O conceito de competência comunicativa revisitado
|
|
|
- Neusa Madeira Ferrão
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 O conceito de competência comunicativa revisitado O construto da Competência Comunicativa (doravante CC) foi utilizado pela primeira vez por Dell Hymes, em uma palestra para pais de crianças especiais. Ainda que Hymes não estivesse ocupado com as questões de ensino de línguas, suas ideias vieram ao encontro das inquietações dos linguistas aplicados da época, que sentiam-se incomodados como o modo como a língua vinha sendo ensinada. Eram os anos 70 e havia um cansaço generalizado com o estruturalismo vigente até então. O ensino era pautado pela abordagem gramatical, segundo a qual ensinar língua significava ensinar forma. Nessa perspectiva, depois de Hymes, outros autores passaram a preocupar-se com as questões de uso da língua. E foi com Canale e Swain, em 1980, que o construto da CC foi retomado para atender demandas pedagógicas. Em seguida, outros arcabouços teóricos da CC foram explorados por autores como Canale (1983); Celce-Murcia (2007); Bachman (1990); e Almeida Filho (1993), embora o construto se encontre até hoje em desenvolvimento. A partir desse construto, foi possível apoiar com mais recursos o desenvolvimento de uma nova abordagem de ensino de línguas, a abordagem comunicativa. E com base nesse construto, passou-se a conceber a língua como movimento e sua aquisição pautada no uso significativo da L-alvo. Vejamos uma descrição obtida por nossa equipe (Grupo Competência Comunicativa em Movimento) em síntese das fontes consultadas a respeito da estrutura do conceito de Competência Comunicativa.
2 Fonte: Relatório de pesquisa do Grupo Competência Comunicativa em Movimento/UnB/ junho de 2015 A CC é composta pelas seguintes competências: Metalinguística: Trata-se da capacidade de explicitar as regras gramaticais da língua com taxonomia própria. Formulaica: É a capacidade de usar os padrões de expressão linguística para manter o fluxo comunicacional ou adequar-se às regras socioculturais. Discursivo-Textual: É a capacidade de coordenar formas gramaticais e significados para construir um texto unificado e promover um efeito final de comunicação. Lúdico-estética: Trata-se da capacidade de recriar/usar combinações linguísticas para fins artísticos, cômicos, lúdicos etc. As subcompetências meta são conhecimentos explícitos/conscientes de cada uma das competências listadas acima.
3 Adquirir uma língua (L1, L2 ou LE) é apropriar-se de uma competência comunicativa (CC) nela. Para adquirir uma CC, parece ajudar se experienciarmos a nova língua já em comunicação, tratando de suas partes sistêmicas com racionalidade, se e quando necessário for. Mas o que é Competência Comunicativa? Segundo Almeida Filho (2009), CC é a capacidade de mobilizar e articular conhecimentos de língua e de mundo em comunicação, sob certas atitudes, em interação, com o propósito de se situar socialmente numa língua. E o que é comunicação? Segundo Almeida Filho (2009), é o ato linguageiro manifesto ou silente, explicitante ou implicado, multifuncional (vários atos comunicativos), multimodal (pode ocorrer no meio escrito, oral ou nas hibridações nas quais a fala e a escrita podem ser ainda oralizadas ou letramentadas) e multicanal (verbal com paralinguagem, gestual com verbalização, silenciosa e carregada de sentidos) de tecer sentidos através da interação social. Tal interação al é propositada, negociadora de sentidos e voltada para a compreensão mútua com a finalidade de, dentre outras coisas, indagar, apresentar-se ou apresentar pessoas, de mostrar ou construir identidades, de manifestar poder, de estabelecer bases de acordos, de conhecer e representar o mundo. Para Canale (1983), a comunicação envolve linguagem autêntica, possui um alto grau de imprevisibilidade e criatividade e ocorre sob condições limitantes (psicológicas) e em contextos discursivos e socioculturais. A Competência Comunicativa, assim como toda competência, é composta pelos seguintes elementos: Conhecimentos: saber, conhecimento de mundo e cultura, de como agir em relação ao outro em diversos contextos socioculturais
4 Ação linguageira: capacidade de articulação de fala, de interação com falantes da língua-alvo. Atitudes: posturas assumidas diante da tarefa de ensinar ou aprender um dado idioma O conceito de Competência Comunicativa, também foi desenvolvido por diversos autores ao longo do tempo. Alguns deles seguem abaixo: Hymes (1972): aspecto de nossa competência de uso de uma língua que nos possibilita transmitir e interpretar mensagens e de negociar significados interpessoalmente dentro de contextos específicos. (Souto Franco & Almeida Filho, 2009, p. 6) Canale e Swain (1980): a CC interage com uma teoria de ação humana e com outros sistemas de conhecimento humano. Essa teoria se refere tanto ao conhecimento quanto à habilidade, ambos utilizados numa comunicação real. (Souto Franco & Almeida Filho, 2009, p. 7) Canale (1983): refere-se tanto ao conhecimento quanto à habilidade em usar esse conhecimento na interação em comunicação real. (Nagamine & Peixoto Braga, 2009, p.52) Bachman (1990): a habilidade de linguagem comunicativa ou competência de linguagem consiste em conhecimento, competência e capacidade de implementar e executar essa competência apropriadamente em uso comunicativo de língua em contexto específico, (...) usado como base para testes de linguagem. (Souto Franco & Almeida Filho, 2009, p. 7) Brown (2000): construto dinâmico e interpessoal que pode ser examinado por meio do desempenho de dois ou mais indivíduos no processo de comunicação e que possibilita a esses indivíduos expressar mensagens e interpretá-las, negociar significados de maneira interpessoal dentro de contextos específicos. (Nagamine & Peixoto Braga, 2009, p.52) Cantero (2008): conceito chave que permite entender e explicar a interação humana a partir das capacidades interlocutoras (Souto Franco & Almeida Filho, 2009, p. 11)
5 Glossário de Termos da LA (Portal PGLA, 2011): competência comunicacional é a capacidade de interação social propositada numa (nova) língua presidida por dados e atitudes, e sendo materializada por um conjunto de habilidades que colaboram para o uso real correto e adequado de língua. O construto de CC foi fundamental para a transformação da abordagem de ensino de línguas, de gramatical para comunicativa, transformação essa que ainda que consolidada na teoria, nem sempre se reflete na prática pedagógica do ensino de línguas contemporâneo. Trabalho desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da Universidade de Brasília (PGLA) por Ana Lúcia Alouche, Helenice de Oliveira, Ingrid Sinimbu, Larisse Lazaro, Poliana Brito, Sara Araujo e Tatianne Gomes. O texto é resultado de trabalho investigativo realizado como requisito parcial da disciplina Competência Comunicativa, ministrada pelo professor Dr. José Carlos Paes de Almeida Filho no primeiro semestre de 2015.
A SOCIOLINGUÍSTICA E O ENSINO DE LINGUA PORTUGUESA: UMA PROPOSTA BASEADA NOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS
A SOCIOLINGUÍSTICA E O ENSINO DE LINGUA PORTUGUESA: UMA PROPOSTA BASEADA NOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS Fabiana Gonçalves de Lima Universidade Federal da Paraíba [email protected] INTRODUÇÃO
Fundamentos Pedagógicos e Estrutura Geral da BNCC. BNCC: Versão 3 Brasília, 26/01/2017
Fundamentos Pedagógicos e Estrutura Geral da BNCC BNCC: Versão 3 Brasília, 26/01/2017 1 INTRODUÇÃO 1.3. Os fundamentos pedagógicos da BNCC Compromisso com a formação e o desenvolvimento humano global (dimensões
DELL ISOLA, Regina Lúcia Péret. Aula de português: parâmetros e perspectivas. Belo Horizonte: FALE/ Faculdade de Letras da UFMG, 2013.
189 RESENHA DELL ISOLA, Regina Lúcia Péret. Aula de português: parâmetros e perspectivas. Belo Horizonte: FALE/ Faculdade de Letras da UFMG, 2013. Palavras-chave: Linguística textual; Língua Portuguesa;
A ORALIDADE E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
A ORALIDADE E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES Maria de Fátima de Souza Aquino (UEPB) 1. Introdução Nas últimas décadas os estudos sobre a oralidade têm avançado significativamente,
Modelo de ensino, aprendizagem e da formação por abordagem e competências José Carlos Paes de Almeida Filho 1 Marielly Faria 2
Modelo de ensino, aprendizagem e da formação por abordagem e competências José Carlos Paes de Almeida Filho 1 Marielly Faria 2 Essa é uma descrição sobre o funcionamento do modelo global de ensino, aprendizagem
Modelo de ensino, aprendizagem e da formação por abordagem e competências José Carlos Paes de Almeida Filho 1 Marielly Faria 2
Modelo de ensino, aprendizagem e da formação por abordagem e competências José Carlos Paes de Almeida Filho 1 Marielly Faria 2 Esta é uma descrição do funcionamento do modelo global de ensino, aprendizagem
elementos da comunicação
elementos da comunicação Observe o seguinte esquema, criado pelo linguista Jakobson A comunicação está associada à lin guagem e in teração, de form a que representa a transmissão de mensagens entre um
Competência e Desempenho: Armadilhas da comunicação? Marília Carvalho Batista - CAPES Narciza Damaceno
Competência e Desempenho: Armadilhas da comunicação? Marília Carvalho Batista - CAPES Narciza Damaceno Yeris Gerardo Láscar Alarcón - CAPES Resumo Este artigo é dedicado ao percurso do conceito de competência
INTRODUÇÃO 10.º ANO ENSINO SECUNDÁRIO PORTUGUÊS APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS ALUNOS
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS 10.º ANO ENSINO SECUNDÁRIO PORTUGUÊS INTRODUÇÃO A definição do objeto e dos objetivos para o ensino e a aprendizagem da língua portuguesa ao longo
Resenha em vídeo. Trabalho de gramática e texto
Resenha em vídeo Trabalho de gramática e texto Esclarecimentos sobre a proposta de trabalho. O trabalho foi pensado não só para gerar uma nota avaliativa, mas para que o aluno aprimore habilidades trabalhadas
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N , DE 22 DE JANEIRO DE 2010
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.933, DE 22 DE JANEIRO DE 2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em
Análise da proposta da BNCC para o Ensino Médio - Área de Linguagens e suas Tecnologias
Análise da proposta da BNCC para o Ensino Médio - Área de Linguagens e suas Tecnologias Introdução e orientações Professores e professoras, Nesta atividade, vamos examinar a proposta da Base Nacional Comum
Fichas de avaliação; Máx. 40% 70%
O presente documento define os critérios de avaliação de cada área curricular do 3.º ciclo do Externato de Santa Joana que, após ratificação pelo Conselho Pedagógico e tendo em conta a legislação em vigor,
METAS CURRICULARES CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ANO DE ESCOLARIDADE: 2.ºANO ANO LETIVO: 2016/2017
METAS CURRICULARES CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ANO DE ESCOLARIDADE: 2.ºANO ANO LETIVO: 2016/2017 Português Oralidade Respeitar regras da interação discursiva Escutar discursos breves para aprender e construir
PROJETO DE LÍNGUA PORTUGUESA
ASSOCIAÇÃO ESCOLA 31 DE JANEIRO 2012/13 PROJETO DE LÍNGUA PORTUGUESA TRANSVERSALIDADE NA CORREÇÃO DA ESCRITA E DA EXPRESSÃO ORAL DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS E CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS INTRODUÇÃO A língua
A Didáctica das Línguas. Síntese do Ponto 1. Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação. Docente: Prof.
A Didáctica das Línguas Síntese do Ponto 1 Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação Docente: Prof. Helena Camacho Teresa Cardim Nº 070142074 Raquel Mendes Nº 070142032 Setúbal, Abril
Aula 1 FUNDAMENTOS DA LINGUAGEM
Aula 1 FUNDAMENTOS DA LINGUAGEM LANGACKER, Ronald W. A linguagem e sua estrutura: alguns conceitos fundamentais. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 1972. cap. 1 (p. 11-19). MARTELOTTA, Mário Eduardo. Manual de
Base Nacional Comum Curricular ENSINO MÉDIO Área de Linguagens e Suas Tecnologias Apresentação para CONSED
Base Nacional Comum Curricular ENSINO MÉDIO Área de Linguagens e Suas Tecnologias Apresentação para CONSED 26 de fevereiro de 2018 A Área no Ensino Médio: Consolidar e ampliar as aprendizagens previstas
Departamento Curricular de Línguas
Escola Básica Integrada c/ji Fialho de Almeida- Cuba Departamento Curricular de Línguas Ano Lectivo de 2007/2008 Critérios de avaliação Em reunião de Departamento Curricular de Línguas e de acordo com
INTRODUÇÃO. ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA (PLNM) Nível A2
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA (PLNM) Nível A2 INTRODUÇÃO O Português Língua Não Materna (PLNM) constitui uma componente
Agrupamento de Escolas de Rio Tinto AERT E. B. 2, 3 de Rio Tinto
Agrupamento de Escolas de Rio Tinto AERT E. B. 2, 3 de Rio Tinto CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS - 2º CICLO - 2018/2019 Os critérios de avaliação têm como documentos de referência o Programa de Português
INTRODUÇÃO. ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA (PLNM) Nível A1
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA (PLNM) Nível A1 INTRODUÇÃO O Português Língua Não Materna (PLNM) constitui uma componente
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS ALUNOS JULHO DE 2018 ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA (PLNM) Nível A2 INTRODUÇÃO O Português Língua Não Materna (PLNM)
INTRODUÇÃO À ANÁLISE DO(S)/DE DISCURSO(S) UNEB Teorias do signo Lidiane Pinheiro
INTRODUÇÃO À ANÁLISE DO(S)/DE DISCURSO(S) UNEB Teorias do signo Lidiane Pinheiro PARA ALÉM DA FRASE Ex.: Aluga-se quartos FRASE mensagem significado TEXTO/ discurso sentido ENUNCIADO Traços de condições
Plano de Trabalho Docente 2011
Plano de Trabalho Docente 2011 Ensino Técnico ETEC SANTA ISABEL Código: 219 Município: Santa Isabel Área Profissional: Informação e Comunicação Habilitação Profissional: Técnico em Informática para Internet
A construção da Base. Setembro. Abril de Maio de I n í c i o. elaboração. Versão 2: 9 mil Educadores. Versão 3: MEC entrega a Base ao CNE
A construção da Base 2014 Setembro de 2015 Maio de 2016 Abril de 2017 I n í c i o elaboração Versão 1: 12 milhões contribuições Versão 2: 9 mil Educadores Versão 3: MEC entrega a Base ao CNE A Base Define
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS (2.º ano/ 1.º ciclo)
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS (2.º ano/ 1.º ciclo) 2018-2019 DOMÍNIOS PONDERAÇ ÃO COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO ÁREAS DE COMPETÊNCIAS DO PERFIL DOS ALUNOS Compreensão: ORALIDADE
LER E ESCREVER SÃO COISAS DE CRIANÇAS?
LER E ESCREVER SÃO COISAS DE CRIANÇAS? II Encontro Orientadores de Estudo PNAIC A criança no ciclo de alfabetização Mônica Correia Baptista [email protected] Professora Departamento de Administração
PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Médio
PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Médio Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Componente Curricular:
Linha de Pesquisa 2: FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUAS
Linha de Pesquisa 2: FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUAS Esta linha de pesquisa objetiva o exame dos processos de construção do conhecimento docente do professor de línguas, com ênfase no papel da linguagem
Conteúdo. Histórico. Linguagem Verbal e Não-Verbal. O que é a Linguística? Linguística e Gramática. O Estruturalismo. O Objeto de Estudo de Saussure
Conteúdo Histórico Linguagem Verbal e Não-Verbal O que é a Linguística? Linguística e Gramática O Estruturalismo O Objeto de Estudo de Saussure Signo Significado Significante Disponível em: http://profsandroalex.blogspot.com.br/2013/03/palavra-linguagem-esentido.html
Plano de Trabalho Docente 2017 Ensino Técnico
Plano de Trabalho Docente 2017 Ensino Técnico Plano de Curso nº 160 aprovado pela portaria Cetec nº 138 de 04/10/2012 Etec Sylvio de Mattos Carvalho Código: 103 Município: Matão Eixo Tecnológico: Informação
A formação tem 10 horas, distribuídas em 5 sessões presenciais além de apoio na modalidade a distância e suporte integral via WhatsApp.
Hoje já não temos mais dúvidas de que o planeta seria um caos total sem Comunicação. Assim como investimos em nossa alimentação, aprimorar nossa Comunicação é também vital. Este curso traz reflexões, corrige
Comunicação: Linguagem verbal e não verbal 6 ANO CENTRO EDUCACIONAL LA SALLE 2019 PROF. PRYSLLA LIMA
Comunicação: Linguagem verbal e não verbal 6 ANO CENTRO EDUCACIONAL LA SALLE 2019 PROF. PRYSLLA LIMA NÃO, PORQUE O ESTRANGEIRO NÃO ENTENDEU A LÍNGUA DO BRASILEIRO. HOUVE COMUNICAÇÃO? SIM, PORQUE AS DUAS
Gilmara Teixeira Costa Professora da Educação Básica- Barra de São Miguel/PB )
GT 4 LINGUAGENS, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO. Gilmara Teixeira Costa ([email protected]/ Professora da Educação Básica- Barra de São Miguel/PB ) Juliana Maria Soares dos Santos (PPGFP UEPB)¹
Competências gerais. Princípios e valores orientadores do currículo. Competências gerais
Currículo Nacional do Ensino Básico Competências Essenciais Competências gerais Princípios e valores orientadores do currículo A clarificação das competências a alcançar no final da educação básica toma
Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa. Organização da Disciplina. Pedagogia. Contextualização
Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa Teleaula 6 Profa. Dra. Thereza Cristina de Souza Lima [email protected] Pedagogia Organização da Disciplina Um novo tratamento para o ensino
INTRODUÇÃO 7.º ANO 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO PORTUGUÊS APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS ALUNOS
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS 7.º ANO 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO PORTUGUÊS INTRODUÇÃO A definição do objeto e dos objetivos para o ensino e a aprendizagem da língua portuguesa ao
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS - INEP DIRETORIA DE AVALIAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS - INEP DIRETORIA DE AVALIAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS Exame Nacional de Certificação de Competências de Jovens e
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Ensino secundário Departamento de Línguas Disciplina: Português 10º ano Profissional
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Ensino secundário Departamento de Línguas Disciplina: Português 10º ano Profissional Domínios Domínios específicos Aprendizagens Essenciais (AE): conhecimentos, capacidades e atitudes
Designação do Módulo: Técnicas de Animação
Módulo N.º 3258 Designação do Módulo: Técnicas de Animação Planificar e dinamizar a animação com caráter interdisciplinar, como forma de desenvolver competências e autonomias. Expressão livre e animação
Objectivos / Competências Conteúdos Descrição dos Domínios de referência: Unidades temáticas
MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA AO ABRIGO DO DECRETO-LEI Nº 357/07, DE 29 DE OUTUBRO ESPANHOL NÍVEL DE INICIAÇÃO 10º ANO (Cursos Científicos- Humanísticos Decreto Lei nº 74/04, de 26 de Março)
H003 Compreender a importância de se sentir inserido na cultura escrita, possibilitando usufruir de seus benefícios.
2ª Língua Portuguesa 5º Ano E.F. Objeto de Estudo Usos e funções: código oral e código escrito Usos e funções: código oral e código escrito Usos e funções: norma-padrão e variedades linguísticas. Usos
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 1º Ciclo (2.º Ano) Atitudes e Valores (saber ser/saber estar) 20%
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 1º Ciclo (2.º Ano) A deve atender aos domínios do: Saber Ser / Saber Estar ( 20% ) Saber / Saber fazer ( 80% ) À dinâmica educativa, estará sempre subjacente o respeito pelo
Perspectivas da Abordagem Sistêmico-Funcional
Perspectivas da Abordagem Sistêmico-Funcional Ariel Novodvorski UFU Mestre em Estudos Linguísticos, Linguística Aplicada UFMG Fone: (34)3087-6776 E-mail: [email protected] Data de recepção:
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1º CICLO. Ano Letivo 2018 / º ano de escolaridade
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1º CICLO Ano Letivo 2018 / 2019 1º ano de escolaridade Áreas de competência (Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória) A - Linguagens e Textos C - Raciocínio e Resolução
CURRÍCULO DISCIPLINAR
CURRÍCULO DISCIPLINAR 1º CEB 4º ANO 1º CEB 4º Ano de escolaridade Número de aulas previstas no ano letivo 2017/18: 1º Período 64 2º Período 55 170 dias letivos 3º Período 51 PORTUGUÊS DOMÍNIO: ORALIDADE
GÊNEROS TEXTUAIS: A PRÁTICA DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS NA AULA DE LP
GÊNEROS TEXTUAIS: A PRÁTICA DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS NA AULA DE LP Janaína da Costa Barbosa (PIBID/CH/UEPB) [email protected] Edna Ranielly do Nascimento (PIBID/CH/UEPB) [email protected]
A BNCC e sua implantação. José Francisco Soares Conselho Nacional de Educação (CNE)
A BNCC e sua implantação José Francisco Soares Conselho Nacional de Educação (CNE) EDUCAÇÃO Educação é um processo intencional e organizado de aquisição de conhecimentos e de habilidades, de incorporação
MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA O ENEM 2009
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA O ENEM 2009 EIXOS COGNITIVOS (comuns a todas as áreas de conhecimento) I. Dominar
Trabalho de gramática e texto. Resenha em vídeo ou infográfico
Trabalho de gramática e texto Resenha em vídeo ou infográfico Esclarecimentos sobre a proposta de trabalho. O trabalho foi pensado não só para gerar uma nota avaliativa, mas para que o aluno aprofunde
1 Introdução. 1 Nesta dissertação, as siglas PL2E, PL2 e PLE estão sendo utilizadas, indistintamente, para se
16 1 Introdução O interesse pelo tema deste trabalho, o uso de estruturas alternativas às construções hipotéticas com se e com o futuro simples do subjuntivo, surgiu da experiência da autora ensinando
INTRODUÇÃO ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA (PLNM) APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS ALUNOS
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA (PLNM) INTRODUÇÃO O Português Língua Não Materna (PLNM) constitui um espaço curricular
Informação-Prova de Equivalência à Frequência
Informação-Prova de Equivalência à Frequência 3º Ciclo do Ensino Básico Prova de Equivalência à Frequência de Espanhol LEII código 15 (Despacho Normativo nº4 - A/2018) Ano letivo 2017/2018 PROVA ESCRITA
Processo de Admissão de Novos Estudantes Conteúdos programáticos para candidatos que ingressarão no. 2º ano do Ensino Médio MATEMÁTICA
Processo de Admissão de Novos Estudantes 2017 Conteúdos programáticos para candidatos que ingressarão no 2º ano do Ensino Médio MATEMÁTICA HABILIDADES CONTEÚDOS Reconhecer, no contexto social, diferentes
Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente
Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Plano de Trabalho Docente - 2015 ETEC MONSENHOR ANTÔNIO MAGLIANO Código:088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Habilitação Profissional: Qualificação: Área
Práticas Pedagógicas: Língua Portuguesa - Usos e formas, língua oral, escrita e gêneros textuais
Práticas Pedagógicas: Língua Portuguesa - Usos e formas, língua oral, escrita e gêneros textuais Aula: 17/05/2019 Prof.: José Neres www.joseneres.com Alguns conceitos básicos nos estudos atuais da linguagem
INTRODUÇÃO 5.º ANO 2.º CICLO DO ENSINO BÁSICO PORTUGUÊS APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS ALUNOS
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS 5.º ANO 2.º CICLO DO ENSINO BÁSICO PORTUGUÊS INTRODUÇÃO A definição do objeto e dos objetivos para o ensino e a aprendizagem da língua portuguesa ao
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS
JULHO DE 2018 Conforme estabelecido no DL n.º 55/2018, de 6 de julho, e ainda nas Portarias 223-A/2018, de 3 de agosto e 226-A/2018, de 7 de agosto, as Aprendizagens Essenciais (AE) são o conjunto comum
LÍNGUA PORTUGUESA 1º ANO
Escutar para aprender e construir conhecimentos LÍNGUA PORTUGUESA 1º ANO COMPREENSÂO DO ORAL Prestar atenção ao que ouve de modo a tornar possível: -apropriar-se de padrões de entoação e ritmo; - memorizar
GUIMARÃES, Cleusa Divina 1. Palavras-chave: Competência redacional, aperfeiçoamento, desenvolvimento, aprendizagem.
Produção de Textos Científicos e Técnicas de Comunicação. GUIMARÃES, Cleusa Divina 1 Palavras-chave: Competência redacional, aperfeiçoamento, desenvolvimento, aprendizagem. Introdução O Curso Produção
ANO LETIVO 2018/2019
ANO LETIVO 2018/2019 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico 2º CICLO Ano: 5º Disciplina: Português Domínios e Competências Nucleares da Língua Aprendizagens Essenciais: Conhecimentos e capacidades Descritores
CURRÍCULO DA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS/ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2013/2014
1º Ciclo Metas/Domínios Objetivos gerais Conteúdos Programáticos Critérios 1º Ano Oralidade O1 Comprensão do oral Expressão oral Respeitar regras da interação discursiva Escutar discursos breves para aprender
Letras Língua Inglesa
Letras Língua Inglesa 1 semestre Núcleo de estudos interdisciplinares I 45h Ementa: Estuda os procedimentos envolvidos na realização de uma pesquisa cientifica. Desenvolve habilidade de produção de fichamento,
Agrupamento de Escolas Gil Vicente Guimarães
Agrupamento de Escolas Gil Vicente Guimarães CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO Ano letivo 2017/2018 Português Língua Não Materna - 1º e 2.º ciclos Os alunos de Português Língua Não Materna que se encontram
Letras Língua Inglesa
Letras Língua Inglesa 1º Semestre Núcleo de Estudos Interdisciplinares I LE0136/ 45h Ementa: Estuda os procedimentos envolvidos na realização de uma pesquisa científica. Desenvolve a habilidade de produção
PALAVRAS-CHAVE: missão; escola; formação de professores
MISSÃO DA ESCOLA: POR QUE E PARA QUE EXISTE? VIEIRAI, Vânia Maria de Oliveira Mestre na Universidade de Uberaba. [email protected] RESUMO Esse estudo constitui-se num ponto de vista elaborado a partir
Géneros textuais e tipos textuais Armando Jorge Lopes
Géneros textuais e tipos textuais [texto de apoio para o curso de doutoramento em ciências da linguagem aplicadas ao ensino de línguas/universidade Pedagógica, Maputo, Outubro de 2015] Armando Jorge Lopes
VI Seminário de Iniciação Científica SóLetras ISSN METODOLOGIA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA POR DIANE LARSEN FREEMAN
METODOLOGIA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA POR DIANE LARSEN FREEMAN Beatriz Ferrari Crivari (G UENP/campus Jac) [email protected] Caroline Arlindo (G UENP/campus Jac.) [email protected]
EMENTA OBJETIVO GERAL
C U R S O D E E N F E R M A G E M Componente Curricular: Português Instrumental Código: ENF- 302 Pré-Requisito: Nenhum Período Letivo: 2010.2 CH Total: 60h Professor: Denise Aparecida Brito Barreto E-mail:
ENSINO DE LÍNGUA E ANÁLISE LINGUÍSTICA: PRESCRUTANDO OS DOCUMENTOS OFICIAIS
ENSINO DE LÍNGUA E ANÁLISE LINGUÍSTICA: PRESCRUTANDO OS DOCUMENTOS OFICIAIS Maria Eliane Gomes Morais (PPGFP-UEPB) [email protected] Linduarte Pereira Rodrigues (DLA/PPGFP-UEPB) [email protected]
Letras Língua Inglesa
Letras Língua Inglesa 1 Semestre Língua inglesa Básico I LE0014, 90h Ementa: Desenvolvimento das estruturas básicas utilizando as habilidades linguísticas de ouvir, falar, ler e escrever numa abordagem
