CLASSE 5 - CAPITAL, RESERVAS E RESULTADOS TRANSITADOS

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1 CLASSE 5 - CAPITAL, RESERVAS E RESULTADOS TRANSITADOS A classe 5 representa os fundos aplicados pelos sócios ou proprietários e os resultados não levantados ou distribuídos (que irá constituir as reservas e os resultados transitados). Esta classe destina-se a registar as operações referentes ao capital próprio da entidade, incluindo o resultado líquido do período e outras operações que configurem alterações no capital próprio e que se enquadrem no conceito de resultado total ou integral. Inclui, também, as transacções com detentores de capital próprio agindo na sua capacidade de detentores de capital próprio (tais como contribuições de capital, reaquisições de instrumentos de capital próprio da entidade e dividendos) e os custos de transacção directamente relacionados com tais transacções. Esta classe é constituída por nove contas do 1º grau que se apresentam da seguinte forma: Conta 51 Capital «Esta conta evidencia o capital subscrito, devendo ser deduzido, para efeitos de elaboração do Balanço, o eventual saldo da conta 261 Accionistas com subscrição ou 262 Quotas não liberadas.» SNC Conta 52 Acções (quotas) próprias Esta conta regista os movimentos com a aquisição e venda de instrumentos de capital próprio da própria entidade. Conta 53 Outros instrumentos de capital próprio «Esta conta será utilizada para reconhecer as prestações suplementares ou quaisquer outros instrumentos financeiros (ou as suas componentes) que não se enquadrem na definição de passivo financeiro. Nas situações em que os instrumentos financeiros (ou as suas componentes) se identifiquem com passivos financeiros, deve utilizar-se rubrica apropriada das contas 25 Financiamentos obtidos ou 26 Accionistas/sócios.» SNC Conta 54 Prémios de emissão 1

2 Esta conta é utilizada para reconhecer a diferença entre os valores de substituição das acções (quotas) emitidas e o seu valor nominal. Conta 55 Reservas Esta conta é utilizada para reconhecer as quantias colocadas em reservas, sejam elas de carácter obrigatório (legal, estatuária, etc.), sejam de carácter voluntário e pontual. Conta 56 Resultados transitados Esta conta é utilizada para reconhecer as quantias dos resultados líquidos e os dividendos antecipados provenientes do período anterior. Esta conta é utilizada ainda para reconhecer as quantias que, de acordo com as normas em vigor a cada momento, devam afectar positiva ou negativamente os resultados de períodos anteriores, e que não devam ser incluídos no resultado do período. Conta 57 Ajustamentos em activos financeiros Esta conta «evidencia os ajustamentos decorrentes, designadamente, da utilização do método da equivalência patrimonial em subsidiárias, associadas e entidades conjuntamente controladas». SNC Conta 58 Excedentes de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis Esta conta é utilizada para reconhecer os excedentes de revalorização, positivos, de activos fixos tangíveis e intangíveis, que correspondem à diferença entre a quantia revalorizada e a quantia escriturada à data da revalorização. Conta 59 Outras variações no capital próprio Esta conta é utilizada para reconhecer as quantias provenientes de outras variações no capital próprio que não tenham enquadramento nas outras contas da classe 5. Normas relevantes Do conjunto das NCRF existentes destacam-se as que a seguir se apresentam por se entender que são as que têm uma maior influência na movimentação das contas desta classe. 2

3 Tabela 5 NCRF s relevantes NCRF Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro 3 Adopção pela primeira vez das NCRF a) 4 Políticas Contabilísticas, Alterações nas Estimativas Contabilísticas e Erros b) 6 Activos Intangíveis c) 7 Activos Fixos Tangíveis c) 11 Propriedades de Investimento c) 13 Interesses em Empreendimentos Conjuntos e Investimentos em Associadas d) 15 Investimentos em Subsidiárias e Consolidação d) 22 Contabilização dos Subsídios do Governo e Divulgação de Apoios do Governo e) 23 Os Efeitos de Alterações em Taxas de Câmbio f) 24 Acontecimentos Após a Data do Balanço g) 25 Impostos Sobre o Rendimento h) 27 Instrumentos Financeiros i) a) Esta norma é, principalmente, relevante para o eventual apuramento das quantias a registar na conta 56 Resultados Transitados, embora alguns ajustamentos possam ser registados noutras contas da classe 5, aquando da adopção pela primeira vez (1/1/2010) das NCRF. b) Esta norma é relevante para o registo em 56 Resultados Transitados dos efeitos das alterações à reexpressão retrospectiva, de Políticas contabilísticas e correcção de erros. c) Estas normas são relevantes para o registo dos excedentes de revalorização. d) Estas normas são relevantes para o registo das quantias relacionadas com o método da equivalência patrimonial. e) Esta norma é relevante para o reconhecimento e mensuração dos subsídios do Governo. f) Esta norma é relevante para o reconhecimento e mensuração das diferenças de conversão de demonstrações financeiras. g) Esta norma é relevante para a definição da data a partir da qual as correcções referentes a exercícios anteriores devem ser registados em 56 Resultados Transitados. h) Esta norma é relevante para o reconhecimento e mensuração dos impostos diferidos relacionados com os excedentes de revalorização. i) Esta norma é relevante para o reconhecimento nesta classe dos instrumentos de Capital Próprio da própria identidade. Reconhecimento O reconhecimento da classe 5 Capital, Reservas e Resultados Transitados é todo feito no Capital próprio. As contas do primeiro grau desta classe são apresentadas sem desagregação no Capital próprio em rubricas que recebem o nome da conta, com excepção da conta 55 Reservas que surge no balanço desagregada nas subcontas 551 Reservas Legais e 552 Outras reservas. A conta 51 surge deduzida do eventual saldo das contas 261 Accionistas c/ subscrição e 262 Quotas não liberadas, recebendo o conjunto das 3 contas o nome de «Capital realizado». 3

4 Conta 51 Capital Esta conta evidencia o capital subscrito, devendo ser deduzido, para efeitos de elaboração do Balanço, o eventual saldo da conta 261 Accionistas c/subscrição ou 262 Quotas não liberadas. (SNC Notas de enquadramento). A conta utiliza-se nas diferentes formas jurídicas que as empresas podem assumir e, no caso das sociedades, representa o valor nominal das partes sociais ou das acções; no domínio estrito dos comerciantes em nome individual, expressa o valor que o empresário colocou à disposição da empresa no início ou durante a sua actividade. Em termos genéricos pode dizer-se que esta conta credita-se pelo capital nominal, subscrito e ainda pelos aumentos de capital que entretanto ocorram; debita-se pelas reduções de capital. Relativamente às entidades sob a forma de sociedade, esta conta respeita ao capital subscrito, incluindo o capital inicial, aumentos e eventuais reduções. (alguns exemplos) 51 Capital Reduções de capital (por crédito da conta 26 ou outra em função do que está na origem da redução de capital) Transferência de prejuízos do exercício anterior nas empresas em nome individual Subscrição do capital inicial (por débito da 261 ou 262) Dotações e aumentos de capital (por débito da 261 ou 262 ou outra em função do que está na origem da dotação e aumento de capital) Transferência de lucros do período anterior nas empresas em nome individual - Movimentos relativos à constituição de sociedades: Pela subscrição do capital da sociedade: 261/

5 Em que o histórico será: constituição da sociedade Y conforme escritura lavrada no cartório notarial de... e significa o compromisso assumido pelo sócio em entrar para a sociedade com certos e determinados valores. Pelo pagamento do capital subscrito (entradas em dinheiro): 11/12 261/262 liberação do capital A constituição de uma sociedade implica sempre a ocorrência de despesas que pela sua natureza e volume não devem ser consideradas como custos de um só período, mas sim custos a serem repartidos por vários períodos. São os denominados «gastos de instalação e expansão» e constituem valores activos intangiveis amortizáveis durante vários exercícios económicos. O registo da sua ocorrência, será: /12/261 despesas de constituição Conta 52 Acções (quotas) próprias entidade. Regista os movimentos com a aquisição e venda de instrumentos de capital próprio da própria A conta 52 Acções (quotas) próprias é composta pelas seguintes subcontas: 521 Valor nominal 522 Descontos e prémios Conta Valor nominal Esta conta regista, ao valor nominal, os movimentos com a aquisição e venda de instrumentos de capital próprio da própria entidade. 5

6 521 Valor nominal Aquisição de Acções (quotas) próprias Venda das acções ou quotas próprias (pelo valor nominal das acções ou quotas) (pelo valor nominal das acções ou quotas) Conta 522 Descontos e prémios Esta conta regista a diferença (desconto ou prémio) entre o valor nominal e o custo de aquisição (*). (*) - Se uma entidade adquirir ou readquirir os seus próprios instrumentos de capital próprio, esses instrumentos ("quotas/acções próprias") devem ser reconhecidos como dedução ao capital próprio. A quantia a reconhecer deve ser o justo valor da retribuição paga pelos respectivos instrumentos de capital próprio. Uma entidade não deve reconhecer qualquer ganho ou perda na demonstração de resultados decorrente de qualquer compra, venda emissão ou cancelamento de acções próprias. ( 9 da NCRF 27) 522 Descontos e prémios Movimentada pela diferença entre o custo de Movimentada pela diferença entre o custo de aquisição e o valor nominal (nas aquisições com aquisição e o valor nominal (nas aquisições com prémio) desconto) Pela diferença entre o preço de venda e o valor Pela diferença entre o preço de venda e o valor nominal (se PV VN) nominal (se PV VN) Regularização (*1) Regularização (*2) (se preço de venda custo de aquisição) (se preço de venda custo de aquisição) A conta 522 deverá ser regularizada, lançamento (*1) ou (*2), por contrapartida da conta 599 Outras variações no capital próprio Outras, de forma a manter os descontos e prémios correspondentes às acções (quotas) próprias em carteira. A conta 521 «Valor nominal» é debitada pelo valor nominal das acções ou quotas próprias adquiridas: ainda na fase de aquisição, a conta 522 «Descontos e prémios» é movimentada pela diferença entre o custo de aquisição e o valor nominal. Quando se proceder à venda das acções ou quotas próprias, para além de se efectuar o respectivo crédito na conta 521, movimentar-se-á a conta 522 pela diferença entre o preço de venda e o valor nominal. Simultaneamente, a conta 522 deverá ser regularizada, por contrapartida de reservas, de forma a manter os descontos e prémios correspondentes às acções (quotas) próprias em carteira. A aquisição de acções (quotas) próprias corresponde a um decréscimo do capital próprio, sem todavia implicar redução do capital pela via de alterações ao contrato da sociedade. 6

7 A aquisição e venda de acções (quotas) próprias implica a movimentação de duas subcontas específicas por forma a que se registe: Na 521 o valor nominal das acções (quotas). Na 522 aquando da aquisição, a diferença entre o custo de aquisição e o valor nominal; aquando da venda, a diferença entre o preço de venda e o valor nominal. Assim, na aquisição de acções (quotas) próprias há a considerar duas hipóteses: - O custo de aquisição é superior ao valor nominal: 521 VN 11/12/278 CA 522 em que: VN valor nominal das acções (quotas) adquiridas CA custo de aquisição das acções (quotas) adquiridas diferença entre custo de aquisição e valor nominal. - O custo de aquisição é inferior ao valor nominal: VN 11/12/ CA 522 Z em que: VN valor nominal das acções (quotas) adquiridas CA custo de aquisição das acções (quotas) adquiridas Z diferença entre custo de aquisição e valor nominal. 7

8 Na venda das acções (quotas) próprias, há a considerar também duas hipóteses: - O preço de venda é superior ao custo de aquisição /12/278 VN PV 522 Y em que: VN valor nominal das acções (quotas) vendidas PV preço de venda das acções (quotas) vendidas Y diferença entre preço de venda e valor nominal. Nesta hipótese a subconta «Descontos e prémios» evidencia um saldo credor (1) que poderá ser transferido para uma subconta da «Reservas livres»: (1) O saldo credor corresponde, por assim dizer, ao «ganho» na alienação das acções (quotas) próprias. G G em que G significa a diferença entre o preço de venda e o custo de aquisição das acções (quotas) alienadas, ou seja a diferença entre Y e nos termos da simbologia adoptada anteriormente. - O preço de venda é inferior ao custo de aquisição: 11/12/278 PV P VN 8

9 em que: VN valor nominal das acções (quotas) vendidas PV preço de venda das acções (quotas) vendidas P diferença entre preço de venda e valor nominal. Nesta hipótese a subconta «Descontos e prémios» evidencia um saldo devedor (2) que será transferido para uma subconta da «Reservas livres» expressando uma situação inversa da referida anteriormente. (2) O saldo devedor corresponde, por assim dizer, à «perda» na alienação das acções (quotas) próprias. Exercícios A sociedade de Transportes Alfa, Lda. tem um capital social de repartido por cinco sócios em partes iguais. Um deles resolveu vender a sua quota, que foi adquirida pela própria sociedade por : Valor: : 5 sócios = Conta 53 Outros instrumentos de capital próprio Esta conta será utilizada para reconhecer as prestações suplementares ou quaisquer outros instrumentos financeiros (ou as suas componentes) que não se enquadrem na definição de passivo financeiro. Nas situações em que os instrumentos financeiros (ou as suas componentes) se identifiquem com passivos financeiros, deve utilizar-se rubrica apropriada das contas 25 Financiamentos obtidos ou 26 Accionistas/sócios. (SNC Notas de enquadramento). Prestações suplementares As prestações suplementares respeitam a entradas em dinheiro, como reforço do capital social, que podem ser exigidas por contrato aos sócios das sociedades por quotas sem corresponderem, no entanto, propriamente a um aumento de capital. 9

10 Após a deliberação em assembleia de sócios, a conta em título é creditada em contrapartida de subconta adequada da 26 - «Accionistas (Sócios)»; pela entrega de fundos por parte dos sócios credita-se esta última conta em contrapartida de Caixa ou Dep. à ordem. - deliberação da Assembleia de sócios: entrega dos sócios: 26 11/12 Sobre as prestações suplementares (definidas nos artigos os 210.º, 211.º, 212.º e 213.º do Código das Sociedades Comerciais) pode-se acrescentar ainda o seguinte: - Prestações suplementares de capital são entradas a que os sócios das sociedades por quotas se podem obrigar pelo pacto social (n.º 1 do art. 210.º do CSC) e não vencem juros (n.º 5 do art. 210.º do CSC). Só podem ser restituídas se a situação líquida for pelo menos igual à soma do capital social e da reserva legal, e o sócio em causa já tenha liberado a sua quota. - Suprimentos são empréstimos à sociedade que geralmente vencem juros, e ao contrário das prestações suplementares, que funcionam como reforço de capital, os sócios não são obrigados a participar nestas entradas (artigos 243.º a 245.º do CSC), salvo as obrigações de prestações acessórias referidas no art.º 209. As obrigações convertíveis são aquelas que se convertem em acções após um tempo predefinido e verificadas algumas condições, sendo que neste caso a entidade não fica com a obrigação da devolução do dinheiro emprestado, não ficando, consequentemente, com nenhum passivo, sendo neste caso esse empréstimo obrigacionista registado na conta 53 Outros instrumentos de capital próprio. 53 Outros instrumentos de capital próprio Pela restituição aos sócios dos instrumentos de capital próprio Pela transformação de instrumentos de capital próprio em capital Pela entrega dos sócios de instrumentos de capital próprio. 10

11 Conta 54 Prémios de emissão Esta conta é utilizada para reconhecer a diferença entre os valores de subscrição das acções (quotas) emitidas e o seu valor nominal. O valor de subscrição das acções (quotas) emitidas podem ser acima ou igual (ao par) ao valor nominal pelo que esta conta só terá movimento quando o valor de subscrição for superior ao valor nominal. Descrição Emissão de Acções (quotas) próprias com prémio de emissão 11/12 Caixa / Depósito à ordem 51 Capital 54 Prémios de emissão O prémio de emissão consiste na diferença entre o valor de subscrição e o valor nominal, que os accionistas (sócios) tiverem que desembolsar e, consequentemente entregar à sociedade, para adquirir as acções (quotas). A conta em apreço credita-se por contrapartida da 261/264 - «Subscritores de capital» quando o valor nominal for inferior ao valor de subscrição do capital; debita-se nos casos de cobertura de prejuízos e incorporação no capital. Exemplos de Contabilização: nominal: - Pela subscrição de acções emitidas pela empresa Y, SA, por valor superior ao : Pelo valor nominal dos títulos Diferença entre o valor nominal das acções e o subscrito Pela liberação das acções através da nossa conta no Banco T : 11

12 Conta 55 Reservas Esta conta é utilizada para reconhecer as quantias colocadas em reservas, sejam elas de carácter obrigatório (legal, estatutária, etc), sejam de carácter voluntário e pontual. A conta 55 Reservas é composta pelas seguintes subcontas: 551 Reservas legais 552 Outras reservas Conta 551 Reservas Legais Esta conta é utilizada para reconhecer as quantias colocadas em reservas legais. Reserva Legal Uma percentagem não inferior à 20.ª parte dos lucros da sociedade é destinada à constituição da reserva legal e, sendo caso disso, à sua reintegração, até que aquela represente a 5.ª parte do capital social. No contrato de sociedade podem fixar-se percentagem e montante mínimo mais elevados para a reserva legal. (art.º 295.º do CSC) (em função da legislação que exista em cada momento) 551 Reservas Legais Pela utilização da reserva (*) para cobrir prejuízos Pela constituição da reserva do exercício (por débito da conta 56 Resultados Transitados (por crédito da conta 56 Resultados Transitados (Resultado do exercício)) (Resultado do exercício) Pela utilização da reserva (*1) para cobrir prejuízos acumulados de anos anteriores (por crédito da conta 56 Resultados Transitados) Pelo reforço da reserva (por débito da conta 56 Resultados Transitados) Pela utilização da reserva pela incorporação no capital (*2) (por crédito da conta 51 Capital) (*) A reserva legal só pode ser utilizada (alínea a) do art.º 296 do CSC): Para cobrir a parte do prejuízo acusado no balanço do exercício que não possa ser coberto pela utilização de outras reservas; (*1) A reserva legal só pode ser utilizada: (alínea b) do art.º 296 do CSC): Para cobrir a parte dos prejuízos transitados do exercício anterior que não possa ser coberta pelo lucro do exercício nem pela utilização de outras reservas; (*2) A reserva legal só pode ser utilizada (alínea c) do art.º 296 do CSC): Para incorporação no capital. 12

13 As reservas são, em regra, instrumentos de reforço dos capitais próprios das empresas, constituindo a principal parcela do capital adquirido. Consoante a origem das reservas podemos considerá-las em: A Reservas de Lucros B Reservas de Capital C Reservas de Reavaliação A As reservas de lucros são as mais frequentes e as que atingem montantes mais expressivos. São constituídas à base dos lucros alcançados pela empresa e não distribuídos. Têm por finalidade robustecer os meios ao dispor da empresa, pois fortalecem o seu capital próprio. B As reservas de capital resultam, designadamente, de doações e subsídios obtidos que não se destinem a investimentos nem à exploração. C As reservas de reavaliação correspondem a rectificações ou actualizações dos valores imobilizados da empresa. Quanto ao carácter obrigatório ou facultativo da sua constituição podemos classificá-las em: Obrigatórias Legais Estatutárias Contratuais Facultativas Livres Especiais As reservas obrigatórias são aquelas que a empresa tem o dever de constituir, quer por força da lei Reserva legal, quer por força dos seus estatutos Reserva estatutária, quer por força de contratos a que esteja vinculada Reserva contratual. Esta última verifica-se particularmente nas empresas concessionárias de serviços públicos. 13

14 As reservas facultativas são aquelas em que a sua constituição depende da deliberação da Assembleia Geral; quando constituídas para (ou por) um certo fim específico, dizem-se especiais (ex.: para aquisição de equipamentos); quando tal não acontece dizem-se livres (ex. reservas gerais). O registo contabilístico respeitante à constituição das reservas legais faz-se creditando a conta respectiva em contrapartida da conta 56 - «Resultados transitados». Exemplo de Contabilização: - Distribuição dos resultados líquidos do exercício anterior : - Utilização da reserva legal para incorporação no capital social da empresa : Conta 552 Outras Reservas legais. Esta conta é utilizada para reconhecer as quantias colocadas em reservas que não as reservas 552 Outras Reservas Pela utilização da reserva em função dos objectivos Pela constituição da reserva da mesma (por débito da conta 56 Resultados Transitados (Resultado do exercício)) Pela incorporação no capital (por crédito da conta 51 Capital) Pelo reforço da reserva (por débito da conta 56 Resultados Transitados) 14

15 Exemplos de outras reservas Boletim Empresarial Reservas estatutárias: Esta conta regista o crédito, por débito da conta 56 - «Resultados transitados», os quantitativos correspondentes a reservas cuja constituição é obrigatória por força dos estatutos da sociedade. Exemplos de Contabilização: - Reservas cuja constituição é obrigatória por força dos estatutos: Distribuição de lucros do Ano n de conformidade com os estatutos e Assembleia Geral realizada em 31 de Março passado : x Reservas contratuais: Esta conta regista a crédito, por débito da conta 56 Resultados transitados, os quantitativos que a empresa se compromete a criar nos termos do estipulado em contratos oficiais (v.g. concessão de exploração de serviço público). Exemplo de Contabilização: - Reserva obrigatória por força do contrato oficial A. : x Reservas livres: Estas reservas são constituídas por livre deliberação dos accionistas (sócios) em assembleia-geral e a sua constituição não obedece a qualquer finalidade particular. Exemplo de Contabilização: - Distribuição dos resultados líquidos, conforme Assembleia Geral de 28/03/n: 15 Reservas legais Reservas livres :

16 - Pela utilização do saldo de Reservas livres para: : Cobertura de prejuízos acumulados Incorporação no capital Conta 56 Resultados Transitados Esta conta reconhece as quantias dos resultados líquidos e os dividendos antecipados provenientes do período anterior. Destina-se ainda a esta conta o reconhecimento das quantias que, de acordo com as normas em vigor a cada momento, devem afectar positiva ou negativamente os resultados de períodos anteriores, e que não devam ser incluídos no resultado do período. Pelo prejuízo do período anterior (por crédito da conta 818) 56 Resultados transitados Pelo lucro líquido do período anterior (por débito da conta 818) Pela decisão da assembleia-geral sobre a aplicação de lucros Pelos resultados de períodos anteriores (negativos) que não sejam incluídos no resultado do período Aplicação pela 1ª vez do SNC Pela cobertura de prejuízos anteriores por parte dos sócios (accionistas) Pelos resultados de períodos anteriores (positivos) que não sejam incluídos no resultado do período Aplicação pela 1ª vez do SNC Pela diferença entre os lucros imputáveis às participações e os lucros que lhe forem atribuídos por lucros não atribuídos (por crédito da conta 5712) Pela transferência do saldo de dividendos antecipados (por crédito da conta 89) Nesta conta são registados, por transferência no início do ano imediato, os lucros ou prejuízos apurados no exercício anterior e evidenciados na conta 81 - «Resultado líquido do exercício». 16

17 81 56 Exemplos de Contabilização: - Transferência dos resultados positivos do Ano n : - Aprovação das contas do ano n e aplicação dos resultados, conforme foi deliberado em Assembleia Geral Ordinária: : Reserva legal Reservas livres Distribuição e colocação de 60% dos lucros à disposição dos accionistas: Empresa A 20% x Empresa B 30% x Empresa C 5% x Restantes accionistas 5% x Retenção na fonte: Empresa A IRC 265x 2423 Empresa B IRC 265x 2423 Empresa C IRC 265x 2423 Restantes accionistas IRS 265x Transferência no ano n-2, dos resultados negativos do ano anterior : - Pela aprovação das contas do exercício do ano n-1, tendo sido deliberado que os prejuízos fossem cobertos com utilização de parte do saldo de Reservas livres : 17

18 Conta 57 Ajustamentos em Activos Financeiros Esta conta evidencia os ajustamentos decorrentes, designadamente, da utilização do método da equivalência patrimonial em subsidiárias, associadas e entidades conjuntamente controladas. (SNC Notas de enquadramento). A conta 57 Ajustamentos em activos financeiros é composta pelas seguintes subcontas: 571 Relacionados com o método da equivalência patrimonial 5711 Ajustamentos de transição 5712 Lucros não atribuídos 5713 Decorrentes de outras variações nos capitais próprios das participadas 579 Outros Conta Relacionados com o método da equivalência patrimonial «Esta conta evidencia os ajustamentos decorrentes da utilização do método da equivalência patrimonial em subsidiárias, associadas e entidades conjuntamente controladas». Conta Ajustamentos de transição Quando da transição para a aplicação do método da equivalência patrimonial (MEP), esta conta regista a diferença entre as quantias atribuídas às partes de capital, correspondentes à fracção dos capitais próprios que representavam no início do período, e as quantias por que se encontravam expressas. (SNC Notas de enquadramento) Ajustamento de transição Pela diferença negativa entre a quantia atribuída às Pela diferença positiva entre a quantia atribuída ás partes de capital com a aplicação do MEP e o custo partes de capital com a aplicação do MEP e o custo de aquisição do investimento financeiro de aquisição do investimento financeiro (por crédito da conta 41x respectiva) (por débito da conta 41x respectiva) 18

19 Conta Lucros não atribuídos Esta conta será creditada pela diferença entre os lucros imputáveis às participações e os lucros que lhes forem atribuídos (dividendos), movimentando-se em contrapartida a conta 56 Resultados transitados. (SNC Notas de enquadramento) Lucros não atribuídos Pela anulação das participações de capital em Pelos lucros não atribuídos à participação em causa causa. (por crédito da conta 56) (por débito da conta 56) Conta Decorrentes de outras variações nos capitais próprios das participadas Esta conta acolherá, por contrapartida das contas 411 a 413 os valores imputáveis à participante na variação dos capitais próprios das participadas, que não respeitem a resultados. (SNC Notas de enquadramento) Decorrentes de outras variações nos capitais próprios das participadas Pela diferença da variação negativa entre a quantia atribuída às partes de capital em que seja utilizado o MEP e o valor contabilístico registado (por crédito da conta 41x respectiva) Pela diferença da variação positiva entre a quantia atribuída às partes de capital em que seja utilizado o MEP e o valor contabilístico registado (por débito da conta 56) Conta Outros Esta conta evidencia os ajustamentos que não decorram da utilização do método da equivalência patrimonial em subsidiárias, associadas e entidades conjuntamente controladas. 19

20 Conta 58 Excedentes de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis Esta conta é utilizada para reconhecer os excedentes de revalorização, positivos, de activos fixos tangíveis e intangíveis, que é a diferença entre a quantia revalorizada (*) e a quantia escriturada à data da revalorização. Esta conta regista apenas os excedentes positivos (*1) sendo os negativos (*2) reconhecidos nos resultados (classe 6). (*) - 31 da NCRF 7 - Após o reconhecimento como um activo, um item do activo fixo tangível cujo justo valor possa ser mensurado fiavelmente deve ser escriturado por uma quantia revalorizada, que é o seu justo valor à data da revalorização menos qualquer depreciação acumulada subsequente e perdas por imparidade acumuladas subsequentes. ( ) Esta situação é extensível às propriedades de investimento quando se aplica o método do custo revalorizado (NCRF 11 Propriedades de investimento) (*1) - 39 da NCRF 7 - Se a quantia escriturada de um activo for aumentada como resultado de uma revalorização, o aumento deve ser creditado directamente ao capital próprio numa conta com o título de excedente de revalorização ( ). (*2) - 40 da NCRF 7 - Se a quantia escriturada de um activo for diminuída como resultado de uma revalorização, a diminuição deve ser reconhecida nos resultados ( ). A conta 58 Excedentes de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis é composta pelas seguintes subcontas 581 Reavaliações decorrentes de diplomas legais 5811 Antes de imposto sobre o rendimento 5812 Impostos diferidos 589 Outros excedentes 5891 Antes de imposto sobre o rendimento 5892 Impostos diferidos 58 Excedentes de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis Pela utilização do excedente de revalorização (por crédito da conta 56) Pelo excedente de revalorização (por débito da correspondente conta de activo fixo tangível) «Esta conta é creditada em consequência da revalorização dos activos fixos e vai sendo debitada por contrapartida da conta 56 Resultados transitados, em função da realização da revalorização. Essa realização ocorre pela depreciação, abate ou venda do bem.» SNC 20

21 Conta Reavaliações decorrentes de diplomas legais Esta conta é utilizada para reconhecer os excedentes de revalorização, positivos, de activos fixos tangíveis e intangíveis, que é a diferença entre a quantia revalorizada e a quantia escriturada à data da revalorização, decorrentes de diplomas legais. Exemplo de Contabilização: - Pela reavaliação do imobilizado corpóreo conforme aplicação dos valores da tabela de reavaliações, sobre os valores dos activos fixos tangíveis. Pela actualização do valor de aquisição: : Edifícios Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Pela actualização das depreciações acumuladas Edifícios 438x 4822 Equipamento básico 438x 4823 Equipamento de transporte 438x 4824 Equipamento administrativo 438x 4826 Conta Antes de imposto sobre o rendimento Esta conta regista as quantias, antes de imposto sobre o rendimento, provenientes de revalorizações de activos fixos decorrentes de diplomas legais. 21

22 5811 Antes de imposto sobre o rendimento (3) Realização da revalorização (por crédito da conta 56 Resultados transitados) (5) Diminuições de um activo por revalorização (até ao montante do saldo existente) (por crédito da correspondente conta de activo fixo) (1) Pelo excedente de revalorização (por débito da correspondente conta de activo fixo) Conta Impostos diferidos Esta conta regista as quantias, dos impostos diferidos, provenientes de revalorizações de activos fixos decorrentes de diplomas legais Impostos diferidos (2) Cálculo do imposto diferido (4) Registo da fracção do imposto sobre o (por crédito da conta 2742 Passivos por impostos rendimento (aquando da realização do excedente diferidos) de reavaliação), (por débito da conta 56 Resultados transitados) «Esta conta (5812) é creditada (1) em consequência da revalorização dos activos fixos e vai sendo debitada por contrapartida da conta 56 Resultados transitados, em função da realização da revalorização (3). Essa realização ocorre pela depreciação, abate ou venda do bem.» SNC «Relativamente a reavaliações, após o registo (1) na conta 5811 do valor do aumento do imobilizado líquido, a conta 5812 será debitada (2) por contrapartida da conta 2742 Passivos por impostos diferidos pelo montante do imposto correspondente à fracção do excedente de reavaliação não relevante para a tributação. Aquando da realização do excedente de reavaliação, a subconta 5812 será creditada (4) pela correspondente fracção do imposto sobre o rendimento, por contrapartida da conta 56 Resultados transitados. Simultaneamente, a conta 2742 Passivos por impostos diferidos será debitada por contrapartida da conta 241 Imposto sobre o rendimento. Para efeitos de apresentação em balanço, a quantia (saldo devedor) da conta 5812 Impostos diferidos, será abatida ao saldo da conta 5811 Antes de impostos.» SNC «As diminuições de um activo por revalorização serão debitadas (5) na conta em epígrafe até ao montante do saldo existente. A parcela da diminuição que ultrapasse o saldo existente será considerada gasto do período (subconta apropriada da conta 65), conforme NCRF 6 e 7. Se a revalorização do bem 22

23 originar a reversão de uma perda reconhecida em períodos anteriores, essa reversão será levada aos rendimentos do período (subcontas da conta 762).» SNC Conta 589 Outros excedentes Esta conta é utilizada para reconhecer os excedentes de revalorização, positivos, de activos fixos tangíveis e intangíveis, que é a diferença entre a quantia revalorizada e a quantia escriturada à data da revalorização, não decorrentes de diplomas legais. Conta Antes de imposto sobre o rendimento Esta conta regista as quantias, antes de imposto sobre o rendimento, provenientes de revalorizações de activos fixos não decorrentes de diplomas legais. Conta Impostos diferidos Esta conta regista as quantias, dos impostos diferidos, provenientes de revalorizações de activos fixos não decorrentes de diplomas legais. A movimentação da conta 589 é idêntica à movimentação da conta 581. Conta 59 Outras variações no capital próprio Esta conta é utilizada para reconhecer as quantias provenientes de outras variações no capital próprio que não tenham enquadramento nas outras contas da classe 5. A conta 59 - Outras variações no capital próprio é composta pelas seguintes subcontas: 591 Diferenças de conversão de demonstrações financeiras 592 Ajustamentos por impostos diferidos 593 Subsidios 594 Doações 599 Outras 23

24 Conta Diferenças de conversão de demonstrações financeiras Inclui as diferenças de câmbio derivadas da transposição de uma unidade operacional estrangeira (nos termos da NCRF 23 Os efeitos de alterações em taxas de câmbio). (SNC Notas de enquadramento). Conta Ajustamentos por impostos diferidos Esta conta é utilizada para reconhecer as quantias provenientes de ajustamentos por impostos diferidos que por outras variações no capital próprio tenham efeitos no imposto sobre o rendimento futuro. Conta Subsídios Inclui os subsídios associados com activos, que deverão ser transferidos, numa base sistemática, para a conta 7883 Imputação de subsídios para investimentos, à medida em que forem contabilizadas as depreciações/ amortizações do investimento a que respeitem. (SNC Notas de enquadramento). 12 da NCRF 22 Contabilização dos subsídios do governo e divulgação de apoios do Governo Os subsídios do Governo não reembolsáveis relacionados com activos fixos tangíveis e intangíveis devem ser inicialmente reconhecidos nos Capitais Próprios e, subsequentemente: (a) Quanto aos que respeitam a activos fixos tangíveis depreciáveis e intangíveis com via útil definida, imputados numa base sistemática como rendimentos durante os períodos necessários para balanceá-los com os gastos relacionados que se pretende que eles compensem; (b) Quanto aos que respeitem a activos fixos tangíveis não depreciáveis e intangíveis com vida útil indefinida, mantidos nos Capitais Próprios, excepto se a respectiva quantia for necessária para compensar qualquer perda por imparidade. Conta Doações Esta conta credita as doações feitas á entidade por débito da conta que diz respeito ao activo recebido. Por exemplo, o recebimento de um terreno (débito da conta 431 por crédito da conta 594). 24

25 Serve de contrapartida às doações de que a empresa seja beneficiária. Doação é o contrato pelo qual uma pessoa, por escrito de liberalidade e à custa do seu património, dispõe gratuitamente de uma coisa ou de um direito, ou assume uma obrigação, em benefício de outro contraente. A doação de coisas imóveis só é válida se for celebrada por escritura pública. A doação de coisas móveis não depende de formalidades alguma externa, quando acompanhada de tradição da coisa doada; não sendo acompanhada de tradição da coisa, só pode ser feita por escrito. - Doação em dinheiro: 11/ Doações de valores mobiliários (acções, obrigações, etc.): 14/ Doações de bens de equipamento : 43x 594 Conta Outras Esta é uma conta residual que regista as outras variações no capital próprio que não sejam as referidas anteriormente. 25

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