Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012
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- Júlio da Silva Ferrão
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1 Contabilidade Geral Gestão do Desporto 2011/2012
2 OPERAÇÕES CORRENTES 3. Inventários e Activos Biológicos Consideram-se inventários todos os bens armazenáveis adquiridos ou produzidos pela empresa equesedestinamàvendaouaseremincorporadosnaprodução. Segundo a NCRF 18 Inventários, consideram-se como inventários, os activos que: Sejam detidos para venda no decurso da actividade empresarial; Estejam no processo de produção para tal venda; ou Se mantenham na forma de materiais ou consumíveis a serem aplicados no processo de produção de produção ou na prestação de serviços. E ainda: Os animais e plantas vivos, no âmbito, no âmbito da actividade agrícola, quer consumíveis no decurso da actividade normal da actividade, quer de produção ou regeneração.
3 Inventários Tipos de Inventários: Mercadorias Matérias-primas, subsidiárias e de consumo Produtos acabados e intermédios Subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos Produtos e trabalhos em curso Activos biológicos As quantias escrituradas nas contas desta classe terão em atenção o que em matéria de mensuração se estabelece na NCRF 18 Inventários, pelo que serão corrigidas de quaisquer ajustamentos (imparidades) a que haja lugar.
4 Inventários Sistemas de inventário: Sistema de Inventário Permanente: Neste caso é possível saber a qualquer momento o valor do inventário em armazém e apurar em qualquer momento os resultados das vendas. Por cada venda é registada o respectivo gasto. Obrigatório para empresas de média e grande dimensão. Sistema de Inventário Intermitente:Neste caso, o valor dos inventários em armazém e os resultados apurados, só é determinável através de inventariações directas dos valores em armazém, efectuadas periodicamente.
5 Inventários I Movimentação em Permanente: As compras são inicialmente registadas na conta 31 Compras, a qual deverá ser anulada quando da entrada dos inventários em armazém em contrapartida do débito da conta de inventários 32 Mercadorias, sempre pelo preço de custo dos inventários. Quando da venda, além do lançamento normal a preço de venda, far-se-á o registo do custo das mercadorias vendidas a débito da conta 61 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas em contrapartida do crédito (saída) da conta de inventários.
6 Inventários II- Movimento em inventário intermitente: Neste caso o valor dos inventários e consequentemente do resultado das vendas tem de se proceder previamente à inventariação dos bens em stock. Para determinar o CMVMC deverá utilizar-se a fórmula: Inventários iniciais obtidos pelo saldo da respectiva conta de inventários Compras é o saldo da conta 31 Compras Inventários finais é determinado por inventariação física.
7 Inventários Critérios de Valorimetria (NCRF 18): 1 - Inventários Os inventários devem ser mensurados pelo custo ou valor realizável líquido dos dois o mais baixo. O custo dos inventários deve incluir todos os custos de compra, custos de conversão (produção transformação) e outros custos incorridos para colocar os inventários no seu local e na sua condições actuais. No caso de compras inclui: preço compra + direitos de importação e outros impostos e custos de transporte, manuseamento e outros custos directamente atribuíveis à aquisição de bens acabados, de materiais e de serviços. Os descontos comerciais deduzem-se.
8 Inventários 2 Fórmulas de custeio de saídas: Custo específico: No caso de ser possível identificar o custo de bens ou projectos específicos podemos utilizar o método do custo específico (uso da identificação específica dos seus custos individuais). FIFO: FirstinFirstout- primeira entrada, primeira saída pressupõe que os itens de inventários que foram comprados ou produzidos primeiro sejam vendidos em primeiro lugar e consequentemente os itens que permanecerem em inventário no fim do período sejam os itens mais recentemente comprados ou produzidos. Custo médio ponderado: o custo de cada item é determinado a partir da média ponderada do custo de itens semelhantes no começo de um período e do custo de itens semelhantes comprados ou produzidos durante o período.
9 Inventários 3 Valor Realizável Líquido O custo dos inventários pode não ser recuperável se esses inventários estiverem danificados, se se tornarem total ou parcialmente obsoletos ou se os seus preços de venda tiverem diminuído. Reduzir os inventários para o seu valor realizável líquido (Perdas por imparidades acumuladas)
10 INVESTIMENTOS Os investimentos representam elementos patrimoniais activos, tangíveis ou intangíveis, que a entidade utiliza com carácter duradouro como meios para a realização dos seus objectivos económicos (NCRF 6, NCRF 7, NCRF8, NCRF 9, NCRF 11 e NCRF 13,14,15 e 27). Os investimentos traduzem-se em activos controlados pela entidade com continuidade ou permanência, que não se destinam a ser vendidos ou transformados no decurso normal das operações. Activos fixos tangíveis; Activos intangíveis; Investimentos em curso; Investimentos Financeiros; Propriedades de investimento; Activos não correntes detidos para venda.
11 INVESTIMENTOS Depreciações e amortizações: A operação contabilística que visa simultaneamente a imputação do custo da utilização dos activos fixos pelos diversos períodos económicos e a actualização (depreciação) desses mesmos bens, chama-se depreciação ou amortização. Depreciar ou amortizar consiste em registar de forma sistemática a perda do valor de um activo fixo, ou de outra maneira, em repartir o seu custo pelos períodos económicos abrangidos pela sua vida útil ou duração económica.
12 INVESTIMENTOS Cálculo das quotas de depreciação ou amortização Quotas constantes (linha recta) Este critério pressupõe que o desgaste do bem do investimento é directamente proporcional ao tempo, ou seja é constante o valor das quotas anuais de amortização. Q Valor da depreciação/amortização VA Valor Aquisição VR Valor Residual N Vida útil
13 INVESTIMENTOS 43 Activos Fixos Tangíveis Características: Integra os elementos tangíveis, móveis e imóveis, que a entidade utiliza na sua actividade económica, que não se destinam a ser vendidos ou transformados, com carácter de permanência superior a um ano. Reconhecimento e mensuração Um item de activo fixo tangível deve ser reconhecido como activo caso: Provável que futuros benefícios económicos associados ao item fluam para a entidade; e O custo do item puder ser determinado com fiabilidade.
14 INVESTIMENTOS Reconhecimento e valorização inicial: Os activos fixos tangíveis devem ser reconhecidos pelo seu custo. O custo inclui: o seu preço de compra, incluindo os direitos de importação e os impostos de compra não reembolsáveis, após a dedução dos descontos e abatimentos; quaisquer custos directamente atribuíveis para colocar o activo na localização e condição necessárias para o mesmo ser capaz de funcionar de forma pretendida; A estimativa inicial dos custos de desmantelamento e remoção do item e de restauração do local no qual está localizado, em cuja obrigação uma entidade incorra.
15 INVESTIMENTOS 439 Perdas por Imparidade Acumuladas: Em cada período financeiro a entidade deve realizar testes de imparidade aos seus activos fixos tangíveis, por forma a validar o seu justo valor. As perdas por imparidade anuais serão registadas na conta 655, e as suas reversões são registadas na conta 7625.
16 INVESTIMENTOS Valorização (mensuração) subsequente: Após o reconhecimento inicial, na valorização ou mensuração subsequente, pode escolher-se: Modelo do custo: o item é contabilizado pelo seu custo menos qualquer depreciação acumulada e quaisquer perdas por imparidade acumuladas. Modelo de revalorização: O item do activo fixo tangível cujo justo valor possa ser determinado com fiabilidade deve ser contabilizado por uma quantia revalorizada, que corresponde ao justo valor à data da revalorização menos qualquer depreciação acumulada subsequente e perdas por imparidade acumuladas subsequentes. Aumento do activo (58 Excedentes de revalorização) ou redução do activo (655 Perdas por imparidade ou excedentes de revalorização)
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