Aula 4 Colinearidade, coplanaridade e dependência linear
|
|
|
- Ângelo de Escobar Furtado
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Aula 4 Colinearidade, coplanaridade e dependência linear MÓDULO 1 - AULA 4 Objetivos Compreender os conceitos de independência e dependência linear. Estabelecer condições para determinar quando uma coleção de vetores é linearmente independente. Interpretar as noções geométricas de colinearidade e coplanaridade na linguagem da dependência linear de vetores. Na Aula 3, do Módulo 1, vimos como a noção de dependência linear de vetores no plano torna algébrica a questão de determinar quando dois segmentos dados são ou não paralelos, isto é, vimos que dois segmentos no plano são paralelos quando os vetores que eles representam são linearmente dependentes (LD). Em particular, o problema geométrico de determinar quando três pontos A, B e C dados no plano são colineares é transformado no problema algébrico que consiste em determinar se os vetores AB e AC são LD. Além disso, vimos que todo vetor do plano pode ser escrito de forma única como a soma de múltiplos de dois vetores linearmente independentes (LI) dados. Nesse sentido, dois vetores linearmente independentes geram todo o plano. Nesta aula, analisamos os conceitos de colinearidade e coplanaridade no espaço em termos vetoriais. Nosso primeiro desafio é determinar condições para que três pontos distintos A, B e C, no espaço, sejam colineares. Sabemos que três pontos distintos A, B e C são colineares se, e somente se, pertencem a uma mesma reta l, isto equivale a dizer que os segmentos orientados AB e AC têm a mesma direção (ambos estão contidos em l). Portanto, os pontos distintos A, B e C no espaço são colineares se, e somente se, existe um escalar λ R, tal que AC = λab. De fato, quando os pontos distintos A, B e C são colineares, temos AC = ± d(a,c) AB, onde escolhemos o sinal positivo caso B e C estejam do d(a,b) mesmo lado em relação ao ponto A na reta que os contém. Estas considerações motivam a definição seguinte. Definição 4.8 Sejam a e b vetores do espaço. O vetor b é um múltiplo de a quando existe um escalar λ R, tal que b = λ a. Figura 4.1: A, B e C colineares. Figura 4.2: Os pontos A, B e C não são colineares. 43 CEDERJ
2 Observação a. Todo vetor é múltiplo de si próprio (basta tomar λ = 1). b. O vetor zero ( 0 ) é múltiplo de qualquer vetor, de fato, dado um vetor a qualquer, temos 0 = 0 a. No entanto, nenhum vetor não-nulo pode ser múltiplo de 0. c. Se a 0, b 0 e b = λ a, então a = 1 λ b, pois λ é, necessariamente, diferente de zero. d. Se a = (x 1, y 1, z 1 ) e b = (x 2, y 2, z 2 ), então: b = λ a se, e somente se, (x 2, y 2, z 2 ) = λ(x 1, y 1, z 1 ) = (λx 1, λy 1, λz 1 ), ou seja, se, e somente se, x 2 = λx 1, y 2 = λy 1, z 2 = λz 1. (4.1) Multiplicando a primeira das identidades (4.1) por y 1 e a segunda por x 1, obtemos y 1 x 2 = λx 1 y 1 = x 1 y 2, isto é, y 1 x 2 x 1 y 2 = 0. Multiplicando a primeira das identidades (4.1) por z 1 e a terceira por x 1, obtemos x 2 z 1 = λx 1 z 1 = x 1 z 2, isto é, x 2 z 1 x 1 z 2 = 0. Finalmente, multiplicando a segunda das identidades (4.1) por z 1 e a terceira por y 1, obtemos y 2 z 1 = λy 1 z 1 = y 1 z 2, isto é, y 2 z 1 y 1 z 2 = 0. As considerações do item c, da observação anterior, são resumidas na seguinte proposição: Note que... Para verificar que dois vetores a e b, como na Proposição 4.5, não são colineares, basta verificar que um dos números y 1 x 2 x 1 y 2 x 2 z 1 x 1 z 2 ou y 2 z 1 y 1 z 2 é diferente de zero. Proposição 4.5 Se a = (x 1, y 1, z 1 ) e b = (x 2, y 2, z 2 ) são vetores do espaço, então b é múltiplo de a se, e somente se, y 1 x 2 x 1 y 2 = x 2 z 1 x 1 z 2 = y 2 z 1 y 1 z 2 = 0. A partir dessa proposição, podemos determinar quando três pontos, A, B e C, são colineares ou não. Veja como isto é feito nos seguintes exemplos. Figura 4.3: 4.1. Exemplo Exemplo 4.1 Determinar se os pontos A = ( 1, 1, 0), B = (1, 1, 1) e C = ( 2, 1, 1) são colineares ou não. Solução: Temos que: AB = (x 1, y 1, z 1 ) = (2, 0, 1) e AC = (x 2, y 2, z 2) = ( 1, 2, 1). Como y 1 x 2 x 1 y 2 = (0)( 1) (2)( 2) = 4 0, os pontos dados não são colineares. Exemplo 4.2 Determinar se os pontos A = (0, 1, 0), B = (1, 1, 1) e C = ( 2, 1, 2) são colineares ou não. CEDERJ 44
3 MÓDULO 1 - AULA 4 Solução: Temos que: AB = (x 1, y 1, z 1 ) = (1, 0, 1) e AC = (x 2, y 2, z 2) = ( 2, 0, 2). Como y 1 = 0 = y 2, temos que y 1 x 2 x 1 y 2 = y 2 z 1 y 1 z 2 = 0. Além disso, x 2 z 1 x 1 z 2 = ( 2)(1) (1)( 2) = = 0. Portanto, os pontos dados são colineares. Segundo as considerações anteriores, formulamos a seguinte definição: Definição 4.9 Os vetores a e b são colineares quando um deles é múltiplo do outro. Note que... Se a 0, então a e 0 não podem ser colineares, pois a não é múltiplo de 0. A Definição 4.9 está bem justificada, pois, representando os vetores a e b por segmentos AB e AC, respectivamente, vemos que a e b são colineares se, e somente se, os pontos A, B e C são colineares. Sabemos que, quando três pontos não são colineares, existe um único plano que os contêm, isto é, três pontos não-colineares são coplanares. Mais ainda, se A, B e C não são colineares, então a identidade rab + sac = 0 é válida se, e somente se, r = 0 e s = 0. De fato, se A, B e C são pontos tais que rab + sac = 0, com r 0, então AB = s AC, o qual implica a colinearidade de A, B e C. r Na proposição seguinte, descrevemos a posição relativa de quatro pontos no espaço. Proposição 4.6 Sejam A, B e C pontos não-colineares do espaço e seja Π ABC o (único) plano que os contém. Um ponto D pertence ao plano Π ABC se, e somente se, o vetor AD é soma de múltiplos dos vetores AB e CD. Isto é, D Π ABC existem escalares r, s R, tais que AD = rab + s AC. Demonstração: (= ) Suponhamos, primeiramente, que D Π ABC. Seja l 1 a reta paralela a AC que passa por D e seja l 2 a reta paralela a AB que passa por D (veja a Figura 4.4). Como A, B e C não são colineares, AB e AC não estão contidos na mesma reta. Portanto, l 1 deverá intersectar a reta que passa por A e B num ponto B e l 2 deverá intersectar a reta que passa por A e C num ponto C. Pelo paralelismo na escolha de l 1 e l 2, os segmentos AC e B D são paralelos, Terminologia. Quando um vetor w é soma de múltiplos de outros vetores v 1, v 2,..., v n, dizemos que w é uma combinação linear de v 1, v 2,..., v n. Figura 4.4: D Π ABC. 45 CEDERJ
4 assim como os segmentos AB e C D. Portanto, AB DC é um paralelogramo contido no plano Π ABC e AD é uma das suas diagonais. Logo, AD = AB + AC. Como A, B e B são colineares, o vetor AB é um múltiplo de AB. Analogamente, como os pontos A, C e C são colineares, AC de AC. Em particular, existem escalares r e s, tais que AB AC é um múltiplo = rab e = s AC. Logo, AD = r AB + s AC, como queríamos demonstrar. ( =) Suponhamos agora que AD = r AB +s AC para alguns r, s R. Escolhemos um sistema ortogonal de coordenadas cartesianas em relação ao qual A = (0, 0, 0) é a origem e o plano Π ABC coincide com o plano Π XY (Figura 4.5). Nesse sistema de coordenadas, os pontos B e C têm a sua terceira coordenada igual a zero (pois pertencem ao plano Π XY ). Como a terceira coordenada dos vetores AB Figura 4.5: Sistema AXY Z. e AC é também igual a zero, a terceira coordenada de AD = rab + sac resulta ser, também, igual a zero. Como A = (0, 0, 0), as coordenadas de AD são as coordenadas do ponto D. Concluímos que o ponto D tem a sua terceira coordenada igual a zero. Isto significa que D pertence ao plano Π XY = Π ABC e, portanto, A, B, C e D são coplanares. Como desejávamos demonstrar. Exemplo 4.3 Consideremos os pontos A = (1, 2, 3), B = (2, 3, 4), C = (3, 4, 6), D = (1, 1, 2) e E = (4, 5, 2) no espaço. Verifiquemos que: a. A, B e C não são colineares e, portanto, determinam um plano Π ABC. b. D / Π ABC. c. E Π ABC. Solução: Temos que AB AE = (3, 3, 1). = (1, 1, 1), AC = (2, 2, 3), AD = (0, 1, 1) e a. Como AB e AC não são múltiplos um do outro, os pontos A, B e C não são colineares e, portanto, há um único plano Π ABC que os contém. b. Sabemos que D Π ABC se, e somente se, AD = rab + sac, para alguns escalares r e s. Assim, caso D estivesse no plano Π, deveríamos ser capazes de determinar os valores de r e s conhecendo as coordenadas dos vetores. Tentemos fazer isso. CEDERJ 46
5 Em termos de coordenadas, a identidade AD = rab + sac equivale a (0, 1, 1) = r(1, 1, 1)+s(2, 2, 3), isto é, (0, 1, 1) = (r +2s, r +2s, r +3s), de onde concluímos que 0 = r + 2s, igualando as primeiras coordenadas, e 1 = r + 2s, igualando as segundas coordenadas. Isto é, obtemos 0 = 1, o que não é verdade. Portanto, também não é verdade que AD seja soma de múltiplos de AB e AC. Isto é, D / Π ABC (Figura 4.6). c. Para verificar que E Π ABC, devemos achar escalares r e s, tais que AE = rab + sac. Essa igualdade, escrita em termos das coordenadas dos vetores, equivale a (3, 3, 1) = r(1, 1, 1)+s(2, 2, 3) = (r+2s, r+2s, r+3s). Igualando as coordenadas respectivas, obtemos o seguinte sistema de duas equações nas incógnitas r e s: MÓDULO 1 - AULA 4 Figura 4.6: D, E e Π ABC. r + 2s = 3, (4.2) r + 3s = 1. (4.3) Subtraindo membro a membro a equação (4.2) da equação (4.3), temos: s = (r + 3s) (r + 2s) = 1 3 = 4. Substituindo s = 4 na equação (4.2), obtemos r +2( 4) = 3, isto é, r = 11. Assim, mostramos que: AE = 4AB + 11AC. Portanto, E Π ABC, ou seja, A, B, C e E são coplanares (Figura 4.6). A partir da Proposição 4.6, estabelecemos a seguinte definição: Definição 4.10 Três vetores v 1 = AB, v 2 = AC e v 3 = AD são chamados linearmente dependentes (LD), quando os pontos A, B, C e D são coplanares. Caso contrário, dizemos que os vetores são linearmente independentes (LI). Observação a. Pela proposição 4.6, os vetores v 1, v 2 e v 3 são LD quando existem escalares α e β, tais que v 3 = α v 1 + β v 2. b. Três vetores não-nulos v 1, v 2 e v 3 são LI quando não existem escalares α e β, tais que v 3 = α v 1 + β v 2. Isto é, v 1, v 2 e v 3 são vetores LI se, e somente se, a identidade α v 1 + β v 2 + γ v 3 = 0 é válida apenas quando α = β = γ = CEDERJ
6 Figura 4.7: 4.4. Exemplo Exemplo 4.4 Sejam v 1 = (1, 1, 1), Verifiquemos que: a. v 1, v 2 e v 3 são LD. b. v 1, v 2 e v 4 são LI. v 2 = (3, 1, 2), v 3 = (2, 0, 1) e v 4 = (1, 0, 1). Solução: Sejam A = (1, 1, 1), B = (3, 1, 2), C = (2, 0, 1) e D = (1, 0, 1). Então v 1 = OA, v 2 = OB, v 3 = OC e v 4 = OD. a. Para verificar a afirmativa do item a, basta mostrar que os pontos O, A, B e C são coplanares. Isto é, devemos determinar α, β R, tais que: OC = α OA + β OB, ou seja, em coordenadas: (2, 0, 1) = α(1, 1, 1) + β(3, 1, 2) = (α + 3β, α + β, α + 2β). Portanto, α e β devem resolver simultaneamente as equações: α + 3β = 2 (4.4) α + β = 0 (4.5) α + 2β = 1 (4.6) Da equação (4.5), obtemos que α = β. Substituindo na equação (4.4), obtemos β + 3β = 2, ou seja, β = 1, portanto, α = 1. A equação (4.6) é satisfeita com os valores α = 1 e β = 1. Assim, v 3 = v 1 + v 2, portanto, v 1, v 2, e v 3 são LD. b. Para verificar a afirmativa do item b, devemos mostrar que os pontos O, A, B e D não são coplanares. No item anterior, vimos que o plano Π que passa pelos pontos O, A e B consiste dos pontos cujas coordenadas são da forma (α + 3β, α + β, α + 2β), onde α e β são escalares. Assim, D = (1, 0, 1) pertence a Π se, e somente se, existem escalares α e β, tais que: α + 3β = 1 (4.7) α + β = 0 (4.8) α + 2β = 1 (4.9) Da equação (4.8), obtemos α = β. Substituindo na equação (4.7), obtemos β = 1. Porém, substituindo α = β na equação (4.9), obtemos β = 1. 2 Logo, como β não pode assumir dois valores ao mesmo tempo, concluímos que não existem escalares α e β que resolvam as três equações simultaneamente. Portanto, D / Π, e os vetores v 1 = OA, v 2 = OB e v 4 = OD são LI. CEDERJ 48
7 Sabemos que dois pontos distintos determinam uma reta e que três pontos não-colineares determinam um plano. Vejamos agora que quatro pontos não-coplanares A, B, C e D determinam o espaço todo. Em termos vetoriais, a situação é descrita no seguinte teorema: Teorema 4.1 Sejam v 1, v 2 e v 3 três vetores linearmente independentes no espaço. Então, para cada vetor w do espaço, existem escalares únicos x, y, z R, tais que: Demonstração: w = x v 1 + y v 2 + z v 3 (4.10) Sejam A, B, C, D e P pontos do espaço, tais que v 1 v 2 = AC, v 3 = AD e w = AP. Como os vetores v 1, são LI, os pontos A, B, C e D não são coplanares. = AB, v 2 e v 3 MÓDULO 1 - AULA 4 Nota. Dizer que quatro pontos não são coplanares significa que não são colineares e que nenhum dos quatro pontos pertence ao plano determinado pelos outros três. Combinação linear... O Teorema 4.1 diz que qualquer vetor do espaço se exprime de uma única maneira como combinação linear de três vetores LI dados. Designamos Π 1 o plano que contém os pontos A, B e C, Π 2 o plano determinado pelos pontos A, B e D e Π 3 o plano determinado pelos pontos A, C e D (Figura 4.8). Sejam agora Π 1, Π 2 e Π 3 os planos que passam pelo ponto P e são paralelos aos planos Π 1, Π 2 e Π 3, respectivamente. Figura 4.8: Planos Π 1, Π 2 e Π 3. Como a reta que contém os pontos A e D não está contida no plano Π 1, essa reta intersecta o plano Π 2 num único ponto D, sendo então AD = zad, para algum número z R, o qual é determinado de forma única pelo ponto D e, portanto, pelo ponto P. Analogamente, a reta que passa por A e C não está contida no plano Π 2, logo, intersecta o plano Π 2, paralelo a Π 1, num único ponto C, de onde concluímos que AC = yac, para algum escalar y R determinado de maneira única pelo ponto P. Figura 4.9: Pontos B, C e D. Finalmente, a reta que passa pelos pontos A e B não está contida no plano Π 3, intersectando, portanto, o plano Π 3 num único ponto B. Assim, existe um escalar x, determinado de maneira única pelo ponto P, tal que AB = x AB. 49 CEDERJ
8 Figura 4.10: Paralelepípedo. Por causa do paralelismo estabelecido entre os planos, os segmentos AB, AC e AD são arestas de um paralelepípedo no qual os pontos A e P são extremidades de uma das diagonais (Figura 4.10). Assim, concluímos que: w = AP = AB + AC + AD = x AB + yac + zad = x v 1 + y v 2 + z v 3, como queríamos. Terminamos esta aula apresentando a terminologia que iremos adotar daqui em diante. Terminologia Uma base do espaço é um conjunto formado por três vetores LI. Se B = { v 1, v 2, v 3 } é uma base do espaço e w é um vetor qualquer, sabemos, pelo Teorema 4.1, que existem escalares únicos x, y e z, tais que w = x v 1 + y v 2 + z v 3. Os números x, y e z são chamados coordenadas de w em relação à base B, e escrevemos w = (x, y, z) B. Considerando um sistema ortogonal de coordenadas cartesianas OXY Z, os vetores e 1 = (1, 0, 0), e 2 = (0, 1, 0) e e 3 = (0, 0, 1) são LI. A base C = { e 1, e 2, e 3 } é chamada base canônica do espaço em relação ao sistema OXY Z. Note que, se as coordenadas de um vetor w em relação ao sistema OXY Z são w = (x, y, z), então w = x e 1 + y e 2 + z e 3. Por isso, as coordenadas de w no sistema OXY Z são exatamente as coordenadas de w em relação à base canônica do sistema OXY Z: w = (x, y, z) = (x, y, z) C. CEDERJ 50
9 MÓDULO 1 - AULA 4 Resumo Nesta aula, interpretamos as noções geométricas de colinearidade e coplanaridade em termos vetoriais por meio das noções de dependência e independência linear. Vimos como determinar se um ponto pertence ou não a um plano dado e apreendemos que todo vetor do espaço é representado de maneira única mediante as suas coordenadas em relação a uma base dada. Exercícios 1. Sem usar a Proposição 4.5, determine se os pontos A, B e C dados (em relação a um sistema ortogonal de coordenadas cartesianas OXY Z) são colineares ou não. a. A = (1, 0, 1), B = (3, 1, 1), C = ( 4, 2, 4). b. A = (0, 0, 1), B = (0, 1, 1), C = (1, 0, 1). c. A = (1, 2, 1), B = ( 3, 0, 1), C = (0, 1, 3). d. A = (π(π 1), π, 0), B = (1, 1, 1), C = (π, 0, 1). 2. Volte a fazer o exercício anterior usando a Proposição Determine quais das afirmativas abaixo são verdadeiras e quais são falsas. Justifique a sua resposta. a. Se AB e AC são colineares, então CB e BA são colineares? b. O segmento AB é paralelo ao segmento CD se, e somente se, AB é múltiplo de CD. c. O segmento AB é paralelo ao segmento CD se, e somente se, AB e CD são colineares. d. Se A, B, C e D são pontos distintos, o segmento AB é paralelo ao segmento CD se, e somente se, AB é múltiplo de CD. 4. Determine se o ponto D pertence ao plano que contém os pontos A, B e C, onde: a. A = (1, 0, 1), B = (0, 0, 0), C = (0, 1, 0), D = (2, 2, 2). b. A = (0, 1, 1), B = (3, 1, 1), C = (0, 1, 1), D = (2, 1, 2). c. A = (2, 2, 0), B = (0, 0, 2), C = (2, 3, 0), D = (1, 1, 0). d. A = (3, 1, 1), B = (1, 0, 1), C = (3, 3, 0), D = (3, 3, 3). 51 CEDERJ
10 No Exercício 6... Você deve determinar, em cada caso, escalares x, y e z, tais que w = (x, y, z) B. Isto é, w = x v 1 + y v 2 + z v Dentre os vetores dados abaixo, determine as possíveis bases do espaço, isto é, determine todos os possíveis conjuntos de três vetores LI. v 1 = (1, 1, 0), v 2 = (2, 0, 1), v 3 = (2, 2, 2), v 4 = (1, 1, 1), v 5 = (0, 0, 2), v 6 = (3, 1, 2), v 7 = (0, 1, 1), v 8 = (1, 1, 0). 6. Determine as coordenadas do vetor w = (2, 1, 0) em relação à base B = { v 1, v 2, v 3 }, onde: a. v 1 = (1, 1, 0), v 2 = (0, 1, 1), v 3 = (1, 0, 1). b. v 1 = (1, 1, 1), v 2 = (1, 1, 1), v 3 = (1, 1, 1). c. v 1 = (0, 1, 0), v 2 = (0, 1, 1), v 3 = (0, 0, 1). Auto-avaliação É muito importante que você entenda como interpretar a colinearidade e a coplanaridade em termos de vetores. Se você entendeu, então não deve ter dificuldade para resolver os exercícios, eles servem apenas para fixar as idéias e familiarizar você com os conceitos de dependência e independência linear. Não acumule dúvidas, troque idéias com seus colegas e procure os tutores. CEDERJ 52
1. Operações com vetores no espaço
Capítulo 10 1. Operações com vetores no espaço Vamos definir agora as operações de adição de vetores no espaço e multiplicação de um vetor espacial por um número real. O processo é análogo ao efetuado
Aula 5 Equações paramétricas de retas e planos
Aula 5 Equações paramétricas de retas e planos MÓDULO 1 - AULA 5 Objetivo Estabelecer as equações paramétricas de retas e planos no espaço usando dados diversos. Na Aula 3, do Módulo 1, vimos como determinar
Aula 3 A Reta e a Dependência Linear
MÓDULO 1 - AULA 3 Aula 3 A Reta e a Dependência Linear Objetivos Determinar a equação paramétrica de uma reta no plano. Compreender o paralelismo entre retas e vetores. Entender a noção de dependência
Aula 3 Vetores no espaço
MÓDULO 1 - AULA 3 Aula 3 Vetores no espaço Objetivos Ampliar a noção de vetor para o espaço. Rever as operações com vetores e sua representação em relação a um sistema ortogonal de coordenadas cartesianas.
J. Delgado - K. Frensel - L. Crissaff Geometria Analítica e Cálculo Vetorial
178 Capítulo 10 Equação da reta e do plano no espaço 1. Equações paramétricas da reta no espaço Sejam A e B dois pontos distintos no espaço e seja r a reta que os contém. Então, P r existe t R tal que
Produto interno e produto vetorial no espaço
14 Produto interno e produto vetorial no espaço Sumário 14.1 Produto interno.................... 14. Produto vetorial.................... 5 14..1 Interpretação geométrica da norma do produto vetorial.......................
J. Delgado - K. Frensel - L. Crissaff Geometria Analítica e Cálculo Vetorial
128 Capítulo 7 Coordenadas e distância no espaço 1. Coordenadas no Espaço Seja E o espaço da Geometria Euclidiana tridimensional. Um sistema de eixos ortogonais OXY Z em E consiste de três eixos ortogonais
Objetivos. em termos de produtos internos de vetores.
Aula 5 Produto interno - Aplicações MÓDULO 1 - AULA 5 Objetivos Calcular áreas de paralelogramos e triângulos. Calcular a distância de um ponto a uma reta e entre duas retas. Determinar as bissetrizes
Aula 6 Produto interno
MÓDULO 1 - AULA 6 Objetivos Aula 6 Produto interno Estabelecer os conceitos de norma de um vetor e de ângulo entre dois vetores do espaço. Definir o produto interno de vetores no espaço e estabelecer suas
Aula 22 Produto vetorial, produto misto e volume
Aula 22 Produto vetorial, produto misto e volume MÓDULO 2 - AULA 22 Objetivos Definir o produto misto de três vetores no espaço a partir do cálculo de volumes de paralelepípedos. Exprimir o produto vetorial
Coordenadas e vetores no espaço
13 Coordenadas e vetores no espaço Sumário 13.1 Coordenadas no espaço................ 2 13.2 Distância entre dois pontos do espaço........ 6 13.3 Vetores no espaço................... 10 13.4 Operações
Aula 4 Produto Interno
MÓDULO 1 - AULA 4 Objetivos Aula 4 Produto Interno Definir as noções de ângulo entre dois vetores, a norma de um vetor e a operação de produto interno. Compreender as propriedades básicas da norma e do
O Plano no Espaço. Sumário
17 Sumário 17.1 Introdução....................... 2 17.2 Equações paramétricas do plano no espaço..... 2 17.3 Equação cartesiana do plano............. 15 17.4 Exercícios........................ 21 1 Unidade
Capítulo Propriedades das operações com vetores
Capítulo 6 1. Propriedades das operações com vetores Propriedades da adição de vetores Sejam u, v e w vetores no plano. Valem as seguintes propriedades. Comutatividade: u + v = v + u. Associatividade:
Produto Misto, Determinante e Volume
15 Produto Misto, Determinante e Volume Sumário 15.1 Produto Misto e Determinante............ 2 15.2 Regra de Cramer.................... 10 15.3 Operações com matrizes............... 12 15.4 Exercícios........................
Geometria Analítica. Prof Marcelo Maraschin de Souza
Geometria Analítica Prof Marcelo Maraschin de Souza Vetor Definido por dois pontos Seja o vetor AB de origem no ponto A(x 1, y 1 ) e extremidade no ponto B(x 2, y 2 ). Qual é a expressão algébrica que
Lembremos que um paralelogramo é um quadrilátero (figura geométrica com quatro lados) cujos lados opostos são paralelos.
Capítulo 5 Vetores no plano 1. Paralelogramos Lembremos que um paralelogramo é um quadrilátero (figura geométrica com quatro lados) cujos lados opostos são paralelos. Usando congruência de triângulos,
Aula Exemplos e aplicações. Exemplo 1. Nesta aula apresentamos uma série de exemplos e aplicações dos conceitos vistos.
Aula 16 Nesta aula apresentamos uma série de exemplos e aplicações dos conceitos vistos. 1. Exemplos e aplicações Exemplo 1 Considere os pontos A = (1, 2, 2), B = (2, 4, 3), C = ( 1, 4, 2), D = (7, 1,
Álgebra Linear I - Aula 11. Roteiro. 1 Dependência e independência linear de vetores
Álgebra Linear I - Aula 11 1. Dependência e independência linear. 2. Bases. 3. Coordenadas. 4. Bases de R 3 e produto misto. Roteiro 1 Dependência e independência linear de vetores Definição 1 (Dependência
Aula 10 Produto interno, vetorial e misto -
MÓDULO 2 - AULA 10 Aula 10 Produto interno, vetorial e misto - Aplicações II Objetivos Estudar as posições relativas entre retas no espaço. Obter as expressões para calcular distância entre retas. Continuando
Lista 1 com respostas
Lista 1 com respostas Professora Nataliia Goloshchapova MAT0105/MAT0112-1 semestre de 2015 Exercício 1. Verifique se é verdadeira ou falsa cada afirmação e justifique sua resposta: (a) (A, B) (C, D) AB
Capítulo Equações da reta no espaço. Sejam A e B dois pontos distintos no espaço e seja r a reta que os contém. Então, P r existe t R tal que
Capítulo 11 1. Equações da reta no espaço Sejam A e B dois pontos distintos no espaço e seja r a reta que os contém. Então, P r existe t R tal que AP = t AB Fig. 1: Reta r passando por A e B. Como o ponto
Sistemas de equações lineares com três variáveis
18 Sistemas de equações lineares com três variáveis Sumário 18.1 Introdução....................... 18. Sistemas de duas equações lineares........... 18. Sistemas de três equações lineares........... 8
Aula 2 A distância no espaço
MÓDULO 1 - AULA 2 Objetivos Aula 2 A distância no espaço Determinar a distância entre dois pontos do espaço. Estabelecer a equação da esfera em termos de distância. Estudar a posição relativa entre duas
Capítulo Coordenadas no Espaço. Seja E o espaço da Geometria Euclidiana tri-dimensional.
Capítulo 9 1. Coordenadas no Espaço Seja E o espaço da Geometria Euclidiana tri-dimensional. Um sistema de eixos ortogonais OXY Z em E consiste de três eixos ortogonais entre si OX, OY e OZ com a mesma
J. Delgado - K. Frensel - L. Crissaff Geometria Analítica e Cálculo Vetorial
76 Capítulo 4 Distâncias no plano e regiões no plano 1. Distância de um ponto a uma reta Dados um ponto P e uma reta r no plano, já sabemos calcular a distância de P a cada ponto P r. Definição 1 Definimos
Objetivos. e b, designado por a + b, é o. a e. a + b = AB + BC = AC. Na Figura 2.1, mostramos a soma a + b dos vetores
MÓDULO 1 - AULA Objetivos Aula Vetores no Plano - Operações Definir as operações de adição de vetores e multiplicação de vetores por escalares reais. Compreender as propriedades das operações com vetores.
Geometria Analítica II - Aula 4 82
Geometria Analítica II - Aula 4 8 IM-UFF K. Frensel - J. Delgado Aula 5 Esferas Iniciaremos o nosso estudo sobre superfícies com a esfera, que já nos é familiar. A esfera S de centro no ponto A e raio
n. 9 VERSOR_EXPRESSÃO CARTESIANA_PARALELISMO_COPLANARIDADE_ COLINEARIDADE Como o versor é um vetor unitário, temos que v = 1
n. 9 VERSOR_EXPRESSÃO CARTESIANA_PARALELISMO_COPLANARIDADE_ COLINEARIDADE Definição Dado um vetor u 0, chama-se versor do vetor u, um vetor unitário, paralelo e de mesmo sentido que u. Logo, se considerarmos
Lista 1 com respostas
Lista 1 com respostas Professora Nataliia Goloshchapova MAT0105-1 semestre de 2019 Exercício 1. Verique se é verdadeira ou falsa cada armação e justique sua resposta: (a) (A, B) (C, D) AB = CD (b) AB =
1 a Lista de Exercícios MAT 105 Geometria Analitica
1 a Lista de Exercícios MAT 105 Geometria Analitica - 2017 1 a parte: Vetores, operações com vetores 1. Demonstre que o segmento que une os pontos médios dos lados não paralelos de um trapézio é paralelo
1 Vetores no Plano e no Espaço
1 Vetores no Plano e no Espaço Definimos as componentes de um vetor no espaço de forma análoga a que fizemos com vetores no plano. Vamos inicialmente introduzir um sistema de coordenadas retangulares no
Álgebra Linear I - Lista 10. Matrizes e Transformações lineares. Respostas
Álgebra Linear I - Lista 1 Matrizes e Transformações lineares Respostas 1 Sejam A e B matrizes quadradas do mesmo tamanho Dê um exemplo onde (A + B 2 A 2 + 2A B + B 2 Complete: (A + B 2 = A 2 + B 2 +?
Álgebra Linear I - Aula 6. Roteiro
Álgebra Linear I - Aula 6 1. Equação cartesiana do plano. 2. Equação cartesiana da reta. 3. Posições relativas: de duas retas, de uma reta e um plano, de dois planos. Roteiro 1 Equação cartesiana do plano
A Reta no Espaço. Sumário
16 A Reta no Espaço Sumário 16.1 Introdução....................... 2 16.2 Equações paramétricas da reta no espaço...... 2 16.3 Equação simétrica da reta no espaço........ 8 16.4 Exercícios........................
Avaliação 1 Solução Geometria Espacial MAT 050
Avaliação 1 Solução Geometria Espacial MAT 050 6 de abril de 2018 As respostas das quatro questões a seguir devem ser entregue até o final da aula de hoje: 1. (3 pontos) Mostre que por dois pontos dados
III) Os vetores (m, 1, m) e (1, m, 1) são L.D. se, somente se, m = 1
Lista de Exercícios de SMA000 - Geometria Analítica 1) Indique qual das seguintes afirmações é falsa: a) Os vetores (m, 0, 0); (1, m, 0); (1, m, m 2 ) são L.I. se, somente se, m 0. b) Se u, v 0, então
P2 de Álgebra Linear I Data: 10 de outubro de Gabarito
P2 de Álgebra Linear I 2005.2 Data: 10 de outubro de 2005. Gabarito 1 Decida se cada afirmação a seguir é verdadeira ou falsa. Itens V F N 1.a F 1.b V 1.c V 1.d F 1.e V 1.a Considere duas bases β e γ de
a1q1: Seja ABCDEF GH um cubo de aresta unitária de E 3 e considere o espaço V 3 orientado pela base { CD, CB, CH}. Então podemos afirmar que: a)
1 a1q1: Seja ABCDEF GH um cubo de aresta unitária de E 3 e considere o espaço V 3 orientado pela base { CD, CB, CH}. Então podemos afirmar que: a) EB ED = GA b) EB ED = AG c) EB ED = EH d) EB ED = EA e)
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS Prova de 23/07/2009 Todas as questões se referem a um sistema ortogonal de coordenadas
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1 SINUÊ DAYAN BARBERO LODOVICI Resumo Exercícios Resolvidos - Geometria Analítica BC 0404 1 Prova de 23/07/2009 Todas as questões se referem a um sistema ortogonal de coordenadas
(e) apenas as afirmações (II) e (III) são verdadeiras.
Nas questões da prova em que está fixado um sistema de coordenadas Σ = (O, E, quando for necessário, considera-se que E é uma base ortonormal positiva. 1Q 1. Seja V um espaço vetorial e x 1, x 2,, x q,
Capítulo 2. Retas no plano. 1. Retas verticais e não-verticais. Definição 1
Capítulo 2 Retas no plano O objetivo desta aula é determinar a equação algébrica que representa uma reta no plano. Para isso, vamos analisar separadamente dois tipos de reta: reta vertical e reta não-vertical.
GAAL /1 - Simulado - 3 exercícios variados de retas e planos
GAAL - 201/1 - Simulado - exercícios variados de retas e planos SOLUÇÕES Exercício 1: Considere as retas m e n de equações paramétricas m : (x, y, z) = (1, 1, 0) + t( 2, 1, ) (a) Mostre que m e n são retas
Álgebra Linear I - Aula 10. Roteiro
Álgebra Linear I - Aula 10 1. Combinação linear de vetores. 2. Subespaços e geradores. Roteiro 1 Combinação linear de vetores Definição 1 (Combinação linear de vetores). Dada um conjunto de vetores U =
u = ± v. Daí, u v v u = v u e v têm sentidos contrários Por outro lado, suponhamos que podemos escrever u como combinação linear de v
0 u o e v o Como u // v o o u = ± v Daí, o v u u u = ± u, ou seja, u = ± v ssim, se u e v têm mesmo v v u sentido podemos escrever u = v u e v têm sentidos contrários v u temos u = v v Por outro lado,
Seja f um endomorfismo de um espaço vectorial E de dimensão finita.
6. Valores e Vectores Próprios 6.1 Definição, exemplos e propriedades Definição Seja f um endomorfismo de um espaço vectorial E, com E de dimensão finita, e seja B uma base arbitrária de E. Chamamos polinómio
Equações da reta no plano
3 Equações da reta no plano Sumário 3.1 Introdução....................... 2 3.2 Equação paramétrica da reta............. 2 3.3 Equação cartesiana da reta.............. 7 3.4 Equação am ou reduzida da reta..........
Aula Distância entre duas retas paralelas no espaço. Definição 1. Exemplo 1
Aula 1 Sejam r 1 = P 1 + t v 1 t R} e r 2 = P 2 + t v 2 t R} duas retas no espaço. Se r 1 r 2, sabemos que r 1 e r 2 são concorrentes (isto é r 1 r 2 ) ou não se intersectam. Quando a segunda possibilidade
MAT2457 ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA I 2 a Lista de Exercícios - 1 o semestre de f 1 = 2 e 1 e 2 e 3,
MAT2457 ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA I 2 a Lista de Exercícios - 1 o semestre de 2015 1 Sendo E = { e 1 e 2 e 3 } F = { f 1 f 2 f 3 } bases com: f 1 = 2 e 1 e 3 f 2 = e 2 + 2 e 3 f 3 = 7 e 3 e w = e
MAT2457 ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA I Gabarito da 2 a Prova - 1 o semestre de 2015
MAT27 ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA I Gabarito da 2 a Prova - 1 o semestre de 201 Nesta prova considera-se fixada uma orientação do espaço e um sistema de coordenadas Σ (O, E) em E 3, em que E é uma base
Lista 2 com respostas
Lista 2 com respostas Professora Nataliia Goloshchapova MAT0105-1 semestre de 2015 Exercício 1. Sejam OABC um tetraedro e M o ponto médio de BC. Explique por que ( OA, OB, OC ) é base e determine as coordenadas
Álgebra Linear I - Aula 5. Roteiro
Álgebra Linear I - Aula 5 1. Produto misto. 2. Equação paramétrica da reta. 3. Retas paralelas e reversas. 4. Equação paramétrica do plano. 5. Ortogonalizade. Roteiro 1 Produto Misto Dados três vetores
Material Teórico - Módulo: Vetores em R 2 e R 3. Operações Envolvendo Vetores. Terceiro Ano - Médio
Material Teórico - Módulo: Vetores em R 2 e R 3 Operações Envolvendo Vetores Terceiro Ano - Médio Autor: Prof. Angelo Papa Neto Revisor: Prof. Antonio Caminha M. Neto 1 Adição de vetores Na aula anterior
Material Teórico - Sistemas Lineares e Geometria Anaĺıtica. Sistemas com três variáveis - Parte 1. Terceiro Ano do Ensino Médio
Material Teórico - Sistemas Lineares e Geometria Anaĺıtica Sistemas com três variáveis - Parte 1 Terceiro Ano do Ensino Médio Autor: Prof Fabrício Siqueira Benevides Revisor: Prof Antonio Caminha M Neto
Álgebra Linear I - Lista 7. Respostas
Álgebra Linear I - Lista 7 Distâncias Respostas 1) Considere a reta r que passa por (1,0,1) e por (0,1,1). Calcule a distância do ponto (2,1,2) à reta r. Resposta: 3. 2) Ache o ponto P do conjunto { (x,
com 3 Incógnitas A interseção do plano paralelo ao plano yz, passando por P, com o eixo x determina a coordenada x.
Interpretação Geométrica de Sistemas Lineares com 3 Incógnitas Reginaldo J. Santos Departamento de Matemática Instituto de Ciências Eatas Universidade Federal de Minas Gerais http://www.mat.ufmg.br/~regi
10. Determine as equações cartesianas das famílias de retas que fazem um ângulo de π/4 radianos com a reta y = 2x + 1.
Geometria Analítica. 1. Determine as posições relativas e as interseções entre os conjuntos em R abaixo. Em cada item também faça um esboço dos dois conjuntos dados no mesmo sistema de eixos. (a) C : (x
Lista 2 com respostas
Lista 2 com respostas Professora Nataliia Goloshchapova MAT0112-1 semestre de 2015 Exercício 1. Sejam OABC um tetraedro e M o ponto médio de BC. Explique por que ( OA, OB, OC ) é base e determine as coordenadas
. f3 = 4 e 1 3 e 2. f2 = e 1 e 3, g 1 = e 1 + e 2 + e 3, 2 g 2 = e 1 + e 2,
INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO MAT-457 Álgebra Linear para Engenharia I Segunda Lista de Exercícios - Professor: Equipe da Disciplina EXERCÍCIOS 1. Dê a matriz de mudança
G3 de Álgebra Linear I
G3 de Álgebra Linear I 2.2 Gabarito ) Considere a matriz 4 N = 4. 4 Observe que os vetores (,, ) e (,, ) são dois autovetores de N. a) Determine uma forma diagonal D de N. b) Determine uma matriz P tal
Material Teórico - Módulo: Vetores em R 2 e R 3. Módulo e Produto Escalar - Parte 1. Terceiro Ano - Médio
Material Teórico - Módulo: Vetores em R 2 e R 3 Módulo e Produto Escalar - Parte 1 Terceiro Ano - Médio Autor: Prof. Angelo Papa Neto Revisor: Prof. Antonio Caminha M. Neto 1 Módulo de um vetor O módulo
Aula Exemplos e aplicações - continuação. Exemplo 8. Nesta aula continuamos com mais exemplos e aplicações dos conceitos vistos.
Aula 1 Nesta aula continuamos com mais exemplos e aplicações dos conceitos vistos. 1. Exemplos e aplicações - continuação Exemplo 8 Considere o plano π : x + y + z = 3 e a reta r paralela ao vetor v =
Álgebra Linear I - Lista 5. Equações de retas e planos. Posições relativas. Respostas
Álgebra Linear I - Lista 5 Equações de retas e planos. Posições relativas Respostas 1) Obtenha equações paramétricas e cartesianas: Das retas que contém aos pontos A = (2, 3, 4) e B = (5, 6, 7), A = (
Retas e círculos, posições relativas e distância de um ponto a uma reta
Capítulo 3 Retas e círculos, posições relativas e distância de um ponto a uma reta Nesta aula vamos caracterizar de forma algébrica a posição relativa de duas retas no plano e de uma reta e de um círculo
Questões. 2ª Lista de Exercícios (Geometria Analítica e Álgebra Linear) Prof. Helder G. G. de Lima 1
ª Lista de Exercícios (Geometria Analítica e Álgebra Linear) Prof. Helder G. G. de Lima 1 Questões 1. Sejam A, B, C e D vértices de um quadrado. Quantos vetores diferentes entre si podem ser definidos
Álgebra Linear I - Aula 8. Roteiro
Álgebra Linear I - Aula 8 1. Distância de um ponto a uma reta. 2. Distância de um ponto a um plano. 3. Distância entre uma reta e um plano. 4. Distância entre dois planos. 5. Distância entre duas retas.
GAAL: Exercícios 1, umas soluções
GAAL: Exercícios 1, umas soluções 1. Determine o ponto C tal que AC = 2 AB, sendo A = (0, 2), B = (1, 0). R: Queremos C tal que AC = 2 AB. Temos AB = (1 0, 0 ( 2)) = (1, 2), logo 2 AB = (2, 4). Então queremos
P1 de Álgebra Linear I Gabarito. 27 de Março de Questão 1)
P1 de Álgebra Linear I 20091 27 de Março de 2009 Gabarito Questão 1) Considere o vetor v = 1, 2, 1) e os pontos A = 1, 2, 1), B = 2, 1, 0) e 0, 1, 2) de R a) Determine, se possível, vetores unitários w
MAT3457 ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA I 1 a Lista de Exercícios - 1 o semestre de 2018
MAT3457 ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA I a Lista de Exercícios - o semestre de 8 Exercícios -8: os espaços V e V 3. Exercícios 9-7: dependência, independência linear, bases. Exercícios 8-48: sistemas lineares.
MAT VETORES E GEOMETRIA - IF/IME 1 o SEMESTRE 2015
MAT 112 - VETORES E GEOMETRIA - IF/IME 1 o SEMESTRE 2015 LISTA 1 1. Ache a soma dos vetores indicados na figura, nos casos: 2. Ache a soma dos vetores indicados em cada caso, sabendo-se que (a) ABCDEFGH
Aula 8 Cônicas - Translação de sistemas de coordenadas
Aula 8 Cônicas - Translação de sistemas de coordenadas MÓDULO 1 - AULA 8 Objetivos Entender a mudança de coordenadas pela translação do sistema cartesiano. Identificar uma cônica transladada a partir da
(x 1, y 1 ) (x 2, y 2 ) = (x 1 x 2, y 1 y 2 ); e α (x, y) = (x α, y α ), α R.
INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO MAT-2457 Álgebra Linear para Engenharia I Terceira Lista de Exercícios - Professor: Equipe da Disciplina EXERCÍCIOS 1. Considere as retas
P1 de Álgebra Linear I de setembro de Gabarito
P1 de Álgebra Linear I 2005.2 8 de setembro de 2005. Gabarito 1) (a) Considere os planos de equações cartesianas α: β : 2 x y + 2 z = 2, γ : x 5 y + z = k. Determine k para que os planos se interceptem
Geometria Analítica I
Geom. Analítica I Respostas do Módulo I - Aula 3 1 Geometria Analítica I 14/0/011 Respostas dos Exercícios do Módulo I - Aula 3 Aula 3 1. Procedendo como na definição da equação paramétrica da reta (página
linearmente independentes se e somente se: Exercícios 13. Determine o vetor X, tal que 3X-2V = 15(X - U).
11 linearmente independentes se e somente se: 1.4. Exercícios 1. Determine o vetor X, tal que X-2V = 15(X - U). Figura 21 14. Determine os vetores X e Y tais que: 1.4.2 Multiplicação por um escalar. Se
Espaços Euclidianos. Espaços R n. O conjunto R n é definido como o conjunto de todas as n-uplas ordenadas de números reais:
Espaços Euclidianos Espaços R n O conjunto R n é definido como o conjunto de todas as n-uplas ordenadas de números reais: R n = {(x 1,..., x n ) : x 1,..., x n R}. R 1 é simplesmente o conjunto R dos números
Álgebra Linear I - Aula 6. Roteiro
Álgebra Linear I - Aula 6 1. Posições relativas e sistemas de equações. 2. Distância de um ponto a uma reta. 3. Distância de um ponto a um plano. Roteiro 1 Sistemas de equações lineares (posição relativa
GAAL - Exame Especial - 12/julho/2013. Questão 1: Considere os pontos A = (1, 2, 3), B = (2, 3, 1), C = (3, 1, 2) e D = (2, 2, 1).
GAAL - Exame Especial - /julho/3 SOLUÇÕES Questão : Considere os pontos A = (,, 3), B = (, 3, ), C = (3,, ) e D = (,, ) (a) Chame de α o plano que passa pelos pontos A, B e C e de β o plano que passa pelos
Álgebra Linear I - Aula 2. Roteiro
Álgebra Linear I - Aula 2 1. Produto escalar. Ângulos. 2. Desigualdade triangular. 3. Projeção ortugonal de vetores. Roteiro 1 Produto escalar Considere dois vetores = (u 1, u 2, u 3 ) e v = (v 1, v 2,
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CÁLCULO II - PROJETO NEWTON AULA 04. v = x 2 + y 2. v = x1 x 2 + y 1 y 2. v = 0. v = x 2 + y 2 + z 2
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CÁLCULO II - PROJETO NEWTON AULA 04 Assunto:Produto escalar, bases canônicas do R 2 e R 3, produto vetorial, produto misto, equação da reta no R 2 Palavras-chaves: Produto
Gabarito P2. Álgebra Linear I ) Decida se cada afirmação a seguir é verdadeira ou falsa.
Gabarito P2 Álgebra Linear I 2008.2 1) Decida se cada afirmação a seguir é verdadeira ou falsa. Se { v 1, v 2 } é um conjunto de vetores linearmente dependente então se verifica v 1 = σ v 2 para algum
Exercícios de Geometria Analítica - CM045
Exercícios de Geometria Analítica - CM045 Prof. José Carlos Corrêa Eidam DMAT/UFPR Disponível no sítio people.ufpr.br/ eidam/index.htm 1o. semestre de 2011 Parte 1 Soma e produto escalar 1. Seja OABC um
Aula 17 Superfícies quádricas - parabolóides
Objetivos Aula 17 Superfícies quádricas - parabolóides Apresentar os parabolóides elípticos e hiperbólicos identificando suas seções planas. Estudar os parabolóides regrados e de revolução. Nas superfícies
Lista 3 com respostas
Lista 3 com respostas Professora Nataliia Goloshchapova MAT0105-1 semestre de 2018 Exercício 1. Sendo que w = ( u v) ( u + v), determine o ângulo entre os vetores u e v, sabendo que u = v = w = 1 e u v
MA71B - Geometria Analítica e Álgebra Linear Prof a Dr a Diane Rizzotto Rossetto. LISTA 2 - Álgebra Vetorial
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Curitiba - DAMAT MA71B - Geometria Analítica e Álgebra Linear Prof a Dr a Diane Rizzotto Rossetto LISTA 2 - Álgebra Vetorial Desenvolvidas
Aula 15 Superfícies quádricas - cones quádricos
Aula 15 Superfícies quádricas - cones quádricos MÓDULO - AULA 15 Objetivos Definir e estudar os cones quádricos identificando suas seções planas. Analisar os cones quádricos regrados e de revolução. Cones
Geometria Analítica. Estudo do Plano. Prof Marcelo Maraschin de Souza
Geometria Analítica Estudo do Plano Prof Marcelo Maraschin de Souza Plano Equação Geral do Plano Seja A(x 1, y 1, z 1 ) um ponto pertencente a um plano π e n = a, b, c, n 0, um vetor normal (ortogonal)
Equação Geral do Segundo Grau em R 2
8 Equação Geral do Segundo Grau em R Sumário 8.1 Introdução....................... 8. Autovalores e autovetores de uma matriz real 8.3 Rotação dos Eixos Coordenados........... 5 8.4 Formas Quadráticas..................
G2 de Álgebra Linear I
G2 de Álgebra Linear I 2008.1 Gabarito 1) Decida se cada afirmação a seguir é verdadeira ou falsa e marque COM CANETA sua resposta no quadro a seguir. Itens V F N 1.a x 1.b x 1.c x 1.d x 1.e x 1.a) Suponha
Álgebra Linear Exercícios Resolvidos
Álgebra Linear Exercícios Resolvidos Agosto de 001 Sumário 1 Exercícios Resolvidos Uma Revisão 5 Mais Exercícios Resolvidos Sobre Transformações Lineares 13 3 4 SUMA RIO Capítulo 1 Exercícios Resolvidos
(b) { (ρ, θ);1 ρ 2 e π θ } 3π. 5. Representar graficamente
Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Matemática isciplina : Geometria nalítica (GM003) ssunto: sistemas de coordenadas; vetores: operações com vetores, produto escalar, produto vetorial, produto
Apresentaremos as equações do plano: Equação vetorial e Equação geral do. = AB e v. C A u B. ) não-colineares do plano.
CAPÍTULO VIII PLANO Consideremos em V 3 o sistema de referência (O, i, j, k ), onde E = ( i, j, k ) é base ortonormal positiva e O(0, 0, 0). 8.1. EQUAÇÕES DO PLANO plano. Apresentaremos as equações do
LISTA EXTRA DE EXERCÍCIOS MAT /I
LISTA EXTRA DE EXERCÍCIOS MAT 008/I. Dados os vetores v = (0,, 3), v = (-, 0, 4) e v 3 = (, -, 0), efetuar as operações indicadas: (a) v 3-4v R.: (4,-,-6) (b) v -3v +v 3 R.: (3,0,-6). Determine: (a) x,
Aula 4. Coordenadas polares. Definição 1. Observação 1
Aula Coordenadas polares Nesta aula veremos que há outra maneira de expressar a posição de um ponto no plano, distinta da forma cartesiana Embora os sistemas cartesianos sejam muito utilizados, há curvas
Obter as equações paramétricas das cônicas.
MÓDULO 1 - AULA 1 Aula 1 Equações paramétricas das cônicas Objetivo Obter as equações paramétricas das cônicas. Estudando as retas no plano, você viu que a reta s, determinada pelos pontos P = (x 1, y
