica emitida pelo estabelecimento depositante (art. 65, 3º, do Anexo 6 do R-SC). O crédito do, quando cabível, somente será conferido ao estabelecimento depositante da mercadoria (art. 65, 4º, do Anexo 6 do R-SC) Hipótese em que o armazém-geral esteja localizado em Unidade da Federação diversa da do estabelecimento destinatário Na saída de mercadoria para entrega em armazém-geral localizado em Unidade da Federação diversa daquela do estabelecimento destinatário, que será considerado depositante, o remetente emitirá Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A (art. 66 do Anexo 6 do R-SC): a) em nome do destinatário, consignando, além dos demais requisitos exigidos, as seguintes indicações: a.1) o valor da operação; a.2) a natureza da operação e o CFOP; a.3) o endereço do armazém-geral (local da entrega), bem como seus números de inscrição estadual e no CNPJ; a.4) o destaque do imposto, se devido; b) em nome do armazém-geral, a fim de acompanhar o transporte da mercadoria, sem destaque do imposto, consignando, além dos demais requisitos exigidos, as seguintes indicações: b.1) o valor da operação; b.2) a natureza da operação ( Outras saídas para depósito por conta e ordem de terceiros ) e o CFOP (5.949/6.949); b.3) o nome e o endereço do estabelecimento destinatário, bem como seus números de inscrição estadual e no CNPJ; b.4) o número, a série e a data da nota fiscal anteriormente referida emitida em nome do destinatário. Setembro 4 a semana N o 39/09 7
184 SC Manual de Procedimentos Dentro de 5 dias contados da data da entrada efetiva da mercadoria no armazém-geral, o estabelecimento destinatário deverá emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, em nome daquele armazém, relativa à saída simbólica, consignando, além dos demais requisitos exigidos, os seguintes (art. 66, 1º, do Anexo 6 do R-SC): a) o valor da operação; b) a natureza da operação ( Outras saídas remessa para depósito ) e o CFOP (6.905); c) o destaque do imposto, se devido; d) a indicação, no campo Informações Complementares, de que a mercadoria foi entregue diretamente ao armazémgeral, acompanhada do número, da série e da data da nota fiscal emitida pelo estabelecimento remetente (na forma anteriormente descrita), mencionando o nome, endereço deste, bem como seus números de inscrição estadual e no CNPJ. Essa nota fiscal (remessa simbólica para armazenagem), descrita no 1º do art. 66 do Anexo 6 do R-SC, deverá ser remetida pelo destinatário (estabelecimento depositante) ao armazém-geral dentro de 5 dias contados da data de sua emissão (art. 66, 2º, do Anexo 6 do R-SC). O armazém-geral registrará em seu Livro Registro de Entradas (LRE) a nota fiscal de remessa simbólica emitida pelo estabelecimento depositante, anotando na coluna Observações o número, a série e a data da nota fiscal emitida pelo remetente, bem como o nome, o endereço e os números de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento remetente (art. 66, 3º, do Anexo 6 do R-SC) Remetente produtor inscrito no RSP Na hipótese de o remetente ser produtor inscrito no RSP, será emitida Nota Fiscal de Produtor (art. 67 do Anexo 6 do R-SC): a) em nome do destinatário, na qual se consignará, além dos demais requisitos exigidos: a.1) o valor da operação; a.2) a natureza da operação e o CFOP; a.3) o endereço do armazém-geral (local da entrega), bem como seus números de inscrição estadual e no CNPJ; a.4) o destaque do imposto, se devido; a.5) o dispositivo legal que prevê imunidade, isenção, suspensão ou diferimento do imposto, se for o caso; a.6) o número, a data do documento de arrecadação e a identificação do respectivo órgão arrecadador, caso o produtor deva recolher o imposto; a.7) a declaração de que o será recolhido pelo estabelecimento destinatário, se for o caso; b) em nome do armazém-geral, a fim de acompanhar o transporte da mercadoria, consignando-se, além dos demais requisitos exigidos, os seguintes: b.1) o valor da operação; b.2) a natureza da operação ( Outras saídas para depósito por conta e ordem de terceiros ) e o CFOP (5.949/6.949); b.3) o nome, o endereço e os números de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento destinatário; b.4) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor; b.5) o dispositivo legal que prevê imunidade, isenção, suspensão ou diferimento do imposto, se for o caso; b.6) o número, a data do documento de arrecadação e a identificação do respectivo órgão arrecadador, caso o produtor deva recolher o imposto; b.7) a declaração de que o imposto será recolhido pelo estabelecimento destinatário, se for o caso. O estabelecimento destinatário deverá (art. 67, 1º, do Anexo 6 do R-SC): a) emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, para fins de entrada, consignando, além dos demais requisitos exigidos, os seguintes: a.1) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor, emitida na forma descrita anteriormente; a.2) o número e a data do documento de arrecadação do imposto, quando for o caso; a.3) a indicação, no campo Informações Complementares, de que a mercadoria foi entregue no armazémgeral, mencionando o endereço deste, bem como seus números de inscrição estadual e no CNPJ; b) emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, em nome do armazém-geral, relativa à saída simbólica, dentro de 5 dias contados da data da entrada efetiva da mercadoria no referido armazém, consignando, além dos demais requisitos exigidos: 8 N o 39/09 Setembro 4 a semana
185 Manual de Procedimentos SC b.1) o valor da operação; b.2) a natureza da operação ( Outras saídas remessa para depósito ) e o CFOP (6.905); b.3) o destaque do imposto, se devido; b.4) a indicação, no campo Informações Complementares, de que a mercadoria foi entregue diretamente no armazém-geral, acompanhada do número e da data da Nota Fiscal de Produtor, bem como o nome e o endereço do produtor e seu número de inscrição no RSP; c) remeter a nota fiscal referida na letra b anterior ao armazém-geral dentro de 5 dias contados da data de sua emissão. O armazém-geral registrará em seu Livro Registro de Entradas (LRE) a nota fiscal emitida pelo estabelecimento destinatário, referente à saída simbólica, anotando na coluna Observações o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida em seu nome, para acompanhar o transporte das mercadorias, o nome e o endereço do remetente, bem como o número de inscrição deste no RSP (art. 67, 2º, do Anexo 6 do R-SC). Consignação Mercantil SUMÁRIO 1. Introdução 2. Remessa 2.1. Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) 3. Reajuste de Preço 3.1. Providências do consignante 3.2. Providência do consignatário 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação 4.1. Providências do consignante 4.2. Providências do consignatário 5. Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil 1. Introdução Nesta oportunidade, comentaremos sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil, segundo o art. 423 e seguintes do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº 4.544/ Remessa Por ocasião das saídas dos produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil: a) o consignante emitirá nota fiscal com destaque do imposto, se devido, indicando como natureza da operação: Remessa em Consignação ; e b) o consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) São os seguintes Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP) a serem utilizados na operação de consignação mercantil: a) Saídas: 5.113/6.113 Vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação mercantil; 5.114/6.114 Vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil; 5.115/6.115 Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. b) Entradas: 1.917/2.917 Entradas de mercadorias recebidas a título de consignação mercantil; 1.113/2.113 Compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. 3. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: Setembro 4 a semana N o 39/09 9
186 SC Manual de Procedimentos 3.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal complementar, com destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Reajuste de Preço do Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o valor do reajuste Providência do consignatário O consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas Providências do consignatário O consignatário deverá: a) emitir nota fiscal, indicando como natureza da operação: Venda de Mercadoria Recebida em Consignação ; e b) escriturar a nota fiscal de que trata a letra a no Livro Registro de Entradas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Compra em Consignação NF nº..., de.../.../.... O consignante escriturará a nota fiscal a que se refere a letra a do subtópico 4.1, no Livro Registro de Saídas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Venda em Consignação NF nº..., de.../.../ Venda do Produto Remetido a Título de Consignação Quando da venda do produto remetido a título de consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 4.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal sem destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Venda ; b) o valor da operação, que será aquele correspondente ao preço do produto efetivamente vendido, neste incluído, quando for o caso, o valor relativo ao reajuste do preço; c) a expressão Simples Faturamento de Mercadoria em Consignação NF nº..., de.../.../... (e, se for o caso) Reajuste de Preço NF nº..., de.../.../ Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil Na devolução de produto remetido em consignação mercantil: a) o consignatário emitirá nota fiscal indicando: a.1) a natureza da operação: Devolução de Produto Recebido em Consignação ; a.2) o valor do produto efetivamente devolvido, sobre o qual foi pago o imposto; a.3) o valor do imposto, destacado por ocasião da remessa em consignação; e a.4) a expressão: Devolução (Parcial ou Total, conforme o caso) de Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o consignante escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas, creditando-se do valor do imposto de acordo com os arts. 169 e 170 do R/02. Base legal: citada no texto. Novo Telefone Suporte Técnico Cenofisco (11) Nossos profissionais continuam à sua disposição para esclarecer qualquer dúvida sobre instalação e operação dos produtos eletrônicos Cenofisco. Atendimento de 2ª a 6ª feira, das 8h30 às 18h. 10 N o 39/09 Setembro 4 a semana
187 Manual de Procedimentos ISSQN MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS SC Acréscimos Legais nos Recolhimentos em Atraso 1. Introdução O ISS, quando não pago nos prazos de recolhimento previstos na legislação específica, será recolhido aos cofres municipais acrescido de multa e juros. Esses acréscimos podem ser calculados por meio do site da Secretaria de Finanças da Prefeitura Municipal de Florianópolis, no endereço procidadao/index.php?link=online_calculo_acrescimo. 2. Multa de Mora A multa de mora para recolhimento espontâneo será aplicada sobre o débito monetariamente atualizado, de acordo com os seguintes prazos (art. 465 da Consolidação das Leis Tributárias, aprovada pela Lei nº 5.054/97, na redação da Lei Complementar nº 7/97): a) até 30 dias após o vencimento: 2%; b) acima de 30 dias após o vencimento: 5%. 3. Juros Os débitos vencidos estão sujeitos à incidência de juros tomando-se como base a taxa média de captação de recursos do Governo Federal por meio dos títulos da dívida mobiliária federal interna, especialmente a Taxa Referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC), divulgada pelo Banco Central do Brasil. Os juros incidirão a partir do primeiro dia após o vencimento do débito (art. 473 da Lei Complementar nº 7/97). JURISPRUDÊNCIA E OUTROS TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA (TJSC) ADESÃO AO REFIS CONFISSÃO IRREVOGÁVEL E IRRETRATÁVEL DOS DÉBITOS FISCAIS CONSOLIDADOS Classe: Apelação Cível Processo: Relator: Newton Trisotto Data: 02/09/2009 Apelação Cível nº , da Capital Relator: Des. Newton Trisotto Ementa Tributário Repetição do indébito Prescrição da pretensão Adesão ao REFIS Confissão irrevogável e irretratável dos débitos fiscais consolidados (Lei nº /2000, art. 6º, I) Constitucionalidade Desistência da ação e renúncia a qualquer defesa ou recurso administrativo ou judicial (Lei nº /2000, art. 6º, II) Irretratabilidade Recurso provido 1. Não é inconstitucional lei que condiciona a adesão do contribuinte ao Programa Catarinense de Recuperação Fiscal (REFIS/SC) à confissão irrevogável e irretratável dos débitos fiscais consolidados (Lei nº /2000, art. 6º, I). Salvo situações excepcionalíssimas, é irretratável a renúncia a qualquer defesa ou recurso administrativo ou judicial formulada quando da adesão ao REFIS/SC. 2. Prescreve em cinco anos a pretensão de o contribuinte reaver o tributo recolhido indevidamente. A citação constitui causa interruptiva da prescrição (CPC, art. 219, caput). Todavia só produz esse efeito em relação ao que foi objeto do pedido (AR nº 384, Min. Ari Pargendler; REsp nº , Min. Paulo Medina). A citação em demanda que tem causa de pedir diversa não tem o condão de interromper o prazo prescricional. Setembro 4 a semana N o 39/09 11
188 SC Manual de Procedimentos Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação Cível nº , da Comarca da Capital (Unidade da Fazenda Pública), em que são apelantes e apelados o Estado de Santa Catarina e (...): Acordam, em Primeira Câmara de Direito Público, por votação unânime, dar provimento ao recurso do Estado de Santa Catarina e negar provimento ao da autora. Custas na forma da Lei. O Exmo. Sr. Des. Paulo H. M. M. da SIlva irá manifestar o seu voto. Relatório (...) ajuizou, em outubro de 2002, ação ordinária contra o Estado de Santa Catarina, narrando na petição inicial: A requerente é pessoa jurídica constituída sob a forma de sociedade anônima, e tem por atividades fins a industrialização e o comércio de produtos que têm como matéria-prima a madeira. Dentre as suas atividades industriais está a produção de madeira serrada. Grande parte da produção de madeira serrada da requerente é destinada ao mercado internacional, passando, destarte, pelo necessário processo de exportação. Com fundamento na Lei Complementar nº 65/91, no Convênio Confaz nº 15/91 e na legislação estadual correspondente, a administração tributária do Estado de Santa Catarina, até o advento da Lei Complementar nº 87/96, pretendeu fazer incidir sobre a exportação do produto em tela. É que, de fato, o produto denominado em questão encontrava-se dentre aqueles listados como semi-elaborados pelo Convênio Confaz nº 15/91, e, portanto, segundo esta orientação, deveria estar sujeito ao quando da sua saída para o exterior. Nos anos de 1994, 1995 e 1996, a requerente foi alvo de notificações exaradas pela administração tributária estadual sob a rubrica de não recolhimento do declarado como devido. [...] Nos valores versados nas aludidas notificações estão incluídos débitos de referentes à exportação de madeira serrada, equivocadamente declarados pela requerente como devidos anexo 03. O atinente à exportação em questão foi declarado em GIA pela requerente como devido, pois na época acreditava-se que a inserção do produto madeira serrada na lista dos produtos semi-elaborados seria, de certo modo, inquestionável, o que não é verdade. Como adiante será satisfatoriamente demonstrado, tal produto não corresponde ao semi-elaborado descrito na Lei Complementar nº 65/91 e, destarte, a exportação destes produtos não poderia, até o advento da Lei Complementar nº 87/96, ter estado sujeita à incidência do. Conclui-se, assim, que, na verdade, os valores de declarados em GIA atinentes à exportação sob exame não eram devidos pela requerente (fls. 02/04). Apresentadas a contestação (fls /3.561) e a réplica (fls /3.570), e produzida prova pericial (fls /3.582), o Juiz Hélio do Valle Pereira julgou procedente o pedido. Declarou nulos os créditos tributários indicados às fls. 03 (Notificações Fiscais nºs , , , , , , , , , , , , , , , , , ) e condenou o réu a pagar honorários advocatícios, que arbitrou em R$ ,00 (cinqüenta mil reais). Para Sua Excelência, do laudo pericial extraise que as mercadorias comercializadas pela autora classificam-se como produtos semi-elaborados, que, por força do disposto no item II do art. 7º da Lei nº , de 1996, quando destinados à exportação, não constituem fato gerador de (fls /3.821). As partes não se conformaram com o veredicto. A autora formulou embargos de declaração (fls /3.831), que foram parcialmente acolhidos (fls /3.833), e depois interpôs apelação, reclamando nesta a majoração dos honorários advocatícios (fls /3.854). O réu, na sua apelação, reeditando argumentos expendidos na contestação, insiste que: a) está prescrita a pretensão, pois as notificações fiscais elencadas às fls. 3 referem-se a competências dos anos de 1994, 1995 e 1996, portanto, lavradas há mais de cinco anos, impondo-se atentar para que a citação do Estado somente ocorreu aos 11/11/02 e a juntada do respectivo mandado em 13/11/02 ; b) a sentença ofende o princípio da legalidade e o princípio da isonomia tributária, pois basta que um dos incisos se constate no produto para que ele seja incluído na incidência do imposto ; c) a apelada produz e exporta madeira serrada em blocos, produto que nos termos da lei complementar não é produto industrializado e não faz jus à imunidade constitucional (fls /3.840). Os recursos foram respondidos (fls /3.877 e 3.879/3.882). Para o Procurador de Justiça Gilberto Callado de Oliveira, inexiste na causa interesse a justificar intervenção do Ministério Público (fls /3.891). Voto 1. Para melhor compreensão da quaestio juris posta nos autos, anoto que a autora: I) Em , aforou ação declaratória de indébito fiscal combinada com anulatória de atos declarativos de dívida fiscal obrigacional (autos nº , fls /3.497); em , ação cautelar (autos nº ). Nessas demandas, questionou a exigibilidade do declarado em GIA e que resultou nas notificações fiscais nºs N o 39/09 Setembro 4 a semana
189 Manual de Procedimentos SC (fl. 123); (fl. 112); (fl. 116); (fl. 120); (fl. 33); de (fl. 30), (fl. 95); (fl. 97); (fl. 128); (fl. 132); (fl. 137); (fl. 141); (fl. 148); (fl. 130); (fl. 153); (fl. 156); (fl. 167); (fl. 169). A primeira notificação foi lavrada em e a última em II) Em , por ter aderido ao REFIS/SC, requereu a desistência da referida ação declaratória (fl ). III) Em , ajuizou ação ordinária, na qual reclama: a) a restituição de pago sobre operações que envolveram a exportação, no período de 1994 a 1996, de madeira serrada; b) seja determinado, com base no laudo acostado ao anexo 04 que cuida de demonstrar o quanto representaram dentro das notificações antes indicadas os valores de que foram equivocadamente declarados pela requerente como devidos, o abatimento do montante nele apurado, vale dizer, R$ ,00 (um milhão, trezentos e cinqüenta e seis mil, oitocentos e cinqüenta e seis reais), após ser devidamente atualizado, do saldo devedor que remanescer em aberto no Refis/SC ; c) a declaração incidental de inconstitucionalidade do inciso I do art. 6º da Lei que institui o Refis/SC (fls. 20/21). 2. Há no caso em exame três questões de alta indagação jurídica: a) retratabilidade da renúncia a qualquer defesa ou recurso administrativo ou judicial (Lei nº /2000, art. 6º, II); b) constitucionalidade do inciso I do art. 6º da Lei nº , de 2000; c) prescrição da pretensão. Passo a examiná-las: 2.1. Dispõe a Lei nº , de 2000, do Estado de Santa Catarina: Art. 6º A opção pelo REFIS/SC sujeita o optante a: I confissão irrevogável e irretratável dos débitos fiscais consolidados; II expressa renúncia a qualquer defesa ou recurso administrativo ou judicial, bem como desistência dos já interpostos, relativamente aos débitos fiscais incluídos no pedido por opção do contribuinte; III autorização de acesso irrestrito, pela Secretaria de Estado da Fazenda, às informações relativas à sua movimentação financeira, ocorrida a partir da data da opção pelo REFIS/SC, respeitada a legislação aplicável; IV acompanhamento fiscal específico, com fornecimento periódico, em meio magnético: a) de dados, inclusive os indiciários da efetivação de operações e prestações tributáveis; b) de sua movimentação financeira; V aceitação plena e irretratável de todas as condições estabelecidas para ingresso e permanência no REFIS/SC; VI pagamento regular das parcelas do débito consolidado, bem assim do imposto decorrente de fatos geradores ocorridos posteriormente a 31 de dezembro de 1999". Na petição inicial reconheceu a demandante que, como os valores versados naquelas notificações foram consolidadas em REFIS/SC, as quantias de supostamente devidas também o foram e, deste modo, assiste a requerente direito de ver tais débitos deduzidos do saldo total consolidado no aludido parcelamento (fl. 04). Também inscreveu que: Deste modo, o fato de os débitos aqui discutidos estarem consolidados no Refis/SC não impede venha a requerente a esse Poder Judiciário deduzir a pretensão já revelada Inocorrência de prescrição As exações aqui versadas foram objeto de discussão judicial anterior, o que resultou na interrupção do prazo prescricional. Realmente, no dia 02 de setembro de foi ajuizada ação cautelar inominada que tramitou na Comarca de Fraiburgo SC e lá ganhou o registro nº (anexo 06). De acordo com o art. 219 do Código de Processo Civil, a citação válida interrompe o prazo prescricional. O parágrafo 1º do referido artigo dispõe que a interrupção do prazo prescricional retroage à data da propositura da ação, de onde resulta que no dia 02 de setembro de o prazo prescricional foi interrompido. E mais. No dia 07 de outubro do mesmo ano foi ajuizada a ação principal correspondente àquela ação cautelar onde também houve citação válida. Tal demanda foi registrada sob o nº (anexo 05). Temos, assim, que no dia 07 de outubro de o prazo prescricional foi novamente interrompido. Ambas as ações mencionadas neste compartimento tinham o mesmo fundamento jurídico que a presente e já foram objeto de desistência, de modo que o mérito não chegou a ser apreciado. Setembro 4 a semana N o 39/09 13
190 SC Manual de Procedimentos Fica, assim, desde já demonstrado que qualquer levante no sentido de caracterizar a prescrição do direito de propor a presente ação é improcedente (fl. 06). Não há nos autos prova de ter a autora expressamente renunciado a qualquer defesa ou recurso administrativo ou judicial ; há prova tão-somente de ter desistido dos pleitos deduzidos nas demandas judiciais relativamente aos débitos fiscais incluídos no pedido por opção do contribuinte. Presumo que a confissão irrevogável e irretratável dos débitos fiscais consolidados e a renúncia a qualquer defesa ou recurso administrativo ou judicial tenha sido formulada no plano administrativo, pois do contrário não seria admitida a adesão ao REFIS/SC (Lei nº , de 2000, art. 6º, incisos I e II). Ao justificar a retratabilidade da renúncia, disse o Juiz Hélio do Valle Pereira: É usual sustentar que, confessado administrativamente o débito, não pode ocorrer posteriormente questionamento. Sigo, entretanto, por outro rumo; e, por isso, mesmo sem valor técnico, reitero o que escrevi em outra oportunidade: Aspecto interessante se refere à possibilidade de ajuizamento de ação anulatória de crédito fiscal submetido a regime de parcelamento. Costumeiramente, defende-se que o pedido anulatório é antiético com a precedente adesão feita pelo contribuinte, que expressamente aquiesceu à existência do débito. A conclusão, todavia, é precipitada. O contribuinte não realiza ato espontâneo ao ingressar em regime de pagamento parcelado. Há conduta ditada pela pressão própria da atividade estatal tributária. Aqui, presume-se que o devedor atue sempre impelido pelo poder coercitivo público. Assim, mesmo que ocorra pagamento conscientemente indevido, há direito de repetição (item 22.7). Por identidade de razões, deverá ser possibilitada a anulação de eventual crédito tributário resultante de atuação supostamente volitiva do sujeito passivo. Seria inusitado que o poder público pudesse considerar legitimado o pagamento indevido, enriquecendo-se ilicitamente. O princípio da moralidade administrativa (art. 37 da CF) e da legalidade (arts. 5º, inc. I, e 150, inc. I) não se compadecem com o prestigiamento da ilicitude. Como resume Leandro Paulsen, a confissão de dívida no Direito Tributário não possui os mesmos efeitos do direito civil, posto que neste há a autonomia da vontade e naquele o princípio da legalidade. Assim, possível mesmo a repetição desde já, a fim de evitar o solve et repete (Manual da Fazenda Pública em Juízo, 3ª ed., Rio de Janeiro: Renovar, 2008, p ). De outro lado, ficou mais claro que os créditos tributários arrolados na exordial diziam respeito, por engano, a declarações de relativas a produtos industrializados (fls ). Inclino-me em admitir a revisão da confissão em situações excepcionalíssimas quando, v.g., sobrevier decisão do Supremo Tribunal Federal declarando a inconstitucionalidade da lei em que se funda o lançamento tributário e na hipótese de erro (CC, art. 138). A confissão de dívida tributária e a renúncia a direito, quando ocorrentes em processo judicial, têm as características de transação (CC, art. 840 É lícito aos interessados prevenirem ou terminarem o litígio mediante concessões mútuas ). Nessas hipóteses, não há que se falar em erro. O contribuinte, depois de considerar a probabilidade de sucesso ou insucesso da pretensão deduzida em juízo, aceita as condições ofertadas pela Fazenda Pública para liquidação da dívida tributária com alguns benefícios que normalmente importam na concessão de prazo, na redução do montante devido e na exclusão da multa. Parece-me incompatível com os princípios da boa-fé, da moralidade administrativa e, principalmente, da segurança jurídica, admitir-se a retratatibilidade da confissão de dívida e da renúncia a direito quando os fundamentos do pedido coincidirem com os da pretensão anteriormente deduzida em Juízo. Da doutrina e da jurisprudência colaciono lições e julgados versando sobre o tema: A intenção do legislador ao dispor que a desistência será expressa e irrevogável é criar uma desistência qualificada, que impediria o autor de, no futuro, vir novamente a juízo buscar o mesmo direito discutido nos autos onde se operou a desistência, referindo-se não apenas que a desistência naqueles autos será expressa e irrevogável, mas que tal ato representa definitiva manifestação irrevogável de não mais renovar-se o pleito. Outra interpretação poderia frustrar o objetivo do Programa e se afastaria do interesse do Poder Público protegido pela lei (Célio Armando Janczeski, Refis: a desistência das ações, a renúncia do direito e os honorários advocatícios, Revista Dialética de Direito Tributário 76/14-18). Desde a instituição do Programa de Recuperação Fiscal Refis (Lei nº 9.964/00), muito se tem discutido sobre a necessidade (obrigatoriedade) de desistência de ação judicial, com renúncia ao direito em que esta se funda, relativamente aos débitos incluídos no Programa, como condição para inclusão e permanência da pessoa jurídica em tal plano de parcelamento de débitos fiscais. [...] Esse posicionamento vem encontrando guarida em algumas decisões do Poder Judiciário, motivada por uma análise ligeira e 14 N o 39/09 Setembro 4 a semana
191 Manual de Procedimentos SC menos cuidadosa do texto legal e sua interpretação frente à Constituição da República de [...] Em apertada síntese, entendem os órgãos da administração tributária federal, inclusive através de seus atos normativos expedidos, que o Refis constitui-se em amplo benefício fiscal concedido aos contribuintes inadimplentes. E a todo benefício deve corresponder um sacrifício. No caso do Programa, além de todas as verdadeiras condições impostas (regularidade com o recolhimento dos tributos, medidas contábeis necessárias, grande volume de informações a serem disponibilizadas aos órgãos de fiscalização), também seria condição para o ingresso e permanência no Refis a desistência das ações, com renúncia do direito que estas se fundam, relativas aos débitos que foram incluídos no Refis (Marcelo Dias Gonçalves Vilela, Débito incluído no Refis x Necessidade de renúncia ao direito em que se funda a ação. Interpretação adequada, Revista Dialética de Direito Tributário 78/83-84). Válida é a exigência contida na lei de regência do REFIS/SC (Lei Estadual nº /00), condicionando o ingresso no programa à desistência das ações judiciais que discutem o débito fiscal a ser parcelado, na medida em que esse cadastramento dá-se por opção do contribuinte, o qual aceita submeter-se às regras impostas, a fim de obter seus benefícios. A opção pelo REFIS/SC sujeita o contribuinte à confissão irrevogável e irretratável do débito fiscal, sendo, portanto, incompatível com qualquer pendência judicial que verse sobre a dívida a ser parcelada (AC nº , Des. Sônia Maria Schmitz). A adesão livre e espontânea do contribuinte a programa de parcelamento de débitos junto ao embargado importa na sua renúncia, ainda que de forma tácita, ao exercício de qualquer ação relativa à contribuição de melhoria que é objeto de execução fiscal promovida, não podendo, portanto, prosseguir a discussão acerca de eventual prescrição do processo executivo ou, ainda, de nulidades na formalização do crédito tributário (AC nº , Des. Jânio Machado). 1. Ao pleitear e obter o parcelamento administrativo, o contribuinte confessa, de modo irrevogável e irretratável, o débito tributário reclamado pelo Fisco, importando tal ato em renúncia de, pela via dos embargos à execução, suscitar a nulidade de sua constituição ou de questionar-lhe a sua legitimidade. 2. Em face da transação facultada pelo Fisco, não subsiste para o contribuinte o ônus do pagamento da verba honorária de sucumbência, visto que a desistência dos embargos representa imposição da Administração para a concessão da benesse e, por sobre isso, no caso concreto, os honorários já estão incluídos nas prestações do parcelamento (AC nº , Des. Newton Janke). (...) quando aderiu, por sua própria vontade, ao benefício do parcelamento do débito fiscal, a embargante/apelante renunciou, tacitamente, ao exercício de qualquer ação, inclusive os embargos do devedor, ou recurso judicial, em relação aos tributos respectivos, o que elide a possibilidade de qualquer alegação da devedora acerca de vícios ou nulidades quanto à formalização do crédito fazendário que parcelou e que fundamenta a execução fiscal (Des. Jaime Ramos) (AC nº , Des. Orli Rodrigues). Está na sentença: presume-se que o devedor atue sempre impelido pelo poder coercitivo público (fl. 3820). Discordo do eminente magistrado; a lei disponibiliza ao contribuinte medidas de natureza administrativa e/ou judicial para suspender a exigibilidade do crédito tributário (CTN, art. 151). [...] 3. À vista do exposto, dou provimento ao recurso do Estado de Santa Catarina e julgo improcedente a pretensão da autora. Condeno-a a pagar as custas processuais e os honorários advocatícios, que arbitro em R$ ,00 (vinte mil reais). Conseqüentemente, resta prejudicado o recurso por ela interposto para majoração dos honorários advocatícios. Decisão Nos termos do voto do relator, deram provimento ao recurso do Estado de Santa Catarina e negaram provimento ao da autora. Participaram do julgamento, realizado no dia 16 de dezembro de 2008, os Excelentíssimos Senhores Desembargadores Vanderlei Romer e Paulo Henrique Moritz Martins da Silva. Florianópolis, 20 de maio de 2009 Newton Trisotto Presidente e Relator Declaração de voto-vista do Exmo. Sr. Des. Subst. Paulo Henrique Moritz Martins da Silva Voto Por concordar com os fundamentos aduzidos pelo eminente Des. Newton Trisotto no voto condutor, penso ter havido algum ruído de comunicação quanto à minha intenção de acrescentar novos motivos ao debate fático-jurídico, pois eles são despiciendos. Des. Subst. Paulo Henrique Moritz Martins da Silva Gabinete Des. Newton Trisotto Setembro 4 a semana N o 39/09 15
192 SC Manual de Procedimentos CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS Carnes Frescas, Resfriadas ou Congeladas de Suínos Benefício Fiscal No Estado de Santa Catarina há algum benefício fiscal para carnes frescas, resfriadas ou congeladas de suínos? Sim, até 31/11/2009 as operações internas com carnes frescas, resfriadas ou congeladas de suínos ficam isentas do imposto, conforme determina o art. 1º, inciso XXI, do Anexo 2 do R-SC. Base legal: citada no texto. ISS Inscrição no Cadastro Municipal Formalização De que maneira é formalizado o pedido de inscrição no Cadastro Municipal de Contribuintes? O pedido de inscrição no Cadastro Municipal de Contribuintes é formalizado: a) por meio da remessa, via internet, da Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica (FCPJ) e da Ficha de Sócios e Administradores (FSA), geradas por meio de programa disponibilizado pela Secretaria Municipal de Finanças (SEFIN) no endereço b) pela entrega, à unidade cadastradora da Secretaria Municipal de Finanças (SEFIN), de cópia autenticada: do ato de constituição da pessoa jurídica ou empresa individual; do CNPJ; da qualificação dos sócios e, se for o caso, dos responsáveis pelo estabelecimento; da qualificação do contabilista ou organização contábil que detenha a responsabilidade pela escrita da requerente; do documento de identidade da pessoa física responsável perante a SEFIN; do documento que faça prova da condição de representante legal, quando for o caso; de quaisquer outros documentos, dados e informações considerados de interesse para o Fisco. A documentação referida na letra b será encaminhada acompanhada do Documento de Entrada (DE), conforme modelo estabelecido em portaria do Secretário Municipal de Finanças. O documento deve estar assinado pela pessoa física responsável perante a SEFIN ou por seu preposto; em todos os casos deve haver reconhecimento de firma do signatário. A não entrega dos documentos fiscais a que se refere a letra b, no prazo de 30 dias, contado a partir da data em que foi disponibilizado ao requerente o Documento de Entrada (DE), implicará na automática desconsideração do pedido. Base legal: art. 7º do Anexo IV do RISS Decreto nº 2.154/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
193 Manual de Procedimentos SC COMEX ADUANEIRAS O Bom-Senso e o Crédito Documentário Angelo Luiz Lunardi Não é só de UCP 600 que se faz um Crédito Documentário: é indispensável muito senso comum experiência do dia a dia. Bom-senso e senso comum quase que se fundem. Semelhantemente parece pensar a CCI em suas Commonsense Rules e seu Guide to Documentary Operations. O Crédito Documentário completa, com êxito, um compromisso comercialmente aceitável entre interesses conflitantes de comprador e vendedor, unindo um prazo de pagamento das mercadorias com o prazo de sua entrega. Ele faz isso, no entanto, contra documentos que representam as mercadorias em vez de contra as próprias mercadorias. Um Crédito compromisso irrevogável de um banco (e, quando necessário, sendo confirmado) pode ser um excelente instrumento de pagamento. Também, quando são exigidos documentos apropriados, e desde que se possa depositar confiança na integridade do vendedor, ele pode ser um meio efetivo de se obter a entrega das mercadorias. Não obstante, ele é um instrumento de precisão e assim deve ser tratado por todos os interessados. Ambos, comprador e vendedor, devem observar certas regras de bom-senso. Comprador Primeira Regra Suas instruções ao emitente devem ser claras, corretas e precisas, livres de excessivo detalhamento. Não pode ser esperado que o banco adivinhe o que ele quer; tampouco pode o banco avaliar especificações complexas e, frequentemente, técnicas. Segunda Regra A finalidade do crédito é de pagar por sua compra e não de policiar a transação comercial. Seus termos e condições, bem como os documentos exigidos, devem, portanto, estar de acordo com o contrato de compra e venda das mercadorias ou serviços ao qual o crédito pode estar baseado, muito embora tais contratos não se refiram aos bancos. Terceira Regra Qualquer exame das mercadorias, antes ou no momento do embarque, deve ser evidenciado, sempre, por um documento. A natureza precisa, o seu emitente, bem como os dados de tal documento devem estar declarados no crédito. Quarta Regra O crédito não deve exigir documentos que o vendedor não pode fornecer, nem estabelecer condições que ele não pode satisfazer. Vendedor Primeira Regra Embora um tempo considerável possa decorrer entre o aviso (recebimento) do crédito e a sua utilização, ele não deve demorar para analisá-lo e solicitar ao comprador as emendas necessárias, quando for o caso. Segunda Regra Ele deve convencer-se de que os termos, as condições e os documentos exigidos estão de acordo com o contrato de venda, embora os bancos não façam parte de tais contratos. O exame dos documentos levará em consideração somente os termos do crédito e de quaisquer emendas já aceitas, bem como a UCP e a ISBP. Terceira Regra Quando for o momento de apresentar os documentos, ele deve: 1º. apresentar os documentos solicitados exatamente como exigidos pelo crédito (os documentos devem estar em conformidade com os termos e condições do crédito e, em sua face, não podem ser conflitantes entre si); 2º. apresentar os documentos ao banco tão rapidamente quanto possível e, em todos os casos, dentro da validade do crédito e, dentro do prazo, após a data do embarque ou de emissão do documento de transporte, conforme o caso, e sempre observando as disposições do art. 14 da UCP 600. Quarta Regra Ele precisa lembrar-se que o não cumprimento dos termos do crédito ou irregularidades nos documentos discrepâncias levam o banco a recusar a documentação. Comprador e Vendedor É, portanto, importante para todas as partes no crédito, saber, precisamente, que documentos são solicitados e quais são os seus termos e condições. E, finalizando, um alerta: fazer operações com Crédito Documentário sem conhecer profundamente os seus mecanismos é como portar uma arma sem saber manuseá-la: ela pode ser utilizada contra você! Setembro 4 a semana N o 39/09 17
194 SC Manual de Procedimentos LEGISLAÇÃO FEDERAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. ATO COTEPE/PMPF Nº 17, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Sinopse: O Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 aprova o Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) de combustíveis para vigorar a partir de 16/09/2009. Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação DESPACHO CONFAZ Nº 303, DE 03/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 303/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 104 a 111/09. Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação DESPACHO CONFAZ Nº 315, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 315/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 112 e 113/09. PROTOCOLOS NºS 104 A 110, DE 10/08/2009 DOU de 08/09/2009 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Sinopse: Os Protocolos nºs 104 a 110/09 aprovaram vários assuntos relacionados com as operações sujeitas ao regime de substituição tributária. A seguir um resumo dos citados atos: Protocolo nº 104/09 Protocolo nº 105/09 Protocolo nº 106/09 Protocolo nº 107/09 Protocolo nº 108/09 Protocolo nº 109/09 Protocolo nº 110/09 Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bebidas quentes. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. 18 N o 39/09 Setembro 4 a semana
195 Manual de Procedimentos SC PROTOCOLO Nº 111, DE 31/08/2009 DOU de 08/09/2009 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Sinopse: O Protocolo nº 111/09 dispõe sobre a cessão, sem ônus, pelo Estado de Santa Catarina, de cópia do Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF), de sua propriedade, para ser exclusivamente utilizado e aperfeiçoado pelo Estado do Espírito Santo. PROTOCOLO Nº 112, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Sinopse: O Protocolo nº 112/09 altera o Protocolo nº 10/07, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. PROTOCOLO Nº 113, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Sinopse: O Protocolo nº 113/09 altera o Protocolo nº 68/07, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Importação DECRETO Nº 6.956, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Sinopse: O Decreto nº 6.956/09 regulamenta o disposto na Lei nº , de 08/01/2009, que institui o Regime de Tributação Unificada (RTU) na importação, por via terrestre, de mercadorias procedentes do Paraguai. Importação Regime Aduaneiro SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 322, DE 20/08/2009 Sinopse: A Solução de Consulta nº 322/09 esclarece que só está amparada pelo RECOF a importação feita diretamente por empresa habilitada no regime, o que não é o caso das importações por encomenda ou por conta e ordem realizadas via trading company não habilitada no RECOF. Setembro 4 a semana N o 39/09 19
196 SC Manual de Procedimentos PORTARIA SECEX Nº 27, DE 10/09/2009 Importação/Exportação Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Sinopse: A Portaria SECEX nº 27/09 altera a Portaria SECEX nº 25, de 27/11/2008, que dispõe sobre as operações de comércio exterior e revoga as portarias que menciona. Imposto de Importação Equipamentos Aeroportuários Isenção SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 316, DE 18/08/2009 Sinopse: A Solução de Consulta nº 316/09 esclarece que encontra-se revogada a isenção do Imposto de Importação (I.I.) na importação de equipamentos de terra, tais como tratores com dispositivos especiais para manobras de aeronaves e reboques para uso em aeroportos. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 6, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 7, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 9, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
197 Manual de Procedimentos SC ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 12, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP 14, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP 14/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 24, DE 09/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 35, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 36, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 37, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Setembro 4 a semana N o 39/09 21
198 SC Manual de Procedimentos ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 40, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 41, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 42, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SC Nº 79, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 137, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
199 Manual de Procedimentos SC PORTARIA INTERMINISTERIAL MDIC/MCT Nº 174, DE 09/09/2009 Zona Franca de Manaus Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Sinopse: A Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 estabelece processo produtivo básico para o produto televisor com tela de plasma. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) RESOLUÇÃO CZPE Nº 5, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Sinopse: A Resolução CZPE nº 5/09 dispõe sobre as atribuições e as responsabilidades das Administradoras das Zonas de Processamento de Exportação. Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resoluções do Conselho Revogação RESOLUÇÃO CZPE Nº 7, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: A Resolução CZPE nº 7/09 revoga as Resoluções do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) nºs 10, de 04/01/1990, 15, de 28/09/1993, 17, de 18/03/1994, e 18, de 16/05/1995. LEGISLAÇÃO ESTADUAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. ATO DIAT Nº 79, DE 03/09/2009 DOE-SC de 09/09/2009 Cerveja, Chope, Refrigerante e Bebida Hidroeletrolítica e Energética Substituição Tributária Preços Médios Ponderados Alterações Sinopse: O Ato Diat nº 79/09 altera o Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) das bebidas de que trata o Ato DIAT nº 177/08. MEDIDA PROVISÓRIA Nº 158, DE 02/09/2009 DOE-SC de 02/09/2009 Combustível Fiscalização e Coibição da Comercialização Irregular Disciplina Sinopse: A Medida Provisória nº 158/09 dispõe sobre a fiscalização e a coibição da comercialização irregular de combustíveis e dá outras providências. Setembro 4 a semana N o 39/09 23
200 SP MANUAL DE Procedimentos 39 Destaques Observada a destinação da mercadoria, este trabalho tem como foco, detalhar os procedimentos fiscais a serem observados pelo remetente paulista, que se encontre na condição de contribuinte substituto ou de substituído, neste Estado, quando promover venda de mercadorias sujeitas à substituição tributária a outros Estados ou ao Distrito Federal, signatários ou não, de Protocolos ou Convênios. Comentário sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil. ISS Trabalho que aborda as orientações para apresentação Declaração de Instituições Financeiras (DIF), conforme disciplina estabelecida na Instrução Normativa SF/SUREM nº 2/08. Klayton Teixeira Turrin Marianita Ribeiro Diniz Sebastião Guedes de Araújo ÍNDICE... 3 Substituição Tributária Aplicação nas Operações Interestaduais Consignação Mercantil ISS Município de São Paulo Declaração de Instituições Financeiras (DIF) Versão 1.1 Jurisprudência e Outros Superior Tribunal de Justiça (STJ) Cadastro de Contribuintes Indeferimento de Inscrição Legalidade Consultoria Cenofisco Substituição Tributária Base de Cálculo do Imposto Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Inutilização dos Formulários Fiscais de Nota Fiscal, Modelo 1 ou 1-A, Remanescente no Estoque Comex Aduaneiras O Bom-Senso e o Crédito Documentário Cenofisco BD Legislação Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia Acesse e confira agora este benefício. continua
201 SP Manual de Procedimentos ÍNDICE CONTINUAÇÃO Legislação Federal Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Despacho CONFAZ nº 303/09 Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação Despacho CONFAZ nº 315/09 Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação Protocolos nºs 104 a 110/09 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Protocolo nº 111/09 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Protocolo nº 112/09 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Protocolo nº 113/09 Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Importação Decreto nº 6.956/09 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Solução de Consulta nº 322/09 Regime Aduaneiro Importação/Exportação Portaria SECEX nº 27/09 Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Imposto de Importação Solução de Consulta nº 316/09 Equipamentos Aeroportuários Isenção Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 14/09 Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 Zona Franca de Manaus Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resolução CZPE nº 5/09 Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Resolução CZPE nº 7/09 Resoluções do Conselho Revogação Legislação Estadual Portaria CAT nº 174/09 Produtos de Limpeza Substituição Tributária Base de Cálculo Eficácia de 01/10/2009 a 31/03/2010 Alteração Portaria CAT nº 175/09 Impressos e Vias de Documentos Fiscais Emitidos por Processo Mecanizado Autenticação Prévia na Junta Comercial Dispensa da Exigência Resolução SF nº 61/09 Nota Fiscal Paulista Sorteio de Prêmios Interesse Público Resolução SF nº 58/09 Usuário do Serviço Público pelas Unidades da SEFAZ Normas e Procedimentos Legislação Municipal Município de São Paulo Solução de Consulta SF/DEJUG nº 27/09 ISS Serviços de Advocacia Cálculo do Imposto Número de Profissionais Habilitados Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Manual de procedimentos :,, ISS, outros e legislação, SP. Curitiba, PR : Cenofisco Editora, ISBN Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Leis e legislação São Paulo 2. Imposto sobre Produtos Industrializados Leis e legislação São Paulo 3. Imposto sobre Serviços Leis e legislação São Paulo 4. Tributos Leis e Legislação São Paulo I. Título:,, ISS, outros e legislação, SP CDU-34:336.2 (816.1) Índices para catálogo sistemático : 1. São Paulo : Direito fiscal 34:336.2 (816.1) 2 N o 39/09 Setembro 4 a semana
202 Manual de Procedimentos SP Substituição Tributária Aplicação nas Operações Interestaduais SUMÁRIO 1. Introdução 2. Conceitos 2.1. Substituição tributária 2.2. Modalidades 2.3. Contribuinte substituto e substituído 3. Substituição Tributária Operações Interestaduais 4. Onde pesquisar a relação de Protocolos e Convênios 5. Mercadoria Destinada a Não Contribuinte Procedimentos Fiscais 5.1. Se o remetente for substituto tributário neste Estado 5.2. Se o remetente for substituído neste Estado 6. Mercadoria Destinada a Contribuinte Usuário Final Procedimentos Fiscais 6.1. Se o remetente for substituto tributário neste Estado 6.2. Se o remetente for substituído neste Estado 7. Mercadoria Destinada à Industrialização Procedimentos Fiscais 7.1. Se o remetente for substituto tributário neste Estado 7.2. Se o remetente for substituído neste Estado 8. Mercadoria Destinada à Comercialização Procedimentos Fiscais 8.1. Cálculo do imposto devido por substituição tributária 8.2. Se o remetente for substituto tributário neste Estado 8.3. Se o remetente for substituído neste Estado 9. Mercadoria Destinada à Contribuinte, Localizado em outro Estado, não Signatário de Protocolo ou Convênio Procedimentos Fiscais 9.1. Se o remetente for substituto tributário neste Estado 9.2. Se o remetente for substituído neste Estado 10. Forma e Prazo de Recolhimento do Imposto Devido por Substituição Tributária 1. Introdução No Manual de Procedimentos Cenofisco nº 11/09, publicamos trabalho sob o título Substituição Tributária com Retenção e Antecipação do Imposto Emissão de Notas Fiscais, que trata dos procedimentos a serem observados pelo contribuinte substituto e pelo contribuinte substituído, nas operações internas, para emissão de notas fiscais que acobertar operação com mercadoria sujeita à substituição tributária. No Manual de Procedimentos Cenofisco nº 34/09, publicamos trabalho sob o título Substituição Tributária Operações Interestaduais Acordos Vigentes entre o Estado de São Paulo e as demais Unidades Federadas, que tem por objetivo apresentar ao contribuinte uma referência mais atualizada da relação de protocolos e convênios celebrados entre o Estado de São Paulo e outros Estados, tendo em vista que o texto regulamentar do Anexo VI do R/00 encontra-se prejudicado face o grande número de acordos recentemente firmados pelo Estado de São Paulo com outras Unidades da Federação submetendo diversas mercadorias ao regime de substituição tributária. Voltamos ao assunto, para detalhar os procedimentos fiscais a serem observados pelo remetente paulista, que se encontre na condição de contribuinte substituto ou de substituído neste Estado, quando promover venda de mercadorias sujeitas à substituição tributária com destino a outros Estados ou ao Distrito Federal, signatários ou não, de Protocolos ou Convênios. 2. Conceitos Para efeito de aplicação do regime de substituição tributária, o contribuinte deverá levar em consideração os conceitos trazidos pelo legislador que a seguir reproduzimos: 2.1. Substituição tributária A substituição tributária do consiste em atribuir a terceiro a responsabilidade pelo recolhimento do imposto devido em operação ou prestação, realizada no campo de incidência do imposto, da qual decorre o fato gerador. Assim, determinado contribuinte poderá ser responsabilizado em recolher o incidente em relação a operação ou prestação praticada por outro contribuinte Modalidades A substituição tributária pode ocorrer nas modalidades descritas a seguir: a) antecedente (para trás): consiste na postergação do pagamento do imposto, ou seja, o imposto será pago por uma terceira pessoa, em momento futuro, relativa- Setembro 4 a semana N o 39/09 3
203 SP Manual de Procedimentos mente a fato gerador já ocorrido. É o que ocorre nas operações com previsão de aplicação do diferimento do imposto; b) subsequente (para frente): consiste na retenção e antecipação do recolhimento do imposto pelas operações subsequentes que serão praticadas pelos demais contribuintes até a operação com o consumidor final; c) concomitante: consiste na atribuição da responsabilidade pelo pagamento do a outro contribuinte, e não àquele que esteja realizando a operação/prestação, concomitante à ocorrência do fato gerador. Nessa espécie, encontra-se a substituição tributária aplicável aos serviços de transporte na forma prevista no art. 316 do R/00. Neste trabalho, a modalidade abordada é de substituição tributária com retenção e antecipação do recolhimento do imposto pelas operações subsequentes (para frente) Contribuinte substituto e substituído Como regra, na substituição tributária na modalidade subsequente (para frente), o sujeito passivo por substituição tributária é o contribuinte eleito pelo legislador como responsável pela retenção e recolhimento do devido em operações subsequentes, tais como o fabricante, o importador. Cabe observar, que nas operações interestaduais, o sujeito passivo por substituição é aquele definido como tal no Protocolo ou Convênio resultante de acordo específico para aplicação do regime, celebrado entre o Estado de São Paulo e outras Unidades de Federação (parágrafo único da cláusula quinta do Convênio nº 81/93). O contribuinte substituído é aquele que sofre a retenção do imposto por parte do substituto, ou seja, recebe a mercadoria com o imposto já retido por substituição e promove sua subsequente saída. 3. Substituição Tributária Operações Interestaduais O art. 9º da Lei Complementar nº 87/96 dispõe que a aplicação do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados e pelo Distrito Federal no Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ). Esses acordos são denominados Convênios e Protocolos. Convênios são atos assinados por todos os representantes de cada um dos Estados e do Distrito Federal, que deliberam sobre a concessão de benefícios, incentivos fiscais e regimes de tributação que terão aplicação no âmbito interno de cada ente federativo e também no âmbito interestadual. Protocolos são atos assinados apenas por alguns dos Estados, para determinar a aplicação de benefícios, incentivos fiscais e regimes de tributação, nas operações e prestações internas e interestaduais. Assim, para que o regime de substituição tributária seja aplicado nas operações interestaduais, deve existir a celebração de Convênio ou Protocolo, no âmbito do CONFAZ, determinando as regras específicas para aplicação do regime, tais como definição do sujeito passivo por substituição tributária, disciplina para recolhimento do imposto devido por substituição em favor da Unidade de Federação de destino, e outras regras relacionadas ao regime. Os Estados e o Distrito Federal poderão publicar atos internos a fim de disciplinar o acordado nas reuniões do CONFAZ, tais como Decretos e Comunicados. É importante destacar que, nas operações interestaduais com mercadoria sujeita a substituição tributária, o sujeito passivo por substituição é aquele definido como tal no respectivo Protocolo ou Convênio, que trata do regime de substituição tributária aplicável à mercadoria (parágrafo único da cláusula quinta do Convênio nº 81/93). Se caso o convênio ou protocolo estabelecer que o remetente será o eleito como sujeito passivo por substituição, ficará, portanto, responsável pela retenção e pelo recolhimento do incidente nas operações subsequentes que ocorrerá na Unidade de Federação de destino. 4. Onde Pesquisar a Relação de Protocolos e Convênios Os acordos vigentes entre o Estado de São Paulo e as demais Unidades Federadas, denominados Convênios e Protocolos, relativos ao regime jurídico-tributário da substituição tributária aplicáveis nas operações interestaduais, estão relacionados no Anexo VI do R/00, aprovado pelo Decreto n /00. 4 N o 39/09 Setembro 4 a semana
204 Manual de Procedimentos SP O referido Anexo apresenta caráter meramente informativo, visando facilitar a pesquisa e o cumprimento das obrigações fiscais a serem observadas pelo contribuinte e não substitui, em cada caso, a confirmação pela consulta às publicações oficiais. A relação de Protocolos e Convênios celebrados entre o Estado de São Paulo e outros Estados também podem ser consultados na matéria publicada no Manual de Procedimentos Cenofisco nº 34/09, sob o título Substituição Tributária Operações Interestaduais Acordos Vigentes entre o Estado de São Paulo e as demais Unidades Federadas. Alertamos para o texto regulamentar do Anexo VI do R/00, que encontra-se prejudicado face o grande número de acordos recentemente firmados pelo Estado de São Paulo com outras Unidades da Federação submetendo diversas mercadorias ao regime de substituição tributária. Assim, torna-se recomendável que a pesquisa seja realizada na matéria citada no parágrafo anterior, que tem por objetivo apresentar ao contribuinte uma referência mais atualizada da legislação a ser observada nos principais segmentos atingidos. Recomenda-se ao contribuinte acompanhamento rotineiro da legislação, face a dinâmica de suas alterações, bem como a instituição de novos acordos firmados no âmbito do CONFAZ, por meio de Protocolos e Convênios. A íntegra dos Convênios e Protocolos, estão disponíveis no site do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), no endereço: no módulo Legislação. 5. Mercadoria Destinada a Não Contribuinte Procedimentos Fiscais Na operação interestadual com mercadoria sujeita a substituição tributária, destinada a não contribuinte localizado em outro Estado, não caberá a aplicação da substituição tributária, tendo em vista que essas operações são tratadas pelo legislador como se fossem operações internas. Assim a operação se submeterá às normas internas do Estado de localização do remetente Se o remetente for substituto tributário neste Estado Quando a operação for praticada por contribuinte qualificado como substituto tributário, neste Estado, com destino a não contribuinte localizado em outro Estado, a nota fiscal conterá alem dos demais requisitos exigidos na legislação: a) natureza de operação: Venda ; b) CFOP (venda de produção do estabelecimento) ou (venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros), conforme o caso; c) o destaque do valor do imposto incidente na operação própria, obtido mediante aplicação da alíquota interna deste Estado, nos termos do art. 56 do R/00. Nota Cenofisco: As alíquotas internas de que trata a letra c, são aquelas previstas nos arts. 52 a 55 do R/ Exemplo Nota fiscal Supondo que determinado estabelecimento industrial, na condição de substituto tributário, neste Estado, promova a venda do produto x a não contribuinte localizado no Estado de Minas Gerais (MG). Setembro 4 a semana N o 39/09 5
205 SP Manual de Procedimentos Vejamos como ficará a nota fiscal emitida, considerando que o produto x é tributado à alíquota de 18% neste Estado. NOTA FISCAL N SAÍDA ENTRADA EMITENTE: 1ª VIA Nome / Razão Social: DNF Indústria Endereço: xxxxxxxx Bairro/Distrito: Município: xxxxxxxxx UF: SP Fone/Fax: CEP: xxxxx-xxx DESTINATÁRIO/ REMETENTE NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de produção do estabelecimento DESTINATÁRIO REMETENTE NOME / RAZÃO SOCIAL José da Silva Telles ENDEREÇO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx MUNICÍPIO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx DADOS DO PRODUTO CÓD PROD DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CFOP CLASSIF FISCAL INSCRIÇÃO ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA FONE / FAX UNIDADE BAIRRO / DISTRITO QUANTIDADE UF MG CNPJ xx.xxx.xxx/xxxx-xx INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx CNPJ / CPF xx.xxx.xxx/xxxx-xx CEP xxxxx-xxx INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL ALÍQUOTAS DATA LIMITE PARA EMISSÃO DATA DA EMISSÃO 24/08/2009 DATA DA SAÍDA / ENTRADA 24/08/2009 HORA DA SAÍDA 11:00 VALOR DO Produto x Unid 02 50,00 100,00 18% 0% CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO 100,00 VALOR DO 18,00 BASE DE CÁLCULO SUBSTITUIÇÃO VALOR DO SUBSTITUIÇÃO TOTAL DOS PRODUTOS 100,00 VALOR DO FRETE VALOR SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO - TRANSPORTADOR / VOLUMES TRANSPORTADOS NOME / RAZÃO SOCIAL ENDEREÇO FRETE POR CONTA 1 EMITENTE 2 DESTINATÁRIO MUNICÍPIO VALOR TOTAL DA NOTA 100,00 PLACA DO VEÍCULO UF CNPJ / CPF UF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS (1) Mercadoria destinada a não contribuinte reduzido a 0% - Decreto nº 6.006/06 RESERVADO AO FISCO N DE CONTROLE DO FORMULÁRIO DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO DATA DO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR RECEBIMENTO NOTA FISCAL N N o 39/09 Setembro 4 a semana
206 Manual de Procedimentos Escrituração fiscal SP Vejamos como ficará a escrituração fiscal da nota fiscal nº , de 24/08/2009, no Livro Registro de Saídas: LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS VALORES FISCAIS VALORES FISCAIS VALOR CONTÁBIL COM DÉBITO SEM DÉBITO COM DÉBITO SEM DÉBITO ISEN / CFOP VL CONT BC ALÍQ OUTR BC ISEN OUTR NT ,00 100,00 18% 18, ,00 OBSERVAÇÕES 5.2. Se o remetente for substituído neste Estado Quando a operação for praticada por contribuinte qualificado como substituído, neste Estado, com destino a não contribuinte localizado em outro Estado, a nota fiscal conterá além dos demais requisitos exigidos na legislação: a) natureza de operação: Venda ; b) CFOP (venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros); c) sem destaque do valor do imposto, tendo em vista que o produto já sofreu a tributação do imposto por toda a cadeia de circulação da mercadoria até que se chegue ao consumidor final, localizado neste ou em outro Estado Exemplo Nota fiscal Supondo que determinado estabelecimento comercial, na condição de contribuinte substituído, neste Estado, promova a venda do produto x à não contribuinte localizado no Estado de Minas Gerais (MG). Vejamos como ficará a nota fiscal emitida: NOTA FISCAL N SAÍDA ENTRADA EMITENTE: 1ª VIA Nome / Razão Social: DNF Indústria Endereço: xxxxxxxx Bairro/Distrito: Município: xxxxxxxxx UF: SP Fone/Fax: CEP: xxxxx-xxx DESTINATÁRIO/ REMETENTE CNPJ xx.xxx.xxx/xxxx-xx NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de mercadoria adquirida de terceiro CFOP INSCRIÇÃO ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx DATA LIMITE PARA EMISSÃO DESTINATÁRIO REMETENTE NOME / RAZÃO SOCIAL José da Silva Telles CNPJ / CPF xx.xxx.xxx/xxxx-xx DATA DA EMISSÃO 24/08/2009 ENDEREÇO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx BAIRRO / DISTRITO CEP xxxxx-xxx DATA DA SAÍDA / ENTRADA 24/08/2009 MUNICÍPIO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx FONE / FAX UF MG INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx HORA DA SAÍDA 11:00 DADOS DO PRODUTO CÓD PROD DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CLASSIF FISCAL SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA UNIDADE QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL ALÍQUOTAS VALOR DO Produto x 060 Unid 02 50,00 100,00 CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO VALOR DO BASE DE CÁLCULO SUBSTITUIÇÃO VALOR DO SUBSTITUIÇÃO TOTAL DOS PRODUTOS 100,00 VALOR DO FRETE VALOR SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO VALOR TOTAL DA NOTA 100,00 TRANSPORTADOR / VOLUMES TRANSPORTADOS NOME / RAZÃO SOCIAL ENDEREÇO FRETE POR CONTA 1 EMITENTE 2 DESTINATÁRIO MUNICÍPIO PLACA DO VEÍCULO UF CNPJ / CPF UF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS Mercadoria destinada a não contribuinte Imposto recolhido por substituição tributária, nos termos do art. xxx do R/SP Decreto nº /00 RESERVADO AO FISCO N DE CONTROLE DO FORMULÁRIO DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO NOTA FISCAL DATA DO RECEBIMENTO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR N Setembro 4 a semana N o 39/09 7
207 SP Manual de Procedimentos Escrituração fiscal Vejamos como ficará a escrituração fiscal da nota fiscal nº , de 24/08/2009, no Livro Registro de Saídas: LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS VALORES FISCAIS VALORES FISCAIS VALOR CONTÁBIL COM DÉBITO SEM DÉBITO COM DÉBITO SEM DÉBITO ISEN / CFOP VL CONT BC ALÍQ OUTR BC ISEN OUTR NT , , OBSERVAÇÕES 6. Mercadoria Destinada a Contribuinte Usuário Final Procedimentos Fiscais Nas operações interestaduais alcançadas pelo regime de substituição tributária, que destinem mercadorias a contribuinte usuário final, a responsabilidade do remetente, na condição de contribuinte substituto, consistirá apenas no cálculo, retenção e recolhimento do imposto correspondente ao diferencial de alíquotas, se assim exigido nos respectivos Convênios ou Protocolos regulamentares Se o remetente for substituto tributário neste Estado Quando a operação for praticada por contribuinte qualificado como substituto tributário, neste Estado, com destino a contribuinte usuário final localizado em outro Estado, a nota fiscal conterá além dos demais requisitos exigidos na legislação: a) natureza de operação: Venda ; b) CFOP (venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto) ou (venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto), conforme o caso; c) o destaque do valor do imposto incidente na operação própria, obtido mediante aplicação da alíquota interestadual; d) o destaque do devido por substituição tributária que corresponderá apenas ao valor do diferencial de alíquotas, se assim exigido nos respectivos Convênios ou Protocolos regulamentares Exemplo Nota fiscal Supondo que determinado estabelecimento industrial, na condição de substituto tributário, neste Estado, promova a venda do produto y para contribuinte usuário final localizado no Estado do Rio de Janeiro (RJ). Vamos apurar o valor correspondente ao imposto devido por substituição tributária que corresponderá ao valor do diferencial de alíquotas, considerando que o produto y é tributado à alíquota de 19% no Estado do Rio de Janeiro (RJ). Imposto devido (diferencial de alíquotas) Valor da operação... R$ 100,00 Alíquota interna vigente na Unidade de Federação de destino (RJ)... 19% Alíquota interestadual (destinatário localizado no Estado do RJ)... 12% Imposto devido relativo à operação própria (R$ 100,00 x 12%).... R$ 12,00 R$ 100,00 x 19%... R$ 19,00 Imposto devido por ST= diferencial de alíquotas (R$ 19,00 R$ 12,00)... R$ 7,00 Valor total da nota fiscal (R$ 100,00 + R$ 7,00)... R$ 107,00 8 N o 39/09 Setembro 4 a semana
208 Manual de Procedimentos SP Vejamos como ficará a nota fiscal emitida: NOTA FISCAL N SAÍDA ENTRADA EMITENTE: 1ª VIA Nome / Razão Social: DNF Indústria Endereço: xxxxxxxx Bairro/Distrito: Município: xxxxxxxxx UF: SP Fone/Fax: CEP: xxxxx-xxx DESTINATÁRIO/ REMETENTE NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de produção do estabelecimento DESTINATÁRIO REMETENTE NOME / RAZÃO SOCIAL SZ Comércio ENDEREÇO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx MUNICÍPIO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx DADOS DO PRODUTO CÓD PROD DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CFOP CLASSIF FISCAL INSCRIÇÃO ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA FONE / FAX UNIDADE BAIRRO / DISTRITO QUANTIDADE UF RJ CNPJ xx.xxx.xxx/xxxx-xx INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx CNPJ / CPF xx.xxx.xxx/xxxx-xx CEP xxxxx-xxx INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL ALÍQUOTAS DATA LIMITE PARA EMISSÃO DATA DA EMISSÃO 24/08/2009 DATA DA SAÍDA / ENTRADA 24/08/2009 HORA DA SAÍDA 11:00 VALOR DO Produto y Unid 02 50,00 100,00 12% 0% - CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO 100,00 VALOR DO 12,00 BASE DE CÁLCULO SUBSTITUIÇÃO 100,00 VALOR DO SUBSTITUIÇÃO 7,00 VALOR DO FRETE VALOR SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO - TRANSPORTADOR / VOLUMES TRANSPORTADOS NOME / RAZÃO SOCIAL ENDEREÇO FRETE POR CONTA 1 EMITENTE 2 DESTINATÁRIO MUNICÍPIO TOTAL DOS PRODUTOS 100,00 VALOR TOTAL DA NOTA 107,00 PLACA DO VEÍCULO UF CNPJ / CPF UF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS (1) Mercadoria destinada a contribuinte usuário final reduzido a 0% - Decreto nº 6.006/06 Valores de cada mercadoria: B.C. devido por ST: (R$ 100,00 : 2) = R$ 50,00 ST (R$ 7,00 : 2) = R$ 3,50 RESERVADO AO FISCO N DE CONTROLE DO FORMULÁRIO DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO DATA DO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR RECEBIMENTO NOTA FISCAL N Setembro 4 a semana N o 39/09 9
209 SP Manual de Procedimentos Escrituração fiscal Vejamos como ficará a escrituração fiscal da nota fiscal nº , de 24/08/2009, no Livro Registro de Saídas: LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS VALORES FISCAIS VALORES FISCAIS VALOR CONTÁBIL COM DÉBITO SEM DÉBITO COM DÉBITO SEM DÉBITO ISEN / CFOP VL CONT BC ALÍQ OUTR BC ISEN OUTR NT ,00 100,00 12% 12, ,00 OBSERVAÇÕES Subst. Tributária BC = R$ 100,00 ST = R$ 7, Se o remetente for substituído neste Estado Quando a operação for praticada por contribuinte qualificado como substituído, neste Estado, com destino a contribuinte usuário final, localizado em outro Estado, a nota fiscal conterá além dos demais requisitos exigidos na legislação: a) natureza de operação: Venda ; b) CFOP (Venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, cujo imposto já tenha sido retido anteriormente); c) o destaque do valor do imposto incidente na operação própria, obtido mediante aplicação da alíquota interestadual; d) o destaque do devido por substituição tributária que corresponderá apenas ao valor do diferencial de alíquotas, se assim exigido nos respectivos convênios ou protocolos regulamentares Exemplo Nota fiscal Supondo que determinado estabelecimento comercial, na condição de contribuinte substituído, neste Estado, promova a venda do produto y para contribuinte usuário final localizado no Estado do Rio de Janeiro (RJ), hipótese em que passará da condição de substituído para substituto tributário, conforme exigido no respectivo protocolo ou convênio. Vamos apurar o valor correspondente ao imposto devido por substituição tributária que corresponderá ao valor do diferencial de alíquotas, considerando que o produto y é tributado à alíquota de 19% no Estado do Rio de Janeiro (RJ). Imposto devido (diferencial de alíquotas) Valor da operação... R$ 100,00 Alíquota interna vigente na Unidade de Federação de destino (RJ)... 19% Alíquota interestadual (destinatário localizado no Estado do RJ)... 12% Imposto devido relativo à operação própria (R$ 100,00 x 12%)... R$ 12,00 R$ 100,00 x 19%... R$ 19,00 Imposto devido por ST= diferencial de alíquotas (R$ 19,00 R$ 12,00)... R$ 7,00 Valor total da nota fiscal (R$ 100,00 + R$ 7,00)... R$ 107,00 10 N o 39/09 Setembro 4 a semana
210 Manual de Procedimentos SP Vejamos como ficará a nota fiscal emitida: NOTA FISCAL N SAÍDA ENTRADA EMITENTE: 1ª VIA Nome / Razão Social: SZ Comércio Endereço: xxxxxxxx Bairro/Distrito: Município: xxxxxxxxx UF: SP Fone/Fax: CEP: xxxxx-xxx DESTINATÁRIO/ REMETENTE NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de mercadoria adquirida de terceiro DESTINATÁRIO REMETENTE NOME / RAZÃO SOCIAL SZ Comércio ENDEREÇO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx MUNICÍPIO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx DADOS DO PRODUTO CÓD PROD DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CFOP CLASSIF FISCAL INSCRIÇÃO ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA FONE / FAX UNIDADE BAIRRO / DISTRITO QUANTIDADE UF RJ CNPJ xx.xxx.xxx/xxxx-xx INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx CNPJ / CPF xx.xxx.xxx/xxxx-xx CEP xxxxx-xxx INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL ALÍQUOTAS DATA LIMITE PARA EMISSÃO DATA DA EMISSÃO 24/08/2009 DATA DA SAÍDA / ENTRADA 24/08/2009 HORA DA SAÍDA 11:00 VALOR DO Produto y 010 Unid 02 50,00 100,00 12% CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO 100,00 VALOR DO 12,00 BASE DE CÁLCULO SUBSTITUIÇÃO 100,00 VALOR DO SUBSTITUIÇÃO 7,00 TOTAL DOS PRODUTOS 100,00 VALOR DO FRETE VALOR SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO VALOR TOTAL DA NOTA 107,00 TRANSPORTADOR / VOLUMES TRANSPORTADOS NOME / RAZÃO SOCIAL ENDEREÇO FRETE POR CONTA 1 EMITENTE 2 DESTINATÁRIO MUNICÍPIO PLACA DO VEÍCULO UF CNPJ / CPF UF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS Mercadoria destinada a contribuinte usuário final Valores de cada mercadoria: B.C. devido por ST: (R$ 100,00 : 2) = R$ 50,00 ST (R$ 7,00 : 2) = R$ 3,50 RESERVADO AO FISCO N DE CONTROLE DO FORMULÁRIO DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO DATA DO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR RECEBIMENTO NOTA FISCAL N Setembro 4 a semana N o 39/09 11
211 SP Manual de Procedimentos Escrituração fiscal Vejamos como ficará a escrituração fiscal da nota fiscal nº , de 24/08/2009, no Livro Registro de Saídas: LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS VALORES FISCAIS VALORES FISCAIS VALOR CONTÁBIL COM DÉBITO SEM DÉBITO COM DÉBITO SEM DÉBITO ISEN / CFOP VL CONT BC ALÍQ OUTR BC ISEN OUTR NT ,00 100,00 12% 12, OBSERVAÇÕES Subst. Tributária BC = R$ 100,00 ST = R$ 7, Aproveitamento do crédito relativo à entrada O contribuinte substituído não aproveitou o crédito do relativo a operação própria do fornecedor por ocasião da aquisição das mercadorias sujeitas a substituição tributária, hipótese em que a escrituração no Livro Registro de Entradas foi feita nas colunas Valor Contábil e Outras, conforme determina o art. 278 do R/00. Contudo, ao promover a saída dessas mercadorias com destino a outro Estado na condição de sujeito passivo por substituição tributária passa a ter o direito de creditar-se do valor do imposto relativo a operação própria destacado na nota fiscal de aquisição dessas mercadorias, mediante lançamento diretamente no Livro Registro de Apuração do, no quadro Crédito do imposto Outros Créditos, com a expressão: Crédito relativo à operação própria do substituto (art. 271 do R/00). Na hipótese de a mercadoria ter sido recebida de outro contribuinte substituído, o valor do imposto incidente até a operação anterior será calculado mediante aplicação da alíquota interna sobre a base de cálculo que seria atribuída à operação própria do remetente, caso estivesse submetida ao regime comum de tributação. O valor do referido crédito não poderá ser superior ao resultante da aplicação da alíquota interna sobre o valor da base de cálculo da retenção efetuada pelo sujeito passivo por substituição. Na impossibilidade de identificação da operação de entrada da mercadoria, o contribuinte substituído poderá considerar o valor do crédito correspondente às entradas mais recentes, suficientes para comportar a quantidade envolvida na operação Ressarcimento da parcela do imposto retido por substituição tributária O estabelecimento do contribuinte substituído deste Estado, que tiver recebido mercadoria com retenção do imposto, poderá ressarcir-se do valor do imposto retido ou da parcela do imposto retido em favor deste Estado, referente a operação subsequente, quando promover saída para estabelecimento de contribuinte situado em outro Estado, nos termos do inciso IV do art. 269 do R/00 e observada a disciplina estabelecida pela Secretaria da Fazenda por meio da Portaria CAT nº 17/99. A Portaria CAT nº 17/99 estabelece disciplina para o ressarcimento do imposto retido por sujeição passiva por substituição e dispõe sobre procedimentos correlatos. 7. Mercadoria Destinada à Industrialização Procedimentos Fiscais Nas operações interestaduais com os Estados signatários de Convênios ou Protocolos, cuja finalidade do adquirente seja o emprego em processo de industrialização, como regra, não caberá a aplicação do regime de substituição tributária, nos termos da cláusula quinta do Convênio nº 81/93. Assim a operação se submeterá às normas comuns de tributação Se o remetente for substituto tributário neste Estado Quando a operação for praticada por contribuinte qualificado como substituto tributário, neste Estado, com destino a contribuinte localizado em outro Estado, cuja finalidade das mercadorias adquiridas seja o emprego em processo de industrialização, a nota fiscal conterá além dos demais requisitos exigidos na legislação: a) natureza de operação: Venda ; b) CFOP (venda de produção do estabelecimento) ou (venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros), conforme o caso; c) o destaque do valor do imposto incidente na operação própria, obtido mediante aplicação da alíquota interestadual; 12 N o 39/09 Setembro 4 a semana
212 Manual de Procedimentos Exemplo Nota fiscal SP Supondo que determinado estabelecimento industrial, na condição de substituto tributário, neste Estado, promova a venda do produto k para contribuinte localizado no Estado de Santa Catarina (SC), emitirá nota fiscal, conforme exemplificado a seguir: NOTA FISCAL N SAÍDA ENTRADA EMITENTE: 1ª VIA Nome / Razão Social: SKF Indústria Endereço: xxxxxxxx Bairro/Distrito: Município: xxxxxxxxx UF: SP Fone/Fax: CEP: xxxxx-xxx DESTINATÁRIO/ REMETENTE NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de produção do estabelecimento DESTINATÁRIO REMETENTE NOME / RAZÃO SOCIAL Indústria AKC ENDEREÇO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx MUNICÍPIO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx DADOS DO PRODUTO CÓD PROD DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CFOP CLASSIF FISCAL INSCRIÇÃO ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA FONE / FAX UNIDADE BAIRRO / DISTRITO QUANTIDADE UF SC CNPJ xx.xxx.xxx/xxxx-xx INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx CNPJ / CPF xx.xxx.xxx/xxxx-xx CEP xxxxx-xxx INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL ALÍQUOTAS DATA LIMITE PARA EMISSÃO DATA DA EMISSÃO 24/08/2009 DATA DA SAÍDA / ENTRADA 24/08/2009 HORA DA SAÍDA 11:00 VALOR DO Produto k Unid 10 10,00 100,00 12% 0% CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO 100,00 VALOR DO 12,00 BASE DE CÁLCULO SUBSTITUIÇÃO VALOR DO SUBSTITUIÇÃO TOTAL DOS PRODUTOS 100,00 VALOR DO FRETE VALOR SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO VALOR TOTAL DA NOTA 100,00 TRANSPORTADOR / VOLUMES TRANSPORTADOS NOME / RAZÃO SOCIAL ENDEREÇO FRETE POR CONTA 1 EMITENTE 2 DESTINATÁRIO MUNICÍPIO PLACA DO VEÍCULO UF CNPJ / CPF UF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS (1) Mercadoria destinada a industrialização Alíquota do reduzido a 0% Decreto nº 6.006/06 RESERVADO AO FISCO N DE CONTROLE DO FORMULÁRIO DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO DATA DO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR RECEBIMENTO NOTA FISCAL N Setembro 4 a semana N o 39/09 13
213 SP Manual de Procedimentos Escrituração fiscal Vejamos como ficará a escrituração fiscal da nota fiscal nº , de 24/08/2009, no Livro Registro de Saídas: LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS VALORES FISCAIS VALORES FISCAIS VALOR CONTÁBIL COM DÉBITO SEM DÉBITO COM DÉBITO SEM DÉBITO ISEN / CFOP VL CONT BC ALÍQ OUTR BC ISEN OUTR NT ,00 100,00 12% 12, ,00 OBSERVAÇÕES 7.2. Se o remetente for substituído neste Estado Quando a operação for praticada por contribuinte qualificado como substituído, neste Estado, com destino a contribuinte localizado em outro Estado, que irá empregar as mercadorias adquiridas em processo de industrialização, a nota fiscal emitida conterá alem dos demais requisitos exigidos na legislação: a) natureza de operação: Venda ; b) CFOP (venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros); c) com destaque do valor do imposto, obtido mediante aplicação da alíquota interestadual; Exemplo Nota fiscal Supondo que determinado estabelecimento comercial, na condição de contribuinte substituído, neste Estado, promova a venda do produto k para contribuinte localizado no Estado de Santa Catarina (SC), a nota fiscal será emitida na forma exemplificada a seguir: NOTA FISCAL N SAÍDA ENTRADA EMITENTE: 1ª VIA Nome / Razão Social: KAF Comércio Endereço: xxxxxxxx Bairro/Distrito: Município: xxxxxxxxx UF: SP Fone/Fax: CEP: xxxxx-xxx DESTINATÁRIO/ REMETENTE CNPJ xx.xxx.xxx/xxxx-xx NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de mercadoria adquirida de terceiro CFOP INSCRIÇÃO ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx DATA LIMITE PARA EMISSÃO DESTINATÁRIO REMETENTE NOME / RAZÃO SOCIAL Indústria AKC CNPJ / CPF xx.xxx.xxx/xxxx-xx DATA DA EMISSÃO 24/08/2009 ENDEREÇO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx BAIRRO / DISTRITO CEP xxxxx-xxx DATA DA SAÍDA / ENTRADA 24/08/2009 MUNICÍPIO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx FONE / FAX UF SC INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx HORA DA SAÍDA 11:00 DADOS DO PRODUTO CÓD PROD DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CLASSIF FISCAL SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA UNIDADE QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL ALÍQUOTAS VALOR DO Produto k 000 Unid 10 10,00 100,00 12% CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO 100,00 VALOR DO 12,00 BASE DE CÁLCULO SUBSTITUIÇÃO VALOR DO SUBSTITUIÇÃO TOTAL DOS PRODUTOS 100,00 VALOR DO FRETE VALOR SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO VALOR TOTAL DA NOTA 100,00 TRANSPORTADOR / VOLUMES TRANSPORTADOS NOME / RAZÃO SOCIAL ENDEREÇO FRETE POR CONTA 1 EMITENTE 2 DESTINATÁRIO MUNICÍPIO PLACA DO VEÍCULO UF CNPJ / CPF UF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS Mercadoria destinada a industrialização RESERVADO AO FISCO N DE CONTROLE DO FORMULÁRIO DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO NOTA FISCAL DATA DO RECEBIMENTO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR N N o 39/09 Setembro 4 a semana
214 Manual de Procedimentos Escrituração fiscal SP Vejamos como ficará a escrituração fiscal da nota fiscal nº , de 24/08/2009, no Livro Registro de Saídas: LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS VALORES FISCAIS VALORES FISCAIS VALOR CONTÁBIL COM DÉBITO SEM DÉBITO COM DÉBITO SEM DÉBITO ISEN / CFOP VL CONT BC ALÍQ OUTR BC ISEN OUTR NT ,00 100,00 12% 12, OBSERVAÇÕES Aproveitamento do crédito relativo à entrada Para fins de aproveitamento do crédito relativo à entrada, o contribuinte substituído deverá adotar os mesmos procedimentos descritos no subitem deste trabalho Ressarcimento da parcela do imposto retido por substituição tributária Para fins de ressarcimento da parcela do imposto retido por substituição tributária, o contribuinte substituído deverá adotar os mesmos procedimentos descritos no subitem deste trabalho. 8. Mercadoria Destinada à Comercialização Procedimentos Fiscais Nas saídas de mercadorias, promovidas por contribuinte paulista, com destino a contribuinte estabelecido em outra Unidade da Federação cuja aquisição se destine à saída posterior, caberá em regra ao remetente a responsabilidade pela retenção e pelo recolhimento do imposto incidente pelas operações subsequentes a favor do Estado destinatário. Essa responsabilidade somente será atribuída ao contribuinte paulista na hipótese em que haja Convênio ou Protocolo em que sejam signatários o Estado de São Paulo e o Estado destinatário estabelecendo essa obrigatoriedade Cálculo do imposto devido por substituição tributária O imposto devido por substituição tributária, corresponderá a diferença entre o valor do imposto calculado, mediante aplicação da alíquota interna vigente no Estado destinatário, sobre a base de cálculo da substituição tributária e o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual de 7% ou 12%, conforme o caso, sobre o valor da operação própria do remetente (Convênio nº 81/93). No quadro demonstrado a seguir, vejamos em quais hipóteses aplica-se a alíquota de 7% ou 12%, nas operações interestaduais: Início Destino Alíquota Base Legal São Paulo Estados das regiões Sul e Sudeste, exceto Espírito Santo 12% Art. 52, III do R/00 São Paulo Estados das regiões Norte, Nordeste, Centro Oeste, Espírito Santo e Distrito Federal. 7% Art. 52, II do R/00 Vejamos o exemplo demonstrado a seguir, observando que os valores e os percentuais utilizados são meramente hipotéticos: Valor da operação... R$ 100,00 MVA estabelecida no Convênio ou Protocolo 50,24% Nota Cenofisco: Em alguns textos legais a expressão MVA (Margem de Valor Agregado) é substituída pela equivalente IVA-ST (Índice de Valor Acrescido Substituição Tributária). Alíquota interna vigente na Unidade de Federação de destino (RN) 17% Alíquota interestadual (destinatário localizado no Estado do RN) 7% Devido por Substituição Tributária relativo à operação própria (R$ 100,00 x 7%)... R$ 7,00 R$ 100, ,24%... R$ 150,24 R$ 150,24 x 17%... R$ 25,54 Imposto devido por ST (R$ 25,54 R$ 7,00)... R$ 18,54 Valor total da nota fiscal (R$ 100,00 + R$ 18,54)... R$ 118,54 Setembro 4 a semana N o 39/09 15
215 SP Manual de Procedimentos 8.2. Se o remetente for substituto tributário neste Estado Quando a operação for praticada por contribuinte qualificado como substituto tributário, neste Estado, com destino a contribuinte localizado em outro Estado, que irá comercializar as mercadorias adquiridas, a nota fiscal emitida conterá alem dos demais requisitos exigidos na legislação: a) natureza de operação: Venda ; b) CFOP (venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto) ou (venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto), conforme o caso; c) o destaque do valor do imposto incidente na operação própria, obtido mediante aplicação da alíquota interestadual; d) o destaque do devido por substituição tributária, se assim exigido nos respectivos Convênios ou Protocolos regulamentares Exemplo Nota fiscal Supondo que determinado estabelecimento industrial, na condição de substituto tributário, neste Estado, promova a venda do produto z para estabelecimento localizado no Estado do Rio Grande do Norte (RN), signatário de protocolo, destinado à comercialização. Com base nos valores exemplificados no subitem 8.1, a nota fiscal será emitida na forma exemplificada a seguir: EMITENTE: NOTA FISCAL N SAÍDA ENTRADA 1ª VIA Nome / Razão Social: JAJ Indústria Endereço: xxxxxxxx Bairro/Distrito: Município: xxxxxxxxx UF: SP Fone/Fax: CEP: xxxxx-xxx DESTINATÁRIO/ REMETENTE NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de produção do estabelecimento DESTINATÁRIO REMETENTE NOME / RAZÃO SOCIAL Comércio KCJ ENDEREÇO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx MUNICÍPIO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx DADOS DO PRODUTO CÓD PROD DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CFOP CLASSIF FISCAL INSCRIÇÃO ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA FONE / FAX UNIDADE BAIRRO / DISTRITO QUANTIDADE UF RN CNPJ xx.xxx.xxx/xxxx-xx INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx CNPJ / CPF xx.xxx.xxx/xxxx-xx CEP xxxxx-xxx INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL ALÍQUOTAS DATA LIMITE PARA EMISSÃO DATA DA EMISSÃO 24/08/2009 DATA DA SAÍDA / ENTRADA 24/08/2009 HORA DA SAÍDA 11:00 VALOR DO Produto z Unid 10 10,00 100,00 7% 0% CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO 100,00 VALOR DO 7,00 BASE DE CÁLCULO SUBSTITUIÇÃO 150,24 VALOR DO SUBSTITUIÇÃO 18,54 VALOR DO FRETE VALOR SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO - TRANSPORTADOR / VOLUMES TRANSPORTADOS NOME / RAZÃO SOCIAL FRETE POR CONTA PLACA DO VEÍCULO 1 EMITENTE 2 DESTINATÁRIO ENDEREÇO MUNICÍPIO UF UF TOTAL DOS PRODUTOS 100,00 VALOR TOTAL DA NOTA 118,54 CNPJ / CPF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS (1) RESERVADO AO FISCO Mercadoria sujeita a substituição tributária Protocolo nº xxx/09. Valores de cada mercadoria: BC -ST: (R$ 150,24 : 10) = R$ 15,02 -ST (R$ 18,54 : 10) = R$ 1,85 DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO DATA DO RECEBIMENTO N DE CONTROLE DO FORMULÁRIO NOTA FISCAL IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR N N o 39/09 Setembro 4 a semana
216 Manual de Procedimentos Escrituração fiscal SP Vejamos como ficará a escrituração fiscal da nota fiscal nº , de 24/08/2009, no Livro Registro de Saídas: LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS VALORES FISCAIS VALORES FISCAIS VALOR CONTÁBIL COM DÉBITO SEM DÉBITO COM DÉBITO SEM DÉBITO ISEN / CFOP VL CONT BC ALÍQ OUTR BC ISEN OUTR NT ,54 100,00 7% 7, ,00 OBSERVAÇÕES Subst. Tributária BC-ST = R$ 150,24 -ST = R$ 18, Se o remetente for substituído neste Estado Quando a operação for praticada por contribuinte qualificado como substituído, neste Estado, com destino a contribuinte localizado em outro Estado, signatário de Protocolo, que irá comercializar as mercadorias adquiridas, nessa hipótese o remetente paulista passará para a condição de substituto tributário e a nota fiscal conterá além dos demais requisitos exigidos na legislação: a) natureza de operação: Venda ; b) CFOP (Venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, cujo imposto já tenha sido retido anteriormente); c) o destaque do valor do imposto incidente na operação própria, obtido mediante aplicação da alíquota interestadual; d) o destaque do devido por substituição tributária, se assim exigido nos respectivos Convênios ou Protocolos regulamentares Exemplo Nota fiscal Supondo que determinado estabelecimento comercial, na condição de contribuinte substituído, neste Estado, promova a venda do produto z para estabelecimento localizado no Estado do Rio Grande do Norte (RN), signatário de protocolo, destinado à comercialização. Com base nos valores exemplificados no subitem 8.1, a nota fiscal será emitida na forma exemplificada a seguir: NOTA FISCAL Nº SAÍDA ENTRADA EMITENTE: 1ª VIA Nome / Razão Social: MAM Comércio Endereço: xxxxxxxx Bairro/Distrito: Município: xxxxxxxxx UF: SP Fone/Fax: CEP: xxxxx-xxx DESTINATÁRIO/ REMETENTE CNPJ xx.xxx.xxx/xxxx-xx NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de mercadoria adquirida de terceiro CFOP INSCRIÇÃO ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx DATA LIMITE PARA EMISSÃO DESTINATÁRIO REMETENTE NOME / RAZÃO SOCIAL Comércio FKG CNPJ / CPF xx.xxx.xxx/xxxx-xx DATA DA EMISSÃO 24/08/2009 ENDEREÇO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx BAIRRO / DISTRITO CEP xxxxx-xxx DATA DA SAÍDA / ENTRADA 24/08/2009 MUNICÍPIO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx FONE / FAX UF RN INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx HORA DA SAÍDA 11:00 DADOS DO PRODUTO CÓD PROD DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CLASSIF FISCAL SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA UNIDADE QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL ALÍQUOTAS VALOR DO Produto z 010 Unid 10 10,00 100,00 7% CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO VALOR DO BASE DE CÁLCULO SUBSTITUIÇÃO VALOR DO SUBSTITUIÇÃO 100,00 7,00 18,54 150,24 VALOR DO FRETE VALOR SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO - TOTAL DOS PRODUTOS 100,00 VALOR TOTAL DA NOTA TRANSPORTADOR / VOLUMES TRANSPORTADOS NOME / RAZÃO SOCIAL ENDEREÇO FRETE POR CONTA 1 EMITENTE 2 DESTINATÁRIO MUNICÍPIO PLACA DO VEÍCULO UF CNPJ / CPF UF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS Mercadoria sujeita a substituição tributária Protocolo nº xxx/09. Valores de cada mercadoria: B.C. -ST: (R$ 150,24 : 10) = R$ 15,02 -ST (R$ 18,54 : 10) = R$ 1,85 DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RESERVADO AO FISCO N DE CONTROLE DO FORMULÁRIO RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO NOTA FISCAL DATA DO RECEBIMENTO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR N Setembro 4 a semana N o 39/09 17
217 SP Manual de Procedimentos Escrituração fiscal Vejamos como ficará a escrituração fiscal da nota fiscal nº , de 24/08/2009, no Livro Registro de Saídas: LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS VALORES FISCAIS VALORES FISCAIS VALOR CONTÁBIL COM DÉBITO SEM DÉBITO COM DÉBITO SEM DÉBITO ISEN / CFOP VL CONT BC ALÍQ OUTR BC ISEN OUTR NT ,54 100,00 7% 7, OBSERVAÇÕES Subst. Tributária BC -ST= R$ 150,24 -ST = R$ 18, Aproveitamento do crédito relativo à entrada Para fins de aproveitamento do crédito relativo à entrada, o contribuinte substituído deverá adotar os mesmos procedimentos descritos no subitem deste trabalho Ressarcimento da parcela do imposto retido por substituição tributária Para fins de ressarcimento da parcela do imposto retido por substituição tributária, o contribuinte substituído deverá adotar os mesmos procedimentos descritos no subitem deste trabalho. 9. Mercadoria Destinada a Contribuinte, Localizado em outro Estado, não Signatário de Protocolo ou Convênio Procedimentos Fiscais Nas saídas de mercadorias promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra Unidade da Federação, não signatário de convênio ou protocolo, não caberá a aplicação da substituição tributária. Assim, a operação se submeterá às normas comuns de tributação, ou seja, pelo sistema de débito e crédito, tendo em vista que a obrigação pela retenção e recolhimento do imposto devido por substituição tributária, atribuída ao remetente da mercadoria decorre de acordos vigentes entre os Estados e o Distrito Federal, celebrados no âmbito do CONFAZ, por meio de Convênios e Protocolos Se o remetente for substituto tributário neste Estado Quando a operação praticada por contribuinte qualificado como substituto tributário, neste Estado, com destino a contribuinte localizado em outro Estado, não signatário de Convênio ou Protocolo, a nota fiscal emitida conterá além dos demais requisitos exigidos na legislação: a) natureza de operação: Venda ; b) CFOP (venda de produção do estabelecimento) ou (venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros), conforme o caso; c) o destaque do valor do imposto incidente na operação própria Exemplo Nota fiscal Supondo que determinado estabelecimento industrial, na condição de substituto tributário, neste Estado, promova a venda do produto j para contribuinte localizado no Estado do Rio Grande do Sul (RS), não signatário de Protocolo ou Convênio. Vejamos a nota fiscal exemplificada a seguir: 18 N o 39/09 Setembro 4 a semana
218 Manual de Procedimentos SP NOTA FISCAL N SAÍDA ENTRADA EMITENTE: 1ª VIA Nome / Razão Social: OPQ Indústria Endereço: xxxxxxxx Bairro/Distrito: Município: xxxxxxxxx UF: SP Fone/Fax: CEP: xxxxx-xxx DESTINATÁRIO/ REMETENTE NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de produção do estabelecimento DESTINATÁRIO REMETENTE NOME / RAZÃO SOCIAL Comércio RST ENDEREÇO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx MUNICÍPIO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx DADOS DO PRODUTO CÓD PROD DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CFOP CLASSIF FISCAL INSCRIÇÃO ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA FONE / FAX UNIDADE BAIRRO / DISTRITO QUANTIDADE UF RS CNPJ xx.xxx.xxx/xxxx-xx INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx CNPJ / CPF xx.xxx.xxx/xxxx-xx CEP xxxxx-xxx INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL ALÍQUOTAS DATA LIMITE PARA EMISSÃO DATA DA EMISSÃO 24/08/2009 DATA DA SAÍDA / ENTRADA 24/08/2009 HORA DA SAÍDA 11:00 VALOR DO Produto j Unid 10 10,00 100,00 12% 0% CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO 100,00 VALOR DO 12,00 BASE DE CÁLCULO SUBSTITUIÇÃO VALOR DO SUBSTITUIÇÃO TOTAL DOS PRODUTOS 100,00 VALOR DO FRETE VALOR SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO - TRANSPORTADOR / VOLUMES TRANSPORTADOS NOME / RAZÃO SOCIAL ENDEREÇO FRETE POR CONTA 1 EMITENTE 2 DESTINATÁRIO MUNICÍPIO VALOR TOTAL DA NOTA 100,00 PLACA DO VEÍCULO UF CNPJ / CPF UF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS (1) reduzido a 0% - Decreto nº 6.006/06 RESERVADO AO FISCO N DE CONTROLE DO FORMULÁRIO DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO DATA DO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR RECEBIMENTO NOTA FISCAL N Setembro 4 a semana N o 39/09 19
219 SP Manual de Procedimentos Escrituração fiscal Vejamos como ficará a escrituração fiscal da nota fiscal nº , de 24/08/2009, no Livro Registro de Saídas: LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS VALORES FISCAIS VALORES FISCAIS VALOR CONTÁBIL COM DÉBITO SEM DÉBITO COM DÉBITO SEM DÉBITO ISEN / CFOP VL CONT BC ALÍQ OUTR BC ISEN OUTR NT ,00 100,00 12% 12, ,00 OBSERVAÇÕES 9.2. Se o remetente for substituído neste Estado Quando a operação for praticada por contribuinte qualificado como substituído, neste Estado, com destino a contribuinte localizado em outro Estado, não signatário de Convênio ou Protocolo, a nota fiscal emitida conterá além dos demais requisitos exigidos na legislação: a) natureza de operação: Venda ; b) CFOP (venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros); c) com destaque do imposto, incidente sobre a operação própria Exemplo Nota fiscal Supondo que determinado estabelecimento comercial, na condição de contribuinte substituido, neste Estado, promova a venda do produto j para contribuinte localizado no Estado do Rio Grande do Sul (RS), não signatário de Protocolo ou Convênio. Vejamos a nota fiscal exemplificada a seguir: NOTA FISCAL N SAÍDA ENTRADA EMITENTE: 1ª VIA Nome / Razão Social: UVX Comércio Endereço: xxxxxxxx Bairro/Distrito: Município: xxxxxxxxx UF: SP Fone/Fax: CEP: xxxxx-xxx DESTINATÁRIO/ REMETENTE CNPJ xx.xxx.xxx/xxxx-xx NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiro CFOP INSCRIÇÃO ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx DATA LIMITE PARA EMISSÃO DESTINATÁRIO REMETENTE NOME / RAZÃO SOCIAL Comércio ZAB CNPJ / CPF xx.xxx.xxx/xxxx-xx DATA DA EMISSÃO 24/08/2009 ENDEREÇO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx BAIRRO / DISTRITO CEP xxxxx-xxx DATA DA SAÍDA / ENTRADA 24/08/2009 MUNICÍPIO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx FONE / FAX UF RS INSCRIÇÃO ESTADUAL xxx.xxx.xxx.xxx HORA DA SAÍDA 11:00 DADOS DO PRODUTO CÓD PROD DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CLASSIF FISCAL SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA UNIDADE QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL ALÍQUOTAS VALOR DO Produto j 000 Unid 10 10,00 100,00 12% CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO 100,00 VALOR DO 12,00 BASE DE CÁLCULO SUBSTITUIÇÃO VALOR DO SUBSTITUIÇÃO TOTAL DOS PRODUTOS 100,00 VALOR DO FRETE VALOR SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO VALOR TOTAL DA NOTA 100,00 TRANSPORTADOR / VOLUMES TRANSPORTADOS NOME / RAZÃO SOCIAL ENDEREÇO FRETE POR CONTA 1 EMITENTE 2 DESTINATÁRIO MUNICÍPIO PLACA DO VEÍCULO UF CNPJ / CPF UF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS RESERVADO AO FISCO N DE CONTROLE DO FORMULÁRIO DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO NOTA FISCAL DATA DO RECEBIMENTO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR N N o 39/09 Setembro 4 a semana
220 Manual de Procedimentos Escrituração fiscal SP Vejamos como ficará a escrituração fiscal da nota fiscal nº , de 24/08/2009, no Livro Registro de Saídas: LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS VALORES FISCAIS VALORES FISCAIS VALOR CONTÁBIL COM DÉBITO SEM DÉBITO COM DÉBITO SEM DÉBITO ISEN / CFOP VL CONT BC ALÍQ OUTR BC ISEN OUTR NT ,00 100,00 12% 12, OBSERVAÇÕES Aproveitamento do crédito relativo à entrada Para fins de aproveitamento do crédito relativo à entrada, o contribuinte substituído deverá adotar os mesmos procedimentos descritos no subitem deste trabalho Ressarcimento da parcela do imposto retido por substituição tributária Para fins de ressarcimento da parcela do imposto retido por substituição tributária, o contribuinte substituído deverá adotar os mesmos procedimentos descritos no subitem deste trabalho. 10. Forma e Prazo de Recolhimento do Imposto devido por Substituição Tributária Poderá ser concedida ao sujeito passivo por substituição, desde que exigido em Protocolo e Convênio específico inscrição no cadastro de contribuintes da Secretaria da Fazenda, Finanças ou Tributação da Unidade da Federação destinatária das mercadorias, observado os documentos solicitados para esse fim (cláusula sétima do Convênio nº 81/93): O número de inscrição citada no parágrafo anterior, se exigido em Protocolo e Convênio específico, deve ser aposto em todos os documentos fiscais dirigidos à Unidade da Federação de destino, inclusive no de arrecadação. Se não for concedida a inscrição ao sujeito passivo por substituição ou esse não providenciá-la, deverá ele efetuar o recolhimento do imposto devido por substituição tributária ao Estado destinatário, em relação a cada operação, por ocasião da saída efetiva da mercadoria de seu estabelecimento por meio de Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE), devendo uma via acompanhar o transporte da mercadoria. Na hipótese descrita no parágrafo anterior, deverá ser emitida uma GNRE distinta para cada um dos destinatários, constando no campo Informações Complementares do documento de arrecadação, o número da nota fiscal a que se refere o respectivo recolhimento. Já, os remetentes inscritos no cadastro de contribuintes da Secretaria da Fazenda, Finanças ou Tributação da Unidade da Federação destinatária das mercadorias, poderão recolher o imposto devido por substituição tributária no prazo estabelecido no respectivo convênio ou protocolo. Nota Cenofisco: Maiores esclarecimentos sobre a Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE), consultar o Manual de Procedimentos Cenofisco nº 38/09, onde foi publicado matéria sob o título Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE), que detalha as regras para preenchimento dessa guia de arrecadação, nas hipóteses de recolhimento de tributos devidos à Unidade Federada diversa da do domicílio do contribuinte, com fundamento no art. 88 do Convênio SINIEF nº 6/89 e na Portaria CAT nº 48/02. Setembro 4 a semana N o 39/09 21
221 SP Manual de Procedimentos Consignação Mercantil SUMÁRIO 1. Introdução 2. Remessa 2.1. Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) 3. Reajuste de Preço 3.1. Providências do consignante 3.2. Providência do consignatário 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação 4.1. Providências do consignante 4.2. Providências do consignatário 5. Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil; 5.115/6.115 Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. b) Entradas: 1.917/2.917 Entradas de mercadorias recebidas a título de consignação mercantil; 1.113/2.113 Compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. 1. Introdução Nesta oportunidade, comentaremos sobre as saídas de produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil, segundo o art. 423 e seguintes do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº 4.544/ Remessa Por ocasião das saídas dos produtos de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, a título de consignação mercantil: a) o consignante emitirá nota fiscal com destaque do imposto, se devido, indicando como natureza da operação: Remessa em Consignação ; e b) o consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) São os seguintes Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP) a serem utilizados na operação de consignação mercantil: a) Saídas: 5.113/6.113 Vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação mercantil; 5.114/6.114 Vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto 3. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 3.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal complementar, com destaque do imposto, indicando: a) a natureza da operação: Reajuste de Preço do Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o valor do reajuste Providência do consignatário O consignatário escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. 4. Venda do Produto Remetido a Título de Consignação Quando da venda do produto remetido a título de consignação mercantil, o consignante e o consignatário adotarão os seguintes procedimentos: 4.1. Providências do consignante O consignante emitirá nota fiscal sem destaque do imposto, indicando: 22 N o 39/09 Setembro 4 a semana
222 Manual de Procedimentos SP a) a natureza da operação: Venda ; b) o valor da operação, que será aquele correspondente ao preço do produto efetivamente vendido, neste incluído, quando for o caso, o valor relativo ao reajuste do preço; c) a expressão Simples Faturamento de Mercadoria em Consignação NF nº..., de.../.../... (e, se for o caso) Reajuste de Preço NF nº..., de.../.../ Providências do consignatário O consignatário deverá: a) emitir nota fiscal, indicando como natureza da operação: Venda de Mercadoria Recebida em Consignação ; e b) escriturar a nota fiscal de que trata a letra a no Livro Registro de Entradas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Compra em Consignação NF nº..., de.../.../.... O consignante escriturará a nota fiscal a que se refere a letra a do subtópico 4.1, no Livro Registro de Saídas, apenas nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a expressão Venda em Consignação NF nº..., de.../.../ Devolução de Produto Remetido em Consignação Mercantil Na devolução de produto remetido em consignação mercantil: a) o consignatário emitirá nota fiscal indicando: a.1) a natureza da operação: Devolução de Produto Recebido em Consignação ; a.2) o valor do produto efetivamente devolvido, sobre o qual foi pago o imposto; a.3) o valor do imposto, destacado por ocasião da remessa em consignação; e a.4) a expressão: Devolução (Parcial ou Total, conforme o caso) de Produto em Consignação NF nº..., de.../.../... ; e b) o consignante escriturará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas, creditando-se do valor do imposto de acordo com os arts. 169 e 170 do R/02. Base legal: citada no texto. ISS MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Declaração de Instituições Financeiras (DIF) Versão 1.1 SUMÁRIO 1. Introdução 2. Obrigatoriedade 3. Prazo de Entrega 3.1. Instituições financeiras e assemelhadas com 40 ou mais estabelecimentos 3.2. Instituições financeiras e assemelhadas com menos de 40 estabelecimentos 4. Versão do Programa 5. DIF Retificadora 6. Penalidade pela não Entrega ou Entrega em Atraso 7. Visualização da Tela Principal da DIF 1. Introdução A Declaração de Instituições Financeiras (DIF) é uma obrigação acessória constituída por informações contábeis-fiscais necessárias à Administração Tributária para a apuração do ISS das instituições financeiras e assemelhadas, estabelecidas no município de São Paulo, que estão obrigadas a utilizar o Plano de Contas Padronizado pelo Banco Central (COSIF), nos termos do art. 127-A do Regulamento do ISS, aprovado pelo Decreto nº /04, com alterações pelos Decretos nºs /06 e /08 e Instrução Normativa SF/SUREM nº 2/08. A DIF possibilita às instituições financeiras a uniformização do tratamento fiscal aos seus estabelecimentos paulistanos mediante a centralização da escrita fiscal, além do controle administrativo, contábil e gerencial dos diferentes estabelecimentos no que se refere ao ISS. Setembro 4 a semana N o 39/09 23
223 SP Manual de Procedimentos Neste trabalho, abordaremos as orientações para apresentação desta Declaração, conforme disciplina estabelecida na Instrução Normativa SF/SUREM nº 2/ Obrigatoriedade A DIF é uma obrigação acessória constituída por informações contábeis-fiscais necessárias à Administração Tributária para a apuração do ISS das instituições a ela obrigadas, devendo conter as seguintes especificações (arts. 2º e 3º da Instrução Normativa SF/SUREM nº 2/08): a) os dados cadastrais do prestador de serviços; b) a identificação do responsável pela declaração; c) informações contábeis-fiscais de interesse da Administração Tributária. Estão obrigadas à apresentação da DIF as instituições financeiras e demais entidades obrigadas pelo Banco Central do Brasil à adoção do Plano Contábil das Instituições Financeiras do Sistema Financeiro Nacional (COSIF), estabelecidas no município de São Paulo, relacionadas a seguir (art. 4º da Instrução Normativa SF/SUREM nº 2/08): a) Banco Comercial. b) Banco de Investimento. c) Banco de Desenvolvimento. d) Banco Múltiplo. e) Caixa Econômica. f) Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento. g) Sociedade de Crédito Imobiliário. h) Cooperativa de Crédito. i) Associação de Poupança e Empréstimo. j) Sociedade de Arrendamento Mercantil. l) Administradora de Consórcio. m) Agência de Fomento ou de Desenvolvimento. n) Sociedade Corretora de Títulos e Valores Mobiliários. o) Sociedade Corretora de Câmbio. p) Sociedade Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários. q) Sociedade de Crédito ao Micro Empreendedor. r) Companhia Hipotecária. s) Empresas em Liquidação Extrajudicial. Incluem-se na obrigatoriedade citada no parágrafo anterior, todos os estabelecimentos obrigados à inscrição no Cadastro de Contribuintes Mobiliários (CCM ) durante o semestre civil. 3. Prazo de entrega 3.1. Instituições financeiras e assemelhadas com 40 ou mais estabelecimentos As instituições financeiras e assemelhadas, com 40 ou mais estabelecimentos situados no Município de São Paulo em 01/01/2006, ficam obrigadas a entregar a DIF, em conformidade com o quadro demonstrado a seguir: Período de Incidência Prazo de Entrega Utilizar a 1º e 2º semestre/2006 até 31de março de 2007 Versão 1.0 1º semestre/2007 até 30 de setembro de º semestre/2007 até 31 de março de 2008 A partir de 01/01/2008 1º semestre até 30 de setembro Versão 1.1 2º semestre até 31 de março 3.2. Instituições financeiras e assemelhadas com menos de 40 estabelecimentos As instituições financeiras e assemelhadas, com menos de 40 estabelecimentos, situados no Município de São Paulo, a partir de 01/01/2008, ficam obrigadas a entregar a DIF, na versão 1.1, mensalmente, devendo ser transmitida até o último dia do terceiro mês subsequente ao encerramento do semestre civil, conforme demonstrado no quadro a seguir (art. 5 da Instrução Normativa SF/SUREM nº 2/08): 24 N o 39/09 Setembro 4 a semana
224 Manual de Procedimentos SP Período de Incidência Prazo de Entrega Utilizar a A partir do exercício de º semestre até 30 de setembro 2º semestre até 31 de março Versão 1.1 Importante observar que, independentemente da transmissão ou entrega da DIF, o ISS correspondente aos serviços prestados deverá ser recolhido até o dia 10 do mês seguinte ao da incidência ( 3 do art. 8º da Instrução Normativa SF/SUREM nº 2/08). 4. Versão do Programa A versão 1.0 da Declaração de Instituições Financeiras (DIF), instituída pela Instrução Normativa SF/SUREM nº 2/06, só poderá ser utilizada pelas instituições financeiras e assemelhadas, com 40 ou mais estabelecimentos, situados no município de São Paulo, em 01/01/2006, para as incidências de janeiro de 2006 a dezembro de Já, a versão 1.1 da Declaração de Instituições Financeiras (DIF), instituída pela Instrução Normativa SF/SUREM nº 2/08, passou a ser utilizada pelas instituições financeiras e demais entidades obrigadas pelo Banco Central do Brasil à adoção do Plano Contábil das Instituições Financeiras do Sistema Financeiro Nacional (COSIF), estabelecidas no município de São Paulo, a partir do exercício de O aplicativo da DIF, versão 1.1 estará disponível no endereço eletrônico a partir da data da publicação da Instrução Normativa SF/SUREM nº 2/08, ou seja, 29/01/2008. O arquivo contendo a declaração gerada pelo programa DIF deverá ser transmitido por meio da internet. As dúvidas referentes à Declaração de Instituições Financeiras (DIF), poderão ser sanadas por meio do correio eletrônico [email protected]. 5. DIF Retificadora Caso haja necessidade de retificação de alguma informação escriturada em declaração já transmitida, o declarante deverá gerar e enviar, em substituição à anterior, uma nova declaração até o último dia do mês seguinte ao mês previsto para transmissão da declaração original (art. 8º da Instrução Normativa SF/SUREM nº 2/08). Esgotado o prazo de que trata o parágrafo anterior, a declaração poderá ser retificada a qualquer tempo, desde que não iniciada a ação fiscal, mas ficando o declarante sujeito às penalidades previstas na legislação. 6. Penalidade pela não Entrega ou Entrega em Atraso As infrações relativas à não apresentação da Declaração de Instituições Financeiras (DIF) ou sua apresentação fora do prazo, conforme previsto na Lei nº /06, são: a) multa no valor de R$ 2.000,00, por declaração, aos que a apresentarem fora do prazo; b) multa de R$ 5.000,00, por declaração, aos que deixarem de apresentá-la. Setembro 4 a semana N o 39/09 25
225 SP Manual de Procedimentos 7. Visualização da tela Principal da DIF Nota Cenofisco: A imagem exibida anteriormente foi extraída do Manual da Declaração de Instituições Financeiras (DIF), versão 1.1, disponível no endereço eletrônico: T A Tabela de Incidência do T Cenofisco é um produto que permite a obtenção confiável das classificações fiscais de cada produto (NCM e NBM/SH) e das alíquotas de incidência do imposto federal sobre produtos industrializados, de modo prático e rápido. 26 N o 39/09 Setembro 4 a semana
226 Manual de Procedimentos SP JURISPRUDÊNCIA E OUTROS SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) CADASTRO DE CONTRIBUINTES INDEFERIMENTO DE INSCRIÇÃO LEGALIDADE Recurso Ordinário em Mandado de Segurança 24769/SE Relator: Ministro Herman Benjamin Órgão Julgador: Segunda Turma Data do Julgamento: 25/08/2009 Data da Publicação: 31/08/2009 Ementa Administrativo. Recurso ordinário em mandado de segurança.. Indeferimento de inscrição no cadastro de contribuintes do Estado de Sergipe (CACESE) irregularidades fiscais do novo sócio. Resolução 152 do R. Legalidade. Ausência de direito líquido e certo. 1. É legítimo o indeferimento da inscrição (atualização) no Cadastro de Contribuintes do Estado de Sergipe (CACESE), se um dos sócios da empresa possuir débito na Fazenda Pública Estadual (art. 152, V, h, do Regulamento do ). 2. Impossível desviar-se a recusa da inscrição, por ser ato administrativo vinculado, do disposto em lei (neste caso, do Regulamento do ). Sendo este cumprido, não se vislumbra direito líquido e certo da recorrente. 3. Recurso Ordinário não provido. Acórdão Vistos, relatados e discutidos os autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça: A Turma por unanimidade, negou provimento ao recurso ordinário, nos termos do voto do(a) Sr(a). Ministro(a)- Relator(a). Os Srs. Ministros Mauro Campbell Marques, Eliana Calmon, Castro Meira e Humberto Martins votaram com o Sr. Ministro Relator. CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS Substituição Tributária Base de Cálculo do Imposto operação própria do substituto. A diferença é o valor do devido pelo regime de substituição tributária. Base legal: arts. 41 e 268 do R/00. Como se constitui a base de cálculo do devido por substituição tributária? Salvo disposição em contrário, a base de cálculo do imposto retido será o preço máximo ou único de venda utilizado pelo contribuinte substituído, fixado pelo fabricante, pelo importador ou pela autoridade competente. Na inexistência de tabela de preço, a base de cálculo do imposto retido será o valor da operação praticado pelo substituto, incluídos os valores correspondentes a frete, carreto, seguros, impostos e outros encargos transferíveis ao varejista, acrescido do valor resultante da aplicação de percentual de margem de valor agregado, estabelecido para a mercadoria em legislação específica. Sobre a referida base de cálculo deve ser aplicada a alíquota do vigente para a operação interna com a mercadoria e desse resultado subtrair o calculado sobre a base de cálculo da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Inutilização dos Formulários Fiscais de Nota Fiscal, Modelo 1 ou 1-A, Remanescente no Estoque Qual o procedimento para inutilização dos formulários fiscais de Nota Fiscal, Modelo 1 ou 1-A, que remanesceram em estoque, por ocasião do início da obrigatoriedade de emissão de NF-e? O contribuinte, deverá inutilizar os formulários de Nota Fiscal, Modelo 1 ou 1-A, não utilizados, até o 15º dia após o início da obrigatoriedade de emissão de NF-e, observado o procedimento a seguir: Setembro 4 a semana N o 39/09 27
227 SP Manual de Procedimentos a) elaborar, em duas vias, comunicação ao posto fiscal de sua vinculação, contendo: a.1) nome e números de inscrição, estadual e no CNPJ; a.2) a seguinte declaração: Declaro que foram inutilizados os impressos de nota fiscal relacionados, conforme a Portaria CAT nº 162/08, estando ciente de que, na eventual utilização indevida desses impressos, poderei ser responsabilizado solidariamente nos termos do artigo 9º da Lei nº 6.374/89 ; a.3) séries dos impressos de documentos fiscais inutilizados; a.4) primeiro e último número dos impressos de cada série; a.5) data, nome e qualificação do signatário; b) apresentar ao posto fiscal a comunicação, que deverá estar acompanhada do documento que confira poderes ao signatário. O posto fiscal, após a conferência formal da comunicação a que se refere a letra a citada anteriormente, providenciará: a) protocolo nas duas vias e devolução da 2ª via ao contribuinte, devendo, na hipótese de constatação de irregularidade, descrevê-la no verso das duas vias; b) arquivamento da 1ª via na pasta prontuário juntamente com a procuração, se houver. Em caso de constatação de irregularidade pelo posto fiscal, o contribuinte deverá saná-la no prazo de sete dias contado da ciência do fato. Base legal: art. 8º da Portaria CAT nº 162/08 COMEX ADUANEIRAS O Bom-Senso e o Crédito Documentário Angelo Luiz Lunardi Não é só de UCP 600 que se faz um Crédito Documentário: é indispensável muito senso comum experiência do dia a dia. Bom-senso e senso comum quase que se fundem. Semelhantemente parece pensar a CCI em suas Commonsense Rules e seu Guide to Documentary Operations. O Crédito Documentário completa, com êxito, um compromisso comercialmente aceitável entre interesses conflitantes de comprador e vendedor, unindo um prazo de pagamento das mercadorias com o prazo de sua entrega. Ele faz isso, no entanto, contra documentos que representam as mercadorias em vez de contra as próprias mercadorias. Um Crédito compromisso irrevogável de um banco (e, quando necessário, sendo confirmado) pode ser um excelente instrumento de pagamento. Também, quando são exigidos documentos apropriados, e desde que se possa depositar confiança na integridade do vendedor, ele pode ser um meio efetivo de se obter a entrega das mercadorias. Não obstante, ele é um instrumento de precisão e assim deve ser tratado por todos os interessados. Ambos, comprador e vendedor, devem observar certas regras de bom-senso. Comprador Primeira Regra Suas instruções ao emitente devem ser claras, corretas e precisas, livres de excessivo detalhamento. Não pode ser esperado que o banco adivinhe o que ele quer; tampouco pode o banco avaliar especificações complexas e, frequentemente, técnicas. Segunda Regra A finalidade do crédito é de pagar por sua compra e não de policiar a transação comercial. Seus termos e condições, bem como os documentos exigidos, devem, portanto, estar de acordo com o contrato de compra e venda das mercadorias ou serviços ao qual o crédito pode estar baseado, muito embora tais contratos não se refiram aos bancos. Terceira Regra Qualquer exame das mercadorias, antes ou no momento do embarque, deve ser evidenciado, sempre, por um documento. A natureza precisa, o seu emitente, bem como os dados de tal documento devem estar declarados no crédito. Quarta Regra O crédito não deve exigir documentos que o vendedor não pode fornecer, nem estabelecer condições que ele não pode satisfazer. Vendedor 28 N o 39/09 Setembro 4 a semana
228 Manual de Procedimentos SP Primeira Regra Embora um tempo considerável possa decorrer entre o aviso (recebimento) do crédito e a sua utilização, ele não deve demorar para analisá-lo e solicitar ao comprador as emendas necessárias, quando for o caso. Segunda Regra Ele deve convencer-se de que os termos, as condições e os documentos exigidos estão de acordo com o contrato de venda, embora os bancos não façam parte de tais contratos. O exame dos documentos levará em consideração somente os termos do crédito e de quaisquer emendas já aceitas, bem como a UCP e a ISBP. Terceira Regra Quando for o momento de apresentar os documentos, ele deve: 1º. apresentar os documentos solicitados exatamente como exigidos pelo crédito (os documentos devem estar em conformidade com os termos e condições do crédito e, em sua face, não podem ser conflitantes entre si); 2º. apresentar os documentos ao banco tão rapidamente quanto possível e, em todos os casos, dentro da validade do crédito e, dentro do prazo, após a data do embarque ou de emissão do documento de transporte, conforme o caso, e sempre observando as disposições do art. 14 da UCP 600. Quarta Regra Ele precisa lembrar-se que o não cumprimento dos termos do crédito ou irregularidades nos documentos discrepâncias levam o banco a recusar a documentação. Comprador e Vendedor É, portanto, importante para todas as partes no crédito, saber, precisamente, que documentos são solicitados e quais são os seus termos e condições. E, finalizando, um alerta: fazer operações com Crédito Documentário sem conhecer profundamente os seus mecanismos é como portar uma arma sem saber manuseá-la: ela pode ser utilizada contra você! LEGISLAÇÃO FEDERAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. ATO COTEPE/PMPF Nº 17, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Combustíveis Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) Valores a Vigorar a partir de 16/09/2009 Sinopse: O Ato COTEPE/PMPF nº 17/09 aprova o Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) de combustíveis para vigorar a partir de 16/09/2009. Protocolos nºs 104 a 111/09 Divulgação da Publicação DESPACHO CONFAZ Nº 303, DE 03/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 303/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 104 a 111/09. Protocolos nºs 112 e 113/09 Divulgação da Publicação DESPACHO CONFAZ Nº 315, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Despacho CONFAZ nº 315/09 divulga a publicação dos Protocolos nºs 112 e 113/09. Setembro 4 a semana N o 39/09 29
229 SP Manual de Procedimentos PROTOCOLOS NºS 104 A 110, DE 10/08/2009 DOU de 08/09/2009 PROTOCOLO Nº 113, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolos nºs 104 a 110/09 Substituição Tributária Diversas Operações Sinopse: Os Protocolos nºs 104 a 110/09 aprovaram vários assuntos relacionados com as operações sujeitas ao regime de substituição tributária. A seguir um resumo dos citados atos: Protocolo nº 104/09 Protocolo nº 105/09 Protocolo nº 106/09 Protocolo nº 107/09 Protocolo nº 108/09 Protocolo nº 109/09 Protocolo nº 110/09 Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bebidas quentes. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. PROTOCOLO Nº 111, DE 31/08/2009 DOU de 08/09/2009 Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF) Disposição Sobre a Cessão ao Estado do Espírito Santo Sinopse: O Protocolo nº 111/09 dispõe sobre a cessão, sem ônus, pelo Estado de Santa Catarina, de cópia do Sistema Integrado de Gestão Fiscal (SIGEF), de sua propriedade, para ser exclusivamente utilizado e aperfeiçoado pelo Estado do Espírito Santo. PROTOCOLO Nº 112, DE 10/09/2009 DOU de 14/09/2009 Protocolo nº 112/09 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Alteração Sinopse: O Protocolo nº 112/09 altera o Protocolo nº 10/07, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. Protocolo nº 113/09 Substituição Tributária Operações com Produtos Farmacêuticos, Soros e Vacinas de Uso Humano Alteração Sinopse: O Protocolo nº 113/09 altera o Protocolo nº 68/07, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Importação DECRETO Nº 6.956, DE 09/09/2009 DOU de 10/09/2009 Regime de Tributação Unificada (RTU) Importação por Via Terrestre de Mercadorias Procedentes do Paraguai Sinopse: O Decreto nº 6.956/09 regulamenta o disposto na Lei nº , de 08/01/2009, que institui o Regime de Tributação Unificada (RTU) na importação, por via terrestre, de mercadorias procedentes do Paraguai. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 322, DE 20/08/2009 Importação Regime Aduaneiro Sinopse: A Solução de Consulta nº 322/09 esclarece que só está amparada pelo RECOF a importação feita diretamente por empresa habilitada no regime, o que não é o caso das importações por encomenda ou por conta e ordem realizadas via trading company não habilitada no RECOF. PORTARIA SECEX Nº 27, DE 10/09/2009 Importação/Exportação Operações de Comércio Exterior Alteração na Portaria SECEX nº 25/08 Sinopse: A Portaria SECEX nº 27/09 altera a Portaria SECEX nº 25, de 27/11/2008, que dispõe sobre as operações de comércio exterior e revoga as portarias que menciona. 30 N o 39/09 Setembro 4 a semana
230 Manual de Procedimentos SP SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 316, DE 18/08/2009 Imposto de Importação Equipamentos Aeroportuários Isenção Sinopse: A Solução de Consulta nº 316/09 esclarece que encontra-se revogada a isenção do Imposto de Importação (I.I.) na importação de equipamentos de terra, tais como tratores com dispositivos especiais para manobras de aeronaves e reboques para uso em aeroportos. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 6, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 6/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-GO Nº 7, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-GO nº 7/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 9, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 9/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 12, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 12/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP 14, DE 04/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP 14/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-RS Nº 24, DE 09/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-RS nº 24/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 35, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 35/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 36, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 36/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. Setembro 4 a semana N o 39/09 31
231 SP Manual de Procedimentos ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 37, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 37/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 40, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 40/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 41, DE 10/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 41/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SP Nº 42, DE 11/09/2009 DOU de 14/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SP nº 42/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-SC Nº 79, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-SC nº 79/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO RFB-MG Nº 137, DE 09/09/2009 Sinopse: O Ato Declaratório Executivo RFB-MG nº 137/09 divulga o enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (), de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10/07/1989. PORTARIA INTERMINISTERIAL MDIC/MCT Nº 174, DE 09/09/2009 Zona Franca de Manaus Processo Produtivo Básico Televisor com Tela de Plasma Sinopse: A Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 174/09 estabelece processo produtivo básico para o produto televisor com tela de plasma. RESOLUÇÃO CZPE Nº 5, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Atribuições e Responsabilidades das Administradoras Disposições Sinopse: A Resolução CZPE nº 5/09 dispõe sobre as atribuições e as responsabilidades das Administradoras das Zonas de Processamento de Exportação. RESOLUÇÃO CZPE Nº 7, DE 01/09/2009 DOU de 08/09/2009 Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) Resoluções do Conselho Revogação Sinopse: A Resolução CZPE nº 7/09 revoga as Resoluções do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) nºs 10, de 04/01/1990, 15, de 28/09/1993, 17, de 18/03/1994, e 18, de 16/05/ N o 39/09 Setembro 4 a semana
232 Manual de Procedimentos SP LEGISLAÇÃO ESTADUAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. PORTARIA CAT Nº 174, DE 04/09/2009 DOE-SP de 05/09/2009 RESOLUÇÃO SF Nº 61, DE 08/09/2009 DOE-SP de 09/09/2009 Produtos de Limpeza Substituição Tributária Base de Cálculo Eficácia de 01/10/2009 a 31/03/2010 Alteração Sinopse: A Portaria CAT nº 174/09 altera o Anexo único da Portaria CAT nº 172/09 que estabelece a base de cálculo na saída de produtos de limpeza, a que se refere o art. 313-L do R-SP. PORTARIA CAT Nº 175, DE 11/09/2009 DOE-SP de 12/09/2009 Impressos e Vias de Documentos Fiscais Emitidos por Processo Mecanizado Autenticação Prévia na Junta Comercial Dispensa da Exigência Sinopse: A Portaria CAT nº 175/09 dispensa a exigência de prévia autenticação pela Junta Comercial do Estado de São Paulo (JUCESP) dos impressos e das vias de documentos fiscais emitidos por processo mecanizado, bem como do respectivo livro copiador. Nota Fiscal Paulista Sorteio de Prêmios Sinopse: A Resolução SF nº 61/09 estabelece na forma que especifica, que o consumidor poderá visualizar, por meio do endereço eletrônico ( os números dos bilhetes com os quais participará do sorteio nº 10 do Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal do Estado de São Paulo. Interesse Público RESOLUÇÃO SF Nº 58, DE 04/09/2009 DOE-SP de 05/09/2009 Usuário do Serviço Público pelas Unidades da SEFAZ Normas e Procedimentos Sinopse: A Resolução SF nº 58/09 institui as normas de atendimento ao público que estabelecem os princípios da relação da Secretaria da Fazenda com o usuário do serviço público, que devem prevalecer de forma integrada na sede, nas unidades regionais e prepostos da Secretaria da Fazenda, e devem ser cumpridas e observadas por todos os seus servidores. LEGISLAÇÃO MUNICIPAL A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. SOLUÇÃO DE CONSULTA SF/DEJUG Nº 27, DE 20/07/2009 DOM-SP de 05/09/2009 Município de São Paulo ISS Serviços de Advocacia Cálculo do Imposto Número de Profissionais Habilitados Sinopse: A Solução de Consulta SF/DEJUG nº 27/09 dispõe que o número de profissionais habilitados para fins de cálculo do imposto deverá compreender a totalidade dos sócios, uma vez que não há previsão legal para a exclusão dos sócios que não prestarão serviços no município. Setembro 4 a semana N o 39/09 33
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