Global Alliance Seguros, S.A.
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- Olívia Porto de Miranda
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1 Global Alliance Seguros, S.A. Relatório e contas
2 Índice 1. Relatório de Gestão 3 2. Relatório do Conselho de Administração 4 3. Aprovação da Administração 6 4. Relatório do Conselho Fiscal 8 5. Relatório dos Auditores 9 6. Demonstrações Financeiras 6.1. Conta de Ganhos e Perdas Demonstração do Rendimento Integral Balanço Demonstração de variações no Capital Próprio Demonstração dos Fluxos de Caixa Notas explicativas integrantes das Demonstrações Financeiras 16 2
3 1. RELATÓRIO DE GESTÃO 3
4 2. RELATÓRIO DOS ADMINISTRADORES Os administradores têm o prazer de apresentar o seu relatório para o ano findo em 31 de Dezembro de. Informação geral e natureza das actividades A seguradora vende seguros nos ramos vida e não vida, bem como fundo de pensões, abertos e fechados. Número de registo da seguradora 12801/102-C/29 Grupo, empresa-mãe e accionistas Grupo Absa Financial Services Africa Holdings Pty Ltd - 98% Empresa-mãe Barclays Bank PLC (55.62%) Accionistas Absa Financial Services Africa Holdings Pty Ltd - 98% Absa Short Term Insurance Ltd - 1% Absa Life Ltd - 1% País de incorporação Moçambique Resultados das operações Os resultados das operações para o ano findo em 31 de Dezembro de estão dispostos na página 10 das demonstrações financeiras. Capital social autorizado e emitido O capital social autorizado e emitido encontra-se divulgado na nota 31 das demonstrações financeiras. Eventos subsequentes Nenhum evento, que possua um efeito material nos resultados da seguradora ocorreu entre o fim do ano e a data deste relatório. Princípio da continuidade As demonstrações financeiras apresentadas nas páginas 10 a 15 foram preparadas com base no princípio da continuidade e os administradores possuem todas as razões para acreditar que a seguradora irá continuar a operar nos próximos 12 meses. Dividendos Nenhum dividendo foi declarado para o ano de. Conselho de Administração Durante os administradores da seguradora continuaram: L Zulu (Presidente) E Wasserman (Administrador Não-Executivo) A Laice (Administrador Não-Executivo) L Kahts (Administrador Delegado) C Raposo (Administrador Executivo) No final do ano o seguinte administrador deixou de fazer parte do Conselho de Administração: A Laice (Administrador Não-Executivo) 4
5 Auditores PricewaterhouseCoopers, Lda. Escritórios e endereço da seguradora Avenida da Marginal, Parcela 141 Maputo Mozambique 5
6 3. APROVAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO DECLARAÇÃO DA RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO EM RELAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS A presente declaração, que deve ser lida em conjunto com o relatório do conselho fiscal e o relatório do auditor independente, cujas responsabilidades se encontram aferidas nas páginas 8 e 9, respectivamente, é feita com o objectivo de distinguir para os accionistas, as respectivas responsabilidades da Administração e dos auditores em relação às demonstrações financeiras da Global Alliance Seguros, S.A. ("Seguradora"). A administração é responsável pela preparação, integridade e objectividade das demonstrações financeiras que apresentam com fiabilidade o estado das transacções da Seguradora no final do ano financeiro, os ganhos e perdas e fluxos de caixa do período, e outra informação contida neste relatório. Em, a empresa consolidou a sua posição como parte do grupo ABSA e, desta forma, todos os controlos internos concebidos, implementados e mantidos ao nível do grupo ABSA afectam a Global Alliance. Estes incluem controlos relacionados com a integridade e precisão da informação financeira produzida pela entidade, bem como controlos relacionados com operações e cumprimento das leis e regulamentos aos quais a entidade está sujeita. Para permitir que a administração atinja estas responsabilidades: Toda a administração e trabalhadores deverão esforçar-se para manter altos os padrões de ética para assegurar que o negócio da empresa seja conduzido de modo a que todas as circunstâncias razoáveis sejam irrepreensíveis. O Conselho de Administração dita e a gestão implementa sistemas de controlo interno, e contabilísticos, e sistemas de informação destinados a proporcionar garantia razoável de que os activos dentro e fora da posição financeira encontram-se salvaguardados e o risco de erro, fraude ou perda é reduzido de forma rentável. Estes controlos, contidos nas políticas e procedimentos estabelecidos, incluem a delegação das responsabilidades e autoridades dentro de um Framework claramente definido, procedimentos contabilísticos efectivos e adequada segregação de funções. O Conselho de Administração e a gestão identificam todas as áreas chave de risco dentro da empresa e esforçam-se para minimizar esses riscos assegurando que infraestruturas próprias, controlos, sistemas e disciplinas são aplicadas e geridas dentro dos procedimentos e limitações pré definidos. O Comité de Revisão Actuarial auxilia a administração em relação a questões actuariais de natureza técnica incluindo a identificação e análise dos riscos actuariais, a revisão de quaisquer relatórios actuariais, a consideração de reservas e metodologias de capital e pressupostos, a revisão de condições financeiras externas ou divulgação de gestão de risco, a consideração de requisitos regulamentares e económicos, e a solidez actuarial de produtos novos bem como as revisões de produtos existentes. Para melhor conhecimento e convicção, baseado no descrito acima, a administração está convencida de que nenhuma separação material na operação dos sistemas de controlo interno e procedimentos tenha ocorrido durante o ano sob revisão. A Seguradora adopta de forma consistente políticas contabilísticas apropriadas e reconhecidas, e estas são suportadas por julgamentos e estimativas prudentes e razoáveis. Estas demonstrações financeiras foram preparadas em concordância com o Diploma Moçambicano nº222/2010 que define princípios contabilísticos moçambicanos para entidades seguradoras. O Diploma 222/2010 é de base IFRS. 6
7 O Conselho de Administração acredita não existirem quaisquer razões que coloquem em causa o princípio da continuidade para os próximos exercícios, com base em orçamentos e recursos disponíveis. As presentes demonstrações financeiras foram preparadas com base neste princípio. É de responsabilidade do conselho fiscal e dos auditores independentes a revisão das demonstrações financeiras. Os seus relatórios ao membro da empresa estão dispostos nas páginas 8 e 9 neste relatório, respectivamente. O relatório da administração na página 3 e as demonstrações financeiras da empresa, que encontram-se nas páginas 10 a 15, foram aprovadas pelo Conselho de Administração e assinadas por: L Kahts Administrador C Raposo Administrador Maputo 11 de Março de 7
8 4. RELATÓRIO DO CONSELHO FISCAL De acordo com as disposições legais e estatutárias, o conselho fiscal analisou o relatório e contas apresentadas pela Global Alliance Seguros SA, relativas ao ano financeiro de e apresenta aos Exmos Accionistas o parecer sobre o Balanço, a Demonstração de Resultados e o Relatório do Conselho de Administração relativas ao exercício findo em 31 de Dezembro do referido ano. No cumprimento da sua actividade, o Conselho Fiscal acompanhou a actividade da empresa, apreciou as contas anuais, acompanhou o resultado do trabalho do auditor externo e manteve contactos regulares com a administração, tendo tido acesso a toda informação que foi solicitada á gestão da empresa. Com base na nossa análise do relatório e contas, da informação fornecida e do relatório dos auditores externos (PwC), o parecer do conselho fiscal é de que o Balanço e a Demonstração de Resultados da Global Alliance Seguros SA satisfazem as disposições legais e estatutárias, respeitam os critérios valorimétricos normalmente adoptados e que as suas Demonstrações Financeiras preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro (NIRF), reflectem de forma adequada a situação patrimonial e financeira da empresa em 31 de Dezembro de, bem como o resultado da sua actividade no exercício. Tendo em consideração o exposto anteriormente, o Conselho Fiscal recomenda que a Assembleia Geral aprove o Relatório do Conselho de Administração, as Demonstrações Financeiras da Global Alliance Seguros SA, referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de, bem como a proposta do Conselho de Administração de aplicar o lucro apurado no montante de Meticais nas seguintes condições: 20% equivalente a Meticais em Reservas Legais e o restante, no montante de Meticais, fazer transitar para o exercício seguinte através da conta de Resultados Transitados. BDO (Moçambique), Lda representada por Abdul Satar Hamid Maputo, de de
9 5. RELATÓRIO DO AUDITORES 9
10 6. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 6.1 Conta de ganhos e perdas Exercício - Exercício - Exercício Exercício CONTA DE GANHOS E PERDAS Conta técnica Conta técnica Conta não anterior Conta técnica Conta técnica Conta não anterior Notas ramo Vida ramos Não-Vida técnica Total ramo Vida ramos Não-Vida técnica Total 3 i); 6 Prémios adquiridos líquidos de resseguro 3,222,562 24,518, ,741,410 23,767,587 94,355, ,903, ,258, ,649,119 Prémios brutos emitidos 4,501,728 59,181, ,683,320 50,922, ,809,003 1,732,816, ,864,625,183 1,409,021,460 Prémios de resseguro cedido -1,279,165-34,154, ,433,665-26,901,687-37,453,511-1,000,031, ,037,485, ,369,687 Provisão para prémios não adquiridos (variação) 0-6,646, ,646,695-2,443, ,612, ,612,892-67,605,839 Provisão para prémios não adquiridos, parte dos resseguradores (variação) 0 6,138, ,138,451 2,190, ,731, ,731,686 60,603,185 Comissões de contratos de seguro e operações considerados para efeitos contabilísticos como contratos de investimentos ou como contratos de prestação de serviços Custos com sinistros, líquidos de resseguro -588,618-13,019, ,608,600-11,686,803-17,234, ,220, ,455, ,373,848 Montantes pagos -592,457-13,249, ,841,932-12,085,599-17,346, ,939, ,286, ,408,537 Montantes brutos -712,218-20,387, ,099,780-15,795,358-20,853, ,940, ,794, ,057,550 Parte dos resseguradores 119,761 7,138, ,257,848 3,709,758 3,506, ,000, ,507, ,649,013 Provisão para sinistros ( variação) 3, , , , ,406 6,719, ,831,878 11,034,689 Montante bruto ,695, ,696,373-4,317,211-18,031-78,930, ,948, ,457,232 Parte dos resseguradores 4,455 2,925, ,929,705 4,716, ,437 85,650, ,780, ,491,921 Outras provisões técnicas, líquidas de resseguro Provisão matemática do ramo Vida, líquida de resseguro -752, , ,084-22,023, ,023,214-25,486,394 Montante bruto -521, , ,807-15,281, ,281,048-23,680,180 Parte dos resseguradores -230, ,268-65,277-6,742, ,742,166-1,806,215 Participação nos resultados, líquida de resseguro i); 9 Custos de exploração, líquidos -921,978-7,616, ,538,910-7,779,756-26,995, ,021, ,016, ,265,856 Custos de aquisição -747,696-6,078, ,826,015-6,110,167-21,892, ,971, ,863, ,068,332 Custos de aquisição diferidos (variação) 0 71, ,253-33, ,086, ,086, ,397 Custos administrativos -382,790-2,972, ,355,614-3,165,348-11,207,945-87,043, ,251,189-87,585,171 Comissões e participaçãp nos resultados de resseguro 208,507 1,362, ,571,466 1,529,492 6,105,010 39,906, ,011,972 42,321,044 3 e); 10 Rendimentos 40, , , ,251 1,183,799 9,193, ,377,432 8,667,667 De juros de activos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas 17, , ,783 94, ,005 4,092, ,619,835 2,615,544 De juros de passivos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas Outros 22, , , , ,794 5,100, ,757,597 6,052, Custos financeiros -1,124-8, ,850-7,545-32, , , ,780 De juros de activos não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas De juros de passivos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas Outros -1,124-8, ,850-7,545-32, , , ,780 Ganhos líquidos de activos e passivos financeiros não valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas Ganhos líquidos de activos e passivos financeiros valorizados ao 12 justo valor através de ganhos e perdas 4,869 37, ,683 52, ,564 1,107, ,249,743 1,451,909 Ganhos líquidos de activos e passivos financeiros detidos para negociação Ganhos líquidos de activos e passivos financeiros no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas 4,869 37, ,683 52, ,564 1,107, ,249,743 1,451, Diferença de câmbios , , , ,339,422-7,339,422 11,462,451 3 f); 14 Ganhos líquidos de activos não financeiros que não estejam classificados como activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas 51, , ,000 25,000 1,503,026 11,672, ,175, ,750 Perdas de imparidade (líquidas de reversão) De activos disponíveis para venda De emprestímos e contas a receber valorizados a custo amortizado De investimentos maturidade 0 a deter até à de outros Outros rendimentos /gastos técnicos, líquidas de resseguro 99, , , ,413 2,906,168 22,569, ,476,072 20,653, Outras provisões (variação) , ,833, Outros rendimentos/gastos , , , ,979,257-2,979,257-2,886,347 Godwill negativo reconhecido imediatamente emganhos e perdas Ganhos e perdas de assiaciados e empreendimentos conjutos contabilizados pelo metodo da equivalência patrimonial Ganhos e perdas de activos não correntes (ou grupos para alienação) classificados como detidos para venda Resultado antes de imposto 1,154,563 5,394, ,418 6,196,667 4,247,237 33,805, ,949,705-10,318, ,436, ,521,072 3 m); 28 Imposto sobre rendimento do exercício - Impostos correntes -337,023-1,574, ,873-1,808,839-1,382,571-9,867,912-46,106,325 3,012,075-52,962,162-38,255,749 3 m); 28 Impostos sobre rendimento do exercício - Impostos diferidos -36, ,990 11, , ,077,790-5,035, ,984-5,784, Resultado líquido do exercício 780,730 3,647, ,310 4,190,264 2,864,666 22,859, ,807,569-6,977, ,689,454 79,265,323 10
11 6.2 Demonstração do rendimento integral Exercício - Exercício anterior Notas Demonstração do rendimento integral Técnica Técnica Não- Técnica Vida Não Técnica Total Técnica Vida Não Técnica Não-Vida Vida Total 31 Resultado líquido do exercício 780,730 3,647, ,310 4,190, ,954 2,170, ,049 2,864,666 Outro rendimento integral do exercício Total do rendimento integral líquido de impostos 780,730 3,647, ,310 4,190, ,954 2,170, ,049 2,864,666 Exercício - Exercício anterior Notas Demonstração do rendimento integral Técnica Técnica Não- Técnica Vida Não Técnica Total Técnica Vida Não Técnica Não-Vida Vida Total 31 Resultado líquido do exercício 22,859, ,807,569-6,977, ,689,454 13,418,682 60,062,251 5,784,389 79,265,322 Outro rendimento integral do exercício 645,033 3,013, ,890 3,461,964 3,576,543 16,008,668 1,541,740 21,126, Diferenças de conversão para moeda de apresentação 645,033 3,013, ,890 3,461,964 3,576,543 16,008,668 1,541,740 21,126,951 Total do rendimento integral líquido de impostos 23,504, ,821,389-7,174, ,151,418 16,995,225 76,070,919 7,326, ,392,273 11
12 6.3 Balanço Notas Exercício - Exercício - Imparidade, Imparidade, Exercício depreciações/ depreciações/ Activo Bruto Activo Líquido anterior Activo Bruto Activo Líquido amortizações Activo Líquido amortizações e ajustamentos ACTIVO e ajustamentos Exercício anterior Activo Líquido 3 a); 18 Caixa e seus equivalentes e depósitos a ordem 8,565, ,565,408 7,565, ,583, ,583, ,765,960 3 c); 19 Investimentos em filiais, associadas e emprendimentos conjuntos Activos financeiros detidos para negociação Activos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas , ,635,520 3 c); 20 Activos disponíveis para venda 5,183, ,183, ,037, ,037, c); 21 Empréstimos e contas a receber 2,836, ,836,311 4,855,686 82,645, ,645, ,770,921 Depósitos junto de empresas cedentes Outros depósitos 2,836, ,836,311 4,855,686 82,645, ,645, ,770,921 Empréstimos concedidos Contas a receber Outros 3 c); 22 Investimentos a deter até a maturidade , ,215,615 3 g); 23 Edificios 7,701, ,078 7,363,278 7,021, ,405,970 9,851, ,554, ,118,913 Edificios de uso proprio 4,281, ,078 3,943,278 4,051, ,752,300 9,851, ,901, ,627,463 Edificios de rendimento 3,420, ,420,000 2,970,000 99,653, ,653,670 85,491,450 3 h); 24 Outros activos tangiveis 599, , , ,824 17,464,611 7,080,879 10,383,732 11,393,786 Inventarios Goodwill 3 i); 25 Outros activos intangiveis 168,900 91,953 76,947 98,067 4,921,494 2,679,376 2,242,118 2,822,857 3 j); 26 Provisões técnicas de resseguro cedido 20,558, ,558,327 11,720, ,038, ,038, ,372,830 Provisão para premios não adquiridos 12,050, ,050,862 5,912, ,144, ,144, ,188,749 Provisão matemática do ramo vida 0 230, ,628,264 Provisão para sinistros 8,507, ,507,465 5,577, ,894, ,894, ,555,817 Provisão para participação nos resultados Outras provisões técnicas 3 c); 27 Activos por benefícios pós-emprego e outros benefícios de longo prazo Outros devedores por operações de seguros e outras operações 12,912, ,412 12,269,512 5,072, ,263,234 18,748, ,515, ,015,622 Contas a receber por operações de seguro directo 10,323, ,412 9,680,077 4,783, ,810,970 18,748, ,062, ,690,957 Contas a receber por outras operações de resseguro 2,204,094 2,204,094 61,100 64,223, ,223,999 1,758,756 Contas a receber por outras operações 385, , ,103 11,228, ,228,265 6,565,909 3 n); 28 Activos por impostos 4, , , ,942 0 Activos por impostos correntes Activos por impostos diferidos 4, , , , Acrescimos e diferimentos 96, , ,670 2,808, ,808,972 5,459,659 Outros elementos do activo Activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas TOTAL ASSETS 58,626,958 1,316,451 57,310,507 37,053,038 1,708,301,629 38,359,410 1,669,942,220 1,066,571,684 12
13 6.3 Balanço (continuação) Notas PASSIVO E CAPITAL PRÓPRIO Exercício Exercício anterior Exercício Exercício anterior LIABILITIES 3 j); 26 Provisões técnicas 28,174,534 18,380, ,963, ,091,864 Provisão para prémios não adquiridos 15,779,928 9,204, ,803, ,951,130 Provisão matemática do ramo vida 1,974,970 1,453,070 57,547,663 41,826,620 Provisão para sinistros 10,419,635 7,723, ,612, ,314,114 Do ramo vida 11,150 10, , ,233 Do ramo de acidentes de trabalho e doenças profissionais 243, ,466 7,106,537 15,067,960 De outros ramos 10,164,597 7,189, ,181, ,942,921 Provisão para participação nos resultados Provisão para desvios de sinistralidade Provisões para riscos em curso Outras provisões técnicas Passivos financeiros da componente de deposito de contratratos de seguros e de contratos de seguro e operações considerados para efeitos contabilíticos como contratos de investimento Outros passivos financeiros Passivos subordinados Depositos recebidos de resseguradoras Outros Passivos por benefícios pós-emprego e outros benefícios de longo prazo 30 Outros credores por operações de seguros em outras operações 10,636,388 5,322, ,928, ,209,761 Contas a pagar por operações de seguro directo 922, ,157 26,894,627 25,306,540 Contas a pagar por outras operações de resseguro 9,534,126 4,277, ,810, ,123,339 Contas a pagar por outras operações 179, ,055 5,223,623 4,779,882 3 n); 28 Passivos por impostos 2,079,893 1,209,942 60,604,975 34,828,182 Passivos por impostos correntes 1,053, ,642 30,697,436 11,100,706 Passivos por impostos diferidos 1,026, ,300 29,907,539 23,727, Acréscimos e diferimentos 762, ,263 22,231,805 19,379,879 Outras provisões Outros passivos Passivos de um grupo para alienação classificado como detido para venda TOTAL DO PASSIVO 41,653,785 25,586,580 1,213,728, ,509,686 CAPITAL PRÓPRIO 3 p); 31 Capital 5,806,770 5,806, ,525, ,525,000 (acções próprias) Outros instrumentos do capital Reservas de reavaliação Por reajustamentos no justo valor de activos financeiros Por revalorizaçãode edificios de uso proprio Por revalorização de activos intangiveis Por revalorização de outros activos tangiveis De diferenças de cambio Reserva por impostos diferidos 31 Outras reservas 2,125,918 1,552,985 58,625,076 42,772, Resultados transitados 3,533,770 1,242, ,721,731 38,309, Resultado do exercício 4,190,264 2,864, ,689,454 79,265, Reserva câmbial ,652,156 27,190,192 TOTAL DO CAPITAL PROPRIO 15,656,722 11,466, ,213, ,061,998 TOTAL DO PASSIVO E DO CAPITAL PROPRIO 57,310,507 37,053,038 1,669,942,220 1,066,571,684 13
14 6.4 Demonstração de variações do capital próprio Outras reservas Demonstração de variações do capital próprio Notas Valores em Capital social Reserva legal Prémios de emissão Resultados transitados Resultado do exercício TOTAL Balanço a 31 de Dezembro ,306, ,279 73,770-1,093,706 2,919,679 7,101,792 Correcções de erros (IAS 8) Alterações políticas contabilísticas (IAS 8) 0 Balanço de abertura alterado4,306, ,279 73,770-1,093,706 2,919,679 7,101, Aumento de reservas por aplicação de resultados (1) 583,936 2,335,743-2,919,679 0 Resultado líquido do período (2) 2,864,666 2,864,666 Outro rendimento integral do período (3) Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de activos financeiros disponíveis para venda 0 Outros ganhos/ perdas reconhecidos directamente no capital próprio 0 Total do rendimento integral do período (4) = (2) + (3) ,864,666 2,864,666 Operações com detentores de capital (5) 1,500, ,500,000 Distribuição de reservas 0 Distribuição de lucros/prejuízos 0 31 Transferências entre rubricas de capital próprio não incluidas noutras linhas (6) 1,500,000 1,500,000 Total das variações do capital próprio (1) + (4) + (5) + (6) Balanço a 31 de Dezembro 1,500, , ,335,743-55,013 4,364,666 Correcções de erros (IAS 8) 5,806,770 1,479,215 73,770 1,242,037 2,864,666 11,466,458 Alterações políticas contabilísticas (IAS 8) 0 Balanço de abertura alterado5,806,770 1,479,215 73,770 1,242,037 2,864,666 11,466, Aumento de reservas por aplicação de resultados (1) 572,933 2,291,733-2,864,666 0 Resultado líquido do período (2) 4,190,264 4,190,264 Outro rendimento integral do período (3) Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de activos financeiros disponíveis para venda 0 Outros ganhos/ perdas reconhecidos directamente no capital próprio 0 Total do rendimento integral do período (4) = (2) + (3) ,190,264 4,190,264 Operações com detentores de capital (5) Distribuição de reservas 0 Distribuição de lucros/prejuízos 0 31 Aumento/redução de capital 0 Transferências entre rubricas de capital próprio não incluidas noutras linhas (6) Total das variações do capital próprio (1) + (4) + (5) + (6) 0 572, ,291,733 1,325,598 4,190,264 Balanço a 31 de Dezembro 5,806,770 2,052,148 73,770 3,533,770 4,190,264 15,656,722 Outras reservas Notas Demonstração de variações do capital próprio Valores em Capital social Reserva legal TOTAL Prémios de emissão Resultados transitados Resultado do exercício Reserva Cambial Balanço a 31 de Dezembro ,000,000 23,918,755 1,970,879-29,220,037 84,411,886 6,063, ,144,724 Correcções de erros (IAS 8) Alterações políticas contabilísticas (IAS 8) 0 Balanço de abertura alterado 100,000,000 23,918,755 1,970,879-29,220,037 84,411,886 6,063, ,144, Aumento de reservas por aplicação de resultados (1) 16,882,377 67,529,509-84,411,886 0 Resultado líquido do período (2) 79,265,322 79,265,322 Outro rendimento integral do período (3) ,126,951 21,126,951 Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de activos financeiros disponíveis para venda 0 31 Diferenças de conversão para moeda de apresentação 21,126,951 21,126,951 Outros ganhos/ perdas reconhecidos directamente no capital próprio 0 Total do rendimento integral do período (4) = (2) + (3) ,265,322 21,126, ,392,273 Operações com detentores de capital (5) Distribuição de reservas 0 Distribuição de lucros/prejuízos 0 31 Transferências entre rubricas de capital próprio não incluidas noutras linhas (6) 42,525,000 42,525,000 Total das variações do capital próprio (1) + (4) + (5) + (6) Balanço a 31 de Dezembro 42,525,000 16,882, ,529,509-5,146,564 21,126, ,917,273 Correcções de erros (IAS 8) 142,525,000 40,801,132 1,970,879 38,309,472 79,265,322 27,190, ,061,998 Alterações políticas contabilísticas (IAS 8) 0 Balanço de abertura alterado 142,525,000 40,801,132 1,970,879 38,309,472 79,265,322 27,190, ,061, Aumento de reservas por aplicação de resultados (1) 15,853,065 63,412,259-79,265,323 0 Resultado líquido do período (2) 122,689, ,689,454 Outro rendimento integral do período (3) ,461,964 3,461,964 Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de activos financeiros disponíveis para venda 0 31 Diferenças de conversão para moeda de apresentação 3,461,964 3,461,964 Outros ganhos/ perdas reconhecidos directamente no capital próprio 0 Total do rendimento integral do período (4) = (2) + (3) ,689,454 3,461, ,151,418 Operações com detentores de capital (5) Distribuição de reservas 0 Distribuição de lucros/prejuízos 0 31 Aumento/redução de capital 0 0 Transferências entre rubricas de capital próprio não incluidas noutras linhas (6) 0 Total das variações do capital próprio (1) + (4) + (5) + (6) 0 15,853, ,412,259 43,424,130 3,461, ,151,418 Balanço a 31 de Dezembro 142,525,000 56,654,197 1,970, ,721, ,689,454 30,652, ,213,416 14
15 6.5 Demonstração dos fluxos de caixa Demonstração dos fluxos de caixa Fluxos de caixa das actividades operacionais Resultado líquido do exercício 4,190,264 2,864, ,689,454 79,265,322 Ajustamentos ao resultado relativos a: Depreciações e amortizações 242, ,702 7,099,271 6,051,493 Variação da provisão para sinistros -233, ,795-6,040,522-6,216,536 Variação de outras provisões técnicas 1,189,177 1,179,549 36,246,326 40,852,321 Variação da provisão para recibos por cobrar 0 572, ,833,850 (Aumento)/diminuição de devedores -7,196, , ,499,552 1,535,575 Aumento/(diminuição) de credores 6,179, , ,363,468 2,114,772 Variações em outras contas do activo 93, ,670 2,650,687-5,459,659 Variações em outras contas do passivo 89,707 31,716 2,851,926 2,239,966 (Aumento) / redução no justo valor de activos financeiros ao justo valor através de resultados -42,683-52,472-1,249,743-1,451,909 (Aumento) / redução de investimentos detidos até à maturidade 0 3, ,299 Mais valias não realizadas de propriedades de investimento -450,000-25,000-13,175, ,750 Efeito das diferenças de câmbio 0 77, ,148,985 Juros, rendas e proveitos similares -408, ,337-11,970,395-5,626,324 Fluxos de caixa das actividades de investimento Total 3,652,409 4,249, ,965, ,691,405 Aquisições de investimentos (incluindo constituição de depósitos a prazo) -8,019,749-4,855, ,683, ,356,831 Reembolsos/alienações de investimentos (incluindo reembolso de depósitos a prazo) 4,989, ,622,056 0 Aquisições de activos tangíveis e intengíveis -42, ,071-1,241,431-5,951,015 Juros e proveitos similares 408, ,337 11,970,395 5,626,324 Fluxo de caixa de actividades de financiamento Aumento de capital 0 1,500, ,525,000 Total -2,663,843-4,867,420-79,332, ,681,521 Total 0 1,500, ,525,000 Variação líquida em caixa e equivalentes de caixa 988, ,671 30,632,655 38,534,883 Efeito das diferenças de câmbio 0-77, ,148,985 Caixa e equivalentes de caixa no início do período 7,565,258 6,761, ,765, ,639,727 Caixa e equivalentes de caixa no fim do período 8,565,408 7,565, ,583, ,765,960 15
16 7. NOTAS EXPLICATIVAS INTEGRANTES DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Montantes expressos em Dólares Norte-Americanos () e Meticais Moçambicanos () Nota 1 - Informação Geral A Global Alliance Seguros, S.A. (adiante designada por GA ou Seguradora) foi constituída em Encontra-se registada em Moçambique tendo a sua sede na Av. da Marginal, Parcela 141/c - Maputo, dedicando-se à actividade seguradora nos ramos de seguros vida, não-vida assim como a gestão de fundos de pensões. Actividade em Durante o ano de, a GA Moçambique excedeu os orçamentos projectados em termos de crescimento, embora a rentabilidade tenha sido menor do que o esperado. A principal causa que afectou a nossa rentabilidade pode ser atribuída ao volume de sinistros que atingiu 1,08 milhões acima do orçamento. As principais razões para as receitas positivas, residem no crescimento do sector de recursos naturais, bem como nos negócios derivados deste sector. O ano de viu um aumento sem precedentes na frequência de sinistros, bem como seus níveis de severidade. O aumento em custos com sinistros líquidos, de - totalizou 30,72%.
17 Nota 2 - Bases de apresentação das demonstrações financeiras e principais políticas contabilísticas adoptadas Bases de apresentação As presentes demonstrações financeiras, que se reportam ao exercício findo em 31 de Dezembro de, foram preparadas em conformidade com o disposto no Plano de contas para as entidades habilitadas ao exercício da actividade seguradora, aprovado pelo Diploma Ministerial n.º 222/2010, de 17 de Dezembro, do Ministério das Finanças, o qual entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2011, e tem por base as Normas Internacionais de Contabilidade (NIC ou IFRS) em vigor em 1 de Janeiro de, com excepção da IFRS 4 Contratos de Seguro, em que apenas são adoptados os princípios de classificação do tipo de contratos celebrados pelas empresas de seguros, tendo sido consideradas ainda as disposições emanadas pelo Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique (ISSM) relativas à contabilização das operações das empresas de seguros em Moçambique. As IFRS incluem as normas contabilísticas emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as interpretações emitidas pelo Internacional Financial Reporting Interpretation Committee (IFRIC), e pelos respectivos órgãos antecessores. Tal como descrito abaixo, sob o título Normas contabilísticas e interpretações que se tornaram de aplicação efectiva a 1 de Janeiro de, a Seguradora adoptou igualmente na preparação destas demonstrações financeiras, as normas contabilísticas emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as interpretações do Internacional Financial Reporting Interpretation Committee (IFRIC) de aplicação obrigatória desde 1 de Janeiro de. Em consequência, as demonstrações financeiras foram preparadas com base nos princípios da continuidade e do custo histórico, excepto para as situações especificamente identificadas, que decorrem da aplicação das Normas de Contabilidade e Relato Financeiro (NCRF), nomeadamente, os activos financeiros e os imóveis de rendimento. Na preparação das demonstrações financeiras, a Seguradora efectuou julgamentos e estimativas, utilizando pressupostos que afectam a aplicação das políticas contabilísticas e os montantes de rendimentos, gastos, activos e passivos. Alterações em tais pressupostos ou diferenças destes face à realidade poderão ter impactos sobre as actuais estimativas e julgamentos. As áreas que envolvem um maior nível de julgamento ou complexidade ou onde são utilizados pressupostos e estimativas significativas na preparação das demonstrações financeiras encontram-se analisadas na Nota 4. As demonstrações financeiras estão expressas na moeda funcional da Seguradora, que é o Dólar Norte-Americano, assim como na moeda de apresentação, Metical. As presentes demonstrações financeiras foram aprovadas pelo Conselho de Administração em 11 de Março de Normas e Interpretações que se tornaram de aplicação efectiva a 1 de Janeiro de : Em resultado das orientações emitidas por parte da UE, ocorreram as seguintes emissões, alterações e melhorias nas normas e interpretações com efeito a partir de 1 de Janeiro de : Normas IAS 1 (alteração), Apresentação de demonstrações financeiras. Esta alteração requer que as entidades apresentem de forma separada os itens contabilizados como Outros Rendimentos 17
18 Integrais, consoante estes possam ser recuperados ou não no futuro por resultados do exercício, e o respectivo impacto fiscal, se os itens forem apresentados antes de impostos. A adopção desta alteração tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia. IAS 12 (alteração), Imposto sobre rendimento. Esta alteração requer que uma entidade mensure os impostos diferidos relacionados com activos dependendo se a mesma estima recuperar o valor líquido do activo através do uso ou da venda, excepto para as propriedades de investimento mensuradas de acordo com o modelo do justo valor. Esta alteração incorpora na IAS 12 os princípios incluídos na SIC 21, a qual é revogada. Esta alteração não tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia. IAS 19 (revisão), Benefícios aos empregados. Esta revisão introduz alterações significativas no reconhecimento e mensuração de gastos com planos de benefícios definidos e benefícios de cessação de emprego, bem como nas divulgações para todos os benefícios dos empregados. Os desvios actuariais são reconhecidos de imediato, e apenas, em Outros rendimento integrais (o método do corredor deixa de ser permitido). O custo financeiro dos planos de benefícios definidos com fundos constituídos é calculado com base no valor líquido das responsabilidades não financiadas. Os benefícios de cessação de emprego apenas são reconhecidos, quando cessa a obrigação do empregado prestar serviço no futuro. A adopção desta alteração não tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia. Melhorias às normas - período O processo de melhoria anual de afecta as normas: IFRS 1, IAS 1, IAS 16, IAS 32 e IAS 34. Esta alteração não tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia. IFRS 1 (alteração), Adopção pela primeira vez das IFRS. Esta alteração cria uma isenção adicional, para os casos em que uma entidade que tenha sido sujeita a hiperinflação severa, apresente pela primeira vez demonstrações financeiras IFRS. A outra alteração reporta-se à substituição de referências a uma data fixa por data de transição para IFRS, nas isenções à adopção retrospectiva. Esta alteração não tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia. IFRS 1 (alteração), Adopção pela primeira vez das IFRS empréstimos do Governo. Esta alteração clarifica a forma como as entidades que adoptam as IFRS pela primeira vez devem contabilizar um empréstimo do Governo com uma taxa de juro inferior à taxa de mercado. A alteração introduz uma excepção à aplicação retrospectiva das IFRS, atribuindo a mesma dispensa de aplicação que havia sido concedida às entidades que já reportavam em IFRS, em Esta alteração não tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia. IFRS 13 (nova), Justo valor: mensuração e divulgações. A IFRS 13 tem como objectivo melhorar a consistência das demonstrações financeiras, ao estabelecer uma definição precisa de justo valor e uma única fonte de mensuração de justo valor, assim como as exigências de divulgação a aplicar transversalmente a todas as IFRS. Esta alteração não tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia. Interpretações IFRIC 20 (nova), Custos de descoberta na fase de produção de uma mina a céu aberto. Esta interpretação não tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia. 18
19 Principais políticas contabilísticas adoptadas As principais políticas contabilísticas utilizadas na preparação das demonstrações financeiras são as descritas abaixo e foram aplicadas de forma consistente para os períodos apresentados nas demonstrações financeiras: a) Caixa e equivalentes de caixa Na preparação da Demonstração de fluxos de caixa a Seguradora considerou como Caixa e equivalentes de caixa os valores registados no balanço com maturidade inferior a três meses a contar da data de balanço, prontamente convertíveis em dinheiro e com risco reduzido de alteração de valor, onde se incluem a caixa e as disponibilidades em instituições de crédito. b) Investimentos em Filiais, associadas e empreendimentos conjuntos São classificadas como subsidiárias (filiais) as empresas sobre as quais a Seguradora exerce controlo. O controlo normalmente é presumido quando a Seguradora detém o poder de exercer a maioria dos direitos de voto. Poderá ainda existir controlo quando a Seguradora detém o poder, directa ou indirectamente, de gerir a política financeira e operacional de determinada empresa de forma a obter benefícios das suas actividades, mesmo que a percentagem que detém sobre os seus capitais próprios seja inferior a 50%. São classificadas como associadas as empresas sobre as quais a Seguradora exerce influência significativa. Influência significativa é presumida, quando a Seguradora detém poder para participar nas decisões relativas às políticas financeiras e operacionais da empresa, não tendo o controlo dessas políticas. São classificados como empreendimentos conjuntos (entidades conjuntamente controladas), todas as empresas sobre as quais a Seguradora detém a capacidade para controlar conjuntamente com outros empreendedores (accionistas) a política operacional e financeira do empreendimento. A Seguradora não detém qualquer investimento em Filiais, associadas e empreendimentos conjuntos. c) Activos financeiros (i) Classificação A GA classifica os seus activos financeiros no momento da sua aquisição considerando a intenção que lhes está subjacente, de acordo com as seguintes categorias: Activos financeiros detidos para negociação Aqueles adquiridos com o objectivo principal de gerarem valias no curto prazo. Activos financeiros ao justo valor através de ganhos e perdas Esta categoria inclui títulos, designados no momento do seu reconhecimento inicial ao justo valor com as variações subsequentes reconhecidas em resultados. Activos financeiros disponíveis para venda Os activos disponíveis para venda são activos financeiros não derivados que (i) a GA tem intenção de manter por tempo indeterminado, (ii) são designados como disponíveis 19
20 para venda no momento do seu reconhecimento inicial ou (iii) que não se enquadrem nas categorias anteriormente referidas. Investimentos a deter até à maturidade São os activos financeiros sobre os quais exista a intenção e a capacidade de detenção até à maturidade, apresentando uma maturidade e fluxos de caixa fixos ou determináveis. Em caso de venda antecipada, a classe considera-se contaminada e todos os activos da classe têm de ser reclassificados para a classe, disponíveis para venda. Empréstimos concedidos e contas a receber Inclui activos financeiros, excepto derivados, com pagamentos fixos ou determináveis que não sejam cotados num mercado activo e cuja finalidade não seja a negociação. Engloba adicionalmente valores a receber relacionados com operações de seguro directo, resseguro e outras transacções relacionadas com contratos de seguro. (ii) Reconhecimento, mensuração inicial e desreconhecimento Aquisições e alienações: Os activos financeiros são inicialmente reconhecidos ao seu justo valor adicionado dos custos de transacção, excepto nos casos de activos financeiros detidos para negociação ou ao justo valor através de resultados, caso em que estes custos de transacção são directamente registados em resultados. Os activos financeiros são desreconhecidos quando (i) expiram os direitos contratuais da GA ao recebimento dos seus fluxos de caixa, (ii) a Seguradora tenha transferido substancialmente todos os riscos e benefícios associados à sua detenção ou (iii) não obstante retenha parte, mas não substancialmente todos os riscos e benefícios associados à sua detenção, a Seguradora tenha transferido o controlo sobre os activos. (iii) Mensuração subsequente Após o seu reconhecimento inicial, os activos financeiros detidos para negociação e os activos financeiros ao justo valor com reconhecimento em ganhos e perdas são valorizados ao justo valor, sendo as suas variações reconhecidas em ganhos e perdas. Os investimentos disponíveis para venda são igualmente registados ao justo valor sendo, no entanto, as respectivas variações reconhecidas em reservas, na parte que pertence ao accionista, até que os investimentos sejam desreconhecidos, ou seja, o momento em que o valor acumulado dos ganhos e perdas potenciais registados em reservas é transferido para resultados. No caso dos produtos com participação nos resultados, as variações do justo valor são reconhecidas inicialmente em reservas (capital próprio) e, posteriormente, transferidas para a conta de participação nos resultados a atribuir ( shadow-accounting ). Ainda relativamente aos activos financeiros disponíveis para venda, o ajustamento ao valor de balanço compreende a separação entre (i) as amortizações segundo a taxa efectiva, (ii) as variações cambiais (no caso de denominação em moeda estrangeira de activos monetários) ambas por contrapartida de resultados e (iii) as variações no justo valor (excepto risco cambial) conforme descrito acima. Os investimentos a deter até à maturidade são mensurados em balanço ao custo amortizado, de acordo com o método da taxa efectiva, com as amortizações (juros, valores incrementais e prémios e descontos) a serem registados na conta de ganhos e perdas. 20
21 O justo valor dos activos financeiros cotados é o seu preço de compra corrente ( bidprice ). Na ausência de cotação, a GA estima o justo valor utilizando (i) metodologias de avaliação, tais como, a utilização de preços de transacções recentes, semelhantes e realizadas em condições de mercado, técnicas de fluxos de caixa descontados e modelos de avaliação de opções parametrizados de modo a reflectir as particularidades e circunstâncias do instrumento, e (ii) pressupostos de avaliação baseados em informações de mercado. Os instrumentos financeiros para os quais não é possível mensurar com fiabilidade o justo valor são registados ao custo de aquisição. (iv) Transferências entre categorias de activos financeiros Em Outubro de 2008 o IASB emitiu a revisão da norma IAS 39 - Reclassificação de instrumentos financeiros (Amendements to IAS 39 Financial Instruments: Recognition and Measurement and IFRS 7: Financial Instruments Disclosures). Esta alteração veio permitir que uma entidade transfira de activos financeiros detidos para negociação para as carteiras de activos financeiros disponíveis para venda, empréstimos concedidos e contas a receber ou para activos financeiros detidos até à maturidade, desde que esses activos financeiros obedeçam às características de cada categoria. As transferências de activos financeiros disponíveis para venda para as categorias de empréstimos concedidos e contas a receber e activos financeiros detidos até à maturidade, são também permitidas. (v) Imparidade Imparidade de títulos: A GA avalia em cada data de balanço a existência de evidência objectiva de imparidade Activos financeiros registados ao custo amortizado Se existir evidência objectiva de que foi suportada uma perda por imparidade em empréstimos concedidos e contas a receber ou investimentos detidos até à maturidade registados pelo custo amortizado, a quantia da perda é mensurada como a diferença entre a quantia registada do activo e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados descontados à taxa de juro efectiva original do activo financeiro. A quantia registada do activo deve ser reduzida através do uso de uma conta de redução do activo. A quantia da perda deve ser reconhecida nos resultados. Se, num período subsequente, a quantia da perda por imparidade diminui e a diminuição pode ser relacionada objectivamente com um acontecimento que ocorra após o reconhecimento da imparidade, a perda por imparidade anteriormente reconhecida deve ser revertida ajustando a conta de redução do activo. A reversão não deve resultar numa quantia registada do activo financeiro que exceda a quantia que poderia ter sido determinada pelo custo amortizado, caso a imparidade não tivesse sido reconhecida à data em que a imparidade foi revertida. A quantia da reversão deve ser reconhecida nos resultados. Activos financeiros registados pelo custo Se existir evidência objectiva de que foi suportada uma perda por imparidade num instrumento de capital próprio não cotado que não está registado pelo justo valor porque o seu justo valor não pode ser mensurado com fiabilidade, ou num activo derivado que está ligado, e que deve ser liquidado pela entrega de, um tal instrumento de capital próprio não cotado, a quantia da perda por imparidade é mensurada pela 21
22 diferença entre a quantia registada do activo financeiro e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados descontados à taxa de retorno de mercado corrente para um activo financeiro semelhante. Estas perdas por imparidade não devem ser revertidas. Activos financeiros disponíveis para venda Quando existe evidência de imparidade nos activos financeiros disponíveis para venda, a perda potencial acumulada capital próprio, correspondente à diferença entre o custo de aquisição e o justo valor actual, deduzida de qualquer perda por imparidade no activo anteriormente reconhecida em resultados, é transferida para resultados. Ajustamentos de recibos de prémios por cobrar e de créditos de cobrança duvidosa: Os ajustamentos de recibos de prémios por cobrar têm por objectivo reduzir o montante dos prémios em cobrança ao seu valor estimado de realização. O cálculo destes ajustamentos é efectuado numa base económica no qual é avaliada a recuperabilidade de todos os recibos que estejam a cobrança há mais de 30 dias, sendo posteriormente aplicada a margem recibo a recibo. Este ajustamento é apresentado no balanço como dedução aos devedores por operações de seguro directo. Este ajustamento destina-se a reconhecer nos resultados da Seguradora o impacto da potencial não cobrança dos recibos de prémios emitidos. d) Outros activos financeiros derivados embutidos Os instrumentos financeiros com derivados embutidos são reconhecidos inicialmente ao justo valor. Subsequentemente, o justo valor dos instrumentos financeiros derivados é reavaliado numa base regular, sendo os ganhos ou perdas resultantes dessa reavaliação registados directamente em resultados do período, nos casos em que o derivado não está intimamente relacionado com o activo base, e na reserva de reavaliação nos restantes casos. e) Reconhecimento de juros e dividendos Os resultados referentes a juros de instrumentos financeiros são reconhecidos nas rubricas de juros e proveitos similares utilizando o método da taxa efectiva. A taxa de juro efectiva é a taxa que desconta os pagamentos ou recebimentos futuros estimados durante a vida esperada do instrumento financeiro ou, quando apropriado, um período mais curto, para o valor líquido actual de balanço do activo ou passivo financeiro. Para o cálculo da taxa de juro efectiva são estimados os fluxos de caixa futuros considerando todos os termos contratuais do instrumento financeiro, não considerando, no entanto, eventuais perdas de crédito futuras. O cálculo inclui as comissões que sejam parte integrante da taxa de juro efectiva, custos de transacção e todos os prémios e descontos directamente relacionados com a transacção. Relativamente aos rendimentos de instrumentos de capital (dividendos) são reconhecidos quando estabelecido o direito ao seu reconhecimento. 22
23 f) Propriedades de investimento e edifício de uso próprio Propriedades de investimentos A Seguradora classifica como imóveis de rendimento os imóveis cuja recuperabilidade seja por via da obtenção de rendas ao invés do seu uso continuado, utilizando os critérios de mensuração da IAS 40. As propriedades de investimento são reconhecidas inicialmente ao custo de aquisição, incluindo os custos de transacção directamente relacionados, e subsequentemente ao seu justo valor. Variações de justo valor determinadas a cada data de balanço são reconhecidas em resultados. As propriedades de investimento não são depreciadas. Dispêndios subsequentes relacionados são capitalizados quando for provável que a Seguradora venha a obter benefícios económicos futuros em excesso do nível de desempenho inicialmente estimado. O justo valor dos imóveis de rendimento baseia-se numa valorização efectuada por um avaliador independente, o qual possui qualificação profissional reconhecida e relevante para a emissão dos relatórios de avaliação. O justo valor das propriedades de investimento é considerado como o valor mais provável que as mesmas poderão ter em transacção livre de mercado, entre duas entidades prudentes, supondo um período razoável de exposição de mercado. O justo valor é determinado com base no modelo dos fluxos de caixa futuros descontados, ou quando possível é aplicado o critério de comparação de mercado, no qual se compara a propriedade com outras similares que tenham sido objecto de transacção em tempo suficientemente recente para se considerar os valores atingidos válidos em termos de mercado. Edifícios de uso próprio A Seguradora classifica como imóveis de uso próprio, os imóveis cujo principal fim seja o seu uso continuado, aplicando-se os critérios de mensuração que constam da IAS 16. São reconhecidos inicialmente ao custo de aquisição, incluindo os custos de transacção directamente relacionados, e subsequentemente o modelo de valorização é o custo revalorizado, sujeito a dedução de depreciações e a testes de imparidade, previsto na IAS 16, sendo as alterações no valor reavaliado reconhecidas em capital próprio. As depreciações são calculadas com base no método dos duodécimos, tendo em conta o número de anos de vida útil do imóvel. Vida útil finita Vida útil Propriedade na Av. Marginal Sim 37 anos Dispêndios subsequentes relacionados são capitalizados quando for provável que a Seguradora venha a obter benefícios económicos futuros em excesso do nível de desempenho inicialmente estimado. g) Activos fixos tangíveis Os activos tangíveis utilizados pela GA no decurso da sua actividade são registados ao custo de aquisição, deduzido de depreciações e perdas por imparidade acumuladas. No reconhecimento inicial dos valores dos outros activos tangíveis, a Seguradora capitaliza o valor de aquisição adicionado de quaisquer encargos necessários para o funcionamento 23
24 correcto de um dado activo, de acordo com o disposto na IAS 16. Ao nível da mensuração subsequente, a Seguradora opta pelo estabelecimento de uma vida útil que seja capaz de espelhar o tempo estimado de obtenção de benefícios económicos, depreciando o bem por esse período. A GA efectua regularmente a análise de adequação da vida útil estimada dos seus activos tangíveis. As alterações na vida útil esperada dos activos são registadas através da alteração do período ou método de depreciação, conforme apropriado, sendo tratadas como alterações em estimativas contabilísticas. Os custos subsequentes são reconhecidos como um activo separado apenas se for provável que deles resultarão benefícios económicos futuros para a Seguradora. As despesas de manutenção e reparação e outras despesas associadas ao seu uso são reconhecidas nos resultados do período em que foram incorridas. As depreciações são calculadas através da aplicação do método das quotas constantes, com base nas seguintes taxas anuais, as quais reflectem, de forma razoável, a vida útil estimada dos bens: Vida útil finita Taxas anuais Equipamento administrativo Sim 20% Equipamento informático Sim 25% Instalações Interiores Sim 33% Material de transporte Sim 25% Um item do activo tangível deixa de ser reconhecido aquando da sua alienação ou quando não se esperam benefícios económicos futuros decorrentes da sua utilização ou alienação. Qualquer ganho ou perda decorrente da anulação do reconhecimento do activo (calculado como a diferença entre o rendimento da venda e a quantia escriturada do activo) é reconhecido em resultados no período da sua anulação do reconhecimento. Quando existe indicação de que um activo possa estar em imparidade o seu valor recuperável é estimado, devendo ser reconhecida uma perda de imparidade sempre que o valor líquido de um activo exceda o seu valor recuperável. As perdas por imparidade são reconhecidas em resultados para os activos registados ao custo. O valor recuperável é determinado como o mais elevado entre o seu preço de venda líquido e o seu valor de uso, sendo este calculado com base no valor actual dos fluxos de caixa estimados futuros que se esperam vir a obter do uso continuado do activo e da sua alienação no fim da sua vida útil. h) Activos intangíveis Os activos intangíveis da GA são registados ao custo de aquisição, deduzido de amortizações e perdas por imparidade acumuladas. As suas amortizações são calculadas através da aplicação do método das quotas constantes, com base nas seguintes taxas anuais, as quais reflectem, de forma razoável, a vida útil estimada dos intangíveis: Activos Vida útil finita? Taxa anual intangíveis gerados internamente Software e outras licenças Não Sim 25% 24
25 A GA procede a testes de imparidade sempre que eventos ou circunstâncias indiciam que o valor contabilístico excede o valor recuperável, sendo a diferença, caso exista, reconhecida em resultados. O valor recuperável é determinado como o mais elevado entre o seu preço de venda líquido e o seu valor de uso, sendo este calculado com base no valor actual dos fluxos de caixa futuros estimados que se esperam vir a obter do uso continuado do activo e da sua alienação no fim da sua vida útil. Os custos incorridos com a aquisição de aplicações informáticas são capitalizados como activos intangíveis, assim como as despesas adicionais necessárias à sua implementação. Os custos directamente relacionados com o desenvolvimento de aplicações informáticas, sobre os quais seja expectável que estes venham a gerar benefícios económicos futuros para além de um exercício, são reconhecidos e registados como activos intangíveis. Os custos com a manutenção de programas informáticos são reconhecidos como custos quando incorridos. i) Contratos de seguro A Seguradora emite contratos que incluem risco de seguro. Um contrato em que a Seguradora aceita um risco de seguro significativo de outra parte, aceitando compensar o segurado no caso de um acontecimento futuro incerto específico que possa afectar adversamente o segurado é classificado como um contrato de seguro. Os ganhos e perdas decorrentes de contratos de seguro são reconhecidos ao longo do exercício a que respeitam, independentemente da data do seu pagamento ou recebimento. Os contratos de seguro são mensurados de acordo com os seguintes princípios: (i) Prémios Os prémios brutos emitidos de seguro directo, de resseguro aceite e de resseguro cedido são registados respectivamente como rendimentos e gastos, no exercício a que respeitam, independentemente do momento do seu recebimento ou pagamento. (ii) Custos de aquisição Os custos de aquisição correspondem essencialmente à remuneração contratualmente atribuída aos mediadores pela angariação de contratos de seguro. As comissões contratadas são registadas como gastos no momento da emissão dos respectivos prémios ou renovação das respectivas apólices. (iii) Provisão para prémios não adquiridos A Provisão para prémios não adquiridos é baseada na avaliação dos prémios emitidos até ao final do exercício, mas com vigência após essa data. Esta provisão tem como objectivo imputar aos exercícios seguintes, relativamente a cada um dos contratos de seguro em vigor, os ganhos e perdas correspondentes ao período de vigência do contrato, através da aplicação do método Pro-rata temporis. A Provisão para prémios não adquiridos é reconhecida no Balanço deduzida dos Custos de aquisição diferidos. Os custos de aquisição que estão directa ou indirectamente relacionados com a venda de contratos, são capitalizados e diferidos pelo período de vida dos contratos. Os custos de aquisição diferidos estão sujeitos a testes de recuperabilidade no momento da emissão dos contratos e sujeitos a testes de imparidade à data de balanço. 25
26 Os custos de aquisição diferidos são amortizados ao longo do período em que os prémios associados a esses contratos vão sendo adquiridos. De acordo com o Decreto n.º 30/2011, o diferimento destes custos está limitado a 20% dos prémios não adquiridos. (iv) Provisão matemática do Ramo Vida As provisões matemáticas constituídas para todos os contratos comercializados pela Seguradora correspondem ao valor actuarial estimado do compromisso assumido para com os beneficiários, incluindo as participações nos resultados já distribuídas e após dedução do valor actuarial dos prémios futuros. (v) Provisão para sinistros A provisão para sinistros corresponde ao custo total estimado que a Seguradora espera vir a suportar com a regularização de todos os sinistros que tenham ocorrido até ao final do exercício, quer tenham ou não sido comunicados, deduzidos dos montantes pagos respeitantes aos mesmos sinistros. Esta provisão foi determinada como segue: a partir da análise dos sinistros pendentes no final do exercício e da consequente estimativa da responsabilidade existente nessa data; e pela provisão, calculada pela aplicação de 5% e 1%, respectivamente, para os ramos reais e para o ramo Vida, sobre o valor dos custos com sinistros do exercício, por forma a fazer face à responsabilidade com sinistros declarados após o fecho do exercício (IBNR). A reserva matemática do ramo acidentes de trabalho é calculada para as pensões já homologadas pelo Tribunal do Trabalho e para as estimativas resultantes de processos em processo de homologação. (vi) Provisão para participação nos resultados Provisão para participação nos resultados a atribuir (shadow accounting): De acordo com o estabelecido na IFRS 4, os ganhos e perdas não realizados dos activos afectos a responsabilidades de contratos de seguro e de investimento com participação nos resultados discricionária, são atribuídos aos tomadores de seguro, na parte estimada da sua participação, tendo por base a expectativa de que estes irão participar nesses ganhos e perdas não realizadas quando se realizarem, através do reconhecimento de uma responsabilidade. A estimativa dos montantes a atribuir aos tomadores de seguro sob a forma de participação nos resultados, em cada modalidade ou conjunto de modalidades, é calculada tendo por base um plano adequado aplicado de forma consistente, tendo em consideração o plano de participação nos resultados, a maturidade dos compromissos, os activos afectos e ainda outras variáveis específicas da modalidade ou modalidades em causa. Provisão para participação nos resultados atribuída: Corresponde aos montantes atribuídos aos tomadores de seguro ou aos beneficiários dos contratos, a título de participação nos resultados, e que ainda não tenham sido distribuídos, nomeadamente mediante inclusão na provisão matemática dos contratos. (vii) Provisão para desvios de sinistralidade A provisão para desvios de sinistralidade visa fazer face à sinistralidade excepcionalmente elevada nos ramos de seguros em que, pela sua natureza, se preveja que aquela tenha 26
27 mais oscilações e deve ser constituída para o seguro de crédito, seguro de caução, seguro de colheitas e para o risco de fenómenos sísmicos. O método de cálculo da provisão para desvios de sinistralidade segue a legislação aplicável Decreto n.º 30/, emitida pelo Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique (ISSM). (viii) Provisão para riscos em curso A provisão para riscos em curso corresponde ao montante necessário para fazer face a prováveis indemnizações e encargos a suportar após o termo do exercício e que excedam o valor do somatório dos prémios não adquiridos e dos prémios exigíveis e ainda não processados à data do encerramento do exercício, relativos a contratos em vigor. O método de cálculo da provisão para riscos em curso está de acordo com a legislação aplicável Decreto n.º 30/2011, emitida pelo ISSM. (ix) Provisões técnicas de resseguro cedido As provisões técnicas de resseguro cedido são determinadas através da aplicação dos critérios acima descritos para o seguro directo, tendo em atenção as percentagens de cessão, bem como outras cláusulas existentes nos tratados em vigor. j) Passivos financeiros Um instrumento é classificado como passivo financeiro quando existe uma obrigação contratual da sua liquidação ser efectuada mediante a entrega de dinheiro ou de outro activo financeiro, independentemente da sua forma legal. l) Benefícios concedidos aos empregados Os benefícios concedidos aos empregados são mensurados numa base não descontada e imputados aos resultados na medida em que o serviço é prestado. Complemento de reforma (benefícios pós-emprego) A GA não atribui aos seus colaboradores complemento de reforma. Outros benefícios de longo prazo A GA não atribui aos seus colaboradores qualquer benefício de longo prazo. Bónus de desempenho (benefícios de curto prazo) É reconhecido um passivo para o montante esperado de bónus se a GA tiver uma obrigação contratual ou construtiva em pagar esse valor, resultante de um acontecimento passado de um serviço por um empregado, e se a obrigação puder ser mensurada com fiabilidade. O bónus de desempenho atribuído aos colaboradores da Seguradora, especializado em cada período, é calculado de acordo com uma avaliação de desempenho. m) Imposto sobre o rendimento A Seguradora está sujeita ao regime fiscal consagrado pelo Código dos Impostos sobre o Rendimento, estando os lucros imputáveis a cada exercício sujeitos à incidência do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas (IRPC taxa actualmente em vigor: 32%). Os impostos sobre o lucro compreendem os impostos correntes e os impostos diferidos. 27
28 Os impostos sobre lucros são reconhecidos em resultados, excepto quando estão relacionados com itens que são reconhecidos directamente nos capitais próprios, caso em que são também registados por contrapartida dos capitais próprios. Os impostos diferidos reconhecidos nos capitais próprios decorrentes da reavaliação de investimentos disponíveis para venda são posteriormente reconhecidos em resultados no momento em que forem reconhecidos em resultados os ganhos e perdas que lhes deram origem. Impostos correntes O imposto corrente, activo ou passivo, é estimado com base no valor esperado a recuperar ou a pagar às autoridades fiscais, apurado de acordo com as regras fiscais em vigor. A taxa legal de imposto usada para calcular o montante de imposto é a que se encontra em vigor à data de balanço. O imposto corrente é calculado com base no lucro tributável do exercício, o qual difere do resultado contabilístico devido a ajustamentos à matéria colectável resultantes de gastos ou rendimentos não relevantes para efeitos fiscais, ou que apenas serão considerados noutros períodos contabilísticos, em conformidade com a legislação fiscal vigente. Impostos diferidos Os impostos diferidos são calculados sobre a diferença existente entre os valores contabilísticos dos activos e passivos e a sua base fiscal, utilizando as taxas de imposto aprovadas ou substancialmente aprovadas à data de balanço em cada jurisdição e que se espera virem a ser aplicadas quando estas diferenças se reverterem. Os impostos diferidos passivos são reconhecidos para todos os ajustamentos fiscais tributáveis. Os impostos diferidos activos são reconhecidos para todos os ajustamentos fiscais dedutíveis, até ao montante em que seja provável a existência de lucros tributáveis futuros contra os quais possam ser deduzidos os impostos diferidos activos. Os impostos diferidos são calculados com base nas taxas fiscais decretadas para o período em que se prevê que seja realizado o respectivo activo ou passivo. No âmbito da adopção do Plano de contas para as entidades habilitadas ao exercício da actividade seguradora, aprovado pelo Diploma Ministerial n.º 220/2010, de 17 de Dezembro, do Ministério das Finanças, a GA procedeu à determinação do capital próprio em conformidade com as IFRS por referência a 1 de Janeiro de 2010 (data de transição), tendo reconhecido impostos diferidos sobre os ajustamentos resultantes, não obstante não terem sido definidas regras fiscais relativas à transição. n) Provisões São constituídas provisões quando (i) a Seguradora tem uma obrigação presente (legal ou construtiva) resultante de eventos passados relativamente, (ii) seja provável o futuro dispêndio de recursos financeiros e (iii) este possa ser determinado com fiabilidade. O montante da provisão corresponde à melhor estimativa do valor a desembolsar para liquidar a responsabilidade na data do balanço o) Capital social e instrumentos de capital As acções são classificadas como capital próprio quando não há obrigação de transferir dinheiro ou outros activos. Os custos incrementais directamente atribuíveis à emissão de 28
29 instrumentos de capital são apresentados no capital próprio como uma dedução dos proventos, líquida de imposto. Um instrumento é classificado como instrumento de capital próprio quando não existe uma obrigação contratual da sua liquidação ser efectuada mediante a entrega de dinheiro ou de outro activo financeiro, independentemente da sua forma legal evidenciando um interesse residual nos activos de uma entidade após a dedução de todos os seus passivos. p) Locações A Seguradora classifica locações em locações financeiras ou locações operacionais, em função da sua substância e independentemente da sua forma legal, segundo os critérios definidos no NIC 17 - Locações. A determinação de se um contrato é ou contém uma locação é baseada na substância do contrato, atentando à determinação de qual a entidade que retém substancialmente os riscos e vantagens inerentes à propriedade do bem locado. Consideram-se locações financeiras quando os riscos e benefícios inerentes à propriedade de um activo são transferidos para o locatário. Todas as restantes locações são classificadas como locações operacionais. Locações operacionais Nas locações operacionais, as rendas são reconhecidas como gasto numa base linear durante o período da locação, no período a que dizem respeito. Locações financeiras: Nas locações financeiras, as quais transferem substancialmente para a GA todos os riscos e vantagens decorrentes da detenção do activo em causa, o custo do activo é registado como um activo tangível, e a correspondente responsabilidade é registada no passivo. A depreciação do activo é calculada conforme descrito na Nota 2 g) e registada como gasto na demonstração de resultados dentro do período a que respeitam. As rendas são constituídas pelo encargo financeiro e pela amortização financeira do capital (tal como inicialmente reconhecido como passivo). Os encargos financeiros são suportados os exercícios a que se referem. q) Activos não correntes detidos para venda Activos não correntes são classificados como detidos para venda quando o seu valor de balanço for recuperado principalmente através de uma transacção de venda (incluindo os adquiridos exclusivamente com o objectivo da sua venda) e a venda for altamente provável. Imediatamente antes da classificação inicial do activo como detido para venda, a mensuração dos activos não correntes é efectuada de acordo com as IFRS aplicáveis. Subsequentemente, estes activos para alienação são mensurados ao menor valor entre o valor de reconhecimento inicial e o justo valor deduzido dos custos de venda. r) Reporte por segmentos Um segmento de negócio é um conjunto de activos e operações que estão sujeitos a riscos e proveitos específicos diferentes de outros segmentos de negócio. Um segmento geográfico é um conjunto de activos e operações localizados num ambiente económico específico, o qual está sujeito a riscos e proveitos que são diferentes de outros segmentos que operam em outros ambientes económicos. 29
30 s) Transacções em moeda estrangeira A GA tem o Dólar Norte-Americano () como moeda funcional. As demonstrações financeiras foram preparadas na sua moeda funcional e convertidas para o Metical, que constitui a moeda de apresentação da Seguradora. As transacções em moeda estrangeira são convertidas à taxa de câmbio em vigor na data da transacção. Os activos e passivos monetários expressos em moeda estrangeira são convertidos para à taxa de câmbio em vigor na data de balanço. As diferenças cambiais resultantes desta conversão são reconhecidas em resultados. Os activos e passivos não monetários ao custo histórico, expressos em moeda estrangeira, são convertidos para a moeda funcional à taxa de câmbio da data da transacção. Os activos e passivos não monetários ao justo valor, expressos em moeda estrangeira, são convertidos para à taxa de câmbio da data em que o justo valor é determinado. As diferenças cambiais resultantes são reconhecidas em resultados, excepto no que diz respeito às diferenças relacionadas com acções classificadas como activos financeiros disponíveis para venda, as quais são registadas em reservas (capital próprio). A conversão das demonstrações financeiras para a moeda de apresentação foi feita com base na taxa de câmbio em vigor na data de balanço para as rubricas de activo e passivo e com base na taxa de câmbio média do exercício para as rubricas da demonstração dos resultados. As diferenças decorrentes da conversão das demonstrações financeiras para a moeda de apresentação são reflectidas numa rubrica de capital próprio Reserva cambial. Nota 3 - Alteração da natureza, impacto e justificação das alterações nas políticas contabilísticas Não se verificou nenhuma alteração nas políticas contabilísticas adoptadas no período em análise. Nota 4 - Principais estimativas contabilísticas e julgamentos relevantes utilizados na elaboração das demonstrações financeiras A preparação das demonstrações financeiras da Seguradora requer que a Administração da Seguradora efectue julgamentos, estimativas e premissas no âmbito da tomada de decisão sobre alguns tratamentos contabilísticos com impactos nos valores reportados no total de activo, passivo, capital próprio, gastos e rendimentos. As principais estimativas contabilísticas e julgamentos utilizados na aplicação dos princípios contabilísticos pela Seguradora são divulgadas abaixo, no sentido de melhorar o entendimento de como a sua aplicação afecta os resultados reportados da Seguradora. Uma descrição alargada das principais políticas contabilísticas utilizadas pela Seguradora é apresentada na Nota 2. Dever-se-á ter em conta que, em algumas situações, poderão existir alternativas ao tratamento das políticas contabilísticas adoptadas pela Seguradora, que levariam a resultados diferentes. No entanto, a Seguradora entende que os julgamentos e as estimativas aplicadas são apropriados pelo que as demonstrações financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da Seguradora e das suas operações em todos os aspectos materialmente relevantes. 30
31 Os considerandos efectuados em seguida são apresentados apenas para assistir o leitor no entendimento das demonstrações financeiras e não têm intenção de sugerir que outras alternativas ou estimativas são mais apropriadas. a) Justo valor das propriedades de investimento e valor revalorizado dos imóveis de uso próprio O justo valor das propriedades de investimento e o valor revalorizado dos imóveis de uso próprio são baseados em avaliações efectuadas por avaliadores independentes, sendo considerados como os valores mais prováveis que os imóveis teriam em transacção livre de mercado, entre duas entidades prudentes, supondo um período razoável de exposição de mercado. Para a sua determinação, são utilizados os modelos dos fluxos de caixa futuros descontados, ou quando possível, é aplicado o critério de comparação de mercado, no qual se compara a propriedade com outras similares que tenham sido objecto de transacção em tempo suficientemente recente para se considerar os valores atingidos válidos em termos de mercado. Diferentes metodologias, poderiam determinar resultados diferentes. Ver adicionalmente a Nota 23. b) Provisões técnicas relativas a contratos de seguro Relativamente às provisões técnicas dos ramos Não Vida, os custos com os sinistros ocorridos e participados à Seguradora, bem como o custo com aqueles que ainda não foram participados mas já ocorreram, constituem estimativas cuja evolução é acompanhada e analisada pelos serviços da Seguradora. Existem algumas fontes de incerteza que a GA necessita de considerar na determinação da estimativa das responsabilidades totais por pagar com sinistros. As fontes de incerteza decorrentes de contratos de seguro podem ser caracterizadas da seguinte forma: (i) Incerteza quanto à possibilidade de ocorrência de um evento que dê origem a uma perda segurada; (ii) Incerteza quanto ao valor da perda reportada à Seguradora em resultado de um acontecimento seguro desfavorável; (iii) Incerteza quanto ao valor total da responsabilidade decorrente de sinistros participados à Seguradora; (iv) Incerteza quanto à exposição futura pela Seguradora a responsabilidades assumidas e ainda não reportadas. O grau de incerteza será diferente entre os vários ramos de negócio, de acordo com as características dos riscos segurados. O custo de cada sinistro é determinado considerando o valor actual da perda esperada pelo tomador de seguro. A constituição de responsabilidades por contratos de seguro é um processo de incerteza inerente à actividade da GA, como tal, o custo total de regularização de um sinistro poderá variar em relação à estimativa inicial do custo com o sinistro. A Seguradora elabora estimativas e pressupostos que lhe permitam adequar as responsabilidades às possíveis perdas por contratos de seguro. As estimativas e os julgamentos realizados são sujeitos a revisões trimestrais, permitindo ajustar quaisquer factos novos identificados. As estimativas iniciais são determinadas com base na melhor estimativa possível relativamente aos sinistros declarados e ao padrão de sinistralidade que se verifica na Seguradora. A GA 31
32 procede ainda à determinação de estimativas para os sinistros ocorridos mas ainda não participados (IBNR) e a estimativas para sinistros ocorridos mas não reportados adequadamente (IBNER). No que diz respeito às provisões técnicas relativas aos produtos vida, as mesmas foram determinadas tendo por base vários pressupostos nomeadamente mortalidade, longevidade e taxa de juro, aplicáveis a cada uma das coberturas. Estes pressupostos poderão ser revistos se for determinado que a experiência futura venha a confirmar a sua desadequação. Ver adicionalmente a Nota 26. c) Justo valor dos instrumentos financeiros O justo valor é baseado em cotações de mercado, quando disponíveis, e na ausência de cotação é determinado com base na utilização de preços de transacções recentes, semelhantes e realizadas em condições de mercado ou com base em metodologias de avaliação, baseadas em técnicas de fluxos de caixa futuros descontados considerando as condições de mercado, o valor temporal, a curva de rentabilidade e factores de volatilidade. Estas metodologias podem requerer a utilização de pressupostos ou julgamentos na estimativa do justo valor. Consequentemente, a utilização de diferentes metodologias ou diferentes pressupostos ou julgamentos na aplicação de determinado modelo, poderia originar resultados financeiros diferentes daqueles reportados. d) Imparidade de activos financeiros A Seguradora determina que existe imparidade nos seus activos financeiros quando existe uma desvalorização continuada ou de valor significativo no seu justo valor. A determinação de uma desvalorização continuada ou de valor significativo requer julgamento. e) Impostos sobre os lucros Os impostos sobre o rendimento (correntes e diferidos) são determinados pela GA com base nas regras definidas pelo enquadramento fiscal. No entanto, em algumas situações, a legislação fiscal não é suficientemente clara e objectiva e poderá dar origem a diferentes interpretações. Nestes casos, os valores registados resultam do melhor entendimento da Seguradora sobre o adequado enquadramento das suas operações, o qual é susceptível de poder vir a ser questionado pelas Autoridades Fiscais De acordo com a legislação fiscal em vigor, as Autoridades Fiscais têm a possibilidade de rever o cálculo da matéria colectável efectuada pela Seguradora durante um período de cinco anos. Desta forma, poderão ocorrer correcções à matéria colectável, resultantes de diferenças na interpretação da legislação fiscal. Ver adicionalmente a Nota 28. f) Provisões As provisões para responsabilidades não técnicas são constituídas para fazer face a perdas prováveis em que a GA é parte interessada e atendendo à expectativa de perda da Administração, sustentada na informação prestada pelos seus assessores jurídicos, sendo objecto revisão anual. 32
33 Nota 5 - Reporte por segmentos e afectação dos investimentos e outros activos A Seguradora considera como segmento principal o segmento de negócio. Dentro do segmento de negócio temos ainda a divisão entre o Ramo Vida e os ramos Não Vida, sendo que dentro de cada um destes a informação será ainda detalhada por tipo de produtos (no caso do Ramo Vida) e por sub-ramo (no caso dos Ramos Não Vida). No Ramo Vida os dados apresentados serão divididos pelos segmentos Credit Life, Vida Risco Grupo e Vida Risco Individual. Nos Ramos Não Vida, detalha-se a informação pelos sub-ramos de Acidentes de Trabalho, Incêndio e Elementos da Natureza, Automóvel, Marítimo, Aéreo e Transportes, Responsabilidade Civil e Outros Ramos (inclui os sub-ramos Acidentes pessoais e doença, e Diversos). No que concerne ao segmento geográfico, a totalidade dos contratos são celebrados em Moçambique, pelo que existe apenas um segmento. Reporte por segmentos Reporte por segmentos de negócio resultado técnico, em 31 de Dezembro de : Valores em Ramo Vida Ramos Não Vida Total Prémios Adquiridos, seguro directo Custos com sinistros, seguro directo Outros Custos Técnicos Margem Técnica, seguro directo Resultado Resseguro Cedido Margem Técnica Liquida Custos exploração Resultado Exploração Resultado de investimentos Outros Resultado Técnico Valores em Ramo Vida Ramos Não Vida Total Prémios Adquiridos, seguro directo Custos com sinistros, seguro directo Outros Custos Técnicos Margem Técnica, seguro directo Resultado Resseguro Cedido Margem Técnica Liquida Custos exploração Resultado Exploração Resultado de investimentos Outros Resultado Técnico
34 Reporte por segmentos de negócio ramo Vida resultado técnico, em 31 de Dezembro de : Valores em Ramo Vida Credit life Vida risco grupo Vida risco individual Total Prémios Adquiridos seguro directo Custos com sinistros seguro directo Outros Custos Técnicos Margem Técnica seguro directo Resultado Resseguro Cedido Margem Técnica Liquida Custos exploração Resultado Exploração Resultado de investimentos Outros Resultado Técnico Valores em Ramo Vida Credit life Vida risco grupo Vida risco individual Total Prémios Adquiridos seguro directo Custos com sinistros seguro directo Outros Custos Técnicos Margem Técnica seguro directo Resultado Resseguro Cedido Margem Técnica Líquida Custos exploração Resultado Exploração Resultado de investimentos Outros Resultado Técnico
35 Reporte por segmentos de negócio ramos Não Vida resultado técnico, em 31 de Dezembro de : Valores em Ramos Não Vida Acidentes de Trabalho Incêndios e Elementos da Natureza Automóvel Marítimo, Aéreo e Transportes Resp. Civil Outros ramos Total Prémios Adquiridos, seguro directo Custos com sinistros, seguro directo Outros Custos Técnicos Margem Técnica, seguro directo Resultado Resseguro Cedido Margem Técnica Líquida Custos exploração Resultado Exploração Resultado de investimentos Outros Resultado Técnico Valores em Ramos Não Vida Acidentes de Trabalho Incêndios e Elementos da Natureza Automóvel Marítimo, Aéreo e Transportes Resp. Civil Outros ramos Total Prémios Adquiridos, seguro directo Custos com sinistros, seguro directo Outros Custos Técnicos Margem Técnica, seguro directo Resultado Resseguro Cedido Margem Técnica Líquida Custos exploração Resultado Exploração Resultado de investimentos Outros Resultado Técnico Reporte por segmentos de negócio resultado técnico, em 31 de Dezembro de : Valores em Ramo Vida Ramos Não Vida Total Prémios Adquiridos, seguro directo Custos com sinistros, seguro directo Outros Custos Técnicos Margem Técnica, seguro directo Resultado Resseguro Cedido Margem Técnica Liquida Custos exploração Resultado Exploração Resultado de investimentos Outros Resultado Técnico
36 Valores em Ramo Vida Ramos Não Vida Total Prémios Adquiridos, seguro directo 108,697,829 1,232,717,784 1,341,415,613 Custos com sinistros, seguro directo -9,515, ,999, ,514,782 Outros Custos Técnicos -23,680, ,680,180 Margem Técnica, seguro directo 75,502, ,718, ,220,651 Resultado Resseguro Cedido -22,785, ,325, ,110,752 Margem Técnica Liquida 52,716, ,393, ,109,899 Custos exploração -34,697, ,889, ,586,901 Resultado Exploração 18,019,517 75,503,481 93,522,998 Resultado de investimentos 1,289,340 9,313,207 10,602,546 Outros 586,071 4,233,330 4,819,401 Resultado Técnico 19,894,928 89,050, ,944,946 Reporte por segmentos de negócio ramo Vida resultado técnico, em 31 de Dezembro de : Valores em Ramo Vida Credit life Vida risco grupo Vida risco individual Total Prémios Adquiridos, seguro directo Custos com sinistros, seguro directo Outros Custos Técnicos Margem Técnica, seguro directo Resultado Resseguro Cedido Margem Técnica Liquida Custos exploração Resultado Exploração Resultado de investimentos Outros Resultado Técnico Valores em Ramo Vida Credit life Vida risco grupo Vida risco individual Total Prémios Adquiridos seguro directo 61,058,171 27,964,160 19,675, ,697,829 Custos com sinistros seguro directo -1,620,083-6,573,646-1,321,657-9,515,385 Outros Custos Técnicos -13,301,723-6,092,084-4,286,372-23,680,180 Margem Técnica seguro directo 46,136,365 15,298,429 14,067,469 75,502,263 Resultado Resseguro Cedido -14,618,657-7,910, ,512-22,785,369 Margem Técnica Líquida 31,517,707 7,388,230 13,810,957 52,716,894 Custos exploração -17,311,275-9,274,131-8,111,970-34,697,377 Resultado Exploração 14,206,432-1,885,901 5,698,987 18,019,517 Resultado de investimentos 681, , ,021 1,289,340 Outros 309, , , ,071 Resultado Técnico 15,198,177-1,453,178 6,149,929 19,894,928 36
37 Reporte por segmentos de negócio ramos Não Vida resultado técnico, em 31 de Dezembro de : Valores em Acidentes de Trabalho Incêndios e Elementos da Natureza Automóvel Ramos Não Vida Marítimo, Aéreo e Transportes Resp. Civil Outros ramos Prémios Adquiridos, seguro directo Custos com sinistros, seguro directo Outros Custos Técnicos Margem Técnica, seguro directo Resultado Resseguro Cedido Margem Técnica Liquida Custos exploração Resultado Exploração Resultado de investimentos Outros Resultado Técnico Total Valores em Acidentes de Trabalho Incêndios e Elementos da Natureza Automóvel Ramos Não Vida Marítimo, Aéreo e Transportes Resp. Civil Prémios Adquiridos, seguro directo 87,615, ,389, ,808,981 74,263,290 53,805,842 68,834,599 1,232,717,784 Custos com sinistros, seguro directo -62,153, ,437, ,887,953-13,684,761-8,206,059-24,629, ,999,397 Outros Custos Técnicos Margem Técnica, seguro directo 25,462, ,951, ,921,028 60,578,529 45,599,784 44,204, ,718,388 Resultado Resseguro Cedido ,300,558-1,594,788-40,290,416-38,023,517-7,116, ,325,383 Margem Técnica Líquida 25,462,940 87,650, ,326,240 20,288,113 7,576,266 37,088, ,393,004 Custos exploração -33,054,403-51,277, ,063,078-10,323,614-6,931,612-21,239, ,889,524 Resultado Exploração -7,591,463 36,373,601 20,263,162 9,964, ,654 15,849,028 75,503,481 Resultado de investimentos 1,409,688 1,288,008 5,071, , , ,568 9,313,207 Outros 640, ,466 2,305, ,552 94, ,627 4,233,330 Resultado Técnico -5,541,001 38,247,075 27,639,536 10,574, ,925 17,182,223 89,050,017 Outros ramos Total 37
38 Reporte por segmentos de negócio Balanço, em 31 de Dezembro de : Valores em Ramo Vida Ramos Não Vida Total Caixa e seus equivalentes e depósitos a ordem Activos financeiros disponíveis para a venda Empréstimos e contas a receber Edfícios Outros activos tangíveis e intangíveis Provisões técnicas de resseguro cedido Outros devedores e activos por impostos Acréscimos e diferimentos Total activo Provisões técnicas Outros credores e passivos por impostos Acréscimos e diferimentos Total passivo Valores em Ramo Vida Ramos Não Vida Total Caixa e seus equivalentes e depósitos a ordem Activos financeiros disponíveis para a venda Empréstimos e contas a receber Edifícios Outros activos tangíveis e intangíveis Provisões técnicas de resseguro cedido Outros devedores e activos por impostos Acréscimos e diferimentos Total activo Provisões técnicas Outros credores e passivos por impostos Acréscimos e diferimentos Total passivo
39 Reporte por segmentos de negócio Balanço, em 31 de Dezembro de : Valores em Ramo Vida Ramos Não Vida Total Caixa e seus equivalentes e depósitos a ordem Activos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas Empréstimos e contas a receber Investimentos a deter até a maturidade Edificios Outros activos tangiveis e intangíveis Provisões técnicas de resseguro cedido Outros devedores e activos por impostos Acréscimos e diferimentos Total activo Provisões técnicas Outros credores e passivos por impostos Acréscimos e diferimentos Total passivo Valores em Ramo Vida Ramos Não Vida Total Caixa e seus equivalentes e depósitos a ordem 17,339, ,425, ,765,960 Activos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas 209,858 2,425,662 2,635,520 Empréstimos e contas a receber 11,129, ,641, ,770,921 Investimentos a deter até a maturidade 96,795 1,118,820 1,215,615 Edifícios 16,094, ,024, ,118,913 Outros activos tangíveis e intangíveis 1,132,025 13,084,618 14,216,643 Provisões técnicas de resseguro cedido 6,680, ,691, ,372,830 Outros devedores e activos por impostos 11,626, ,388, ,015,621 Acréscimos e diferimentos 434,735 5,024,924 5,459,659 Total activo 64,744,585 1,001,827,110 1,066,571,683 Provisões técnicas 42,129, ,962, ,091,864 Outros credores e passivos por impostos 14,972, ,065, ,037,943 Acréscimos e diferimentos 1,543,156 17,836,723 19,379,879 Total passivo 58,645, ,863, ,509,686 39
40 Afectação dos investimentos e outros activos Afectação dos investimentos e outros activos, em 31 de Dezembro de : Valores em Natureza dos investimentos e outros activos Seguros de Vida com participação nos resultados Seguros de Vida sem participação nos resultados Seguros dos ramos Não Vida Não afectos Total Caixa e seus equivalentes e depósitos a ordem Activos financeiros disponíveis para a venda Empréstimos e contas a receber Edificios Outros activos tangiveis e intangíveis Provisões técnicas de resseguro cedido Outros devedores e activos por impostos Acréscimos e diferimentos Total Comparando os activos elegíveis que a Seguradora dispõe para representação das provisões técnicas com o montante das respectivas provisões técnicas, apresentado na página 40 - reporte por segmentos de negócio Balanço, verifica-se uma insuficiência de activos no montante de ( ). Adicionalmente o limite de 10% das provisões técnicas aplicável num ou em vários edifícios suficientemente próximos entre si para poderem ser considerados como um único investimento, respeitante às regras de dispersão prudencial não está a ser cumprido. Em 2014 a Administração da Seguradora tenciona apresentar ao Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique um plano de acção, por forma a ultrapassar as referidas situações. Valores em Natureza dos investimentos e outros activos Seguros de Vida com participação nos resultados Seguros de Vida sem participação nos resultados Seguros dos ramos Não Vida Não afectos Total Caixa e seus equivalentes e depósitos a ordem Activos financeiros disponíveis para a venda Empréstimos e contas a receber Edifícios Outros activos tangíveis e intangíveis Provisões técnicas de resseguro cedido Outros devedores e activos por impostos Acréscimos e diferimentos Total
41 Afectação dos investimentos e outros activos, em 31 de Dezembro de : Valores em Natureza dos investimentos e outros activos Seguros de Vida com participação nos resultados Seguros de Vida sem participação nos resultados Seguros dos ramos Não Vida Não afectos Total Caixa e seus equivalentes e depósitos a ordem 0 292,721 5,075,164 2,197,373 7,565,258 Activos financeiros classificados no reconhecimento 0 91, ,559 inicial ao justo valor através de ganhos e perdas 0 Empréstimos e contas a receber 0 0 4,855, ,855,686 Investimentos a deter até a maturidade , ,231 Edificios 0 254,789 6,766, ,021,675 Outros activos tangiveis e intangíveis , ,891 Provisões técnicas de resseguro cedido ,720,439 11,720,439 Outros devedores e activos por impostos ,072,629 5,072,629 Acréscimos e diferimentos , ,670 Total 0 547,510 16,831,526 19,674,002 37,053,037 Valores em Natureza dos investimentos e outros activos Seguros de Vida com participação nos resultados Seguros de Vida sem participação nos resultados Seguros dos ramos Não Vida Não afectos Total Caixa e seus equivalentes e depósitos a ordem 0 8,425, ,088,604 63,251, ,765,960 Activos financeiros classificados no reconhecimento 0 2,635, ,635,520 inicial ao justo valor através de ganhos e perdas 0 Empréstimos e contas a receber ,770, ,770,921 Investimentos a deter até a maturidade 0 0 1,215, ,215,615 Edifícios 0 7,334, ,784, ,118,913 Outros activos tangíveis e intangíveis ,216,643 14,216,643 Provisões técnicas de resseguro cedido ,372, ,372,830 Outros devedores e activos por impostos ,015, ,015,621 Acréscimos e diferimentos ,459,659 5,459,659 Total 0 15,760, ,495, ,316,142 1,066,571,683 41
42 Nota 6 - Prémios adquiridos líquidos de resseguro Os prémios adquiridos líquidos de resseguro, em e, são analisados como segue: Prémios brutos emitidos de seguro directo e resseguro aceite Prémios resseguro cedido Prémios líquidos resseguro Variação prémios não adquiridos de seguro directo e resseguro aceite Variação prémios não adquiridos de resseguro cedido Variação líquida de prémios não adquiridos Prémios adquiridos, líquidos de resseguro
43 As decomposições das rubricas são analisadas como segue: Valores em Seguro directo e resseguro aceite Resseguro cedido Líquido Seguro directo e resseguro aceite Resseguro cedido Líquido Prémios brutos emitidos: Ramo Vida Credit Life Vida risco grupo Vida risco individual Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Variação da provisão para prémios não adquiridos: Ramo Vida Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Prémios adquiridos: Ramo Vida Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos
44 Valores em Seguro directo e resseguro aceite Resseguro cedido Líquido Seguro directo e resseguro aceite Resseguro cedido Líquido Prémios brutos emitidos: Ramo Vida Credit Life Vida risco grupo Vida risco individual Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Variação da provisão para prémios não adquiridos: Ramo Vida Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Prémios adquiridos: Ramo Vida Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos
45 Nota 7 Custos com sinistros, líquidos de resseguro Nos exercícios de e, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: Sinistros pagos Montantes brutos Parte dos resseguradores Variação da provisão para sinistros Montantes brutos Parte dos resseguradores Total antes de custos imputados Custos com sinistros (imputados) ver Nota Custos com sinistros, líquidos de resseguro No exercício de, os Custos com Sinistros e Variações das Provisões Técnicas dos Ramos Vida e Não Vida, apresentam a seguinte decomposição: Valores em Montantes brutos Sinistros pagos Parte dos resseguradores Variação da provisão para sinistros Montantes Parte dos brutos resseguradores Custos com sinistros (imputados ver Nota 17) Total Ramo Vida Credit Life Vida risco grupo Vida risco individual Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Total Geral
46 Valores em Montantes brutos Sinistros pagos Parte dos resseguradores Variação da provisão para sinistros Montantes Parte dos brutos resseguradores Custos com sinistros (imputados ver Nota 17) Total Ramo Vida Credit Life Vida risco grupo Vida risco individual Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Total Geral No exercício de, os Custos com Sinistros e Variações das Provisões Técnicas dos Ramos Vida e Não Vida, apresentam a seguinte decomposição: Valores em Montantes brutos Sinistros pagos Parte dos resseguradores Variação da provisão para sinistros Montantes Parte dos brutos resseguradores Custos com sinistros (imputados ver Nota 17) Total Ramo Vida Credit Life Vida risco grupo Vida risco individual Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Total Geral
47 Valores em Montantes brutos Sinistros pagos Parte dos resseguradores Variação da provisão para sinistros Montantes Parte dos brutos resseguradores Custos com sinistros (imputados ver Nota 17) Total Ramo Vida Credit Life Vida risco grupo Vida risco individual Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Total Geral Nota 8 Provisão matemática do ramo Vida, líquida de resseguro A rubrica provisão matemática do ramo vida, líquida de resseguro, acomoda a variação das responsabilidades da Seguradora com contratos de seguro sem participação nos resultados do ramo vida. SD RC SD RC SD RC SD RC Life Credit Life Group life Individual life
48 Nota 9 Custos de exploração, líquidos Nos exercícios de e, os custos de exploração, líquidos, apresentam a seguinte decomposição: Custos de aquisição Custos de aquisição diferidos (variação) Custos administrativos Comissões e participação nos resultados de resseguro Custos de exploração, líquidos No exercício de, os Custos de aquisição, custos de aquisição diferidos (variação), custos administrativos e comissões e participação nos resultados de resseguro, apresentam a seguinte decomposição: Valores em Custos de aquisição Custos imputados (ver Nota 17) Comissões de mediação Custos de aquisição diferidos (variação) Custos administrativos Custos imputados (ver Nota 17) Comissões de mediação Comissões e participação nos resultados de resseguro Ramo Vida Credit Life Vida risco grupo Vida risco individual Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Total Total conforme mapa resumo
49 Valores em Custos de aquisição Custos imputados (ver Nota 17) Comissões de mediação Custos de aquisição diferidos (variação) Custos administrativos Custos imputados (ver Nota 17) Comissões de mediação Comissões e participação nos resultados de resseguro Ramo Vida Credit Life Vida risco grupo Vida risco individual Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Total Total conforme mapa resumo
50 No exercício de, os Custos de aquisição, custos de aquisição diferidos (variação), custos administrativos e comissões e participação nos resultados de resseguro, apresentam a seguinte decomposição: Valores em Custos de aquisição Custos imputados (ver Nota 17) Comissões de mediação Custos de aquisição diferidos (variação) Custos administrativos Custos imputados (ver Nota 17) Comissões de mediação Comissões e participação nos resultados de resseguro Ramo Vida Credit Life Vida risco grupo Vida risco individual Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Total Total conforme mapa resumo
51 Valores em Custos de aquisição Custos imputados (ver Nota 17) Comissões de mediação Custos de aquisição diferidos (variação) Custos administrativos Custos imputados (ver Nota 17) Comissões de mediação Comissões e participação nos resultados de resseguro Ramo Vida Credit Life Vida risco grupo Vida risco individual Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Total Total conforme mapa resumo Nota 10 Rendimentos Nos exercícios de e, os rendimentos por categoria dos activos financeiros são analisados como segue: Valores em Não Não Afectos afectos Total Afectos afectos Total Rendimentos Rendimentos de juros de activos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas de investimentos a deter até a maturidade Obrigações e outros títulos de rendimento fixo De outros emissores de empréstimos concedidos e contas a receber - Depósitos a prazo Outros de edifícios de rendimento (rendas) de activos disponíveis para venda Acções
52 Valores em Não Não Afectos afectos Total Afectos afectos Total Rendimentos Rendimentos de juros de activos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas de investimentos a deter até a maturidade 0 Obrigações e outros títulos de rendimento fixo 0 De outros emissores de empréstimos concedidos e contas a receber Depósitos a prazo Outros de edifícios de rendimento (rendas) de activos disponíveis para venda - Acções Nota 11 Custos financeiros Nos exercícios de e, os custos financeiros são analisados como segue: Custos imputados (ver Nota 17) Ramo Vida Credit Life Vida risco grupo Vida risco individual Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Total
53 Nota 12 Ganhos líquidos de activos e passivos financeiros valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas Nesta rubrica encontram-se registadas as variações do justo valor dos títulos classificados na categoria de activos financeiros valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas, respeitando apenas à variação do justo valor dos títulos de rendimento variável (acção) Cervejas de Moçambique. Ver adicionalmente Nota 19. Nota 13 Diferença de câmbios Os valores do exercício de constantes da rubrica Diferenças de câmbio, em Ganhos e Perdas, são relativos a diferenças cambiais resultantes de: Flutuação cambial Valor Valor Recebimentos/pagamentos de mediadores e 441,082 12,204,737 resseguradores Impostos a pagar 95,776 2,650,114 Depósitos à ordem -77,665-2,148,985 Diversos -44,938-1,243,428 Total 414,256 11,462,451 Nota 14 Ganhos líquidos de activos não financeiros que não estejam classificados como activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas O valor de ( ), registado a 31 de Dezembro de, respeita à variação do justo valor dos imóveis afectos às provisões técnicas Propriedade Marginal (Sede) e Propriedade A9 Golden Sands, no montante de ( ) e ( ), respectivamente. Ver adicionalmente Nota 23. O valor de ( ), registado a 31 de Dezembro de, respeita à variação do justo valor de imóveis afectos às provisões técnicas - Propriedade A9 Golden Sands. Ver adicionalmente Nota
54 Nota 15 Outras provisões (variação) A rubrica Outras provisões (variação) respeita à variação do ajustamento de recibos por cobrar. Ver adicionalmente Nota 27. Nota 16 Outros rendimentos /gastos técnicos e não técnicos, líquidos de resseguro Nos exercícios de e, os Outros rendimentos/gastos técnicos e não técnicos, líquidos de resseguro, são analisados como segue: Acerto de regularização de saldos de mediadores (acertos de estimativa) Gestão de fundos de pensões Outros Outros rendimentos /gastos técnicos líquidos de resseguro Comissões bancárias Perdas em imobilizações corpóreas Outros Outros rendimentos/gastos não técnicos Nota 17 Custos por natureza a imputar A análise dos gastos utilizando uma classificação baseada na função, nomeadamente, aquisição de contratos de seguro (custos de aquisição e custos administrativos), custos com sinistros e custos com investimentos, é decomposta como segue: Valores em Conta Conta Conta Conta não Total não técnica técnica técnica técnica Total Custos com sinistros (ver Nota 7) Custos de aquisição (ver Nota 9) Custos administrativos (ver Nota 9) Custos de gestão de investimentos (ver Nota 11) Totais
55 Valores em Conta Conta Conta técnica não técnica Total Conta técnica não técnica Total Custos com sinistros (ver Nota 7) Custos de aquisição (ver Nota 9) Custos administrativos (ver Nota 9) Custos de gestão de investimentos (ver Nota 11) Totais
56 O detalhe dos custos por natureza a imputar é apresentado como segue: Custos administrativos inputáveis Custos com pessoal Remunerações dos órgãos sociais Remunerações do pessoal Encargos sobre remunerações Benefícios pós emprego Seguros obrigatórios Custos de acção social Outros custos com o pessoal Fornecimentos e serviços externos Trabalhos Especializados Kindle Technologies KIT Auditoria, consultoria, contencioso e outros Publicidade e Propaganda Comunicações Livros e documentação técnica Rendas e Alugueres Conservação e Reparação Material de Escritorio Deslocações e estadas Despesas de representação Electicidade, Combustível e Água Outros (de valor individual inferior a ) Impostos e taxas Depreciações e amortizações: Edificios de uso próprio (ver Nota 23) Activos intangíveis (ver Nota 25) Outros activos (ver Nota 24) Outras provisos Gastos financeiros Comissões Total de custos inputáveis
57 Durante o exercício de, a Global Alliance teve, em média, 93 trabalhadores ao seu serviço (: 87 trabalhadores), distribuídos pelas categorias profissionais constantes no quadro seguinte. Número médio de trabalhadores por categoria profissional Dirigentes executivos 5 5 Quadros superiores 6 6 Quadros médios 6 6 Profissionais qualificados Outros Total Nota 18 Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem A descrição dos componentes de caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem, reconciliando as quantias incluídas na demonstração de fluxos de caixa com as correspondentes verbas relatadas no balanço é analisada como segue: Caixa Depósitos à ordem Total
58 Nota 19 Activos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas Nos exercícios de e, os Activos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas, são analisados como segue: Valores em Ações Cervejas de Moçambique Saldo em Variações do justo valor - veja a nota 12 Saldo em Variações no justo valor Venda de títulos Saldo em Total Método de mensuração Justo Valor Quotado na Bolsa Valores Moçambique Nível 1 Valores em Ações Cervejas de Moçambique Saldo em Variações do justo valor - veja a nota 12 Saldo em Variações no justo valor Venda de títulos Saldo em Total Método de mensuração Justo Valor Quotado na Bolsa Valores Moçambique Nível 1 De acordo com o IFRS 7, os activos financeiros classificados no reconhecimento inicial como disponíveis para venda podem estar valorizados ao justo valor de acordo com um dos seguintes níveis: Nível 1 Justo valor determinado directamente com referência a um mercado oficial activo. Nível 2 Justo valor determinado utilizando técnicas de valorização suportadas em preços observáveis em mercados correntes transaccionáveis para o mesmo instrumento financeiro. Nível 3 - Justo valor determinado utilizando técnicas de valorização não suportadas em preços observáveis em mercados correntes transaccionáveis para o mesmo instrumento financeiro. 58
59 Nota 20 Activos disponíveis para venda A rubrica a 31 de Dezembro de inclui bilhetes do tesouro (BT s) de Moçambique adquiridos no mês de Dezembro, com maturidade de 91 dias e acordo de recompra pelos bancos BCI e FNB. A moeda de emissão dos BT s é o Metical, pagamento juro de 4,7%. Os BT s encontram-se valorizados ao valor nominal, equiparado ao justo valor Nível 1 de acordo com a IFRS 7. Nota 21 Empréstimos e contas a receber Nos exercícios de e, os Empréstimos e contas a receber apresentam a seguinte decomposição: Depósitos a Prazo em - Capital Depósitos a Prazo em - Capital Total No exercício de, os Depósitos a prazo apresentam a seguinte detalhe: Banco Moeda Taxa juro Data início Data termo Montante Montante MCB /11/ /11/ % ABC /09/ /03/ % Moza Banco /09/ /09/ % MCB /07/ /07/ % Procredit /09/ /09/ % Total No exercício de, os Depósitos a prazo apresentam a seguinte detalhe: Banco Moeda Taxa juro Data início Data termo Montante Montante BCI 1.00% ,000 10,074,750 ABC 4.70% ,000 21,588,750 FNB 3.00% ,000 21,588,750 Barclays 2.50% ,000,000 28,785,000 MCB 2.15% ,000 14,392,500 Barclays 3.15% ,000 21,588,750 Moza Banco 12.00% ,686 21,752,421 Total 4,855, ,770,921 59
60 Nota 22 Investimentos a deter até a maturidade Nos exercícios de e, os Investimentos a deter até a maturidade apresentam a seguinte decomposição: Valores me Valor de Balanço / Valor Nominal / Aquisição Variação cambial reconhecida em resultados Valor de Balanço / Valor Nominal / Aquisição Reembolso Variação cambial reconhecida em resultados Venda de títulos Valor de Balanço / Valor Nominal / Aquisição Obrigações e outros títulos de rendimento fixo De outros emissores Standard Bank Bonds Petromoc Bonds MCEL Bonds Totais Valores em Valor de Balanço / Valor Nominal / Aquisição Regularizações Valor de Balanço / Valor Nominal / Aquisição Reembolso Venda de títulos Valor de Balanço / Valor Nominal / Aquisição Obrigações e outros títulos de rendimento fixo De outros emissores Standard Bank Bonds Petromoc Bonds MCEL Bonds Totais Nota 23 Edifícios Edifícios de rendimento (propriedades de investimento) Os imóveis detidos pela Seguradora foram avaliados em por uma entidade idónea, contratada para o efeito, a Zambujo & Associados Lda., a qual preparou para cada imóvel uma avaliação tendo por base o modelo de Mercado, na qual foi determinado o justo valor. 60
61 Os movimentos nos edifícios de rendimentos ocorridos durante o ano de são como segue: Valores em Edifícios de rendimento Valor bruto em Aquisições Adições Benfeitorias Alienações e abates Transferências Revalorização por contrapartida de resultados - Ver Nota 14 Valor bruto em Propriedade marginal Propriedade A9 Golden Sands Total Valores em Edifícios de rendimento Valor bruto em Aquisições Adições Benfeitorias Alienações e abates Transferências Revalorização por contrapartida de resultados - Ver Nota 14 Reserva cambial Valor bruto em Propriedade marginal Propriedade A9 Golden Sands Total Os movimentos nos edifícios de rendimentos ocorridos durante o ano de são como segue: Valores em Edifícios de rendimento Valor bruto em Aquisições Adições Benfeitorias Alienações e abates Transferências Revalorização por contrapartida de resultados - Ver Nota 14 Valor bruto em Propriedade marginal * Propriedade A9 Golden Sands Total * * Este valor diz respeito à transferência ocorrida em de uma fracção do imóvel (3º piso) afecta a rendimento para o uso próprio Valores em Adições Edifícios de rendimento Valor bruto em Aquisiçõe s Benfeitorias Alienações e abates Transferências Revalorização por contrapartida de resultados - Ver Nota 14 Reserva cambial Valor bruto em Propriedade marginal * Propriedade A9 Golden Sands Total *
62 Os rendimentos provenientes de rendas de edifícios de rendimento são os seguintes: Valores em Ramo Vida Ramos Não Vida Total Ramo Vida Ramos Não Vida Total Rendas de Imóveis (ver Nota 10) Valores em Ramo Vida Ramos Não Vida Total Ramo Vida Ramos Não Vida Total Rendas de Imóveis (ver Nota 10) Edifícios de uso próprio Os movimentos nos edifícios de uso próprio ocorridos durante o ano de são como segue: Valores em Edifícios de uso próprio Valor bruto Saldo a Depreciações Depreciações Valor líquido Adições Aquisições / Benfeitorias Alienações e abates Transferências Saldo a Valor bruto Deprecia-ções Valor liquido Propriedade marginal Total Valores em Edifícios de uso próprio Valor bruto Saldo a Valor líquido Adições Aquisiçõe s / Benfeitori as Alienações e abates Reserva cambial Valor bruto Saldo a Transferências Depreciações Depreciações Depreciações Valor líquido Propriedade marginal Total Os movimentos nos edifícios de uso próprio ocorridos durante o ano de são como segue: Valores em Edifícios de uso próprio Valor bruto Saldo a Valor líquido Adições Aquisições / Benfeitorias Alienações e abates Valor bruto Saldo a Transferências Depreciações Depreciações Depreciações Valor liquid Propriedade marginal * Total * * Este valor diz respeito à transferência ocorrida em de uma fracção do imóvel (3º piso) afecta a rendimento para o uso próprio 62
63 Valores em GLOBAL ALLIANCE SEGUROS, S.A. Edifícios de uso próprio Valor bruto Saldo a Valor líquido Adições Aquisições / Benfeitorias Alienações e abates Reserva cambial Valor bruto Saldo a Transferências Depreciações Depreciações Depreciações Valor liquid Propriedade marginal * Total * Os gastos operacionais directos de edifícios de rendimento e de uso próprio são os seguintes: Valores em Ramo Vida Ramos Não Vida Total Ramo Vida Ramos Não Vida Total Reparações, manutenções e outras despesas Valores em Ramo Vida Ramos Não Vida Total Ramo Vida Ramos Não Vida Total Reparações, manutenções e outras despesas Nota 24 Outros activos tangíveis Os activos tangíveis da Seguradora encontram-se valorizados ao custo deduzido das respectivas depreciações acumuladas e perdas por imparidade. A respectiva evolução durante e foi como segue: Valores em Saldo a Aumentos Diminuições Depreciações Saldo a Transf. / Valor bruto Depreciações Valor líquido Aquisições Abates / Alienações Regulariz. Reforço Valor bruto Depreciações Valor líquido Equipamento Instalações interiores Material de transporte Total Outros activos tangíveis
64 Valores em Saldo a Aumentos Diminuições Depreciações Transf. / Valor bruto Depreciações Valor líquido Aquisições Abates / Regulariz. Reforço Alienações Reserva cambial Valor bruto Saldo a Depreciações Valor líquido Equipamento Instalações interiores Material de transporte Total Outros activos tangíveis Valores em Saldo a Aumentos Diminuições Depreciações Saldo a Transf. / Valor bruto Depreciações Valor líquido Aquisições Abates / Alienações Regulariz. Reforço Valor bruto Depreciações Valor líquido Equipamento Instalações interiores Material de transporte Total Outros activos tangíveis Valores em Saldo a Aumentos Diminuições Depreciações Saldo a Aquisições/ Transf. / Valor bruto Depreciações Valor líquido Reserva cambia Abates / Alienações Regulariz. Reforço Valor bruto Depreciações Valor líquido Equipamento Instalações interiores Material de transporte Total Outros activos tangíveis Considera-se que o valor contabilístico relevado não difere significativamente do valor de realização dos activos tangíveis detidos. Nota 25 Activos intangíveis Os activos intangíveis da Global Alliance encontram-se valorizados ao custo deduzido das respectivas amortizações acumuladas e perdas de imparidade. A respectiva evolução durante e foi como segue: Valores em Aplicações informáticas Saldo a Aumentos Valor bruto Amortizações Valor líquido Aquisições Diminuições Transf. / Abates / Alienações Amortizações Saldo a Regulariz. Reforço Valor bruto Amortizações Valor líquido Total
65 Valores em Aplicações informáticas Valor bruto Saldo a Amortizações Valor líquido Aumentos Aquisições Diminuições Transf. / Abates / Alienações Regulariz. Amortizações Reforço Reserva cambial Valor bruto Saldo a Amortizações Valor líquido Total Valores em Aplicações informáticas Saldo a Aumentos Valor bruto Amortizações Valor líquido Aquisições Diminuições Transf. / Abates / Alienações Amortizações Saldo a Regulariz. Reforço Valor bruto Amortizações Valor líquido Total Valores em Aplicações informáticas Valor bruto Saldo a Amortizações Valor líquido Aumentos Aquisições/ Reserva cambial Diminuições Transf. / Abates / Alienações Amortizações Saldo a Regulariz. Reforço Valor bruto Amortizações Valor líquido Total Nota 26 Provisões técnicas, líquidas de resseguro cedido Nos exercícios de e, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: Valores em Provisões técnicas, líquidas de resseguro cedido Seguro Directo e Resseguro Aceite Seguro Directo Resseguro Resseguro Líquido e Resseguro cedido cedido Aceite Líquido Provisão para prémios não adquiridos Provisão matemática do ramo vida Provisão para sinistros Do ramo vida Dos ramos não vida Provisão para participação nos resultados Provisão para desvios de sinistralidade Provisão para riscos em curso Total
66 Valores em Provisões técnicas, líquidas de resseguro cedido Seguro Directo e Resseguro Aceite Seguro Directo Resseguro Resseguro Líquido e Resseguro cedido cedido Aceite Líquido Provisão para prémios não adquiridos Provisão matemática do ramo vida Provisão para sinistros Do ramo vida Dos ramos não vida Provisão para participação nos resultados Provisão para desvios de sinistralidade Provisão para riscos em curso Total As provisões para prémios não adquiridos, são analisadas como segue: Valores em Provisão para prémios não adquiridos Seguro Directo e Resseguro Aceite Resseguro cedido Líquido Seguro Directo e Resseguro Aceite Resseguro cedido Líquido Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Total
67 Valores em Provisão para prémios não adquiridos Seguro Directo e Resseguro Aceite Resseguro cedido Líquido Seguro Directo e Resseguro Aceite Resseguro cedido Líquido Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Total As provisões matemáticas do Ramo Vida são analisadas como segue: Valores em Provisão matemática Seguro Directo e Resseguro Aceite Resseguro cedido Líquido Seguro Directo e Resseguro Aceite Resseguro cedido Líquido Ramo Vida Rendas Capitalização Vida Risco Total Valores em Provisão matemática Seguro Directo e Resseguro Aceite Resseguro cedido Líquido Seguro Directo e Resseguro Aceite Resseguro cedido Líquido Ramo Vida Rendas Capitalização Vida Risco Total
68 As provisões para sinistros, são analisadas como segue: Valores em Provisão sinistros Seguro Directo e Resseguro Aceite Resseguro cedido Líquido Seguro Directo e Resseguro Aceite Resseguro cedido Líquido Ramo Vida Rendas Capitalização Vida Risco Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Total Valores em Provisão sinistros Seguro Directo e Resseguro Aceite Resseguro cedido Líquido Seguro Directo e Resseguro Aceite Resseguro cedido Líquido Ramo Vida Rendas Capitalização Vida Risco Ramo Não Vida Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Total
69 Nota 27 Outros devedores por operações de seguros e outras operações Nos exercícios de e, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: Contas a receber por operações de seguro directo Tomadores de seguros Mediadores de seguros Co-seguradoras Ajustamento de recibos de prémios por cobrar Contas a receber por operações de resseguro Outros resseguradores Contas a receber por outras operações Outros devedores Total O desdobramento da conta de ajustamento apresenta a seguinte evolução: Valores em Saldo a Dotações Utilizações Saldo a Dotações Utilizações Saldo a Ajustamento de recibos de prémios por cobrar Valores em Saldo a Dotações Utilizaçõe s Reserva cambial Saldo a Dotações Utilizações Reserva cambial Saldo a Ajustamento de recibos de prémios por cobrar
70 Nota 28 Impostos correntes e impostos diferidos Os activos e passivos por impostos reconhecidos em balanço em 31 de Dezembro de e podem ser analisados como segue: Activos por impostos correntes Valias cambiais desfavoráveis potenciais Activos por impostos diferidos Activos por impostos Imposto sobre rendimento a pagar Estimativa de imposto sobre o rendimento Entregas por conta Outros impostos Imposto de selo Taxa de supervisão IRPS IVA Outros Passivos por impostos correntes Propriedades de investimento Edificios de uso proprio Valias cambiais favoráveis potenciais Variação justo valor derivados Passivos por impostos diferidos Passivos por impostos
71 O movimento do imposto diferido de balanço em e foi reconhecido como segue: Ganhos e Perdas Valores em Ganhos Perdas Propriedades de investimento 537, , ,401 Edificios de uso proprio 286, ,899 Valias cambiais favoráveis potenciais ,179 44,179 Variação justo valor derivados ,914 13,914 Impostos diferidos passivos 824, ,093 1,026,393 Valias cambiais desfavoráveis potenciais 0 4, ,528 Impostos diferidos activos 0 4, ,528 Valores em 2011 Ganhos Ganhos e perdas Perdas Propriedades de investimento Edificios de uso proprio Impostos diferidos passivos Impostos diferidos activos Ganhos e Perdas Reserva Valores em Ganhos Perdas cambial Propriedades de investimento 15,469, ,216, ,646 19,855,003 Edificios de uso proprio 8,258, ,419 8,359,807 Valias cambiais favoráveis potenciais 0 0 1,293,546-6,236 1,287,310 Variação justo valor derivados ,384-1, ,420 Impostos diferidos passivos 23,727, ,917, ,865 29,907,539 Valias cambiais desfavoráveis potenciais 0 132, ,942 Impostos diferidos activos 0 132, ,942 Valores em 2011 Ganhos e perdas Perdas Ganhos Reserva cambial Propriedades de investimento 15,536,993-67,905 15,469,088 Edificios de uso proprio 8,294,640-36,252 8,258,388 Impostos diferidos passivos 23,831, ,156 23,727,476 Impostos diferidos activos
72 O imposto sobre o rendimento reportado nos resultados de e é analisado como segue: Imposto corrente 1,808, ,962, Imposto diferido 197, ,784,618 0 Total do imposto reconhecido em resultados 2,006, ,746, A taxa efectiva de imposto estimada da Seguradora para o exercício é de cerca de 29.19%, ligeiramente inferior à taxa nominal teórica de 32%. A reconciliação da taxa de imposto é como segue: Valores em Valor Taxa Valor Taxa Resultado antes de impostos 6,196,667 4,247,237 Imposto a pagar à taxa nominal 1,982, % 1,359, % Ajustamentos fiscais - valor de imposto: Revalorização imóvel -144, % Valias cambiais potenciais -39, % Variação justo valor derivados -13, % Impacto dos gastos não dedutíveis 23, % 23, % Imposto sobre o rendimento do exercício 1,808, % 1,382, % Valores em Valor Taxa Valor Taxa Resultado antes de impostos 181,436, ,521,072 Imposto a pagar à taxa nominal 58,059, % 37,606, % Ajustamentos fiscais - valor de imposto: Revalorização imóvel -4,216,269 Valias cambiais potenciais -1,160,965 Variação justo valor derivados -407,384 Impacto dos gastos não dedutíveis 687, % 649, % Imposto sobre o rendimento do exercício 52,962, % 38,255, % As declarações de autoliquidação da Seguradora ficam sujeitas a inspecção e eventual ajustamento pelas Autoridades Fiscais durante o período de cinco anos. Contudo, é convicção da Administração da Seguradora, de que não existirão correcções significativas aos impostos sobre lucros registados nas demonstrações financeiras. 72
73 Nota 29 Acréscimos e diferimentos Nos exercícios de e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: Acréscimos e diferimentos activos Juros a receber Outros acréscimos e diferimentos Acréscimos e diferimentos passivos Remunerações, bónus e encargos a liquidar Outros acréscimos e diferimentos Nota 30 operações Outros credores por operações de seguros e outras Nos exercícios de e, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: Contas a pagar por operações de seguro directo Tomadores de seguros Mediadores de seguros Co-seguradoras Contas a pagar por operações de resseguro Outros resseguradores Contas a pagar por outras operações Outros credores Total
74 Nota 31 Capital, reservas, outras reservas, resultados transitados e resultado do exercício O Capital Social da Global Alliance, em 31 de Dezembro de, no valor de , representado por acções de valor nominal igual a 1, encontra-se integralmente subscrito e realizado. Nº acções em 1 de Janeiro 142,500, ,000,000 Aumento de capital realizado - 42,525,000 Nº acções em 31 de Dezembro 142,500, ,525,000 Em, manteve-se a estrutura accionista da Global Alliance. Número de acções Percentagem de participação social Valor capital Absa Financial Services Africa Holding % Absa Short Term Insurance % Absa Life 1 percent % Total % Número de acções Percentagem de participação social Valor capital Absa Financial Services Africa Holding % Absa Short Term Insurance % Absa Life 1 percent % Total % A aplicação do resultado líquido do exercício de foi efectuada como segue: Aplicação do Resultado Líquido Exercício Resultado do exercício Aplicação: Fundo Reserva Legal Reservas Livres 0 0 Resultados Transitados Dividendos
75 Como podemos ver pela tabela acima documentada com a aplicação do resultado de, não se procedeu à distribuição de dividendos, tendo o resultado de sido integralmente incorporado no capital próprio da Seguradora. Descrição da natureza e da finalidade de cada reserva do capital próprio: Outras Reservas Inclui as Reservas Livres, as quais resultam de resultados positivos, não necessários para dotar a reserva legal nem para cobrir prejuízos transitados e não distribuídos aos accionistas e, adicionalmente, a Reserva Legal, a qual só pode ser utilizada para cobrir prejuízos acumulados ou para aumentar o capital. Nos termos da legislação Moçambicana em vigor, a reserva legal é constituída na base das seguintes percentagens mínimas dos lucros apurados em cada exercício: (i) (ii) 20% até que o valor acumulado da reserva represente metade dos capitais mínimos estabelecidos nos termos do artigo 15 do Regime Jurídico dos Seguros; 10% a partir do momento em que tenha sido atingido o montante referido na alínea anterior, até que aquela reserva represente um valor igual ao capital social. Detalhe da rubrica Outras reservas: Reserva legal Premio de emissão Total Reserva cambial A conversão das demonstrações financeiras para a moeda de apresentação foi feita com base na taxa de câmbio em vigor na data de balanço para as rubricas do activo e passivo e com base na taxa de câmbio média do exercício para as rubricas da demonstração dos resultados. As diferenças decorrentes da conversão das demonstrações financeiras para a moeda de apresentação são reflectidas na Reserva cambial. No final de cada exercício registaram-se as seguintes taxas de câmbio: Cotação da moeda Média Média
76 Resultados transitados Os resultados transitados registados na Seguradora resultam da acumulação de resultados de exercício anteriores e dos efeitos resultantes dos ajustamentos de transição para o novo plano de contas da actividade seguradora ocorridos em 1 de Janeiro de. Resultado do exercício O resultado por acção de é de 0,86 ( 0,03), comparado com os 0,56 ( 0,02) de, verificamos que sofreu um incremento de 54,6%, devido ao aumento do resultado líquido do exercício. Nota 32 Transacções entre partes relacionadas A empresa mãe do Grupo ao qual pertence a Global Alliance é o Barclays. O ABSA é controlado pelo Barclays. Em 31 de Dezembro de e o valor das remunerações do Conselho de Administração é analisado como segue: Informação da Conta de ganhos e perdas Remunerações dos órgãos sociais Informação de Balanço Activos Empréstimos a receber Passivos Bónus a pagar Férias a gozar * Diz respeito a empréstimos concedidos pela Seguradora aos actuais órgãos sociais, os quais foram nomeados em. 76
77 A análise das transacções com partes relacionadas em e, é como segue: Informação de Balanço Valores em Barclays ABSA Barclays ABSA Caixa e seus equivalentes e depósitos a ordem Empréstimos e contas a receber - Outros depósitos Contas a receber por operações de seguro directo Contas a pagar por outras operações Acrescimos e diferimentos - Juros a receber Total de activos Provisão para prémios não adquiridos Contas a pagar por operações de seguro directo Contas a pagar por operações de resseguro Contas a pagar por outras operações Total de passivos Informação de Balanço Valores em Barclays ABSA Barclays ABSA Caixa e seus equivalentes e depósitos a ordem Empréstimos e contas a receber - Outros depósitos Contas a receber por operações de seguro directo Contas a pagar por outras operações 0 Acrescimos e diferimentos - Juros a receber Total de activos Provisão para prémios não adquiridos Contas a pagar por operações de seguro directo Contas a pagar por operações de resseguro Contas a pagar por outras operações Total de passivos Informação da Conta de ganhos e perdas Valores em Barclays ABSA Barclays ABSA Prémios Adquiridos de seguro directo Custos com sinistros de resseguro cedido Comissões de resseguro cedido Rendimentos de investimentos Total de rendimentos Prémios Adquiridos de resseguro cedido Custos de exploração de seguro directo Total de gastos
78 Informação da Conta de ganhos e perdas Valores em Barclays ABSA Barclays ABSA Prémios Adquiridos de seguro directo Custos com sinistros de resseguro cedido Comissões de resseguro cedido Rendimentos de investimentos Total de rendimentos Prémios Adquiridos de resseguro cedido Custos de exploração de seguro directo Total de gastos Nota 33 Gestão de riscos de actividade A gestão dos riscos a que a GA se encontra exposta é assumida como um dos pilares da Seguradora no suporte a uma estratégia de crescimento rentável e sustentável. Assim sendo, um dos principais objectivos da GA é garantir que a sua estrutura de gestão de riscos lhe permita assegurar e atingir o equilíbrio adequado entre o risco e o retorno de modo a fixar e preservar a confiança dos clientes, accionistas, reguladores e restantes partes interessadas. Como parte da sua governação, a GA adoptou uma estrutura organizacional de gestão de riscos alinhada com a estrutura em vigor no Absa Group Limited e no Barclays PLC. As várias funções relacionadas com a gestão dos riscos são revistas trimestralmente pelos Comité de Gestão e Comité de Gestão de Risco e Controlo Interno. As transacções da GA relacionadas com a actividade Seguradora estão sujeitas a supervisão pelo órgão regulador ISSM o qual determina, entre outros aspectos, a natureza e a concentração dos investimentos afectos às provisões técnicas. Os principais riscos são os seguintes: Risco específico de seguros Risco de investimento Risco operacional Risco específico dos ramos Não Vida Risco de crédito Risco evento Risco específico do ramo Vida Risco de mercado Risco negócio Risco de liquidez Risco de câmbio 1) Risco específico de seguros A principal actividade da GA consiste na aceitação de risco de seguro perante terceiros, sendo a gestão da aceitação deste risco fulcral no resultado dos principais indicadores da actividade, nomeadamente o lucro, o crescimento do negócio ou a quota de mercado. O risco associado aos contratos de seguro celebrados pela Seguradora reside na incerteza relativa aos sinistros. Para as carteiras de contratos de seguro em que é possível aplicar a probabilidade de ocorrência de sinistros, o principal risco que a Seguradora enfrenta consiste na possibilidade 78
79 de o valor actual do pagamento de sinistros exceder o valor das responsabilidades apuradas pela GA e expressas nas suas demonstrações financeiras. Esta situação pode ocorrer por alterações na frequência e / ou na severidade dos valores a pagar quando comparado com os valores estimados. Deste modo a GA anualmente procede à revisão das suas estimativas relativamente às responsabilidades esperadas decorrentes de contratos de seguro. A experiência no sector mostra que quanto maior for a carteira de contratos de seguros com identificas características, menor será a probabilidade de variações significativas afectarem as responsabilidades estimadas pela Seguradora. A Seguradora desenvolveu a sua política de aceitação de riscos baseada na diversificação dos riscos seguros, garantindo para cada classe de risco uma dimensão suficientemente grande que lhe permita reduzir a exposição a possíveis perdas. Os principais ramos de actividade para a Seguradora são o ramo Automóvel, o ramo Acidentes de trabalho e o ramo Incêndio e elementos da natureza. A aceitação destes riscos está dependente da análise por pessoal qualificado. No caso da aceitação de riscos mais complexos para os quais a Seguradora não tem recursos adequados para proceder à sua avaliação, a Seguradora recorre a peritos externos. A adequada gestão do risco de seguro pressupõe também que as tarifas praticadas pela Seguradora sejam definidas da forma mais científica possível. No entanto, a ocorrência de desastres naturais ou outros eventos catastróficos que ocorrem de ocasionalmente ao longo do tempo, poderá resultar em variações significativas nos resultados, dependendo dos programas de resseguro acordados pela Seguradora. De entre os factores que contribuem para agravar os riscos de seguro incluem-se uma insuficiente diversificação do risco pelos vários ramos de actividade, o valor dos capitais seguros contratados e a sua concentração geográfica. Todos os riscos aceites pela Seguradora estão localizados em Moçambique. Dentro de Moçambique os riscos concentramse nas principais cidades do país, sendo que em cada uma destas cidades existem riscos seguros situados próximos uns dos outros. Esta situação poderá traduzir-se que pela ocorrência de um acontecimento desfavorável, se registem perdas em várias apólices seguradas pela Seguradora. Estes riscos são mitigados pela cedência do risco a empresas de resseguros. Nas tabelas abaixo apresentam-se as análises de sensibilidade do impacto nos resultados antes de impostos pela alteração das variáveis custos de exploração e custos de sinistralidade. Valores em Análises de sensibilidade Impacto no Resultado antes dos impostos Impacto no Resultado antes dos impostos Custos de exploração - 10% Custos de exploração - 5% Custos de exploração + 5% Custos de exploração + 10% Custos com sinistros - 10% Custos com sinistros - 5% Custos com sinistros + 5% Custos com sinistros + 10%
80 Valores em Análises de sensibilidade Impacto no Resultado antes dos impostos Impacto no Resultado antes dos impostos Custos de exploração - 10% Custos de exploração - 5% Custos de exploração + 5% Custos de exploração + 10% Custos com sinistros - 10% Custos com sinistros - 5% Custos com sinistros + 5% Custos com sinistros + 10% Na tabela abaixo apresenta-se o rácio combinado em 31 de Dezembro de e, o qual é representado pela soma do rácio de sinistralidade e do rácio de despesas. O rácio de despesas resulta do quociente entre a divisão dos custos de exploração e os prémios adquiridos. O rácio de sinistros resulta do quociente entre os custos com sinistros e os prémios adquiridos. Rácio Sinistros Rácio Despesas Rácio Combinado Ramos Não Vida 53% 55% 31% 32% 84% 87% Acidentes de trabalho 57% 71% 35% 38% 92% 109% Acidentes pessoais e doença 29% 27% 28% 27% 58% 54% Incêndio e outros danos 72% 62% 34% 32% 106% 94% Automóvel 19% 30% 26% 33% 45% 62% Diversos 23% 36% 1% 59% 23% 95% Outros 14% 45% 26% 27% 40% 72% O desenvolvimento da provisão para sinistros ocorridos em exercícios anteriores e dos seus reajustamentos é analisado como segue: Valores em Anexo 2 Provisão para sinistros em 31/12/ (1) Custos com sinistros (*) montantes pagos no exercício (2) Provisão para sinistros (*) em 31/12/ (3) Reajustamentos (3)+(2)-(1) Acidentes de trabalho 523, ,748 79, ,401 Acidentes pessoais e doença 40,818 50,581 1,959-11,722 Incêndio e outros danos 5,826,868 2,015,590 2,815, ,670 Automóvel 1,129,560 1,304,187 55, ,205 Marítimo 4,777 34, ,821 Aéreo 47, ,750 4,750 Transportes 27,821 35, ,850 Resp. Civil 38, , ,826 Diversos 73,764 72,342 5,221-3,799 Total dos ramos Não Vida 7,712,728 4,497,619 3,000, ,794 (*) montantes relativos a exercícios anteriores. 80
81 Valores em Anexo 2 Provisão para sinistros em 31/12/ (1) Custos com sinistros (*) montantes pagos no exercício (2) Provisão para sinistros (*) em 31/12/ (3) Reajustamentos (3)+(2)-(1) Acidentes de trabalho Acidentes pessoais e doença Incêndio e outros danos Automóvel Marítimo Aéreo Transportes Resp. Civil Diversos Total dos ramos Não Vida (*) montantes relativos a exercícios anteriores. Valores em Anexo 2 Provisão para sinistros em 31/12/2010 (1) Custos com sinistros (*) montantes pagos no exercício (2) Provisão para sinistros (*) em 31/12/ (3) Reajustamentos (3)+(2)-(1) Acidentes de trabalho 15,067,960 25,319,527 2,305,401-12,556,968 Acidentes pessoais e doença 1,174,954 1,480,996 57, ,134 Incêndio e outros danos 167,726,391 59,015,751 82,042,614 26,668,025 Automóvel 32,514,375 38,186,142 1,619,458-7,291,225 Marítimo 137,518 1,013, ,517 Aéreo 1,367, ,245, ,617 Transportes 800,831 1,044, ,604 Resp. Civil 1,098,277 3,510,652 2,330-2,414,705 Diversos 2,123,288 2,118, , ,989 Total dos ramos Não Vida 222,010, ,688,691 87,424,691 2,897,499 (*) montantes relativos a exercícios anteriores. 81
82 Valores em Anexo 2 Provisão para sinistros em 31/12/ (1) Custos com sinistros (*) montantes pagos no exercício (2) Provisão para sinistros (*) em 31/12/ (3) Reajustamentos (3)+(2)-(1) Acidentes de trabalho 14,257,824 12,359,362 7,621,373-5,722,911 Acidentes pessoais e doença 3,690,976 1,336,600 1,240,546 1,113,830 Incêndio e outros danos 14,129,819 20,311,389 8,596,660-14,778,230 Automóvel 61,839,747 50,590,344 24,788,715-13,539,312 Marítimo 2,589, , ,072 1,598,640 Aéreo Transportes 946, , ,084-11,739 Resp. Civil 2,699,591 3,952, ,869-1,660,663 Diversos 7,164,405 12,978,792 1,655,181-7,469,568 Total dos ramos Não Vida 107,318, ,940,285 45,848,499-40,469,952 (*) montantes relativos a exercícios anteriores. Os custos com sinistros por ramo são analisados como segue: Valores em Anexo 3 Montantes pagos - prestações (1) Montantes pagos - custos de gestão de sinistros imputados (2) Variação da provisão para sinistros (3) Custos com sinistros (4)=(1)+(2)+(3) Acidentes de trabalho 2,186, , ,577 2,064,932 Acidentes pessoais e doença 79,350 55,797-35,320 99,827 Incêndio e outros danos 8,333, ,347 2,682,634 11,209,379 Automóvel 8,214, , ,426 8,974,292 Marítimo 51,024 20,082 1,155 72,260 Aéreo -96 1,665-4,740-3,171 Transportes 100,547 14,346 21, ,840 Resp. Civil 139,249 24, , ,216 Diversos 230,574 30,944 1, ,742 Total dos ramos Não Vida 19,334,565 1,052,996 2,695,757 23,083,318 82
83 Valores em Anexo 3 Montantes pagos - prestações (1) Montantes pagos - custos de gestão de sinistros imputados (2) Variação da provisão para sinistros (3) Custos com sinistros (4)=(1)+(2)+(3) Acidentes de trabalho 1,951, , ,425 2,246,229 Acidentes pessoais e doença 370,910 49,664 11, ,172 Incêndio e outros danos 3,747, ,605 4,940,289 8,797,895 Automóvel 7,248, , ,288 7,043,294 Marítimo 330,186 17, , ,291 Aéreo 25,376 1,392 47,500 74,269 Transportes 189,278 17,363-19, ,011 Resp. Civil 240,510 17,904 38, ,569 Diversos 523,112 29,044-94, ,951 Total dos ramos Não Vida 14,626, ,753 4,342,705 19,768,681 Valores em Anexo 3 Montantes pagos - prestações (1) Montantes pagos - custos de gestão de sinistros imputados (2) Variação da provisão para sinistros (3) Custos com sinistros (4)=(1)+(2)+(3) Acidentes de trabalho 64,010,787 4,635,633-8,185,930 60,460,490 Acidentes pessoais e doença 2,323,327 1,633,726-1,034,150 2,922,902 Incêndio e outros danos 243,998,981 5,661,129 78,546, ,206,679 Automóvel 240,512,749 16,207,295 6,044, ,764,111 Marítimo 1,493, ,992 33,806 2,115,752 Aéreo -2,814 48, ,784-92,843 Transportes 2,943, , ,601 4,006,635 Resp. Civil 4,077, ,752 2,986,785 7,794,699 Diversos 6,751, ,030 35,847 7,693,006 Total dos ramos Não Vida 566,109,257 30,831,364 78,930, ,871,432 83
84 Valores em Anexo 3 Montantes pagos - prestações (1) Montantes pagos - custos de gestão de sinistros imputados (2) Variação da provisão para sinistros (3) Custos com sinistros (4)=(1)+(2)+(3) Acidentes de trabalho 54,004,925 3,349,568 4,798,661 62,153,154 Acidentes pessoais e doença 10,263,070 1,374, ,924 11,958,206 Incêndio e outros danos 103,679,511 3,060, ,697, ,437,747 Automóvel 200,554,930 12,049,801-17,716, ,887,953 Marítimo 9,136, ,128-3,158,214 6,455,151 Aéreo 702,163 38,524 1,314,325 2,055,012 Transportes 5,237, , ,159 5,174,598 Resp. Civil 6,654, ,414 1,055,734 8,206,059 Diversos 14,474, ,651-2,606,633 12,671,517 Total dos ramos Não Vida 404,707,569 22,129, ,162, ,999,397 A informação adicional por ramo é a seguinte: Valores em Anexo 4 Prémios brutos emitidos Prémios brutos adquiridos Custos sinistros brutos Custos exploração brutos Saldo resseguro Acidentes de trabalho 3,762,935 3,641,799 2,064,932 1,281,963 0 Acidentes pessoais e doença 1,591,645 1,988,283 99, , ,539 Incêndio e outros danos 30,086,921 27,582,146 11,209,379 2,223,196-12,209,648 Automóvel 13,799,386 13,041,514 8,974,292 4,300, ,089 Marítimo 1,980,277 2,041,901 72, ,176-1,483,267 Aéreo 547, ,895-3,171 8, ,462 Transportes 364, , ,840 81,731 18,378 Resp. Civil 6,239,128 2,564, , ,766-1,685,054 Diversos 809, , , ,689-39,072 Total dos ramos Não Vida 59,181,592 52,534,897 23,083,318 8,979,891-16,589,753 84
85 Valores em Anexo 4 Prémios brutos emitidos Prémios brutos adquiridos Custos sinistros brutos Custos exploração brutos Saldo resseguro Acidentes de trabalho 3,193,722 3,166,461 2,246,229 1,194,594 4 Acidentes pessoais e doença 1,724,787 1,672, , , ,861 Incêndio e outros danos 24,149,801 22,818,543 8,797,895 1,853,169-10,852,929 Automóvel 11,550,839 11,449,548 7,043,294 3,616,302-57,636 Marítimo 2,431,221 1,919, , ,488-1,306,149 Aéreo 440, ,897 74,269 12, ,912 Transportes 488, , , ,962 15,956 Resp. Civil 2,199,959 1,944, , ,510-1,374,178 Diversos 814, , , ,352 74,679 Total dos ramos Não Vida 46,993,987 44,550,697 19,768,681 8,055,277-13,998,026 Valores em Anexo 4 Prémios brutos emitidos Prémios brutos adquiridos Custos sinistros brutos Custos exploração brutos Saldo resseguro Acidentes de trabalho 110,177, ,630,588 60,460,490 37,535,420 0 Acidentes pessoais e doença 46,602,794 58,216,228 2,922,902 9,672,666-6,193,802 Incêndio e outros danos 880,934, ,595, ,206,679 65,094, ,494,202 Automóvel 404,041, ,850, ,764, ,931,278-14,847,398 Marítimo 57,981,826 59,786,130 2,115,752 6,651,644-43,429,522 Aéreo 16,029,693 15,017,394-92, ,186-13,833,524 Transportes 10,679,048 10,975,236 4,006,635 2,393, ,111 Resp. Civil 182,679,485 75,102,279 7,794,699 5,087,806-49,337,781 Diversos 23,690,313 23,028,964 7,693,006 10,326,620-1,144,010 Total dos ramos Não Vida 1,732,816,181 1,538,203, ,871, ,928, ,742,128 85
86 Valores em Anexo 4 Prémios brutos emitidos Prémios brutos adquiridos Custos sinistros brutos Custos exploração brutos Saldo resseguro Acidentes de trabalho 88,370,284 87,615,974 62,153,154 33,054, Acidentes pessoais e doença 47,724,863 46,283,910 11,958,206 13,482,292-9,182,585 Incêndio e outros danos 668,224, ,389, ,437,747 51,277, ,300,558 Automóvel 319,611, ,808, ,887, ,063,078-1,594,788 Marítimo 67,271,894 53,124,191 6,455,151 4,994,093-36,141,147 Aéreo 12,183,959 7,634,071 2,055, ,981-4,590,774 Transportes 13,512,748 13,505,028 5,174,598 4,979, ,505 Resp. Civil 60,872,878 53,805,842 8,206,059 6,931,612-38,023,517 Diversos 22,550,302 22,550,689 12,671,517 7,757,332 2,066,362 Total dos ramos Não Vida 1,300,323,624 1,232,717, ,999, ,889, ,325,383 2) Risco de investimentos O risco de investimentos é composto por quatro riscos: crédito, mercado, liquidez e câmbio. a) Risco de crédito O risco de crédito é o risco da GA incorrer numa perda pelo facto de as contrapartes não cumprirem com as suas obrigações. As principais áreas em que a Seguradora se encontra exposta ao risco de crédito são: (i) parte dos resseguradores nas responsabilidades por contratos de seguro, (ii) parte dos resseguradores nos custos com sinistros, (iii) valores a receber de tomadores de seguro por contratos de seguro, (iv) valores a receber de mediadores de seguro, e (v) risco das contrapartes relativamente aos instrumentos de dívida e aos saldos em bancos. A GA mitiga o risco de crédito através da exposição do risco a mais do que uma entidade. Anualmente a Seguradora procede à revisão dos riscos a que se encontra exposta. Apesar do recurso ao resseguro representar uma forma da Seguradora gerir os riscos a que está exposta, a GA será sempre o primeiro responsável por cobrir as responsabilidades assumidas perante terceiros. Se um ressegurador por qualquer razão não efectuar o pagamento de um sinistro, a Seguradora continua a indemnizar o segurado pela perda ocorrida. Aquando da renovação dos tratados de resseguro, é analisado o risco das contrapartes, O risco de crédito associado a instrumentos de dívida detidos pela Seguradora é reduzido uma vez que as políticas de investimento da empresa determinam que os investimentos deverão estar direccionados para as maiores empresas de Moçambique. O risco de crédito associado aos empréstimos e contas a receber é reduzido uma vez que os depósitos a prazo estão contratualizados com entidades com boa qualidade creditícia. 86
87 Valores em Valor % Valor % Activos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas Títulos de rendimento variável - Acções 0 0% 91,559 1% Activos disponíveis para venda Obrigações e outros títulos de rendimento fixo De emissores públicos 5,183,438 26% 0 0% Investimentos a deter até a maturidade Obrigações e outros títulos de rendimento fixo De outros emissores 0 0% 42,231 0% Empréstimos e contas a receber Depósitos a prazo 2,836,311 14% 4,855,686 31% Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem 8,565,408 43% 7,565,258 49% Edíficos de rendimento 3,420,000 17% 2,970,000 19% Total 20,005, % 15,524, % Valores em Valor % Valor % Activos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas Títulos de rendimento variável - Acções 0 0% 2,635,520 1% Activos disponíveis para venda Obrigações e outros títulos de rendimento fixo De emissores públicos 151,037,596 26% 0 0% Investimentos a deter até a maturidade Obrigações e outros títulos de rendimento fixo De outros emissores 0 0% 1,215,615 0% Empréstimos e contas a receber Depósitos a prazo 82,645,848 14% 139,770,922 31% Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem 249,583,155 43% 217,765,960 49% Edíficos de rendimento 99,653,670 17% 85,491,450 19% Total 582,920, % 446,879, % 87
88 b) Risco de mercado A GA encontra-se exposta a riscos financeiros decorrentes dos seus activos financeiros e dos activos por operações de resseguro. Em particular, o principal risco financeiro que a Seguradora enfrenta é o de que os seus activos financeiros não sejam suficientes para cobrir as responsabilidades assumidas pela Seguradora aquando da aceitação do risco de seguro junto dos tomadores. As principais componentes dos riscos financeiros são os riscos de taxa de juro e os riscos de crédito. c) Risco de liquidez A Seguradora encontra-se exposta ao risco de liquidez através das solicitações diárias das suas disponibilidades, principalmente para fazer face a sinistros segurados pela GA. O risco de liquidez é o risco da GA não ter capacidade financeira para satisfazer os seus compromissos. Para limitar este risco, a gestão recorre a diversas fontes gerindo os activos tendo por base a sua liquidez e monitoriza periodicamente os fluxos de caixa futuros e liquidez. A natureza da actividade seguradora tem implícita a impossibilidade de prever com certeza os fundos necessários para cobrir as responsabilidades da Seguradora. Desta forma a Seguradora avalia o valor e a maturidade das suas responsabilidades através do recurso a métodos estatísticos e com base na experiência anterior. d) Risco de câmbio O risco de taxa câmbio é o risco que o justo valor ou fluxos de caixa futuros de um instrumento financeiro venha a flutuar devido a alterações nas taxas de câmbio. As principais transacções da GA ocorrem em, estando ainda assim exposta ao risco de taxa de câmbio por variações no Metical ou no Rand Sul Africano. A exposição da GA ao risco de taxa de câmbio está principalmente relacionada com os investimentos detidos até à maturidade, com os activos financeiros ao justo valor através de resultados e com os depósitos a prazo expressos em Meticais. Em 31 de Dezembro de e os cash-flows previsionais (não descontados) dos instrumentos financeiros, de acordo com a respectiva maturidade contratual, apresentam o seguinte detalhe Valores em Maturidade <1 mês 1-3 meses 3-12 meses 1-5 anos > 5 anos Sem maturidade Total Títulos de rendimento variável - Acções 0 Obrigações e outros títulos de rendimento fixo 5,183,438 5,183,438 Depósitos a prazo 2,836,311 2,836,311 Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem 8,565,408 8,565,408 Edíficos de rendimento 3,420,000 3,420,000 Total 0 5,183,438 2,836, ,985,408 20,005,157 88
89 Valores em Maturidade <1 mês 1-3 meses 3-12 meses 1-5 anos > 5 anos Sem maturidade Total Títulos de rendimento variável - Acções 91,559 91,559 Obrigações e outros títulos de rendimento fixo 42,231 42,231 Depósitos a prazo (inclui juros a receber) 4,855,686 4,855,686 Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem 7,565,258 7,565,258 Edíficos de rendimento 2,970,000 2,970,000 Total 0 0 4,855,686 42, ,626,817 15,524,734 Valores em Maturidade <1 mês 1-3 meses 3-12 meses 1-5 anos > 5 anos Sem maturidade Total Títulos de rendimento variável - Acções 0 Obrigações e outros títulos de rendimento fixo 151,037, ,037,596 Depósitos a prazo (inclui juros a receber) 82,645,848 82,645,848 Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem 249,583, ,583,155 Edíficos de rendimento 99,653,670 99,653,670 Total 0 151,037,596 82,645, ,236, ,920,269 Valores em Maturidade <1 mês 1-3 meses 3-12 meses 1-5 anos > 5 anos Sem maturidade Total Títulos de rendimento variável - Acções 2,635,520 2,635,520 Obrigações e outros títulos de rendimento fixo 1,215,615 1,215,615 Depósitos a prazo (inclui juros a receber) 139,770, ,770,922 Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem 217,765, ,765,960 Edíficos de rendimento 85,491,450 85,491,450 Total ,770,922 1,215, ,892, ,879,467 3) Risco operacional Qualquer instituição, incluindo as instituições financeiras, está sujeitas a risco operacional, consequência da incerteza inerente ao negócio, e do processo de tomada de decisões. Para efeitos de reporte e monitorização, o risco operacional pode ser dividido em duas categorias, risco de evento e risco de negócio. O risco de evento compreende o risco de perdas resultantes da inexistência ou falha de processos internos, pessoas e sistemas ou devido a eventos externos. Esta definição de risco de evento inclui o risco legal e de compliance, excluindo o risco estratégico e reputacional. O risco de negócio é o risco de estar no negócio e compreende o risco da perda devido a mudanças no ambiente estrutural e/ou competitivo. Tem uma natureza essencialmente externa podendo, mesmo assim, ser mitigado por boas práticas de gestão. No âmbito do risco operacional a Seguradora tem definido entre outras, políticas/procedimentos em matéria de continuidade de negócio, segurança IT, procurement, branqueamento de capitais, controlo interno e combate à fraude. 89
90 Nota 33 Cobertura da margem de solvência A Seguradora está sujeita aos requisitos de solvência definidos pelo Decreto n.º 30/, emitido pelo Conselho de Ministros. A cobertura da margem de solvência em e, é como segue: Valores em / Capital % Reservas % Resultados transitados Resultado do exercício líquido de dividendos % Elementos a deduzir % Margem de solvência disponível % Margem de solvência exigida Não Vida % Margem de solvência exigida Vida % Excesso/(insuficiência) da margem de solvência % Cobertura 210.6% 180.6% 30.0% Valores em / Capital % Reservas % Resultados transitados Resultado do exercício líquido de dividendos % Elementos a deduzir % Margem de solvência disponível % Margem de solvência exigida Não Vida % Margem de solvência exigida Vida % Excesso/(insuficiência) da margem de solvência % Cobertura 198.4% 168.7% 29.7% Nota 35 Elementos extrapatrimoniais O valor dos activos dos fundos de pensões geridos pela Seguradora são decompostos como segue: Valores Fundo de pensões Saldo em Saldo em Fundo de pensões dos trabalhadores da Mozal Fundo de pensões aberto da Global Alliance Total
91 Valores Fundo de pensões Saldo em Saldo em Fundo de pensões dos trabalhadores da Mozal Fundo de pensões aberto da Global Alliance Total A Seguradora não atribui rentabilidades garantidas nos fundos de pensões geridos. Nota 37 Acontecimentos após a data do balanço não descritos em pontos anteriores Tendo em conta o disposto na IAS 10, até à data de autorização para emissão destas demonstrações financeiras, não foram identificados eventos subsequentes que impliquem ajustamentos ou divulgações adicionais nas mesmas. 91
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